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Entrevista dada por Isabel Maria Calejo, diretora do Grupo Folclórico de Cidacos, na RTP, sobre as tradições de Oliveira de Azeméis.
Nas fotografias contém informações datilografados no verso.
Contém três fotografias de Manuel da Fonseca.
Sobre reprodução de fotografias e assuntos literários.
Fotografias arquivadas por Hilário de Carvalho.
Contém: ofícios, informações, requerimentos, fotografias, etc.
Fotografias do exterior e interior do edifício.
Fotografias exteriores do edifício e espaço envolvente.
Fotografias do Pavilhão Desportivo Municipal de Constância.
Fotografias da Piscina Municipal de Constância.
Fotografias do Ciné-Teatro Municipal de Constância.
Fotografias do Centro Náutico de Constância.
Fotografias da Biblioteca Municipal Alexandre O'Neill.
Fotografias gerais da Vila de Constância.
Composição gráfica com fotografias de vários homens.
3 fotografias de Ricardo Amaral Ornelas, jornalista.
Fotografias de paisagens do Ilhéu de Caió.
Fotografias da tripulação a bordo do "Sagres".
Fotografias da tripulação a bordo do "Sagres".
Fotografias da tripulação a bordo do "Sagres".
Um jornal com diversas fotografias de Macau.
O Fundo inclui: Manuscritos, publicações e fotografias.
Fotografias de Reis Rodrigues, em diferentes idades.
Actuação dos Vindimadores na Casa do Alentejo em Lisboa. Ao centro vemos Manuel João Mansos abraçando os escritores Armindo Rodrigues (à esquerda) e Urbano Tavares Rodrigues (à direita), seguido da poetisa Natália Correia. Da esquerda para a direita, no grupo de cantores, ostentando a indumentária própria que os caracteriza, vemos desconhecido, Olímpio “da Rendeira”, Inocêncio Ramalho, Joaquim José Lopes (“da Bordala”), Francisco Manuel Lança e os já referidos Armindo Rodrigues, Manuel João mansos e Urbano Tavares Rodrigues. Atrás destes últimos dois, encontramos Francisco Maria Arrojado e José Faro. Atrás de Natália Correia pode ver-se Domingos Trole, seguindo-se, ao lado da poetisa, Francisco Caciones, atrás do qual vemos Júlio Tanganho, sucedendo-se Aires Mota, Aníbal Espadela e Arsénio Avôzinho. Ao lado deste, embora não pertencesse ao grupo parece constar o vidigueirense António Estrela. No verso da fotografia encontramos um carimbo referente à casa de fotografia onde se lê: “Foto Sol-Arte – Reportagens fotográficas – Calçada de Sant`Ana, 101 r/c – telefone 861420 – Cliché n.º 5 – Lisboa”.
Fotografia de grupo, captada no Teatro Gama-Herculano, em Vidigueira, vulgarmente designado de “Igrejinha Nova”. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Edmundo Ramalho, o Padre Francisco de Jesus Paulo, Eduardo Palma (ostentando um bandolim), Caetano Barradas, Francisco José Caramba e João Coxinho. Abaixo destes constam Domingos Guerreiro, Augusto José Soares (“Chapeleiro”), desconhecido e, mais à direita, João Palula. Na fila seguinte, da esquerda para a direita, podemos ver António Estrela, Joaquina Goes, Maria Antónia (afilhada do Padre Francisco de Jesus Paulo), Celeste Pelúcia, Palmira (filha do loiçeiro), Prof. Antónia Rosa Mendes, Prof. Graça, Noémia Goes, Damiana Cerejo, Clementina e José Caeiro. Na última fila, de cócoras, estão José Carlos Palma (irmão de Manuel Palma), João Caramba, os jovens Arsénio Serrano e Bélinha Guerreiro Ramalho, José Luís Parrança, Vasco Lança, António Manuel Serrano Pires (filho do sapateiro Manuel Coelhinho que era contínuo no Círculo Operário) e António Francisco Palhete Pereira (“Antúnio”). Junto ao corte superior da fotografia podemos ver, inscrita a caneta, a seguinte informação que a contextualiza: “Grupo cénico da Mocidade Portuguesa, 17 de Junho de 1958”.
Fotografia de grupo junto à Igreja de Santa Luzia em Viana do Castelo. Atrás, da esquerda para a direita, podemos ver desconhecido, Abílio Espadinha, Deodato (de Vera Cruz), Francisca Prego, José Francisco, Manuel Figueira Mira, José Aniceto, Raquel Maia, Jorge Silva, Alberto Farinho (de Portel), Nuno Pelúcia, desconhecido e Francisco Calca (de Alvito). Mais abaixo, da esquerda para a direita, vemos Etelvina (de Portel), Joaquim Inácio Lucas Rebelo, Maria Joana Vidinha (de Vila de Frades), Isabel Rosa Mendes, Luís Cargaleiro, Maria Gertrudes Madeira, Idalina Galinha, Lurdes Rosa Mendes, Maria José Bastos e Fátima Narra. Mais abaixo, iniciando no casal mais velho, podemos ver Armando Espadinha e a esposa D. "Bina”, seguida por Joaquina Benta Bastos Franganito, desconhecida e José Estevens (de Vila de Frades). À direita, mais à frente, apresenta-se de pé o Sr. Padre Paulo. Sentados, da esquerda para a direita, podemos ver desconhecida, Lurdes Fialho, Maria Joaquina (de Vera Cruz), Cidália (de Vera Cruz), Joaquina Faísco Ramos, António Aniceto e desconhecido. Sentados mais abaixo, ao centro, encontramos Pé Leve (de Selmes), Dulce (de Portel) e António Afonso Madeira. No verso da fotografia consta a seguinte informação: "Lurdinhas (Rosa Mendes) aos 14 anos".
