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Inventariado: Ana Martins e Maria Martins ; Inventariante: Maria Teresa Martins
Inventariado: Rita Maria de Almeida; Inventariante: Maria do Carmo Martins
É Inventariada Nicencia Maria e Inventariante Maria José
Freguesia: Bouro, Santa Maria. Inventariante: Custódia Maria Fernandes.
Freguesia: Barreiros. Inventariante: Maria Rosa Ferreira e Emília Maria Dias.
Freguesia: Mosteiro. Inventariante: Antónia Maria Carneiro e Maria Rodrigues.
Freguesia: Bouro, Santa Maria. Inventariante: Custódia Maria Fernandes.
Filiação: Maria Matilde. Freguesia: Braga, Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: Antónia Maria Pena e Angélica Maria Correia.
Maria Emília ou Maria Emília Ventura de 28 anos de idade, filha de Agostinho Ventura [ilegível] e Maria Alves de Jesus, natural e residente na freguesia de Avelãs de Caminho, concelho de Anadia. Passaporte para o Brasil. Vai para a companhia de seu marido, José Maria dos Santos. Leva seus filhos, Fausto, Manuel, Rosa e Maria Rosa Ventura dos Santos.
Participante: Maria Victória de Pino ou Maria Vitória de Pino, solteira, de maior de idade, moradora na vila e concelho de Caminha. Ré: Maria Terleira ou Maria Treleira, mulher de José da Maria Castana, moradora na vila e concelho de Caminha. Objecto da acção: por ofensas verbais e corporais à participante.
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria da Conceição Lima, com o nº original Proc. 4811/1944
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria de Jesus Gomes, com o nº original Proc. 4257/1942
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria Casimira dos Santos, com o nº original Proc. 6665/1947
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria da Conceição, com o nº original Proc. 2986/1941
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria de Jesus, com o nº original Proc. 5173/1945
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria Helena dos Reis, com o nº original Proc. 5109/1944
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Maria Libanea, com o nº original Proc. 6720/1947
Tem cosido ao processo o Inventário obrigatório por óbito de Rosa Maria Vieira, com o nº original Proc. 6854/1947
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Luisa Santos com o nº original, proc. 23/1957
Tem cosido ao proc. o inventário obrigatório por obito de Maria da Assunção, proc. 71/1965, cx. 244.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Rosário com o nº original, proc. 46/1960
Tem cosido ao processo o inventário por obito de Maria Oliveira Capucho, com o nº original proc. 50/1967
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Conceição Pereira com o nº original proc. 43/1959
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Madalena Miranda Louro,com o nº original proc. 1/1959
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Encarnação, com o nº original proc. 20/1959
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Fetal, com o nº original proc. 38/1959
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Rosário Santos, com o nº original proc. 37/1960
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria das Dores, com o nº original proc. 22/1959
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por óbito de Maria da Conceição Ferreira, com o nº original proc. 49/1958
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Conceição com o nº original, proc. 23/1965
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria José Marques com o nº original, proc. 49/1962
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Rosário, com o nº original proc. 38/1966
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Sspirito-Santo Avelar, com o nº original 35/1931.
Tem cosido ao processso o inventário obrigatório por obito de Maria de Jesus Gomes com o nº original, proc. 27/1927.
Tem cosido ao processso o inventário obrigatório por obito de Maria do Carmo Santos com o nº original, proc. 41/1977.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Conceição com o nº original, proc. 109/1928.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Conceição Saturnino, com o nº original 22/1968.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Gestrudes , com o nº original 16/1971.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Águeda de Jesus com o nº original 7/1974.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria das Dores Teodoro, com o nº original 60/1972.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Nazaré com o nº original 33/1972.
Tem cosido ao processso o inventário obrigatório por obito de Maria das Virtudes com o nº original, proc. 21/1975.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Nazaré com o nº original, proc. 255/1931.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Rosa Ferreira com o nº original 35/1972.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Amparo Miranda com o nº original, proc. 971/1924.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Graça Martins com o nº original, proc. 323/1940.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria Trindade Casimiro com o nº original, proc. 262/1939.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria das Dores com o nº original, proc. 694/1918.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria da Nazaré Ferreira com o nº original, proc. 226/1938.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria do Rosário Xavier com o nº original, proc. 196/1937.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por obito de Maria das Neves com o nº original, proc. 107/1935.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por óbito de Joana Maria da Conceição, com o n.º original Proc. 12/1893.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por óbito de Maria Inês, com o n.º original Proc. 74/1900.
