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Inclui licença de utilização relativa ao licenciamento de obras n.º 023/1983, alvará de licença de construção n.º 117/1983 e demais expediente relacionado com o licenciamento
Dizeres: Ianmar Forma: Rectangular Dimensões: 0,60m
Dizeres: Ferramentas, Ferragens, Artigos Sanitários Plasticos, Tintas Forma: Rectangular Dimensões: 1,50x0,70
Auto de apreensão a arguido desconhecido, inclui auto de notícia, auto de arrematação, despacho e demais expediente relacionado com o processo remetido para a Auditoria Fiscal do Porto
Carta do Intendente Geral da Polícia da Corte e Reino, Diogo Inácio de Pina Manique, a D. Rodrigo de Sousa Coutinho, remetendo as contas e relações enviadas pelo Corregedor do bairro dos remolares e o Vereador da vila de Almada. Tem junto: 1796, Setembro, 24, Lisboa. Carta de Luís Dias Pereira remetendo duas relações referentes aos barcos moios existentes no cais do bairro dos remolares. 1796, Setembro, 25, Almada. Carta do Vereador Segundo, António Costa e Melo, enviando uma relação dos barcos entregues ao Patrão-mor na Ribeira das Naus.
Processo relativo ao pedido de execução de um ramal de encanamento de água potável, para a povoação da Senhora da Ajuda na freguesia de Vila Nova, do aqueduto da Canada da Bezerra, instruído com o requerimento dos moradores, o projecto ( memória descritiva, traçado, medições, série de preços, orçamento e desenhos) da responsabilidade da Direcção das Obras Públicas do Distrito de Angra do Heroísmo, o expediente referente à remessa da documentação para a Inspecção das Obras Públicas dos Açores e Madeira e parecer da Junta Consultiva das Obras Públicas e Minas.
Escritura de venda e reconhecimento realizada em Alhandra, no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, como vendedores, Joaquim Duarte, de apelido "o carapeta filho", campino, e sua mulher, Leandra da Purificação, e, como comprador, José Luís, marceneiro, todos moradores em Alhandra. Pelos vendedores foi dito que, por óbito de sua mãe e sogra, Maria Joaquina, que sobreviveu ao seu segundo marido, Isidoro Batista, se achavam na posse de uma morada de casas térreas, situadas na parte norte da Rua das Pedreiras, na vila de Alhandra, que se constituía por duas lojas e um quintal. Confrontava pelo Norte com a calçada de tijolo da igreja matriz de Alhandra e pelo Nordeste com o quintal e pardieiros de José Dionísio d’Aguiar Barreto. Eram foreiros em 700 réis anuais, vencidos em dezembro de cada ano, à Confraria de Nossa Senhora do Rosário da igreja matriz de Alhandra, com laudémio de vintena, e de cujo domínio direto eram administradores os párocos da freguesia de São João Batista, sendo o prior Luís Pedro Gomes da Cruz, o atual reverendo. Foram testemunhas: o padre Jacinto Borges Vital, que assinou a rogo dos vendedores, Miguel Lourenço, sapateiro, Joaquim Custódio da Silva, barbeiro, e Carlos José dos Santos, carpinteiro. Contém referência a uma escritura realizada a 24 de junho de 1786, lavrada pelo tabelião Manuel António Peixoto, entre os outorgantes padre José de Almeida e Sousa e padrasto dos vendedores, Isidoro Batista, referente ao mesmo prazo, para que se cumprissem as cláusulas nela estabelecidas, bem como a outra escritura de compra e venda realizada entre o comprador José Luís da Silva e os vendedores Joaquim Duarte e Leandra Maria, a 28 de fevereiro de 1825, referente a umas casas térreas com quatro quintais, na Rua das Pedreiras, na freguesia de São João Batista, pela quantia de 38.400 réis, pagando-se de sisa o valor de 3.840 réis, que recebeu o tesoureiro delas, Paulo José Teixugo, e o escrivão João Rodrigues Castanho. Era juiz de Fora e das Sisas João Barbosa da Fonseca. No f. 6v. surge uma anotação de 16 de junho de 1908, informando que pagava foro nesta data Margarida Rosa Fernandes.
Trata-se do empréstimo de 892.940$00 para obras de abastecimento de água a Alter do Chão. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 185, II série, de 9 de Agosto de 1945.
Vista panorâmica do Redondo.
Foi possível datar as imagens através da leitura das agendas de David Freitas, nomeadamente as referentes a Quarteira.
Referência a Alves Redol.
Referência a Rua Alves Redol.
Livro constituído por um assento relativo aos deveres dos Zeladores da Irmandade (fólios iniciais), por listas de Irmãos e por uma lista de «Irmaos Compostos, que não tem recado e os que se achão auzentes».
Nesta fonte implementaram um sistema de controlo, assente na posição dos vértices superiores de triângulos, que auxiliava a memória dos Zeladores no cumprimento das suas tarefas.