Fotografia em cujo verso consta uma inscrição que permite contextualizá-la e datá-la: "O grupo coral da Vidigueira que cantou a missa de "Perosi" a duas vozes. Festa da Ascensão em Vidigueira, em 30 de Maio de 1957". Fotografia captada à porta da Igreja da Misericórdia em Vidigueira. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Maria José Contente da Rosa, Maria José Revés, Jesuína Galaio, Domingos da Silva Guerreiro, Cândida serra e Leonarda Bargado. Na penúltima fila, da esquerda para a direita, vemos Maria José Almeida (filha de Praça de Almeida), Maria Antónia, seguindo-se Maria Isabel Goes Guerreiro (doadora) e Maria Emília Bastos Silva. Na fila seguinte, da esquerda para a direita, está presente Bernarda, Maria Dionísio Efigénio, Maria Natália Figueira, Antónia Rosa Mendes e Maria Vitória. Na fila da frente, da esquerda para a direita, podemos ver Anica Caeiro, Maria Augusta, Graziela Ramalho, Maria Gertrudes Coxinho, Maria das Dores, Isabel (sobrinha do Padre Francisco de Jesus Paulo), Francisca Rita Jorge (atrás, acima) seguida de Susete Baião Palma, estando abaixo Maria Guilhermina Faro Oliveira, as irmãs Saudade e Maria do Céu Pereira e um pouco adiantada das restantes Clementina (prima de José Guerreiro, "Pastilha"). O verso ostenta, ainda, um carimbo onde se pode ler "A. Pinto Esteves - Vidigueira - R. (em branco) N.º 661".
Fotografia de José Joaquim Rosa Mendes na sua mercearia, próximo das antigas instalações da Farmácia Costa, em Vidigueira (pai de Maria Justina, Maria das Dores e Armanda Rosa Mendes e bisavô de Márcia Machado). Na parte inferior da fotografia podemos observar a presença de uma inscrição, feita a caneta, onde se pode ler: “12 de Outubro de 1949”. As antigas mercearias eram pontos de abastecimento de múltiplos e variados bens, além de serem locais privilegiados no que respeita à frequência pelo sexo feminino, dando azo à crítica social. Nestes estabelecimentos comerciais utilizavam-se as velhas medidas de madeira e a rasura para medir o feijão ou o grão, vendia-se o petróleo para alumiar os candeeiros à noite, o açucar ou a farinha eram metidos em cartuchos, o tecido era vendido a metro, enfim, tudo era comercializado com peso e medida consoante a necessidade e o dinheiro disponível, contrastando com os trabalhos árduos que, muitas vezes, a mais exigiam mas não havia possibilidade de alcançar.
Fotografia de grupo de trabalhadores na apanha da azeitona composto maioritariamente por mulheres, mas contendo também homens e crianças. Nas duas filas de trás, da esquerda para a direita, podemos ver Rosalina Perdigão Coelho, estando atrás de si, Engrácia Serrano, seguindo-se Mariana Rosa Ganhão Caramelo (de avental branco), Gertrudes Valadas, Leopoldina Perdigão (?), desconhecida ao fundo, Luísa Augusta (alta; com lenço branco na cabeça), Maria Antónia (avó de Estér), Anica Serrano (camisa clara aos quadrados), Adélia Valadas (ao centro), manageiro de Moura cujo nome se desconhece, Joaquina Ganhão Caramelo (com camisa branca, lenço na cabeça e chapéu), Teresa Galinho (conhecida por "Teresa Espanhola"), Maria Carolina Palma (camisa aos quadrados e lenço na cabeça), José da Conceição (pai de Etelvina), Maria José Xuna, Manuel António Perdigão Fragoso e Mónica das Relíquias Xuna. À frente, sentados nos cestos da apanha da azeitona, estão, da esquerda para a direita, Mariana Teresa Justo (irmã de José da Conceição Justo), Maria Perdigão Coelho (Barradas), Manuel António Perdigão Coelho, Feliciana Rosa Ganhão (mãe de Mariana e Joaquina Ganhão Caramelo) e Inácio Francisco Ganhão. A fotografia foi tirada pelo Dr. Quintino Pereira.