Tem cosido ao processo o inventário obrigatório por óbito de Maria de Santa Ana, com o n.º original Proc. 29/1893.
Tem cosido o inventário obrigatório por óbito de Maria Gestrudes da Silva e António Joaquim Dias, Proc. 871A/1922
Fichas dos sócios: Maria Isabel Ferreira M. N. Capote, Maria Isabel Guimarães Costeira, Maria Isabel Inácio Lopes Martins, Maria Isabel de Jesus Batista, Maria Isabel Lopes Monteiro, Maria Isabel Lopes Paiva, Maria Isabel Martins Fortio, Maria Isabel Matosa Martins Gonçalves, Maria Isabel Mendes Serrano Rosa, Maria Isabel Mourinho Sintra Oliveira, Maria Isabel Nunes de Matos Félix, Maria Isabel Pereira Sampaio Santos, Maria Isabel Pinto Bettencourt, Maria Isabel Ramires D. dos Santos, Maria Isabel Santos Dias, Maria Isabel Sarmento, Maria Isabel da Silva, Maria Isabel da Silva Almeida Soares, Maria Isabel Soares Vieira, Maria Isabel Vieira Teixeira, Maria Isaura Azevedo Reis, Maria Isidro Rosa Carreiras Sustelo, Maria Ivete Luciano, Maria Ivone Mendes Amaral G. de Pina, Maria Ivone Silva Mariano, Maria Ivone Tavares, Maria de Jesus Cabeças, Maria de Jesus Duarte Viçoso Silva, Maria de Jesus Machado C. Leitão, Maria de Jesus Santos Gonzalez, Maria de Jesus Umbelina G. F. Oliveira, Maria de Jesus Vidal Cunha Aldeia, Maria Joana Barbosa Batista, Maria Joana Curvo S. Pina, Maria João Alves Figueiredo Marques, Maria João Arrozeiro Gonçalves, Maria João Bolinhas, Maria João C. Santos Cavaco Manteigas, Maria João Camacho Gomes, Maria João Carapeto Ferreira, Maria João Carrilho, Maria João Carvalho Conde, Maria João de Carvalho Simões Ferreira Raposo, Maria João Cerdeira Garcia, Maria João Conceição Gonçalves Branco, Maria João Correia de Almeida Jesus, Maria João Curado Faceira Lobato, Maria João Curinha da Palma, Maria João Gonçalves Pires S. C. Reis, Maria João Guerreiro Baia Vilhena, Maria João Lopes Fiadeiro, Maria João Moita Geraldes, Maria João Nunes Ortiz, Maria João de Oliveira Gomes, Maria João Pinto Seixo Parsana, Maria João dos Reis Matos Cebola, Maria João dos Santos de Sousa Martins, Maria João de Sousa Ferraz, Maria João Sousa Ribeiro de Carvalho, Maria João Varela Gomes, Maria João Varela Guerra de Almeida, Maria João Vieira Farinha Pereira, Maria Joaquina G. Vaz Velho Larisma, Maria Joaquina Gonzalez, Maria José Alves Pereira, Maria José Antunes Costa, Maria José C. Martins Pinheiro, Maria José de Campos Duarte, Maria José Carreira Nogueira, Maria José Chambel Soares, Maria José Costa Crisóstomo S. Silva, Maria José Dias Castanho, Maria José Dias Naia, Maria José Dias Pereira, Maria José Esgaloto Ferreira M., Maria José Ferreira Almeida, Maria José Ferreira da Conceição M., Maria José Ferreira da Silva Pinto, Maria José Fialho Limpo, Maria José Gaspar Batista, Maria José Gomes de Almeida Gil, Maria José Gonçalves Ferreira, Maria José Gonçalves Silva, Maria José de Jesus Esguedelhado, Maria José Letras Soares Brites, Maria José Marques Costa, Maria José Meira Dias, Maria José Mendes Machado Andorinhas, Maria José Miranda Vilas Boas, Maria José do Nascimento Venâncio, Maria José Peixoto dos Santos, Maria José Pereira Coragem, Maria José Pereira da P. Vieira, Maria José Pereira dos S. Matias, Maria José Póvoa Raminhos Martins, Maria José Ribeiro Neves Correia, Maria José Rosado Costa, Maria José do Rosário Casimiro e Maria José Sargaço Martins.
O 1º Conde das Galveias (1691) foi Dinis de Melo e Castro (1624-1709), filho 2º de Jerónimo de Melo e Castro e de D. Maria Josefa Corte-Real. Integrou as forças que, sob o comando do Conde de Vimioso, guarneceram a fronteira do Alentejo, após o 1º de Dezembro de 1640, participando, a partir de então, em várias batalhas contra os espanhóis, progredindo de soldado a general de batalha. Foi governador do Alentejo em 1662 e 1663. Pelos serviços prestados foi nomeado, por D. Pedro II, conselheiro de Estado e da Guerra. Durante a Guerra da Sucessão de Espanha, sendo governador das Armas do Alentejo, tomou Valência de Alcântara e Albuquerque. Foi comendador de Santa Marta de Lordelo e de Santa Maria de Torredeita, entre outras. Casou com D. Ângela Maria da Silveira, filha de André Mendes Lobo, capitão de Cavalaria. O 2º Conde, filho primogénito dos anteriores, Pedro de Melo e Castro, falecido em 1738, couteiro-mor da Casa de Bragança, participou nas guerras da Restauração e da Sucessão de Espanha, chegando a tenente general e a general de batalha. Casou com Isabel de Bourbon, filha dos 2os Condes de Avintes. O 3º Conde foi António de Melo e Castro, nascido em 1689, filho primogénito dos anteriores, couteiro-mor da Casa de Bragança, comendador de Santa Maria de Torredeita, São Cristóvão de Nogueira, São Pedro de Monsaraz, da Ordem de Cristo, de Colos e Mouguelas, da Ordem de Santiago, e das Galveias, da Ordem de Avis. Casou com D. Inês de Lencastre, dama da Rainha Maria Sofia de Neuburgo, filha de João de Lencastre, governador e capitão general do Brasil. O 4º Conde (1724) André de Melo e Castro (1668-1753), filho segundo dos primeiros Condes, foi encarregado de missões diplomáticas e negociações junto da Santa Sé e, em 1732, foi nomeado governador e capitão general do Brasil, cargo no qual se manteve até 1749. Seu filho, Francisco de Melo e Castro, nascido em 1702, foi governador de Mazagão e de Moçambique. Do seu casamento com D. Maria Joaquina Xavier da Silva, filha de Manuel da Silva Pereira, cavaleiro professo da Ordem de Cristo, guarda-mor do Consulado de Lisboa, teve dois filhos Manuel Bernardo de Melo e Castro, visconde da Lourinhã, e Martinho de Melo e Castro, diplomata e ministro da Marinha de D. Maria I, e D. Violante Joaquina, que herdou a Casa da Lourinhã, casada com António de Almeida Beja e Noronha, fidalgo da Casa Real. A representação da Casa recaiu num filho destes, João de Almeida de Melo e Castro, 5º Conde (1756-1814). Seguiu a carreira diplomática, tendo sido ministro de Portugal em Londres, Haia, Roma e embaixador em Viena de Áustria. Em 1801 foi ministro dos Negócios Estrangeiros, cargo do qual foi demitido em 1803. Em 1812 foi para o Rio de Janeiro, tendo sido ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros, e interinamente, da Marinha e Ultramar. Foi oficial-mor da Casa Real, couteiro-mor da Casa de Bragança, conselheiro de Estado, membro do Conselho da Fazenda, presidente da Junta da Fazenda dos Arsenais do Exército, comendador de São Pedro de Alhadas, da Ordem de Cristo. Casou com D. Isabel José de Meneses, mas deste casamento não houve geração. Foi 6º Conde Francisco de Almeida de Melo e Castro, irmão do anterior (1758-1819), bacharel em Cânones pela Universidade de Coimbra, oficial-mor da Casa Real, 1º senhor de Azaruja, alcaide-mor de Borba, comendador de São Pedro de Monsaraz e de São Lourenço de Parada, da Ordem de Cristo, deputado da Mesa da Consciência e Ordens. Casou com D. Maria de Monserrate Lobo de Saldanha, filha herdeira de Martim Lopes Lobo de Saldanha, alcaide-mor de Castelo Ventoso, comendador da Ordem de Cristo, governador e capitão general da capitania de São Paulo, no Brasil. O 7º Conde, António Francisco Lobo de Almeida Melo e Castro de Saldanha e Beja, filho dos anteriores, nasceu em 1795 e morreu em 1871. Oficial de Cavalaria, participou na campanha do Rio da Prata. Foi oficial-mor da Casa Real. Casou com D. Ana Máxima de Almeida e Oliveira Calheiro, filha de Francisco Lopes Calheiro de Meneses, fidalgo da Casa Real. O 8º Conde, filho dos anteriores, foi Francisco Xavier Lobo de Almeida de Melo e Castro (1824-1892), também oficial-mor da Casa Real e par do Reino. Casou com D. Catarina de Sousa Holstein, filha dos 1os Duques de Palmela. Quando o 8º Conde faleceu, sucedeu-lhe um neto, filho de sua filha D. Eugénia Lobo de Almeida Melo e Castro, já então falecida, e de seu marido, José Ferreira Pinto de Avilez. Trata-se do 9º Conde (1895), José de Avilez Lobo de Almeida Melo de Castro, nascido em 1872, oficial-mor da Casa Real, vedor da Rainha D. Amélia, par do Reino, membro do Conselho de Administração da Companhia Nacional de Navegação. Casou com D. Teresa de Lencastre e Oliveira, filha dos 1os Barões de Barcelinhos. O 10º Conde, José Lobo de Almeida Melo de Castro, filho dos anteriores (1896-1940), foi moço fidalgo e acompanhou D. Manuel II no exílio. Engenheiro, alferes miliciano durante a 1ª Guerra Mundial, participou na revolução de 5 de Dezembro de 1917, com Sidónio Pais. Foi demitido do Exército por ter participado na insurreição monárquica de Monsanto. Casou com D. Maria Guiomar de Vilhena, sua prima, filha de Filipe de Vilhena, fidalgo cavaleiro da Casa Real, adido da Legação em São Petersburgo, e de D. Teresa Lobo de Almeida Melo de Castro. O seu filho e herdeiro, José Filomena Lobo de Almeida Melo de Castro, nascido em 1923, engenheiro civil, foi casado com D. Daisy Maria de Bettencourt de Vasconcelos Correia e Ávila, filha de Diogo de Bettencourt de Vasconcelos Correia e Ávila. Deste casamento nasceu Martinho Lobo de Almeida Melo de Castro, em 1959, actual representante da Casa.
Fichas dos sócios Maria Emília da Silva de Oliveira, Maria Emília Soares C. dos Santos, Maria Emília Venâncio Gomes Viana, Maria da Encarnação Alves, Maria da Encarnação Medeiros, Maria Eneida Pinto Sepúlveda Viana Carreira, Maria Engrácia Machado Carvalho V. Paquete, Maria Ercília Passinhas, Maria Ermelinda Cacais de Almeida, Maria Ernestina Rosa Mateus, Maria Geralda de Abrue Pereira, Maria Esmeraldina Soares Martins Deusdado, Maria do Espírito dos Anjos, Maria Ester Martins Amaral, Maria Etelvina Rodrigues Figueiredo, Maria Eugénia Alves do Vale Dantas Mimoso, Maria Eugénia de Jesus Santos Fernandes, Maria Eugénia Pereira Seco, Maria de Fátima Alves Caldas Batista Rua, Maria de Fátima Candeias, Maria de Fátima Carvalho Cabrita, Maria de Fátima Carvalho Leite, Maria de Fátima Cerilho Semedo Sacramento, Maria de Fátima da Cruz Moreira Marrafa, Maria de Fátima Gonçalves Pereira, Maria de Fátima Lara da Cruz Cavaco, Maria de Fátima Leal Costa, Maria de Fátima Martins, Maria de Fátima Matos da Conceição, Maria de Fátima Mitra Borrego, Maria de Fátima Monteiro Amaral, Maria de Fátima Morgado Ferreira, Maria de Fátima Nunes Alves Ferreira Matoso, Maria de Fátima Rodrigues Ferreira, Maria de Fátima Rodrigues Ferreira dos Santos, Maria de Fátima dos Santos Gonçalves Serafio, Maria de Fátima dos Santos Medinas, Maria de Fátima dos Santos Vicente, Maria Fátima Silva Moura, Maria de Fátima da Silva Pereira Jorge, Maria de Fátima Simões Cunha, Maria Félix, Maria Felisbela Martins Gonçalves, Maria Felizarda Pinheiro da Cunha, Maria Fernanda Alves Pereira, Maria Fernanda Alves Simões, Maria Fernanda Borges Gil Piedade, Maria Fernanda da Conceição Coelho Sota, Maria Fernanda das Dores P. Magina e Maria Fernanda Faria Pedreira Rocha.
