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Branca Eva de Gonta Syder Ribeiro Colaço nasceu em Lisboa a 8 de julho de 1880, filha do político e poeta Tomás Ribeiro e da poetisa inglesa Ann Charlotte Syder, foi uma escritora e recitalista portuguesa, erudita e poliglota, que ficou sobretudo conhecida como poetisa, dramaturga e conferencista. Casou com Jorge Rey Colaço, ceramista de renome, tendo publicado a sua obra sob o nome de Branca de Gonta Colaço. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Branca_de_Gonta_Cola%C3%A7o
João da Silva Correia foi professor catedrático da Faculdade de Letras e vice-reitor da Universidade de Lisboa. Desempenhou também, entre outros cargos de vogal do Conselho Superior de Instrução Pública e de chefe gabinete do Ministro da Instrução, Dr. Alfredo Magalhães. Foi Bibliotecário da Biblioteca Nacional e sócio correspondente da Academia das Ciências. In: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, pp. 373-374
Alberto Mário de Sousa Costa foi secretário da Tutoria Central da Infância de Lisboa (por ele criada no Ministério da Justiça em 1911) e, depois, do Tribunal do Comércio. Publicou vasta obra literária como contista, romancista, cronista e dramaturgo e deixou colaboração em revistas como "Serões", "Ilustração Portuguesa" e "Atlântida". In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 648
Luís de Castro e Almeida Norton de Matos foi um diplomata e historiador. Nasceu na Vila de Dona Maria Pia, em Santo Antão de Cabo Verde, a 24 de Janeiro de 1903, e faleceu em Lisboa, a 6 de Janeiro de 1968. Era filho do Dr. Arnaldo Mendes Norton de Matos e sobrinho do General José Norton de Matos. In: https://www.pontedelimacultural.pt/as-pessoas-subpag.asp?t=paginas&pid=1532
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 4.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de1566, pertencente a Salvador Faria. Segue-se-lhe na função Cristóvão Azevedo do Vale. No ano de 1876 surgem as primeiras referências a um 4.º Ofício, no qual exercia funções, como tabelião interino, Joaquim José Saraiva Guimarães. O último notário deste cartório, situado, à época, no Largo dos Trigais, foi Joaquim Penafort Lisboa.
Ester Leão nasceu em Lisboa, em 1892 e faleceu no Rio de Janeiro, em 1971, foi atriz, diretora, professora de técnica vocal e encenadora. Estudou teatro em Paris, mas fixou-se no Brasil onde dirigiu “Teatro do Estudante”, orientou os alunos nas técnicas de interpretação, dirigiu também vários espetáculos noutras companhias, marcando presença no teatro brasileiro dos anos 40 e 50. In: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa349645/esther-leao https://www.museudatv.com.br/biografia/esther-leao/
José Pedro Machado (Faro, 8 de novembro de 1914 — Lisboa, 26 de julho de 2005) foi um professor, filólogo, linguista, historiador, dicionarista, camonista, bibliógrafo e arabista português. Formado em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa (1939), onde foi discípulo do arabista David Lopes, é também formado em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Coimbra (1948). Assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1942-1943), funções que a seu pedido deixou de exercer, foi professor do ensino técnico a partir de 1949 e, desde antes mesmo de formado, membro da Comissão de Redacção do Vocabulário e do Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa (1938-1940). A sua carreira de arabista inicia-se em 1939, com a publicação de Alguns Vocábulos de Origem Arábica, e reafirma-se logo no ano seguinte com a tese de licenciatura, Comentários a Alguns Arabismos do “Dicionário” de Nascentes. Como filólogo, o seu primeiro trabalho, Curiosidades Filológicas, data de 1940, seguindo-se-lhe, em 1942, O Português do Brasil. Historiador, bibliógrafo, publica os seus primeiros trabalhos nessas áreas respectivamente em 1940 e 1941. Como dicionarista, revelar-se-ia um dos maiores da língua portuguesa, logo quando subscreveu a 10ª edição, em 12 vols., 1948-1959, do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, de António Morais Silva. Nesta obra, de que António Pedro seria a um tempo editor e mecenas, José Pedro Machado teve a colaboração de Augusto Moreno e Cardoso Júnior, mas é ao seu paciente labor que se deve um tal monumento ainda hoje inultrapassado. José Pedro Machado editou o Cancioneiro de Évora (1951) e, de colaboração com sua esposa, Elsa Paxeco, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, em 8 vols. (1949-1964). Publicou ainda a Bibliografia de David Lopes (1967) e, em 3 vols., os Dispersos de D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1969-1972). A sua bibliografia ultrapassa a centena de títulos, não contando com as mais de seis centenas de crónicas em jornais, revistas e boletins diversos. https://www.cnc.pt
