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Fotografia onde se visualiza a visita ao Hospital Central - o Presidente da República, General Craveiro Lopes (ao centro), com uma criança ao colo, vestida com a bandeira nacional, acompanhado pela sua mulher, Senhora D. Berta Craveiro Lopes (primeira, à direita), pelo Governador da Província de S. Tomé e Príncipe, Tenente-coronel Francisco António Pires Barata (segundo, à esquerda), e pelo Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (primeiro, à esquerda).
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, na visita à exposição, observando uma oferta de Timor, um tabuleiro de xadrez com pedras de ponta de búfalo, dos naturais de Ossú, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (ao centro), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à direita), e o 2º Tenente Almeida Pinto.
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, na visita à exposição, observando um objeto da exposição, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (ao centro), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (à direita), o Ministro da Presidência, Dr. João da Costa Leite Lumbrales (primeiro à esquerda) e o 2º Tenente Almeida Santos (segundo à esquerda).
Fotografia onde se pode visualizar, no edifício do Leal Senado, as mais distintas figuras da Província, entre as quais o Intendente José Peile da Costa Pereira, discursando, à sua esquerda o Director Geral do Ensino do Ultramar, Dr. Braga Paixão e o Comandante Sarmento Rodrigues, antes de conferir posse aos dirigentes da Comissão Provincial da União Nacional de Macau, e o Governador de Macau, Capitão-de-mar-e-guerra Marques Esparteiro.
Fotografia onde se pode visualizar, no edifício do Leal Senado, acompanhado pelas mais distintas figuras da Província, o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (segundo, à esquerda), conferido posse aos dirigentes da Comissão Provincial da União Nacional de Macau, à sua esquerda o Director Geral do Ensino do Ultramar, Dr. Braga Paixão e o Intendente José Peile da Costa Pereira, o Dr. Pedro Lobo (primeiro, à direita).
Fotos das atividades do senhor almirante. Visita às Carmelitas Descalças na companhia do Chefe de Estado. Comissões das comemorações nacionais. Almoço de homenagem no Ritz. Estada no Algarve. Ida a Matosinhos com o Chefe de Estado. Prefeito de São Paulo, Laudo Natel e Dr. Dias Rosa. Terceiro mandato do Chefe de Estado. Visita à Escola Pesca com o Ministro da Educação Nacional. Visita à colónia Dra. Veiga Lobo. Navio Beira, la Rochelle.
- A problemática da modernização tecnológica das pequenas Marinhas; - A Defesa Nacional e o processo de escolhas públicas. Reflexos na Marinha; - Missões e tarefas da MGP: novos campos de atuação dos helicópteros navais; - Requisitos de um Navio polivalente de apoio logístico para a MGP; - As unidades navais como centro de custos. Um contributo para a contabilidade analítica na Marinha; - Atividades mais relevantes no ano letivo de 1995/1996; - Direção e professores do Instituto no ano letivo de 1995/1996,
- Coronel António José Caria; - O mundo Lusófono; - Uma perspetiva africana, pelo Prof. Dr. Vicente Pinto de Andrade; - International security regimes, por Moisés Silva Fernandes; - Relations between Moscow and the periphery: prospects for Russia, por Susan L. Clarck; - Gestão da conservação dos pavimentos da rede rodoviária nacional, pelo Prf. Dr. Paulo A. A. Pereira e Engº J. A. Santana Gonçalves; - O Tratado de Alcanizes e seus antecedentes, pelo Embaixador Carlos Fernandes;
