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Contém 7 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com a Associação de Comités Nacionais Olímpicos Europeus sobre a participação nas reuniões realizadas em Bruxelas, Acapulco, Copenhaga nos anos de 1991 e 1992, Projeto Europeu de Solidariedade Olímpica do CIO; com o Il Ilustre Collegi d'avocats de Barcelona sobre o Congresso Internacional do Direito e do Desporto; com diversas entidades sobre a participação nacional nos Jogos Paraolímpicos de Madrid'92; com a empresa InfoSport - Informação Desportiva sobre produção jornalística, impressão e distribuição da revista do COP, entre outros assuntos. Contém convites, programas e ordens de trabalhos das reuniões, listas de participantes, audições e memorandos da Assembleia Geral da ACNOE sobre os jogos da sorte no Mercado Único, comunicações do Conselho da Comissão sobre doping no desporto, escolha das cidades candidatas aos Jogos Olímpicos, quotas de pré-qualificações e ainda balancetes e orçamentos, relatórios das reuniões, lista da delegação portuguesa de paraolímpicos a participar nos Jogos de Madrid'92, recortes de imprensa, comunicados, contrato de prestação de serviços celebrado entre o COP e a InfoSport - Informação Desportiva. Capas existentes na UI: capa n.º 81- Associação de Comités Nacionais Olímpicos Europeus; capa n.º 83- Associação de Comités Nacionais Olímpicos Europeus; capa n.º 84- Jogos Desportivos Escolares; capa n.º 85- Congresso Internacional do Direito e do Desporto; capa n.º 87- Jogos Paraolímpicos Madrid'92; capa n.º 88- Infosport - Informação Desportiva.
Contém 5 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com agência de viagens sobre oferta de serviços; com empresas distribuidoras de moedas e medalhas olímpicas e com o Comité organizador dos Jogos Olímpicos de Barcelona sobre o uso dos termos e emblemas olímpicos e licenciamento de produtos; com as federações sobre os Jogos Mundiais e com o Comité Olímpico Francês sobre os "3º Jeux de l'avenir"; com diversas entidades públicas e privadas sobre a aquisição, o empréstimo e a exibição do filme dos Jogos Olímpicos de Seoul, 1988 e ainda sobre o marketing dos Jogos Olímpicos de Inverno, entre outros. Contém catálogos, contactos das agências de viagem, acordos entre o Comité Olímpico Português e a Lillehammer Ol, entre o Comité Olímpico Português e a Fabrica Nacional de Moeda e Timbre, entre o Comité Olímpico Português e o Comité Organizador dos Jogos Olímpicos de Barcelona entre o Comité Olímpico Português e a Administração de Moedas e Medalhas, recortes de imprensa, proposta do programa olímpico de patrocínios de 1992 para os países europeus, entre outros. Capas existentes na UI: capa n.º 26- Agências de viagem; capa n.º 27- Moedas e medalhas olímpicas; capa n.º 28- Jogos internacionais; capa n.º 29- Filme dos Jogos; capa n.º 30- marketing "Albertville/92".
Contém 9 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Roma 1960, numeradas sequencialmente com "pasta n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência com as federações sobre a concessão da Medalha Olímpica Nobre Guedes, questionando as mesmas se existem atletas propostos para a receber, dado que não foi atribuída a nenhum atleta de 1953 a 1955; correspondência com membros do COP; com entidades estrangeiras sobre os Jogos Desportivos Luso-Brasileiros, a discriminação no desporto, entre outros; e com entidades oficiais nacionais sobre a participação portuguesa nos Jogos Olímpicos, solicitando apoio financeiro para a deslocação e licenças para os atletas que irão representar Portugal, entre outros assuntos. Contém também documentação acerca das provas equestres; atletas representantes de Pentatlo Moderno nos Jogos; do concurso de arte com a exposição de fotografias por ocasião dos Jogos Olímpios, em Roma; e correspondência com diversos clubes acerca de eventos promovidos pelos mesmos, oferta de taças e troféus e também das obras "Representação do Comité Olímpico Português ao Ministro da Educação Nacional" e "Os Jogos Olímpicos- regras e estatutos" por parte do COP, entre outros. Capas existentes na UI: capa n.º 21- Ténis de mesa; capa n.º 23- Federação Equestre Portuguesa; capa n.º 24- Pentatlo Moderno; capa n.º 25- Concursos de arte: fotografias e troféus; capa n.º 26- Condolências; capa n.º 27- Membros do COP; capa n.º 28- Clubes; capa n.º 29- Correspondência com entidades estrangeiras; capa n.º 30- Correspondência com entidades oficiais.