José Vitorino de Pina Martins, foi um filólogo e investigador português, estudioso da cultura portuguesa e europeia do Renascimento, autor de mais de duas centenas de estudos históricos e bibliográficos em português, francês, italiano e inglês, publicados desde 1960. Cultivou também a ficção e o memorialismo. Nasceu em Penalva de Alva, a 18 de janeiro de 1920, faleceu em Lisboa, a 28 de abril de 2010. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pina_Martins
A Livraria Barateira foi fundada por Salvador Santos Romana, em 1914, na Rua do Duque, em Lisboa. Em 1930, mudou-se para a rua Nova Trindade Coelho para um prédio datado de 1835. Ocupava duas salas - espaço que outrora funcionou como cavalariça do antigo Convento da Trindade. Uma pedra gravada na base de coluna aflora numa das paredes a atestar a antiguidade do local. Encerrou portas em 2012. In: https://lisboadeantigamente.blogspot.com/2019/10/livraria-barateira.html
Maria Amália Ana Júlia Cardoso de Macedo Menezes, filha de Luís Cardoso de Macedo Martins de Menezes, Senhor da Casa do Carmo, e de Júlia Leonor Pinheiro Lobo Machado (Pindela), nasceu na Casa do Carmo a 16 de março de 1925. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 108.
Arminda Adelaide Baptista Sampaio, filha de João Gonçalves Sampaio e de Virgínia da Madre de Deus da Silva Ribeiro, Senhora da Quinta do Paço, nasceu em São Sabastião, em Guimarães, a 20 de agosto de 1878 e faleceu na Casa de Caneiros, em Fermentões, a 16 de junho de 1961. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 211
António Rebelo de Matos e Rocha, filho de João Rebelo da Rocha e de Maria de Matos de Carvalho, Bacharel em Cânones e promotor eclesiástico. Tio-avô paterno da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes. Faleceu em 1810. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Família oriunda da freguesia de São Lourenço de Sande no concelho de Guimarães, cuja a origem remonta a Sebastião Gonçalves, senhor do casal do Assento em São Lourenço de Sande, em Guimarães, e de sua mulher Jerónima Antónia que viveram no século XVII. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 2017
Sebastião Abel Pestana, nasceu na freguesia de Câmara de Lobos, Ilha da Madeira, em 12 de fevereiro de 1908 e faleceu a 12 de outubro de 1993. Era filho de António Pestana e de Carolina Angélica de Faria. Estudou na Escola Oficial da Vila de Câmara de Lobos e no Liceu do Funchal. Licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professor do Ensino Secundário em vários Colégios e no Liceu de Camões, em Lisboa. Colaborou na “Revista de Cultura”, do Rio de Janeiro, na revista “Portucale”, do Porto, na “Revista de Portugal”, série A, Língua Portuguesa, na revista “Ocidente” e em “A Bem Da Língua Portuguesa”, boletim mensal da Sociedade de Língua Portuguesa, todas publicações de Lisboa, e foi codirector da revista “Portucale”, do Porto. Em março de 1961, foi equiparado a Bolseiro, pelo Instituto de Alta Cultura, de Lisboa, para, a convite da Universidade de La Laguna (de Tenerife), proferir algumas conferências sobre Literatura Portuguesa na Facultad de Filosofia y Letras: “La niñez como tema de Poesia”; “Los aspectos sociales del Teatro de Gil Vicente”; “Florbela Espanca y su drama”. De 1961/62 até 1964/65, foi Leitor de Português e Professor Encargado de Curso de Lengua Portuguesa, Historia de la Lengua Portuguesa e Historia de la Literatura Portuguesa, na Facultad de Filosofia y Letras, da Universidad de La Laguna. Era membro do Instituto de Estudios Canarios. Foi assistente dos Estudos Gerais Universitários de Angola e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi ainda assistente da Universidade de Luanda (Sá da Bandeira), onde permaneceu até ao ano letivo de 1974/75. Era Membro da Academia Portuguesa de História. Foi autor de várias publicações. In: http://www.concelhodecamaradelobos.com/dicionario/pestana_sebastiao.html
Francisco de Barcelos Rolão Preto nasceu no Gavião a 12 de Fevereiro de 1893 e faleceu em Lisboa, 18 de Dezembro de 1977. Era filho de António Adolfo Sanches Rolão Preto e de sua mulher Maria Rita Gaspar de Barcelos. Francisco de Barcelos Rolão Preto foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano e líder dos Nacional-Sindicalistas. Estaria mais tarde ligado à Oposição Democrática ao Estado Novo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Rol%C3%A3o_Preto
