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Filiação: Antonio Augusto Ramos e Ana Pires Carneiro. Natural da freguesia de FAO, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Candido Augusto e Maria Alves Ferreira Lima. Natural da freguesia de GANDRA, Sao Martinho, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Augusto Jesus e Helena Maria. Natural da freguesia de ARIZ, Sao Martinho, concelho de MARCO CANAVESES
Filiação: Jose Augusto Machado e Maria Emilia Conceicao. Natural da freguesia de REFOJOS BASTO, Sao Miguel, concelho de CABECEIRAS BASTO
Filiação: Eduardo Augusto e Maria Sousa Lobo. Natural da freguesia de ARCO BAULHE, Sao Martinho, concelho de CABECEIRAS BASTO
Filiação: Augusto Pereira e Ana Carvalho. Natural da freguesia de RIO DOURO, Santo Andre, concelho de CABECEIRAS BASTO
Filiação: Teofilo Augusto Quintela e Maria Jose Passos Quintela. Natural da freguesia de BRAGA-SAO JOAO SOUTO, concelho de BRAGA
13 anos de idade. Filiação: Antonio Augusto Velsoso. Natural de BRAGA-SAO VITOR-BRAGA. Destino Rio Janeiro. Embarca em Lisboa
Casado, 28 anos de idade. Filiação: Antonio Augusto. Natural de LAMACAES,Santa Maria-BRAGA. Destino Manaus. Trabalhador
Filiação: Jose Augusto Tinoco e Rosa Maria Vieira Tinoco. Natural da freguesia de PROZELO, Sao Tome, concelho de AMARES
Filiação: Alvaro Augusto Gomes e Ana Albertina Osorio Silva. Natural da freguesia de BRAGA-SE, Santa Maria, concelho de BRAGA
Morada: Tortim - Cristóval Averbamentos: Transferida em 15 de Julho de 1997 para António Augusto Fernandes. Matrícula antiga: MLG 00-01
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Fernando Augusto da Paz dos Santos Matricula n.º: 1-CTC-05-84
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Humberto Augusto Mendes Morgado de Sousa Matricula n.º: 1-CTC-00-80
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Humberto Augusto Mendes Morgado de Sousa Matrícula n.º: 1-CTC-17-66
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Fernando Augusto da Paz dos Santos Matrícula n.º: 1-CTC-18-33
Anúncio do Farmacêutico José Augusto de Medeiros, promovendo as suas especialidades Farmacêuticas, explicitando a qualidade das mesmas.
Retrato de António Augusto Félix Ferreira, elaborada por Alfredo da Silva Machado e oferecida à Sociedade Farmacêutica Lusitana em 1882.
12 anos de idade. Filiação: Domingos Augusto Vieira. Natural de BRAGA-SAO JOAO SOUTO-BRAGA. Destino Rio Janeiro.
12 anos de idade. Filiação: Domingos Augusto Vieira. Natural de BRAGA-SAO JOAO SOUTO-BRAGA. Destino Baia.
Solteiro, 12 anos de idade. Filiação: Jose Augusto Martins. Natural de BRAGA-SAO VITOR-BRAGA. Destino Para. Trabalhador
Naturalidade - Porto Data de nascimento - 1863-01-29 Filiação - Augusto Teixeira Folhadela e Tomásia Dias Folhadela Profissão - Estado - Morada -
LIMA, Augusto César (Dr.) Filho de Carlos João Ribeiro [Lima] e de Ludovina Rosa dos Santos Lima, proprietários, moradores na Rua da Calçada, Vila. Neto paterno de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues; neto materno de João Correia dos Santos Lima e de Emília Perfeita da Rocha Gonçalves. Nasceu a 31/12/1866 e foi batizado na igreja de SMP a 10/1/867 (já fora sopeado em casa, no dia do seu nascimento, por sua tia materna, Carlota Clara dos Santos Lima). Padrinhos: Vitorino Joaquim da Rocha Gonçalves e sua esposa, Maria Gertrudes Pereira Gonçalves, moradores em Lisboa, representados pelo avô materno da criança, e tia materna, Teresa de Jesus dos Santos Lima. // Formou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra a 17/6/1895. // Tinha trinta anos de idade, era solteiro, advogado, quando casou na igreja de SMP a 31/5/1897 com Maria Escolástica, de dezasseis anos de idade (autorizada por sua mãe, viúva), proprietária, nascida e batizada na freguesia da Senhora da Vitória, Porto, moradora em Melgaço, filha de José Ferreira Las Casas, de São Pedro da Cova, Gondomar, e de Maria Rosa da Silva Monarca, de Vitória, Porto. Testemunhas: Vitorino Augusto dos Santos Lima, casado, Ludovina Rosa dos Santos Lima, viúva, e José Ferreira Las Casas, casado, todos proprietários e moradores na Vila. // Em breve ficou viúvo, pois a esposa finou-se dois anos depois do casamento. // Matrimoniou-se em segundas núpcias, a 10/4/1907, com Maria Carolina, de vinte e dois anos de idade, da Vila, filha de Francisco (José) Pires, de Paços, e de Laureana do Carmo Fernandes, da Vila, comerciantes, com loja de mercearia e ferragens na sede do concelho. Testemunhas: Francisco Pires e Teresa dos Santos Lima. // Foi Conservador do Registo Predial; juiz substituto de 1897 a 1900, e de 1902 a 1905; e presidente da Assembleia Geral dos BVM. // «quando novo presidiu às sessões camarárias do burgo e entre os muitos benefícios que a Vila lhe deve desde então avulta o serviço da canalização da água potável.» // Em 1912 fazia parte da Comissão Municipal do Partido Republicano Evolucionista (CM 7). // Nesse ano pediu, e obteve, a demissão do cargo de subdelegado do Procurador da República «que de longa data vem desempenhando com proficiência e dignidade…» . // Foi nomeado júri para as causas-crime no 2.º semestre de 1913 . // Em Janeiro de 1914 foi nomeado de novo subdelegado do Procurador da República em Melgaço). // A 10/5/1914 foi novamente confirmado como presidente da Junta Municipal do Partido Republicano Evolucionista . // Exerceu o cargo de jurado para as causas-crime no 2.º semestre de 1914, juntamente com António Carlos Esteves, António Joaquim Esteves, e Francisco António Esteves . // Faleceu a 6/11/1936. // A sua viúva, Maria Carolina, finou-se a 28/5/1946. // Com geração.