Contém os seguintes títulos: Câmara atribui pelouros; Asfalto da Câmara não chega aqui - Camarões, concelho de Sintra; Pelouros da vereação; 1º Ministro distingue João Justino, os traidores também se autoabatem; Carvalhal, a estrada para Alvarinhos; Escândalo! PS trai o voto maioritário em Queluz; Editorial: o dever de informar; Presidentes de juntas de freguesia revelam projetos; À Câmara Municipal; Órgãos autárquicos tomaram posse! Anos 90, anos de (bom) futuro; A tempo; "Ninguém tem a totalidade dos votos, nem dos vereadores. Temos que compartilhar a gestão da Câmara, entre as várias forças políticas"; Eleição da mesa e constituição dos grupos políticos: assembleia municipal de Sintra; Queluz, lugar, freguesia e vila, amanhã será cidade...; Defender sim, mas para quê?; Objetivamente; Serra das Minas tem novo mercado; Aprender a habitar; Prémios literários; Fina Flor da arquitetura mundial debate em Sintra "A moradia e o habitar"; Palácio Nacional da Pena expõe porcelana oriental; I trienal de arquitetura de Sintra aposta forte na poética dos espaços; Maria Adelaide Cabral expões em Sintra: O mar, a terra, os frutos; I trienal de Sintra; I trienal de arquitetura em Sintra; Miguel Barbosa, exposição; Romanização e romanidade na "Zona W" do município olisiponense; Artes plásticas - no outro lado do espelho; A trienal de arquitetura; Exposições em Sintra; I trienal de arquitetura em Sintra - a poética latente em Raul Lino; Ano novo, com música nova!; O teatro - com "os jotas"; Para ser vista, a pintura; Setes ais; Teatro em Sintra; A cadeia de Sintra; "Lutemos pela manutenção do edifício da cadeia"; Convento dos capuchos votado ao abandono; Sintra: património, polémica e mistério; Salvaguardar: "utilizando" - para bem de todos nós; Morte de defensor do património de Sintra levanta suspeitas; Cadeia de Sintra, um problema para resolver; Sessão sobre fogos florestais; "Dia Mundial da Floresta"; Dia Mundial em Sintra - um desfio ao dinamismo; "A escola" e o virtuoso "desfocado"; Na escola de Sta. Maria O cidra repões "do que o corpo se lembra"; Na escola nº 4 de Sintra o dia do professor é festejado em clima de amor; Agora...tudo bem!; Joaquim Santos senhor das camélias; Sintrense, 2 - Seixal, 1; Joaquim Santos foi "daibólico" em Sintra; Bica forçou no final mas Santos aguentou, no rali das Camélias; Joaquim Santos no pódio das Camélias; "Mar de rosas" em rali das camélias, Santos domina piso escorregadio; Quim Santos ganhou as camélias de Sintra; "Noite de Sintra" teve muito que contar; Camélia de Sintra para Quim Santos; Ford permanece imbatível; Milagre da persistência é obra do Sintrense; "Rallye" das Camélias para Joaquim Santos; Joaquim Santos à vontade em Sintra; Corrida na Terrugem; XXXIV rali das camélias - Joaquim Santos, defender depois de conquistar; Escolas de futebol - fase de apuramento; Saloios nos nacionais - Sintrense vence - At. Cacém empata; Regionais da A:F.L.; Judo- Andreia Cavalleri pela 4ª vez consecutiva campeã nacional juvenil; Hóquei em patina - render da guarda no hóquei clube de Sintra; 8ª corrida internacional dos sinos, em Mafra, no atletismo; Basquetebol - novo tropeção do Queluz; Grande prova de ciclismo na Terrugem; À atenção dos clubes do nosso concelho - entrou em vigor o Mecenato desportivo; Jogos da II divisão só em relvados; Sintrense: um velho e respeitável "senhor"; Ano nono - 8º grande prémio; Joaquim Santos triunfa no rali das camélias; Sintrense - Atlético em campo relvado; Futebol no concelho de Sintra; Simular fogos para prevenir a população - bombeiros de Colares assinalam centenário com ações de sensibilização; Em Sintra, Lintas reuniu equipas criativas; Simulacro de incêndio urbano em Galamares; Bombeiros de Sintra preocupados; Aumentou a confusão na circulação ferroviária; Linha de Sintra com mais segurança - promete CP aos utentes; Bombeiros voluntários de Colares e de Sintra simulam incêndio urbano; Sargentos da brigada reuniram-se em Mem Martins; O centenário dos bombeiros de Colares e Sintra; Autópsia em segredo adensa suspeitas; Bombeiros sem meios; Diga de sua justiça; Comemoração dos 100 anos dos bombeiros voluntários de Colares e Sintra e XXIX congresso dos bombeiros portugueses; Na sociedade filarmónica "Os aliados", baile da Rainha é festa grande; Samsung instala nova fábrica em Sintra; Adeus amigo Nascimento; Na hora do lançamento; Sevícias suspendem diretor do Linhó; Bombeiros em notícia; O Rev. Delmar Barreiros foi condecorado com a medalha Vasco da Gama; Investimentos continuam a florescer; I trienal de arquitetura de Sintra - Sintra é capital da arquitetura; Conhecer "Sintra" jornadas do P.R.D. para o concelho; Concurso de jornalismo para o melhor artigo sobre o dia mundial da floresta; I trienal de arquitetura promovida pela Câmara Municipal de Sintra; O fascínio de Sintra; Festa tauromática para "misses" Wonderland; Bombeiros portugueses vão reunir em Sintra; Morte na estrada de Sintra; Sintra: ainda e sempre a tradição das camélias; Camélias atapetam regresso do campeonato nacional de ralis; "Nacional" de ralis, hoje é dia de "Camélias".
