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MORAIS, João (Carranca). Filho de Luís de Morais e de Brígida da Cunha. Nasceu na freguesia de Mazedo, concelho de Monção, a --/--/1862. // Veio para Melgaço como arrematante dos impostos municipais indiretos, arrematando, a 30/11/1902, por 2.006.000 réis, os ditos impostos. // Casou (!) em primeiras núpcias com Rosa Joaquina Marques, filha de Matildes da Conceição Marques, natural de Prado, Melgaço, fixando a sua residência no lugar do Souto. // Contraiu matrimónio (!) em segundas núpcias com Ludovina Cândida Gonçalves, também natural de Prado. // Estabeleceu-se na Praça do Comércio, vila de Melgaço, onde mais tarde esteve a “Samaritana” de Hilário Alves Gonçalves, e onde antes estivera a “Loja Nova”, de António Joaquim Esteves. // Os negócios deviam correr-lhe bem, pois mandou construir no Rio do Porto, parte de Rouças, três prédios, tendo num deles instalado a “Padaria Progresso”, que inaugurou a 4/7/1900, e remodelou e reabriu a 6/8/1908, sábado, «com acceio e hygiene». // Em sessão da Câmara Municipal de 12/6/1912 foi lido um seu requerimento no qual participava à edilidade que no sítio do Rio do Porto existia um moinho que ameaçava ruína. // Na tarde de 9/3/1913 António Joaquim Afonso e outro, da Peneda, foram fazer compras à sua loja, mas como regatearam os preços o comerciante insultou-os e atirou com o dinheiro deles à rua. // Em 1914 comprava o presunto ao lavrador por nove vinténs o arrátel (456 gramas). Acerca desse assunto, escreveu o correspondente do Correio de Melgaço na freguesia de Paderne: «ora aí está como o maldito “Carranca” me obriga a comer bacalhau durante todo o ano, pois que o presunto a tal preço já não convém para todos; não podia o Evangelista propor em sessão que lhe seja aplicada a terapêutica do código por pagar o presunto por tão elevado preço?». // Foi nomeado jurado para as causas-crime no 1.º semestre de 1915. // Nesse ano vendia videiras americanas à razão de dois escudos (2$00) o cento. // Vendia em absoluta exclusividade louça de porcelana e da Vista Alegre. // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1279, de 1/2/1920: «Acusado do alto crime de vender, como estrangeiro, tabaco nacional, respondeu sexta-feira no tribunal desta comarca. O crime de que este nosso amigo era acusado foi tão destituído de prova que seu advogado de defesa, Dr. António de Pinho, distinto causídico de Monção, prescindiu do depoimento de todas as testemunhas de defesa, bastando o depoimento das da acusação para conseguir que o suposto réu fosse absolvido.» // Morreu na Vila de Melgaço a 24/4/1924. // Teve geração de ambas as mulheres, ou companheiras.
A documentação reflete as atividades da empresa João Teotónio Pereira Júnior, Limitada no domínio da gestão imobiliária de bens e propriedades rústicas e urbanas propriedade da família Teotónio Pereira e definidas no seu objeto social, compreendida entre 1953 e os anos 90 do século XX. Subfundo constituído maioritariamente por documentos de natureza financeira e contabilística, notariais e técnicos. Integra documentos gráficos, como desenhos e plantas de edifícios e de urbanização.
A Comissão Permanente era eleita pelo Sínodo Geral (Regulamento Geral, artigo 18º) para apoiar os Bispos no cuidado dos interesses gerais da Igreja Lusitana. Foi presidida pela primeira vez pelo Bispo Riley, do Vale do México. Era composto pelo presidente, um secretário, ministros da Igreja e seculares. Na ata de fundação de 8 de março de 1880 estiveram presentes: - Presidente: Bispo Riley do Vale do México - Reverendo João Joaquim da Costa Almeida (igreja da Santíssima Trindade) - Francisco Rodrigues Lobo, representante da igreja da Santíssima Trindade - Reverendo José Nunes Chaves (igreja da igreja da rua de S. Marçal) - José Gregório Bauduin, representante da igreja da rua de S. Marçal - Reverendo Cândido Joaquim de Sousa (igreja de S. Paulo) - João Gualberto de Araújo, representante da igreja de S. Paulo
Recibos de juros ou tenças pagas pela Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau a diferentes indivíduos, nomeadamente: Jerónimo de Freitas Silva (1756 a 1763) e Joana Maria de Jesus e seu procurador João da Costa Vale (1768 a 1779), padre Bernardo da Cruz (1756 a 1782) e Manuel Teixeira da Cunha (1758); Ana Maria de Jesus e António de Passos e Valentim Gomes, seu tutor (1767 e 1779); João Crisóstomo Barroso (1768 a 1784); José Gomes da Paz (1769); José de Freitas e Oliveira (1780); José da Silva Câmara, tutorado de Joana da Silva Carmona (1819 a 1822); Anastácio José Silvas (1822 a 1826). Inclui recibos de juros pagos ao Cofre da Caridade pela irmandade (1767 a 1844).