- Portugal na estratégia atlântica (Capitão-de-fragata António Tengarrinha Pires); - Os serviços de saúde no planeamento das operações navais (Capitão-de-mar-e-guerra MN Luís Mendes Monteiro Ginga Brandão); - Duas décadas de energia nuclear (Comodoro AN Renato Sequeira de Brito); - As Novas Fronteiras da estratégia (Comodoro Manuel Pereira Crespo); - Novos aspetos da medicina militar (Capitão-de-mar-e-guerra MN José Madeira Corrêa Galvão Rocha); - A psicologia na Contra-Subversão (Capitão-de-mar-e-guerra Manuel Antunes Cardoso Barata); - A aplicação dos princípios da guerra na Contra-Subversão (Capitão-de-mar-e-guerra Abel de Oliveira Neves); - A logística na guerra moderna e algumas considerações sobre a sua dependência da economia nacional (Comodoro AN João Pereira Duarte); - O poder marítimo soviético e as posições portuguesas no Atlântico e no Índico (Capitão-de-mar-e-guerra Guilherme dos Reis Thomaz); - Os projetos de Paz (Professor Doutor Adriano J. Alves Moreira); - A Geopolítica e o Mar ( Capitão-e-de-fragata Fernando Simões Coelho da Fonseca); - A importância do poder naval em tempo de paz (Capitão-de-mar-e-guerra Virgílio de Carvalho); - As implicações militares da evolução atual do Direito Internacional Marítimo (Capitão-de-mar-e-guerra Manuel Primo de Brito Limpo Serra); - O Fator económico, elemento integrante do poder nacional (Capitão-de-mar-e-guerra Jorge Afonso Perez Fernandes Wagner); - A condução de crises e o poder marítimo (Capitão-de-mar-e-guerra António Emílio de Almeida Azevedo Barreto Ferraz Sacchetti); - Poder marítimo e poder nacional (Capitão-de-mar-e-guerra António Maria Quesada Andrade); - Da Segurança Nacional ao planeamento das operações navais (Capitão-de-mar-e-guerra João José de Freitas Ribeiro Pacheco); - Dissuasão, Poder Marítimo e o papel das pequenas Marinhas (Capitão-de-mar-e-guerra Francisco Manuel Pité Tabucho)
- Palavras de abertura, por S. Exª o Chefe do Estado Maior da Armada, V/alm. Armando Reboredo; - O Clube Militar Naval nos 100 anos da sua existência; - Contribuição dos Oficiais da Armada nos Diversos Setores da vida nacional; - Síntese da evolução das classes dos Oficiais da Armada; - O que foram as comemorações do 1º centenário do Clube Militar Naval; - Lista dos Sócios do Clube Militar Naval (31 de Dezembro de 1966).
- Problemas da pesca do bacalhau; - O problema da lota do peixe; - A preocupação com o Ultramar; - A tradição da engenharia naval britânica, - Panorama Geral da Marinha Mercante, - Um entrevista sobre os problemas da Marinha, - Contra os ataques em Portugal; - Na entrega do navio "Ponta Garça"; - A pátria está em perigo; - Angola-Objetivo primeiro das nossa preocupações; - As novas realidades da Marinha Mercante Nacional; - Tributo ao esforço da Marinha na defesa do Ultramar
Teoria Musical: 2ª parte - Artur Fão. "Teoria Musical oficialmente adoptada no Conservatório Nacional (Secção de Música) por despacho Ministerial de 4 de Novembro e na Armada por despacho Ministerial de 22 de novembro de 1937". Temáticas: Notas naturais e alteradas; funções das alterações; Tetracorde - encadeamento de escalas; Divisãpo do Tom - meio-tom diatónico e cromático; Escala Cromática; Ritmo; Melodia; Géneros; Enarmonia; Compassos: mistos, 10/8, de espera; Ligaduras de Expressão, Quialteras; Intervalos compostos - Escala composta; Claves; Intervalos; Transposição; Andamentos; Ornamentos;
"Tratado de Harmonia por José Henrique dos Santos, professor de harmonia no Conservatório Nacional (Secção de Música)". Obra terá pertencido a Manuel J. Canhão, professore de música (e chefe de música de Infantaria) segundo carimbo constante na capa. Do Sumário da Obra consta: Introdução; Primeira parte - Noções preliminares e acordes de três sons; Segunda Parte - Acordes de quatro e de cinco sons, Acordes de quatro sons, Acordes de cinco sons; Terceira parte - Modificações dos acordes; Quarta parte - Harmonia Moderna.
