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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino. Analisa a capacidade jurídica de o hospital da Vila de Redondo adquirir a título gratuito, por doação, um prédio urbano.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, sobre o vencimento de 800$000 réis, que solicita o ministro plenipotenciário em disponibilidade, o conde de Vila Franca.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha acerca da reforma de José Teodoro Vila Marim, furriel da Companhia de Saúde de Moçambique.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra acerca do pedido de sobrevivência de montepio apresentado por Guilhermina Vila Lobos Ribeiro e irmãs.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas acerca dos estatutos do Montepio de Nossa Senhora da Assunção da Vila de Almada.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido dos representantes da associação denominada Compromisso Marítimo da Vila de Olhão, para aprovação dos seus estatutos.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de aprovação dos novos estatutos apresentado pelos mesários do Compromisso marítimo da Vila de Olhão.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de aprovação dos estatutos da Associação Humanitária de Nossa Senhora do Portal, organizada na vila de Alhandra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido da sociedade musical e de beneficência, denominada Filhos de Apolo, instituída na vila de Mortágua, para aprovação dos seus estatutos.
Contém recortes de jornal sobre o XXV aniversário da ACP, semanas diocesanas (Açores, Aveiro, Beira, Beja, Braga, Chaves, Coimbra, Évora, Faro, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria, Lisboa, Lourenço Marques, Portalegre, Porto, Vila Real, Viseu).
Documentação (correspondência e balancetes) organizada por diocese: Porto, Vila Real, Viseu, Beira, Cabo Verde, Lourenço Marques, Nampula e Quelimane; recortes de jornal, correspondência diversa e resumos de contas ao plano nacional; lista de diretores diocesanos e inquéritos aos mesmos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto, dirigido ao procurador régio do Porto, sobre as cédulas falsas que apareceram no concelho de Vila Nova de Cerveira.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Diogo António Correia de Sequeira Pinto, dirigido ao procurador régio do Porto, sobre a consulta pedida ao governo a respeito das perturbações ocorridas na comarca de Vila Nova de Cerveira.
Polo da Universidade em Sines; monitorização ambiental no estuário do rio Mira, estudos desenvolvidos pelo Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora (CIEMAR). Envolvência em contexto: estuário do rio Mira, Vila Nova de Milfontes.
Castelo de Monsaraz; vista sobre o casario, fachada lateral da Igreja Matriz e campanário da Torre do Relógio. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Castelo de Monsaraz; vista sobre o casario e paisagem, Torre do Relógio e campanário da Igreja de São Tiago. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Vila de Monsaraz; paisagem envolvente, alterada por efeito do encerramento das comportas da barragem e enchimento da albufeira de Alqueva, podendo avistar-se ainda, no canto inferior direito, a Ermida de São Lázaro em ruínas. Envolvência em contexto: Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores e campanário da Torre do Relógio; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores e campanário da Torre do Relógio; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores e campanário da Torre do Relógio; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos de interior; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Casas de Monsaraz, aspetos exteriores; propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Breve do papa Clemente VIII para o mosteiro de São João Evangelista (Lóios) de Évora, de indulgência plenária aos que visitarem a igreja de Santa Cruz de Vila de Rei nos dias que aponta. Localidade de redacção: Roma
Escritura de venda de casas foreiras na rua da Mesquita em Évora, que vende Januário Martins Leirão, de Vila de Frades, ao cónego Filipe de Nabais Marques, que paga foro às religiosas do convento Novo.
Contrato de aforamento da herdade da Fonte Boa em Ferreira do Alentejo pelas religiosas do convento de São José a Francisco do Monte Pita, capitão da vila de Bringel. Redactor: Francisco Xavier da Rosa, tabelião.
Sentença civil a favor das religiosas carmelitas Descalças do Convento de São José, agravadas, contra Matias José Fernandes da mesma cidade, agravante e rendeiro da herdade de Reguengos, da vila de Montemor-o-Novo.
Conjunto de recibos de pagamento da adição nº 617 do lançamento da côngrua do pároco no ano económico de 1849 a 1850. Freguesia de Nossa Senhora da Vila de Ferreira do Alentejo.
Traslado de escritura de compra e venda de uma courela de terra que comprou José de Brito Vidigal, lavrador na herdade da Comenda Grande, a António Rosado Coelho, ambos da Vila do Vimieiro. Localidade de redacção: Vimieiro
Escritura de compra e venda de uma courela de terra que comprou José de Brito Vidigal, lavrador na herdade da Comenda Grande, a Catarina Vidigal (moça donzela), ambos da vila do Vimieiro. Localidade de redacção: Vimieiro
Títulos de duas vinhas do convento São José situadas em Vila de Frades, que vieram para a posse deste pela execução feita a José Lopes Marques, em 29 de Abril de 1774.