32 processos de devedores à Irmandade do Santíssimo Sacramento: Manuel Inácio Ramos da Silva e Eça e José Aires Ramos da Silva e Eça, António de Oliveira Ceuta Marreca, Filipe Marcelli e sua esposa D. Geraldina Maria Eugénia, João Pereira da Cunha, Domingas Ribeira, Maria Ribeira e Ana Ribeira (herdeiras de Filipe de Santiago Ribeiro), José Bernardino, Congregação da Boa Morte de S. Roque, Conde de S. Vicente, Conde de Santiago, Condessa do Alvor, João Franco de Sousa, religiosas trinas do Mocambo, religiosas de Santa Marta e religiosas de Campolide, entre outros. Contém também processos e contas correntes com o Tesoureiro da Irmandade, Francisco António Colffs, o Procurador da Mesa, Francisco da Cruz e diversos documentos relativos a dívidas dos inquilinos e foreiros de propriedades da Irmandade.
Livro do rol das missas celebradas na Colegiada de São Martinho de Cedofeita, pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém os róis de missas por dois Irmãos dos Clérigos do Porto, com as respectivas certidões passadas por João António Gomes, Tesoureiro-Mor e Provedor das Capelas da Insigne Colegiada de São Martinho de Cedofeita. A fl. 1v. encontra-se um termo explicativo da forma como as missas devem ser aplicadas, conforme o § 1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Este termo foi redigido pelo Secretário da Irmandade, João Vieira Gomes de Carvalho, em 17 de Dezembro de 1802. Esta fonte contém termo de abertura (fl. 1) e termo de encerramento (fl. 8v.).
Textos sobre a Igreja. Contém: Maurílio de Gouveia, A missão da Igreja na sociedade actual, 1974 (Conselho Nacional da Cáritas, 1974-06-15); Roger Etchegaray, A evangelização na Europa, hoje e amanhã, Roma, 1974; João Caniço, Introdução à doutrina social da Igreja, Lisboa, 1986; Caritas Internationalis, Cahiers d'Animation, 1, 1986; José Mendes Serrazina, A solicitude social da Igreja, Encíclica de João Paulo II, 1988; Textos produzidos no Fórum da Acção Católica, 1997; Joaquim Batalha, Perspectivas futuras da Acção Católica, [s.d.]; Acácio Catarino, A Igreja e os cristãos perante a evolução da sociedade, Sociedade de S. Vicente de Paulo, Fátima, 1990-02-09; Christian Duquoc, Memória eclesial e ambiguidade, Concilium, 227, 1990; Acácio Catarino, Áreas privilegiadas da acção dos leigos, exigências de secularidade, 1987-09-14; Avelino Martinho, A religião na Lourinhã, 1985.
Minuta do ofício n.º 7, expedido pelo Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Taborda de Magalhães, para o Ministério da Marinha, a 9 de setembro de 1909, pedindo o envio de documentos para juntar ao processo e fundamentar o parecer solicitado. Este ofício faz parte do processo relativo à reclamação de Mário Armando de Sousa Almeida e mulher contra a adjudicação de uma parte dos seus bens efetuada num processo de execução fiscal na província de São Tomé e Príncipe contra os herdeiros do Barão de Água-Izé pelo pagamento da contribuição de juros em dívida. O processo foi recebido do Ministério da Marinha, em 28 de julho de 1909, e foi distribuído ao Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João Taborda de Magalhães.
