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Este documento inclui duas notificações: uma, dada em Lisboa a 7/4/1802, pedindo parecer ao juiz das Coutadas da Vila de Cantanhede (que aparentemente seria o juiz de fora e da coutada da vila, Manuel José Colaço) quanto à petição, depois de ouvir por escrito o capitão-mor da Vila de Recardães João Henriques de Castro; outra, dada em Cantanhede a 28/4/1802, assinada pelo dito Colaço, pedindo a resposta do mesmo capitão-mor. António Fernandes da Costa Gomes vem a receber o ofício por alvará de 18/7/1802 (cf. Doc. NGM140). • Áreas geográficas e topónimos: Cantanhede.
Documentos em que constam certidões de missas de diferentes instituidores, nomeadamente: "quatro tenções de missas de Natal por tenção de António Rodrigues de Matos, seus pais e irmãos" (1755 a 1768); "Certidões de capela de Francisca da Conceição e seu cônjuge, Fernando da Cunha" (1756); "Certidões de capela de José de Morais e Silva" (1756 a 1767); documento "em que se passam as certidões das missas das duas capelas de Marcos de Araújo Lima, irmão da irmandade e de sua primeira mulher, Teresa de Jesus" (1756 a 1768); "Certidões da capela de João Gonçalves em Vila Real" (1757 a 1758); "Certidões das seguintes capelas: Maria da Costa, Isabel Francisco, Jacinto do Couto, Estevão Rodrigues, Isabel Gonçalves, Catarina Rodrigues, Domingos Martins e Ana Costa, João Ribeiro Valença" (1757 a 1769); "Livro de certidões das missas das duas capelas do irmão Francisco Carlos, ditas na Igreja de São Nicolau" (1757 a 1769); "Certidões das capelas dos padres António Alves e seu irmão Feliciano Alves" (1757 a 1769); "Livro em que se lançam as certidões das missas da capela de Agostinha de Almeida" (1758 e 1769); "Certidões de missas de diversos paroquianos" (1756 a 1796); "Certidões das missas que instituíram Catarina Rodrigues de Figueiroa e Catarina Rodrigues" (1759 a 1760); "Certidões da capela do padre Luís Martins" (1759 a 1769); "Capela de missa quotidiana instituída pelo irmão Hilário Teixeira" (1759 a 1769); "Certidões das capelas do padre Manuel Vaz Vilas Boas e sua irmã Maria Isabel de Jesus" (1760 a 1769); "Cópia dos embargos que opuseram à redução de encargos de capelas, das que a irmandade possuía"(séc. XIX).
Antónia Casimira Rebelo Cardoso de Menezes, filha de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 22 de maio de 1834. Casou em São Pedro de Vila Real, a 1 de setembro de 1858, com o seu primo, José Sebastião Cardoso de Menezes, filho de António Luís Cardoso Menezes e Joaquina Rita Afonseca. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 251.
Francisco Prieto, filho de Sebastião Prieto e Maria Antónia Prieto Y Prieto, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1807 e faleceu na Freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 15/05/1868. Francisca Mosquera Y Alonso, filha de Hilário Mosquera e de Maria Antónia Alonso, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1812 e faleceu na freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 24/10/1877. Foram fabricantes e negociantes de cera no lugar de Ronco em Vila Verde. Tiveram pelo menos os seguintes filhos: Maria Teresa, Padre João António Pereira, Padre Manuel José Pereira, José Manuel e Maria do Rosário Pereira
Memorial da construção do novo quartel, enviado por Hilário Carvalho a José Maria Ferreira, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Ourém, para que este interviesse junto do Engenheiro Sá e Melo, Diretor dos Serviços Gerais de Urbanização para aprovação do anteprojeto do novo quartel dos Bombeiros. Transcrição: «MEMORIAL Os Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão encontravam-se instalados há 68 anos em edifício que era sua propriedade e embora as instalações não possuíssem as condições mínimas no atual momento, - o que é certo é que tinha uma sede, que era sua, e embora bastante mal se iam remediando. A Câmara do Concelho, com a sua escola Comercial e Industrial instalada em edifício provisório, necessitando em Setembro de 1958, de procurar mais salas de aulas para se atender à matrícula de cerca de 200 desses alunos que pretendiam ingressar naquele tão útil estabelecimento de ensino procurou a Direção da Associação no sentido de lhe ser vendida a sua sede pois era conhecedora da necessidade que a Associação tinha em construir edifício compatível com os seus serviços e com o material de incêndios e assistência que possuía a Corporação. Obtida a respetiva licença das Entidades Superiores resolveu-se vender à Câmara pela quantia de 350 contos o edifício sede, alugar-se uma garagem em péssimas condições e ali instalar-se a corporação até à construção do edifício que logo se projetou. / Fez-se o anteplano daquela obra que a Direção da Associação na presença do Sr. Governador Civil do Distrito e Presidente da Câmara entregou a Sua Excelência o Senhor Ministro das Obras Públicas em Setembro de 1958 quando da visita daquele ilustre titular a Famalicão; pedindo-lhe uma aprovação e comparticipação imediata. O referido anteprojeto veio devolvido para a Direção dos Serviços de Urbanização de Braga com o despacho de que deveria ser alterada a parte arquitetónica (visto o despacho não indicar o que devia ser alterado) e o novo anteprojeto, assim modificado, foi de novo entregue em mãos de Sua Excelência o Senhor Ministro no seu gabinete no dia 3 do mês corrente pela Direção da Associação no qual Sua Excelência logo se dignou lavrar o seguinte despacho: Á D. G. U. [Direção Geral de Urbanização] com vista à eventual antecipação ao próximo plano A. O. […]»
13 anos de idade. Filiação: Manuel Martins Vilas Boas. Natural de BAIRRO,Sao Pedro-VILA NOVA FAMALICAO. Destino Rio de Janeiro. Escreve
Solteiro, 21 anos de idade. Filiação: Maria Pereira Vilas Boas. Natural de LOURO,Santa Lucrecia-VILA NOVA FAMALICAO. Destino Rio Janeiro. Trabalhador.