Manuel Zuzarte de Mascarenhas de Novais e Ataíde nasceu em Lisboa a 05 de maio de 1903 e faleceu na mesma cidade a 02 de novembro de 1994. Era filho de Francisco de Novaes da Cunha e Brito Sotto Mayor e Athayde e Ana Isabel de Novaes da Cunha e Brito Sotto Mayor e Athayde Casou com Beatriz Elvira de Melo Lobo da Silveira. In: https://www.geni.com/people/Manuel-Zuzarte-de-Mascarenhas-de-Novais-e-Ata%C3%ADde/6000000023938441913
O Banco de Portugal foi criado por decreto régio em 19 de novembro de 1846, com a função de banco comercial e de banco emissor. Surgiu da fusão do Banco de Lisboa, um banco comercial e emissor, e da Companhia Confiança Nacional, uma sociedade de investimento especializada no financiamento da dívida pública. Foi fundado com o estatuto de sociedade anónima e, até à sua nacionalização, em 1974, era maioritariamente privado. https://www.bportugal.pt/page/historia?mlid=818
Nasceu em Lisboa, numa família de juristas, filho do notável jurisconsulto e dirigente do Partido Legitimista Dr. Carlos Zeferino Pinto Coelho. Formou-se como licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1876, com apenas 20 anos, e nesse ano foi eleito sócio, a 13 de Dezembro, da Associação dos Advogados de Lisboa. Em 1893, quando João Franco foi ministro, substituiu-o no lugar de auditor do Contencioso Fiscal de 2ª instância e elaborou o "Manual do Processo do Contencioso Fiscal". Em 1895 participou no Congresso Católico Internacional, em Lisboa, por ocasião do 7.º Centenário de Santo António. Foi advogado da Companhia das Águas de Lisboa, durante 50 anos, onde chegou a presidente da Assembleia Geral. Seguindo mais uma vez os passos de seu pai, foi membro da direção do Partido Legitimista e fez parte da Lugar-Tenência de D. Miguel II. Foi preso a 9 de Outubro de 1910, na Revolução de 14 de Maio e levado para o Quartel dos Marinheiros, em Alcântara Em 1918 foi eleito senador pelo Algarve e foi vice-presidente do Senado durante o governo de Sidónio Pais. Após o seu assassinato, no ano seguinte, em 1919 participa na revolução da Monarquia do Norte. Como sofreu a derrota foi preso e levado para o Porto. A 21 de Dezembro de 1935, sem qualquer oposição, foi eleito 4.º Bastonário da Ordem dos Advogados Portugueses, da qual era presidente do Conselho Superior desde 1930, tomando posse em 1936. Resignou ao seu cargo, a 17 de Maio de 1937, por motivos de saúde, quando tinha 81 anos. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Pinto_Coelho
Nasceu em Talhinhas, concelho de Macedo de Cavaleiros no dia 26 de Junho de 1893. Era filha de António Augusto, de Talhinhas, e de Perpétua da Assunção, de Izeda. Os seus pais e avós eram jeireiros. O apelido herdou-o de seu avô materno, Vicente Ferreira. Aos dez anos foi para um colégio em Lisboa e depois, aos quinze, para outro no Porto. Com dezasseis anos fez exame de admissão em Bragança para a Escola Normal de habilitação ao Magistério Primário, tornando-se professora em 1912 com dezoito valores! Em 1927 foi frequentar a Universidade de Lisboa, mantendo-se a trabalhar, regendo uma escola primária. No fim da década de vinte fez um curso de Literatura Italiana e publicou os seus primeiros trabalhos de investigação: A guerra da sucessão no distrito de Bragança. Em Agosto de 1930 obteve uma bolsa de estudo concedida por Itália (a única nesse ano), que lhe permitiu frequentar a Universidade de Perugia. Simultaneamente foi agente do governo português para o qual fez um relatório sobre o estudo e o ensino primário em Itália. Frequentou a Sorbonne de Paris em Literatura. Prestou provas perante a Universidade de Lisboa «a primeira senhora portuguesa que tentava obter as insígnias doutorais», como então proferiu o presidente do júri, de 13 a 16 de Janeiro de 1937. Foi brilhante, verdadeiramente brilhante, e os jornais, que noticiavam diariamente as sucessivas sessões do ato académico, iam tecendo um relato elogioso. Contudo, os examinadores reprovaram-na. Depois deste grave percalço foi diretora e proprietária do Colégio D. Teresa Afonso, em Algés, a partir de 1941. Dava também aulas em casa, tendo sido explicadora de uma das pupilas de Salazar (e este, como reconhecimento, ofereceu-lhe uma coleção das Obras Completas do Padre António Vieira). Morreu em Lisboa a 8 de Março de 1978. In: https://adriveinmycountry.blogspot.com/2010/08/candida-florinda-ferreira.html
Documentação criada em reunião da Comissão.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Fernando de Magalhães e Avelar, dirigido ao Ministro da Justiça.
