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RODRIGUES, João Evangelista. Filho de Lourenço Caetano Rodrigues e de Maria Joaquina Trancoso, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de João Rodrigues e de Francisca Josefa Domingues Leite, de Souto, Prado; n.m. de Margarida Joaquina Trancoso, solteira, das Várzeas, Vila. Nasceu na Vila a 14/4/1844 e foi batizado nesse dia pelo padre Benito (Vedenecea?), da paróquia de Alveios, Galiza. Madrinha: Maria, mãe de Jesus Cristo. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de SMP a 5/10/1868 com Maria, de 30 anos de idade, solteira, de Agra, Desteriz, Tui, filha de Manuel Rodrigues e de Josefa Cousse (ou Cousso), todos lavradores. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa e o padre José Joaquim Pires, que os casara. // A sua viúva faleceu no lugar da Pontepedrinha, Prado, a 17/5/1900, no estado de viúva. // Com geração.
SARANDÃO, João Manuel. Filho de Serafim Francisco Sarandão e de Rosa Maria Esteves, trabalhadores rurais. N.p. de Constantino Manuel Sarandão e de Ana Luísa Domingues Salgado; n.m. de Vitorino Lourenço Esteves e de Maria Benedita [Cerdeira]. Nasceu em Galvão a 2/2/1911 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: João Manuel Esteves e Belarmina da Glória Esteves, solteiros, lavradores. // Casou a 17/7/1930 na igreja de São Cipriano de Padrenda, Ourense, com Ascenção do Rosário Meixeiro, de 17 anos de idade, filha de Filomena Augusta Meixeiro. // Faleceu na Vila a 30/5/1978 e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // Pai de Artur; de Maria Celeste; de Rosa Albertina; de Rosa Maria, e de Saladina Irene.
VASCONCELOS, João Luís. Filho de Miguel Frederico Pita Vasconcelos, da freguesia de Santa Isabel, Lisboa, e de Maria Aurora Ascenção e Sousa, da Vila de Ponte da Barca. N.p. de João Luís Pita de Vasconcelos e de Maria Benta de Araújo Cunha; n.m. de José Maria de Ascensão e Sousa e de Inácia Beatriz Cerqueira. Nasceu em São Julião, Vila de Melgaço, a 3/8/1905, e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: o general Miguel Maria de Araújo Cunha e Cristina da Conceição Pita Vasconcelos, solteira, proprietária, representada por Carolina de Oliveira e Cunha, casada, proprietária. // Casou a 30/10/1929 com a sua conterrânea, Maria Amanda, filha de António Filipe de Barros e de Isabel Sofia Pereira Pimenta de Castro. // Saiu de Melgaço e embarcou para Angola, fixando residência no Huambo, onde foi secretário de finanças. // Em 1935 veio visitar a terra natal com a esposa e filhos . // Faleceu a 15/8/1974 em Alcântara, Lisboa.
VASCONCELOS, João Luís. Filho de Luís José de Vasconcelos e de Carlota Amélia Pita, de Angra do Heroísmo. Nasceu na freguesia de Nossa Senhora da Conceição, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, por volta de 1847. // Ajudante de engenheiros. // Veio para Melgaço na altura da construção da estrada nova, que substituiu a antiga, do tempo dos romanos! Aqui casou, na igreja de SMP, a 18/10/1873, tinha 26 anos de idade, era solteiro, com Maria Benta, da mesma idade, também solteira, batizada em Rouças, moradora na Vila, filha de João José de Araújo Cunha, de São Paio, e de Josefa Torres de Araújo, da Vila de Melgaço. Testemunhas: Gregório Francisco de Betencourt Pita, diretor da estrada pública, e sua esposa, Isabel Ermelinda Pereira Pimenta de Castro.
Averiguações acerca do padre João de Almeida Canejo, pároco das freguesias de Ervedal e Figueira de Barros, do concelho de Avis, distrito de Portalegre, que foi objecto de amnistia. Contém dois recortes do «Intransigente», jornal republicano publicado em Portalegre e de «O Mundo», publicado em Lisboa, bem como um folheto assinado pelo arcebispo de Évora, datado de 16 de Março de 1911, com instruções sobre o registo civil.
Reclamação feita pelo padre João Silveira Borges, cura capelão e coadjuntor em Ermida da Beira, freguesia de Velas na ilha de São Jorge, devido à sua transferência abrupta e violenta da referida freguesia para a ilha de Santa Maria, devido à sua manifesta simpatia para com a República, reclamando igualmente que lhe seja arbitrada a pensão do Estado a que tem direito e que o clero, mediante uma acérrima perseguição, lhe tem negado.
Pedido de transferência de bens para o Ministério das Finanças, nomeadamente de uma capela pública, denominada de São João, sita na freguesia de Santa Eulália, concelho de Elvas e distrito de Portalegre, com vista a ser posta em praça e arrendada pelo cidadão José Maria Elias, em nome da Cooperativa União Operária, de mercearias e padaria, residente em Santa Eulália, para alargamento da sua sede.
Pai: José Joaquim Silva Reis. Estado civil: casado. Mãe: Paulina Adelaide Sousa Reis. Estado civil: casada. Avô paterno: António José Reis. Avó paterna: Ana São José Silva Reis. Avô materno: Paulino Pacheco Sousa Guimarães. Avó materna: Ricardina Maria Sousa. Padrinho: João Antunes Braga, solteiro, proprietário. Madrinha: Ludovina Laurinda Alves Pinto. Morada dos pais: São Lázaro. Outras informações: estiveram presentes Ludovina Laurinda Alves Pinto, Joaquim José Vieira Rocha, assina a rogo pelo padrinho.
FERNANDES, João [António] (Roxo). Filho de Luís Fernandes e de Maria Rita Ferreira. Nasceu na freguesia de Alvaredo por volta de 1814. // Lavrador. // Casou em primeiras núpcias com Clara Soares (confirmar). // Por morte da sua esposa, casou em segundas núpcias com Marcelina Esteves. // Morreu a 26/4/1895, no lugar de Bouças, com todos os sacramentos, com oitenta e um anos de idade, com testamento, sem filhos, e no dia seguinte foi sepultado na igreja.
TEIXEIRA, João Manuel. Filho de Patrício José e de Mariana --------------------. Nasceu em São Pedro de Alcântara, concelho de Lisboa, por volta de 1880. // Morou no lugar de Bouças. // Casou com Ana Rosa Domingues, filha de Manuel Domingues e de Claudina Esteves de Carvalho, nascida em Alvaredo em 1881. // Faleceu em Alvaredo a 30/1/1934, com 54 anos de idade. // A sua viúva finou-se também em Alvaredo, a 23/2/1977, com noventa e seis (96) anos de idade. // Com geração.
DOMINGUES, João Manuel. Filho de Gonçalo Domingues e de Isabel Gonçalves. Nasceu por volta de 1860. // Casou a 9/7/1883 com a sua prima em 3.º grau, Isabel, de 30 anos, filha de Domingos Bernardo e de Ana Afonso e viúva de Domingos Afonso, todos de Pontes. Testemunhas: padre Vicente Conde e Manuel Fernandes, casado, de Mareco. // Faleceu em Campelo, Castro Laboreiro, a --/--/1937, com 77 anos de idade (NM 377, de 21/11/1937).
FERNANDES, João Manuel. Filho de Manuel António Fernandes e de Ana Rosa Esteves, residentes em Mareco. // Faleceu a 16/12/1869, com apenas 32 anos de idade, em São Miguel, Vilar de Amargos, Figueira de Castelo Rodrigo, casado com Antónia Esteves, de Mareco, Castro Laboreiro, e foi sepultado no cemitério da dita freguesia. // Com geração. // (A notícia chegou a Castro Laboreiro no dia 20/5/1870; o assento de óbito foi feito pelo padre Manuel António Gonçalves em Setembro de 1874).