Contém os seguintes títulos: Marco arquitetónico capaz de projetar no tempo a rica herança patrimonial da vila; Mostra do brinquedo artesanal e antigo em Sintra; Pintura de Catherine Henke na galeria de Colares; Sintra premeia livros inéditos; Concursos literários da Câmara de Sintra; Prémios literários Ferreira de Castro; Exposições em Sintra; Prémios literários já têm vencedores; Curso marionetas no Chão de Oliva; Presépios em Sintra; Quinta da capela - um paraíso privado; Cursos profissionais de turismo; Agressões, roubos e terror na escola de Montelavar; Eleições autárquicas em debate; Despedida; Municípios utilizadores criam associação - saneamento básico da Costa do Estoril; "Natal" do Queluz para motivar jovens no basquetebol internacional; Clube Atlético de Queluz: o complexo desportivo vai tornar-se realidade; Torneio de Queluz; Sintrense procura assegurar permanência na II divisão; Juventude, 3 - Sintrense, 1; Cruz vermelha de Sintra tem duas novas viaturas; Alargamento de estrada nacional; Sonae quer encerrar empresa; Câmara de Sintra lança guias municipais; Funcionários públicos não trabalharam meio mês, em dezembro; Teixeira Duarte ganha hospital de Queluz; Bairro à espera de luz há quase três anos; Movimento cooperativo habitacional pujante no concelho de Sintra; Arrancam parque urbano e piscina municipal em Queluz; "Teixeira Duarte" ganha empreitadas; Cooperativa oferece casas boas e baratas em Rio de Mouro;
Contém os seguintes títulos: Praia das Maças um ritual de gerações; Sintra inaugura postos de turismo; Temas sintrenses na artedomus; Música e pintura animam Sintra; III encontros musicais da Nestlé; Encontros musicais;De Londres à Polónia via televisão: Viagem cultural passa por Sintra; Liliane Bizineche atuará em Sintra: dia 1 para cantar Vivaldi; Liliane Bizineche no Palácio de Sintra; Bailado volta a animar Seteias; Aguarelas na Praia das Maças; Levar aos jovens Ferreira de Castro; Música: III encontros musicais Nestlé; Palácio da Pena: exposições; Exposição no museu regional de Sintra; Christian Andersen homenageado; Queluz, Palácio Nacional exposição de pintura; Liliane Bizineche canta em Sintra; Ferreira de Castro e Oliva Guerra evocados em concurso literário; Palácios de Seteais e Queluz são cenários de espetáculos majestosos: concelho de Sintra aposta na cultura; Palácio da Pena contemplado como património histórico; Escultura de Constantino Santos; Noites de Colares; Paria das Maças exposição de tapeçaria; Amélia Pires Gonçalves: o incompreensível anonimato; Noite oitocentista no Palácio de Queluz: Bobos e arlequins em jardim encantado; Uma festa em Queluz; Simonetta Luz Afonso; Um espetáculo em Queluz; Armando Jorge (diretor artístico); Música nas noites de Queluz; Corte de D. Maria I regressou a Queluz; A propósito da 1ª feira do livro de Sintra; O outro lado do verão/89; Palácio Nacional da Pena exposições; Verão 89 em Sintra; Musica III encontros musicais Nestlé; Lisboa: sentida o ouro do dia; Liliane Bizinech em Sintra; Música encontros musicais; Sintra homenageia Hans Christian Andersen; Pintura de Miguel Barbosa em Sintra; Nova filarmonia vai formar coro; Concertos de Sintra terminam hoje; Paisagens de Sintra; Nova filarmonia cria coro sinfónico; Música com encontros musicais em Sintra e dança nas noites de Queluz; Roteiro Queirosiano de Sintra; Pesquisas têxteis na Praia das Maças; Estrelas do bailado; Queluz em noites aristocráticas: todos os fins de semana até ao dia 25; Seteias revive bailado romântico; Bailado em Seteias; Mais cantores de Sintra - 1; Junta de freguesia e a paróquia de Rio de Mouro unem-se para festejar os santos populares; A água e as crianças; Jogos de água - 89 na Paria das Maças; Jogos de água na Praia das Maças; Alunos deslocados para fora da área de residência; Rio de Mouro "despede" os alunos que passaram: mas que estranho "presente"...; Palácio em foco; A construção da nova igreja e centro social de Rio de Mouro começou; Sintra em Marrocos; Aniversário da elevação de Queluz à categoria de vila; Associação nacional de freguesias - expressão nacional do poder local; Queluz, com problemas e com soluções; Marcelo e Ferreira do Amaral ultimam acordo: em reunião preparatória do encontro formal dos presidentes do PSD e PPM; Socialistas denunciam: Câmara de Sintra encerrou para férias; Insólito Câmara de Sintra fechou para...férias; PRD quer ser "campeão" dos acordos autárquicos; PSD e PS acusam-se em Évora e Sintra; Portugal tem mais 5 freguesias e 24 vilas; PCP cede ao PSR dois lugares na lista da assembleia municipal; Queixinhas; PCP chama UDP e PSR; PS/Sintra considera que a Câmara está "em autogestão"; Acácio da Silva na rampa de Sintra; Acácio da Silva na rampa de Sintra: presença confirmada; Acácio na rampa de Sintra; Oeiras, 0 - Cacém, 3; Alverca, 0 - Sintrense, 1; Acácio Silva em Sintra na rampa internacional; Sintrense: ficar entre os seis grandes; Treino com o sintrense: ensaio geral para domingo; Árbitros em estágio: basquetebol em Queluz; "Juvegolfe/89" vai animar a Carregueira; Em Sintra aprende-se a boxe tailandês; 1º Mundial de windsurf-funboard no guincho; Futebol: taça de honra da AF Lisboa - sporting-benfica primeiro "derby" na luz; Cacém recebe Cova Piedade; Ainda a propósito do trânsito; Primeira missa nova na igreja de Monte Abraão; Flagrantes duma noite de verão; Bombeiros de Queluz preparam o seu aniversário; Festa da terceira idade em Monte Abraão; A construção do mercado de Rio de Mouro; Aniversários de associações de bombeiros; Acesso ao Monte Abraão facilitado; Bombeiros em notícias; Johnson & Johnson concede bolsas de estudo em Queluz de baixo; Presidente de Cabo Verde em Queluz; Controlo automático de velocidade melhora segurança dos comboios: CP adquiriu moderno equipamento para a linha do norte; Comboios portugueses vão rolar mais depressa e mais seguros; Investimento de 177 milhões para a modernização da CP; Espanhóis estão a comprara as terras do Alentejo; Janas benzeu gado; Modernização da CP custa 177 milhões; Fogo de Sintra fez paisagem lunar; Viagens de risco nos transportes públicos; CP no caminho da modernização; Motas antigas saem à rua; Um negócio de 120 milhões; Na zona de Sintra: a água não chega a todos; Clube de aeromodelismo "tem asas para voar" no Cacém; Motos antigas foram de visita ao cabo da roca; Motos sem preço nas estradas de Sintra.
