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Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, de 15 de fevereiro de 1845, com duas certidões do subdelegado no julgado de Miranda, que mostram que os presos espanhóis Manuel Maria Macedo e Pedro Francisco de Lima Certã não foram indiciados na querela dada pelo Ministério Público.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete um ofício do Procurador Régio interino da Relação de Lisboa, de 15 de fevereiro de 1845, e cópia do libelo oferecido, no juízo de direito da comarca de Elvas, por Manuel Lopes de Matos, negociante na vila de Campo Maior, contra a Fazenda Nacional. Solicita que lhe sejam remetidos todos os esclarecimentos que possam existir no Tesouro Público, para defesa da Fazenda Pública.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca da pena aplicada ao soldado Manuel Ladeiras Mateus Leitão, condenado pelo crime de homicídio voluntário.
Escritura de uma casa que fez Mathias de Oliveira de duas courellas, no lugar da Sobreda, a Manoel Coelho e sua irmã, Qtª do Posso.
Escritura de uma casa que fez Mathias de Oliveira de duas courellas, no lugar da Sobreda, a Manoel Coelho e sua irmã, Qtª do Posso.
Testamento manuscrito do senhor inquisidor João Carneiro de Moraez, aprovado em 11 de abril de 1709 pelo tabelião Manoel Gomes de Carvalho.
Outorgantes: Joaquim José Carvalho (Presidente da Câmara Municipal Concelho de Leiria) e os arrematantes António dos Santos, João Francisco Soares Júnior e Manoel Francisco Barbeiro (Manuel Francisco Barbeiro)
Manoel Ignacio Roza (Manuel do Inácio Rosa) solicita regularização de terreno para construção de moradia, a sul da aula Conde Ferreira. Processo composto por - Requerimentos - Planta
Manoel da Cruz (Manuel da Cruz) solicita licença para construir uma pequena casa e um pequeno muro, no lugar de Salgueiro, freguesia de Maceira.
Outorgantes: Joaquim José Carvalho (Presidente da Câmara Municipal Concelho de Leiria) e os arrematantes António dos Santos, João Francisco Soares Júnior e Manoel Francisco Barbeiro (Manuel Francisco Barbeiro)
Autos de execução administrativa por divida de contribuição à Câmara, relativa ao ano de 1866 a 1867, em que é executado Manoel Lucas, residente que foi em Constância.
Autos de execução administrativa por dívida de contribuição directa à Câmara do ano de 1866 a 1867 em que é executado Manoel Vaz Gordo de Santa Margarida.
Auto de execução administrativa por dívida directa de contribuição à Câmara do ano de 1866 a 1867 em que é executado Jacinto Manoel dos Santos de Constância .
Documento incompleto, inclui apenas o final da carta precatória e uma notificação feita pelo Escrivão do Judicial Manoel Pires Pretto ao Sr. Pedro Mendes.
Documento tresladado do f. 5v. e f. 6 do tombo velho por Manoel Pires Pretto em 1719. Original datado de 1413-12-27.
Bilhete Postal de Anthero Duarte, solicitando ao Conde de Águeda um cartão ou carta de apresentação para o novo Governador da Guiné, Capitão-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues.
O rei da Bélgica, Balduíno I (ao centro), presidindo o Congresso, e o Comodoro Manoel Maria Sarmento Rodrigues (primeiro, à esquerda).
