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Afetação de despesas
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Ajuda aos desfavorecidos
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, na visita à exposição, observando um Buda de marfim, oferta de Ho In, Y. C. Leong, e Chung-Chi-Kong, de Macau, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (à esquerda), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à sua esquerda), e o 2º Tenente Almeida Pinto. Estavam expostas significativas ofertas de Macau, nomeadamente: leque em marfim com caixa, de Fu-Tak-Yam; pintura chinesa, de Afonso Cheng; dente de marfim trabalhado, de Ho In, Y. C. Leong e Chung-Chi-Kong...
Livro "Lições de Solfejo: 1ª Parte" de Augusto Machado e Julio Neuparth. Manual "aprovado oficialmente para o Conservatório Nacional de Música por Despacho Ministerial de 21 de setembro de 1922". Segundo índice próprio o Manual organiza-se em 2 partes: 1) Intervalos e tonalidades fáceis; Semibreves, mínimas, semínimas, colcheias e semicolcheias; Claves de Sol 2ª linha e Fá na 4ªlinha; Linhas e espaços suplementares superiores e inferiores; 2) Clave de Dó 1ª, 2ª 3ª e 4ª linhas; Clave de Fá 3ª linha; Clave de Sol na 2ª linha. Documento composto: 1 manual original e 1 fotocopiado.
Fotografia onde se visualiza, na fortaleza de Massangano, após a cerimónia da santa missa, o hastear das bandeiras, nacional e de Nossa Senhora da Vitória de Massangano, em continência, o Presidente da República, General Craveiro Lopes (à frente, primeiro à esquerda), o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (em segundo plano, primeiro à direita), o Sr. Arcebispo de Luanda, D. Moisé Alves Pinho (em segundo plano, segundo à direita), o Governador-Geral de Angola (em segundo plano, primeiro à esquerda), e restante comitiva.
Publicações escolares de navegação astronómica e movimentos relativos; arquitetura naval; logística; armas submarinas,artilharia,segurança,técnicas de comando,infantaria e operações anfíbias. Programas da cerimónia do juramento de bandeira do curso "Luís de Camões" e baile de finalistas; prémio Defesa Nacional(ganho por J.M.F) e cartão do diretor da revista instituidora; certificado de habilitações escolares do curso de Marinha da Escola Naval e envelope mandado realizar por João Moreira Freire para guardar a sua coleção de fotografias de navios da Armada(séc. XIX e XX), que posteriormente doou ao Clube Militar Naval. Revista "Tridente", nºs 2,3,4,5 e 6, com a colaboração de J.M. Freire.
A coleção inclui; Um livro "Duas Naus e Um Cruzador: O nome de Vasco da Gama na Armada Nacional" que aborda os navios com o nome de "Vasco da Gama", um desdobrável POR ARES NUNCA DANTES NAVEGADOS: DE LISBOA AO RIO DE JANEIRO." que remete para a primeira travessia aérea do Atlântico; Um livro em formato digital com o Título "Como se fala a bordo" contêm informações técnicas, preciosas para um profano na vida naval,que é obrigado a ler e reler a opulenta literatura marítima da língua portuguesa, a linguagem viva da navegação à vela, e a "Carta Patente" de Oficial do Senhor Tenente José Ramos Catana Marques.
O Fundo 909 é constituído por um conjunto extenso de informações relacionadas com a atividade desenvolvida ao longo dos anos na Esquadrilha de SubSuperfície (ESS) - Ex. Esquadrilha de Submarinos (ES). Integra igualmente este fundo todos os legados/Espólios de Ex militares da Armada que estiveram ligados à Esquadrilha. Há um século que Portugal opera com submarinos. Ao longo destes cem anos, os submarinos portugueses têm realizado patrulhas, em situações de conflito; assegurado a soberania sobre espaços marítimos sob jurisdição nacional; participado no adestramento de navios de superfície, nacionais e aliados, uma vez que os submarinos continuam a ser uma das mais importantes ameaças à livre circulação de navegação comercial.
Fotografia onde se visualiza, no Ministério do Ultramar, o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, entregando ao ilustre sociólogo, Professor Gylberto Freire (Gilberto Freire), um luxuoso exemplar dos «Lusíadas», era uma edição especial, fac-similada do exemplar existente na Biblioteca Nacional, dentro duma caixa de prata lavrada, com as quinas de Portugal, com a seguinte inscrição: "A Gilberto Freire este livro, que é a síntese do mundo lusíada, como lembrança que lhe recorde, na quarta parte nova, a sua visita à «pequena casa lusitana» e ao Ultramar português. Lisboa, 29 de Janeiro de 1952. Sarmento Rodrigues, Ministro do Ultramar".