FERNANDES, João Manuel. Filho de José António Fernandes e de Isabel Maria Fernandes, ela de Cainheiras e ele de Mareco, onde habitavam. N.p. de Manuel Fernandes e de Ana Rosa Esteves; n.m. de Sebastião Fernandes e de Anastácia Afonso. Nasceu a 22/4/1876 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Fernandes, pela pessoa de Manuel José Fernandes, e sua mulher, Rosa Fernandes.
MOURA, João Manuel. Filho de António Moura e de Maria Gonçalves. Nasceu em São Vicente de Chã, arcebispado de Braga, por volta de 1857. // Casou em Castro Laboreiro a 4/9/1886, com Ludovina de Sousa, de 28 anos de idade, filha de Rosa Maria, de São Miguel de ……., bispado do Porto. No acto do casamento declararam ao pároco que tinham uma filha, de nome Josefa. Testemunhas: Jerónimo Fernandes de Barros e sua mulher, Isabel Maria Gonçalves.
Filho de Diogo Luís Esteves e de Maria Marcelina Gomes, residentes no lugar de Fonte. N.p. de Manuel António Esteves e de Maria Rosa Alves, do lugar da Igreja; n.m. de Caetano Manuel Gomes e de Vicência Rosa de Araújo Fernandes. Nasceu em Chaviães a 31/3/1849 e foi batizado pelo padre JLBC a 2 de Abril desse mesmo ano. Padrinhos: João José de Araújo Cunha, ou Cunha Araújo, e sua filha, Teresa da Conceição de Araújo Cunha, da Vila de Melgaço.
Filho de Félix José Domingues e de Luísa Domingues, do lugar de Cousso. Neto paterno de Luís Caetano Domingues e de Maria José Rodrigues; neto materno de José Domingues (Santos ou Souto) e de Maria Luísa Gonçalves, de Virtelo. Nasceu em Cousso a 6/4/1864 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: João Domingues “Santo”, solteiro, tio do bebé, e Maria Luísa Domingues, de Virtelo, todos lavradores. // Faleceu em casa dos pais a 19/9/1864 e foi sepultado na igreja.
MONTEIRO, João Batista. Filho de António Monteiro e de Maria Araújo, lavradores, residentes em São Gregório. Neto paterno de Francisco Monteiro e de Ana Fernandes, do Coto; neto materno de Manuel Caetano de Araújo e de Antónia Monteiro, de São Gregório. Nasceu em Cristóval a 24/6/1867 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso, solteiro, alfaiate, do Coto, e Claudina Moreda, solteira, de São Gregório. // Faleceu a 27/10/1873 e foi sepultado na igreja.
ROCHA, João Manuel. Filho de Manuel António da Rocha e de Francisca Rodrigues, do lugar de Araújo, Barbeita, Monção. // Comerciante em São Gregório. // Casou na igreja de Cristóval a 31/12/1835 com Maria Teresa, filha de Francisco José Veloso e de Anastácia de Amoedo, de São Pedro de Crecente, Tui. Testemunhas: Vitorino da Costa e o padre Manuel Rodrigues. // Em 1838 era administrador do concelho (Augusto César Esteves, “Melgaço, Sentinela do Alto Minho”, II parte, 1.º volume, página 164).
PIRES, João Batista. Filho de Manuel José Pires e de Rosa Maria Pereira, moradores no lugar do Sobreiro. // Casou na igreja de Cristóval a 4/1/1836, com Francisca, filha de Inácio Moreda e de Maria Luísa Gonçalves, de São Gregório. // Faleceu em São Gregório a 18/7/1879, com 70 anos de idade, viúvo de Francisca, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou uma filha.
ESTEVES, João Manuel. Filho de Caetano José Esteves e de Maria Rosa Quintela. Nasceu por volta de 1822. // Lavrador. // Casou na igreja de Fiães a 6/11/1843, com a sua parente no 3.º e 4.º grau, Maria Joaquina Quintela, de Portocarreiro, viúva, fenalense. Testemunhas do ato religioso: Manuel de Almeida, de Ladronqueira, e Manuel Quintela, solteiro, de Adavelha. // Faleceu em Portocarreiro a 21/9/1880, com 58 anos de idade, casado, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou três filhos.
AFONSO, João Manuel. Filho de Francisco Afonso e de Margarida Alves. Nasceu em Paderne por volta de 1859. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Fontes, quando casou na igreja do mosteiro a 25/11/1883 com Maria do Rosário Gonçalves, viúva de António Luís Vaz, de 28 anos de idade, filha de Bento Manuel Gonçalves e de Maria Vaz, padernenses, moradores em Pomares, todos rurais.
SALGADO, João António. Filho de António Caetano Salgado e de Maria Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Beleco. Neto paterno de Manuel Francisco Salgado e de Rosa Maria Vieites, do dito lugar; neto materno de Veríssimo Rodrigues e de Antónia Maria Vieites, moradores no lugar de Sá. Nasceu a 24/6/1881 e foi batizado no dia seguinte. Padrinho: o seu avô materno, viúvo, lavrador. // Morreu no lugar de Beleco a --/--/1930, com 49 anos de idade.
OUTEIRO, João Manuel. Filho de Francisco José do Outeiro e de Maria Francisca Monteiro, moradores em Pedreira, Paços. N.p. de Manuel Francisco do Outeiro e de Maria Francisca Alves, do dito lugar; n.m. de José Monteiro e de Helena Ribeiro, de São Gregório, Cristóval. Nasceu a 5/6/1845 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pires e sua filha, Rosa Pires, de Doma, Cristóval. // Faleceu a 10/2/1923.
DOMINGUES, João Manuel. Filho de Júlio Joaquim Domingues e de Carolina Gonçalves, lavradores, residentes na Várzea. N.p. de António José Domingues e de Maria Josefa Rodrigues; n.m. de Manuel Luís Gonçalves e de Luísa Gonçalves. Nasceu em Paderne a 16/2/1864 e foi batizado em casa, nesse dia, devido a correr perigo de vida, por Maria Teresa Vasques, casada com Januário Rodrigues; batizaram-no na igreja no dia seguinte. Não teve padrinhos. // Faleceu a 21 desse mês e ano.
CASTRO, João António. Filho de Jerónimo José Ribeiro Codesso Soares de Figueiredo e Costa e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro. Nasceu em Paderne, no lugar da Portela, a 10/12/1833, e foi batizado na igreja do mosteiro cinco dias depois. // Ainda jovem, emigrou para o Brasil. // Como se passaram 40 anos sem dar notícias, os irmãos dividiram entre si o que a ele pertencia por herança.
LOURENÇO, João Manuel. Filho de Manuel José Lourenço, de Paderne, e de Teresa Barbosa, de Alvaredo. Nasceu e foi batizado em Paderne. // Tinha 31 anos, era solteiro, morava em Golães, quando casou (*) na igreja de Paderne a 14/1/1863 com Maria da Ascensão, de 34 anos de idade, solteira, residente em Queirão, filha de Manuel José Alves e de Maria Luísa Lourenço, padernenses. /// (*) Segundo parece, o matrimónio não se concretizou (!!!).
GONÇALVES, João Manuel. Filho de Ana Ventura Gonçalves, de Além. Nasceu nesse lugar de Paderne por volta de 1816. // Jornaleiro. // Durante muitos anos foi mordomo da igreja. // Faleceu na Costa dos Moinhos, Paderne, a 27/10/1883, com 67 anos de idade, casado com Maria Rosa Rodrigues, tendo sido sepultado no adro da igreja. // Pai de Constança, tecedeira, casada desde 1877 com António Joaquim Gregório, natural da Gave.
GONÇALVES, João Manuel. Filho de Daniel Gonçalves e de Maria José Rodrigues, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1860. // Tinha 36 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar de Estivadas, quando casou na igreja do mosteiro a 5/7/1896 com a sua conterrânea e parente no 2.º grau de consanguinidade, Maria José Pires, de 23 anos de idade, solteira, doméstica, residente no dito lugar, filha de Caetano Pires e de Teresa Gonçalves, rurais, padernenses.