Contém os seguintes títulos: Autarquia aberta imita Mário Soares; Universidade católica quase certa em Sintra; Dissidente recebe pelouros; Municípios querem rever estatuto dos bombeiros; Melhor qualidade de vida; Apresentação do plano de desenvolvimento turístico; Fotos em Salir e Sintra; Gil Vicente em Sintra; Sintra de Eça; Chão de Oliva tem novo espaço em Sintra; Sintra tem palco "A fé nos Amores"; Cerâmicas Marajoaras - resgate de uma tradição ao lado da arte plumária; Dar um futuro ao passado; Da das bruxas na escola preparatória do Monte Abraão; Ir à Adraga e ver o último falcão-peregrino; Na homenagem merecida...um espetáculo de corrida!; Judocas sintrenses medalhados; ...E depois da tempestade, veio a bonança; Carolino mexeu bem a equipa e conseguiu Gilar em campo menor; Cooperativas sentem falta de dinheiro; Câmara dinamiza atividades para idosos; Mercedes aposta no cliente; Se o meu carro voasse...; Queluz preocupada com a saída da PSP; Sintra sem gare da CP; Estação de Sintra fecha para obras; Sintra, mais de quarenta mil contos e a inclusão de novos espaços verdes aprovados na última reunião de câmara; Sintra, a recuperação dos bairros clandestinos; estação da Cp em Sintra encerra por quatro meses; Sintra abriu os cordões à bolsa; Arte contemporânea em foco no palácio nacional de Sintra; Aldeias fantasmas entre Sintra e Mafra; As casas morrem de pé; Ruínas dos velhos cultos.
Contém os seguintes títulos: Queluz quer semáforos; BEI assina contratos de financiamento; Sintra contra financiamento do BEI; Obras de remodelação deixam Sintra sem gare da CP durante quatro meses; Banco europeu financia projetos portugueses; 10 milhões para água de Sintra; Dar de beber a Sintra custa dez milhões de contos; Recuperação de bairros clandestinos; Barracas de Queluz: demolição já começou; Competência municipal; Estação de Sintra fecha quatro meses; Estacionamento vedado na Estefânea; Um sismo em direto; Governo vai privilegiar associações intermunicipal; Abastecimento público debatido em Sintra; Mercados tradicionais são de interesse público; Isaltino admite coligação com CDS em Lisboa; Implantação de central de asfalto contestada por população; Mercado por localizar; Roteiro de João Rodil pela Sintra queirosiana; Arte contemporânea em foco no palácio nacional de Sintra; Sintra vista por Eça; Turismo fora de horas; Arte a saque; Monumentos e palácios visitados por 1,2 milhões; Divisão de Educação da C.M.S.apoia ensino primário; Reciclar lixos para preservar o ambiente; Sintra entra com o pé direito; Queluz surpreendido; Bombeiros profissionais contestam novo estatuto; Bombeiros profissionais na tutela das autarquias; Orixás mostra cerâmicas da Amazónia; Simulação de sismos educa população; Falta a caça mas sobram os caçadores e as polémicas.
Contém os seguintes títulos: Autarquia declara guerra às barracas; Bairro clandestino em Sintra alberga cerca de mil pessoas; Câmara de Sintra elogia proprietários; Silo pode voltar a ser chumbado; Novas regras para planos de ordenamento municipal; Queluz hasteia a sua nova bandeira; Infraestruturas de água e saneamento básico em todo o concelho no final de 1995; Carências habitacionais preocupam junta; Secundária nº 1 de Queluz lança curso para jovens; Pela primeira vez hasteada bandeira de Queluz; Sintra e Lisboa organizam encontro nacional; Saneamento chega a bairro de Sintra; Queluz estreia bandeira; Queluz hasteia bandeira a pensar num futuro concelho; Ordenamento do território é insuficiente; Trovas de uma noite quente de outono; Promoção turística de Portugal aposta no centro e no norte; Descoberto novo trilho de dinossauros; Amadora conserva necrópole herdada do neolítico; Prepara-se a recuperação da serra de Sintra; Limpeza florestal à sombra dos Capuchos; Crianças e acidentes; Samsung fecha fábrica em Alcoitão; Novos comboios na linha de Sintra; Historiador sintrense sepultado na serra; reservas associativas contestadas em reunião de caçadores sintrenses; Água para Dona Maria; Prémios Ferreira de Castro e Olívia Guerra em 4ª edição; Câmara concede bolsas de estudo; Música andina em Sintra.