“D. Tomás Maria de Almeida Manuel de Vilhena (Lisboa, 16 de Junho de 1864 - Lisboa, 12 de Janeiro de 1932), que usou o título de 8.º Conde de Vila Flor de juro e herdade, foi um jornalista, escritor e político português. Era filho de D. Martinho Lourenço de Almeida (Campo Maior, Nossa Senhora da Expectação, 10 de Dezembro de 1818 - Lisboa, São Vicente de Fora, 8 de Maio de 1898), bisneto por varonia do 1.º Marquês de Lavradio de juro e herdade e 3.º Conde de Avintes de juro e herdade, e de sua mulher (Lisboa, São Jorge de Arroios, 31 de Agosto de 1863) D. Maria Benedita da Conceição Correia de Sá Manuel de Vilhena (Oeiras, Carnaxide, 10 de Agosto de 1826 - Lisboa, São Jorge de Arroios, 3 de Junho de 1896), neta paterna do 1.º Conde de Alpedrinha e neta materna do 5.º Visconde com Grandeza de Asseca. Formado pelo Curso Superior de Letras, dedicou-se ao Jornalismo, à História e ao Teatro, tendo publicado diversas obras sobre temas diversos. Colaborou, com texto da sua autoria, na obra In memoriam: Júlio de Castilho publicada em 1920. Participou no 3.º número do Orpheu. Casou a 24 de Maio de 1897 com Maria Josefina de Azeredo Teixeira de Aguilar (Porto, Sé, 6 de Novembro de 1864 - ?), filha do 2.º Visconde de Samodães e 2.º Conde de Samodães, da qual teve um único filho, D. Francisco Maria Martinho de Almeida Manoel de Vilhena, que usou o título de 9.º Conde de Vila Flor de juro e herdade. Monárquico e Católico, foi Deputado por Viana do Castelo pelo Partido Regenerador (1901-1907) e Governador Civil do Distrito de Braga em 1906 e do Funchal. Com a República Portuguesa, veio a ser Senador em 1922 e 1925.Foi Chefe do Governo no exílio do Rei D Manuel II. Foi o 1º presidente do Instituto Português de Heráldica, era vogal do Conselho superior da Política Monárquica, e foi fundador da Associação da Mocidade Católic. Tinha a grã cruz da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa, era cavaleiro da Ordem de Malta e grande oficial da ordem espanhola D. Afonso XII.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_Maria_de_Almeida_Manuel_de_Vilhena
Atriz portuguesa, de nome completo Beatriz da Conceição Costa, nascida em 14 de dezembro de 1907, em Charneca do Milharado, e falecida em 15 de abril de 1996, em Lisboa, no Hotel Tivoli. Oriunda de família muito pobre, era analfabeta quando iniciou a sua carreira artística, tendo sido por iniciativa própria que começou a estudar. Estreou-se em 1923, como corista, na revista Chá e Torradas, mediante uma carta de apresentação da atriz Ema de Oliveira que a recomendou ao empresário António de Macedo. Gradualmente, foi ganhando alguma projeção e, numa digressão ao Brasil, em 1924, surpreendeu o público com a revista Fado Corrido, onde celebrizou a canção Mademoiselle Garoto. Em 1927, começou a utilizar a franja que a deixaria famosa. Nesse mesmo ano, estreou-se em cinema, num filme mudo realizado por Rino Lupo: O Diabo em Lisboa. Seguiram-se os filmes Fátima Milagrosa (1928), onde dançou um tango com um então jovem Manoel de Oliveira, Lisboa, Crónica Anedótica (1930), de Leitão de Barros, e A Minha Noite de Núpcias (1931), de Alberto Cavalcanti. A sua popularidade disparou em flecha, quando protagonizou, ao lado de Vasco Santana, o filme A Canção de Lisboa (1933), onde desempenhava a ingénua costureira Alice, tendo popularizado o tema musical A Agulha e o Dedal. Seguiu-se a participação no filme O Trevo de Quatro Folhas (1936), de Chianca de Garcia, e numa revista que fez história: Arre Burro (1936), que permaneceu dois anos em exibição. Voltou ao cinema três anos depois, com mais uma personagem emblemática: a lavadeira Gracinda em A Aldeia da Roupa Branca (1939). Entre 1939 e 1949, passou a viver no Brasil, onde gozou duma extraordinária popularidade, muito devido à canção Tiro-Liro-Liro. Regressou ao Parque Mayer, em 1949, aí continuando a trabalhar até 1960, ano em que se despediu dos palcos com a revista Está Bonita a Brincadeira (1960). Até ao fim da sua vida, recusou liminarmente todos os convites para regressar ao teatro de revista, alegando que o género se encontrava em decadência. Viveu no Hotel Tivoli até ao seu último dia de vida sem mais voltar ao espetáculo. A única exceção foi o concurso televisivo Prata da Casa (1980), apresentado por Fialho Gouveia, onde Beatriz Costa estava integrada no júri, ao lado de personalidades como Alexandre O'Neill e Branquinho da Fonseca. Publicou alguns livros, como Sem Papas na Língua (1975), Quando os Vascos Eram Santanas...e Não Só (1978) e Mulher sem Fronteiras (1981). In: https://www.infopedia.pt/$beatriz-costa