Contém ofício n.º 5 da Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda, expedido para o Ministério da Justiça a 11 de abril de 1906, registado na capa do processo, através do qual são enviados diversos processos de comutação de pena e que, tendo sido recebidos dos Procuradores Régios de Lisboa e Porto, não puderam ser consultados. Contém as capas dos processos recebidos, entre 5 e 7 de abril de 1906, da Procuradoria Régia do Porto acerca dos pedidos de perdão de pena dos réus Cassiano Augusto da Encarnação e Adriano Alves de Macedo. Contém ainda quatro ofícios da Procuradoria Régia da Relação de Lisboa, de 7 de abril de 1906, relativos aos pedidos de perdão dos réus João Ramos, Maria da Silva, Estêvão Caetano e João Augusto Mendonça e Vasconcelos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do pedido de pagamento de 50 mil libras esterlinas, feito pelos advogados Arnold & Companhia, de Londres, em nome dos herdeiros e testamenteiros da Infanta D. Isabel Maria, Richard Duckett e Lawrence Richmond, alegando que a infanta tinha direito, por óbito do seu pai, D. João VI, a esta quantia, a qual nunca lhe foi paga pelo Governo português. Esta importância fazia parte das 250 mil libras que se receberam em virtude do tratado celebrado entre a corte de Lisboa e a do Rio de Janeiro, por ocasião da separação do império do Brasil, como indemnização dos objetos particulares que D. João VI deixou quando voltou para Lisboa.
Os requerentes são: Joaquim de Oliveira, Gertrudes da Graça, Maria Rosa, Túlia da Costa Santos, Maria Amália Vieira, Catarina de Jesus Gouveia, Ana Júlia Palhares Ferreira Raposo, Ana Maria de Aguiar Torre, João Gomes, Silvéria da Silva, Manuel Maria da Luz Rebelo, José Lopes das Neves, Ana Nunes, Maria do Pilar Mota, Carolina Adelaide da Silva, Maria da Glória, Teófila Pita Conceição, Maria da Conceição, João Homem de Almeida, Raquel Emília da Silva e Henrique Gomes Botto. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 14 de março de 1899, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 1 de abril.
Sentença cível passada pelo rei D. José que decorre da acção movida pelas religiosas do convento de São José contra o reverendo frei João Marcelino da Silva Homem Aparício, de Palmela, da Ordem de Santiago, sobre a posse das casas sitas na rua Direita em Troina (Setúbal). As religiosas do Convento de São José alcançaram sentença favorável e constituem seu procurador o frei João da Mãe de Deus, da mesma Ordem, do Convento de Santa Teresa da vila de Setúbal. Segue-se um desenho das ditas casas de Setúbal, com três pisos, que as religiosas do convento de São José da Cidade de Évora mandaram erguer em 1766. Em seguida, aparecem todas as despesas feitas com a obra, e anotadas pelo mestre, muito pormenorizadas onde constam os materiais utilizados, despesas com pessoal, aluguer de animais para transporte de materiais de construção, etc.
Quitação que dá Filipe Martins, morador em Évora, a Afonso Gonçalves e a Afonso Anes, bacharéis da Sé de Évora, referente ao recebimento de toda a prata (?), trigo e livros que deixara em testamento Luís Gonçalves. Filipe Martins era irmão do falecido e representa no acto além da sua pessoa a sua mulher, Inês Pires, e os filhos: João Filipe, raçoeiro de São João de Beja e [...] já falecido. Declara ter recebido também, em esmola, um copo de prata que andava na despensa e que pesara seis onças [..] dois reais de prata e mais um meio [...]. Luís Gonçalves fora tesoureiro da Sé de Évora. Redactor: Martim Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: À porta das pousadas de Bartolomeu Eanes, cónego
Carta régia de D. Filipe I, datada de 23 de Janeiro de 1597, que confirma outra de D. João II, de 22 de Abril de 1482, que, por sua vez, confirma uma carta de privilégio de D. Afonso V, com data de 16 de Fevereiro de 1440. D. Afonso V querendo fazer graça e mercê aos pobres do oratório de Val Abrãao, concede-lhe os mesmos privilégios e liberdades que tinham sido dados pelo mesmo rei aos pobres da Serra de Ossa e confirma os privilégios que D. Duarte lhes deu em confirmação dos que lhe foram concedidos por D. João I que os tomara sob a sua protecção real e os escusara de pagar peitas, fintas, talhas, pedidos, serviços, empréstimos, sisas, portagens e outros direitos e tributos. Redactor: Miguel Monteiro, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. Filipe