Contém os seguintes títulos: Região do Vale do Tejo acelera desenvolvimento; Colóquio nacional debate autarquias; Diário da república regula admissão e promoção autárquica; GNR vigia Dona Maria; GNR, taxistas e populares em noite de agitação; O eterno fado das minorias; Câmara de Sintra quer legalidade em Dona Maria; CNE apela à formação da mesa de voto; Portela de Sintra vai ter estação nova; Mercês não é só a feira; Jornalistas vão às câmaras; 90 casos de incompatibilidades de titulares de cargos políticos; Dona Maria mantém boicote e PSD ampliará a maioria; Só dois terços dos portugueses têm água a sair da torneira; Cinco empresas pré-qualificadas; Dona Maria manda pré-aviso a Cavaco; Obras em Sintra; Em Sintra, exposições de aguarelas; António Soares expõe no atelier de Edmundo Cruz; Uma cascata de casario a mergulhar no oceano; História viva e o gosto da aventura; Escola secundária de Mem Martins prepara século XXI; Rali de iniciados em Sintra; U. Sintrense de parabéns; Aruilense já tem campo de futebol; Festival de ginástica na inauguração da atividade desportiva; Record na inauguração do campo de Aruilense; Rali arte e sport "acelera" em Sintra com os iniciados; Semana de Timor; Prémio Infante Dom Henrique promoveu arraial em Sintra; Peninha um farol; Festa anual dos reformados de Agualva Cacém; Biblioteca de Agualva Cacém inaugura secção domiciliária; Estação nova em Queluz talvez daqui a três anos; Não há refeitório na Conde de Sabugosa; Há uma semana sem água em Morelena; Pero Pinheiro vai ter quartel para GNR; Esgotos misturam-se com água.
Contém os seguintes títulos: Autarquia aberta visita Colares; Queluz revive em descampado; PDM da AML mais adiantados; Municípios rejeitam "colete de forças"; Municípios temem fundos comunitários; Sintra atribuiu prémios literários; Começa o V festival de teatro amador; 1ª colóquio de história de Sintra; Vitor Serrão doutorou-se em história de arte; Artesanato sintrense conquista certificado de autenticidade; Rozarinho Forjaz: a beleza e tradição da azulejaria nacional; Sintra na obra de Eça; Palácio da Pena (re)faz história; Monumentos nacionais - 750 marcos históricos sem seguro; Benfica e Ovarense discutem 1º lugar; Queluz ascende ao primeiro lugar; Hockey club de Sintra cilindra Estremoz; Gimnodesportivo e piscina para Sintra; Azar visitante...; Caça abriu na cozinha velha; "Pau de fileira" no Caesar Park Hotel; Casa de "Os belenenses" de Queluz festejou 34 anos; Escuteiros de Rio de Mouro com as mãos na argamassa; Campanha foi sol de exceção para 100 famílias de Sintra; A melhor amiga do cão, Marie José Bremam, do canil São Pedro; Expedição da Correia do Sul ligou Seul ao Cabo da Roca; Sintra reivindica mais segurança: Óleos e aguarelas de Edmundo Cruz; Sintra- Rui Silva: quatro perguntas de Rui Silva: quatro respostas; Natal em Sintra; Arquivo histórico; Câmara municipal incentiva defesa do ambiente; Reabriu biblioteca municipal de Sintra; Sintra e vão quatro...faltam dez; Duas imagens...um ponto comum; Atletismo no fim da Europa; Cascais e Sintra lideram; Inauguração do salão paroquial das Mercês; O Concelho de Sintra está numa fase imparável de grandes transformações.
Contém os seguintes títulos: Mais um posto em Sintra; Câmara de Sintra participa em rodovia intermunicipal; Construção social espera "Luz verde"; Foi lançada a primeira pedra do novo pavilhão polidesportivo de Pero Pinheiro; Câmara: novas do orçamento; Com o PSD sozinho tudo seria melhor na gestão da autarquia sintrense; 50 milhões dividem governo e autarquias; Municípios protestam por aprovação do OE; Orçamento só é apoiado por 14,7 por cento; Municípios protestam contra redução de verbas; Domador de sogras e Castro no encerramento do 4º festival de teatro do concelho de Sintra; Pintura de Ortiz Alfau exposta em Colares; I salão de artes plásticas de São Pedro; Sintra atrai europeus; Roteiro turístico de Sintra; Sintra subsidia escolas; Fogos reais no Magoito; Campeonato nacional de basquetebol; Judo tem sido apoiado pela Câmara; Incêndio à porta dos bombeiros; Saturação e desespero na linha de Sintra; Voluntários de Belas têm falta de meios; Linha de Sintra vitimou 270 pessoas em 1991; Ministro é convidado a viajar na linha de Sintra.
Contém os seguintes títulos: Valente quer mais trabalho e menos gastos; A reunião da confirmação; Valente de Oliveira esvazia sala com um discurso; Consumismo; Orçamento de Sintra; Governo e autarquias vão vigiar a água; Municípios querem regionalização até 93; Reaberta ao trânsito a ponte do Camarão; Ponte de Colares reabriu; Novo hospital da Amadora serve 350 mil habitantes; Municípios reivindicam plano de habitação; Freguesia festeja Maio Popular; Sintra tem orçamento; Diálogo e consenso são palavras chave do discurso; Viagem ao futuro com 30 jovens sintrenses; Câmara compra terreno em Colares; União sintrense faz 115 anos; Justino contra Anjos; Câmara de Sintra leva jovens a França; Sintra entrega habitações de custos controlados; Rui Silva quer melhorar relações com CDS; boicotes dão frutos em seis localidades; Estado reduz gastos em obras públicas; Água e estradas chegam a freguesias "contestatárias"; Rui Silva solidário com Justino em Sintra considera excessiva a sentença judicial; Urbanistas criticam lei dos loteamentos; Câmara de Sintra procura novo fôlego; Gestão de Justino foi a melhor possível; Assembleia metropolitana com mesa eleita; Freguesias retêm dados do recenseamento; Dona Maria vai ter água; Música Barroca em Sintra; Teatro de amadores mostra-se em Sintra; Sintra aposta na cultura; Jornadas de arte do Rotary de Sintra; Sintra recupera Parque da Liberdade; Sintra e o desporto; Fogo em várias frentes na serra de Sintra; Incêndio antes da derrocada; Palácio nacional da pena exprime o romantismo português; A linha do medo; Presidente da Câmara municipal de Sintra perde mandato.