Fotografia onde se visualiza o Presidente da República, General Craveiro Lopes (ao centro), no Hospital Central, pegando ao colo numa criança vestida com a bandeira nacional, acompanhado pela sua mulher Senhora D. Berta Craveiro Lopes (terceira, à direita), pelo Governador da Província de S. Tomé e Príncipe, Tenente-coronel Francisco António Pires Barata (segundo, à esquerda), pelo Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (primeiro, à esquerda), pela Senhora D. Pires Barata (segunda, à contar da direita) e Senhora D. Margarida Sarmento Rodrigues (atrás, entre o Presidente e a sua esposa).
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (primeiro à direita), analisando um cofre de marfim com terço oferecido pelas Senhoras de Dio, acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à sua direita), e o 2º Tenente Almeida Pinto, Secretário do Ministro do Ultramar. Pode se ver exposto vários objetos, nomeadamente: Cofre grande de Sândalo, da Companhia de Camionagem de Canácona, oferta do Estado da Índia, e o Cofre grande de prata com peanha de madeira da Câmara Municipal de Mormugão, do Estado da Índia.
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, visitando a exposição, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (primeiro à esquerda), o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, segurando uma espada, oferta de Timor, e o Ministro da Presidência, Dr. João Costa Leite Lumbrales, pode se ver expostas várias ofertas de Timor, nomeadamente: barco de madeira, dos naturais de Viqueque; mala de mão de vime, contendo vários objetos regionais; caixas de prata e latão....
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, observando, minuciosamente, uma das peças expostas, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (ao centro), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à sua esquerda), e o 2º Tenente Almeida Pinto, das peças expostas, ofertadas por Macau, entre outras, estava a reprodução de um junco de madeira, prata e marfim, dos habitantes de Taipa e Coloane e uma imagem de D. Bosco oferta das alunas do Colégio Salesiano.
Fotografia onde se pode visualizar o desenho com giz em um quadro negro, e o seguinte texto: «7º ano», «VIVA CRAVEIRO LOPES», «VIVA S. RODRIGUES» e «A certeza de que os destinos da Nação estão entregues nas mãos de V. Exas é um forte lenitivo para a vida de todos aqueles que habitam o território nacional (?) e o orgulho de se chamarem portugueses. Sejam pois V. Exas bem-vindos ás terras de Cabo Verde que têm a honra de prestar homenagem a tão elevadas entidades nacionais.», Liceu de Gil Eanes, Cabo Verde.
Fotografia onde se visualiza, na fortaleza de Massangano, após o hastear das bandeiras, nacional e de Nossa Senhora da Vitória de Massangano, discursando, o Presidente da República, General Craveiro Lopes (ao centro), o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (primeiro à direita), à sua esquerda, o Governador-Geral de Angola, Capitão Silva Carvalho, o Engº Frederico Ulrich (em último plano, primeiro à direita), o Comodoro Sousa Uva (em primeiro plano, sexto à direita), o Capitão Craveiro Lopes (segundo à esquerda), e outras ilustres personalidades militares e civis.
Fotografia onde se visualiza, após o desembarque do avião da TAP, em Lisboa, e depois de ter recebido os cumprimentos, fazendo importantes declarações ao microfone da Emissora Nacional, o Ministro do Ultramar, Capitão-de-mar-e-guerra Sarmento Rodrigues (segundo à direita), o Ministro das Obras Públicas, Sr. Engº Eduardo de Arantes e Oliveira (terceiro à direita), o Subsecretário de Estado, Dr. Raúl Ventura (à direita do Sr. Engº Arantes e Oliveira), o [Prof. Dr. Paulo Quintela] (terceiro à esquerda, apenas se vê parte do rosto).