I, datada de 05 de Novembro de 1596, de confirmação de carta de D. Afonso V, com data de 28 de Fevereiro de 1450, que, por sua vez, confirma uma carta de D. Duarte, feita em 25 de Fevereiro de 1434, confirmando esta uma carta e um alvará de D. João I, datados respectivamente de 21 de Maio de 1416 (Era de 1454) e de 13 de Agosto de 1412 (Era de 1450). Na carta D. João I toma sob a sua protecção os pobres da Serra de Ossa e todos os seus companheiros e isenta-os do pagamento de tributos. No alvará o mesmo rei faz saber aos juizes das sisas de Évora que aos pobres da Serra de Ossa não devem cobrar sisa dos produtos que venderem (frutos e colhares) por intermédio de mulheres vendedeiras, por eles não os poderem vender, na cidade. Redactor: Miguel Monteiro, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Partilhas em que se encontram de um lado Rui Velho, escudeiro e juiz dos orfãos em Vila Viçosa, como representante dos interesses dos orfãos (Álvaro, Rodrigo, Nuno e Margarida) filhos de João Álvares Guisado, e Nuno Álvares Guisado, escudeiro do senhor almirante, e tutor dos mesmos orfãos seus sobrinhos; e do outro lado Martim Lopes, padrasto dos orfãos e sua mulher Margarida Anes, mãe dos mesmos, moradores em Vila Viçosa. Ambas as partes já tinham partido entre si todos os bens móveis e de raiz que ficaram por morte de João Álvares Guisado e passavam agora a escrito o que estava acordado entre si. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do honrado Rui Velho, escudeiro e juiz dos orfãos na vila
Simão Correia, do conselho do rei, e sua mulher, D. Joana de Faria, vendem uma casas que tinham em Évora, na rua da Mesquita, que D. Joana comprara às freiras da Ordem de São João do Mosteiro de [...], a Henrique Henriques e a sua mulher, D. Maria, por quarenta mil reais. As casas, onde tinha estado o mosteiro de São João, possuíam também um quintal e eram foreiras a D. Duarte de Meneses por duzentos e cinquenta e dois reais pagos por dia de Santa Maria de Agosto, em fatiota, para sempre. D. Duarte dá consentimento à venda na condição do foro continuar a ser pago. Os vendedores são representados por seu procurador, Fernando Eanes, escudeiro, morador em Évora. Redactor: Álvaro Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de morada de D. Duarte de Meneses, fidalgo da Casa Real
Lopo Dias, chantre da Sé de Évora e procurador do mosteiro de Almoster de Santarém, apresentou uma carta de D. frei João de Ornelas, abade do mosteiro de Alcobaça, e uma procuração de Dona Maria Gomes, abadessa do mosteiro de Almoster de Santarém, nos quais, o abade refere que Dona Maria Gomes, pretendia vender uma herdade, que foi de Leonor Rodrigues, freira desse mosteiro, localizada no termo de Évora, na Fonte Boa, para reparar o mosteiro. É concedida a autorização, em Alcobaça, a 10 de Dezembro de 1404, para efectuar a venda, a Clara Eanes, viúva de Vasco Durães, por quarenta mil libras. O mosteiro de São Bento de Cástris possui um quinhão desta herdade. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Dias, chantre da Sé
Venda de um foro de oitenta reais brancos cada ano, do hospital da cidade de Évora, feita por autorização régia, pelo provedor das capelas, hospitais e orfãos da comarca, a Brites Martins, viúva de João Touregão, por mil e setecentos reais brancos. O foro era sobre duas courelas de vinha em Peramanca, termo da cidade de Évora, que Brites Martins já trazia aforadas "in perpetum". Brites Martins está representada por seu neto, João Touregão, escudeiro da Casa do Rei. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas onde estava Sebastião Vaz, escudeiro da Casa do Rei e juiz e contador dos resíduos, provedor das capelas e hospitais e orfãos da comarca
Lopo Dias, cavaleiro da casa do rei e contador, e Violante Rodrigues, vendem a Isabel Nunes, viúva, criada da rainha D. Leonor, um terço de uma herdade, localizada no termo de Évora, em Machede, que é mista com João Calema, contador da casa da rainha, com herdade do mosteiro de Nossa Senhora do Espinheiro de Évora, com herdade de D. Fernando de Castro, com herdade de João Mendes de Oliveira e com herdade que foi das Calemas de Alcácer do Sal, por cinquenta e cinco mil reais. Redactor: Silvestre Afonso, escudeiro do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Lopo Dias, cavaleiro da casa do rei, contador.