2.ª Parte de "Solfejos: Obra oficialmente aprovada para o ensino na Armada e no Exército e adoptada no Conservatório Nacional (Secção de Música) no 3.º ano de solfejo" da autoria de Artur Fão, diplomando pelo conservatório de Lisboa com os cursos superiores de Violino e Composição (conforme consta na capa). Edição do autor, impressa em portugal, com "todos os direitos reservados (propriedade registada)" conforme consta na capa. Obra composta por 51 lições nas claves de Sol e Fá (4.ª linha)
Ofício, da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, para o Conselho do Almirantado, enviando cópia de um ofício das Cortes Gerais e Extraordinárias de 12 de Março de 1822. Verso: despacho. Tem junto: 1822, Março, 15, Paço das Cortes Cópia de um ofício das Cortes Extraordinárias, referente à promoção extraordinária feita no Corpo da Armada Nacional, pela Junta Provisória do Governo da Baía, por ocasião do armamento no porto daquela cidade.
Ofício, ao Conselho do Almirantado (Pedro Rolo de Mendonça de Moura), enviando uma nota remetida pelo enviado extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Rei da Rússia ao Ministro de Estado dos Negócios do Brasil. Verso: despacho. Tem junto: 1819, Maio, 28 Cópia da nota, em língua francesa, remetida pelo enviado extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Rei da Prússia ao Ministro de Estado dos negócios do Brasil referente às mudanças na Bandeira Nacional.
Ofício nº 345, ao Conselho do Almirantado (José Maria Dantas Pereira), com instruções sobre o desembarque de oficiais e bens pertencentes à Fazenda Nacional e Real, vindos do Rio de Janeiro nos diferentes navios mercantes e também aplicadas ao Iate ”Monte de Ouro” e Navios “Conde de Peniche” e “Orestes” pertencentes ao Estado, e ainda aos Navios “Gram Cruz D’Avis”, “Fénix”, “Sete de Março” e “Quatro de Abril”. Verso: despacho.
Vários recortes de Imprensa Nacional desde o ano de 1924 até 1974, descrevendo as várias Atividades que desenvolveu ao longo da sua Vida. Contém igualmente uma carta redigida pelo seu amigo pessoal e admirador Almirante Gago Coutinho, escrita no Rio de Janeiro, em 19 de maio de 1954. "Comecei a conhecer o Comandante Moura Braz, romanticamente, no centro de África, eu ido do Oriente, e ele do Ocidente, do Lobito. E, pela vida fora, fui apreciando seu valor....."
Inclui o registo de correspondência diversa (convite para designar um pessoa para examinar o Projecto de Código Disciplinar e Penal da Marinha; resposta a um pedido de licença para conceder um navio; ordens para impressão de mapas...) expedida pelo Ministério da Marinha e Ultramar a diversas entidades, nomeadamente: Presidente da Associação Comercial; Direcção da Companhia Lusitania; Administrador Geral da Imprensa Nacional; Vice-almirante Conde de Penha Firme...
Relatórios de deficiências encontradas nas estradas: Estrada Nacional (EN) nº1, 2, 3 e 5. lanço da Esplanada do Rio Minho e Ponte Internacional de Valença. Lanço de Covas da Breia. Lanço de S. Bento da Porta Aberta. Extracção de areia do Rio Minho e Ribeiro da Gadanha para reparação da Estrada Nacional nº 1. Comparticipação de obras pelo Fundo do Desemprego. Estimativa de trabalhos de reparaçãoe conclusão dos passeios da Estrada Nacional nº 1 na Avenida da República em Moledo. Pintura de marcos. Lanço Porto a Monção por Braga (EN nº 2); de Caminha a Melgaço por Arcos de Valdevez (EN nº 3); Gontinhães a Lanhezes (EN nº 5); Paredes de Coura (EN nº 3); Breia (EN nº 1); Meadela a Perre (EN nº 3); Braga a S. Pedro da Torre por Ponte de Lima (EN nº 1); S. Bento da Porta Aberta (EN nº 1); Portela do Extremo (EN nº 2). Reparação em casas de cantoneiros. Estimativas para as reparações urgentes dos estragos causados pelos últimos temporais.