Filiação: Abilio Peixoto Sousa Vilas Boas e Engracia Cabral Noronha Peixoto. Natural da freguesia de VILA FRIA, Santa Maria, concelho de FELGUEIRAS
Casado, 42 anos de idade. Filiação: Ana Vilas Boas. Natural de RIO MAU,Sao Martinho-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Pedreiro
Filiação: Jacome Lopes Vilas Boas e Margarida Alvares. Natural e/ou residente em VALDREU,Sao Salvador, actual concelho de VILA VERDE e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Antonio Luis Vilas Boas e Joaquina Maria Ferreira. Natural e/ou residente em LOURO,Santa Lucrecia, actual concelho de VILA NOVA FAMALICAO e distrito (ou país) Braga.
Casado, 32 anos de idade. Filiação: Antonio Alves Vilas Boas. Natural de VILA COVA,Santa Maria-BARCELOS. Destino Rio Janeiro. Lavrador
20 anos de idade. Filiação: Joao Antonio Vilas Boas. Natural de RIO MAU,Sao Martinho-VILA VERDE. Destino Ilha de Sao Tome.
Filiação: Antonio Vilas Boas e Maria Sousa. Natural e/ou residente em VILA FRESCAINHA,Sao Martinho, actual concelho de BARCELOS e distrito (ou país) Braga.
Filiação: João António Vilas Boas e de Custódia Maria Lopes. Natural e/ou residente em Rio Mau, São Martinho, concelho de Vila Verde.
Solteiro, 18 anos de idade. Filiação: Antonio Jose Vilas Boas. Natural de RIO MAU,Sao Martinho-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Embarca em Lisboa
Fl. 8-8v: Vereação de 18-2-1809. Requerimento do Procurador do Concelho sobre os estragos da Fonte do Alegrete que alimenta o chafariz, também avariado, e as obras da Calçada. Determinação para se proceder aos devidos consertos; Fl. 8v-10v: Vereação de 1-3-1809. Apresentação do Governador Militar de Vila Franca de Xira, Tenente-coronel Carlos Frederico Bernardo Caula, por ordem do Governador-geral das Armas desta Província; Fl. 13: Vereação de 4-3-1809. Carta do Corregedor da Comarca do Ribatejo para se proceder à cobrança dos donativos mensalmente; Fl. 12: Vereação de 18-3-1809. Substituição do Corregedor da Comarca do Ribatejo, por término do tempo de serviço do anterior corregedor; Fl. 17-18: Vereação 10-4-1809. Ordem do Quartel Mestre General Inglês para aprontarem rações de pão, carne e vinho para 2000 soldados ingleses que virão pernoitar esta noite e mais para a tropa que virá pernoitar nas três seguintes noites; Fl. 18-20: Vereação de 17-4-1809. Carta do Juiz de Fora de Santarém, servindo de Corregedor da Comarca do Ribatejo, para que, segundo ordem do marechal Beresford comandante-em-chefe para o general António José de Miranda, fossem retirados da margem esquerda do Tejo todos os barcos, e, num primeiro aviso, da margem direita; Fl. 22-22v: Vereação de 2-5-1809. Ordem régia apresentada pelo Juiz de Fora de Santarém, servindo de Corregedor do Ribatejo, para se fazer o municionamento da Tropa Inglesa que se encontra em contínua passagem por esta Vila, recorrendo-se para isso aos celeiros régios existentes na mesma Vila, sendo para isso encarregados os Almoxarifes da Malveira e Alverca; Fl. 25v-27v: Vereação de 12-6-1809. Eleição das pessoas mais capazes de Vila Franca de Xira para completarem a Companhia de Milícias do Distrito de Vila Franca de Xira, sob o comando do Coronel José Ferreira da Silva. Relação das pessoas que ficaram alistadas para a mesma Companhia; Fl. 28-29v: Vereação de 17-6-1809. Execução da Contribuição Extraordinária de Defesa. Nomeação de Louvados para a realização da mesma. Ordem do Juiz de Fora, o qual se encontra encarregado da cobrança da décima e contribuição de defesa, para os vereadores da Câmara assumirem a responsabilidade do aquartelamento e fornecimento da Tropa presente em Vila Franca de Xira; Fl. 30v-31v: Vereações de 12-7-1809 e 16-7-1809. Apresentação da nomeação de D. António Soares de Noronha, ex-Governador de Armas desta Província para Governador Militar de Vila Franca de Xira em substituição de Carlos Frederico Bernardo de Caula, por motivo de promoção deste; Fl. 32v-33, 34: Vereação de 30-7-1809. Aviso da Secretaria da Real Junta do Comércio se lançar a Contribuição