Documentos de registo de propriedade e identificação das embarcações; Barca "Acaso" ; Barca "Alice "; Barca "Ligeira"; Barca "Tentadora"; Brigue "Guadiana"Brigue "Mendez"; Caíque "Dois Amigos"; Caíque "João 1º; Caíque "Reis 1º;Escuna "Boa Viagem"; Escuna "Urânia"; Hiate "Adelina"; Hiate "Mondego"; Hiate "Nacional"; Hiate "Victor"; Lugre "Princípe da Beira"; Lugre "Presidente Harbitz"; Patacho "Eliza" Patacho "Mondego"; Patacho "Portoense"; Patacho "Tafel"; Pontão "Ligeira"; Vapor "Algarve"; Vapor "Anna"; Vapor "Bissau"; Vapor "Bolama"; Vapor "cidade da Praia"; Vapor "Clara"; Vapor "Douro"; Vapor "Eduardo"; Vapor "Galego"; Vapor "Gomes 5; Vapor "John Albert"; Vapor "Nisard"; Vapor "Olinda"; Vapor "Rio Sado"; Vapor "Zambeze". (426 fls.).
Cumprimentos de Ano Novo do Ministro do Interior; Visita do Ministro da Marinha; Homenagem em Tavira; Bênção de navios e palestras; Comemorações da Vila de Cascais; Regresso do Brasil do Ministro da Marinha; Visita ao "Inácio Cunha"; Vice-Presidente; Presidente do Conselho; Comissão das comemorações do nascimento de Vasco da Gama; Dia da Marinha com condecoração de pescador; 50 anos C. P. Pesca; X acampamento de Escuteiros; Cascais, campeonato; Visita do Presidente de Conselho à Docapesca; Homologação de contratos de trabalho; Eleições para a Assembleia Nacional.
CAIXA 189 (Ano de 1941-1955) (cota atual:6-LIII-1-4/189) Correspondência recebida e expedida pelo Armador: "Bagão, Nunes & Machado, Lda." AD-6; "Brites, Vaz & Irmãos, Lda." -AD-115; "Camilo Viegas Agostinho e José Lemos." - AD-9; "Companhia Colonial de Navegação." - AD-10; "Companhia Nacional de Navegação." - AD-213; Empresa de Navegação Ribamar, Lda - AD-200; "Fernando da Silva Miguel." - AD-176; "José Maria Félix Bomba." - AD-96; "José dos Santos Roque Júnior." - AD-69; "Labrincha & Filho - AD-218; "Manuel Joaquim Romão" - AD-153; "Ribaus & Vilarinhos, Limitada" - AD-118; "Ribaus & Vilarinhos, Limitada" - AD-118; "Sociedade Algarvia de Navegação, Lda." - AD-141; "Sociedade Geral do Comércio, Industria e Transportes, Lda." - AD-50; "Sociedade Marítima de Lagos, Lda." - AD-52; "Testa & Cunha, Lda." - AD-114; "Transportes Marítimos, Lda." - AD-138; "Vieira & Labrincha, Lda." - AD-57.
2ª Parte da obra teórica oficialmente doptada na secção de Música do Conservatório Nacional, "Teoria Musical" de Artur Fão. A obra aborda as seguintes questões: notas naturais e alteradas; tetracorde - encadeamento das escalas; tons próximos e afastados; divisão do tom; escala cromática; ritmo e melodia; elementos para conhecer a melodia; géneros, enarmonia e temperamento, escalas enarmónicas; compassos, intervalos e escala compostos; claves; intervalos consonantes e dissonantes; intervalos alterados; quadro de intervalos e respetiva composição; maneira mais fácil de identificar intervalos e escalas a que pertencem; transposição; transcrição; andamentos; modos gregorianos; metrónomo; ornamentos e respetivo valor na notação ordinária - cadência; portamento - arpejo.
É já com o golpe de 28 de Maio em andamento que Óscar Carmona se decide a intervir no derrube da I República. Rapidamente, assume a liderança dos acontecimentos, tornando-se no "homem forte" da nova situação política. Presidente da República por decreto de 1926, recorre às urnas, em 1928, para legitimar o seu poder. Cria condições para a entrada de Oliveira Salazar nos governos da Ditadura, permite a sua ascensão e vê-se, por este, ultrapassado. Em 1935, será eleito Presidente da República de acordo com as regras da nova Constituição, cumprindo mandatos sucessivos, vindo a morrer no exercício de funções. In: http://www.museu.presidencia.pt/presidentes_bio.php?id=102 Retrato oficial do Presidente Óscar Carmona (1933), por Henrique Medina. Museu da Presidência da República. Um dos líderes do golpe militar de 28 de Maio de 1926, seria Ministro da Guerra entre 9 de Julho e 29 de Novembro, ministro dos Negócios Estrangeiros entre 3 de Junho a 6 de Julho de 1926, pasta que acumulou com a de presidente do Ministério — após o derrube do general Gomes da Costa — a partir de 9 de julho de 1926. Foi nomeado presidente da República interino em 26 de Novembro de 1926. Eleito em 1928, ainda durante a Ditadura Militar, dando início ao período denominado Ditadura Nacional e, já na vigência da Constituição de 1933, em 1935, 1942 e 1949, não concluindo o último mandato por ter falecido no decurso do mesmo. Tendo atingido o posto de General em 1922, foi-lhe atribuído o título honorífico de marechal do exército em 1947.