Fotografia captada na Igreja de S. Francisco em Vidigueira, por ocasião do casamento de Maria Augusta Goes Soares e António Francisco Prego Ramalho, realizado no dia 2 de Outubro de 1966. A celebrar o matrimónio vemos, à direita, o Padre Francisco de Jesus Paulo. Ao fundo, da esquerda para a direita, encontramos Maria Clara Brito, Maria das Dores Goes, estando à frente destas, Maria Antonieta da Rosa Pires, Celeste Pires, a esposa de José “Pinguinhas”, José “Pinguinhas”, António (de Vila de Frades), Arsénio Batuca e Leonor Goes. Mais à frente estão Noémia Goes (à esquerda, usando chapéu), Francisco Pedro Soares (pai da noiva), Maria Dionísia Silva Goes, Maria José Goes Soares, Maria Rosa Goes Silva, Maria João Pio e Américo Santa Cruz (de óculos), estando mais à frente deles, as madrinhas Cipriana Goes e Maria das Dores Goes (junto à mão do pároco). Na frente, no canto inferior direito, podemos ver a referência à casa de fotografia "Foto Star", enquanto que, no verso encontramos um carimbo com ela relacionado, onde se lê “Foto Star - R. da Liberdade n.º 1 - Beja”.
Fotografia de grupo de jovens vidigueirenses captada no dia das inspecções, chamadas “Sortes”, junto ao “antigo Mendro” (Parque de descanso e venda e fontanário), realizadas em Vidigueira na antiga sede da Mocidade Portuguesa, situada no Largo D. Violante. Em pé, atrás, da esquerda para a direita, podemos ver Mota (irmão de Sebastião Mota, era mecânico), Francisco Ferro (“Anão”, era mais velho mas ficou na fotografia), Fernando Bernardino Venâncica Fialho (“Laurentim”) carregando aos ombros José Francisco Caleiro Lança, José “Cró” (“Baunilha”), José dos Anjos (“Zéinho”), Joaquim José Assunção, Fernando Palma, Manuel Pedro Pereira Faísco (“Chibinho”), Francisco Marreiros, desconhecido, Eduardo Jorge Sotto Maior Pinto Goes. Ao meio, da esquerda para a direita, pode ver-se José Justino (“Bala”), Manuel Carrujo, Manuel Jacinto (“Naniz”), Joaquim Beato (“Aspirante”), António Batuca Alvorado e Sebastião Alvorado. Em baixo, da esquerda para a direita, pode ver-se José “da Mariete”, José Hilário Faro, Fernando Noronha, António Maria Fialho (“Bananeiro”, de olhos tapados), Francisco Manuel Gil e José Manuel Coxinho (“Alhuta”). Do mesmo ano mas não presentes na foto: Fernando Dias, Jorge Parrança, José António (Catalão), Bacalhau (Staline), José Alexandre (“Bota Fina”).
Fotografia de grupo masculino, tirada na Horta das Taipinhas em 1928, aquando da comemoração do fornecimento da luz eléctrica à Vidigueira (pela firma comercial José Mendes Carvalho e Sobrinhos). Em pé, atrás, da esquerda para a direita, pode ver-se Francisco Pedro Pinto, António João Contente, António dos Santos Matos Rosa, José Mendes Pereira, desconhecido, Alexandre José de Almeida, avô dos “Falcões” e o professor Numa Pompílio Brandão Furtado (?). Sentados, ao meio, da esquerda para a direita, podemos ver José Joaquim da Rosa Mendes, José Francisco Pólvora Barradas, Armando da Silva, Aires Mendes Guerreiro e Constantino. Sentados no chão, da esquerda para a direita, podemos observar José Mendes Guerreiro Alhinha (“Sorumenho”) e Joaquim Rosa (irmão do Dr. Veterinário). Vila de Frades também foi fornecida de energia elétrica pela central termoeléctrica de serviço público de José Mendes Carvalho e Sobrinhos a partir de 1932. Fotografia relacionada com o registo H-000139 desta colecção. Para mais informações a respeito da inauguração da luz eléctrica pode consultar-se a acta da sessão extraordinária da Comissão Administrativa Municipal de 17 de Maio de 1928 (presente no livro “0028” de Actas de Sessões da Câmara Municipal de Vidigueira - B-A-001-0057_fol0011-0018).
Fotografia de José Joaquim Rosa Mendes na sua mercearia, na Rua do Sol, em Vidigueira (pai da doadora, Maria Justina, e de Maria das Dores e Armanda Rosa Mendes; bisavô de Márcia Machado). Através deste registo podemos ter contacto com o mobiliário, os produtos e os equipamentos que caracterizavam este tipo de estabelecimentos comerciais onde se vendia um pouco de tudo. As antigas mercearias eram pontos de abastecimento de múltiplos e variados bens, além de serem locais privilegiados no que respeita à frequência pelo sexo feminino, dando azo à crítica social. Nestes estabelecimentos comerciais utilizavam-se as velhas medidas de madeira e a rasura para medir o feijão ou o grão, vendia-se o petróleo para alumiar os candeeiros à noite, o açucar ou a farinha eram metidos em cartuchos, o tecido era vendido a metro, enfim, tudo era comercializado com peso e medida consoante a necessidade e o dinheiro disponível, contrastando com os trabalhos árduos que, muitas vezes, a mais exigiam mas não havia possibilidade de alcançar. Na parte inferior da fotografia podemos observar a presença de uma inscrição, feita a caneta, onde se pode ler: “12 de Outubro de 1949”.
