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"Sentença proferida em Lisboa, a 14 de fevereiro da era de 1431, pelos sobre-juizes e vassalos de el-rei Afonso Domingues e Bartolomeu Martins, em agravo levado da decisão do juiz de Guimarães, confirmando esta e decidindo que pertencia ao cabido a pensão anual de 4(?) maravidis, impostos no casal de Riba de Selho. No verso: notificação da dita sentença ao juiz de Guimarães Gonçalo Anes, em 21 de abril da era de 1431, que a mandou cumprir. Em seguida: posse do dito casal tomada em presença do tabelião Vasco Afonso."
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Cultura" e informa que o padre Costa a anotou. Conta que padre Costa se aborreceu com o "Jeromeninho" por este ter organizado um número do jornal "A Voz" que o acometia. Declara que as Câmaras de Lisboa e do Porto responderam à Câmara de Guimarães sobre a homenagem a Salazar. Elogia o artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Tribuna Livre" e afirma que irá ler na imprensa o que dirão os historiadores do Porto sobre o referido artigo.
Refere-se ao nevão caído em Lisboa e ao orçamento da tipografia para o "Boletim de Trabalhos Históricos". Refere o trabalho que está a desenvolver no Arquivo. Pede para saber na Torre do Tombos os descrição dos limites da freguesia de São Mamede de Vermil para o abade de Vermil. Declara que o jornal "Tradição “da Vila da Feira publicou um artigo manhoso mas inofensivo onde se refere ao livro de Alfredo Pimenta Elementos [de História de Portugal] e que por isso não merece resposta. Contém uma carta com timbre da Caixa Geral de Depósitos Crédito e Previdência sobre um pedido de emprego.
Felicita-o pelo nascimento da neta. Declara que o João Rocha vai continuar com o projeto de proclamar o cidadão Salazar no dia 24 de [junho] e que no dia 1 de julho vai a Lisboa entregar o diploma. Revela que o presidente da [Sociedade Martins Sarmento] lhe ofereceu um exemplar do "In-Memorian" e afirma que vai mandar encaderná-lo e que provavelmente o oferecerá ao Arquivo. Refere-se aos caseiros da Madre de Deus e às sulfatações das vinhas. Informa que das Finanças de Braga não acusaram a receção dos prazos e que já vai em 95 mil documentos inventariados.
Reporta-se à publicação do "Boletim" e à sugestão do A. L. de Carvalho para que Alfredo Pimenta seja convidado para participar em representação da Sociedade de Geografia de Lisboa nas comemorações do centenário de Sarmento. Afirma que o Júlio Dantas pensa como Alfredo Pimenta a respeito do Diário do João Chagas. Refere-se à instalação da unidade militar em Guimarães e consequente saída da infantaria. Tece comentários elogiosos ao auto que Alfredo Pimenta escreveu e leu em 1 de fevereiro em S. Vicente. Sugere que Alfredo Pimenta consiga a restauração do Liceu Central.
Integra correspondência, nomeadamente com a Imprensa Nacional; diretores de clubes desportivos; Câmara Municipal de Guimarães; Tribunal de Contas, Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo; Edifícios e Monumentos Nacionais; Direção de Serviços de Melhoramento Urbano- Lisboa; C.T.T.; Estradas do distrito de Braga; Sociedade Martins Sarmento; Organizações Rádio Teatro; Comissão Municipal de Turismo; Comissário de Desemprego; designadamente sobre: atividades desportivas; orçamento ordinário e plano de atividades turísticas; construção de prédio para sede da Junta; arranjo da ponte romana; estrada E. N. n.º 101; construção de parque de Jogos. Contém um índice.