Sobre actos ilegais praticados pela Junta de Freguesia de Alcântara da cidade de Lisboa com o arrendamento da Capela de Santo Amaro e de um terreno anexo a esta à Sociedade Filarmónica Alunos de Harmonia, convicta que estava a Junta de que a referida Capela era sua propriedade. A Capela de Santo Amaro estava, pelo seu valor artístico e histórico, classificada como monumento nacional. Dificuldade de entrega de um tapete persa daquela capela ao Museu Nacional de Arte Antiga. Inclui relação dos artigos encontrados na Capela de Santo Amaro que devem ser vendidos em hasta pública; edital e condições de venda dos objectos em hasta pública; páginas de jornais contendo anúncios sobre o leilão do recheio da Capela de Santo Amaro; relação dos artigos que foram vendidos em leilão no dia 6 de Dezembro de 1920, dos artigos que não tiveram licitantes, dos artigos requisitados para o Museu Nacional de Arte Antiga e dos artigos que ficaram na Capela de Santo Amaro; auto de posse lavrado a 14 de Dezembro de 1920 na Capela de Santo Amaro, situada no Largo de Santo Amaro, de diversos bens existentes na capela para a Junta de Freguesia de Alcântara.
De acordo com o estipulado não era permitido aos serviços públicos adquirir artigos de fabrico estrangeiro quando existiam de fabrico nacional. A Secretaria Geral do Ministério das Finanças inquire o Director Geral das Indústrias sobre essa disposição tinha carácter taxativo e determinante quando os artigos são do mesmo preço mas de inferior qualidade, traduzindo-se em menor duração, uso mais dispendioso e efeitos mais limitados. Em causa estava a aquisição de lâmpadas produzidas pela Empresa Nacional de Aparelhagem Eléctrica - ENAE, face à proibição estabelecida por força do despacho ministerial de 18 de setembro de 1933, publicado no "Diário do Governo", de 27 de setembro de 1933. Inclui ofícios de diversas entidades informando da aquisição de lâmpadas da marca Philipps, por dificuldade de obtenção de lâmpadas de fabrico nacional. Inclui ainda ofício dirigido a António Oliveira Salazar, e por ele despachado para o Secretário Geral, pela Sociedade Comercial Philips Portuguesa, fundada em 27 de novembro de 1927, explicitando os motivos que deveriam ser atendidos para a aquisição dos seus artigos, nomeadamente os elevados salários pagos aos trabalhadores face aos pagos pela concorrente Lumiar. Contém catálogos das lâmpadas Philips e Lumiar.
Dentro do Tempo... Programa Cultural n.º 7 - Fevereiro e Março de 2000: - “Os Nossos Poetas” – Joaquim Manuel Marques (Selmes) - Sumário / Ficha Técnica - Actividades em Fevereiro: Teatro Infantil (Um Rei Chamado Bolo) / Futebol (Campeonato distrital do Inatel) – Vila de Frades-Pedrógão / Andebol (Campeonato Nacional Juvenis 1ª Divisão) – Vasco da Gama-Belenenses / Futebol (Campeonato Nacional de Iniciados) – Vasco da Gama-S. Lisboa e Évora / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Piense Sporting Clube / Futebol (Campeonato Distrital do Inatel) – Pedrógão-S. Matias / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Baleizão / Futebol (Campeonato Nacional de Iniciados) – Vasco da Gama-S.C.Farense / Tiro ao Alvo (Campeonato Regional do Inatel) – II Troféu Mirante / Andebol (acesso à 3ª divisão – séniores) – Vasco da Gama-Ginásio de Sines / Futebol (Campeonato Distrital do Inatel) – Pedrógão-Quintos - Suplemento n.º 6 – Património Natural e Construído do Concelho de Vidigueira: Igreja da Alcaria / Javali / Freixo - Actividades em Março: Desfile de Carnaval com as escolas / Corso carnavalesco com as escolas, Banda Filarmónica de Vidigueira e demais mascarados / Chá dançante e concurso de máscaras (Círculo Operário) / Música Clássica (concerto familiar) pelo Quarteto Lusitano / Futebol (Campeonato Distrital do Inatel) – Vila de Frades-Trigaches / Comemorações do Dia Internacional da Mulher / 5º Encontro de Mulheres do Concelho / Encontro de Autarquias e Colectividades do Baixo Alentejo / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-S.C.Ferreirense / Participação da Câmara Municipal de Vidigueira com um Stand na Ovibeja / BTT (O Trilho do Trigo) / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Entradense - Telefones Úteis - Calendário - Passatempo - Cinema - Anotações
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de maio de 1994 Contém os seguintes artigos: - Executivo camarário de Abrantes visitou as freguesias do Norte do Concelho; - Centro de Saúde de Abrantes tem novas instalações, - Grupo Coral do «GETAS» - Sardoal um grupo constituído por gente nova; - 2ª Concentração Nacional de Mototurismo "Patos Bravos 94"; - 11ª Edição da Feira Nacional de Artesanato de Tomar; - Amigos de Martinchel vão pescar no Rio; - Os nossos artesãos - Maria Teresa Gomes artesã de trapologia; - Entrevista com Filipe Jorge Sousa Martins Presidente da Associação Académica da Universidade Internacional; - Grupo Desportivo da Bemposta espera e...desespera; - 1º Convívio de Pesca Desportiva em Belver; - Escola D. Miguel de Almeida venceu Torneio no Funchal; - Futebol: classificações; - I Memorial José Lourenço; - Festas da cidade festejos de Santo António; - Associação Comunitária de Apoio à Terceira Idade de Mouriscas - Solidariedade não é uma palavra vã...; - Alvega - Assembleia de Freguesia reuniu pela primeira vez; - Colaborador da Gazeta distinguido a nível nacional; - Escola Preparatória de Abrantes - 25 anos - 21 de maio; - Igreja Matriz de Belver - Altares estão a ser reparados; - 1ª Semana Gastronómica e Cultural de Alvega; - Sociedade União Crucifixense - Corpos Gerentes para 1994; - Santa Margarida - Constância - Grupo Desportivo Aldeiense com nova Infraestrutura; - Colecionismo - Forma inédita de comemorar o 25 de abril; - Reestruturação da Sede do Sporting Clube de Abrantes inaugurada sob "Black Out" verde e branco; - Nem só do que está mal consta o poder local; - Temas de direito do urbanismo; - O 25 de abril e a Santa Peregrina
Contém 1 Capa com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I. Inclui: Capa n.º 319: Correspondência com Federações Desportivas Nacionais de desportos não-olímpicos: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting; Federação Portuguesa de Budo: Órgãos sociais; Federação Portuguesa de Columbofilia. alteração de contactos; Federação Portuguesa de Corfebol: alteração de morada; Federação Portuguesa de Atividades subaquáticas: criação de modalidade olímpica; Federação Portuguesa de Aikido: envio de cartazes relativos ao Estágio Internacional de Aikido, no Complexo Desportivo de Lamego, 20 - 22 de Dezembro 1998; Artes Marciais Chinesas: Campeonato da Europa de Kung-Fu/Wushu; Órgãos Sociais; Plano de Atividades e Orçamentos para 1999; Pedido de título de Utilidade Publica da Federação Portuguesa de Wushu: conflito com a FPAMC; VI Campeonato Nacional de Kung-Fu/Wushu, Arouca, 16 de Maio; Relatório de Contas 1997; Campeonato Nacional de Sub 17 Kung Fu, Vila do Conde; Gala Ibérica I Campeonato Regional Kung Fu; I Campeonato Regional de Kung Fu (14.02.1998); Página na Internet da FPAMC; Processo-crime contra a FPAMC por difamação; Torneio Nacional de Wushu, Lisboa, Dezembro de 1998: envio de Relatório.