MARINHO, João Luís (Padre). Filho de Luís Manuel Pereira de Castro Marinho e de Florinda Rosa Gomes Pinheiro, proprietários, moradores no lugar de Crastos. Nasceu nesse lugar de Paderne a 22/5/1824. // Foi pároco na Gave e também de Paderne. // A 15/9/1848 foi padrinho de Luís Manuel da Silva, que nascera dois dias antes. Morava em Crastos. // Morreu ali, no dito lugar de Crastos, a 8/12/1885, com 61 anos de idade, e foi sepultado na igreja dois dias depois.
RODRIGUES, João Manuel. Filho de José Rodrigues e de Rosa Pinheiro, lavradores, galegos. Nasceu na freguesia de Santa Cristina de Baleixo, bispado de Tui, por volta de 1838. // Rural. // Faleceu a 24/6/1900, em sua casa de morada, sita no lugar da Várzea, Paderne, Melgaço, com todos os sacramentos, com 62 anos de idade, no estado de casado com Maria Júlia de Abreu, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja de Paderne.
PEREIRA, João Francisco. Filho de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Teresa Cerdeira, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1830. // Rural. // Faleceu a 30/8/1904, em sua casa de morada, sita no lugar de Crastos, com todos os sacramentos, com 74 anos de idade, no estado de casado com Joaquina Clara Esteves [Pereira], sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
GARCIA, João Francisco. Filho de Manuel José Garcia e de Mariana Esteves. Nasceu em Penso por volta de 1839. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Pomar, quando casou na igreja da sua freguesia a 29/6/1865 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, e conterrânea, Maria, de 40 anos de idade, viúva de Bento Manuel Esteves. Testemunhas: Caetano Manuel da Rocha, de Paradela, e Joaquim Gonçalves, de Lages, casados, agricultores.
ESTEVES, João Batista. Filho de Vitorino Joaquim Esteves e de Rosa Maria Garcia, lavradores, residentes em Alempassa. N.p. de Francisco Manuel Esteves e de Rosa Joaquina Barbosa; n.m. de Manuel Joaquim Garcia e de Maria Luísa Rodrigues. Nasceu a 24/6/1880 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: tia paterna, Maria Joaquina Esteves, solteira, costureira, e Domingos Joaquim Garcia, solteiro, caixeiro {representado por seu pai, Manuel Joaquim Garcia (avô materno do batizando)}. // Faleceu a 17/2/1888.
LUCENA, João Eugénio. Filho de João António de Lucena (*) e de Delfina Emília da Costa Lucena, ambos de Santos-o-Velho, Lisboa. Nasceu na dita freguesia de Lisboa (ou na freguesia do Marquês de Pombal) por volta de 1875. // Proprietário e capitalista. // Casou na igreja de Penso a 11/2/1899 com Ernestina Lourenço (**), nascida em Barro Grande, Penso, a 14/12/1881, filha de Rosa Lourenço (e de João Esteves Cordeiro). // Chegou a ser vereador da Câmara Municipal de Melgaço (1908), jurado por Penso – 2.º semestre de 1907 e 1.º semestre de 1908 e ainda vice-presidente da Câmara Municipal de Melgaço e da Comissão Concelhia da União Nacional. Também fez parte do Conselho Municipal, como representante do Grémio da Lavoura. // Na década de trinta (século XX) foi administrador do concelho melgacense, quiçá o último. // Em 1937 tinha arrendado o Campo das Secas, sito em Prado, Melgaço, propriedade de Albertina dos Prazeres Rodrigues e de outros; pagava de foro anual 22,5 litros de pão meado e dois litros de vinho, pagos a 29 de Setembro de cada ano, com o laudémio de quarentena . // Em 1951 estava retido no leito devido a doença reumática . // Morreu em Paranhão, onde morava, a 30/5/1954, de hemorragia cerebral, e foi sepultado no cemitério de Penso. // A sua viúva finou-se também em Penso, a 3/1/1969. // Com geração. // Era irmão de Alberto Lucena, comerciante em Lisboa, casado e com filhos. /// (*) João António de Lucena morreu em 1913, na viagem de comboio Lisboa-Cascais. /// (**) Posteriormente passou a ser conhecida por Ernestina Esteves Cordeiro, talvez por ter sido perfilhada.
REGUENGO, João Manuel. Filho de Maria Esteves Reguengo. Nasceu em Penso por volta de 1844. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, pedreiro, morava em Cortinhas, quando casou na igreja da sua freguesia, a 6/8/1873, com a conterrânea, Libânia, de 28 anos de idade, solteira, costureira, residente em Casal Maninho, filha de José Fernandes, de Alvaredo, e de Rosa Maria Domingues, de Penso. Testemunhas: José Fernandes, lavrador, e António Fernandes, criado de servir, ambos de Casal Maninho.
RODRIGUES, João Manuel. Filho de José Rodrigues e de Francisca de Castro, lavradores, de Santa Eulália de Valadares. Nasceu nessa freguesia de Monção por volta de 1796. // Faleceu a 30/9/1863, em sua casa de Lages, Penso, com 67 anos de idade, casado com Maria José Gomes, e foi sepultado na igreja. // Escreveu o pároco: «não recebeu mais sacramentos por ter sido gravemente contuso debaixo de um carro de lenha.» // Deixou filhos.
PIRES, João Manuel. Filho de Francisco José Pires e de Maria Joaquina Domingues, moradores no lugar de Paradela. N.p. de António Pires e de Mariana de Araújo, do dito lugar; n.m. de Francisco José Domingues e de Maria Luísa Domingues, de Casal Maninho. Nasceu em Penso a 8/5/1856 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Pires, de Telhada Grande, e Carolina Pereira, solteira, de Pomar.
GOMES, João José. Filho de António Luís Gomes e de Ana Maria Caldas, moradores no lugar de Bouços. Neto paterno de Bernardo Gomes e de Maria Rodrigues; neto materno de Domingos Caldas e de Maria Lourenço, do lugar da Corredoura. Nasceu em Prado a --/--/17--. // Foi eleito ajudante das Ordenanças a 22/12/1810. // Casou com Rosa Maria Alves, filha de António Alves, da Fichoa, e de Ana Maria Gomes Calheiros.
CALHEIROS, João José. Filho de José Maria Soares Calheiros, natural da Vila, e de Maria Benedita Durães Vaz Torres. Neto paterno do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro; neto materno de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães. Nasceu em Prado a 14/3/1830 (?). // Nota: parece ser gémeo de Rosa Joaquina Calheiros. // Ver, em São Paio, Joaquina Maria Meleiro.
RIBEIRO, João Luís. Filho de Francisco José Ribeiro e de Antónia Maria Alves, moradores no lugar de Ferreiros, Prado. Nasceu em Prado a --/--/17--. // Teve a profissão de ferrador, como seu pai, com oficina no dito lugar de Ferreiros. // Casou com Maria Rosa Pires, do lugar do Cerdedo. // Segundo consta, gozou de uma vida mais desafogada do que aquela que seus progenitores tiveram. // Pai de Luísa Teresa de Jesus Ribeiro.
CERDEIRA, João Luís. Filho de Joaquim António Cerdeira e de Luísa Caetana Alves, lavradores, roucenses. Nasceu em Rouças (ou em Prado) por volta de 1801. // Rural e carpinteiro. // Morreu no lugar do Rio do Porto, Rouças, a 13/2/1887, com todos os sacramentos, com 86 anos de idade, no estado de viúvo de Ana Benedita Gomes Veloso, com testamento, com três filhos, e foi sepultado no cemitério local. // Ver na freguesia de Prado.