Maria Joana Morais Perdigão Queiroga de Almeida (Redondo, Évora, 9 de março de 1885 — São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 26 de junho de 1965) foi a esposa do Presidente da República Portuguesa António José de Almeida, e por inerência primeira-dama de Portugal. Filha de Joaquim José Perdigão Queiroga e Maria Cândida Morais Perdigão, terá conhecido António José de Almeida por volta de 1909. Casaram no dia 14 de dezembro de 1910, tendo como uma das testemunhas Manuel de Arriaga, futuro presidente da República. O casal teve uma filha, Maria Teresa Queiroga de Almeida, nascida em 27 de dezembro de 1911. Nunca se mudou, tal como o marido, para as instalações de Belém, ficando-se pela casa da Avenida António Augusto de Aguiar. Pertenceu à Cruzada das Mulheres Portuguesas, fundada em Março de 1916, sendo a Presidente da Comissão de Assistência às mulheres e mães dos mobilizados. Em 1928, sob a Ditadura Militar que tinha posto fim à 1.ª República, Maria Joana Queiroga de Almeida, juntamente com outras esposas de antigos governantes republicanos, aderiu e empenhou-se corajosamente no primeiro grande movimento nacional de apoio às famílias dos presos, deportados e emigrados políticos, promovido pelo jornal O Rebate. Então com 42 anos, presidiu à Comissão de Honra, que contava entre as Vogais Adelina Antónia Marques de Lemos, casada com o engenheiro António Maria da Silva, Maria Ângela Rego dos Santos Pestana, esposa de Manuel Gregório Pestana Júnior, Maria da Piedade Topinho de Almeida Ginestal Machado, cônjuge de António Ginestal Machado, Maria José Videira, consorciada com Francisco Pinto da Cunha Leal e a mulher de Domingos Pereira "O Rebate, 31/05/1928". Por proposta do ministro do Interior, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, a 5 de setembro de 1923. Maria Joana acabaria por falecer de aterosclerose aos 80 anos, em casa, na Avenida Ressano Garcia, 32, primeiro andar, freguesia de São Sebastião da Pedreira, sendo sepultada no Alto de São João. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Joana_Queiroga_de_Almeida
José Pedro Machado (Faro, 8 de novembro de 1914 — Lisboa, 26 de julho de 2005) foi um professor, filólogo, linguista, historiador, dicionarista, camonista, bibliógrafo e arabista português. Formado em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa (1939), onde foi discípulo do arabista David Lopes, é também formado em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Coimbra (1948). Assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1942-1943), funções que a seu pedido deixou de exercer, foi professor do ensino técnico a partir de 1949 e, desde antes mesmo de formado, membro da Comissão de Redacção do Vocabulário e do Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa (1938-1940). A sua carreira de arabista inicia-se em 1939, com a publicação de Alguns Vocábulos de Origem Arábica, e reafirma-se logo no ano seguinte com a tese de licenciatura, Comentários a Alguns Arabismos do “Dicionário” de Nascentes. Como filólogo, o seu primeiro trabalho, Curiosidades Filológicas, data de 1940, seguindo-se-lhe, em 1942, O Português do Brasil. Historiador, bibliógrafo, publica os seus primeiros trabalhos nessas áreas respectivamente em 1940 e 1941. Como dicionarista, revelar-se-ia um dos maiores da língua portuguesa, logo quando subscreveu a 10ª edição, em 12 vols., 1948-1959, do Grande Dicionário da Língua Portuguesa, de António Morais Silva. Nesta obra, de que António Pedro seria a um tempo editor e mecenas, José Pedro Machado teve a colaboração de Augusto Moreno e Cardoso Júnior, mas é ao seu paciente labor que se deve um tal monumento ainda hoje inultrapassado. José Pedro Machado editou o Cancioneiro de Évora (1951) e, de colaboração com sua esposa, Elsa Paxeco, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, em 8 vols. (1949-1964). Publicou ainda a Bibliografia de David Lopes (1967) e, em 3 vols., os Dispersos de D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1969-1972). A sua bibliografia ultrapassa a centena de títulos, não contando com as mais de seis centenas de crónicas em jornais, revistas e boletins diversos. https://www.cnc.pt
