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O autor agradece a António de Araújo de Azevedo a proteção prestada para a nomeação do seu filho José Francisco de Medeiros, para Juiz de Fora da Ilha do Pico. Oferece um barril de vinho do Pico e outro de licor Andaia, os quais seguem na Galera Divina Providência, conforme o conhecimento incluso. Deseja que o seu filho seja nomeado para Juiz de Fora do Faial, em substituição do Desembargador João Manuel Berquó que está a terminar a sua comissão, visto que esta situação permitir-lhe-ia reduzir as muitas despesas que atualmente tem no Pico. Pede a proteção do destinatário para os requerimentos que o Tenente-coronel Manuel José da Costa ou Manuel Gonçalves Duarte farão em favor da pretensão do seu filho.
Anuncia o envio, em anexo, do Mapa ou Pauta da Alfândega do Porto que regula a Avaliação das Fazendas que vêm dos Portos do Brasil e dos Direitos que pagam por entrada, do qual fez menção na Reflexão sobre o estado atual do Comércio do Brasil que seguiu com o Projeto do Melhoramento da Agricultura e Manufaturas e Comércio, enviado em 14 de Maio, por mão de João Gomes de Oliveira, mas que não foi entregue devido ao facto de António de Araújo de Azevedo se encontrar doente. Se acaso desejar escrever-lhe, pede que enderece a carta a Francisco Guilherme de Barros e Azevedo, porque teme que alguém mal intencionado a faça desviar.
Francisco Gomes Veloso d' Azevedo, [negociante portuense], baseado no valimento que o destinatário sempre proporcionou aos "banidos da Fortuna", descreve um conjunto de documentos comprovativos dos serviços prestados e envia-os a António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], solicitando a sua proteção para alcançar o cargo de Juíz da Alfândega do Porto, Admnistrador do Correio do Porto, de Deputado [da Real Junta do Comércio] ou de Inspetor Fiscal de todas as Fábricas do Reino, referindo que com a sua experiência poderia tornar as fábricas portuguesas mais competitivas. Refere ser vítima dos invasores franceses, que lhe destruíram os engenhos da sua fábrica, a qual deixou de trabalhar devido à inundação das manufacturas inglesas, no mercado nacional, após o Tratado de Comércio, factos que o obrigam a viver unicamente do rendimento dos seus bens. Diz não enviar nenhum requerimento por não querer tomar uma decisão que não receba a prévia aprovação do destinatário.
Profissão do noivo: proprietário. Naturalidade do noivo: Póvoa de Lanhoso-Póvoa de Lanhoso. Profissão da noiva: proprietária. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Inácio Joaquim Fernandes. Pai da noiva: Luís Gomes Costa, proprietário. Mãe da noiva: Tomásia Henriqueta Pereira Gomes, proprietária. Testemunhas: José Francisco Fernandes Guimarães, Rosa Joaquina Nunes Pereira Torres, Francisco Rebelo Bizarro, Manuel Francisco.
Contra seu irmão Domingos Francisco da cruz, da freguesia de Ginzo, São Salvador, do mesmo concelho.
A favor de Francisco Manuel da Costa e sua mulher. Concelho de Vila Nova de Famalicão.
Contém declaração da firma Motauto, Lda, em como vendeu uma bicicleta a Francisco Valentim Tomásio
Contém declaração em como vendeu o seu velocípede a José Francisco Martins.
Contém declaração de [...], em como vendeu um velocípede da marca Cuciolo a Francisco Arranhado Patrício.
Contém declaração da Firma Sintra Garagem, Lda, em como vendeu um velocípede a Francisco de Almeida.
Requerente: António Francisco, da freguesia de Creixomil. Requeridos: José Francisco e esposa, da mesma freguesia.
Exequentes: Manuel Francisco e outros, do concelho de Rossas. Executado: Francisco Vieira, freguesia dos Anjos.
Autor: O Ministério Público. Réu: Francisco da Silva, da rua Francisco Agra, da cidade de Guimarães.
1.º outorgantes: Francisco Faria 2.º outorgantes: Francisco Alves de Carvalho Ferreira Livro Nº 7C-77