SOUSA, João Batista. Filho de pais incógnitos. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 6/3/1848 com Maria Joaquina Aires, filha de Gertrudes Aires, solteira, do lugar da Carreira, Rouças. Testemunhas: Bento de Nossa Senhora do Carmo e padre António Joaquim Durães, ambos do lugar da Igreja. // Morreu a 1/3/1890, no lugar da Carreira, com todos os sacramentos, com 75 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, com um filho, e foi sepultado no cemitério da freguesia de Rouças.
ESTEVES, João Manuel. Filho de Manuel Luís Esteves e de Maria da Conceição. Nasceu por volta de 1814. // Lavrador. // Faleceu em Bilhões a 19/5/1866, com 52 anos de idade, com todos os sacramentos, casado com Maria Teresa Pires, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja. // Pai de Maria Rosa Esteves (ou Maria Teresa Esteves), casada com Jerónimo José Trancoso, da Vila de Melgaço.
FERNANDES, João Manuel. Filho de Luísa Teresa, viúva, do lugar de Pias, freguesia de São Pedro de Merufe, Monção. // Casou na igreja de Rouças a 24/11/1822 com Maria da Conceição, filha de Manuel de Abreu e de Maria Gonçalves, do lugar de Cabreiros, Rouças. Testemunhas: José António Domingues, do lugar do Crasto, Rouças, e António Fernandes, solteiro, do dito lugar de Pias, Merufe. // Uma filha do casal, Joaquina Rosa, casou com Henrique Benedito de Barros, da Vila.
CASTRO, João Luís. Filho de Caetano de Castro e de Maria Gertrudes Lourenço, moradores no lugar de Barreiros. Neto paterno de Ana Domingues, de Bilhões, Rouças; neto materno de António Lourenço e de Maria de Neiva, do Regueiro. Nasceu em São Paio a 16/11/1797 e foi batizado pelo padre José Vaz de Carvalho a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Lourenço e irmã, Antónia Lourenço, solteiros, do Regueiro.
CARVALHO, João Luís. Filho de Manuel António de Carvalho e de Joana Luísa Lourenço, moradores em Sante. N.p. de Manuel ----------- de Carvalho e de Ana Vieites, do dito lugar; n.m. de António Lourenço e de Maria de Neiva, do Requeixo. Nasceu em São Paio a 17/8/1806 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Alves Mendes e Maria Joaquina Domingues Felgueiras, dos Moinhos, Paderne.
CODESSEIRA, João Marcelino. Filho de José Joaquim Codesseira e de Antónia Alves. N.p. de Manuel José Codesseira e de Maria Rosa Durães; n.m. de António José Alves e de Maria Luísa Lourenço, todos do lugar da Costa. Nasceu em São Paio a 24/7/1840 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António Codesseira, tio do bebé, morador em São Gregório, e Marcelina Rosa Gonçalves, solteira, do Nogueiral.
TORRES, João Luís. Filho de António Rodrigues Torres e de Joana Maria Gonçalves da Ribeira, de Sante. N.p. de Diogo Rodrigues Torres e de Maria Rosa Codesso, do mesmo lugar; n.m. de Manuel Gonçalves da Ribeira e de Maria Gonçalves, do Barral, Paderne, termo de Valadares. Nasceu em São Paio a 6/5/1811 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Mendes e sua companheira Ana Maria Lourenço, de Verdelha, Paderne.
BARBEITOS, João Manuel. Filho de Manuel Francisco Barbeitos, sapateiro, de Barbeita, Monção, e de Albina da Conceição Alves, lavradeira, da Vila de Melgaço, moradores na Rua da Calçada, SMP. Neto paterno de Luís Manuel Barbeitos e de Elvira Guilhermina da Piedade, de Barbeita, Monção; neto materno de Teresa Joaquina Alves, da Vila de Melgaço (casada com Francisco Maria de Melo). Nasceu em SMP a 3/1/1894 e foi batizado na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: João Vitorino dos Santos Lima, solteiro, “brasileiro”, e Teresa Joaquina Lopes, solteira, ambos da Vila. // Numa segunda-feira de 1908 um vagão em Arbo esmagou-lhe uma perna. // A 1/6/1914, no lugar das Carvalhiças, SMP, ficou ferido devido a ter levado uma coça de José Fernandes, mais conhecido por “Manolo”, e de outro, que fugiu, tendo o José sido preso pelas autoridades; também levou tareia João Gonçalves e Alberto dos Santos, ficando bastante feridos. // Em 1917 foi ele preso e levado com outros para a cadeia de Valença do Minho por ter participado numa desordem de rua. Alguém escreveu: «consta, mesmo, que um deles, o “Dois”, recebia pontas de fogo no hospital de Valença». Passado algum tempo, mandaram-no para casa. Sem julgamento. // Casou a 18/9/1918 com Claudina Rosa, de 33 anos de idade, natural de Paços, filha de Francisco Pires e de Maria José Gonçalves. // O casal morou em São Gregório, Cristóval, onde teve oficina de soqueiro na Rua Verde, e lhes nasceram os filhos e onde ambos morreram: a esposa a 27/11/1961 e ele a 4/5/1963. // Era coxo, devido a um acidente sofrido aos quinze anos em Arbo, Galiza, quando descarregava telha dum vagão, e por isso ficou conhecido por “João Dois”. Ao andar parecia que marchava: um, dois; um, dois...
BARBOSA, João Manuel. Filho do Dr. António Jácome Barbosa e de Rosália Joana Pereira, de São Cipriano, Vila Nova de Cerveira. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1806, com Maria Margarida, filha de António Gomes de Abreu Magalhães e de Caetana Maria de Abreu, moradores no lugar da Corga, SMP. Testemunhas: padre Carlos Domingues, abade de SMP, Manuel Pereira Novais, e Joaquim António, mordomo da igreja.
BARREIROS, João Almeida (Cataluna). Filho de Generosa Miquelina Barreiros, solteira, jornaleira, natural do lugar de Ponte de Mouro, Ceivães, Monção, acidentalmente moradora na Vila de Barcelos. Neto materno de Bento Manuel Barreiros (defunto) e de Maria Joaquina de Almeida. // Nasceu no hospital da Misericórdia de Barcelos a 14/6/1896 e foi batizado na igreja de Santa Maria Maior a 17 desse mês e ano. Padrinhos: João da Conceição, impúbere, morador no dito hospital, e Maria Emília da Silva, solteira, costureira, da Rua da Estrada, Vila de Barcelos. // Veio, ainda criança, com sua mãe e irmão Raul, viver para Melgaço. // Aqui aprendeu a arte de sapateiro; montou oficina no Bairro do Carvalho, que encerra anos depois, passando a viver à sombra protetora da esposa. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 339, de 17/1/1937, página 8, na gazetilha do professor Ribeiro da Silva: «Rompe-se a sola e o tacão. / - Cataluna! Meias-solas…» // Casou na igreja de SMP a 14/9/1922 com Olímpia dos Anjos, de 20 anos de idade, filha de Hermínia Augusta Rodrigues. Testemunhas: Simão Luís de Sousa Araújo e Flaviana Mendes de Araújo, proprietários, João de Sousa, casado, barbeiro, e João Gonçalves, solteiro, sapateiro. // Foi músico: primeiro na banda da Associação Artística, nessa altura regida por Alfredo Augusto Lafuertes, do Porto, tocando, com talento, cornetim; depois passou para a Música Nova, cujo maestro era Rafael Paulo Fernandes. Em 1927 ingressa na banda dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, onde desempenhou um papel importante como músico. // Entretanto a esposa abriu uma Pensão onde antes estivera a taberna da Angelina e mais tarde o Grémio da Lavoura. As coisas não correram bem e por isso fechou as portas, passando a cozinhar para casamentos e outros eventos. // Ele faleceu na Vila a 26/11/1976. // A sua viúva finou-se também na Vila de Melgaço a 16/8/1986. // Com geração.