Pedido de certidão da escritura de venda da quarta parte da herdade da Fragosa (vila do Redondo) que vendeu Manuel de Soure às religiosas de São José. A escritura data de 06 de Setembro de 1706.
Perante Martim Vicente de Vila Lobos, cavaleiro, juiz do rei em Évora, compareceu Vasco, pobre da Serra de Ossa, solicitando o traslado de certos privilégios. Redactor: Mem Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Bula do papa Martinho V em que absolve os eremitas da serra de Ossa, de Água de Infantes de Portel, de Montemuro e de Valbom de Vila Viçosa de pagarem dízimos. Localidade de redacção: Roma
O chanceler Garcia Rodrigues ordena que Martim Vicente de Vila Lobos, cavaleiro da Casa do Rei e corregedor da comarca de Entre Tejo e Odiana mande dar cumprimento ao estabelecido na sentença. Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Carta de D. João II dirigida aos oficiais do concelho do Redondo, na qual se faz mercê a João Besteiro, morador na referida vila, do cargo de escrivão da câmara, almotaçaria, orfãos e alcaidaria. Localidade de redacção: Santarém
Perante Nuno Afonso, juiz ordinário em Évoramonte, fazendo audiência apareceram de um lado Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide por ele na vila de Estremoz, como autor e do outro Fernão Mourato [...], morador no termo da vila, como réu. Mem Rodrigues afirma que o réu tinha-lhe forçado um pedaço de uma terra que tinha sido dada de sesmaria por Gomes Eanes Barreco e por Gil Valente e pede ao juiz que lhe dê a posse dessa terra como a tinha antes. E o juiz julgando o caso por sentença mandou dar posse da terra ao Mem Rodrigues. Redactor: João Gonçalves, tabelião em Évoramonte pelo duque de Bragança, marquês de VIla Viçosa, conde Barcelos e de Ourém e da vila de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Sob o alpendre dos paços do concelho
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora acusam Lourenço Anes Mena, morador na vila de Alcácer, de não ter pago o foro de uma vinha, localizada em Alcácer. Redactor: Diogo Rodrigues, escrivão Localidade de redacção: Setúbal
Artur Cruzeiro Seixas, em primeiro plano, ao centro, a seu lado o tio materno e o pai na fila acima, à direita. Porto/Vila Nova de Gaia, Francelos, Agosto 1931.
Aclamação de Filipe II de Espanha como rei de Portugal, no castelo de Viana do Alentejo, onde se situavam os Paços do Concelho; traslado de confirmações dos privilégios concedidos à vila pelos anteriores reis de Portugal.
Aforamento feito pelos raçoeiros de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo (por procuração feita a Vicente Lourenço, tabelião da vila) da terça dos moinhos e engenhos do boeiro, na Ribeira de Canha, termo da vila, a Afonso Airas, lavrador, e a sua mulher, Margarida Anes, moradores na vila. Aqueles tinham ficado por morte de João Reimondez, pai da Margarida Anes. Aforavam também a terça dos moinhos e engenhos que ficara por morte de Pai Lourenço Zacheiro. Pagavam de foro vinte libras da moeda corrente e se voltasse a moeda antiga pagariam quatro libras. Os raçoeiros fariam dois aniversários por ano por João Reimondez e por Pai Lourenço. Redactor: João Anes, pelo tabelião da vila Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Perante o vigário da vila de Coruche alguém, que deve ser representante da igreja de Santiago de Évora, pede algo referente ao testamento de Afonso Anes, escrito do outro lado. Redactor: André Gonçalves, tabelião em Coruche Localidade de redacção: Coruche
Carta autógrafa de Albano Martins, composta por 2 folhas, datada de 1989-09-29. Local de expedição: Vila Nova de Gaia, Portugal Contém ainda: - 2 fotocópias de recortes de imprensa; - 1 envelope
Carta datilografada, não datada, com assinatura autógrafa de Eva Alves. Local de expedição: [Vila Real], Portugal Contém ainda: - 1 carta datilografada, não datada, com assinatura autógrafa; - 1 carta datilografada, não datada, com assinatura autógrafa, composta por 2 folhas; - 2 envelopes
Carta autógrafa de Albano Martins, datada de 1997-09-01. Local de expedição: Vila Nova de Gaia, Portugal Contém ainda: - 1 texto anexo, datilografado com assinatura autógrafa do autor, poema/*Leitura de um desenho de Cruzeiro Seixas*
Carta datilografada com assinatura autógrafa de Valter Hugo Mãe, composta por 2 folhas, datada de 2010-08-24. Local de expedição: Vila do Conde, Portugal Contém ainda: - 1 exemplar do periódico/*Diário Económico* de 2010-08-14; - 1 envelope
PROVISAO de vigararia perpetua de Santa Marinha de Vila Marim, da comarca de Vila Real, a favor do Padre Antonio Fernandes, clerigo de missa, natural de Vila Real. Localidades: VILA MARIM,Santa Marinha, VILA REAL
TITULO da vigararia ad nutum de Santiago de Vila Cova, comarca de Vila Real, a favor do Padre Goncalo Moreira de Carvalho, natural da vila de Amarante. Localidades: VILA COVA,Santiago, VILA REAL
REGISTO dos oficios de Provisor e Contador do Eclesiastico da vila e Comarca de Vila Real, em favor de Antonio Correia de Mesquita, da dita vila. Localidades: VILA REAL, VILA REAL
TITULO da vigararia perpetua de Santa Marinha de Vila Marim, comarca de Vila Real, a favor do Padre Simao Pereira da Rocha, da vila de Barcelos. Localidades: VILA MARIM,Santa Marinha, VILA REAL
D. Dinis, na sequência das contendas e desentendimentos entre os moradores da vila e os do castelo, instruí o alcaide de Guimarães para que ordene aos almotacés na aplicação de critérios uniformes na supervisão e aplicação de penas às regateiras e padeiras de ambos os locais.