Contém os seguintes títulos :Protesto na Gama Barros; Abstenção bate recortes a nível nacional e concelhio; Temos que ter cuidado ao olhar para as estatísticas; Buracos em S. Marcos; Heliodoro Salgado em Obras; Reciclar o óleo de cozinha; Misericórdia de Sintra avança para tribunal; Jovens expõem no Fitares; 2000 foi um ano de ouro; Teatro; Exposições; Promoção turística de Sintra e Costa do Estoril, mais e melhor; Peões em perigo; Para passar o tempo; Estado de graça; Renovação da confiança; Venham mais cinco; Curso de iniciação teatral 200/2001; Câmara de Sintra , aviso; Abano ainda em foco; Escapada real; Metade votou "por todos nós"; Breves; IPPAR corta verbas à Misericórdia; Sintra Museu de Arte Moderna - coleção Berardo; Obras avançam na Estefânea; Rio de Mouro, escolas com acesso perigoso; Quinta Mazziotti; Alto do Forte, buraco mal tapada; Monte Abraão, barreiras sonoras na CREL; Algueirão, placas finalmente afixadas; Agualva Cacém, bombeiros com nova direção; Sintra, plano de emergência para estradas; Tapada das Mercês, escola mete água e não tem aquecimento; Misericórdia recorre aos tribunais; Agualva Cacém, aniversário da ARPIAC; Curso de iniciação teatral; Lobinhos apostam na formação; Agenda cultural; Câmara Sintra - aviso da vereação; Viver em Mem Martins, transportes e qualidade de vida; Carta aberta ao presidente da Câmara municipal da Amadora; Padre Alberto Neto quer bicicletas ergométricas; Greve na CP provoca caos; Radiografia social; Pavilhões em Sintra e na Amadora; Alunos de Sintra querem pavilhões gimnodesportivos; Educação ambiental; Conhecer os voluntários; A cidade e o mundo; Metro 2 Km de esperança; Em 308 concelhos só 26 são ricos.
Livro de Atas das Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana correspondentes ao período de 22 de agosto de 1927 a 28 de janeiro de 1930, contendo 42 atas. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre a admissão e demissão de sócios; nomeações para Comissões; restrições de venda nas farmácias; fiscalização de medicamentos importados; eleição de sócios honorários: Carlos Cândido Coutinho, Achilles Machado e José Alemão de Mendonça Cisneiros e Faria; reformulação e regulamentação das Associações de Socorros Mútuos; consultas médicas nas farmácias; voto de sentimento pela morte de José Rodríguez Carracido, Vicente José de Seiça e Alberto Malta; Comissão Organizadora do I Congresso Nacional de Farmácia; demissão de Emílio Fragoso; revisão da Farmacopeia Portuguesa; aprovação do Estatuto da Associação dos Farmacêuticos do Centro de Portugal e da Associação dos Farmacêuticos de Setúbal; falsificação de especialidades farmacêuticas; venda de substâncias explosivas nas farmácias; falta de regulamentação e fiscalização das especialidades estrangeiras; reforma do Estatuto da Sociedade; licenças e horário de funcionamento das farmácias; venda de pós de Dower; cedência de medicamentos a civis pela Farmácia Central do Exército; remodelação dos serviços farmacêuticos dos hospitais civis; Lei do Exercício da Farmácia de 21 de novembro de 1921; demissão e eleição de corpos gerentes; orçamentos; parecer da Comissão Revisora de Contas.
Livro de Registo de Presenças nas Sessões e Copiador de Correspondência Expedida da Associação dos Farmacêuticos Portugueses. Livro manuscrito, contém o registo de presenças das sessões correspondentes ao período de 15 de fevereiro de 1911 e 15 de outubro de 1913, bem como cópia da correspondência expedida pela Associação entre 21 de junho de 1918 e 25 de setembro de 1928. Nas sessões foram abordados temas como o projeto de reforma do exercício profissional de farmácia e a tabela de preços dos medicamentos para as vítimas de acidentes de trabalho. A correspondência versa sobre diversos assuntos nomeadamente a necessidade de aquisição de açúcar refinado para manipulação de medicamentos, afixação do preço de substâncias e medicamentos nas farmácias, questões relativas a membros da comissão de reforma do exercício da farmácia, pedido de cedência de espaço para servir de sede à Associação e transferência de mobiliário, questões relativas ao Decreto N.º 13470 que regula o exercício da profissão farmacêutica, demissão e nomeação de representantes para comissão de estudo e de execução dos votos do Primeiro Congresso Nacional de Farmácia, estudo das bases para a fundação de uma cooperativa dentro da Associação dos Farmacêuticos Portugueses, devolução de correspondência, pagamento de quotas, admissão e demissão de sócios, turnos das farmácias.