Na face exposta a NE foi gravada uma inscrição honorífica a Trajano, datável de 104 d.C. com a seguinte leitura e tradução (segundo BRANDÃO 1962 / 32): IMP(ERATOR) CAES(AR) NERVA/ TRAIANVS AVG(VSTVS), GER(MANICVS), DAC(ICVS)/ POT(IFEX) MAX(IMVS), TRIB(VNITIA) POT(ESTATE) VII/ IMP(ERATOR) IIII CO(N)S(UL) V, P(ATER) P(ATRIAE)//; Imperador Cesar Nerva Trajano, Augusto, germânico, dácico, pontífice máximo, com o poder tribunício pela sétima vez, imperador pela quarta vez, consul pela quinta vez, pai da Pátria. Em 1818, por baixo da inscrição latina, foi gravada uma outra inscrição contendo a tradução: Quer dizer - Aquella obra mandou fazer o / Imperador Trajano Augusto, filho de Cesar / Nerva, vencedor dos Alemaens e Dacos, pontí/fice máximo, sendo tribuno de povo a sé/tima vez, imperador e consul a quarta / e tendo titulo de pai da Pátria./1818//. No mesmo ano, na face voltada a SE, foi gravada outra inscrição: Para alívio da humanidade e remédio de / rebeldes doenças herpéticas forão renovados / e augmentados estes banhos thermaes por or/dem do senado da Câmara da villa de Guim.es,/ sendo seu presidente o Doutor Juiz de fora Estevão Ferreira da Cruz, e Vereadores Franco Pinto de Carvalho Bezerra = An.to do Couto Ribeiro = / secretario Jose Duarte=Procurador/ Manoel Luis de Souza: Em testemunho do=/ seu zelo e aetividade (sic), p.a emulação dos vin/douros elles mesmo (sic) mandarão gravar esta ins/cripção que desfia e vencerá o tempo e a E/ternidade em 1818//. In: http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1698
Parecer do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini. Analisa pedido de compensação de créditos por quem diz ter efetuado fornecimentos ao exército durante o "Governo do usurpador".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini. Analisa pretensão a ser contado como tempo de serviço, período em que um militar cumpriu pena de cinco anos de degredo na Índia pelo crime de estupro e rapto, mas posteriormente indultado, "á conta do seu Matrimonio com a estuprada".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Manuel de Almeida e Araújo Corrêa de Lacerda. Analisa pedido de um condenado em pena de trabalhos públicos perpétuos que requer não ser acorrentado a outro sentenciado. Propõe a comutação da pena para degredo para África por vinte anos.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, sobre a competência do Conselho de Justiça Militar para decidir em casos de recrutamento para o serviço militar feitos de forma irregular.
O Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, achando-se impedido no caso em apreço por estar ligado a um dos juízes que intervieram no processo judicial em questão por "vinculo de intimo parentesco", remete informação prestada pelo Ajudante do Procurador-Geral.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini relativo às preocupações suscitadas quanto à presença de um indivíduo miguelista, considerado perigoso à ordem pública, sobre o qual se tornava necessária vigilância policial. Acrescia a circunstância de existir parentesco entre o referido indivíduo e o administrador do concelho, a quem competia a vigilância policial, pelo que o Procurador defendia a demissão deste.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini relativo a obras executadas pelo comprador de um edifício contíguo à igreja de S. Domigos, danificando a estrutura desta.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini. Pronuncia-se sobre a decisão tomada pelo Conselho Fiscal das Contas de pôr fim ao arresto da herança de um governador geral de Moçambique, falecido em 1779, entregando-a aos respetivos herdeiros. Considera que tendo-se passado mais de sessenta anos sobre o falecimento, e não tendo sido possível apurar a veracidade de alegados crimes cometidos pelo ex-governador contra a fazenda nacional, o arresto dos bens da herança "não podia continuar por mais tempo sem grave ofensa dos direitos dos herdeiros".
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, João Rebelo da Costa Cabral. Dá parecer favorável à construção de uma ponte sobre o rio Mondego por um particular, e à celebração de um contrato com o Estado estipulando os direitos de portagem a cobrar.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini. A propósito de um navio apreendido pela marinha de guerra britânica no Porto, considera que a apreensão só deve manter-se enquanto durar a guerra civil que a determinou, sendo devolvido em seguida.