Extraordinária de Defesa aos Negociantes do Reino no valor de 400.000$000 réis, segundo o determinado no Alvará de 7 de Junho de 1809. Eleição e juramento dos Louvados encarregues da referida derrama. Eleição do Tesoureiro da Contribuição Extraordinária de Defesa; Fl. 35-36v: Vereação de 1-8-1809. Aviso da Secretaria da Real Junta do Comércio para se proceder à derrama para complemento da Contribuição dos 400 contos de réis. Tomada de posse do Tesoureiro da Contribuição Extraordinária de Defesa; Fl. 37-37v: Vereação de 3-8-1809. Verificação da derrama feita para complemento da Contribuição Extraordinária de Defesa; Fl. 43-43v: Vereação de 9-9-1809. Ordem do Juiz de Fora para a Câmara proceder à cobrança dos donativos para as precisões do Estado e cobrança da Contribuição Extraordinária de Defesa, imposta aos negociantes do Reino. Eleição e tomada de posse do cobrador de Donativos e Contribuição; Fl. 45-47v: Vereação de 11-9-1809. Propostas do Juiz de Fora sobre os fretes dos barcos e os carreiros de carros de bois e respectivas deliberações. Proposta do Procurador do Concelho de Vila Franca de Xira para que a Câmara envie à Regência e ao Erário Régio a conta de despesa relativa aos géneros consumidos pela Tropa Francesa e dos mantimentos e forragens fornecidos à Tropa Nacional e à Tropa de Sua Majestade Britânica; Fl. 52-53v: Vereação de 30-9-1809. Lei Novíssima com escusa do pagamento de sisa e portagem sobre os géneros mencionados na lei a todos os vendedores de fora que vierem vender à Feira de Vila Franca de Xira, pagando só terrado; Fl. 55-59: Vereações de 17-10-1809, 22-10-1809 e 3-11-1809. Eleição, posse e juramento aos avaliadores dos pães. Tabelamento de preços dos géneros alimentares; Conserto da Fonte do Alegrete; Fl. 59-61v: Vereação de 7-11-1809. Arrematação da renda da casa por baixo da Câmara. Ordem da Intendência Geral da Polícia para se elaborar uma Relação exacta da produção de trigo, cevada, milho e centeio do ano de 1809 na Comarca do Ribatejo; Fl. 62v, 63v, 65v e 66: Vereações de 9-11-1809, 15-11-1809, 22-11-1809 e 1-12-1809. Tabelamento do preço do pão; Fl. 68-68v: Vereação de 1-12-1809. Requerimento do Procurador do Concelho sobre o estado ruinoso da estrada de Alhandra. Deliberação para seu conserto; Fl. 69-70: Vereação de 9-12-1809. Carta do Juízo da Correição da Comarca do Ribatejo para se proceder ao alistamento dos transportes (bois, carros e bestas muares) para o Exército. Auto de vistoria à estrada onde está a porta da fazenda ou Quinta do Bulhão; Fl. 74-75v: Vereação de 14-12-1809. Tabelamento dos preços do pão. Requerimento do Cabo do Mar para o Senado Municipal lhe conceder uma semana de carreira, tendo em conta os trabalhos prestados ao Real Serviço; Petição de José Rodrigues Casaleiro, senhor de um prédio rústico chamado o Bulhão (Quinta do Bulhão), sobre a porta que dá para a estrada pública; Fl. 76v, 77v: Vereações de 17-12-1809 e 22-12-1809. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 89-90v, 93v: Vereações de 9-1-1810 e 17-1-1809. Tabelamento dos preços do pão. Proposta do Juiz de Fora para se tirar do Cofre das Sisas de Vila Franca de Xira algum dinheiro para compra de alguns dos géneros mais precisos para o municionamento da Tropa Inglesa, face ao atraso no pagamento pelo seu Comissário. Determinou-se que se utilizasse os sobejos das sisas como empréstimo; Fl. 94-94v: Vereação de 17-1-1810. Carta do Juízo da Correição para se proceder à apreensão de todos os cavalos do Distrito de Vila Franca de Xira e o sequestro dos bens dos seus donos, segundo o determinado no Alvará de 12-12-1809; Fl. 95-95v: Vereação de 23-1-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 99v: Vereação de 12-2-1810. Tabelamento do preço do pão; Fl. 101v: Vereação de 22-2-1810. Tabelamento do preço do pão; Fl. 104v: Vereação de 22-2-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 108-108v: Vereação de 17-3-1810. Requerimento do cobrador do Açougue Geral sobre fornecimento de carne de vaca à Tropa Inglesa; Fl. 110v: Vereação de 