Fotografia de José Joaquim Rosa Mendes na sua mercearia, na Rua do Sol, em Vidigueira (pai da doadora, Maria Justina e de Maria das Dores e Armanda Rosa Mendes; bisavô de Márcia Machado). Através deste registo podemos ter contacto com o mobiliário, os produtos e os equipamentos que caracterizavam este tipo de estabelecimentos comerciais onde se vendia um pouco de tudo. As antigas mercearias eram pontos de abastecimento de múltiplos e variados bens, além de serem locais privilegiados no que respeita à frequência pelo sexo feminino, dando azo à crítica social. Nestes estabelecimentos comerciais utilizavam-se as velhas medidas de madeira e a rasura para medir o feijão ou o grão, vendia-se o petróleo para alumiar os candeeiros à noite, o açúcar ou a farinha eram metidos em cartuchos, o tecido era vendido a metro, enfim, tudo era comercializado com peso e medida consoante a necessidade e o dinheiro disponível, contrastando com os trabalhos árduos que, muitas vezes, a mais exigiam mas não havia possibilidade de alcançar. Na parte inferior da fotografia podemos observar a presença de uma inscrição, feita a caneta, onde se pode ler a data de “12 de Outubro de 1949”.
Fotografia de grupo de alunos do colégio do Dr. Espadinha (Externato de São José, em Vidigueira) junto à Igreja de Santa Luzia em Viana do Castelo. Atrás, da esquerda para a direita, podemos ver desconhecido, Abílio Espadinha, Deodato (de Vera Cruz), Francisca Prego, José Francisco, Manuel Figueira Mira, José Aniceto, Raquel Maia, Jorge Silva, Alberto Farinho (de Portel), Nuno Pelúcia, desconhecido e Francisco Calca (de Alvito). Mais abaixo, da esquerda para a direita, vemos Etelvina (de Portel), Joaquim Inácio Lucas Rebelo, Maria Joana Vidinha (de Vila de Frades), Isabel Rosa Mendes, Luís Cargaleiro, Maria Gertrudes Madeira, Idalina Galinha, Lurdes Rosa Mendes, Maria José Bastos e Fátima Narra. Mais abaixo, iniciando no casal mais velho, podemos ver Armando Espadinha e a esposa D. "Bina”, seguida por Joaquina Benta Bastos Franganito, desconhecida e José Estevens (de Vila de Frades). À direita, mais à frente, apresenta-se de pé o Sr. Padre Paulo. Sentados, da esquerda para a direita, podemos ver desconhecida, Lurdes Fialho, Maria Joaquina (de Vera Cruz), Cidália (de Vera Cruz), Joaquina Faísco Ramos, António Aniceto e desconhecido. Sentados mais abaixo, ao centro, encontramos Pé Leve (de Selmes), Dulce Mansos(de Portel) e António Afonso Madeira. No verso consta a data de 1970 e, entre parenteses, 14 anos. A menção de “14 anos” parece referir-se à idade de Lurdes Rosa Mendes na data em que foi tirada a fotografia.
Este registo fotográfico foi captado pelo eng. Carlos Pulido, junto ao monumento consagrado à memória do engenheiro electrotécnico, Duarte Pacheco, um dos mais destacados ministros que integraram os governos de Oliveira Salazar. Do lado direito pode ver-se a esposa do autor da fotografia, Isabel Maria Pulido e dois amigos do casal. Duarte Pacheco ocupou vários cargos públicos, entre os quais, o de director do Instituto Superior Técnico, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, ministro da educação e ministro das obras públicas e comunicações. Este louletano, foi um dos grandes responsáveis pela organização da Exposição do Mundo Português, realizada em 1940, em Lisboa. O monumento, inaugurado em 1952, deve a sua autoria ao arquitecto Cristino da Silva, graças ao financiamento por subscrição pública de todas as autarquias do país. Apresenta uma coluna com 5 metros de diâmetro e 17 metros de altura, truncada na parte superior, simbolizando a trágica interrupção na obra do homenageado, vítima de acidente de viação. No plinto colocado junto à base do fuste, está um baixo-relevo em bronze, da autoria de Leopoldo de Almeida, que representa a efígie do homenageado. A obra é composta ainda por 18 painéis em baixo relevo, da autoria de vários escultores, simbolizando os feitos de Duarte Pacheco e do regime. No muro semicircular de suporte que vemos atrás, está gravada uma frase de Oliveira Salazar onde se pode ler: «Uma vida velozmente vivida e inteiramente consagrada ao progresso pátrio – Salazar». No verso da fotografia encontramos inscrita a seguinte informação: “Loulé, Abril 55. Monumento a Duarte Pacheco”.
