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O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, destaca a importância da Federação dos Trabalhadores Democratas Cristãos, durante a sessão de encerramento do seu Congresso extraordinário.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, apoia, no Comité de Ministros do Conselho da Europa, a proposta da França para a tomada de medidas de combate à violência, ao fascismo e ao racismo que recrudescem na Europa.
Libertação dos pescadores portugueses presos pela Frente Polisário. Cronologia dos acontecimentos.
O líder do CDS, Diogo Freitas do Amaral, pretende que o Arquivos da PIDE sejam entregues à guarda da Assembleia da República.
Comunicação do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, para dar conta da posição do partido face à crise política.
Diogo Freitas do Amaral acredita que os resultados das próximas eleições presidenciais irão ser condicionantes e estruturantes da próxima década.
Convenção Nacional da candidatura presidencial de Diogo Freitas do Amaral no Pavilhão dos Desportos.
O ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, aborda a subordinação das Forças Armadas ao poder político, a preparação de legislação sobre o Tribunal Constitucional, a Lei de Defesa Nacional e a extinção do Conselho da Revolução.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Governo do PS de ser incapaz de resolver os grandes problemas nacionais.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, anuncia um acordo luso-alemão-federal em matéria de indústria de armamento.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, analisa os pontos positivos e negativos da reforma constitucional.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, aponta os aspectos positivos e negativos da revisão constitucional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, analisa a posição do Ocidente face à «ameaça soviética».
O CDS revela um apoio condicional ao nome de Vítor Crespo para primeiro-ministro do IX Governo Constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que serão necessários sete anos para que o Governo resolva a crise que o país enfrenta. Analisa o discurso do Presidente da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, num comício em Braga, criticou o governo de Mota Pinto e apontou duas soluções para a crise política. Considera as alianças do PS com o PPD e com o CDS nocivas para o regime democrático.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, alerta para a possibilidade de haver eleições gerais antecipadas. Comenta o pacto social.
A Comissão Política Nacional do PSD apresenta os motivos que levaram o Partido a abster-se na votação final do Orçamento e Plano.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o acordo com o FMI, que considera um «garrote no pescoço de Portugal».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, em visita à Polónia, considera fundamental uma diversificação das relações externas, nomeadamente com países socialistas. Aborda os incidentes do 10 de junho.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Governo terá de fazer uma aliança com a Oposição e aborda a possibilidade de uma moção de censura ao Governo.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, reafirma, durante uma reunião da UEDC, a intenção do seu partido em apresentar uma moção de censura ao Governo ou de apoiar a do PSD, caso não se realizem conversações para um acordo tripartido.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende que a solução para a crise político-governativa passa pela formação de uma plataforma democrática ou eleições gerais antecipadas.
O candidato presidencial Diogo Freitas do Amaral afirma não existir qualquer pacto entre a sua candidatura à Presidência da República e a de Mário Soares.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acredita que o país possa sair da crise com a consolidação, a garantia e o aproveitamento das potencialidades das grandes conquistas da Revolução: as nacionalizações, a Reforma Agrária, o controlo operário, os direitos dos trabalhadores.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, revela que o Partido continua aberto a negociações com o governo e com o PS; defende uma plataforma entre forças sociais e políticas que permita ultrapassar a crise económica financeira e social.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o acordo PS-CDS e o «Programa plano de estabilização governamental».
A Comissão Política do CDS revela a sua proposta da criação de uma frente democrática eleitoral «encontrou, em todo o país, um profundo eco e uma reacção muito positiva».
O Vice-Presidente do CDS, Adelino Amaro da Costa, classifica a queda do Governo a curto prazo como um «desastre nacional» e desafia o PSD a tomar uma posição.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, justifica a proposta do partido para a criação de uma Frente Democrática Eleitoral.
O deputado do CDS, Lucas Pires, prevê a liquidação total da atual Constituição e o afastamento de Mário Soares da chefia do Governo.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de "salvação nacional", com PSD, PS e CDS. Afirma que o papel do Presidente da República tem sido pouco ativo na resolução da crise.
Os principais objectivos de Diogo Freitas do Amaral neste seu regresso à liderança dos centristas.
Expõe a ideologia subjacente ao CDS e as atividades que, desde a sua criação, tem sido desenvolvidas.
