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Intervenção na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa do vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, sobre a situação portuguesa, quer a nível interno, quer do ponto de vista do nosso relacionamento internacional.
Critica o discurso do ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, sobre as palavras do Conselheiro da Revolução, Melo Antunes.
A eleição de Diogo Freitas do Amaral para Presidente da União Europeia das Democracias Cristãs.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que as Forças Armadas devem ter «um único patrão, ser unidependentes e não pluridependentes».
Diogo Freitas do Amaral confirmado como Presidente da União Europeia das Democracias Cristãs. O assassinato de Sadat e a situação do Libano foram analisadas pela a UEDC.
Conferência de imprensa dos líderes da Aliança Democrática após o Encontro Nacional dos dirigentes nacionais e distritais da AD.
O ministro da Defesa nacional, Diogo Freitas do Amaral, em artigo para a revista da NATO, destaca a importância da criação do Eurogrupo.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, revela a sua satisfação pelos contactos políticos estabelecidos no Conselho do Pacto Andino.
Acordo cultural luso-indiano. O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, louva a forma altamente dignificante como as autoridades indianas têm preservado o património histórico e cultural dos portugueses em território indiano.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, sugere o adiamento da visita do Presidente da República à Hungria em virtude dos acontecimentos no Afeganistão.
A Associação de Amizade Portugal-Timor Leste alerta para a preparação do apoio governamental português a uma saída neocolonial de Timor-Leste por parte dos indonésios.
Analisa o discurso do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, no debate parlamentar sobre o programa do VIII Governo Constitucional.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, acusa a oposição de obstruir a acção legislativa da Assembleia da República.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, revela satisfação por a FRETILIN aprovar o plano de acção traçado pelo Governo para a questão de Timor-Leste. Convida o secretário de Estado norte-americano, Edmund Muskie, e o secretário-geral das Nações Unidas, Kurt Waldheim, a visitarem Portugal.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, apresenta as prioridades do Governo até ao final do ano.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, afirma como primeira prioridade do Governo a adesão à CEE.
Diogo Freitas do Amaral defende que o novo Presidente da República deve dissolver o Parlamento e define os objetivos que poderão influenciar decisivamente a vida política portuguesa.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, anuncia que a direcção das Forças Armadas passará da órbita do Conselho da Revolução para a dependência do poder executivo civil.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, defende uma solução negociada para a ocupação de Timor-Leste. Passa em revista a posição do Governo português perante os mais importantes problemas da política mundial.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, defende uma solução negociada para a ocupação de Timor-Leste. Passa em revista a posição do Governo português perante os mais importantes problemas da política mundial.
Diogo Freitas do Amaral propõe o controlo e acompanhamento da política externa pela Assembleia da República.
Diogo Freitas do Amaral afirma que caso seja eleito Presidente da República não demitirá o Governo de Cavaco Silva.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, aborda o processo de revisão constitucional, a situação da oposição, o posicionamento do Presidente da República, a possibilidade de surgir um partido presidencialista e a Aliança Democrática, que propõe que se prolongue até 1988.
A possiblidade de entendimento entre o CDS e o PSD e a alusão dos dois partidos à necessidade de eleições intercalares.
O ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, declara que a cooperação com a França, no domínio militar e da industria do armamento, visa uma integração mais completa das Forças Armadas Portuguesas nas estruturas, conceitos e treinamento em vigor nos países aliados da Europa.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, após reunião com o primeiro-ministro, afirma que o partido continua a defender a negociação de uma plataforma tripartida entre o PS-PSD-CDS, da qual deverá sair um novo Governo, ainda que não necessariamente de coligação.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, reage à declarações de Sérvulo Correia e afirma que estas podem pôr em causa o acordo PSD-CDS.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, comenta a possibilidade do PSD apresentar uma moção de rejeição ao programa governamental.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acusa o PS de continuar a fazer a política do grande capital e a aliar-se à reacção.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, aborda a atuação do governo de Mota Pinto, o ataque às liberdades no assalto à Comunicação Social; a defesa da Constituição e da Democracia.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica a atuação do governo e das forças de direita, e alerta para a necessidade de uma mudança do executivo.
O presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um governo apoiado pelo PSD, PS e CDS. Afasta o PCP de uma solução governamental.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acusa os governos regionais dos Açores e Madeira de fazerem a defesa do separatismo e de conspirarem contra a democracia e contra Portugal.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que a alternativa ao governo de coligação PS-CDS, passa por um governo que reforce as posições dos democratas e antifascistas e cuja a política deixe de estar voltada para a defesa do grande capital e dos grandes agrários.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, traçou as linhas fundamentais de 1977 e avança com algumas perspetivas para 1978.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica a atuação política do PS e apresenta alternativas para ultrapassar a crise.
O Conselho Nacional do CDS propõe uma remodelação ministerial, que abranja designadamente o Ministério da Agricultura e Pescas.
Secretário-Geral do PS, Mário Soares, afirma que será necessário encontrar uma solução parlamentar, com base nos partidos, quer se queira ou não evitar eleições antecipadas.
Diogo Freitas do Amaral revela-se decepcionado com o Governo, critica o Presidente da República e o comportamento das oposições.
Constituída por artigos de cariz religioso. Contém artigos escritos em espanhol. Vol. XL, Universidade Católica Portuguesa, diretor José Tolentino Mendonça, fascículo 1.
O presidente da Comissão Política do CDS, Adriano Moreira, durante o V Congresso da Juventude Centrista, considerou "grave a situação da vida do CDS e do país".
A Comissão Política da candidatura de Pintasilgo considera que esta candidatura é a única capaz de unir toda a esquerda e vencer as eleições.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera um erro grave se o Partido Socialista, pelo facto de não ter sido aceite a fórmula governativa que os envolvia com a ADSI, votasse contra «um governo de gestão aceitável para a democracia».
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, após reunião com o primeiro-ministro, declara que não apoiará nenhuma solução política de que não faça parte em pé de igualdade com os outros partidos democráticos.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a elaboração de um acordo de Governo entre o PSD e o PS a concretizar-se depois da realização de eleições antecipadas.
No regresso da Cimeira de Madrid, Mário Soares afirma que Portugal não virou à direita e que as instituições portuguesas são sólidas. Declara que o Governo Constitucional não será substituído e que o PS não aceitará um sistema de coligação governamental.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, demarca o PS da formação do III Governo Constitucional.
Um grupo de bancos alemães colocam à disposição de Portugal dois créditos, respectivamente de 420 milhões de marcos e de 150 milhões de dólares.
Intervenções do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, e do ministro da Agricultura, Basílio Horta, na 33ª Assembleia Geral da Confederação Europeia da Agricultura.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Governo de não resolver os grandes problemas nacionais.
Cancelamento da viagem do Governo português a cinco países da Europa com o intuito de negociar a entrada de Portugal no Mercado Comum.
O candidato presidencial Diogo Freitas do Amaral afirma que não compete ao Presidente da República governar, mas dar aos governos condições para governar.