BARROS, Carlos João. Filho de António Filipe de Barros e de Emília Perfeita dos Santos. Nasceu em Lisboa, em Santos-o-Velho, nos finais de 1878 ou inícios de 1879. // Faleceu na Praça do Comércio, SMP, em casa de sua avó materna, Emília Perfeita Gonçalves dos Santos, com apenas um ano incompleto, e foi sepultado no cemitério público de Melgaço, na capela de sua família. (O abade: Francisco Gomes Barreiros).
VERGARA, João Manuel. Filho de José Vergaria e de Ana Maria de Araújo, moradores no lugar do Paço. N.p. de Francisco Vergaria e de Manuela Codeço, da freguesia de São Pedro de Quintela do Leirado, bispado de Ourense; n.m. de Maria Meleiro de Araújo, da freguesia e couto de Fiães. Nasceu em São Paio a 5/5/1801 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Lourenço e sua mulher Rosa Gomes, da Deveza.
BERMUDES, João Cândido. Filho de Maria do Carmo Bermudes, solteira, padeira, natural de Parada do Monte. Neto materno de José Bermudes e de Maria Rosa Lença. Nasceu na Rua Direita, SMP, a 30/3/1901, e foi batizado a 2 de Abril desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, casado, negociante, e Beatriz do Nascimento Gomes, solteira, costureira. // Morreu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a 6/11/1947.
ESTEVES, João Cândido. Filho de Laureana Joaquina Esteves, solteira, servente. N.m. de Caetano Maria Esteves e de Maria de Jesus (ou Maria Joaquina) Soares. Nasceu intramuros a 3/3/1889 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: assistiu ao ato Alfredo Cândido Alves, solteiro, com procuração de José Cândido Gomes de Abreu, e Silvana Rosa Esteves, solteira, tia materna do batizando. // Faleceu na Rua de Baixo, Vila, a 21/4/1889, e foi sepultado no cemitério.
DANTAS, João Augusto. Filho de Adolfo Augusto Dantas, da Vila, e de Joaquina Rosa Vaz, de São Paio, trabalhadores rurais. N.p. de Manuel Joaquim Dantas e de Rosa Emília Dias; n.m. de Joaquim Vaz e de Ana Rosa Gomes. Nasceu nas Carvalhiças a 29/6/1905 e foi batizado a 1 de Julho desse ano. Padrinhos: José António Penha, casado, trabalhador, e Maria Josefa Rodrigues, casada, proprietária. // Faleceu a 15/8/1905 e foi sepultado no cemitério público.
LOURENÇO, João Vicente. Filho de Manuel Lourenço e de Maria Luísa Araújo, moradores em Galvão. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de São Paio; n.m. de António Manuel Araújo e de Margarida Domingues, de Galvão. Nasceu na Vila a 20/3/1822 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, de Galvão, e Maria Peregrina, das Várzeas, ambos da Vila.
LOURENÇO, João Luís. Filho de ------- Lourenço e de ------------------------------. Nasceu em São Paio de Segude, Monção, por volta de 1868. // Soldado da Guarda-Fiscal. // Casou com Mariana Batista, de Barbeita. // Além de guarda, também foi sacristão da igreja da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu na Vila a 31/5/1934, com 66 anos de idade. // Pai de Anésia, casada com Manuel Plácido Rodrigues. // (ver Avelino Lourenço).
LOPES, João Batista. // Faleceu na Vila, intramuros, a 7/11/1869, em casa de sua irmã Caetana, viúva de Apolinário, viúvo, o qual dizia ter sido casado em Lisboa com Maria da Conceição «porém nenhum esclarecimento deste tenho em meu poder legalmente; também dizem que tratou ou fez escritura, eu nada sei de certo» (assim escreveu o padre). // Foi sepultado na igreja matriz. // Constava que tinha filhos.
MILHO, João da Cruz. Filho de António Maria Penúrias Milho, natural de Serpa, Alentejo, e de Maria dos Anjos Gonçalves, natural de São Paio de Melgaço. Nasceu a 20/1/1942. // Faleceu a 2/2/1969, solteiro, com apenas 27 anos de idade. // Os seus restos mortais foram sepultados no cemitério municipal de Melgaço. // Não faço ideia qual foi a sua profissão, mas deve ter trabalhado nas obras ou no campo. // Era muito doente, devido sobretudo à má alimentação que teve na infância.
MARINHO, João António. Filho de Inocêncio José Marinho e de Teresa de Jesus. Nasceu na Pigarra, Vila, a 7/5/1905, e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Belchior Herculano da Rocha, casado, taberneiro, e Maria Jacinta Rodrigues, viúva, proprietária. // Viveu maritalmente com Maria Saraiva, mais conhecida por “Maria do Sabino”, mãe solteira, e ambos exploraram uma taberna no local onde mais tarde abriu o restaurante regional Sabino. // Faleceu na Vila a 6/1/1984.
RODRIGUES, João Batista. Filho de Francisco Xavier Rodrigues, de Chaviães, e de Rosa Liberata Gonçalves, da Vila, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Alonso Rodrigues, de Crespos, Ourense, e de Gertrudes Gomes, de Chaviães; n.m. de Pedro Gonçalves Pires, de Padrenda, e de Antónia Gomes, de Melgaço. Nasceu a 29/4/1792 e foi batizado na igreja de SMP a cinco de Maio desse ano. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e Antónia Maria, melgacenses.
RODRIGUES, João Romão. Filho de Luís António Rodrigues e de Maria Rosa Gomes, de Alveios, Tui, mas há muitos anos morador em Melgaço. // Casou na igreja de SMP a 1/1/1818 com Genoveva, filha de Jerónimo Esteves e de Maria Gomes, de Fiães, moradora na Vila há vários anos. Testemunhas: padre António José Gomes, Manuel Caetano Alves, casado com Clara Esteves, e Manuel Afonso, alfaiate, todos residentes na Vila.
RODRIGUES, João Manuel. Filho de Leandra Teresa Rodrigues, natural de Arcozelo (Santa Marinha), Ponte de Lima, moradora no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.m. de Gaspar Rodrigues e de Rosa Maria, de Arcozelo. Nasceu a 22/6/1785 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado. Padrinhos: Manuel de Sousa, viúvo, e Francisca Martins, casada, moradores na Vila.
SIMÕES, João António. Filho de Maria Josefa Simões, solteira, moradora no Louridal, Vila. Neto materno de Sebastião Simões e de Joana Gonçalves, do dito lugar. Nasceu a 1/5/1778 e foi batizado em casa por Diogo Sobrecaza, de nacionalidade francesa! A cerimónia na igreja ocorreu dois dias depois. Padrinhos: o dito Diogo e Bárbara Gertrudes, moradora no Campo da Feira. Testemunhas: Francisco Pinto de Matos e MPF, sacristão.
SOUSA, Carlos João. Filho de José Joaquim de Sousa e de Mariana Carolina de Araújo Marques, moradores no Campo da Feira de Dentro, SMP. N.p. de José Tomaz de Sousa e de Maria Gertrudes Gonçalves; n.m. de Ana Rosa Marques, solteira, todos moradores na Vila. Nasceu a 24/6/1854 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinho: Agostinho Gonçalves, solteiro, de Castilha, Espanha.
Retrato de João Maria Evangelista Gonçalves Zarco da Câmara (1852-1908). Contém reprodução da sua assinatura e a seguinte informação impressa: "Poeta, romancista e dramaturgo. No theatro impoz o seu grande talento com a peça «Os Velhos»; como prosador e poeta, tem publicado livros de grande merito. Nasceu em Lisboa, no palacio dos Marquezes da Ribeira a 27 de Dezembro de 1852"; integra, ainda, a numeração da coleção: "12" e "CCXCIII".
Contém desenho retratando João de Deus de Nogueira Ramos (1830-1896), poeta lírico e pedagogo português. Incluí, ainda, reprodução da sua assinatura. Desenho assinado e datado: "1908 VIII". Integra excerto do poema "Mal Sabes": "Quiz converter a terra em paraizo: Vendo uma luz no céu ergui o braço A vêr se a apanhava n'essa espaço... Como faz a creança em juizo!" Impresso, na frente, a numeração da coleção: "1".
