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Parecer do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães acerca do provimento de benefícios eclesiásticos.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa Joaquim Pereira Guimarães.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa Joaquim Pereira Guimarães.
O Arquivo Municipal de Guimarães foi criado por decreto, em 1931, sendo nomeado seu diretor o Dr. Alfredo Pimenta e tendo-lhe sido conferidas as funções de Arquivo Distrital para a área do concelho de Guimarães. O Arquivo constituído pela documentação da extinta Colegiada de Guimarães, pelos processos crimes, cíveis e orfanológicos, pelos livros dos cartórios e tabeliães extintos, pelos livros paroquiais do concelho, bem como todos os documentos, livros, processos e estatutos provenientes das irmandades, corporações e repartições extintas, por determinação desse decreto, ficou instalado nas dependências da Sociedade Martins Sarmento. Entre 1931 e 1934 o Arquivo ocupou o segundo andar da Casa de Martins Sarmento, no Largo do Carmo. Em 1933, publica-se, pela prima vez, o Boletim de Trabalhos Históricos. Em 1934, o Arquivo a mudou-se para os Antigos Paços do Concelho, no Largo da Oliveira, onde, a 14 de outubro de 1934, assistiu-se à abertura solene ao público. Em 1952 passou o Arquivo a designar-se Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em homenagem àquele que foi seu Diretor cerca de 20 anos. Em 1963, o Arquivo instalou-se no Convento de Santa Clara e aí permaneceu até 2003, altura em que foi definitivamente transferido para as atuais instalações no palacete Navarros de Andrade. In: https://www.amap.pt/p/historia
A manifestação dos vimaranenses contra o poder central do Estado Novo, ocorrida no Largo Cónego José Maria Gomes, teve como objetivo reivindicar progresso, reconhecimento e melhores condições de desenvolvimento para Guimarães, estando na origem da criação da Unidade Vimaranense.