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Capela mor da Igreja de S. Francisco: retábulo neoclássico em mármore com as imagens de S. Francisco de Assis e S. Domingos de Gusmão. É parcialmente visível, do lado esquerdo, o orgão em talha dourada.
Vista da cidade a partir do terraço da igreja de S. Francisco. Inscrição/ legenda atribuída pelo autor: "Uma linda vista tirada da torre de S. Francisco". Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Reclamação da Câmara Municipal da Lourinhã contra o arrolamento do antigo Convento de São Francisco, pedindo que o mesmo se mantenha na sua posse, o que advém das cartas de lei de 15 de Setembro de 1841 e de 7 de Abril de 1877. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou que se deva manter o arrolamento de algumas partes do Convento de São Francisco, da Lourinhã, como pertencentes ao Estado, nomeadamente a igreja matriz, torre com um sino, uma pequena casa de arrecadação e todas as suas servidões.
Doação à Confraria de Santa Maria dos Sapateiros que fazem Álvaro Gomes e sua mulher Isabel Mendes de metade do Lugar de São Francisco onde está o Pombal situado além do Rio de Couros, junto com a Quinta de Vila Verde. A herdade fora recebida de seus pais e sogros Mendo Afonso e Inês Eanes, que, por sua vez, haviam recebido de João Gonçalves o pequeninho sapateiro e de Francisca Afonso sua mulher. Foram testemunhas presentes Pedro Álvares, Fernão Vaz e outros. Segue-se tomada de posse a 1 de Abril de 1476 no lugar e casa de São Francisco, sendo testemunhas João Anes genro de Nuno d’Avis e Afonso Gonçalves sapateiro.
Tomada de posse de: Mário da Costa Chula, Narciso da Silva Pinho e Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Aurelina Silva da Costa, representante da firma Manuel Francisco de Almeida.
Painel atribuído a Francisco de Campos. Painel do ciclo maneirista (cerca de 1570) da Pinacoteca da Sé de Évora.
Palácio de Dom Manuel visto do terraço da Igreja de S. Francisco. Pode ser uma reprodução de imagem.
Reprodução do projeto para construção do Tribunal Judicial de Évora nas ruínas do Convento de S. Francisco (datado de 1874)
Documento
Francisco Matos Gomes / “Jorge Vernex” foi um dos mais ativos propagandistas do regime da ditadura. Foi jornalista do nacional sindicalismo.
René Ursi era irmão de Irene Elisabeth Ursi Martins da Costa e cunhado de Francisco Rodrigues Martins da Costa.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Aurelina Silva da Costa, representante da firma Manuel Francisco de Almeida.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Francisco Emilio Costa Silva, representante da firma Ganha Dinâmica - Unipessoal Lda.
Documentação produzida e coligida por António Lino Neto, relativa à preparação de uma monografia sobre a vila de Mação. Destacam-se os apontamentos avulsos; índices e planos com a estrutura da obra; artigos de imprensa sobre monografias regionais ou com informação sobre o concelho, nomeadamente sobre a toponímia, história, arqueologia, população, indústria; correspondência recebida por António Lino Neto, entre outros, do padre Braulio de Sousa Guimarães, padre Artur Pereira, Manuel de Jesus Marques Dias, António Antunes Belo, Eugénia dos Prazeres Moreira, Serras Silva, Eloy Gomes Vieira, padre Francisco Correia Ventura e Francisco Serrano; correspondência de terceiros; normas e diplomas regulamentares sobre os organismos públicos de Mação, nomeadamente a Santa Casa da Misericórdia (cópia do compromisso), a Biblioteca (regulamento aprovado em 1943) e os Bombeiros; abaixo-assinados, contrafés, manifestos, representações e editais de comissões patrióticas e culturais locais; cópias de relatórios da administração do concelho; publicações diversas e outros documentos sobre a vida e a obra de diversas personalidades naturais de Mação, nomeadamente António Pereira de Figueiredo [1725-1797] e o padre Bartolomeu Rodrigues Chorro. Sublinha-se, por fim, um artigo de imprensa de António Lino Neto publicado no «Jornal de Mação (ano II, n.º 154, 7/09/1902, pp. 1-4), descrevendo as especificidades da vila, no que se refere à sua geografia, população, administração, indústria, agricultura, política, literatura e ciência, instrução e arte.
Guilherme Braga da Cruz participou em diversos encontros científicos, uns mais ligados ao campo do direito, outros cientificamente mais abrangentes. Existe documentação relativa à participação mais ativa ou mais passiva de Guilherme Braga da Cruz nos seguintes encontros: doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco (1949), Congresso do XIV Centenário da Chegada de São Martinho de Dume à Península Ibérica (1950), Comemorações do primeiro centenário da morte de Manuel António Coelho da Rocha (1950), participante em encontros do Projeto Novo Savigny (1954), II Coloquium Internacional de estudos Luso-Brasileiros (1954), IV Semana Jurídica Portuguesa em Santiago de Compostela (1954), Congresso de Filosofia (1955), homenagem a Luís Cabral de Moncada (1958), Congresso Histórico de Portugal Medievo (1959), Centenário de Francisco José de Sousa Gomes, avô materno de Guilherme Braga da Cruz (1960), Semana Cultural Portuguesa em Santiago de Compostela (1964), III Colóquio Nacional do Trabalho, da Organização Corporativa e da Previdência Social (1964), III Centenário da Batalha de Montes Claros (1965), conferências na Associação Jurídica de Luanda (1967), VII Semana Jurídica Portuguesa em Santiago de Compostela (1968), Curso de "Juristas portugueses em Madrid" (1971), sessão "in memoriem" de Dom Ramón Prieto Bances (1972), Conferência no Centro Cultural Português em Paris (1972) e Journées Méridionales d' Histoire des Institutions, em Toulouse (1975).
Títulos de ações da companhia "Auxiliadora" do número 185 a 320, referentes ao empréstimo efetuado à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau de Lisboa, em que são constituídos os proprietários de uma ação do capital de cinquenta mil réis, em prestações no valor de cinco mil réis, sendo obrigados "a entrar com mais prestações (…) até completar o dito capital". Nos títulos constam carimbos de liquidação das prestações à esquerda e dos juros à direita. Em alguns títulos, à direita do documento, encontra-se uma nota de sorteio para "amortização na conformidade da condição 5.º do contrato e Art. 6.º dos Estatutos" da companhia "Auxiliadora". No verso, encontram-se notas de propriedade da ação e dos seus dividendos, assinaturas e datas de averbamento; o reconhecimento da autenticidade do original; nota e data de liquidação da quantia e juros do capital; outras notas de propriedades das ações. Em grande parte, após efetuada a amortização, os títulos foram rasurados e/ou cortados. Inclui ainda um requerimento e mais documentos (exemplares do "Diário do Governo", n.º 270, de 28 de novembro; n.º 281, de 12 de dezembro, e folhas do "Diário Popular" e do "Diário de Notícias"; ata de sessão da Assembleia da Irmandade; termo de fiança e termo de entrega relativos à perda de duas ações da companhia "Auxiliadora" (n.º 98 e 99), em que é requerente Francisco Manuel Correia Martins, herdeiro de Francisco Manuel Correia Lopes e sua mãe Margarida Joaquina Correia Martins.