Notícia que Freitas do Amaral, presidente do CDS, tece duras críticas ao governo, a quem acusa de não ter um projecto de sociedade, mas de poder. Considera que Cavaco Silva, Primeiro-Ministro, está a perder a imagem de competência e autoridade. Alerta o PSD que o CDS não será partido muleta nas eleições autárquicas e acredita num bom resultado nas eleições legislativas.
Agradece e retribui a gentileza dos votos de Santas Festas e de um Feliz Ano Novo. Regozija-se com a proposta de Lei de Bases da Família aprovada em Conselho de Ministros, bem como, com a possibilidade de se criar um canal próprio de televisão da Igreja. Contém despacho.
Manifesta a sua satisfação, emoção e orgulho pela aprovação, em Conselho de Ministros, da proposta de Lei de Bases da Família. Envia votos de um Santo Natal e Feliz Ano Novo.
Lamenta não poder estar presente no II Congresso do CDS, pois encontra-se a preparar, no seu círculo eleitoral de Steinburg-Sirddithmarche, as eleições de 3 de Outubro. Formula votos de grande sucesso.
Constituída por artigos de cariz religioso. Contém artigos escritos em alemão, inglês e francês. Vol. XXXVIII, Universidade Católica Portuguesa, diretor José Tolentino Mendonça, fascículo 2.
Notícia que Freitas do Amaral acredita na recuperação eleitoral do CDS e critica a reforma fiscal encetada pelo Governo.
Notícia que o CDS reafirma-se como oposição, renova o apoio à estratégia de Freitas do Amaral e declara-se aberto a coligações com qualquer partido democrático.
Notícia que Freitas do Amaral alerta para a forte perda de popularidade do Governo de Cavaco Silva.
Os termos do contrato celebrado entre a Fundação Konrad-Adenauer, o Instituto Democracia e Liberdade/Portugal e o Instituto Fontes Pereira de Melo.Contém uma nota a referir que uma cópia foi enviada a Morais Leitão.
Manifesta a sua satisfação, emoção e orgulho pela aprovação, em Conselho de Ministros, da proposta de Lei de Bases da Família. Envia votos de um Santo Natal e Feliz Ano Novo.
Agradece e retribui a gentileza dos votos de Santas Festas e de Feliz Ano Novo. Regozija-se com a proposta de Lei de Bases da Família aprovada em Conselho de Ministros, bem como, com a possibilidade de se criar um canal próprio de televisão da Igreja.
Agradece todo o apoio que a Guarda Nacional Republicana lhe prestou ao longo de toda a campanha eleitoral para a Presidência da República.
Relato dos acontecimentos ocorridos na Capela do Rato, em que um grupo de católicos protestou contra a Guerra Colonial e a ditadura do Estado Novo, o que levou a uma intervenção da polícia e a dezenas de detenções.
Destaca o importante papel dos órgãos de Poder Local e das organizações populares na consolidação da democracia e apresenta as conclusões do Encontro Distrital de Activistas no Poder Local e Organização Popular.
A demissão de Freitas do Amaral das funções de presidente do CDS e a renúncia aos cargos políticos que exercia.
Reunião do Presidente da República com o Conselho de Estado para debater as dificuldades financeiras que o país atravessa. Aventada a hipótese de eleições antecipadas.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, comenta a possibilidade do Governo cair após as eleições autárquicas, a longevidade da AD e as relações entre o CDS e o Presidente da República.
Aborda a crise no CDS e na Aliança Democrática em resultado da demissão de Diogo Freitas do Amaral.
A campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral em Madrid. Afirma que o quadro das candidaturas presidenciais ainda não está definido.
Diogo Freitas do Amaral afirma que se for eleito Presidente da República não demitirá o Governo de Cavaco Silva.
Visita de Diogo Freitas do Amaral aos Açores, em período de pré-campanha da segunda volta das eleições presidenciais. Apoia a autonomia regional, refere o acordo de Mário Soares com o PCP, desmente acordo com Champallimaud e analisa os incidentes na sede do PCP no Porto.
Informa que não será nomeado chefe da Secretaria Judicial da Comarca de Melgaço pelo facto de ser considerado um dos chefes de política adversa.
Agradece a oferta do livro Melgaço e as invasões francesas e informa que não irá à reunião do curso de ambos.
Informa que já falou sobre a sua colocação na chefia da Secretaria Judicial da Comarca de Melgaço.