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Documentos em que constam certidões de missas de diferentes instituidores, nomeadamente: "quatro tenções de missas de Natal por tenção de António Rodrigues de Matos, seus pais e irmãos" (1755 a 1768); "Certidões de capela de Francisca da Conceição e seu cônjuge, Fernando da Cunha" (1756); "Certidões de capela de José de Morais e Silva" (1756 a 1767); documento "em que se passam as certidões das missas das duas capelas de Marcos de Araújo Lima, irmão da irmandade e de sua primeira mulher, Teresa de Jesus" (1756 a 1768); "Certidões da capela de João Gonçalves em Vila Real" (1757 a 1758); "Certidões das seguintes capelas: Maria da Costa, Isabel Francisco, Jacinto do Couto, Estevão Rodrigues, Isabel Gonçalves, Catarina Rodrigues, Domingos Martins e Ana Costa, João Ribeiro Valença" (1757 a 1769); "Livro de certidões das missas das duas capelas do irmão Francisco Carlos, ditas na Igreja de São Nicolau" (1757 a 1769); "Certidões das capelas dos padres António Alves e seu irmão Feliciano Alves" (1757 a 1769); "Livro em que se lançam as certidões das missas da capela de Agostinha de Almeida" (1758 e 1769); "Certidões de missas de diversos paroquianos" (1756 a 1796); "Certidões das missas que instituíram Catarina Rodrigues de Figueiroa e Catarina Rodrigues" (1759 a 1760); "Certidões da capela do padre Luís Martins" (1759 a 1769); "Capela de missa quotidiana instituída pelo irmão Hilário Teixeira" (1759 a 1769); "Certidões das capelas do padre Manuel Vaz Vilas Boas e sua irmã Maria Isabel de Jesus" (1760 a 1769); "Cópia dos embargos que opuseram à redução de encargos de capelas, das que a irmandade possuía"(séc. XIX).
Antónia Casimira Rebelo Cardoso de Menezes, filha de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 22 de maio de 1834. Casou em São Pedro de Vila Real, a 1 de setembro de 1858, com o seu primo, José Sebastião Cardoso de Menezes, filho de António Luís Cardoso Menezes e Joaquina Rita Afonseca. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 251.
Francisco Prieto, filho de Sebastião Prieto e Maria Antónia Prieto Y Prieto, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1807 e faleceu na Freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 15/05/1868. Francisca Mosquera Y Alonso, filha de Hilário Mosquera e de Maria Antónia Alonso, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1812 e faleceu na freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 24/10/1877. Foram fabricantes e negociantes de cera no lugar de Ronco em Vila Verde. Tiveram pelo menos os seguintes filhos: Maria Teresa, Padre João António Pereira, Padre Manuel José Pereira, José Manuel e Maria do Rosário Pereira
Este documento inclui duas notificações: uma, dada em Lisboa a 7/4/1802, pedindo parecer ao juiz das Coutadas da Vila de Cantanhede (que aparentemente seria o juiz de fora e da coutada da vila, Manuel José Colaço) quanto à petição, depois de ouvir por escrito o capitão-mor da Vila de Recardães João Henriques de Castro; outra, dada em Cantanhede a 28/4/1802, assinada pelo dito Colaço, pedindo a resposta do mesmo capitão-mor. António Fernandes da Costa Gomes vem a receber o ofício por alvará de 18/7/1802 (cf. Doc. NGM140). • Áreas geográficas e topónimos: Cantanhede.
Requerente: Manuel da Costa Campos. . Assunto: Transgressão por ter usado de dinamite na pesca provocando grande destruição das espécies de peixes na margem esquerda do rio Este, afluente do rio Ave. Contém: intimação (original e duplicado), auto de notícia cujo verso da folha contém declaração do transgressor a afirmar o que fez (original e duplicado), notas de serviço, intimação (cópia), auto de notícia (cópia) ordens de serviço e talão da guia de receita
Requerente: Joaquim Ferreira da Cruz. . Assunto: Transgressão por ter usado de dinamite na pesca provocando grande destruição das espécies de peixes na margem esquerda do rio Este, afluente do rio Ave. Contém: intimação (original e duplicado), procuração, auto de notícia cujo verso da folha contém declaração do transgressor a afirmar o que fez (original e duplicado), notas de serviço, intimação (cópia), auto de notícia (cópia) ordens de serviço e talão da guia de receita
Requerente: Joaquim Domingos Ferreira. . Assunto: Transgressão por ter usado de dinamite na pesca provocando grande destruição das espécies de peixes na margem esquerda do rio Este, afluente do rio Ave. Contém: intimação (original e duplicado), procuração, auto de notícia cujo verso da folha contém declaração do transgressor a afirmar o que fez (original e duplicado), notas de serviço, intimação (cópia), auto de notícia (cópia) ordens de serviço e talão da guia de receita
Requerente: Maria da Glória Cardoso Paços de Sampaio de Morais. . Assunto: Transgressão por ter modificado as golas ou caneiros dos seus moinhos e engenho de serração de madeira, introduzindo uma nova roda de moinho (azenha) e substituído a roda motor de engenho, na margem direita do rio Este, afluente do rio Ave. Contém: ordens de serviço, intimação (cópia em duplicado), auto de notícia (cópia), intimação cujo verso da folha contém declaração do transgressor a afirmar o que fez (original e duplicado), talão da guia de receita, notas de serviço e requerimento
Requerente: Empresa Textil Eléctrica, Lda.. Assunto: Pedido de licença para estabelecer fábrica e para isso têm que ser demolidas moendas. Também precisa aproveitar a força motriz por meio de turbinas destinada a mover máquina geradora de electricidade. É necessário elevar açude ali existente e construir canal de derivação (instalação de maquinismos de fiação e tecelagem). Contém: requerimento (cópia), edital, ordens de serviço, certidão, notas de serviço, receita (cópia), declaração (cópia), guia de receita de emolumentos, diploma de licença e plantas à escala 1/200 (duplicado)
Assunto: Transgressão de José Martins Moreira por este ter alterado a disposição da margem esquerda do ribeiro de Guilhados, afluente do rio Donda, por meio de escavação com o fim de derivar a água da corrente para uma mina destinada á irrigação de prédios não marginais, com prejuizo de terceiros. Contém: intimações, original e duplicados, cópia de auto de notícia, notas de serviço, informação, receita de pagamento, esboço, auto de notícia (duplicado)
Requerente: Manuel José de Oliveira Machado. Assunto: Licença para construir uma comporta no rio Pele, entre frisos verticais, afim de derivar água para aqueduto para engenho de regar. Licença para colocar com carácter provisório um grupo motor bomba de potência de 5 Cv no engenho para extrair água para rega. Contém: requerimento, planta, nota de serviço, edital, ordem de serviço, certidão, reclamação, declaração, auto de vistoria, termo de responsabilidade e alvará de licença.