Matrícula dos expostos do concelho de Vila Boa de Roda. Termo de abertura datado de 22 de de junho de 1818, assinado pelo provedor da comarca do concelho de Vila Boa de Roda, Francisco Barroso Pereira. Termo de encerramento datado de 22 de de junho de 1818, assinado pelo escrivão do Regimento Geral dos Testamentos do concelho de Vila Boa de Roda, Fernando António Pinto Miranda. Contém, nomeadamente a seguinte informação: data da entrega da criança à ama, identificação da ama, nome da criança, dados referentes ao batismo, nome da pessoa que encontrou a criança, pagamentos às amas, anotações de entrega aos familiares, data do falecimento da criança e do registo da criança no livro Diário.
Outorga que deu Susana Gonçalves, mulher de Domingos de Matos, moradores no casal de Entre os Matos em São João de Ponte, ao prazo de metade do campo da Ribeira em Santa Maria de Vila Nova de Sande.
Outorga que deu Senhorinha Francisca, mulher de Gonçalo da Costa, moradores no casal de Pombal, em Santo Tirso de Prazins, ao prazo de casas, terras e pertenças do casal de Cima de Vila em São João de Ponte.
Outorga que deu Ana João, mulher de Pedro Lopes, moradores na Rua de São Domingos, ao arrendamento dos frutos das Searas da Vila e dos frutos da igreja de Santo Estêvão de Urgezes.
Prazo que fez o Cabido de parte do casal de Salgueiral e Vinha da Bandeira em São Mamede de Vila Marim, a Isabel Marques e sua irmã Madalena Marques, solteiras, moradoras no Salgueiral da dita freguesia .
Prazo que fez o Cabido de certa parte do casal de Samil, Cima de Vila e Parlada em Salvador de Fervença, termo de Basto, a Domingos Francisco e sua mulher Catarina Gonçalves, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido do casal do Cortadiço e da Portela que chama Burgueiros de Cima em Vila Nova das Infantas, a Domingos Alvares e sua mulher Maria Mendes, lavradores, moradores no dito casal.
Outorga que deu Maria Brás, mulher de Belchior Lopes, moradores na Rua da Torre Velha, ao arrendamento dos frutos das igrejas de São Paio e de São Sebastião e das Searas da Vila, da parte pertencente ao Cabido.
Registo nominal dos oficiais de diversos ofícios existentes na vila e termo de Guimarães e regimento do ofício dos tecelões, com normas que regulam o acesso, exercício e organização desta atividade.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Antero Pinto Ferreira dos Santos, casado com Maria Beatriz da Silva Costa Santos 2º Outorgante: António Pacheco Vila Nova Guimarães, casado com Guilhermina Luísa da Costa Pereira
Prazo que fez o Cabido de casas, terras e pertenças do casal de Cima de Vila em São João de Ponte, a Gonçalo da Costa e sua mulher Senhorinha Francisca, moradores juntos às vendas, na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido de uma casa e leira de olival que saiu do casal do Outeiro em Vila Marim, a Francisco de Barros, morador no lugar do Outeiro
- Telex do Secretário da Comissão Política Concelhia de Vila Real, José Madureira Júlio, dirigido ao presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, a felicitá-lo pela vitória obtida no IX Congresso.No verso, contém uma anotação manuscrita. - Telex de Diogo Freitas do Amaral dirigido ao Secretário da Comissão Política Concelhia de Vila Real, José Madureira Júlio, a agradecer as felicitações.