Carta manuscrita assinada, do Porto. Falta a fotografia do Camilo Castelo Branco. Esta carta está dentro envelope CP 2252 juntamente com outras 12 cartas de Camilo Castelo Branco. Transcrição da carta: "Ilmo. Exº Snr. e meu prezado amigo Agradecidíssimo pela carta e pelo retrato com que V. Exª me captiva. Creio q. me fez o favor de aceitar na Povoa o meu retrato; mas, se me engano, queira dizer-m'o. Reune V. Exª o condão pessoal de grangear amigos, e as qualidades affectivas e inteligentes que prendem a admiração. Queira Deus que os dissabores da vida e a experiência corrosiva do mundo lhe não desfaçam os relevos que o distinguem das trivealid.es que marcham solenes e seguras aos destinos grandes. Ana Plácido agradece a V. Exª o seu obséquio. Os meus filhos conheceram-o imediatamente. O Jorge está de cama: desconfio que desande para anemia uma compleição q. parecia tão robusta. Por amor dele, vejo-me obrigado a fazer residência perpetua na aldeia. De V Exª amº e crº obrgº Porto 14 Dzº 1874 Camillo Castello Branco". A fotografia que se alude na carta não se encontra no Arquivo Casa de Pindela, pertenve à família.Tem uma dedicatória "Ao meu prezado amigo o Exmo. Snr. Vicente Pinheiro Lobo Machado de Melo e Almada oferece Camillo Castello Br.co. Povoa, 5 de st.bro 1874". Fonte: Machado, João Afonso (2017). Memórias redivivas. Linda-a-Velha: DG Edições.
Boletim Informativo dos meses de julho/agosto/setembro de 2013. Contem os seguintes artigos: - Quatro Anos de Sonhos; - Limpeza da Floresta; - A Pé, de Canoa ou de Bicicleta...; Descubra o Caminho do Tejo; - HÁ 20 ANOS... O PDM e a Nova Biblioteca; - Exposições no Posto de Turismo; - No Parque Ambiental de Santa Margarida; Biologia no Verão; - Passeio Convívio 2013; - III Encontro de Constancienses na Suiça; - Campanha da Cal 2013; - Em Honra da Nossa Senhora da Assunção; Festas em Montalvo; - Em Honra de Santa Margarida; Festas em Santa Margarida da Coutada; - Valorizar o Ambiente, a Ciência e a Cultura; Mercado Ribeirinho de Constância; - Eleições Autárquicas 29 Setembro 2013; - [balanço do mandato] Quatro Anos de Realidades; - [viagem de estudo] De Constância a Paris; Pequenos Detalhes de Uma Viagem; - Cores, Sentidos e Sabores; Socialproject em Constância; - [obras] Recuperação da Casa Santos Costa; Obras de Beneficiação na Capela de Sant' Ana - [postais] Borboletário; Santa Margarida da Coutada; - [rostos] Marcas que o Império Deixou; - [cultura] Património/Lugares; Jornadas Europeias do Património 2013; - Festival de Musica do Mundo/Encontros no Tejo; Um Verão Animado em Constância; - [Concurso de Fotografia] Concurso de Fotografia; Retratos da Festa; - [Atividade Municipal] Reuniões de Câmara; Resumo das Deliberações;
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Agosto de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 14 a 28 de Julho daquele ano, altura em que efectuou a reflutuação do vapor cisterna “Alviela”, que se afundara quando atracado à “Quanza” que se encontrava amarrada à ponte do Arsenal da Marinha. Nota n.º 20 de 15 de Agosto de 1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Na p. 3B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm com a seguinte legenda: “No primeiro plano vê-se uma das almofadas empregadas na vedação da escotilha da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’, sustentando o chupadôr [sic], pronta a ser arriada para o fundo e colocada no seu logar [sic]. A lancha do mergulhador [sic] da A.G.P.L. e a do N.S. ‘Patrão Lopes’ com o material e pessoal respectivo do serviço de mergulhação [sic].” Na p. 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 10x12 cm, com a seguinte legenda: “O primeiro cofferdam que foi colocado na chaminé do ‘Alviela’”. Na p. 12B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra a perfeição com que o mergulhadôr [sic] Joaquim Sabino fez a vedação das frinchas da união das quarteladas dos ventiladôres [sic] utilizando lona e merlim. Retirada uma das almofadas é introduzido um chupadôr [sic] que é levado até ao fundo da casa da máquina a fim de ultimar o esgoto dêsse [sic] compartimento”. Na p. 13B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Bomba submersível eléctrica esgotando a casa da máquina e caldeira do Alviela”. Na p. 20B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,7x8,7 cm e 12,5x17,5 cm, com as seguintes legendas: “A bomba centrifuga transportável n.º 3 procedendo ao esgoto da casa da máquina do Alviela” e “ A manobra da colocação do 2.º cofferdam na chaminé do ‘Alviela’. No segundo plano da fotografia vê-se a falua n.