Carta dirigida aos juízes do concelho da vila de Redondo, pela qual se informa que, por decisão de João Cerveira, juiz ordinário de Évora, as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora podem tomar posse de uma herdade, que foi de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. em virtude desta herdade, a que chamam Vale de Capela, se localizar no termo de Redondo, solicita-se aos juízes desta vila que mandem o seu alcaide dar posse da herdade às freiras do referido mosteiro. A decisão do juiz de Évora surge na sequência de um contencioso que as freiras do referido mosteiro mantiveram com os herdeiros de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. No verso do documento denominam a propriedade de Herdade de Alcorvisca. Redactor: João de Elvas, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo e Rui Gonçalves, serra portas, filho de João Gonçalves, serra portas, que trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo da vila, no Sesmo, por um frango. O foreiro pede autorização à igreja para vender o domínio útil da vinha por sete mil reais. Os clérigos autorizaram a transacção, e a vinha foi vendida a Nuno Martins, clérigo da referida igreja. Redactor: Miguel Esteves, clérigo de missa e notário público Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Santos Gonçalves, raçoeiro das igrejas de Santa Maria da Vila ou dos Açougues e de São João
João Fernandes Mandes (?), capelão do rei e vigário pelo cardeal, raçoeiro da igreja de Santa Maria a Nova de Montemor-o-Novo, e em Santa Maria dos Açougues e beneficiado em São Pedro de Elvas, e outros raçoeiros da igreja de Santa Maria a Nova e de Santa Maria dos Açougues e na igreja de Santiago da vila de Montemor concedem licença a Francisco Afonso Grande e a sua mulher, Inês Serpa, para venderem o foro que pagavam sobre um olival no termo de Montemor, a João Pais, escudeiro, fidalgo da Casa Real e morador em Montemor, por doze mil e quinhentos reais brancos. O olival era foreiro, em três vidas, a Santa Maria a Nova e o foro pago era de cem reais e duas galinhas por ano. Redactor: Pedro Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na Igreja de Santa Maria a Nova.
Domingos Eanes Picamilho e sua mulher, Beatriz Eanes, moradores no termo da vila, traziam aforada uma terra, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da dita vila, junto à ribeira de Canha, por vinte reais brancos e duas galinhas, pagos pelo Natal. Após terem recebido autorização dos clérigos para efectuarem a transacção, os foreiro venderam a terra a João Esteves e a Beatriz Fernandes, moradores no termo da mesma vila, por seis mil reais brancos. Redactor: Álvaro Dias, tabelião pelo senhor D. João, marquês de Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casas de Luís Dias, raçoeiro da igreja de Santa Maria do Bispo
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Gomes Eanes Gomilho e sua mulher, Brites Eanes, moradores na vila, que traziam emprazada uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Montemor-o-Novo, na Felgueira, por quinze reais brancos, pagos pelo Natal. Os foreiros alegando serem pessoas de avançada idade, pedem aos clérigos que lhes recebam a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, a referida vinha, a João Afonso, clérigos de missa, morador em Montemor-o-Novo, por vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: João da Costa, amo do senhor Rui de Sousa, tabelião em Montemor-o-Novo pelo senhor marquês condestável Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Cláusula do testamento de Gomes Eanes, neto de Francisco Pires, marido de Maria Palrreira, que fora redigido em 01 de Janeiro de 1374. Nesta cláusula destina bens para se cantarem aniversários na igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, a trinta soldos cada aniversário. O registo desta claúsula foi solicitado a Gil Martins, juiz em lugar de Airas Gomes, juiz pelo rei na vila, por Vasco Gil, morador na vila, marido de Leonor Afonso, prima co-irmã do falecido (a quem competia fazer cumprir o testamento). O testamento é apresentado no acto por João Palrreiro, tabelião em Montemor, curador da viúva. Redactor: João Valadares, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
Francisco Dinis (?), cónego da Sé de Évora, tinha no termo de Montemor-o-Novo, no lugar da Bucha, uma herança, de vinha e olival e chão, que parece que terá vendido a alguém cuja identidade não é perceptível. Presume-se que o valor da transação foram 2.000 reais. No mesmo acto os bens terão sido emprazados a alguém que também não é possível de identificar, por cento e cinquenta reais e duas galinhas, pagos pelo Natal. Talvez a venda não seja feita pelo proprietário, mas pelo foreiro com autorização do cónego que era foreiro de Santa Maria do Bispo. Redactor: João (?) Fernandes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de João Fernandes
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Guiomar Capata, viúva, que trazia aforadas umas casas da referida igreja, localizadas na cidade, na rua das Pobres de Dona Guiomar, por sessenta e três reais brancos, pagos pela Páscoa. A foreira pede autorização aos clérigos para vender o domínio útil do imóvel a João Mendes de Oliveira, fidalgo da Casa do Rei, morador na cidade junto à igreja de Santiago, por dezoito mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Catarina Gonçalves, viúva de João Martins, moradora na cidade, que trazia emprazada, em três vidas, uma casas que foram adega, localizadas na cidade, na rua das Adegas, por cinquenta reais e uma galinha, pagos pela véspera de natal. A foreira pede autorização à igreja para vender o domínio útil do imóvel a Pedro Anes Apariço e a sua mulher, Maria (?) Pires, moradores na cidade, por dois mil e quarenta reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Anes, licenciado, prior da igreja, e seu filho, João Anes, que traziam emprazadas, em três vidas, umas casas de morada da igreja, localizadas na mouraria da cidade, na rua Direita, por cem reais, pagos em dia de Páscoa. Os foreiros pedem autorização para vender o domínio útil do imóvel a Diogo Lopes, sapateiro, castelhano, e a sua mulher Isabel Afonso, moradores na cidade, por quatro mil e quinhentos reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo emprazamento, em três vidas, por duzentos reais brancos e duas galinhas, pagos pela Páscoa. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Diogo Fernandes, pomareiro que foi de João Mendes, e sua mulher, Isabel Rodrigues, moradores na cidade, que traziam aforado uns pardieiros, localizados na cidade, na rua de João Lopes, que foi alcaide, por vinte e dois reais, pagos pela Páscoa. Os foreiros pedem autorização à igreja para vender o imóvel a Álvaro Pires Çondo (?), que presente estava, e a sua mulher, Beatriz Fernandes, moradores na cidade, por mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento por vinte e dois reais e meio, pagos pela Páscoa. Redactor: Duarte Serrão, escudeiro da casa do rei, notário em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Afonso Santos e sua mulher, Isabel Fernandes, moradores na cidade, que traziam emprazadas, em três vidas, umas casas de morada da referida igreja, localizadas na cidade, na rua de Diogo Gonçalves, boieiro, por vinte cinco reais brancos, pagos pelo Natal. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o imóvel a Vasco Gil, dito solteiro, lavrador, e a sua mulher, Margarida Mendes, moradores na cidade, por cinco mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo emprazamento, em três vidas, por vinte cinco reais brancos e uma galinha ou trinta reais por ela. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Rodrigues, morador em Évora, testamenteiro de Airas Afonso, raçoeiro da igreja de Santo Antoninho da mesma cidade. Airas Afonso trazia aforada uma panasqueira, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no Vale do Romão, por quarenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. O referido testamenteiro pretende vender o domínio útil da panasqueira para distribuir o dinheiro, pela alma de Airas Afonso. Após ter recebido autorização do clérigos para efectuar a transacção, o testamenteiro vendeu o domínio útil do bem a Diogo Afonso, escudeiro, por quatrocentos e vinte reais. Redactor: João Dias, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé.
João Fernandes, escudeiro do rei e escrivão dos vinhos de Évora, e Constança Gonçalves, sua mulher traziam aforadas umas casas, localizadas em Évora, na rua do Tinhoso, por setenta e dois reais e duas galinhas, pagos pela Páscoa e pelo Natal. Os referidos foreiros alegando não poderem cumprir as condições imposta no contrato, pedem que o prior lhes receba as casas de encampação. Aceite a encampação, o prior aforou as referidas casas a Diogo Pires e a Isabel Fernandes, sua mulher, pelo foro pago pelos anteriores foreiros. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de João Eanes, licenciado, capelão do rei, prior da igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Afonso, barbeiro, que trazia aforadas umas casas da referida igreja, localizadas em Évora, à Porta Nova, por cinco libras e quarta antigas e um par de galinhas, pagos pelo Natal. O foreiro pede autorização para vender o domínio útil das casas a Rodrigo Alvares, barbeiro, e a sua mulher, por dois mil e novecentos reais brancos. Os clérigos autorizam a venda, estabelecendo-se novo aforamento com a condição dos novos foreiros, dentro de oito anos, fazerem um arco no alpendre da rua, um sobrado e uma câmara, e deverão pagar de foro sete libras e meia antigas e uma galinha, pela Páscoa. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Rodrigues e sua mulher, Inês Vasquez, que traziam aforadas uma casas de morada da referida igreja, localizadas na cidade, à Porta Nova, ao canto da rua que vai para o monturo dos oleiros, por onze libras antigas e duas galinhas, pagas pelo dia de São Martinho. Os foreiros pedem autorização para vender o domínio útil das casas a João da Arruda, pedreiro, e a sua mulher, Catarina Lourenço, por quatro mil e quinhentos reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor Redactor: Rui de Carvalho, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fernão Lourenço, morador na cidade, que trazia aforadas umas casas da igreja, localizadas na cidade, na rua que vai da rua do Raimundo para a horta das Carnes, por vinte soldos antigos, pagos em dia de São Martinho. O foreiro pede autorização à igreja para vender o imóvel a João Alvares Trombeta e a sua mulher, Isabel Dias, por sete mil reais. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento por vinte soldos antigos, pagos em dia de São Martinho. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Venda que fazem Fernando Anes, clérigo de missa e Catarina Banha mulher de Cristovão Anes Colos, seu irmão, morador na cidade, a Estevão Godinho e sua mulher, Isabel Godinho, de uma vinha e uma casa e um chão no termo de Évora, além do mosteiro de São Bento de Cástris, pelo caminho do Ameixial, por mil e duzentos reais brancos. Os bens eram foreiros à igreja de Santiago de Évora em quarenta reais e uma galinha, pagos pelo Natal. Além dos dois primeiros intervenientes no contrato também era foreiro Francisco, filho de João Fernandes Colos, já falecido. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Encampação resultante de uma demanda entre Nicolau Domingues, escrivão dos contos do rei em Lisboa, e sua mulher, Catarina Esteves, moradores (?) em Lisboa como autores e os herdeiros de Rodrigo Anes Fuseiro, que eram João Cotrim e Simão Álvares, como réus, relativa à herança de uma casa, localizada em Évora, à cerca da igreja de Santiago que foram de D. Catarina, avó de Catarina Esteves, mulher de Nicolau Domingues. Os autores ganharam a causa e as casas são-lhes restituídas mediante acordo de algumas contrapartidas. Está também envolvido no caso um Álvaro Gonçalves Brandão. Redactor: João Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Luís Gonçalves, prior de Arraiolos
Escambo realizado entre os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de um lado, João Gonçalves, criado de Álvaro Gonçalves Brandão, morador em Évora, da outra parte. Os primeiros dão ao segundo umas casas na cidade na rua da Selaria. Recebem em troca uma courela de vinha no termo da cidade, no caminho do Álamo. Os raçoeiros emprazam a vinha a João Gonçalves, em três vidas, por quatro libras da moeda antiga, pagas pelo Natal. Redactor: Gonçalo Pires, escrivão por carta do rei dado a Vasco Afonso, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Vasco Vicente, cónego da igreja de Évora e prior da igreja de Santiago
João Lourenço Cebolo apresentou uma carta de seu irmão, Diogo Gomes, pela qual este lhe doou os bens que recebeu por morte de seu pai e sua mãe. Os bens referidos são os seguintes: uma besta, um trado, uma enxó, um compasso, várias ferramentas miúdas e um quinhão de uma vinha e de uma casa. João Lourenço Cebolo e sua mulher, Catarina Lourenço, dizem possuir um quarto das casas, localizadas em Évora, na rua do Gaio, e um quarto que foi de Giogo Gomes. Vedem esses quinhões de da casas a Rodrigo de Airos por mil e setecentos reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rodrigo Airos, clérigo de missa
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fernando Gil Jordão, lavrador, e sua mulher, Constança Pires, moradores em Évora. Estes traziam emprazadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto à albergaria dos ovelheiros, por vinte e um soldos, pagos pelo Natal. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a João Afonso Vinagre, e a sua mulher, Constança Afonso, por novecentos reais brancos, estabelecendo-se, assim, um novo contrato de emprazamento entre os compradores e os clérigos da igreja. Redactor: João de Panoias, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de morada de Vasco Vicente, cónego da Sé
Margarida Domingues renuncia à posse de umas casas de morada, da igreja de São Pedro de Évora, localizadas na mesma cidade, na rua de João da Alegria, que trazia emprazadas, em três vidas. A foreira apresenta como razões para renunciar ao bem o facto de ser velha, pobre, e de não poder pagar o foro. Assim, a foreira pede autorização ao clérigos da igreja para conceder as casas a João Martins, vaqueiro, morador em Évora, com a condição de ela poder continuar a viver nas referidas casas até à sua morte, sem pagar foro algum. Redactor: Álvaro Anes, vassalo do rei, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas do tabelião Álvaro Anes