Livro de Atas das Sessões Literárias da Sociedade Farmacêutica de Lisboa, mais tarde designada Sociedade Farmacêutica Lusitana, correspondentes ao período de 24 de julho de 1835 a 25 de outubro de 1840. Fizeram parte dos Corpos Gerentes José Vicente Leitão e Gregório de Sousa Pereira. Contém a ata de instalação da Sociedade Farmacêutica de Lisboa em 24 de julho de 1835 na Botica do Hospital Nacional e Real de S. José em Lisboa e primeiras eleições para a Mesa da Assembleia Geral nas quais foram eleitos: José Vicente Leitão (presidente), João Evangelista Guerreiro (vice-presidente), José Dionísio Correia (1º secretário) e António de Carvalho (2º secretário), bem como as sessões solenes do 1º e 2º aniversários da instituição da Sociedade. Igualmente, encontram-se documentadas nas atas deste livro a cedência por parte da Rainha de espaços no extinto Convento do Carmo, em Lisboa. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre o exercício da profissão farmacêutica e o ensino, assim como a admissão e inscrição de sócios, eleições e nomeações para cargos na Sociedade ou nas respetivas comissões, modelos e timbres dos diplomas dos sócios, projetos relacionados com os Estatutos e Regimento Interno da Sociedade, formação de um Código Farmacêutico, novas formas de exames de Farmácia, criação de uma Escola de Farmácia pela Sociedade, criação da Polícia Farmacêutica, criação da Companhia Comercial Farmacêutica, organização de um compêndio para o estudo de Farmácia, matérias científicas para o Jornal da Sociedade Farmacêutica, cuja criação se verifica nas atas deste livro.
Artigo sobre a receção de uma brochura de propaganda relativa ao Primeiro Congresso Luso-Espanhol de Farmácia que se iria realizar em Espanha no ano de 1947. Depois de uma breve descrição do aspeto da brochura, o artigo faz a descrição do programa do Congresso, sendo que neste constaria uma parte científica com seis secções, nomeadamente: Ciências Químicas; Ciências naturais e Farmacognosia; Microbiologia e Higiene; Farmácia Galénica e Indústria Farmacêutica; Ensino, História, Bibliografia e Imprensa, e Assuntos Profissionais, Deontologia, Previdência. Anexa ao Congresso teria funcionado uma Exposição Geral. A comissão que organizou a participação portuguesa no Congresso foi constituída por: Aníbal de Amaral e Albuquerque e Manuel Pinheiro Nunes (presidente e vice-presidente da Mesa do Congresso, e membros da Comissão Executiva), José Cipriano Rodrigues Diniz, Raúl de Carvalho, Joaquim Mendes Ribeiro, Adolfo Teixeira e Aluísio Marques Leal (Comissão Executiva) e Artur Marques de Carvalho (Delegado do Governo). Outras personalidades representaram instituições diversas, nomeadamente: a Faculdade de Farmácia do Porto, a Escola de Farmácia de Coimbra, a Escola de Farmácia de Lisboa, o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, a Inspeção do Exercício Farmacêutico, os Farmacêuticos Militares, os Farmacêuticos Navais, os Farmacêuticos Hospitalares, os Farmacêuticos Coloniais, a Comissão da "Farmacopeia Portuguesa", a Imprensa Farmacêutica e a Indústria Farmacêutica.
Esta publicação de “Regimento dos Preços dos medicamentos e manipulações” doada pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho, foi aprovada pela Portaria N.º 14 064 de 26 de agosto de 1952, para orientação dos farmacêuticos e para a fiscalização e política das Farmácias, em 1952 foi publicada pela Imprensa Nacional de Lisboa, e teve como orientação o Ministério do Interior da Direção Geral de Saúde. Contém texto de Alberto Ribeiro Queirós, subsecretário do Estado da Assistência Social referente à Portaria N.º 14 064; registo de propriedade desta publicação como sendo de Abel Maria de Melo Brandão de Montemor-o-Velho, Disposições Gerais, Tabela de honorários das manipulações e Tabela dos preços dos medicamentos ordenadas alfabeticamente, Tabela dos preços dos produtos com marca comercial registada, Prontuário dos preços dos medicamentos de uso comum, Tabela anexa dos produtos para pensos, soros e solutos injetáveis esterilizados e Lista de Produtos de preço não fixado neste regimento e cuja existência é obrigatória nas farmácias. Contém apontamentos do seu anterior proprietário. Todas as folhas se encontram rubricadas pelo Diretor dos Serviços Técnicos do Exercício da Farmácia e Comprovação do Medicamento, assinatura ilegível.
Esta publicação de “Regimento dos Preços dos medicamentos” doada pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho, foi aprovada por Decreto de 26 de abril de 1900, para orientação dos farmacêuticos do Reino e Ilhas adjacentes e para a fiscalização e política das Boticas, em 1900 foi publicada pela Imprensa Nacional. A publicação contém texto introdutório de José Luciano de Castro, Rei Regente D. Carlos I datado de 26 de abril de 1900; seguidamente encontra-se registo de propriedade desta publicação como sendo de Joaquim António Esteves de Barros de Montemor-o-Velho, Advertências, e Tabela dos preços das manipulações e Tabela dos preços dos Medicamentos e das Substâncias Medicinais ordenadas alfabeticamente. No seu interior encontra-se folha manuscrita com anotações do seu anterior proprietário, onde se encontram especialidades farmacêuticas e seus preços. Todas as folhas se encontram rubricadas por Elísio Ferreira Passos [?], o administrador daquele concelho. Contém Selos da República, com forma triangular, de Contribuição Industrial, sendo dois deles no valor de 2 Reis, e outro no valor de 30 Reis. Inclui conta de serviços do administrador do Concelho, como rubricas, livro e guia, num total de 870 Reis.