º 1 e nela instalada a bomba centrifuga transportável nº 3 que foi empregada no esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira daquele vapôr [sic]”. Na p. 22B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia, tirada na noite de 26/27, mostra nitidamente a deformação sofrida pela escotilha da casa da máquina do Alviela”. Na p. 24B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O mergulhadôr [sic] da A.G.P.L. executando o trabalho de vedação da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’. Na fotografia, além da barca que ainda conserva dados os cabos d’aço passados na clara da hélice da embarcação afundada, vê-se, também, a falua nº 1, onde se instalou a bomba centrifugadora transportável nº 3 à qual é fornecido vapor de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ por intermédio do tubo flexível de cobre, constituído por várias quarteladas”. Na p. 25B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O conjunto formado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’, cábrea ‘António Augusto de Aguiar”, draga ‘Mondego’, barca de amarrações ‘Alfeite’ e outras embarcações, do Arsenal da Marinha, durante o serviço de salvação do ‘Alviela’.” Na p. 28B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Estrôpos [sic] de corrente e de cabo d’aço, de 5”, passados na clara da hélice e nos quais engatavam os aparelhos da cábrea “António Augusto de Aguiar”, para suspensão da pôpa [sic] do ‘Alviela’”. Na p. 29B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x15 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia apresenta o mastro do ‘Alviela’ ao qual foi arroteado o mastro duma embarcação, do N.S. ‘Patrão Lopes’, para sustentar os tubos de entrada de ar na cisterna, de forma a ficarem com a extremidade fora de água em qualquer altura da maré". A barcaça ‘Alfeite’ sustentando os cabos manilhados aos estropos passados aos escovéns daquele vapor-cisterna e a draga ‘Mondego’.” Na p. 32B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “A draga ‘Mondego’, aspirando o lôdo [sic] na altura da prôa [sic] do ‘Alviela’ a fim de poder passar por debaixo deste um estrôpo [sic]. No gaviete da barcaça ‘Alfeite’ veem-se gurnidas [sic] as duas espias manilhadas nos estropos passados aos escovéns do vapôr [sic] afundado.” Na p. 33B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 o ‘Alviela’, pela acção do esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira e, também, da cisterna e esforços exercidos pela cábrea ‘António Augusto Aguiar’, na pôpa [sic] daquele vapôr [sic] e pela barcaça ‘Alfeite’ na prôa [sic], vai sendo trazido à superfície, apresentando a fotografia já parte da chaminé fora d’agua”. Na p. 33C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 depois da chaminé e ventiladores [sic], emerge da água a escotilha da casa da máquina na qual se veem as almofadas utilizadas na vedação e colocação dos chupadôres [sic] que fizeram o esgôto [sic]”. Na p. 33D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27, aspecto tomado quando emergia a casa do leme do Alviel”. Na p. 34B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra como os cabos d’aço manilhados aos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ gurniam [sic] no gaviete da ‘Alfeite’ do que resultava qualquer aboço ou manilha de ligação oferecer tal resistência à passagem no rolete daquele gaviete que provocava o seu rebentamento.” Na p. 35B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “A almofada (face interior) que chegou a ser feita para vedar a entrada da água nos alojamentos da guarnição do ‘Alviela’ com o orifício para passagem do chupadôr [sic] destnado ao esgôto [sic]” e “A face exterior da almofada”. Na p. 36B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “Na fotografia vê-se a deformação sofrida pela manilha do estrôpo [sic] de corrente passado à clara do hélice do ‘Alviela’ depois do esforço sobre ela exercido por intermédio dos aparelhos da cábrea ‘António Augusto de Aguiar’ e “Nesta fotografia vê-se ainda a deformação da manilha e os elos dos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ e que partiram na noite de 26/27 sendo causa de que nessa noite não tivesse sido reflutuado aquele navio cisterna”. Na p. 37B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,6x18 cm, com a seguinte legenda: “A prôa [sic] do ‘Alviela’ no convez [sic] do qual e dados para a cisterna, se veem os chupadôres [sic] utilizados no esgôto [sic]. Esta fotografia mostra a forma como abre para o convez [sic] a porta do alojamento da tripulação que tornou impossível a colocação da vedação para poder ser feito o esgôto [sic] dêsse [sic] alojamento. No castelo vê-se ainda estabelecido o chupadôr [sic] que fêz [sic] o esgôto [sic] do peack-tank, quando a escotilha deste emergiu.” Na p. 37C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 28, o ‘Alviela’ prolongado com o N.S. Patrão Lopes”. Na p. 37D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.
