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Participa que os exemplares do livro “Guerra Junqueiro”, de Alfredo Pimenta, já se esgotaram.
Tece comentários elogiosos a Hitler por ter advertido os ingleses para o perigo iminente que ameaçava a Europa e critica Winston Churcill. Contém um recorte do jornal “O Século” sobre o perigo comum à Inglaterra e à Alemanha.
Tece comentários a um artigo sobre a atitude de pessoas da Igreja.
1º. outorgante: Manuel Bernardino de Araújo Abreu António Maria do Amaral e Freitas José Fernandes da Silva Correia Livro Nº 71-91.
Acusa a receção da carta de Alfredo Pimenta e agradece a atenção.
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo «A falência da democracia».
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Acusa a receção da carta e folga em saber que estão todos de saúde. Informa que já avisou o pai para preparar o carro para uma nova viagem de Alfredo Pimenta. Pede um retrato a Alfredo Pimenta.
Acusa a receção do postal de Alfredo Pimenta, felicitando o pai pela compra do carro. Manifesta a sua esperança em que apareçam muitos trabalhos para liquidar o carro.
Felicita pelo resultado final e justo do caso da Academia [Portuguesa] da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Trata do litígio entre Alfredo Pimenta e a Academia [Portuguesa] da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Deseja boas festas. Refere o seu estado de saúde. Manifesta interesse em ler os artigos de Alfredo Pimenta.
Trata da polémica entre Alfredo Pimenta e Gastão Sousa Dias a propósito do Concurso de Literatura Colonial. Contém um recorte do Jornal Notícias de Huila de 26 de Outubro de 1935.
Acusa receção da carta de Alfredo Pimenta e agradece o interesse pelo estado de saúde da mulher.
Agradece o interesse de Alfredo Pimenta por causa do acidente que sofreu.
Agradece o envio de cem escudos. Dá notícias do estado de saúde da mulher.
Dá notícias do estado de saúde da mulher. Informa nova morada.
Envia um abraço de felicitações pelo artigo de Alfredo Pimenta.
Agradece a Alfredo Pimenta todas as atenções dispensadas. Deseja um feliz ano novo.
Dá informações sobre o resultado de um recurso no tribunal. Conta como está o processo relativo a uma exposição apresentada aos CTT.
Esclarece que as imagens do castelo de Algoso afinal não estão no livro de Duarte D’Armas e pede a Alfredo Pimenta para procurar qualquer elemento iconográfico do castelo. Pede bibliografia sobre a obra “O Leal Conselheiro”, de D. Duarte.
Assegura que enviará as provas do trabalho de Alfredo Pimenta para este as rever. Renova os pedidos sobre o castelo de Algoso e sobre a bibliografia relacionada com “O Leal Conselheiro”.
Pede a Alfredo Pimenta algumas palavras sobre o abade de Baçal para uma publicação destinadas às crianças das escolas primárias do distrito.
Esclarece o enunciado de um teorema. Faz referência a vários matemáticos. Desvaloriza Comte como matemático e salienta Descartes e Leibniz como grandes filósofos e matemáticos.
Pede a colaboração de Alfredo Pimenta na homenagem que pretendem fazer ao abade de Baçal, o padre Francisco Manuel Alves.
Pede a Alfredo Pimenta para mandar fotografar os desenhos-plantas do castelo de Algoso do livro de Duarte D’Armas.
Agradece a Alfredo Pimenta por colaborar na homenagem ao abade de Baçal.
: Elogia o folhetim de Alfredo Pimenta dedicado ao abade de Baçal. Felicita-o pela nomeação para a Torre do Tombo. Envia um exemplar de uma conferência proferida na Biblioteca Erudita de Bragança.
Dá informações sobre as cinco conferências proferidas na Biblioteca Erudita de Bragança.
Envia um exemplar do 1.º volume de Memórias “antropológico-históricas” do distrito de Bragança.
Agradece o trabalho “Subsídios para as biografias mentais”. Conta que o abade de Baçal está em Simancas e que lhe foi atribuída uma bolsa de estudos.
Declara a sua admiração por Alfredo Pimenta e destaca a amizade que os liga desde os tempos de Coimbra.
Questiona se Alfredo Pimenta terá recebido os cinco exemplares que lhe enviou.
Envia cinco exemplares da coleção “Memórias Arqueológico-históricas” do distrito de Bragança, conforme sugestão do conde de Aurora.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da morte do pai.
Revela as amizades que partilham. Analisa a questão da morte do Conde Andeiro.
Fala sobre a sua carta de felicitações ao João Ameal pelo seu discurso de Viseu. Manifesta a sua opinião e a de alguns amigos sobre a publicação de um artigo de Alfredo Pimenta.
Expõe as razões pelas quais crê que foi uma pessoa de nacionalidade francesa ou belga a enviar um jornal a Alfredo Pimenta. Contém um cartão a felicitá-lo pelo seu aniversário natalício e a cinta de um jornal.