22-3-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 114v-115: Vereação de 9-4-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 117v e 118v: Vereações de 16-4-1810 e 26-4-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 121v: Vereação de 5-5-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 122v: Vereação de 12-5-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 125: Vereação de 19-5-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 127v: Vereação de 24-5-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 129: Vereação de 4-6-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 131v: Vereação de 8-6-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 132v: Vereação de 18-6-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 133v-134v: Vereação de 27-6-1810. Requerimento do Procurador do Concelho para se impor uma taxa aos ceifeiros pela facto de aumentarem excessivamente as suas jornas, a pagar pelos lavradores, num ano tão estéril. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 137. Vereação de 1-7-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 138v. Vereação de 9-7-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 139-139v: Vereação de 13-7-1810. Carta do Juízo da Correição para se consertarem todas as estradas que vão de Vila Franca de Xira até Leiria, segundo o Aviso da Secretaria dos Negócios do Reino de 7 de Julho de 1810; Fl. 141v-142v: Vereações de 18-7-1810 e 22-7-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 144-146: Vereação de 3-7-1810. Ordem régia para se riscarem em todos os Tribunais do Reino as resoluções e consultas do Intruso Governo Francês; Fl. 146-146v: Vereação de 3-7-1810. Carta de Juízo da Correição a proibir o corte de vitelos nos açougues, por Ordem da Intendência Geral da Polícia; Fl. 148: Vereação de 6-8-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 152v-153: Vereação de 17-8-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 155-155v: Vereações de 25-8-1810 e 1-9-1810. Tabelamento dos preços do pão; Fl. 156v-157: Vereação de 7-9-1810. Tabelamento do preço da canada de azeite; Fl. 158-158v, 159v e 160v: Vereação de 10-9-1810, 17-10-1810 e 22-10-1810. Tabelamento dos preços do pão. Arrematação da casa por baixo da Câmara.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Companhias Reunidas Gás e Eletricidade. Contém: 1.º - Pública forma emitida a 28 de novembro de 1945, relativa à identidade dos administradores da Companhias Reunidas Gás e Eletricidade; 2.º - Certidão passada a 7 de maio de 1946, relativa à ata da assembleia geral da Sociedade Industrial de Vila Franca de 28 de março de 1946, realizada no cartório notarial de Manuel Facco Vieira, em Lisboa. Valor: o preço de 2$21 kw/h para particulares com estorno de 0$06 kw/h vendido à tarifa geral de 2$21 para a Câmara Municipal, com preço mensal de 9$90 cada lâmpada com desconto de 200 lâmpadas.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e a Companhias Reunidas Gás e eletricidade, SARL. Contém: 1.º - Caderno de encargos, de 27 de agosto de 1960. 2.º - Certidão da ata da reunião do Conselho de Administração da Companhias Reunidas Gás e eletricidade de 27 de dezembro de 1960, emitida a 30 de janeiro de 1960; 3.º - Pública forma emitida a 25 de agosto de 1960, relativa ao registo comercial da Companhias Reunidas Gás e eletricidade; 4.º - Guia de depósito de caução emitida a 27 de janeiro de 1961; 5.º - Certidão de deliberação registada na ata da sessão da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 17 de janeiro de 1961, passada a 7 de fevereiro de 1961.
Contém, em anexo, "Mapa geral do rendimento da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Vila Franca, freguesia da Enxara do Bispo, Concelho de Mafra, com a referência aos últimos três anos" (1903 a 1906).
A resolução dos Governadores do Reino datada de 19.9.1814 foi positiva, ordenando passar a patente para o posto de capitão da Companhia de Ordenanças n.º 2 da Vila de Alhandra, ao alferes da mesma Companhia, José Félix de Sousa.