Imagens dos vários atos cerimoniais da inauguração do Monumento a Cristo Rei. A cerimónia teve início com a bênção do Monumento pelo cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, seguindo-se o lançamento de pétalas de flores e pombos-correio. De seguida, teve lugar o discurso do patriarca, a saudação do cardeal D. Jaime de Barros da Câmara, arcebispo do Rio de Janeiro, a mensagem, via rádio, do papa João XXIII, a consagração de Portugal aos corações de Jesus e Maria e, por fim, o discurso do presidente da República, almirante Américo Thomaz, finalizado com o Hino Nacional. Esta reportagem caracteriza-se por dar uma visão das cerimónias a partir de ângulos pouco habituais, focando nomeadamente as tribunas dos cardeias por detrás, e as cadeiras dos bispos de lado, e regista acontecimentos como a necessidade de estar alguém a segurar os microfones durante as alocuções e discursos e as manobras de um helicóptero da força aérea que sobrevoou o local das cerimónias para tirar fotografias. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
Documentação relativa à aquisição e instalação do elevador do Monumento. Inclui: peças desenhadas e proposta de variante do projeto do ascensor; a circular enviada a cinco firmas comunicando a abertura do concurso; correspondência com os concorrentes que inclui carta de 21 de agosto de 1956 remetendo cópia das condições e uma carta da FORTIS pedindo o adiamento do prazo até 31 de agosto de 1956; propostas das firmas concorrentes (Boetlicher e Navarro Portuguesa LDA, Sociedade Portuguesa dos Ascensores Schlinder LDA, Fortis a Construtora Electromeânica LDA, The Engineering Company of Portugal e a G. Perez LDA representante da SUWIS Schlieren) que integram fotografias, folhetos técnicos, orçamentos e peças desenhadas; o quadro das propostas presentes a concurso; a apreciação das propostas tendo junto um parecer do Eng. Mecânico António Barros; correspondência sobre o valor da isenção de direitos de alfândega; carta do Eng. Francisco de Mello e Castro comunicando a decisão de adjudicar a empreitada à SUWIS Schlieren; contrato para o fornecimento e montagem de um ascensor elétrico em papel selado, tendo junto minuta e cópia com uma procuração dando poderes ao Eng. Gustavo d'Ávila Perez para representar a firma; peças desenhadas e autos de medição; correspondência com o BESCL sobre a garantia e carta da G. Perez LDA agradecendo o envio do auto de receção definitiva dos trabalhos.
Álbum com imagens dos vários atos que integraram as cerimónias da inauguração do Monumento a Cristo Rei, assim como imagens do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira a presidir às cerimónias de comemoração do aniversário da inauguração, provavelmente nos anos de 1960 a 1963. Relativamente às cerimónias do dia 17 de maio de 1959 o álbum inclui imagens da procissão de Nossa Senhora de Fátima de Cacilhas para o Monumento; da missa campal celebrada, de manhã, por D. Francisco Maria da Silva, bispo auxiliar de Braga; vistas da assistência, com destaque para imagem que mostra António de Oliveira Salazar, presidente do Conselho de Ministros; chegada do presidente da República, almirante Américo Thomaz; imagens da alocução do cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, e do discurso do presidente da República; bênção do Monumento e, por fim, uma imagem da custódia usada na inauguração. Neste álbum as imagens das tribunas e das filas de prelados mostram aspetos diferentes dos captados por outras reportagens. As fotografias relativas a cerimónias dos anos sessenta mostram o cardeal Cerejeira sentado, com báculo e mitra, a proferir uma alocução ou a celebrar a eucaristia tendo junto ao altar o P. Sebastião Pinto da Rocha. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
1 DVD-R com fotografias sobre início da construção e a 1.ª fase de bairro construído pela PRODAC (Quinta do Marquês de Abrantes e Bairro Chinês), 1968-1969: imagem do bairro e do centro n.º 2 da PRODAC (em blocos de cimento); numeração das barracas; esgotos a céu aberto; crianças e habitantes; Celeste Porto e o monitor de auto-construção José António Costa; 1.ª fase terraplanagens e fundações da casa modelo - Escola do Vale Fundão; Sr. Lavery, francês, inventor e responsável pela montagem dos painéis, a dirigir os trabalhos, e João Santos Monteiro, encarregado da obra; planta do loteamento da 1.ª fase; pormenores de montagem da casa modelo da 1.ª fase; grua e transporte de painéis; escoramento das paredes; população a assistir aos trabalhos; debate com os técnicos de serviço social sobre os pormenores das casas e sugestões; visitas guiadas às obras em curso; Manuel Matos Dias entre o grupo de assistentes sociais; plataformas da zona da 1.ª fase e da fábrica onde se construíram os painéis pré-fabricados; pormenores das bases das casas com cavidades onde entravam os ferros das amarrações dos painéis; fábrica de pré-fabricação; estrutura das cobertas; casa-modelo construída na 1.ª fase; armazém de materiais e máquinas; barracas do Bairro Chinês; chafariz, na rua principal.
Cópias, organizadas por anos, de: documentação produzida pela PRODAC, notícias em jornais diários e outros periódicos (1967-1971); fotografias. Contém: História da PRODAC contada por Mário do Nascimento Vieira Pinto Coelho, 2013-10; Estatutos da PRODAC (1968-07-06); Regulamento interno da PRODAC, 1968; esquema de reunião em 1968-10-01; folhetos da PRODAC; Plano de transferência de algumas barracas da Quinta do Ourives para casas pré-fabricadas na Quinta do Ferrador, [1969?]; Questionário, [1969?]; Relatório da PRODAC, [1969?]; Projeto de estudo da Paróquia de S. Jorge de Arroios, 1969-11; Questionário, 1970-02; Programa de promoção social iniciado e a desenvolver com os habitantes da Quinta do Marquês de Abrantes e do Bairro Chinês, 1970-03; Câmara Municipal Vila Franca de Xira, PRODAC, Serviço de Promoção Social Comunitária (SPSC), Programação geral e definição de atribuições referentes à mudança de população que habita em barracas, no Concelho de Vila Franca de Xira, em Pedra Furada e Olival do Borracho, 1970-04; Colóquio sobre habitação (org. Cáritas e Graal, 1970-05); Cáritas Portuguesa, PRODAC, Comunicação cristã de bens e habitação, o progresso social deve beneficiar todos os homens (texto base), 1970; Contrato celebrado entre a PRODAC e Câmara Municipal de Lisboa com vista à realização do plano de realojamento da população residente em Barracas na Quinta Marquês de Abrantes, Bairro Chinês e Quinta das Claras, 1971-10-07; Decreto-Lei n.º 577/71, de 21 de dezembro (financiamento pelo Fundo Nacional do Abono de Família para construção de habitações por contrato entre Câmara Municipal de Lisboa e PRODAC).