“João de Melo Facão Trigoso nasceu em Lisboa, a 4 de Março de 1879, sendo filho de Leonardo de Melo Falcão Trigoso e Maria Carlota de Lemos Seixas Castelo Branco. Neto do poeta João de Lemos, foi este quem lhe ofereceu a sua primeira paleta, da qual se serviria para iniciar todos os seus trabalhos. Depois de completar o Liceu, matriculou-se, em 1901, no curso de pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa, tendo sido discípulo de Simões de Almeida, Veloso Salgado, e Carlos Reis. Depois de concluir o curso foi diretor da Escola Técnica Vitorino Damásio, em Lagos, e, posteriormente, da Escolas Fonseca Benevides e da de Arte Aplicada António Arroio, em Lisboa. Em 1908, casou, em Lagos, com Maria da Piedade Mascarenhas Corte-Real. Da sua passagem pelo Algarve ficaram uma série de paisagens desta região, que ele batizou como Costa de Oiro. Foi adepto da corrente do "Ar-Livrismo", tendo sido membro do Grupo Ar Livre e do Grupo Silva Porto, chefiados por Carlos Reis. Realizou várias exposições individuais, e apresentou as suas obras em diversas exposições da Sociedade Nacional de Belas Artes, onde foi galardoado, em 1948, uma medalha de honra. Recebeu, igualmente, o 1.º Prémio Silva Porto, em 1954, uma medalha de ouro na Exposição do Panamá-Pacífico, em São Francisco, nos Estados Unidos da América, e, em 1900, o Prémio Anunciação. Faleceu em 23 de Dezembro de 1956.” In: http://aarteemportugal.blogspot.com/2018/03/joao-de-melo-falcao-trigoso-1879-1956.html
José Francisco Trindade Coelho (Mogadouro, Mogadouro, 18 de junho de 1861 — Lisboa, 9 de Junho de 1908) foi um escritor, magistrado e político português. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, exerceu as funções de Delegado do Ministério Público na Comarca do Sabugal e, depois, na de Lisboa. Escritor de grande mérito, deixou publicadas obras de Direito, Política, contos, memórias, manuais de ensino, etc. Republicano, teve papel de relevo na obra de demolição da Monarquia.[1] Foi iniciado na Maçonaria em data desconhecida de 1906, por comunicação, e filiado na Loja Solidariedade, de Lisboa, afeta ao Grande Oriente Lusitano Unido, com o nome simbólico de "Renovador". A sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes e Alto Douro, num ambiente normal que ele fielmente retrata, embora sem intuitos moralizantes. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de alguns dos seus personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português. Dedicou-se a uma intensa atividade pedagógica, na senda de João de Deus, tentando elucidar o cidadão português para a democracia. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revista "A Leitura"(1894-1896) e no semanário "Branco e Negro" (1896-1898). Tem uma biblioteca com o seu nome em Mogadouro. Foi pai de Henrique Trindade Coelho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Francisco_Trindade_Coelho
Francisco de Paula Peixoto da Silva Bourbon (1908-1992), engenheiro agrónomo, nasceu no seio de uma família da nobreza do Minho, sediada desde o século XIX na Casa de Melhorado, perto de Celorico de Basto. Concluiu os seus estudos em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia, tendo-se notabilizado principalmente na vida profissional como técnico de olivicultura. Peixoto Bourbon foi para Lisboa e começou a frequentar o curso de Agronomia em 1927. No segundo ou terceiro ano do curso, por volta de 1929-30, com cerca de 22 anos, conseguiu ser admitido como membro benjamim da tertúlia do Café Montanha, na Baixa de Lisboa. Ali costumavam parar