António Mendes Bello, cardeal-patriarca de Lisboa, nasceu em S. Pedro de Gouveia, em 1842, filho de Miguel Mendes Belo e de D. Rosalina de Almeida Mota; e faleceu em Lisboa, no paço do Campo de Santana, em 1929.Em 1856 entrou no seminário de Coimbra, onde fez os preparatórios, e em 1862 concluiu o curso eclesiástico. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, que frequentou de 1866 a 1870. Concluída a formatura, entregou-se à advocacia na sua terra natal. Em 1871 foi professor do liceu do Funchal; em 1873, nomeado professor de Teologia no seminário de Elvas; em 1874, escolhido para governador do bispado de Pinhel e em 1881, transferido para o governo da diocese de Aveiro. Nomeado vigário geral do patriarcado e arcebispo de Mitilene em 1883, foi preconizado e sagrado em 1884. Poucos meses depois foi eleito bispo do Algarve e a 2 de fevereiro de 1885 fez a entrada solene na catedral de Faro até ir para a Sé de Lisboa em 1907. Em 1914 partiu para Roma, a fim de tomar parte no consistório para a eleição de novo pontifício, e foi já Bento XV quem impôs o barrete e o chapéu cardinalício, com o título dos Santos Marcelino e Pedro. Em 1918, dirigiu ao presidente da república Sidónio Pais, uma mensagem a respeito das injustiças e violências sofridas pela igreja em Portugal desde a implantação do novo regime. Voltou a Roma para o consistório em que foi eleito Pio XI (Fev. 1922) e com a peregrinação nacional do Ano Santo (Maio 1925). In: https://www.freguesiadegouveia.pt/gouveenses-ilustres/60-cardeal-mendes-belo
"Nasceu em 1861, em Poiares (Peso da Régua), e faleceu em 1932, em Braga. Foi Bispo da Guarda (1903-1914) e Arcebispo de Braga (1914-1932). Fundou o Corpo Nacional de Escutas - Escutismo Católico Português. Em 1927 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo. Num contexto desfavorável para a Igreja Católica - derivado do advento do liberalismo e coincidente com os primeiros anos da República - contribuiu decisivamente para o renascimento católico do país. Foi desterrado e preso três vezes, fruto das perseguições aos bispos e sacerdotes levadas a cabo aquando da implantação da República e no âmbito da Lei de Separação. Na sua obra e ações, teve como preocupações a formação do Clero, a difusão da catequese e o desenvolvimento de organismos de comunicação. A imprensa deve-lhe os títulos “Acção Católica”, iniciado em 1915 com funções de órgão oficial da Arquidiocese, o semanário “Actualidades”, bem como outros semanários em várias vilas e cidades, e o “Diário do Minho”, adquirido em 1925. Enquanto Arcebispo, encontrou a cidade de Braga desmantelada das suas estruturas de governo e ação pastoral. Empenhou-se em recuperá-la. Assim, adquiriu um novo Paço Arquiepiscopal e o Seminário Menor, lançou a construção do novo Seminário Conciliar na Rua de Santa Margarida, incentivou a publicação dos “Fastos Episcopaes”. Em simultâneo, dinamizou congressos, tratou da formação de professores para os Seminários, cuidou da renovação da música sacra e promoveu a criação do Tesouro-Museu da Sé de Braga. Enquanto Arcebispo, pediu, ainda, o desmembramento da Arquidiocese com a criação da diocese de Vila Real." In: https://www.diocese-braga.pt/arquidiocese/225
Já existia um Diretório Republicano Democrático em 1876, mas o Partido Republicano só teve verdadeiro desenvolvimento na década de 1890. Capitalizando com o descontentamento generalizado que mereceu a débil reação da monarquia ao Ultimato inglês, passou a contar com a adesão aos seus ideais de camadas da população cada vez mais significativas e organizou-se a nível nacional. Ao mesmo tempo, ia fazendo a sua propaganda nos órgãos da imprensa que lhe eram afetos (e que, a certa altura, se contavam por algumas dezenas) e desenvolvia trabalho de real valor social, sobretudo no campo da instrução popular. Os primeiros deputados republicanos foram eleitos para o Parlamento em 1879. Ainda na vigência do regime monárquico, entre os deputados republicanos encontravam-se personalidades como Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, José Elias Garcia, José Joaquim Rodrigues de Freitas, José Maria Latino Coelho, Afonso Costa, António José de Almeida, Manuel de Brito Camacho e Bernardino Machado. Todos eles viriam a ocupar os mais altos cargos da nação. Outros nomes destacados do partido foram Basílio Teles, José Relvas, Anselmo Braamcamp Freire e João Pinheiro Chagas. Em 1910, o Partido Republicano, aliado à Maçonaria e à Carbonária, foi uma das organizações responsáveis pela revolução vitoriosa. Depois, a sua história ficou marcada por incompatibilidades pessoais entre os mais altos dirigentes e dissidências várias. Os desentendimentos levaram ao surgimento de fações que, logo em 1912, resultaram na criação do Partido Evolucionista (ou Partido Republicano Evolucionista) por António José de Almeida e do Partido Unionista (ou Partido União Republicana) por Brito Camacho. O Partido Democrático de Afonso Costa, que acabaria por ser a formação hegemónica no período da República, foi também produto de uma cisão dentro do Partido Republicano. In: https://www.infopedia.pt/$partido-republicano
Mário de Figueiredo (Viseu, São Cipriano, Figueiró, 19 de Abril de 1890 – Lisboa, 19 de Setembro de 1969) foi um professor universitário e político português. Era monárquico. Ingressou inicialmente no Seminário de Viseu, onde foi colega de Salazar, e que frequentou com distinção, com destino à vida eclesiástica.[1] Porém, após a Implantação da República Portuguesa, fez e concluiu o curso dos liceus naquela mesma cidade de Viseu, matriculando-se em seguida na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1912. Continuou, porém, em Viseu, como Professor e Prefeito do Colégio da Via Sacra, do Padre António Barreiros, vindo mais tarde fixar-se em Coimbra. Concluída a Licenciatura em Direito em 1917, classificado com Muito Bom em Ciências Económicas e Políticas, e com Muito Bom, 19 valores, em Ciências Jurídicas, a 26 de Junho de 1920 era contratado para Membro do Júri de Exames de Estado na Faculdade de Direito, e a 13 de Dezembro de 1920 para Professor do 2.º Grupo, de Direito Internacional Privado, e para Serviço de Exames. A 31 de Dezembro de 1923 tomou posse do lugar de Assistente do 4.º Grupo, de Ciências Jurídicas, da mesma Faculdade, e, depois de ter prestado provas públicas, tomou posse, a 1 de Abril de 1924, do lugar de Professor Ordinário do referido 4.º Grupo. Em 1927, foi nomeado Secretário da Faculdade, doutorou-se em Direito em 1919 e, a 2 de Agosto de 1930, assumiu as funções de Diretor, cargo para que veio a ser expressamente nomeado a 28 de Julho de 1936, exercendo essas funções até 1940, ano em que foi nomeado Ministro da Educação Nacional, a 28 de Agosto. Tornou-se entretanto Professor Catedrático. Em Coimbra, realizou várias conferências doutrinárias e culturais na Sala dos Capelos e no Centro Académico de Democracia Cristã, tendo orientado sessões de estudo nesta Associação. Era Membro do Instituto de Coimbra. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_de_Figueiredo
António Ferrão foi um erudito historiador e académico português da primeira metade do século XX. Nasceu em 1884, em Lisboa e morreu em 1961. Em 1933, foi membro efetivo da Sociedade de Geografia de Lisboa, tendo desempenhado as funções de vice-presidente de várias secções (Arte, Literatura, História e Geografia). É sucessivamente sócio correspondente (1921), efetivo (1925) e de mérito (1953) da Academia das Ciências de Lisboa; nela exerce as funções de inspetor da biblioteca, criador do museu histórico e diretor da coleção documental Corpo Diplomático Português, começado a publicar em 1862 por Rebelo da Silva, numa segunda edição (a anterior ocorrera em 1846). Foi, por fim, sócio fundador da Academia das Ciências de Portugal e sócio correspondente estrangeiro da Sociedade de Geografia de Madrid e da Academia de História da mesma capital (1924-1925). Em termos de carreira na administração pública, António Ferrão parece ter ingressado e rapidamente ascendido nela aquando da implantação