Fotografia da família de João Eugénio Pulido e de Maria Dores Vasques Cano. João Eugénio Pulido era filho de Manuel Martins Pulido e de Maria das Dores Gomes Roxo e, por sua vez, neto de Juan Martin Pulido e de Maria Gomes Gonzales La Féria. Na altura em que a fotografia foi tirada João Eugénio já tinha morrido mas Maria Dores Vasques Cano é a 3ª a contar da esquerda. Com ela estão 8 dos seus 9 filhos pois Isidro Pulido, possivelmente, já teria morrido. Fotografia de grupo onde surgem 5 homens de pé e 4 mulheres sentadas à sua frente. Em cima, da esquerda para a direita, podemos ver José Eugénio Pulido (nascido em Marmelar em 12 de Julho de 1827; casado com Maria das Dores Pulido [nascida na Vidigueira, filha de Manuel Telesphoro Martins Pulido e de Maria da Graça Gomez Hidalgo]), João Thomaz Pulido (nascido na Vidigueira em 6 de Março de 1823 e falecido em Vidigueira em 189? [casado com Maria dos Santos Garcia Esteves, nascida na Amareleja em 19 de Junho de 1837, filha de Domingos Garcia Perez, nascido em Almendro, e de Ana Maria Esteves Gomez, nascida em S. Lucar de Guadiana]), Domingos Simão Pulido (nascido em Vidigueira em 14 de Janeiro de 1821 [casado com Ana Maria Garcia Esteves, nascida na Amareleja em 4 de Janeiro de 1828, irmã de Maria dos Santos]), Manuel Telesphoro Martins Pulido (nascido em Vidigueira em 23 de Janeiro de 1820 [casado com Maria da Graça Gomez Hidalgo, nascida em Baleizão, filha de João Gomez Hidalgo e de Maria das Dores Vasquez Cano]) e Francisco Martins Pulido (nascido em Vidigueira em 31 de Agosto de 1813 [casado com Maria Romana Gomez Hidalgo, nascida em Baleizão, irmã de Maria da Graça]). Sentadas, da esquerda para a direita, podemos observar Margarida Eugénia Pulido Vasquez (nascida em Marmelar, casada com José Garcia Esteves [nascido na Amareleja em 11 de Setembro de 1834; irmão de Maria dos Santos Garcia Esteves]), Maria Rosa Pulido, Maria Dolores Vasquez Gomez Cano (a mãe, nascida em Almendro [viúva de Juan Eugenio Martin Pulido, nascido em Almendro em 1792 e falecido em Vidigueira em 1843]) e Maria Dolores Vasquez Pulido (nascida em Portel, casada com Sebastian Martin Pulido [nascido em Almendro em 14 de Agosto de 1807 e falecido em Vidigueira em 15 de Março de 1866, filho de Domingo Martin Pulido e de Teresa Perez Janes]). Tinha já falecido Isidro Pulido (nascido em Vidigueira em 31 de Outubro de 1825).
Assuntos: Arquivo Fotográfico.
Inaugurações de monumentos e edificios; visitas a obras em curso; em Portugal e Ilha da Madeira e Açores
Albuns fotográficos das visitas e inaugurações pelo País e Ilhas da Madeira e Açores, enquanto Ministro das Obras Públicas; e de visitas e inaugurações a Moçambique, enquanto Governador-Geral de Moçambique.
Albuns fotográficos de inaugurações e visitas oficiais a hospitais; obras de saneamento básico; redes electricas; urbanizações; monumentos; portos marítimos; exposições; escolas; em Portugal, Ilhas da Madeira e Açores e Moçambique
Algumas fotos estão dadatas no verso com uma data que não corresponde à data registda pela máquina fotográfica (ex. '01.06.03 - a foto é de 2001 e no verso indica 2010)
Áreas geográficas e topónimos: Igreja de Jesus (Lisboa, Portugal) • Assuntos: Arquivo Fotográfico.
157 documentos fotográficos (positivo, papel, p&b, 13 x 18 cm); 277 documentos fotográficos (positivos, papel, p&b, 5,5 x 6 cm); 175 documentos fotográficos (positivos, papel, p&b, 8 x 10,5 cm); 43 documentos fotográficos (positivos, papel, p&b, 31 x 23 cm); 335 documentos fotográficos (positivos, papel, p&b, 4,5 x 5,7 cm).