De acordo com o nº 9 do artº 212 do Decreto 30688/1940, no cofre da secretaria creditavam: as receitas provenientes de atos avulsos, à medida que forem recebidas; a comissão do cofre do Tribunal; a importância das percentagens da tesouraria cobradas em cada mês; a parte do imposto de justiça que compete à secretaria, líquida dos respetivos impostos; quaisquer outras quantias que constituam receita da secretaria; e se debitaram os impostos relativos à comissão do cofre do tribunal e às percentagens da tesouraria, os descontos para a Caixa Geral de Aposentações e os pagamentos aos funcionários, que nele passaram recibo, ou, em Lisboa e Porto, a entrega ao distribuidor geral.
Correspondência recebida relativamente ao imposto de comércio e indústria. De acordo com o decreto-lei n.º 45676 de 24 de abril de 1964 que dá nova redação ao artigo 712º, nº 3 do Código Administrativo os diretores dos Serviços de Finanças das Câmaras Municipais de Lisboa e Porto e os chefes de secretaria das demais câmaras determinavam, com base nas declarações dos contribuintes a percentagem da coleta do imposto de comércio e indústria correspondente ao respetivo concelho e comunicavam, até 31 de Março, às direções dos serviços de finanças ou secretarias das câmaras dos restantes concelhos interessados na repartição.
Manifesta a sua satisfação por ter recebido uma carta de Alfredo Pimenta e lamenta não poder vê-lo na América, tal como aconteceu com Fidelino de Figueiredo na qualidade de «visiting professor». Critica a colónia portuguesa e queixa-se das dificuldades e da falta de apoio do governo português. Refere o desdém que os americanos nutrem por Portugal. Informa que enviou dois folhetos de uma revista “Spinoza”, publicada em Nova Iorque. Revela a intenção de Fidelino de Figueiredo em vê-lo regressar a Lisboa.
Correspondência enviada relativamente ao imposto de comércio e indústria. De acordo com o decreto-lei n.º 45676 de 24 de abril de 1964 que dá nova redação ao artigo 712º, nº 3 do Código Administrativo os diretores dos Serviços de Finanças das Câmaras Municipais de Lisboa e Porto e os chefes de secretaria das demais câmaras determinavam, com base nas declarações dos contribuintes a percentagem da coleta do imposto de comércio e indústria correspondente ao respetivo concelho e comunicavam, até 31 de Março, às direções dos serviços de finanças ou secretarias das câmaras dos restantes concelhos interessados na repartição.
"Emprazamento, em três vidas, do casal de Portelo das Hortas, feito por D. Diogo Pinheiro, bispo do Funchal e prior de Guimarães, representado pelo seu procurador e administrador do priorado João Anes do Canto, escudeiro, em virtude de procuração passada em Lisboa pelo tabelião Domingos Leitão a 12 de amio de 1517, a Belchior Martins, mercador, e mulher Isabel Fernandes, com o foro de 300 reais e duas galinhas ou 30 réis por elas. escrito em Guimarães pelo tabeliãoi Salvador Lopes, escudeiro. No verso um documento ilegível."
"Sentença proferida pelo juiz de Guimarães Afonso Lourenço, escudeiro, vassalo de el-rei, julgando a transacção amigável que , acerca de umas casas sitas na rua Nova do Muro fez a confraria do Serviço de [Santa Maria] com Leonor Estevez, viúva de Pedro Álvares, escudeiro, morador que foi do torcifal, representada por seu sobrinho Luiz Martins, escrivão dos contos da cidade de Lisboa. As casas ficaram propriedade da confraria e esta deu à outra parte mil reais brancos. Escrito no Paço do Concelho pelo tabelião Vasco Afonso."
"Carta de el-rei D. Dinis, expedida pelo sobrejuiz Paio Domingues a requerimento de Paio Martins, abade de S. Gens de Montelongo, dirigida a Garcia Rodrigues, meirinho de Além-Douro, ordenando-lhe que faça cumprir a sentença do arcebispo D. Silvestre acerca do padroado que D. Rodrigo Gomes de Briteiros pretendia ter nesta igreja a qual era actualmente violada por D. João Rodrigues de Briteiros que novamente pousava na dita igreja e lhe fazia mal à força. Dada em Lisboa a 28 de março da era de 1324."