Prazo do Casal de Cima de Vila, freguesia de São Salvador de Donim, que fazem as Religiosas do Convento de Santa Clara a Eusébio Fernandes (1846); Vedoria, medição, apegação e confrontação de todas as terras do Casal de Cima de Vila, freguesia de São Salvador de Donim (1845).
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a Ana Silveira da Conceição. Para tal, a suplicante hipotecou uma propriedade de casas sita no Cais de Vila Nova de Gaia, à frente da nova Alfândega. Alguns elementos identificativos da suplicante: Ana Silveira da Conceição – natural de Vila Nova de Gaia, viúva e filha única de Manuel Gonçalves de Abreu e Rita Silveira de São José.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini. Contém informação e considerações sobre o estado de conservação de fortificações e estruturas e terrenos adjacentes, nomeadamente: castelo de Ourém; Mata dos Lobos (Castelo Rodrigo); castelo do Sabugal; fortes em Vila Franca do Campo (Ponta Delgada); Bragança; Miranda do Douro; Freixo de Espada à Cinta; Vinhais; Caminha; Vila Nova de Cerveira; castelo de Idanha-a-Velha; castelo de Idanha-a-Nova.
Parecer do Procurador Geral da Fazenda Joaquim José da Costa e Simas, acerca do requerimento do diretor da Alfândega de Setúbal, João Inácio da Cruz Forte, em que pede ser relevado pelo não cumprimento da portaria de 12 de fevereiro de 1847, concedendo despacho de 19 moios de trigo para a vila de Coimbra, como lhe solicitara o presidente da câmara municipal e administrador do concelho da mesma vila.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o bacharel Francisco de Meireles Leite, nomeado delegado do Ministério Público na comarca de Mértola, ainda não compareceu ao serviço, propondo que se mande averiguar o seu estado de saúde, visto que deveria sair de Vila Nova de Famalicão assim que melhorasse da fratura de uma perna que sofreu naquela vila.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que, relativamente aos onze indivíduos que foram presos pelo administrador do concelho de Ourique na feira de Garvão, por suspeita de um homicídio e vários roubos cometidos na vizinhança daquela vila, não constou que fossem autores ou cúmplices de homicídio, mas sim de alguns roubos de cavalgaduras cometidos nas vizinhanças da vila, tendo-se instaurado o competente processo.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, ao fundo, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Arruamentos da Vila de Monsaraz; Casas de Monsaraz, em frente e à esquerda, propriedade da Universidade de Évora, temporariamente cedidas à Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, por comodato celebrado em 17 de Fevereiro de 2017, válido por 10 anos, para requalificação e exploração no âmbito do Projeto Centros de Acolhimento Turístico do Concelho de Reguengos de Monsaraz. Envolvência em contexto: Fortificações e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.
Venda que fazem Luís (?) Afonso e sua mulher, Leonor Pires, moradores na vila de Mourão, a Diogo de Mendonça e a sua mulher, D. Beatriz, de um quinhão que têm numa herdade no termo da vila no lugar que chamam do Pico, por vinte e dois mil reais brancos. Redactor: Diogo Martins, tabelião em Mourão Localidade de redacção: Mourão Localização específica da redacção: Nas casas de Luís (?) Afonso e Leonor Pires
Doação feita por Gonçalo Anes, clérigo, vizinho de Montemor-o-Novo, de um ferragial, localizado na vila, no lugar dos Mouros, aos clérigos da igreja de Santiago da referida vila, para que se celebre um aniversário, no segundo dia de Dezembro, pela alma de João Franco, que foi prior da igreja, e pela alma do doador. Redactor: Gil Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Bartolomeu, pobre, solicitara autorização ao rei para fazer uma província no termo da vila de Olivença, em lugar chamado Cercal de Palhares. O referido pobre pediu autorização para receber uma terra, que lhe foi dada por Vasco Fernandes da Espada, morador na Vila de Olivença, na qual se iria criar o eremitério. O monarca concede autorização, desde que o valor dos bens não exceda os sessenta mil reais brancos. Redactor: Diogo Afonso, escrivão Localidade de redacção: Santarém
Perante Diogo Gil, juiz ordinário na vila do Redondo, compareceu Rodrigo, pobre da Serra de Ossa e apresentou uma carta régia pela qual se manda que os juízes da vila de Redondo impeçam os vizinhos de ter colmeias junto às vinhas dos referidos pobres, uma vez que causam dano, sobretudo quando as vinhas estão maduras. Redactor: João Vasques, tabelião em Redondo Localidade de redacção: Redondo Localização específica da redacção: Casa de Lourenço Miguens da Silva
Emprazamento, em três vidas, de uma terra, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da referida vila, a Gomes Eanes, moleiro, e a Catarina Gil, vizinhos e moradores na mesma vila, por vinte reais brancos e duas galinhas, pagas pelo Natal. Redactor: João da Costa, vassalo do rei, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo