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Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que Manuel de Sousa Guerra, Joaquim António da Encarnação e Manuel de Jesus Tavares, na qualidade de cessionários dos herdeiros do major Francisco do Amaral, pedem que a Fazenda Nacional lhes entregue a importância dessa herança, em vista de uma certidão extraída de uns autos judiciais nos quais se habilitaram como herdeiros do autor da herança e em que se encontra transcrito o auto de arrolamento dessa herança, a sentença que julgou a habilitação e reivindicação e o acórdão que confirmou essa sentença e em que também o delegado do procurador régio na 2.ª vara da comarca do Porto pede o pagamento da percentagem que lhe compete por ter promovido os termos do processo desta herança, em tempo julgada vaga para a Fazenda Nacional.
Mendo Afonso e João Afonso, como procuradores de Diogo Goios, casado com Maria Brandoa, vendem a Filipa Falcoa, viúva de João Marinho, uma herdade de um arado de bois, que foi de Luís Brandão, localizada no termo de Évora, à Fonte da Espadaneira, no caminho de Alvito, que parte com herdade que foi de João Salvado; com herdade dos filhos de João Fernandes de Arca; com herdade de João Soares; com herdade de João Vicente, alfaiate; com herdade de Aires Pires; com herdade de Diogo Lopes, morador em Viana; com courela do convento de São Francisco de Évora, por cinquenta e oito mil reais brancos. Testemunhas: Fernando Eanes Leitão, ferrador; Lopo Vaz, amo de Beatriz Bota. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Carta de ordenação, estatuto e decreto do Papa Sixto IV dirigida aos eremitães de Montemuro e da serra de Ossa relativa aos dízimos e a privilégios das casas, ordenando aos juizes das terras que lhes guardassem os privilégios. O Papa ordena que qualquer ermida ou casa dos ditos pobres não se possa conceder a nenhuma outra religião como de São Francisco ou de Santo Agostinho, nem a nenhuma casa de cavalaria, como a de Santiago, de Avis ou de São João de Jerusalém. Manda também que os eremitães sejam obrigados ao voto de castidade. Refere-se que o que é ordenado se destina às casas das dioceses de Évora, de Ceuta, de Lisboa e de Silves. Localidade de redacção: Roma Localização específica da redacção: Em São Pedro
Traslado de escritura de quitação e distrate de capital de cem mil réis, e venda e compra da quinta nova do Canavial situada na guarda do mesmo nome, freguesia da Sé, coutos de Évora, que constituem dois prazos foreiros, que celebram como vendedores Joaquim José Pipa e sua mulher Maria Tomásia, com intervenção de sua credora Henriqueta Paula, e como comprador Pedro José Baptista, pela quantia de duzentos mil réis. Foi feito o dito treslado a 4 de Outubro de 1873. Está assinado pelo tabelião Francisco Joaquim Rodrigues e Silva. São senhorios directos desta quinta o convento de São José e o do Paraíso. Esta quinta pertencia à capela do cónego António Rosado Bravo.
Traslado de uma cláusula do testamento de Brites Pires, moradora em Évora, em que deixa um quinhão na herdade da Pontega em usufruto a seu irmão João Pires e a uma irmã freira no convento de Santa Clara de Évora. Por morte de ambos ficará para o convento com obrigação de lhe dizerem três missas cantadas nos dias de Assunção de Nossa Senhora, Reis e Conceição. Destina também o usufruto da quinta da Silveira ao irmão e, por sua morte, ficará para o convento de São Francisco de Évora. O traslado é solicitado por Gil Pereira, cavaleiro, morador em Évora e procurador e mordomo do convento de Santa Clara de Évora, ao Dr. André Serrão, juiz pelo rei em Évora. O testamento fora feito a 10 de Julho de 1510. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do Dr. André Serrão, juiz pelo rei
Traslado em pública forma do testamento de Brites Pires, mulher de Álvaro Lopes. O traslado é solicitado ao licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora, por Gil Pereira, mordomo e procurador do convento de Santa Clara de Évora. O testamento estava em poder de Jorge Vaz, mordomo e procurador do convento de São Francisco de Évora. Traslada-se também uma petição da abadessa do convento onde solicita a João Figueira, provedor das capelas e hospitais e gafarias da comarca de Entre Tejo e Guadiana traslado do testamento. A defunta tinha pedido que neste convento se dissessem certas missas em cada ano e por isso as freiras precisavam de conhecer o conteúdo do documento para dar cumprimento à vontade de Brites Pires. Redactor: Luís de Almada, tabelião do judicial em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas varandas dos Estaus onde agora pousa o licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora
Escambo realizado entre o convento de Santa Clara de Évora e Vasco Anes Corte Real, do conselho do rei, provedor, e sua mulher, D. Joana da Silva. O primeiro dá ao segundo uns quinhões na herdade de Val de Palma, que herdara de D. Margarida de Sousa e de Mariana de Melo, filhas de João de Melo, que os tinham de suas legítimas e que foram ambas abadessas no convento. Recebem em troca quantia idêntica na herdade da Abóbada, situada no termo de Évora. As freiras são representadas no acto por Pedro Dias, escudeiro, morador em Évora, procurador e mordomo do convento que apresenta procuração, feita em Évora pelo tabelião Diogo Gonçalves, e um instrumento de licença de D. Francisco, bispo de Fez, para que a transacção se efectue. Redactor: Bartolomeu Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Almeirim Localização específica da redacção: Nas pousadas do senhor Vasco Anes Corte Real
João Fernandes Mandes (?), capelão do rei e vigário pelo cardeal, raçoeiro da igreja de Santa Maria a Nova de Montemor-o-Novo, e em Santa Maria dos Açougues e beneficiado em São Pedro de Elvas, e outros raçoeiros da igreja de Santa Maria a Nova e de Santa Maria dos Açougues e na igreja de Santiago da vila de Montemor concedem licença a Francisco Afonso Grande e a sua mulher, Inês Serpa, para venderem o foro que pagavam sobre um olival no termo de Montemor, a João Pais, escudeiro, fidalgo da Casa Real e morador em Montemor, por doze mil e quinhentos reais brancos. O olival era foreiro, em três vidas, a Santa Maria a Nova e o foro pago era de cem reais e duas galinhas por ano. Redactor: Pedro Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na Igreja de Santa Maria a Nova.
Francisco Dinis (?), cónego da Sé de Évora, tinha no termo de Montemor-o-Novo, no lugar da Bucha, uma herança, de vinha e olival e chão, que parece que terá vendido a alguém cuja identidade não é perceptível. Presume-se que o valor da transação foram 2.000 reais. No mesmo acto os bens terão sido emprazados a alguém que também não é possível de identificar, por cento e cinquenta reais e duas galinhas, pagos pelo Natal. Talvez a venda não seja feita pelo proprietário, mas pelo foreiro com autorização do cónego que era foreiro de Santa Maria do Bispo. Redactor: João (?) Fernandes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de João Fernandes
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Luís Nogueira, escudeiro do infante D. Fernando, e Filipa Falcoa, sua mulher, que traziam emprazadas, em três vidas, umas casas, localizadas em Évora, junto das estalagens, na rua que vai para São Francisco, por cinco libras antigas e duas galinhas. Estes foreiros pede autorização à igreja para vender o domínio útil do referido bem a Álvaro Gonçalves, por cento e cinquenta reais brancos. Os clérigos da igreja de Santiago não autorizam a venda, referindo que eles próprios querem adquirir o bem pelo dito preço, ficando, assim, sem efeito a venda a Álvaro Gonçalves. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de São Pedro de Évora e Francisco Dias, baleiro, e sua mulher, Inês Fernandes, moradores na cidade, que traziam aforada uma vinha da igreja, localizada no termo da cidade, na [ilegível] – confronta com vinha de Pedro Anes, serrador; e com vinha da igreja que traz Afonso Pires – por vinte e oito reais brancos, pagos pelo São Martinho. Os foreiros pedem autorização para venderem o domínio útil do imóvel a Pedro Anes, serrador, e a sua mulher, por novecentos reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção estabelecendo-se novo aforamento pelo mesmo valor. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Documentos em que constam certidões de missas de diferentes instituidores, nomeadamente: "quatro tenções de missas de Natal por tenção de António Rodrigues de Matos, seus pais e irmãos" (1755 a 1768); "Certidões de capela de Francisca da Conceição e seu cônjuge, Fernando da Cunha" (1756); "Certidões de capela de José de Morais e Silva" (1756 a 1767); documento "em que se passam as certidões das missas das duas capelas de Marcos de Araújo Lima, irmão da irmandade e de sua primeira mulher, Teresa de Jesus" (1756 a 1768); "Certidões da capela de João Gonçalves em Vila Real" (1757 a 1758); "Certidões das seguintes capelas: Maria da Costa, Isabel Francisco, Jacinto do Couto, Estevão Rodrigues, Isabel Gonçalves, Catarina Rodrigues, Domingos Martins e Ana Costa, João Ribeiro Valença" (1757 a 1769); "Livro de certidões das missas das duas capelas do irmão Francisco Carlos, ditas na Igreja de São Nicolau" (1757 a 1769); "Certidões das capelas dos padres António Alves e seu irmão Feliciano Alves" (1757 a 1769); "Livro em que se lançam as certidões das missas da capela de Agostinha de Almeida" (1758 e 1769); "Certidões de missas de diversos paroquianos" (1756 a 1796); "Certidões das missas que instituíram Catarina Rodrigues de Figueiroa e Catarina Rodrigues" (1759 a 1760); "Certidões da capela do padre Luís Martins" (1759 a 1769); "Capela de missa quotidiana instituída pelo irmão Hilário Teixeira" (1759 a 1769); "Certidões das capelas do padre Manuel Vaz Vilas Boas e sua irmã Maria Isabel de Jesus" (1760 a 1769); "Cópia dos embargos que opuseram à redução de encargos de capelas, das que a irmandade possuía"(séc. XIX).
Livro constituído por descrições detalhadas dos legados instituídos na Irmandade por João Tinoco Vieira (Irmão e Ex-Presidente); por Manuel Rodrigues Leão (Irmão Secular); por Pedro Gomes de Matos (Irmão Secular); por Manuel Gomes da Cruz (Irmão Secular); por António Rodrigues Souto (Irmão Secular); por Francisco João Martins (Irmão Secular); por Inácio Ribeiro Machado (Irmão Secular); pelo Reverendo Doutor José da Glória Camelo e Abreu (Irmão, Ex-Presidente e Abade de São Martinho de Cavalões) e por Tomásia Rosa de São José Camelo (irmã do anterior); pelo Reverendo Doutor José Barbosa de Albuquerque (Irmão, Ex-Presidente e Abade de Santa Maria de Oliveira); pelo Reverendo Domingos Gomes Vale (Irmão) e por Sebastião Vieira de Matos (Irmão); pelo Reverendo João dos Santos Álvares (Irmão); pelo Reverendo Bento dos Reis Bernardes (Irmão, Ex-Presidente e Abade Reservatário das Igrejas de São Roque de Vila Chã e de São Nicolau do Porto); pelo Reverendo Pedro Soares de Vasconcelos (Irmão e Ex-Presidente); por Dionísio Verney (Irmão); por dois Irmãos Sacerdotes; por João de Matos Coelho (Irmão e Ex-Tesoureiro); pelo Reverendo Doutor Simão da Costa Silva (Irmão e Ex-Deputado); por Francisco Martins Moreira; por António Duarte Simões (Irmão e Ex-Deputado); por Manuel Joaquim Simões (Irmão e Ex-Deputado); pelo Abade Manuel Joaquim Monteiro de Almeida (Irmão e Ex-Presidente); por Ana Bernardina de Santo Tomás Simões, por Engrácia Roberta Simões e por Francisca Rita Simões (Legado da Missa Primeira e reforços ao Legado de Lava-Pés); pelo Reverendo Manuel Vieira Peixoto (Irmão); pelo Reverendo António da Silva Rocha (Irmão); por António da Costa Paiva, Barão de Castelo de Paiva (Irmão Secular); por Maria Emília de Jesus Magalhães Cabral e por António José da Cruz Magalhães. Os assentos contêm, entre outras informações, os encargos, os fundos constituídos para suprir gastos, os bens deixados à Irmandade e as demandas com os herdeiros. Nesta unidade de informação registaram ainda os legados em vigor em 1855. Esta fonte contém termo de abertura (fólio inicial).
Testamento de Inês Fernandes Gramaxa, mulher de Vasco Arnalho. Cláusulas testamentárias: Deixa a herdade do Enxarrama a sua sobrinha Genebra, filha de Álvaro Fragoso e de Isabel Madeira e, caso faleça sem filhos, a referida herdade deve ser entregue a Beatriz, irmã de Genebra, e a seus herdeiros. Devem mandar celebrar uma missa oficiada, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Só entrarão em posse da herdade, nove anos após a morte da testadora. Durante esse tempo os frutos devam ser entregues a Vasco Arnalho. Deixa as suas casas de morada a seu sobrinho João Rodrigues do Pao e a seus herdeiros. Só deverá tomar posse da casa depois da morte do marido da testadora. Deve mandar celebrar uma missa, no dia de Santo André, em São Francisco de Évora, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Deixa o foro da horta do Pombal a Margarida Fernandes, sua colaça, e aos filhos dela, Pedro e Manuel. Só deverá tomar posse do bem após a morte de Vasco Arnalho, marido da testadora. Devem manda celebrar uma missa, em dia de São Martinho, em São Francisco de Évora. Deixa o foro do ferragial do Xarrama ao convento de Santa Clara de Évora, devendo ser celebrado um aniversário, no referido convento, pelo São Martinho. Deixa o foro do ferragial da Torregela ao mosteiro de São Bento de Cástris, devendo ser celebrado um aniversário. Concede alforria a sua escrava Isabel cinco anos após a sua morte. Concede alforria a Bento, João, Inês e a Agostinho, seus escravos, com a condição que após a morte da testadora sirvam a seu marido durante vinte anos. Deixa alguns bens móveis a Graça Dias, sua comadre, e a Catarina Pires. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da testadora
Aforamento colectivo de várias parcelas de terras, localizadas no caminho de Montemor-o-Novo, da igreja de Santiago de Évora, que pertenceram ao herdamento de Mor Mendes que foi deixado a esta igreja para a instituição de uma capela: Descrição dos vários contratos referentes às parcelas de terra, com a localização já referida: - Aforamento de uma vinharia a Martim Pires, alfaiate, por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas courelas a Martim Pires Lagar, por cinquenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a João Nicolas, por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas vinharias a Martim Migueis, por cinquenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Domingos Viegas, por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas vinharias a Martim Pascoal, por cinquenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Estêvão Bucho, por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Domingos Joanes, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Afonso Anes, alfaiate, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Fernando Anes, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Estêvão Lourenço, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas vinharias a João Eanes, almocreve, por quarenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas vinharias a Pedro Pires, por quarenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Francisco Anes, por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de duas vinharias a João Migueis, por cinquenta soldos, pagos pelo São Martinho; - Aforamento de uma vinharia a Estêvão Esteves, por vinte soldos, pagos pelo São Martinho; Redactor: Francisco Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Postal com imagem uma imagem de São Francisco, na Califórnia, a partir do cimo do edifício Call (Call Building), onde se vê a Rua Kearney (Kearney Street) e o monte do Telégrafo (Telegraph Hill), enviado no decurso da viagem de circum-navegação do cruzador “S. Gabriel”, pelo Oficial Arthur Caetano Dias a D. Emília Narciso Costa. Com a inscrição impressa “Panorama from top of Call Building, showing Kearney Street and Telegraph Hill, San Francisco, California. Photo only Copyrighted 1909 by Chas Wedner” e manuscrito “Maio 1910” (aparentemente escrito por outra pessoa que não Arthur Caetano Dias). No verso, consta manuscrito: “S. Francisco California, 23-4-910. Adeus recordação e saudade eterna teu Arthur.” e impresso “Newman Postcard Company, Los Angeles. Made in Germany. No. V. 197”. Dirigido a: “Mademoisele Emília Costa, R. Campo d’Ourique n.º15, Lisboa Portugal".
O Conde da Redinha, José Francisco Xavier Maria de Carvalho e Melo e Daun, solicita a S. A. R. que o habilite como imediato sucessor de seu irmão o [2.º] marquês de Pombal, Henrique José de Carvalho e Melo, confirmando todas as Graças, Mercês e Doações que de Juro e herdade foram concedidas ao [1.º] marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo. Assina o [2.º] conde da Redinha, Sebastião José de Carvalho Melo e Daun, como procurador do requerente. Certidão da Sentença do Juízo das Justificações da Fazenda Real, em que Francisco de Castro Guimarães, Escrivão Proprietário do mesmo, confirma José Francisco Xavier Maria Carvalho e Melo Daun, como legítimo sucessor do seu falecido irmão o [2.º] marquês de Pombal. Datada de Lisboa, 1813. 03. 30.