da República, em 1910. Assim, foi chefe de repartição e chefe de serviço da Direcção-Geral da instrução secundária, superior e artística e do ministério da Instrução Pública; trabalhou nas reformas pedagógicas do governo provisório, contribuindo para que Portugal aderisse à convenção de Berna de defesa da propriedade literária, científica e artística (1911); e desempenhou os cargos de secretário geral e diretor da Liga Nacional de Instrução (a funcionar na Sociedade de Geografia). António Ferrão produziu uma bibliografia rica e variada na área da história, bibliografia, bibliotécnica, crítica das fontes e dos factos históricos, teoria e metodologia genética das fontes e história documental. In: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/44610/8/ferrao_antonio.pdf
Adelaide da Piedade Carvalho Félix nasceu em Santarém (Marvila), a 24 de fevereiro de 1892, filha do então, 1.º sargento de artilharia 3, Joaquim Félix e de D. Emília da Anunciação Carvalho Félix, irmã da conservadora da Torre do Tombo, Emília da Piedade Carvalho Félix. Em 1912 [?], concluiu o curso de Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, iniciando, após estágio na Alemanha, a atividade docente no Liceu Rodrigues Lobo de Leiria. Lecionou depois no Liceu Carolina Michaëlis de Vasconcelos, no Porto. Em 1926 passou a lecionar no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa e a partir de 1937, no Liceu D. Filipa de Lencastre, onde se manteve até à aposentação, com 63 anos de idade. Casou em 1933 com Eduardo Alexandre da Cunha, de quem se divorcia em 1938. Colaborou ativamente na imprensa: Novidades, Acção, Renascença, Ilustração de Angola, Stella, Diário de Luanda, Correio da Noite (Brasil), Atlântico, entre outros. Da sua obra literária destacam-se: Shakespeare e Othelo (esboço crítico), com prefácio de Teófilo Braga; Hora de instinto (romance), 1919; Miragens torvas (prosa de arte), 1921; Personae, (novelas), 1926; O grito da Terra, (romance), 1936; Nunca o direi… (novela), 1940; Cada qual com o seu milagre… (contos), 1941; Roteiro de viagens feitas, no mar tormentoso das letras, por gentes de Leiria e seu termo, 1944; No Estoril: uma noite igual a tantas (romance), 1952; Eu, pecador, me confesso, 1954 e Um seixo na torrente, 1963; Histórias breves de escritores ribatejanos (et al), 1968. Em 1937 e 1939 obteve dois primeiros prémios “Rosa de Ouro”, nos jogos florais da Emissora Nacional. Foi também tradutora de várias obras em inglês e alemão. Participou em várias conferências e projetos em torno da arte, literatura, política nacionalista e folclore em especial o da região ribatejana. Faleceu em Lisboa em 1971. In: https://adstr.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/3/2015/05/Adelaide-F%C3%A9lix-bio.pdf
Livro de batismos realizados na Igreja Lusitana Evangélica de S. Paulo, com termo de abertura assinado por António Pinto Ribeiro Júnior.
Livro de registo de óbitos da Igreja de S. Paulo. Contém registo de cidadãos alemães luteranos e ingleses.
Livro de registo de casamentos das Igrejas de S. Paulo, Igreja de Jesus e Igreja de S. Pedro.
Os processos de ordenação de diáconos e presbíteros da Igreja Lusitana são constituídos pelos documentos seguintes: 1 - Certidão de batismo 2 - Atestado de ciência competente de estudos teológicos, passado pelo Bispo ou por ministros por ele autorizados 3 - "Siquis" que deverá ser lido a um domingo no serviço divino na igreja a que pertencer o candidato. A leitura desse aviso deverá ser certificada pelo respetivo ministro e por um membro da Junta 4 - Carta testemunhal assinada por 3 ministros da Igreja Lusitana, em atividade 5 - Atestado da Junta Paroquial da Congregação a que pertence (Constituição art. XXVII) 6 - Declaração formal da crença nas Sagradas Escrituras e obediência canónica 7 - Recomendação da Junta Paroquial ao Sínodo Diocesano ou Comissão Permanente Diocesana (artigo XXVI) 8 - Recomendação do Sínodo Diocesano ao Bispo 9 - Carta de Apresentação a uma capela como ministro ou coadjutor
Série composta por um livro de registo de membros da igreja de S. Paulo.