DOMINGUES, João Batista. Filho de Manuel Caetano Domingues e de Maria Tomásia Domingues, do Ramo. N.p. de Manuel José Domingues e de Maria Josefa Domingues, de Soutomendo, Fiães; n.m. de António José Domingues e de Luísa Pires, do Ramo. Nasceu a 16/8/1853 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Madrinha: Antónia Vaz, solteira, de Sucastelo. // Faleceu a 8/6/1858 e foi sepultado na igreja no dia 9.
SILVA, João Carlos. Filho de Esolino Português da Silva, natural de São Cristóvão de Mourentão, partido judicial da Caniça, bispado de Tui, Galiza, e de Clotilde Amélia da Silva, natural do Rio de Janeiro, Brasil, falecida antes de 1903. Nasceu no Rio de Janeiro por volta de 1894. // Morreu no lugar de Santo Amaro, onde residia, a 12/11/1903, repentinamente, com apenas nove anos e quatro meses de idade, estudante, e foi sepultado no cemitério de Prado.
LOURENÇO, João Luís. Filho de Bernardo Lourenço e de Isabel Álvares, moradores no lugar de Barata. N.p. de António Lourenço, de Galvão, Vila, e de Ana Lourenço, viúva, da Carreira, São Paio; n.m. de António Álvares e de Maria Lourenço, de Real, São Paio. Nasceu em São Paio a 27/2/1790 e foi batizado a 1 de Março desse ano. Padrinho: Manuel José Álvares, da Carreira.
"Composição feita entre o cabido e João Pires, tabelião, e sua mulher, Margarida Gil, acerca da demanada que versava sobre o emprazamento de metade dos bens, que foram de Vasco Seco e mulher Maria Afonso, sobre a qual houvera sentença proferida pelo cónego Gomes Fernandes, Vigário Geral de Braga, e agora pendia por apelação à Santa Sé perante D. Gil, bispo do Porto. Escrito a 21 de fevereiro da era de 1443, na capela de S. João, pelo tabelião Vasco Martim sendo testemunhas, entre outros, Gil Lourenço, prebendeiro do cabido e Pero Anes, tabelião."
"Venda de umas casas sitas na rua da Caldeiroa, feita por João do Porto e mulher Leonor Álvares a António Lopes, clérigo, por 7.500 reais, de seis ceitis o real; ficando o vendedor obrigado a conseguir que os seus filhos Inês Eanes, Leonor Eanes e Fernão do Porto outorgassem este contrato até ao dia de Natal. Escrito pelo tabelião Bastião Gonçalves. Em seguida: Posse das ditas casas conferida pelo tabelião Salvador Lopes a 16 de janeiro de 1524. No verso: outorga dada ao contrato supra por Marcas Domingues...e mulher Inâs Eanes, moradores no Toural, escrita a 2 de abril de 1524 pelo tabelião João Ribeiro."
LOPES, João Francisco. Filho de José (ou João) Luís Lopes, natural de Paços, e de Marcelina Rosa Rodrigues, natural de Alveios, Tui, moradores no lugar de Beleco, Paços. N.p. de Caetano Lopes e de Ana Rosa Salgado, do dito lugar; n.m. de José Rodrigues e de Josefa Ribeiro, da Boavista, Alveios, Tui. Nasceu a 16/7/1855 e foi batizado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: João Francisco Montes e Benedita Magalhães, dos Casais, Cristóval. // Era solteiro, professor da instrução primária, morava em Beleco, quando casou na igreja de Paços a 12/2/1882 com Amélia da Glória Soares Calheiros, de 30 anos de idade, solteira, mestra régia, natural da Vila de Melgaço, filha de Maria Ventura Soares Calheiros, de SMP. Testemunhas presentes: padre José Maria Mendes, morador nos Casais, Paços, e Joaquim Soares de Avelar, moço servente na Vila de Melgaço. (Pároco encomendado: padre António Avelino Douteiro). // Em 1895, 1896, e 1897, lecionava na escola de Paços; era professor de segunda classe. // Morreu em São Gregório, Cristóval, onde morava, a 31/5/1897, no estado de casado, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cristóval. // Com geração.
MARINHO, João Nepomuceno (Dr.). Filho de Dionísio António Pereira de Castro Marinho e de Josefa Caetana Ribeiro Codesso, residentes em Crastos, Paderne. Nasceu nesse lugar por volta de 1805. // Tinha 64 anos de idade, era solteiro, advogado, quando casou na igreja de SMP, a 4/5/1869, com Maria Joaquina, de 47 anos de idade, solteira, da Vila, filha de Maria Joaquina Cerdeira (legitimada pelo matrimónio subsequente de sua mãe com Domingos Coutinho, natural das Quingostas, São Paio). Testemunhas: Carlos João Ribeiro Lima, proprietário na Rua da Calçada, e José Cândido Gomes de Abreu, negociante no Campo da Feira, ambos da Vila. E perante o sacerdote e testemunhas «e por eles, nubentes, foi dito, no mesmo acto, que reconheciam por seu herdeiro o seu filho legítimo, João Nepomuceno de Castro Marinho, de 25 anos incompletos.» // Faleceu a 30/4/1875 no Campo da Feira de Fora, Vila, onde residia com a esposa, e foi sepultado na igreja do extinto convento das Carvalhiças. // Nota: o único filho que tinha, acima referido, morreu antes dele (ver na Vila).
CARVALHO, João Batista. Filho de Francisco José de Carvalho e de Antónia da Assumpção de Neiva, ele de SMP, Vila, e ela de São Paio, moradores no lugar da Carreira. N.p. de João Batista Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso; n.m. de Manuel Caetano de Neiva e de Lina Teresa Fernandes, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 24/3/1870 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Vieites, casado, da Carreira, e Maria Teresa de Neiva, solteira, de Rouças. // Em 1898 era caixeiro em Lisboa. // A 29/1/1898 foi padrinho de Idalina Batista Esteves, nascida em Rouças a 24 daquele mês e ano, tendo sido representado no acto por seu irmão, Manuel Joaquim. // Abriu mercearia no lugar da Carreira a 8/11/1901. // Foi nomeado pela Câmara Municipal aferidor interino, de pesos e medidas, a 8/2/1905 – pouco depois ficou efetivo. // Era solteiro, negociante, quando casou na igreja de Penso a 23/4/1905 com Justina Vaz, de 31 anos de idade, solteira, costureira, natural de Penso, residente no lugar das Mós, filha de João Vaz e de Rosa da Rocha. Testemunhas presentes: Luís Augusto de Carvalho, solteiro, militar, e Manuel Joaquim de Carvalho, solteiro, lavrador, ambos moradores no lugar da Carreira. // Foi jurado por São Paio no 2.º semestre de 1907 e no ano seguinte voltou a ter esse cargo. // // Morreu na sua freguesia de nascimento a 2/5/1951. // Deixou dois filhos: um rapaz e uma rapariga.
AZEVEDO, Carlos João. Filho do capitão João Araújo Azevedo e de Guiomar Gomes de Abreu, moradores na sua Quinta do Campo da Feira de Fora, arrabaldes da Vila. Neto paterno do capitão João Araújo Azevedo e de Mariana de Araújo, de Rouças; neto materno de Sebastião Esteves (ou Gomes) do Souto e de Guiomar Gomes de Abreu, residentes em Alvaredo. Nasceu a 27/8/1767 e foi batizado na igreja de SMP a 3 de Setembro desse ano. Padrinhos: padre António Jacinto Araújo, tio paterno do batizando, e o sargento-mor Jerónimo Gomes de Magalhães (por procuração que apresentou do padre António de Magalhães, abade de Santa Cristina de Arons, termo de Guimarães). Testemunhas: António Rodrigues Machado, da comarca de Viseu, soldado do destacamento da praça de Melgaço, e o licenciado I.L.R., da Vila. // Foi cadete no Regimento de Valença, e mais tarde capitão de granadeiros na 16.ª Companhia, do Regimento n.º 21. // Participou nas campanhas levadas a cabo pelo general Wellington contra as forças de Napoleão. // Morreu a 13/6/1813 na batalha de Pueblo d’Arganza, em Espanha, inserido na brigada do Minho.