Requerente: Firma Pinheiro, Guimarães, Marques, Madeira, Lda. Assunto: Licença para ampliar o canal de derivação das suas antigas moendas e fábrica de tecidos, na margem direita do rio Ave e substituir roda hidráulica por turbina horizontal construindo a respectiva casa contígua e a jusante do edifício da fábrica e construir muro de suporte e estabelecer sobre ele ramada. Contém: requerimento, nota de serviço, edital, ordem de serviço, certidão (cópia), declaração (cópia), termo de responsabilidade (cópia) e planta.
Requerente: Joaquim da Costa Fontes. Assunto: Licença para construir uma casa de azenha ( moinho) e canal de derivação na margem direita do rio Pele e assentar uma soleira de pedra através da corrente e ao nível do respetivo leito, no ponto da entrada do referido canal, e construir um muro de suporte na extensão do canal. Contém: requerimento, notas de serviço, ordem de serviço, edital, certidão, declaração, auto de vistoria, termo de responsabilidade, planta e alvará de licença.
Requerente: Firma Henrique Buero e Costa. Assunto: Licença para estabelecer um moinho na sua propriedade, na margem esquerda do ribeiro de Santiago, cujo fim pretende construir açude e um canal de derivação das águas para irrigação e engenho de serração. Licença para construir um engenho de serração e azenha, aproveitando as águas por meio de açude e de levada de derivação. Contém: requerimento, ordem de serviço, nota de serviço, edital certidão, intimação, comunicação e termo de responsabilidade.
Memorial da construção do novo quartel, enviado por Hilário Carvalho a José Maria Ferreira, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Ourém, para que este interviesse junto do Engenheiro Sá e Melo, Diretor dos Serviços Gerais de Urbanização para aprovação do anteprojeto do novo quartel dos Bombeiros. Transcrição: «MEMORIAL Os Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão encontravam-se instalados há 68 anos em edifício que era sua propriedade e embora as instalações não possuíssem as condições mínimas no atual momento, - o que é certo é que tinha uma sede, que era sua, e embora bastante mal se iam remediando. A Câmara do Concelho, com a sua escola Comercial e Industrial instalada em edifício provisório, necessitando em Setembro de 1958, de procurar mais salas de aulas para se atender à matrícula de cerca de 200 desses alunos que pretendiam ingressar naquele tão útil estabelecimento de ensino procurou a Direção da Associação no sentido de lhe ser vendida a sua sede pois era conhecedora da necessidade que a Associação tinha em construir edifício compatível com os seus serviços e com o material de incêndios e assistência que possuía a Corporação. Obtida a respetiva licença das Entidades Superiores resolveu-se vender à Câmara pela quantia de 350 contos o edifício sede, alugar-se uma garagem em péssimas condições e ali instalar-se a corporação até à construção do edifício que logo se projetou. / Fez-se o anteplano daquela obra que a Direção da Associação na presença do Sr. Governador Civil do Distrito e Presidente da Câmara entregou a Sua Excelência o Senhor Ministro das Obras Públicas em Setembro de 1958 quando da visita daquele ilustre titular a Famalicão; pedindo-lhe uma aprovação e comparticipação imediata. O referido anteprojeto veio devolvido para a Direção dos Serviços de Urbanização de Braga com o despacho de que deveria ser alterada a parte arquitetónica (visto o despacho não indicar o que devia ser alterado) e o novo anteprojeto, assim modificado, foi de novo entregue em mãos de Sua Excelência o Senhor Ministro no seu gabinete no dia 3 do mês corrente pela Direção da Associação no qual Sua Excelência logo se dignou lavrar o seguinte despacho: Á D. G. U. [Direção Geral de Urbanização] com vista à eventual antecipação ao próximo plano A. O. […]»