Fernando Pessoa e vários dos seus amigos ou confrades das lides literárias e artísticas, além de comerciantes da zona, médicos, advogados e proprietários agrícolas alentejanos. Situado na esquina da Rua da Assunção com a Rua dos Sapateiros, o Café Montanha era poiso habitual de Pessoa desde pelo menos 1914. Foi num encontro nesse café que, em Fevereiro de 1915, Pessoa, Luís de Montalvor e Mário de Sá Carneiro decidiram lançar a revista Orpheu. Foi também lá que, quinze anos mais tarde, Pessoa se encontrou pela primeira vez com João Gaspar Simões e José Régio. […]” In: https://www.bertrand.pt/livro/evocando-fernando-pessoa-francisco-peixoto-bourbon/19041344
Rui Dique Travassos Valdez foi um médico militar, publicista e genealogista português, nasceu em Lisboa, Santa Isabel, a 8 de dezembro de 1892, faleceu em Cascais, a 18 de dezembro de 1973. Fez o curso do Liceu na Escola Académica, em Lisboa, e cursou a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, tendo concluído o curso de Licenciatura em Medicina em 1915 e defendido Tese em 1916, com um estudo intitulado “A Figura do Padre José Agostinho de Macedo perante a Medicina”. Entretanto, fez parte do Corpo Expedicionário Português e serviu como Médico Militar em França, na Guerra de 1914-1918, atingindo o posto de Capitão-Médico Miliciano, tendo sido condecorado com as Medalhas da Campanha de França e da Vitória (Interaliada). Foi 2º Assistente Provisório de Psiquiatria durante cinco anos do Prof. Doutor Júlio de Matos, sob cuja Direção, bem como do Prof. Doutor Sobral Cid, trabalhou no Manicómio Bombarda. Fixou-se em Cascais em 1918, onde, desde então, exerceu clínica, sendo Médico do Hospital da Santa Casa da Misericórdia daquela vila desde 1931. In: https://pt.linkfang.org/wiki/Rui_Dique_Travassos_Valdez
Félix Martins da Costa, filho de Luís Martins da Costa e de Joana Maria de Araújo, Senhores da Casa de Minotes, à semelhança de outros seus familiares, emigrou ainda muito novo para o Brasil onde tinha parentes influentes e ricos que o protegeram, abrindo-lhe portas para angariar meios de fortuna. Mais tarde regressou a Lisboa para se dedicar aos negócios mercantis com o Brasil. Com uma frota de navios próprios, tornou-se um destacado negociante no comércio por grosso (de açúcar, algodão, arroz, azeite, couros secos, tabaco, etc.), preferencialmente com as ilhas e a colónia do Brasil. Foi deputado da Comissão sobre as Obras Públicas, Inspector dos cofres e entregas de dinheiros vindos do Brasil. Viveu no Palácio da Francelha e esteve na Índia. Casou com Maria do Carmo Campelo da Costa, filha de Manuel da Costa Campelo e de Teodora Margarida Rosa da Silva. Faleceu em Lisboa a 6 de setembro de 1827. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007 In: https://heraldicagenealogia.blogspot.com/2014/10/
Filho do Dr. Joaquim Rodrigues Simões de Carvalho e Maria Emília Ferraz Horta nasceu em Tondela a 14.12.1878 e faleceu em Lisboa a 26.2.1955. Foi professor da Faculdade de Filosofia de Coimbra, tendo desempenhado os cargos de secretário (1902-1905) e de fiscal (1905-1910). A partir de 1911 foi professor da Faculdade de Ciências de Coimbra, tendo exercido os cargos de vice-reitor da Universidade (16.10.1911. 21.6-4.8.1913), diretor do Museu e Laboratório Geológico (1914-1916), diretor do Instituto Geofísico (9.1914), diretor do Observatório Meteorológico (14.9. 