Integra correspondência, nomeadamente sobre: Dia do Turista; estradas; propaganda turística; raly; minigolfe; plano de atividades e bases do orçamento; relatórios de gerência, oferta de publicações, ligação das carreiras de passageiros com os comboios, reunião dos presidentes de Câmaras do distrito de Viana do Castelo, das Câmaras Municipais de Abrantes, Almada, Aveiro, Barcelos, Beja, Braga, Bragança, Cabeceiras de Basto, Castelo Branco, Caldas da Rainha, Coimbra, Covilhã, Estremoz, Évora, Espinho, Faro, Famalicão, Felgueiras, Guarda, Leiria, Lisboa, Oliveira de Frades, Paços de Ferreira, Peniche, Portalegre, Porto, Santarém, S. Pedro do Sul, Terras de Bouro, Tomar, Torres Novas, Viana do Castelo, Vila Real, Vendas Novas.
Análise às obras:História de António Vieira (duas edições: 1918 e 1931, edit. Livraria clássica edit., lisboa); cartas do padre António Vieira (edit. Imprensa da universidade de coimbra); o marquês de pombal e a sua época (duas edições, edit. Anuário do brasil); história dos cristãos portugueses (edit. Livraria clássica editora); os jesuítas no grão pará (duas edições, edit. Imprensa da universidade de Coimbra); A evolução do sebastianismo (edit. Livraria clássica editora); Épocas de Portugal económico (edit. Idem); novas epanáforas (edit. Idem) - por João Lúcio de Azevedo".
Conjunto documental composto pelos seguintes documentos: Cópia do ofício do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, João Rocha dos Santos, dirigido ao Diretor-Conservador do Museu Regional de Alberto Sampaio, solicitando que este se encarregue da reprodução dos clichés existentes no museu, para que a Câmara possa colaborar na publicação Portugal Maravilhoso, das Edições Universo, Lda., de Lisboa. Ofício do Diretor-Conservador do Museu Regional de Alberto Sampaio, Alfredo Guimarães, dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, acompanhando 19 provas fotográficas destinadas à publicação Portugal Maravilhoso.
"Sentença proferida por João Anes e Domingos Paes, ouvidores feitos de el-rei, julgando que a jurisdição civil do Couto de Codeçoso pertencia ao abade de Tolões, que então era Martim do Monte, o qual fora citado por Martim Calado para o provar perante os ditos ouvidores. Dada e m Lisboa a 10 de setembro da era de 1374. Este documento é um duplicado, um traslado passado por mandado do juiz de Guimarães, Gil Fernandes de Freitas, escudeiro, a 3 de maio de 1485 pelo tabelião Luis do Vale, vassalo de el-rei, sendo testemunha, entre outros, Álvaro Pires, escrivão dos besteiros do conto da vila de Guimarães".
Considera que o projeto democrático ainda oferece possibilidades de concretização em Portugal; denuncia o oportunismo da extrema esquerda na crise política; considera que as Forças Armadas têm de fazer um grande esforço no sentido de garantirem a sua unidade e a sua autoridade e de readquirirem o respeito do Povo Português; denuncia todos os que contribuíram e consentiram na criação de climas de guerra civil em Angola e em Timor; afirma que o CDS não é candidato ao governo até à realização de eleições para a Assembleia da República e que apoia o programa político proposto para o VI governo. Impressão - Neogravura, lda - Lisboa
Troca de cumprimentos entre vice-primeiro-ministro e o Governador de Macau; declarações em visita à INTERCASA/FIL; programa de governo; deslocação do Ministro da Administração Interna, ângelo Correia, a Macau; Lei do Recenseamento Eleitoral; deslocação a Macau da Directora-Geral dos Recursos Humanos do MRA; representação de Macau na Comissão para a integração europeia; professores - Comissão de Serviço em Macau; Comissão Interministerial para os Assuntos de Macau; Funcionários de Justiça de Macau; subsídio de fixação aos Magistrados; deslocação do Governador a Lisboa; regulamentação da Lei da nacionalidade; CIEC/Macau; ANOP; política externa.