Encampação que recebem Bartolomeu Domingues, raçoeiro da igreja de Santiago de Évora e procurador de Lopo Dias, prior, e outros raçoeiros, de João Domingues Terrão, hortelão, de uma horta com seus ferragiais que trazia emprazada em dias de sua vida porque estava velho, cansado e pobre e a não podia aproveitar. Emprazam a horta e ferragiais a Lourenço Anes, morador em Évora, à porta do Rossio da cidade, por trinta libras de moeda antiga e quatro galinhas boas pagas às terças do ano: a primeira no dia de São João Baptista, a segunda no dia de Natal e a terceira no dia de Páscoa. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora a Lopo Gonçalves, filho de Gonçalo das Vacas, e a sua mulher, Mor Eanes, moradores em Évora, de uma horta abaixo dos muros e da porta do Moinho de Vento, e de um ferragial junto a ela que parte com o caminho que vai para Santa Maria do Espinheiro, por quarenta e cinco libras de moeda antiga, a setecentas por uma, e quatro galinhas boas. As libras seriam pagas repartidas na Páscoa e no São João Baptista. As galinhas eram pagas no Natal. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Afonso Eanes, prior da igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Martins Borlador e Aldonça Eanes, moradores na cidade, que traziam emprazada, em suas vidas, uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no caminho velho de Montemor-o-Novo, junto ao Chafariz de Mor Mendes, por três libras antigas, pagas pelo São Martinho. Os foreiros, alegando não viverem na cidade, pedem à igreja que lhes receba a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, novamente, em três vidas, o referido bem, a Gil Vasques e a Violante Martins, moradores em Évora, pelo mesmo foro. Redactor: João Dias, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé, junto à porta oposta aos Paços do Concelho
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e João Fernandes, hortelão, e sua mulher Constança Lopes, moradores na cidade, que traziam emprazada à igreja, em três pessoas, uma horta com dois ferragiais, localizados na cidade, ao chafariz da Picota, juntamente com a Porta de Avis – parte com ferragial de Lucrécia Carvalho; com horta do Cabido da Sé; com ferragial das Beguinas – por quatrocentos reais e quatro galinhas, pagos pelo Natal e pelo São João Baptista. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a Maria Fernandes por dez mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo emprazamento, em três vidas, pelo mesmo foro e mais uma galinha. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e João Delgado, almocreve, e sua mulher, Isabel Gonçalves, moradores na cidade, que traziam aforada uma vinha da igreja, localizada no termo da cidade, na Lagardona – confronta com vinha de Pedro Anes, serrador; com vinha da igreja que traz João (?) – por quarenta reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem autorização para venderem o domínio útil do imóvel ao dito Pedro Anes, serrador, por quatrocentos e cinquenta reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor. Redactor: Diogo de Évora, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e Nuno Vaz, e sua mulher, Leonor Afonso, moradores na cidade, que traziam aforada à igreja uma vinha com sua casinha, localizada no termo da cidade, no caminho da Retorta – confronta com o dito caminho; com uma azinhaga do concelho; com vinha de João Fernandes Galego, foreira à igreja; e com terra da mesma igreja – por catorze reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a João Banha, escudeiro do rei, escrivão da Corte, e a Leonor Mendes de Oliveira, sua mulher, por oito mil reais brancos (a vinha por seis mil e a novidade dela por dois mil). Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Requerimento e certidão solicitada pelos clérigos da vila ao escrivão, João da Silva, de umas certidões lançadas no livro de notas a requerimento do juiz a respeito dos emolumentos e embargo da nova igreja da Irmandade de São Pedro.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao Tabelião, João da Silva Araújo da conclusão da obra na basílica de São Pedro devido ao embargo que o Cabido pretende fazer
Contrato antigo efetuado entre a Irmandade de São Pedro e o Reverendo Cabido sobre a instalação da capela dos claustros de São João Batista na Colegiada. Refere que caso saíssem de lá levariam todos os pertences
Notário: Luís Filipe Aviz de Brito 1º Outorgante: António Dias e esposa Maria Barbosa, Maria dias, que também usa o nome de Maria Fernandes Dias e marido João de Oliveira 2º Outorgante: Manuel Esteves Ferreira, casado com Olívia Pereira Ribeiro
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: Rufino da Silva e sua mulher Maria Idelina das Dores Plácido Guimarães 2º Outorgante: João da Costa Martins, casado com Adelaide de Sousa Freitas
Escritura entre João António Vaz Vieira de Melo Alvim Pinto e mulher Maria Júlia de Nápoles Telles de Menezes e a Irmandade de São Pedro para a construção da sacristia da capela de São Pedro.
Carta de Francisco José Teixeira para João Manuel Afonso de Macedo, Capelão -Mor do Convento de Santa Clara, trata de assuntos relacionados com uma escritura de rectifição de um dote.
Petição da Madre Abadessa do Convento de Santa Clara para que lhe seja passada certidão em com João de Faria Andrade, vereador da Vila de Guimarães assinou a procuração para a força que o conselho demanda.
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: Adão Lopes da Cunha e sua mulher Rosa Pedrosa 2º Outorgante: João de Paiva de Faria Leite Brandão, casado com Maria Vera de Castelo Branco Machado de Paiva Brandão
Ratificação e confirmação de Henrique VI, rei de Inglaterra, dos tratados de Paz e de aliança entre el-rei D. João I e os reis de Inglaterra, Ricardo II, Henrique IV e Henrique V (1436/02/18).