Caderno composto por registos biográficos de alguns dos presbíteros da Igreja Lusitana: - Frederico Flower - Josué Ferreira de Sousa - Armando Pereira de Araújo - José Maria Leite Bonaparte - António Ferreira Fiandor - Belarmino José Vieira Barata - Bispo Cabrera - Diogo Cassels - André Cassels - Cândido Joaquim de Sousa - Vidal Vieira dos Santos - António Coelho de Almeida - António Peres Júnior - Augusto Nogueira - Belarmino José Vieira Barata - Guilherme Augusto Coutinho - José Pereira Ferreira Martins - Júlio Bento da Silva - Luís Filipe Schenck Rosa Listagem de obreiros da Igreja Lusitana; obreiros da Igreja Metodista; lista de nomes e endereços do clero da Igreja Lusitana; listagem de missões da Igreja Lusitana; copiador de correspondência
A Associação de Socorros Mútuos, Monte Pio das Uniões Evangélicas do Porto e Gaia foi criada por D. António Ferreira Fiandor e mais membros da Igreja Lusitana (Américo Pinto de Sousa Nogueira, António Couto, Cristiano de Sousa Pires, Francisco Fernandes Pacheco, João José de Carvalho Lima, José Maria Leite Bonaparte, Manuel José Barbosa e Manuel Pereira dos Santos). Uma das razões apresentadas para a sua fundação foi a falta de uma organização deste tipo, no meio evangélico. Podia ser constituída por membros da Igreja e simpatizantes. Contudo, apesar da sua fundação, esta instituição não chegou a funcionar por falta de sócios.
A Associação de Socorros Mútuos, Monte Pio das Uniões Evangélicas do Porto e Gaia foi criada por D. António Ferreira Fiandor e mais membros da Igreja Lusitana (Américo Pinto de Sousa Nogueira, António Couto, Cristiano de Sousa Pires, Francisco Fernandes Pacheco, João José de Carvalho Lima, José Maria Leite Bonaparte, Manuel José Barbosa e Manuel Pereira dos Santos). Uma das razões apresentadas para a sua fundação foi a falta de uma organização deste tipo, no meio evangélico. Podia ser constituída por membros da Igreja e simpatizantes. Contudo, apesar da sua fundação, esta instituição não chegou a funcionar por falta de sócios.
Mãe: Maria da Silva Balbeira.
Mãe: Maria da Assunção Almeida.
Fez testamenteiro Jerónima Maria Monteira
Foi testamenteiro Barnabé Maria Palmeiro.
Foi testamenteira Maria Catarina Projecto.
Filiação: Incógnito e Maria ferreira
Inventariado: Maria Antónia da Fonseca;
Inventariada: Maria Gonsalves de Campos;
Escrivão: José Maria de Brito.
Fonte Longa, Santa Maria Madalena
Freguesia: Lago. Inventariante: Maria Ribeiro.
Freguesia: Dornelas. Inventariante: Maria Antunes.
Freguesia: Ferreiros. Inventariante: Maria Rosa.