Troca de cumprimentos entre o vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, e o Governador de Macau, Vasco de Almeida e Costa; declarações do Secretário de Estado-Adjunto do vice-primeiro-ministro, José Ribeiro e Castro, em visita à intercasa/fil; programa do governo; deslocação do Ministro da Administração Interna, Ângelo Correia, a Macau; Lei do recenseamento eleitoral; Comissão interministerial para assuntos de Macau; funcionário de justiça de Macau; subsídios de fixação aos magistrados; deslocação do Governador a Lisboa; CIEC (Comissão Internacional do Estado Cívil)/Macau; Estágios pedagógicos em Macau.
Expõe os motivos pelos quais não acusou o livro e as cartas de Alfredo Pimenta e da ida a Lisboa, em sua substituição, do capitão Abreu Lima para assinar o contrato de empréstimo com a Caixa Geral de Depósitos. Informa que foi com o ministro do Interior à Penha para com ele tratar das reclamações de Guimarães: a Unidade Militar e o Liceu Central. Pede para patrocinar estas causas. Informa que a casa do arquivo está entregue ao irmão de Alfredo Pimenta e que o arquivo do Tribunal foi para lá.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta da "Voz" e críticos ao "Correio do Minho" por publicar em anúncio a BBC de Londres. Comenta que no Porto a rapaziada obrigou a retirar a propaganda inglesa das montras da cidade. Fala do livro com os documentos secretos do governo francês e do F. Alves. Declara que estranha que os jornais do Porto e de Lisboa não divulguem a conferência de Alfredo Pimenta e o seu livro Padre Nosso. Pede para o informar sobre política externa de Salazar.
Informa que os livros de Alfredo Pimenta "Subsídios [para a História de Portugal"] estão à venda na livraria Lemos. Reporta-se ao pedido da Universidade de Lisboa da Vimaranis Monumenta Histórica. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Tribuna" do jornal "A Voz" e críticos à entrevista do F. Aires. Refere-se ao trabalho de transcrição do documento da aclamação de D. João IV de 1640 por A.L. e à relação deste com o Alfredo Guimarães a propósito de uma pia românica. Alude ao seu trabalho de catalogação da biblioteca Sarmento e elogia o trabalho sobre a linguagem arcaica portuguesa do J. Leite de Vasconcelos.
Reporta-se aos ofícios da Censura sobre o "Boletim de Trabalhos Históricos". Sugere que se enviem os originais à Censura e que se coloque no Boletim a nota de ter sido visado pela Censura. Tece comentários elogiosos aos discursos do Joaquim Leitão e do Dantas sobre Gil Vicente e ao artigo do "Bazar" do jornal "A Voz". Pergunta quem é o B. C. que fala de Alfredo Pimenta, o que pensa da resposta da Câmara de Torres Novas e se leu o artigo do Arnaldo Barão publicado no "Diário de Lisboa" que se refere levemente a Alfredo Pimenta.
Reporta-se à publicação do "Notícias de Guimarães" do voto de reconhecimento e agradecimento da Câmara Municipal de Guimarães a Alfredo Pimenta, por ter defendido no referido jornal que, em matéria de proteção especial aos problemas e interesses culturais a Câmara de Guimarães nada ficava a dever aos municípios de Lisboa e Porto, omitindo o nome de Alfredo Pimenta. Contém uma carta do Alves de Oliveira, um recorte de jornal sobre a deliberação da Câmara e o ofício da Câmara para publicar novamente a deliberação da Câmara. Comenta as notícias sobre a Segunda Guerra Mundial.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta publicado na secção "Cultura" do jornal "Diário de Notícias". Declara que viu o anúncio sobre a 2 ª edição do livro "Elementos [de História de Portugal"] de Alfredo Pimenta e comenta que aguarda os ecos do opúsculo. Participa que envia a "Revista de Guimarães", a revista "Alto Minho" e uma carta do seu diretor a pedir para remeter um exemplar para Lisboa e colaboração a Alfredo Pimenta. Informa que ainda não chegaram as provas das "Cartas de Reis" e que está a catalogar o Arquivo Notarial.