1914-1922), secretário da Faculdade de Ciências (1917-1919), diretor do Museu e Laboratório Mineralógico e Geológico (15.11.1919, 29.10.1926), vice-reitor da Universidade (21.3.1925), diretor do Instituto Geofísico (l0.12.1926) e diretor da Faculdade de Ciências (26.10.1933-13.10.1939). Publicou vasta bibliografia, contando-se entre os seus trabalhos vários compêndios dos cursos dos liceus, e ainda: Clima de Lisboa: Resumo das observações feitas no Observatório Meteorológico da Universidade de Coimbra desde 1866 (Lisboa, 1922); Angola, pequeno Brasil (Coimbra, 1943); Estudos de Geologia e Geofísica (Coimbra, 1950). In: https://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/CARVALHO_anselmoferrazde
Abel Fontoura da Costa nasceu em Alpiarça, a 9 de dezembro de 1869 e faleceu em Lisboa, 7 de dezembro de 1940. Frequentou o Real Colégio Militar. Alistou-se na Marinha em 1887 e atingiu o posto de capitão-de-mar-e-guerra. Em 1901 fez parte da missão de delimitação da fronteira entre Angola e o Congo. Foi responsável pelo ministério da Agricultura de 9 de janeiro a 18 de agosto de 1923, e pelo da Marinha em 1923. Exerceu diversos cargos de direção como o de Comandante Superior das Escolas de Marinha (1923), Diretor da Escola Naval e da Escola de Educação Física da Armada (1932) e Diretor da Escola Náutica de 1936 a 1939. Foi, também, Governador de Cabo Verde entre 1915 e 1918. No seu curriculum académico, lecionou por vários anos atingindo o nível de reitor do Liceu Central de Lisboa (1907-1910). Foi membro da Academia Portuguesa de Ciências e História em 1935 e da Comissão organizadora do Museu Naval, em 1936, e presidiu à Associação de Futebol de Lisboa em 1910. A 11 de Março de 1919 foi feito Comendador da Ordem Militar de Avis e a 19 de Outubro de 1920 foi elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Abel_Fontoura_da_Costa
António Jacinto Ferreira (1906, Lisboa, Portugal - 10 de outubro de 1995, Lisboa, Portugal) foi um publicista e militante monárquico, foi fundador do jornal O Debate semanário monárquico de grande expansão de que foi diretor[ entre 1951 e 1974 tendo ocupado sucessivos cargos de relevo na Causa Monárquica. Foi Professor Catedrático da Escola Superior de Medicina Veterinária. Com vasta obra publicada de teor político e científico, pertenceu à Junta Nacional de Educação no Estado Novo e foi deputado da Assembleia Nacional pelo círculo de Lisboa na III legislatura, de 1942 a 1949 e na IV legislatura de 1949 a 1953 . Fazendo parte do Círculo de Estudos Portugueses, foi daqueles que sempre se mantiveram fiéis ao ideário do Integralismo lusitano. Foi um dos fundadores e dirigentes do Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários (SNMV), tendo cinquenta anos mais tarde, em 21 de Abril de 1994, sido o seu primeiro Sócio Honorário, assim como tinha sido o diretor do seu boletim. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Jacinto_Ferreira
Órgão evangelizador de Ciência e Literatura entre a juventude. Existências: N.º 1, Fevereiro 1910; Nº 2, Março 1910; Nº 3, Abril 1910 • Assuntos: Educação popular.
Órgão dos construtores civis do Porto e Matosinhos-Leça e defensor das classes trabalhadoras em geral; Publicação Semanal - Redigida por Operários • Assuntos: Associações de classe.
Existências: Número Comemorativo do XXV Aniversário (11-03-1949); Ano I, Nº 1 - Nº 3 (1949); Ano II, Nº 4 (1950); Ano III, Nº 5 - Nº 11 (1951-1952); Ano IV, nº 13 - Nº 14 (1953 - 1954); Ano V, Nº 15 - Nº 19 (1954- 1955); Ano VI, Nº 20 - Nº 21 (1956); Ano VII, Nº 22 - Nº 24 (1957); Ano VIII, Nº 25 - Nº 26 (1957); Ano IX, Nº 27 - Nº 29 (1958); Ano X, Nº 31, Nº 33 - Nº 35 (1959); Ano XI, Nº 36 (1960); Ano XVII, Nº 62 (1966) • Assuntos: Habitação .