Fichas dos sócios José Augusto Dâmaso Marques, José Augusto Dias, José Augusto Dolores Vilhena, José Augusto Ferreira S. Rocha, José Augusto Galiau Lopes, José Augusto Henriques, José Augusto Henriques Batista, José Augusto Ismael Baltazar, José Augusto Garcia, José Augusto Lopes Cabecinha, José Augusto Martins, José Augusto Martins, José Augusto Martins Teixeira, José Augusto Nogueira Braga, José Augusto Rebelo dos Santos, José Augusto Rodrigues, José Augusto Rodrigues Soares, José Augusto Salgueiro Palma de Oliveira, José Augusto Santos da Costa Novais, José Augusto da Silva Chagas, José Augusto de Vasconcelos, José Bacalhau Marinho, José Baltazar Teixeira Ribeiro, José Baptista Braz, José Barata Pires, José Barbosa, José Bártolo Domingues, José Batista Fernandes, José Batista da Fonseca, José Batista Lança, José Batista Martins, José Benito Paz Alonso, José Bernardo das Neves, José Bernardo Vinagre, José Besugo Algarvio, José Bexiga da Silva, José Bicho Baptista Lavado, José Bolrão Pais, José Bolvão Pais, José Bossa Alves, José Branco da Conceição, José Brandão, José Braz Pereira, José de Brito da Mana, José Cadete Valentim, José Caeiro Martins, José Caldeira Rita, J.C. Rodrigues, Lda. (José Calixto Rodrigues), José Campos Alves e José Candeias Gonçalves.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Armindo Araújo da Silva 2º Outorgante: Augusto Ribeiro Bragança e mulher Rosa Pereira de Araújo 3º Outorgante: Luís Araújo da Silva, que também usa o nome de Luís de Araújo e mulher Carminda dos Anjos Sampaio Soares 4º Outorgante: Norberto Carvalho Fernandes, casado com Maria de Fátima Araújo Alves 5º Outorgante: José Augusto Salgado Abreu, casado com Maria Manuela Araújo Alves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Augusto de Lemos Alves, Delfim Augusto de Jesus Henriques e Manuel Ribeiro da Silva 2º Outorgante: José de Freitas e esposa Maria da Costa 3º Outorgante: Rosa de Freitas 4º Outorgante: Joaquina de Freitas e marido José Baptista 5º Outorgante: Constantino de Freitas e esposa Sofia da Silva Habilitação por óbito de José Francisco de Freitas e Emilia de Freitas
Processo disciplinar contra Urbano Augusto Rodrigues Valente, pároco da freguesia de Argoncilhe, concelho da Feira, distrito de Aveiro, de que resultou a proibição de residir durante um ano dentro dos limites do referido distrito, além de perder os benefícios materiais do Estado. O pároco, intimado a deixar a residência paroquial para nela se instalar a escola, foi acusado de ter provocado tumultos em que «reuniu o mulherio da freguesia na casa da residência onde elle estava a havitar, um grupo de mulheres sediciosas, ficando fóra da mesma residência, outro grande grupo da mesma natureza, do grupo que entrou dentro da residência, falou ao público que estava no adro junto da mesma residência, Maria Pardalla, incitando á desordem e á chacina, passando dalli á residência da professora official, que apenas aqui se acha ha oito dias, insultando-a e ameaçando-a, fazendo egual façanha á casa do professor official, e presidente da Junta, a quem chegaram a agredir, e até murder n'um braço ao Regedor que pertendia effectuar algumas prisoes; atendendo em fim que está prestes uma guerra civil n'esta freguesia, provocada, ou melhor alimentada, pelo abbade Urbano».
ARAÚJO, António Augusto. Filho de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pereira Pires. Neto paterno de Manuel Ventura de Araújo e de Mariana Gertrudes Marques; neto materno de João Batista Pereira Pires e de Francisca Moreda, todos de São Gregório. Nasceu a 8/7/1872 e foi batizado na igreja de Cristóval a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António José Marques Leal e sua mulher, Florinda Maria Vitória Cardoso (?), proprietários, paroquianos da freguesia de São José, Lisboa, moradores na Rua Oriental do Passeio Público n.º 94, representados no acto pelo avô materno e avó paterna do bebé. // Comerciante. // Foi jurado pela sua freguesia (causas crime) durante o 2.º semestre de 1907; em 1908 voltou a ter esse cargo, e ainda no 1.º semestre de 1915 (CM 132). // O seu vinho era considerado um dos melhores do concelho (ver “Jornal de Melgaço” n.º 696). // Em 1920 tinha o seu estabelecimento comercial (fazendas, mercearia, ferragens, tintas e miudezas), sito em São Gregório, em trespasse (Jornal de Melgaço n.º 1314, de 12/12/1920). // Casou em segundas núpcias com Florinda, de 42 anos de idade, natural da freguesia de São João da Praça, anexa da Sé de Lisboa, filha de Manuel Joaquim de Araújo, de Cristóval, Melgaço, e de Matilde Carolina Cardoso Gonçalves, viúva, da freguesia de São Paulo, Lisboa, na 2.ª Conservatória da capital, a 26/3/1921 (casaram pela igreja apenas a 19/4/1951). A noiva estava divorciada de Pedro Barbosa Piçarra (sentença de 21/3/1917). // Faleceu na freguesia dos Anjos, cidade de Lisboa, a 22/5/1959. // Com geração.
VAZ, Augusto Joaquim. Filho de Vitorino Vaz e de Miquelina Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de Francisco Vaz e de Maria Rosa Rodrigues; neto materno de António Alves e de Maria José Fernandes. Nasceu em Cubalhão a 12/7/1905 e foi batizado na igreja católica da localidade a 16 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Francisco Gonçalves, solteiro, lavrador, e Maria Joaquina Gonçalves, solteira, camponesa. // Casou com -----------------------------. // A 14/2/1950, pelas dezoito horas, quando a camioneta de feirantes pertencente a José Albano Fernandes, natural de Castro Laboreiro, conduzida pelo motorista Ernesto Martins Isidoro, solteiro, de Braga, se dirigia para a vila de Castro, ao passar a curva denominada Volta Grande, perto de Lamas de Mouro, precipitou-se de uma altura superior a cem metros, ficando gravemente ferido, pelo que depois de ter sido assistido pelos médicos Esteves e Saavedra foi transportado para o hospital de Santo António, no Porto (Notícias de Melgaço n.º 925, de 17/2/1950). // Faleceu na freguesia da Vila, SMP, a 18/7/1977.
MENDES, Adriano Augusto. Filho de Francisco José Mendes, natural de Paços, e de Maria Joaquina Meleiro, natural de Fiães, lavradores, residentes nos Casais, Paços. Neto paterno de Caetano José Mendes e de Josefa Lopes, de Paços; neto materno do padre João Manuel Meleiro e de Rita Meleiro, de Fiães, moradores em Soutomendo. Nasceu a 29/9/1867 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre José Maria Mendes, tio do bebé, e Josefa Lopes, avó paterna. // Camponês. // Casou na igreja de Paços a 7/4/1892 com Maria do Carmo Lopes, de 23 anos de idade, nascida na cidade de Lisboa e batizada na igreja de Paços, Melgaço, solteira, filha de António Luís Lopes, natural de Paços, e de Maria do Carmo, natural de Lisboa. Testemunhas presentes: António Luís Rodrigues, solteiro, alfaiate, do lugar do Campo das Bouças, e Maria Veloso, solteira, do lugar do Coto, ambos pacenses. // Faleceu em sua casa de morada, sita no lugar dos Casais, Paços, a 1/3/1908, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja. // Pai de Felicidade Augusta e de António Joaquim.