Refere-se ao artigo de Alfredo Pimenta para publicar no n.º único de propaganda da cidade de Guimarães e à distribuição do "Boletim" pelos assinantes. Informa-o sobre a sulfatação das vinhas. Pergunta quem é Joaquim de Cedofeita que dá uma sova no Carlos Babo, no jornal "A Voz". Tece comentários elogiosos ao artigo do F. de Sousa. Declara que o M. C. foi para Lisboa juntar-se ao Bentos Caldas. Reporta-se ao pedido da Câmara ao ministro da Justiça e ao subsídio do Estado para o museu e para o Arquivo. Contém a circular a convidar Alfredo Pimenta para colaborar no n.º único de propaganda da cidade de Guimarães.
Refere a um assunto de natureza financeira, à ausência de verba no orçamento do Estado para o Museu e à nomeação dos tesoureiros judiciais. Declara que o João Rocha lhe disse que perguntaram de Lisboa à Câmara de Guimarães se tinha casa para o Arquivo e se precisava de Alfredo Pimenta em Guimarães. Afirma que só Alfredo Pimenta poderá resolver a pretensão de trabalhar no Arquivo do protegido do João Rocha. Informa que João Rocha lhe disse que ainda tem esperança que o ministro da Instrução tenha uma verba para o Museu. Tece comentários críticos ao "D. do Minho".
Manuel da Costa Figueira, era natural do Barreiro, de cuja Câmara Municipal foi presidente na década de 1950. Como jornalista, iniciou-se na revista "Cinéfilo", tendo fundado e dirigido o semanário "Jornal do Barreiro". Em 1957, na fundação da Radiotelevisão Portuguesa, foi convidado para dirigir o serviço de Informação da nova estação. Cerca de dez anos depois, passou para o jornal diário "O Século", de Lisboa, de que foi chefe de redação e, entre 1972 e 1975, diretor. Nos últimos anos foi ainda Diretor-geral da Comunicação Social. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Figueira
Solicita que Alfredo Pimenta interceda junto do Ministro da Instrução sobre a pretensão dos alunos do Curso Superior de Bibliotecário e Arquivista. Pede atenção para o seu requerimento, a fim de conseguir a transferência para a Torre do Tombo, e explica o motivo. Contém uma carta dactilografada dirigida ao inspetor-geral das Bibliotecas e Arquivos a solicitar que não seja permitido o preenchimento das vagas que ocorrerem nas bibliotecas e arquivos de Lisboa por transferência dos atuais funcionários, mas apenas por futuros diplomados desse curso.
Refere-se ao provas tipográficas e à separata do seu ensaio, bem como à possível publicação dos seus ensaios num volume. Tece comentários referentes à relação de Sá Tinoco com a família de Alfredo Pimenta e à nota no livro "Páginas Minhotas" sobre o Mário [Cardozo]. Concorda com o envio da "Gil Vicente" para a Biblioteca de Chicago. Tem em anexo uma cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira, em resposta a esta, e a informar sobre o seu encontro com o Horácio, em Lisboa.
O registado: Maria da Glória Pinto Guimarães Nº registo: 1332 Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Data de nascimento: 1911/09/16 Pai: Manuel Machado Ribeiro Guimarães Profissão: Empregado do comércio Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Cristovão, Guimarães Mãe: Maria da Conceição Pinto Lisboa Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Averbamentos: registo de casamento nº 411 de 1928 com Joaquim Alves Mendes; dissolução do casamento por óbito do cônjuge marido em 1960 e assento de óbito nº 632 - faleceu em 1972.
Conferência lida no Centro Juventude Republicana, de Lérida, em 16 de Janeiro de 1909; tradução de José Benedy • Assuntos: Anarquismo .