Esta publicação de “Regimento dos Preços das drogas medicinais, medicamentos, remédios e manipulações” doada pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho, teve como coordenador o Conselho de Saúde Pública do Reino e foi aprovada por Decreto de 24 de setembro de 1859, para orientação dos Boticários do Reino, em 1859 foi publicada pela Imprensa Nacional. A publicação contém textos introdutórios de Rodrigo da Fonseca Magalhães António Maria de Fontes Pereira de Mello, Rei Regente D. Pedro V datado de 27 de setembro de 1859, Rainha Regente D. Maria II datado de 6 de outubro de 1835, Príncipe Regente D. João datado de 5 de novembro de 1808; seguidamente encontram-se Tabelas de Preparações Farmacêuticas, Editais, Advertências, Abreviaturas, registo de propriedade desta publicação como sendo de Albino Simões de Carvalho de Montemor-o-Velho, Advertência, Taxa das manipulações e Taxa dos Medicamentos ordenadas alfabeticamente, Nomenclatura Farmacêutica, Tabelas de redução dos pesos antigos aos do novo sistema métrico decimal por Decreto de 13 de dezembro de 1852 e Pesos de Botica.
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 2º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Série composta por 3 caixas: CAIXA 1 COTA ATUAL: (6-XXXIX-3-1/1) - 16 cadernos de apontamentos manuscritos de aulas de navegação, comunicações, artilharia, armas submarinas, radiotecnia e arquitetura naval. Manuscritos de aulas e publicações escolares de eletricidade e radiotecnia. CAIXA 2 COTA ATUAL: (6-XXXIX-3-1/2) Apontamentos manuscritos de aulas de cálculos náuticos;informação de combate;armas submarinas;viagens de instrução do curso"Luís de Camões". Generalidades sobre organização do serviço de comunicação. CAIXA 3 COTA ATUAL: (6-XXXIX-3-1/3) - Publicações escolares de navegação astronómica e movimentos relativos; arquitetura naval; logística; armas submarinas,artilharia,segurança,técnicas de comando,infantaria e operações anfíbias. Programas da cerimónia do juramento de bandeira do curso "Luís de Camões" e baile de finalistas; prémio Defesa Nacional(ganho por J.M.F) e cartão do diretor da revista instituidora; certificado de habilitações escolares do curso de Marinha da Escola Naval e envelope mandado realizar por João Moreira Freire para guardar a sua coleção de fotografias de navios da Armada(séc. XIX e XX), que posteriormente doou ao Clube Militar Naval. Revista "Tridente", nºs 2,3,4,5 e 6, com a colaboração de J.M. Freire.
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Barítono Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Bombo Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.);
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.); o n.47 está duplicado
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Fliscornes Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; Jugoslávia; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.); o Hino da Jugoslávia não está numerado; ausência de n.º46
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Tenor Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Soprano Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para Saxofone Alto Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, na visita à exposição, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (ao centro), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à sua direita), e o 2º Tenente Almeida Pinto (primeiro à direita). Estavam expostos valiosos presentes ofertados pelo Estado da Índia, nomeadamente: relicário, com caixa de sândalo trabalhada, reproduzindo o túmulo de S. Francisco Xavier (à esquerda), oferta dos Municípios de Goa; cofre de sândalo, com placa dourada, contendo uma imagem de Nossa Senhora, da Sociedade Missionária de S. Francisco Xavier, do Pilar; «casket» de prata contendo uma mensagem da comunidade Maometana de Bicholim; reprodução do Forte do Mar, de prata, oferta do Povo de Dio; estojo de madeira trabalhado com chave da cidade de Goa; baixo-relevo de prata, representando o baluarte de S. Francisco da praça de Damão, oferta do Povo de Damão Grande; baixo-relevo de ouro representado a Devalaia de Xantadurga de Queulá de S. Kantial & Cª, Ldª, de Viliena.
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 3º Clarinete. Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Hawai (o mesmo do 1. América); 19. Holanda; 20. Hungria; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/ Grã Bretanha; 11. China; 12. Dinamarca; 13. Egipto; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Perú; 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do 15. Império Britânico); 32. Sérvia e Sérvia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo do 16. Grã-Bretanha); 37. Turqia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do 15. Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha; Erro de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.)
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 2º Clarinete Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.);
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 2ª Trompa (em Mib). Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 3º Cornetim Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 2º Cornetim Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.).
Partituras manuscritas de Hinos Nacionais para 1º Trompa (em Mib) Os hinos surgem numerados, pela seguinte ordem e com as seguintes indicações: 1. América; 2. Argentina; 3. Áustria; 4. Afeganistão; 5. Baviera (o mesmo do 15. Império Germânico); 6. Bélgica; 7.Brasil; 8. Bulgária; 9. Canadá; 10. Chile; 11. China; 12 Dinamarca; 13. Egito; 14. França; 15. Germânia; 16. Inglaterra/Grã-Bretanha; 17. Grécia (rasurado a esferográfica de cor azul); 18. Havai (o mesmo da América); 19. Holanda; 20. Hungria; 21. Itália; 22. Japão; 23. México; 24. Noruega; 25. Pérsia; 26. Peru; 28. Prússia (o mesmo do Império Germânico); 29. Roménia; 30. Rússia; 31. Saxónia (o mesmo do Império Germânico); 32. Sérvia e Servia Nacional; 33. Sião; 34. Espanha; 35. Suécia; 36. Suíça (o mesmo da Grã-Bretanha); 37. Turquia; 38. Uruguai; 39. Venezuela; 40. Waldeck-Pyrmont (o mesmo do Império Germânico); 41. Wurtemberg (o mesmo do Império Germânico); 42. Zanzibar; 43. Cuba; 44. Polónia; 45. Checoslováquia; 46. Jugoslávia; 47. Alemanha Erros de numeração: ausência do n.º 27 (provavelmente correspondente ao hino Português conforme as edições de Boosey & Co.). Os Hinos 45. Checoslováquia e 46. Jugoslávia estão escritos para execução por Trompas em Fá (e não para Mib como os restantes).