ESTEVES, Rodolfo Augusto. Filho de José Joaquim Esteves e de Maria Clara Salgado, lavradores, residentes no lugar de Sá. N.p. de Manuel José Esteves e de Maria Luísa Alves da Costa; n.m. de José Salgado e de Caetana Pires. Nasceu a 12/12/1888 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Luís José Gomes e Joaquina Douteiro, casados, lavradores, de Sá. // Foi professor do ensino primário em Rouças. // Casou com Ana Cândida, de 16 anos de idade, natural de Chaviães, filha de Manuel Joaquim Esteves Rodrigues e de Amélia Angelina de Magalhães, na CRCM, a 30/4/1915, passando a residir nessa freguesia. // A 20/7/1919 foi juiz da festa em homenagem a Santa Maria Madalena, e dele se escreveu: «apesar de estarem os tempos um pouco bicudos não desanimou perante as avultadas despesas, fazendo uma importante festa». // Faleceu na Portela do Couto, Chaviães, a 25/6/1933, domingo; o funeral realizou-se na terça-feira. // Nesse ano de 1933 o Estado concedeu-lhe a 4.ª diuturnidade; começaria a contar a partir de 16/10/1929. // Nota: um dos seus filhos, António Manuel, nascido na Portela de Chaviães por volta de 1917, Chefe da 1.ª Secção de Finanças em Viana do Castelo, casou em 1939 com Emília de Melo, natural da Vila de Melgaço.
LOPES, Abílio Augusto. Filho de Manuel José Lopes, negociante, natural de Cristóval, e de Ana Joaquina Douteiro, natural de Paços, moradores no lugar do Outeiro. Neto paterno de Manuel Lopes e de Maria Rodrigues, cristovalenses; neto materno de Francisco José Douteiro e de Caetana da Ribeira, pacenses. Nasceu em Paços a 4/7/1896 e foi batizado na igreja paroquial a 15 desse mês e ano. Padrinho: o padre António Avelino Douteiro, tio do batizando. // Em 1907 foi fazer exame do 2.º grau a Viana do Castelo, ficando aprovado. // Em 1912 fez exame, ou ato de admissão, ao 4.º ano em um Liceu do Porto. // Em 1915 continuava a estudar no Porto. // Em 1916 já era considerado «capitalista». // Casou a 16 de Janeiro de 1919, civilmente, no Largo de São Francisco, São João do Souto, Braga, com Maria Amélia São Romão de Lima Brandão, de 19 anos de idade, natural da freguesia da Sé, Braga, filha de Gustavo de Lima Brandão e de Eugénia São Romão de Lima Brandão. // Faleceu no Rio de Janeiro, Brasil, a 6/12/1960 (em 1932 já lá se encontrava).
FLORES, Aníbal Augusto. Filho de Manuel José Flores, cesteiro, de Paderne, e de Maria José da Silva, doméstica, de São Paio, moradores no Granjão. N.p. de José Maria Flores e de Rosa Maria Exposta; n.m. de António Júlio da Silva e de Maria das Dores Dias. Nasceu em Paderne a 11/12/1892 e foi batizado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: António Evangelista Pereira, solteiro, proprietário, e Emília Rosa Alves, solteira, doméstica. // Em 1914 era sapateiro e morava no lugar da Gaia, São Paio. // A 16 de Janeiro desse ano, pelas dezoito horas, ofendeu corporalmente Joaquina Rosa Rodrigues, solteira, do Barral, São Paio, dando-lhe com um varapau na cabeça, resultando daí um grande ferimento. // Casou na CRCM a 2/10/1934 com Maria da Conceição Carpinteiro. // Enviuvou a 13 de Maio (de 1935?). // Casou em segundas núpcias, na CRCM, a 8/1/1936, com Olívia de Jesus Esteves. // Faleceu em Chaviães a 28/2/1969 (ou 1/3/1969). // Nota: na sua campa foi sepultada uma pessoa, cujo nome está sumido, mas que parece chamar-se Berta de Jesus Flores (19/--/1895? – 25?/10/1984?).
MENEZES, António Augusto (Dr.). Filho de António de Castro Sarmento de Sousa Meneses e de Maria Júlia Teixeira Vieira de Castro, proprietários. Nasceu na freguesia de Vila Boa do Bispo, concelho de Marco de Canaveses, diocese do Porto, a 23 de Junho de 1815. // Proprietário. // Foi o 7.º (e último) administrador do morgado do Peso. // Casou a 28/10/1855 com Maria Luísa de Alcântara de Abreu e Couto, natural de Elvas. // Morreu a 25 ou 26/2/1900, em sua casa de morada, sita na Quinta do Peso, Paderne, Melgaço, com todos os sacramentos, com 84 anos de idade, no estado de viúvo da dita Maria Luísa de Alcântara Abreu Couto e Castro, com testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público do cemitério da vila de Melgaço. // Logo a seguir o dito jornal, n.º 2065, de 10/6/1900, dá-nos a má notícia da morte do seu filho (ver em Paderne Júlio César), visconde do Peso de Melgaço, que era então administrador do concelho de Paredes de Coura. Uma filha deste visconde, Júlia Albertina, casara a 19/9/1898, na igreja paroquial de Água Longa, Paredes de Coura, com Tristão P. Pinto Maldonado.
GONÇALVES, Plácido Augusto. Filho de António Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina Alves, moradores no lugar de Santo Amaro. Neto paterno de Diogo Manuel Gonçalves e de Antónia Maria Lourenço, do dito lugar; neto materno de Frutuoso Manuel Alves e de Ana Gonçalves, do lugar da Breia, todos rurais. Nasceu em Prado a 1/6/1872 e foi batizado na igreja paroquial cinco dias depois. Padrinhos: José Manuel de Sousa Palhares, solteiro, lavrador, do lugar da Serra, e Marcelina Pereira, viúva, lavradeira, do lugar de Leiros. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 2/7/1906 com a sua parente por afinidade, Felisménia Batista, de trinta e oito anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, moradora no lugar do Cerdedo, filha de José Joaquim Batista e de Carlota Joaquina Gonçalves. Testemunhas presentes: Adjuto Joaquim Vaz, casado, e Flávia da Cunha, solteira. // Foi músico da banda dos Bombeiros Voluntários de Melgaço; tocava clarinete. // A sua esposa faleceu em Prado a 28/10/1944. // Ele ficou cego em Janeiro de 1959. // Morreu também em Prado, a 25/3/1959, pelas dezasseis horas. // Com geração.
CASTRO, Alberto Augusto. Filho de Vitorino José de Castro e de Carolina Rosa Alves, moradores no lugar de Bouça Nova. Neto paterno de António Bernardo de Castro e de Maria Custódia (ou Caetana) Domingues, do dito lugar; neto materno de João Manuel Alves e de Maria José Gonçalves, de Riba de Mouro, Monção, todos lavradores. Nasceu em Prado a 8/10/1873 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinho: Frederico Justiniano de Sousa e Castro, proprietário, escrivão da Câmara Municipal de Melgaço, residente na Rua da Calçada, SMP. // Casou com Elvira Vieites, dos Arcos de Valdevez. // Foi ele que mandou construir uma vivenda em Bouça Nova, que mais tarde seria de Manuel dos Santos Morais. // Exerceu a atividade de comerciante em Lisboa. // Em 1913 esteve com a família na sua casa de Bouça Nova. // A 8/8/1915 chegou novamente a Prado, com a esposa e um sobrinho, a fim de passar uns dias na sua vivenda de Bouça Nova. // No ano seguinte, a 30/8/1916, quarta-feira, cá estava de novo, com a mulher e sobrinhos: Pureza Camanho e Joaquim Vieites. // Morreu na capital do país a --/--/19--. // Sem geração.
CASTRO, Francisco Augusto. Filho de Joaquim Nunes de Castro, guarda-fiscal, natural da freguesia de São Miguel de Messegães, concelho de Monção, e de Angelina Rosa Rodrigues, do lugar da Ponte Pedrinha, freguesia de Prado, concelho de Melgaço. Neto paterno de Luís Manuel Nunes de Castro e de Marcelina Rosa Alves; neta materna de João Evangelista Rodrigues e de Maria da Encarnação Rodrigues. Nasceu em Prado a 2/1/1893 e foi batizado na igreja a 12 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Francisco Pires, viúvo, negociante na vila de Melgaço, e Maria Rosa Vaz, solteira, natural de São Martinho de Alvaredo, moradora na vila de Melgaço. // Fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira a 15/7/1907 e obteve um «bom». // No verão de 1914 fez exame do 2.º grau na dita escola, obtendo a classificação de «bem»; era seu professor António José de Barros. // Casou na CRCM a 6/9/1915 com Aduzinda Júlia Nunes, natural de Cristóval. // Foi soldado da Guarda-Fiscal. // Morreu em São Gregório, Cristóval, a 1/3/1946, onde residia com a esposa e filhos. // Pai de Santiago Luís, entre outros, e avô de Julieta de Fátima (falecida a 6/8/1949). // Nota: parece ser o pai de Artur Joaquim, emigrante em França.
RIBEIRO, Edgar Augusto (Dr.) Filho do padre Armando Tito Domingues, natural da Vila de Melgaço, e de Ana Teresa de Jesus Ribeiro, natural de Prado, moradora no lugar dos Bouços. Neto paterno de Manuel Luís Domingues e de Josefa da Luz Sousa Araújo; neto materno de Manuel Joaquim Ribeiro e de Maria Rita Gonçalves. Nasceu em Prado a 17/5/1907 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Luís Gonçalves, solteiro, do lugar de Bouça Nova, e Emília Cândida Ribeiro, solteira, do lugar da Corredoura. // Depois do ensino secundário continuou os estudos, concluindo o curso superior em medicina no ano de 1931. // Casou na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 28/7/1932 com a Dr.ª Elisa Dantas Pinto. // Em 1967 residiam em Lourenço Marques; um dos cônjuges trabalhava na área da saúde e o outro era professor. // Foi perfilhado a 24/1/1945. // Morreu na freguesia de Santo Ildefonso, Porto, a 13/7/1978. // Pai do Eng.º Edgar Tito Pinto Ribeiro (nasceu a 15/6/1933 e casou a 28/2/1961); de Eduardo Henrique Pinto Ribeiro (nasceu a 11/4/1942); e de Estela Pinto Ribeiro (nasceu a 14/9/1943).
SOUTO, Luís Augusto. Filho de Valeriano António do Souto e de Maria Rosa Domingues, lavradores, residentes no lugar dos Bouços. Nasceu nesse lugar de Prado por volta de 1840. // Foi admitido na Confraria das Almas de Prado a 28 de Março de 1852; pagava um tostão de côngrua em 1886 «sinal evidente de que se era herdado.» // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua freguesia natal, a 19/11/1872, com Miquelina Rosa, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar da Carpinteira, São Paio, filha de José Maria Gonçalves e de Ana Maria Pires, rurais, do mesmo lugar. Testemunhas: padre Elias de Jesus Marques e padre Luís Caetano Soares Calheiros. // Estava viúvo de Miquelina Rosa (falecida em Bouços, Prado) quando casou em segundas núpcias, na igreja de Prado, a 17/11/1875, com Honória, de 39 anos de idade, solteira, camponesa, de Riba de Mouro, Monção, filha de João Manuel Alves e de Maria José Gonçalves, rurais, de Riba de Mouro. Testemunhas: Manuel José Fernandes, viúvo, lavrador, do lugar do Carvalhal, Prado, e Pedro Rodrigues, clérigo in minoribus, de Castro Laboreiro.
ALBUQUERQUE, Germano Augusto. Filho de Francisco Manuel Amaral Albuquerque, natural de Meda, e de Cândida Justina da Paz Feijó, natural da Guarda. Nasceu em Meda, Lamego, em 1841. // Veio para Melgaço como fiscal do real d’água, antes de 1880, pois a 31/1/1880 nasceu-lhe aqui a primeira filha, Argentina Cândida. // Em 1881 foi exonerado de fiscal, mas ainda nesse ano foi reintegrado. Depois foi escriturário, escrivão e secretário da Câmara Municipal de Melgaço. // Em 1884 foi transferido para a Lourinhã, mas breve regressou a Melgaço. // Ele e a sua companheira, Elvira Cândida Alves, costureira de profissão, geraram catorze filhos! Depois de tanta filharada, resolveram casar. A boda realizou-se a 12/8/1905, na igreja de SMP, tinha ele 64 anos de idade e ela 46 anos. Testemunhas: Manuel José Camanho de Carvalho, proprietário, de Prado, e José Loureiro, proprietário, residente em Rouças. Após o ato religioso, todos os filhos vivos ficaram legitimados, embora já fossem reconhecidos pelo pai. // Morreu na sua casa da Assadura a 11/7/1907, com todos os sacramentos, com 66 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado no cemitério público de Melgaço. // A sua viúva faleceu na Pombeira, Rouças, a 8/5/1939, com 78 anos de idade.
ESTEVES, Augusto César (Dr.) Filho de Francisco António Esteves, emigrante no Brasil e proprietário, natural de Chaviães, e de Belarmina Cândida Esteves, proprietária, natural da Vila. Neto paterno de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves, lavradores, chavianenses; neto materno de Manuel José Esteves “Melgaço” e de Maria Rita Alves, proprietários, moradores em Eiró, Rouças. Nasceu na Rua Nova de Melo a 19/9/1889, na casa que seu pai comprara ao Dr. João Luís de Sousa Palhares, de Prado, e foi batizado a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: José de Jesus Esteves, solteiro, proprietário, morador em SMP, e a avó materna do batizando, viúva. // Ficou órfão de mãe a 17/10/1889. // Aprendeu as primeiras letras com o padre João Nepomuceno Vaz, teve como professor de caligrafia o escrivão de Direito, Miguel Ângelo Barros Ferreira, frequentou em seguida, na cidade de Braga, o Colégio do Espírito Santo, e depois a Universidade. // Foi padrinho de Zoé Augusta Rodrigues, batizada na igreja de Rouças a 14/2/1898; não assinou, por não saber! A madrinha era a sua madrasta. // A 30/8/1904 foi padrinho de Manuel Augusto Esteves, nascido na Fonte da Vila a 28 de Julho desse ano. // A 18/6/1912 fez direito internacional, 5.º ano, 19.ª cadeira; nesse mesmo ano fez exame da 18.ª cadeira, 5.º ano, medicina legal, obtendo 14 valores; em Julho desse ano fez a 13.ª cadeira, direito colonial, 4.º ano, 14.ª cadeira, processo penal, 4.º ano, e 17.ª cadeira, prática extra judicial, 5.º ano; nesse dito ano de 1912, no mês de Julho, concluiu o curso de Ciências Jurídicas, na Universidade de Coimbra. // Nos primeiros dias de Dezembro participou como ator não profissional, juntamente com o Dr. António Augusto Durães e Maker Pinto, na comédia designada “Anedota” . // Foi nomeado notário interino para a comarca de Monção, tomando posse perante o tribunal desse concelho a 10/12/1912, terça-feira; em 1914 passou a ser efetivo; ocupou esse cargo até 19/8/1915. // Ainda em 1912 foi autorizado superiormente a exercer a advocacia. // Fez a sua estreia como advogado no tribunal de Monção, defendendo Manuel Alves (o Fará), acusado de crimes de burla e roubo. // No concurso para notários, realizado em Lisboa nos inícios de 1914, obteve a classificação de 1 MB e 4 BB. // Tomou posse a uma segunda-feira, 2/3/1914, perante o juiz de direito, de notário efetivo em Monção. // Casou a 25/10/1914, na Conservatória do Registo Civil, e a 16 de Dezembro desse ano na igreja católica, com Esmeralda da Ascensão, de 24 anos de idade, filha de Justiniano António Esteves e de Lina Rosa Lourenço. Testemunhas: Justiniano António Esteves e Maria de Nazaré dos Santos Lima. // Em 1915 pediu a exoneração de notário na comarca de Monção, aceitando ser nomeado escrivão de Direito para a comarca de Melgaço. Fez as malas e veio para a terra natal, onde foi Secretário do Tribunal Judicial e Ajudante do Conservador do Registo Predial. // A 3/3/1919 tomou posse como presidente da Comissão Camarária, composta por sete elementos, desempenhando esse cargo até Agosto desse ano. // A 4/8/1919 o seu moinho, denominado o “Grande”, foi pasto de chamas; desconfiava-se que foram mãos criminosas a incendiá-lo. Em 1920 deu-se ali uma tentativa de assalto. // Foi presidente da Assembleia Geral do Grémio da Lavoura e administrador do concelho de Melgaço nos anos de 1922 e 1923. // A 11/1/1928 desempenhava as funções de tesoureiro da SCMM, ascendendo à provedoria a 27/12/1942, lugar que deixou em 1945. // A 30/4/1936 tomou posse do lugar de chefe da Secretaria Judicial do Tribunal de Melgaço, aposentando-se na 1.ª classe em Maio de 1958; antes exercera o cargo de chefe da 2.ª Secção do mesmo tribunal. // Pode, e deve ser, considerado o principal fundador dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, de cuja direção foi presidente durante vários anos. Em 1937, em reunião da Assembleia Geral, foi aprovada por unanimidade uma proposta do corpo ativo, elegendo-o seu comandante honorário «pelos relevantes serviços prestados à corporação desde a fundação desta tão útil e benemérita instituição». // // Era republicano convicto. // Polemizou com o padre Júlio Vaz e com o “Mário de Prado”, mas sempre com educação e respeito devidos. // Em Julho de 1948 era presidente da Assembleia Geral dos BVM. Escreveu vários livros sobre Melgaço, que editou à sua custa. Postumamente (1989 e 1991) foi publicada a sua obra “As Minhas Gerações Melgacenses”, e ainda Obras Completas, Volume I, Tomo I e II (2002) com artigos por si publicados no Notícias de Melgaço. // Os seus livros abriram sem quaisquer dúvidas as portas a outros investigadores, e vão tornar possível escrever-se uma história relativamente bem documentada sobre o concelho. // Augusto e Esmeralda faleceram na Vila: a esposa a 4/12/1956 e ele a 26/3/1964; o seu funeral realizou-se no dia seguinte, sexta-feira. // A Câmara Municipal, presidida por Rui Solheiro, deu em Agosto de 2009, a uma rua da Vila, o seu nome.
ESTEVES, Alfredo Augusto (Funga). Filho de Francisco Esteves, galego, e de Cândida Rosa Ribeiro, melgacense, lavradores, residentes no Louridal, Vila. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa Fernandes, de Formarigo, Tui; n.m. de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues, de Melgaço. Nasceu no Louridal, Vila, a 30/4/1869 e foi batizado a 3 de Maio desse ano. Padrinhos: José Vicente Correia dos Santos Lima, bacharel, formado na Universidade de Coimbra, e sua irmã, Ludovina Rosa dos Santos Lima, casada com Carlos Ribeiro, moradores na Vila. (Quem assinou pela madrinha foi Florinda da Glória Santos). // Lavrador. // Casou na igreja de SMP a 10/5/1890 com Otelinda Augusta, de 18 anos, padeira, da Rua de Baixo, Vila, filha de José Joaquim de Carvalho, pedreiro, e de Maria Jacinta Rodrigues, padeira, ambos de SMP. Testemunhas: JCGA e o padre Elias de Jesus Marques, de Prado. // Foi também guarda-fios dos CTT. // Enviuvou a --/2/1932. // Morreu no lugar das Carvalhiças, Vila, onde o casal morou, a 22/8/1949. // Com geração. // Nota: deve ser o mesmo que em sessão da Câmara Municipal de 7/8/1907 foi aprovado um pagamento para ele de 26$590 réis, de consertos feitos nas ruas da Vila e fonte pública.
FERREIRA, Juvenal Augusto. Filho de Albertina Augusta Ferreira, solteira, lavandeira (e de Jaime de Almeida). Neto materno de Albina Rosa Ferreira. Nasceu na Rua do Espírito Santo, SMP, a 9/12/1901, e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António Ferreira, casado, carteiro, e a avó materna da batizanda, solteira, lavandeira. // Casou na CRCM a 29/6/1929 (*) com Maria do Carmo (Russa), de 22 anos de idade, natural da Vila de Monção, filha de Miguel dos Santos Gomes e de Gracinda Rodrigues. Moraram primeiro na Assadura e depois ali para os lados do Rio do Porto, perto da padaria do Morais. // Foi pintor da construção civil. // A sua esposa faleceu a 4/1/1975, com 67 anos de idade. // Ele apareceu morto na margem do rio Minho, no sítio da Bouça (Chaviães, salvo erro) – desaparecera de casa a 28/4/1981. A data da morte foi fixada em 3/5/1981. // Com geração. /// (*) Casou em 1929 pelo civil e a 21/8/1966 pela igreja católica; os padrinhos da boda foram José do Nascimento Gonçalves, industrial na Venezuela, e sua esposa, Maria Judite Armada (ver Notícias de Melgaço n.º 1608, de 11/9/1966).
GREGÓRIO, José Augusto. Filho de Manuel Gregório, proprietário, natural de Castro Laboreiro, e de Isabel João, do Souto, Sabugal, diocese da Guarda. // Nasceu na dita freguesia do Sabugal por volta de 1884. // Esteve em Bailundo, Angola, onde foi comerciante, e nessa ex-colónia gerou uma filha numa rapariga negra, à qual deu o nome de Flávia, que mais tarde trouxe para Melgaço. // Casou na igreja de SMP, Vila de Melgaço, a 8/9/1913, aos 29 anos de idade, com Maria Amélia da Cunha Osório, de 21 anos de idade, melgacense, filha de Estefânia Olívia da Cunha Osório, e sobrinha de José Cândido da Cunha Osório, negociante em Pará, e de Luís Maria Monteiro, negociante no Rio de Janeiro. Testemunhas: Abel Gouveia Barreto de Lara, solteiro, comerciante, e Casimira Barreto de Lara, solteira, proprietária, residentes em Melgaço. // Alguns dias depois seguiram para África. // Faleceu em 1930, em Quimbale, Nova Lisboa . // Teve também filhos da esposa: Ivone (morreu em 1916); um rapaz (nasceu em 1916). O jornal, dá a notícia do nascimento de uma filha do casal, cujo nome não menciona, em Nova Lisboa, teria a Maria Amélia 37 anos de idade.
LIMA, Vitorino Augusto. Filho de João Correia dos Santos Lima, natural da freguesia de São Pedro de Vila Chã, comarca da Feira, e de Emília Perfeita da Rocha Gonçalves, da Vila de Melgaço, moradores no Campo da Feira, Vila. N.p. de António Correia dos Santos e de Joana Maria da Conceição, de São Pedro de Vila Chã, Oliveira de Azemeis (!); n.m. de Matias Gonçalves e de Clara Vicência da Rocha, moradores no Campo da Feira, Vila. Nasceu a 13/4/1855 e foi batizado a 18 desse mês e ano (puseram-lhe os santos óleos a 21/6/1855, porque na altura não os havia). Padrinhos: Tomaz Gonçalves e sua esposa, tios do batizando. // Tinha 33 anos de idade, era solteiro, proprietário, quando casou na igreja de SMP a 2/9/1888 com Maria de Nazaré Esteves, viúva de Francisco António Cerdeira (falecido a 14/8/1887), moradora na Vila. Testemunhas: Dr. António Joaquim Durães, casado, Conservador do Registo Predial na comarca de Melgaço, e Francisco António Esteves, solteiro, proprietário, morador na Vila. (Abade: José Joaquim Douteiro). // Foi comerciante, vereador, e 4.º substituto do juiz de direito de 1894 a 1897, etc. // Em Dezembro de 1897 era ele o vice-presidente da Câmara Municipal. // Morreu vitimado pela diabetes, a 1/8/1904, na sua casa sita no Largo da Baixa, SMP, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a 17/1/1953, com 93 anos de idade. // Com geração.
FERNANDES, José Augusto. Filho de Felisbela Cândida Fernandes (Belabucha), solteira, operária, e de um fiscal dos tabacos, segundo consta. Neto materno de Maria Delfina Fernandes. Nasceu no Rio do Porto, freguesia de Rouças (!), a 16/7/1899, e foi batizado na igreja de SMP a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, lavrador, e Almira Augusta, da Vila. // Casou a 13/11/1922, na CRCM, com Isaulinda Augusta Colmeiro, nascida na Vila. // Moraram na casa que fora da Lucrécia “Picota”, perto do Cine Pelicano. // Emigrou para França, pois a vida na terra natal estava difícil, deixando em Melgaço a esposa e três filhos: dois rapazes e uma rapariga. No início escrevia, mandava dinheiro, com o qual a esposa comprou uma pequena quinta perto da zona histórica da Vila; nessa quinta trabalharam, como caseiros, Rogério Lopes e sua mulher, Maria Colmeiro, esta irmã da Isaulinda. Às tantas o “Zé Borné”, como era conhecido, deixou de vir à terra de nascimento, e logo constou que arranjara uma namorada francesa. // Certo dia, já com mais de sessenta anos de idade, quase cego, aparece em Melgaço, onde morre, a 7/10/1966. // A sua viúva faleceu a 5/4/1988. // Diga-se, em abono da verdade, que ele nunca desamparou os filhos – mandou-os ir para França, ensinando-lhes uma profissão e integrando-os na sociedade francesa.