SOUSA, João Batista. Filho de Ilídio Vitorino de Sousa, alfaiate, e de Maria Miquelina Esteves, doméstica. Neto paterno de José Joaquim de Sousa e de Mariana Carolina Marques; neto materno de Caetano Maria Esteves e de Maria de Jesus Soares. Nasceu na Rua Direita a 30/10/1900 e foi batizado na igreja de SMP a 5 de Novembro desse ano. Padrinhos: João Batista dos Reis, solteiro, funileiro, e Merícia Esteves, solteira, filha-família. // Emigrou para o Brasil, onde se tornou comerciante, e ali casou (*) com Maria Veiga. // Em 1972 esteve em Melgaço. // Faleceu em Belém, Estado de Pará, em 1973, com 72 anos de idade. // Pai de Dagoberto Vitorino, também comerciante no Brasil, e avô de João Carlos Santos de Sousa, nascido em Belém do Pará por volta de 1960. // Tio por afinidade de Cândida Susi, brasileira, aluna na altura da Escola de Belas Artes de Pará, a qual veio com ele e com a esposa, ficando por aqui, por ter casado com o melgacense Augusto Lemos de Melo. /// (*) Talvez tenha casado também com uma senhora chamada Isaura Tinoco.
DURÃES, João Manuel. Filho de António José Durães e de Maria Joaquina Lopes. N.p. de Manuel José Durães e de Ana Luísa Gomes; n.m. de Joaquim José Lopes e de Ana Maria Vaz, todos de Sá. Nasceu a 24/10/1824 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João Manuel Lopes e sua irmã, Maria Josefa Lopes, tios do batizando. // Casou na igreja de Paços a 15/2/1852, na presença do abade de Cristóval, padre José Manuel Lopes, com Francisca Caetana, filha de José Pires e de Maria Luísa da Ribeira, do lugar de Sá. Testemunhas presentes: José Joaquim Lopes, casado, e Francisco Pires, solteiro, ambos de Sá. // Faleceu no lugar de Sá, Paços, a 17/10/1904, apenas com o sacramento da penitência, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja. // Pai do Dr. António Joaquim Durães, que foi Conservador do Registo Predial do concelho, e avô do Dr. João Durães, dono de uma farmácia na Vila de Melgaço. // Nota: foi proprietário e em 1874 pertencia ao grupo dos 40 maiores contribuintes do concelho.
VAL, João José. Filho de José Luís do Val e de Luísa Vitória Lourenço, moradores no lugar do Coto, Prado. Neto paterno de João Manuel do Val e de Luísa Gonçalves Romeira, de Cacharia, Ganfei, Valença do Minho; neto materno de Ana Joaquina Lourenço, solteira, do lugar de Cerdedo, Prado. Nasceu em Prado a 6/6/1854 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinhos: João José Lopes, viúvo, do lugar de Bouços, Prado, e Maria Joaquina de Magalhães, da Quinta de Eiró de Baixo, Rouças. // Proprietário. // Casou na igreja de SMP a 14/11/1910 com Maria Engrácia Trancoso, de 37 anos de idade, solteira, de serviço doméstico, natural da Vila, filha de Joaquina Rosa Trancoso. Testemunhas: Manuel José Fernandes, proprietário, morador em Prado, e Júlia Augusta da Cunha, proprietária, moradora na Vila. // Foi nomeado jurado para o 2.º semestre de 1913. // Durante quinze anos foi o encarregado do hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Morreu na Vila a 11/1/1931. // A sua viúva finou-se também na Vila a 2/3/1962, com 89 anos de idade. // Com geração.
ARAÚJO, João António. Filho do Dr. João Manuel Gomes de Abreu Cunha Araújo e de Isabel Maria Pereira da Gama, moradores na Casa do Rio do Porto, arrabaldes da Vila. Neto paterno do Dr. João António de Araújo e de Maria Gomes de Abreu (ou Mariana Gomes de Figueiroa); neto materno do capitão Manuel Luís Pereira da Gama e de Maria de Araújo. Nasceu a 7/2/1771 e foi batizado na igreja matriz no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e sua filha, Mariana Gomes de Abreu. // A 21/5//1799, foi promovido a capitão-mor da Vila e seu termo, lugar vago pela morte de Luís Caetano de Sousa Gama, da Casa da Serra. // Foi comandante da 1.ª Brigada de ordenanças de Entre-Douro e Minho. // Casou na igreja da Vila a 18/3/1805 com Maria Luísa, de Golães, Paderne, filha de Francisco José Rodrigues e de Maria Lourenço dos Reis, proprietários ricos. // Morou na Casa e Quinta do Rio do Porto. // Cavaleiro da Ordem de Cristo, condecorado com a Medalha de Fidelidade. // Em 1820 foi provedor da SCMM; juiz substituto entre 1822 e 1824, e em 1824 tornou-se vereador na CMM. // Morreu a 5/10/1831, no estado de casado, e foi amortalhado com hábito militar, e manto de cavaleiro, e sepultado na igreja de Nossa Senhora da Conceição, sita no convento dos padres capuchos, Carvalhiças, com ofício de corpo presente de mais de 50 padres. // Fizera testamento. // Com geração.
ARAÚJO, João Manuel (Dr.). Filho do Dr. João António da Cunha Araújo e de Mariana Gomes Figueiroa (ou Maria Gomes de Abreu). Neto paterno de Bento da Cunha Araújo e de Maria Gonçalves; neto materno de João Gomes de Abreu e de Mariana de Figueiroa. Nasceu em SMP na segunda metade do século XVIII. // «Seguiu a carreira das letras e foi bacharel formado nos Sagrados Cânones pela Universidade de Coimbra.» (*) // Casou a 6/8/1768 com Isabel Maria, filha do capitão Manuel Luís Pereira da Gama e de Maria de Araújo, moradora com seus pais no Campo da Feira de Fora, SMP. // O casal foi admitido na Confraria das Almas de Prado a 6/11/1776. // Diz-nos o Dr. Augusto César Esteves: «a sua fortuna não era das menores do concelho, e estava colocada em assinados e em propriedades rústicas, na maior parte situadas nas freguesias de Chaviães, Prado e São Paio.» // Foi ele que requereu à rainha D. Maria I lhe mandasse passar carta de brasão de armas, a qual foi emitida a 12/9/1793. // Morreu no estado de viúvo, a 17/3/1813.
LOURENÇO, João Evangelista. Filho de José Maria Lourenço, natural de Melgaço, e de Josefa Antónia Gonçalves, galega, padeiros, residentes na Rua da Misericórdia, Vila. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, residentes na Pigarra; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches, moradores na Rua da Misericórdia. Nasceu a 7/7/1845; no batismo teve por padrinhos o padre João Evangelista de Sá Sotomaior e a Senhora do Rosário. // Exerceu a profissão de padeiro. // Casou na igreja de SMP a 25/3/1877 com Laureana Rosa, de 29 anos de idade, solteira, criada de servir, sua conterrânea, filha de Caetano Celestino de Sousa, da Vila, mordomo da igreja, e de Francisca Rosa Alves, padeira, de Chaviães. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Maria Joaquina de Sousa, irmã da noiva. // Em 1913 e 1916 foi eleito presidente da paróquia da Vila. // A sua esposa finou-se a 13/12/1914. // Ele morreu na Vila a 15/11/1929. «… faleceu nesta Vila o senhor João Evangelista Lourenço, extremoso pai do nosso amigo e assinante senhor Armindo de Lurdes Lourenço e sogro do senhor Vitorino Esteves “Sabino”; o seu funeral foi muito concorrido de várias pessoas das suas relações. A toda a família enviamos as nossas condolências.»