MIGUEIS, José Augusto. Filho de Manuel Francisco Migueis, 1.º grumete da 3.ª brigada do corpo de marinheiros, natural da Vila de Ourique, Beja, e de Laura da Cruz Trancoso, lavradeira, de Rouças, Melgaço. Neto paterno de Francisco Miguel e de Maria Catarina; neto materno de Jerónimo José Trancoso e de Maria Rosa Esteves. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 20/3/1903, e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José Dias, casado, proprietário, e Júlia Cândida Trancoso, solteira, camponesa. // A 21/7/1913 fez exame do 1.º grau na escola da Vila, obtendo a classificação de «ótimo». // A 17/8/1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovado. // Casou a 6/9/1924, na CRCM, com a sua prima e conterrânea, Sara, de 19 anos de idade, filha de Manuel Joaquim Gonçalves (Quintela) e de Claudina Rosa Trancoso. // Ingressou na marinha de guerra; a 1/8/1930 foi promovido ao posto de 2.º sargento de artilharia. // Em 1936 já era 1.º sargento. // Devido a doença, morreu na Vila de Melgaço a 9/7/1948. // A sua viúva continuou a viver na sede do concelho, numa casa perto do Cine Pelicano, intramuros, com uma pequena pensão que o Estado lhe pagava. // Pai de Laura de Fátima (fazia anos a 2 de Junho) e de António, nascidos em Lisboa; e de José Manuel, nascido em Melgaço. // Nota: a Laura casou com João Maria Pires e foi para o Brasil; o António, devido a ser albino, e doente da vista, não pôde embarcar, ficando-se por Almada, onde casou.
MELO, António Augusto. Filho de Umberto Amadeu de Melo e de Urbana Augusta Costas. Neto paterno de Cacilda da Glória de Melo; neto materno de José Albano Costas e de Maria Rodrigues. Nasceu na Vila a 3/3/1926 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Emigrou para o Brasil em 1950. // Nesse país da América do Sul, a 30/3/1966, encontrou a morte mais brutal. Alguém escreveu no jornal: «Precisamente naquele dia fatídico em que uns anos atrás o Arlindo tinha deixado a sua vida no rio Minho, era ele assassinado brutalmente, por um ex-amigo, devido a uma cena de ciúmes.» . // Morreu no Rio de Janeiro, solteiro, sem geração. // «Por notícias recebidas do Rio de Janeiro sabemos ter falecido vítima de agressão o nosso conterrâneo AAM, de trinta e nove anos de idade, filho de HAM, residente naquele Estado do Rio. A sua morte foi muito sentida entre nós, pois o saudoso extinto era por todos muito estimado…»
PAÇO, António Augusto (Chivinho). Filho de Isidoro Artur do Paço, ferrador e cocheiro, natural da Vila, e de Belarmina de Jesus de Sousa, doméstica, natural de Chaviães, moradores na Rua da Calçada. Neto paterno de Lourenço do Paço e de Albina Cândida Moreira; neto materno de Carlos Maria de Sousa e de Maria Joaquina de Sousa. Nasceu na Vila a 24/2/1911 e foi batizado a 30 de Abril desse ano. Padrinhos: António Luís Fernandes, solteiro, negociante, e Ana Cândida da Silva. // Em 1949 trespassou o seu talho, sito na Praça da República, a Manuel Alves, natural de Rouças. // Na década de cinquenta foi dono do “Café dos Caçadores”, antiga Adega Regional, sita na Rua Afonso Costa. // Era considerado bom caçador e razoável contrabandista. // Casou na Vila a 30/12/1961 com Ana Rosa (ou Ana de Jesus), Alves, natural de Chaviães, mais conhecida por “Toupeira”, com quem vivia há muitos anos. // Enviuvou a 5/2/1968. // Depois de viúvo namorou com a “Naná Pires”, mas a morte surprendeu-o a 11/11/1968. // Os bens deixados por ele foram herdados pelo seu sobrinho Isidoro Artur do Paço, e pela filha da esposa, que tivera antes de se juntar com ele, de seu nome Gomesinda Manuela Alves. // Ele não deixou geração.
TRANCOSO, José Augusto. Filho de Carolina Rosa Trancoso, solteira, e de Manuel António da Cunha, viúvo, da Pigarra. N.m. de Rosa Maria Trancoso, solteira, lavradora, residente na Rua de Baixo, SMP. Nasceu a 15/10/1882 e foi batizado a 23 desse mês. Padrinhos: Francisco Rodrigues Barreiros, viúvo, farmacêutico, e Teresa da Purificação Almeida Mosqueira, solteira, moradores na Vila. // Partiu ainda jovem para a capital do país, pois em 1908 já ali era comerciante. // Casou na 3.ª Conservatória de Lisboa a 21/12/1911 com Maria de Jesus, de Sobral, Oleiros, filha de José Fernandes Pereira e de Joaquina Ferreira. // Esteve muitos anos estabelecido na Rua Presidente Arriaga, Lisboa, com a mercearia “Pérola da Pampulha”, que em 1944 trespassou a um galego de apelido Alvarez. Posteriormente dedicou-se a negócios de exportação e importação. Deve ter ganho algum dinheiro, pois comprou a casa e quinta do Convento das Carvalhiças, Melgaço, que em 1948 vendeu ao médico, Dr. António Cândido Esteves. // Em 1915 ele e a família hospedaram-se no Novo Hotel Quinta do Peso, a fim de fazerem uso das águas minerais . // Faleceu no hospital de Santa Maria, freguesia do Campo Grande, Lisboa, a 11/1/1962. // Usou o apelido Cunha, embora não fosse perfilhado.
TEIXEIRA, José Augusto. Filho de Pedro Alberto Teixeira e de Maria da Natividade Rodrigues, moradores na Vila. N.p. de José Luís Teixeira e de Maria Luísa Domingues; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa de Abreu. Nasceu na Vila a 2/3/1851 e foi batizado a 7 desse mês. Padrinho: Adriano Cândido de Puga, irmão (pela parte da mãe) do batizando. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, escriturário da Fazenda em Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 21/4/1889 com Teresa de Jesus, de 29 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Luís Manuel Rodrigues e de Carlota Joaquina de Sousa, moradores na Vila. Testemunhas: Manuel de Jesus Puga, casado, recebedor da comarca, irmão (pela parte da mãe) do noivo, e José Cândido Gomes de Abreu, solteiro. // Em 1907 foi transferido de Famalicão, onde era 1.º aspirante da Fazenda, para idêntico lugar em Gaia; no mesmo ano mudou-se para os Arcos de Valdevez. // Em 1912 regressou a Melgaço a fim de substituir Tito José Cerqueira, aspirante de Finanças, que fora colocado em Monção. // Em Janeiro de 1918 foi-lhe dada posse pelo administrador do concelho como membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal, em virtude da Câmara eleita ter sido suspensa pelo Governador Civil, em nome do governo de Sidónio Pais. // Faleceu no lugar de Reiriz, Troviscoso, Monção, a 6/7/1918, mas foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. «Sucumbiu aos estragos de uma úlcera gástrica».
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: António de Sousa Jorge, Manuel de Bastos Pinto, Joaquim Augusto Ferreira Nadais, António Pinto Moreira e Francisco José da Costa Figueiredo.