RODRIGUES, João António. Filho de António Tomaz Rodrigues e de Teresa Benedita Cardoso, residentes no Campo da Feira de Fora. Neto paterno de João Manuel Rodrigues e de Francisca Josefa Domingues, de Prado; neto materno de Manuel José Cardoso e de Manuela Francisca Domingues, de Bilhões, Rouças. Nasceu na Vila a 11/7/1844 e foi batizado na igreja matriz a 14 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na igreja de Chaviães a 13 de Fevereiro de 1871 com Carolina Rosa, de 18 anos de idade, filha de João Bento Gonçalves e de Maria Josefa Alves, moradores no lugar de Carvalheiras, Chaviães. Testemunhas: José Manuel Rodrigues, solteiro, natural da Vila, e António Manuel Monteiro, viúvo, agricultor, natural de Chaviães. // Com geração. // Ficou viúvo de Carolina Rosa a 14/3/1888. // Casou em segundas núpcias, também na igreja de Chaviães, a 4/5/1890, com Lina Rosa Codesseira, natural de Rouças, de 56 anos de idade, viúva de Manuel Joaquim Sanches, moradora no lugar das Carvalhiças, SMP. Testemunhas: Manuel Inácio da Ponte e Maria Teresa Rodrigues, ambos casados, lavradores, residentes na Vila. // A sua segunda esposa, Lina Rosa, faleceu em 1915.
Requerente: Manuel António da Sá Hipolito. Assunto: Queixa contra João Gomes Alves por ter feito um alargamento no seu prédio que possui junto á regueira denominada de "Chão Negro", cujas águas desaguam no rio Cávado, sem licença. A queixa é também contra o guarda rios catarino de Fonte Bôa por não ter passado multa. Contém: cópia de reclamação, comunicações, nota de serviço, requerimento.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate acerca do requerimento em que João de Vasconcelos e Sá, na qualidade de procurador de Antónia Gabriela de Andrada, residente em Pisa, em Itália, pede que sejam averbadas em nome da sua constituinte, já emancipada, 69 obrigações dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro que lhe pertencem.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. É de parecer que "não pode ser atendida a pretensão do requerente, conde das Alcáçovas, devendo entrar para a posse da Fazenda os bens que constituíram a capela instituída por José Pereira Santiago e de que foi último administrador D. Francisco de Sales, irmão do atual conde".
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório sobre os estatutos da Companhia da Ponte Metálica de Lourenço Marques, requeridos por Leão Cohen, o qual tinha obtido a concessão de uma ponte metálica em Lourenço Marques, pelos decretos de 21 de dezembro de 1893 e 10 de maio de 1894.
Documentos e pontos de exame referentes à ordenação do Reverendo Daniel de Pina Cabral: Pontos escritos para o exame do candidato a diácono; carta de Daniel de Pina Cabral ao Presidente do Sínodo; declaração de obediência canónica; declaração de crença nas sagradas escrituras; atestado da JUnta Paroquial de S. João Evangelista; carta testemunhal; SIQUIS; pontos de exame para o candidato.
Documentos para instituição a diácono e ordenação a presbítero de José Maria Leite Bonaparte: Carta da Junta Paroquial de S. João Evangelista; proposta para ordens de diácono; atestado de habilitações teológicas conferido por John Mason Harden, diretor do Curso Teológico da Igreja Lusitana; carta testemunhal; declaração formal de crença nas Sagradas Escrituras; declaração formal de Obediência Canónica; Siquis.
Relatório coletivo da Igreja Lusitana 1941: movimento das igrejas e missões, movimento cultural e de fraternidadecristã, movimento das escolas dominicais, movimento escotista, movimento de instrução pública, igreja de S. Pedro, igreja de Jesus, igreja de S. João Evangelista, igreja do Bom Pastor, igreja do redentor, igreja do Salvador do Mundo, igreja do Espírito Santo, igreja de Cristo, igreja de Cristo Remidor.
Exemplar de um número especial do jornal " A Igreja Lusitana" comemorando os 50 anos da Igreja Lusitana. Homenagem a alguns ministros já falecidos com apontamentos biográficos: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Sínodo da Igreja Lusitana (Corpos eclesiástico); - Jubileu da Igreja Lusitana - cinquenta anos de evangelização e instrução; - Amigos da Igreja Lusitana; - Origens da Igreja Lusitana e evangelistas; - Notícias sobre a igreja de S. Paulo, igreja de S. Pedro e da igreja de Jesus,igreja evangélica do Espírito Santo, em Lisboa; igreja de S. João Evangelista, em Vila Nova de Gaia e igreja do Redentor, do Bom Pastor, de Cristo, do Salvador do Mundo no Porto. Example of a special issue of the newspaper "A Igreja Lusitana" commemorating the 50 years of the Lusitanian Church. Tribute to some deceased ministers with biographical notes: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Synod of the Lusitanian Church (ecclesiastical bodies); - Jubilee of the Lusitanian Church - fifty years of evangelization and instruction; - Friends of the Lusitanian Church; - Origins of the Lusitanian Church and evangelists; - News about the church of S. Paulo, the church of S. Pedro and the church of Jesus, evangelical church of Espírito Santo, in Lisbon; the church of S. João Evangelista, in Vila Nova de Gaia and the church of the Redeemer, the Good Shepherd, Christ, the Savior of the World in Porto.
Assunto: Transgressão de João Luís Fonte por este ter alterado o nível do leito da corrente e feito ali escavações, com prejuizo do regime das águas e dos prédios vizinhos, na margem esquerda do ribeiro de Silvares. Contém: cópia e duplicado de intimação, cópia e duplicado de autos de notícia, notas de serviço, comunicações, receita de pagamento
Requerente: Manuel Joaquim Gomes. Assunto: Queixa contra a construção de uma muro de vedação que altera a corrente das águas do ribeiro de São Paio, afluente do rio Cávado, por Manuel João Coelho Gonçalves na sua propriedade. Contém: cópia de queixa, comunicação, esboço (planta), queixa, despachos, notas de serviço.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Aprecia diversas queixas sobre a prestação e o estado de saúde do juiz da comarca de São Tomé. Pondera o envio para a comarca de um "Delegado hábil" e de "um Juiz igualmente hábil e prudente que imediatamente vá tomar conta da administração da comarca."
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Aprecia a legitimidade de apresentação de uma reclamação diplomática, relativamente a situação envolvendo a aplicação do direito marítimo nacional. Perante uma declaração de "inavegabilidade" de um navio emitida pelas autoridades portuguesas, considera que é aos tribunais que caberá a apreciação da eventual responsabilidade que resulte de tal declaração.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do projecto de regulamento para a distribuição de água em Lisboa e a respectiva cobrança de custos, a elaborar pelo Governo, de acordo com o contrato celebrado com a Companhia das Águas de Lisboa aprovado pela Lei de 2 de Julho de 1867.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, sobre o pedido de autorização da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses de Norte e Leste para emitir 90000 obrigações, para financiar a construção e exploração de um ramal entre um ponto nas proximidades do Crato e Chança e a fronteira de Espanha, perto de Cáceres.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa sobre os requerimentos de Maria Adelaide Ferreira de Matos, de Antónia Marcelina e filhos, de Maria do Castelo Cadima Teles de Castro e Silva, e de João Ramos da Luz e outros, para lhes serem pagos vencimentos, por morte dos respectivos familiares (V. PGR/03/01/35 - Registo de processos entrados para consulta).
Parecer do Procurador-Geral da Coroa João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Pronuncia-se sobre a decisão do Governador Geral de Cabo Verde que impediu o embarque de 330 colonos negros com destino à América Central, por suspeita de tráfico de escravos. O parecer conclui pela legalidade do procedimento do Governador Geral.