Esforço Cristão, Nº 66, setembro, 1985: - MENSAGEM DA ESCRITURA SAGRADA - MORDOMIA CRISTA - HOMENAGEM AO PROFESSOR AUGUSTO NOGUEIA, DA ESCOLA DO PRADO - Do "JORNAL DE NOTÍCIAS“ de 23 de Junho de 1985 -
(Portalegre) - Convite para uma conferência em sessão solene, cuja realização estava prevista para o dia 8 de Dezembro de 1934. Ofício subscrito por Laureano António Picão Sardinha (presidente da Mesa), António Eduardo Cardoso (secretário) e Augusto Eduardo Marques (tesoureiro).
(Lisboa) Augusto Morais Sarmento, pela direção, remete o texto datilografado da intervenção de Guilherme Braga da Cruz na II Semana de Estudos Doutrinários para revisão. Timbre: "Semanas de Estudos Doutrinários. Secretaria Geral".
[s.l.] Informa que Augusto de Almeida Proença não pode ainda ser nomeado subinspetor da Comissão de Coordenação Económica. Timbre: "Secretaria de Estado do Comércio. Gabinete do Secretário de Estado".
Esboço manuscrito denominado "Subsídios para a História da Igreja de São Nicolau de Lisboa compilados por José Natividade Gaspar". Contém uma dedicatória a Augusto Anselmo, membro da irmandade, e encontra-se organizado em cinco capítulos.
Assunto: Transgressão de João Augusto Soares por ter feito uso de explosivos na pesca no rio Homem, provocando grande mortandade de peixe. Contém: comunicações, auto de notícia. Local: concelho e freguesia de Vila Verde, lugard e Reguengo.; Transgressão de João Augusto Soares por ter feito uso de explosivos na pesca no rio Homem, provocando grande mortandade de peixe. Contém: comunicações, auto de notícia. Local: concelho e freguesia de Vila Verde, lugard e Reguengo.; Transgressão de João Augusto Soares por ter feito uso de explosivos na pesca no rio Homem, provocando grande mortandade de peixe. Contém: comunicações, auto de notícia. Local: concelho e freguesia de Vila Verde, lugard e Reguengo.; Transgressão de João Augusto Soares por ter feito uso de explosivos na pesca no rio Homem, provocando grande mortandade de peixe. Contém: comunicações, auto de notícia. Local: concelho e freguesia de Vila Verde, lugard e Reguengo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés), sobre denúncia contra anterior delegado do procurador régio na comarca de Lamego, Francisco de Meireles Leite.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés), sobre a conduta profissional do escrivão do juízo ordinário de Amares, Luís Avelino Plácido.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés). Aprecia os "crimes e abusos" cometidos por um Delegado na comarca de Odemira, no exercício das suas funções.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério do Reino acerca do pedido de aumento de ordenado de Frederico Augusto Correia Leal, cirurgião da Guarda Municipal.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de comutação da pena a que foi condenado João António Leal, pelo crime de falsificação.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho acerca do pedido de perdão de Bernardo Pereira, condenado a trabalhos públicos perpétuos no Ultramar.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de comutação da pena a que foi condenado José Pereira Nogueira, pelo crime de roubo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Guerra acerca do pedido de perdão da pena a que foi condenado o soldado Manuel Pereira, pelo crime de insubordinação.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha acerca do pedido de comutação da pena a que foi condenado o grumete Manuel, pelo crime de insubordinação.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda. Requer que se junte a este processo um processo anterior, referido pela repartição.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão da pena imposta ao réu António José Fernandes, pelo crime de subtração fraudulenta.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça acerca do pedido de comutação da pena imposta ao réu Joaquim José Teixeira, pelo crime de furto.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto, dirigido ao secretário do Tribunal do Comércio, sobre a ação intentada por Guilherme de Almeida e Leandro Augusto Roque Pedreira.
Esforço Cristão do Prado, N.º 31, abril 1968_ - Missionarismo - O nosso aniversário - Reverendo Augusto Nogueira - A afilhada da nossa igreja - Moçambique - Contas de 1967 - Já temos a TV - Noticiário diverso - Cantinho da juventude
Esforço Cristão, Nº 27, abril 1967: - 40º ANIVERSÁRIO DO ESFORÇO CRISTÃO DO PRADO - CONTAS DE 1966 - SAUDAÇÕES DO ULTRAMAR - Manuel Augusto Duarte; Luís Manuel Crespo —- Angola - Daniel de Pina Cobral - ARNALDO MARQUES DANIEL - RETIRO DE JOVENS
(Lisboa) - Informação sobre os trabalhos eleitorais em Montargil, com referência ao apoio concedido pelo remetente à candidatura de António Lino Neto. Envio de uma missiva de Manuel Augusto de Azevedo Anta com notícias sobre os referidos trabalhos eleitorais.
Relatório elaborado por Augusto Forjaz sobre a indústria tipográfica no Minho. Referência às dificuldades para a implementação de um jornal na região; considerações sobre o jornal do Centro Católico [Português].
Relação das cartas remetidas a António Lino Neto pelos bispos de Angra, D. Manuel Damasceno da Costa e D. António Augusto de Castro Meireles e com a discriminação das respectivas datas e o resumo dos principais conteúdos.
(Funchal) - Mensagem de congratulação pela reorganização do Centro Católico Português. Subscrevem o ofício os membros da Direcção da Juventude Católica do Funchal: Juvenal Henriques de Araujo, João da Costa Miranda, Augusto João Correia, Justino Figueira da Silva Júnior, entre outros.
Convocatória para uma sessão extraordinária da Assembleia Geral de Sócios do Centro Académico de Democracia Cristã para apreciação e votação do Projeto de Bases Fundamentais, à qual posteriormente Augusto Morais Sarmento propõe recurso das decisões anulatórias proferidas nessa reunião.
(Lisboa) Pedido de intervenção junto do ministro da Justiça em favor de Augusto Gomes da Silva, para ser nomeado oficial de diligências na Póvoa do Varzim. Timbre: "Suisso Atlântico Hotel".
(Braga) Reiteração do interesse de que Guilherme Braga da Cruz faça uma conferência na Faculdade de Filosofia e envio da carta de Manuel Augusto Azevedo, aluno do 1º ano de Direito. Timbre: "Faculdade de Filosofia".
(Lisboa) Augusto Braga de Castro Soares, diretor, agradece a presença de Guilherme Braga da Cruz no I Curso Internacional de Leprologia. Timbre: "Ministério da Saúde e Assistência. Instituto de Assistência aos Leprosos".
(Vila Real) Pedido de intervenção para a transferência de Domingos Augusto Sequeira para o Porto. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Delegação em Vila Real. Gabinete do Delegado".
[s.l.] Informação da nomeação de um protegido e pedido de informação sobre a idoneidade de César Augusto de Sousa Teles. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Inspecção Geral dos Tribunais do Trabalho".