Contém 1 Capa com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000, numerada e organizada temática e cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e Instituições, organizações e indivíduos relacionados com o assunto indicado no título da U.I. Inclui: Capa n.º 319: Correspondência com Federações Desportivas Nacionais de desportos não-olímpicos: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting; Federação Portuguesa de Budo: Órgãos sociais; Federação Portuguesa de Columbofilia. alteração de contactos; Federação Portuguesa de Corfebol: alteração de morada; Federação Portuguesa de Atividades subaquáticas: criação de modalidade olímpica; Federação Portuguesa de Aikido: envio de cartazes relativos ao Estágio Internacional de Aikido, no Complexo Desportivo de Lamego, 20 - 22 de Dezembro 1998; Artes Marciais Chinesas: Campeonato da Europa de Kung-Fu/Wushu; Órgãos Sociais; Plano de Atividades e Orçamentos para 1999; Pedido de título de Utilidade Publica da Federação Portuguesa de Wushu: conflito com a FPAMC; VI Campeonato Nacional de Kung-Fu/Wushu, Arouca, 16 de Maio; Relatório de Contas 1997; Campeonato Nacional de Sub 17 Kung Fu, Vila do Conde; Gla Ibérica I Campeonato Regional Kung Fu; I Campeonato Regional de Kung Fu (14.02.1998); Página na internet da FPAMC; Processo-crime contra a FPAMC por difamação; Torneio Nacional de Wushu, Lisboa, Dezembro de 1998: envio de Relatório.
Brochura do I Congreso Luso-Español de Farmacia y Exposición General de Farmacia realizado entre 30 de maio a 6 de junho de 1948, em Madrid, na Ciudad Universitaria, com o alto patrocínio do Chefe de Estado espanhol Francisco Franco. Contém o regulamento do congresso, membros das comissões que integravam a organização, membros da Junta Nacional Espanhola e da Junta Nacional Portuguesa, as secções temáticas do congresso, a convocatória, descrição da exposição, programa preliminar do congresso, informações sobra viagens e alojamento e excursões. Da Junta Nacional Portuguesa fizeram parte: Abel da Silva Pereira, Adolfo Teixeira, Aloísio Fernandes Costa, Aluísio Marques Leal, Aníbal de Amaral e Albuquerque, António Augusto Moz Teixeira, Armando Laroze Rocha, Artur Marques de Carvalho, Bernardino Álvaro Vicente de Pinho, Bernardo Augusto da Costa Simões, Carlos Cândido Coutinho, Daniel da Silva Marques Perdigão, Francisco de Jesus Góis de Oliveira, Guilherme de Barros e Cunha, Januário de Oliveira Júnior, Joaquim Mendes Ribeiro, José Cipriano Rodrigues Diniz, José de Sousa Teixeira, José Maria Pinto da Fonseca, José Pedro Alves, José Ramos Bandeira, Luís de Sousa Dias, Manuel Pinheiro Nunes, Miguel Fadon Lizaso, Raúl de Carvalho, Seixas Serra, Silvina Fontoura de Carvalho.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Helena Terra de Oliveira Ferreira Dias, Diretora do Instituto de Segurança Social, IP. Terceiro outorgante: Joana Mafalda Barroso Coutinho, Diretora do Instituto Português da Droga e da Toxicodependência. Quarto outorgante: Luís Carlos Gomes Caetano, Tenente de Infantaria da Guarda Nacional Republicana. Quinto outorgante: Rosa Gabriela Cabrita dos Reis, Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de Couto Cucujães. Sexto outorgante: Fernando Ricardo Gomes Oliveira Bastos, Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária Ferreira de Castro. Sétimo outorgante: Miguel Fernandes, Diretor Administrativo e Financeiro da Associação Dianova Portugal. Oitavo outorgante: Jorge Manuel Vieira Morais, Diretor do Desafio Jovem Teen Challenge Portugal. Nono outorgante: José Augusto Bastos dos Santos, Presidente da Assembleia Geral da União Recreativa os Amigos da Terra. Décimo outorgante: Gaspar André Moreira Domingues, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira de Azeméis Décimo primeiro outorgante: Eduardo Leite Resende, representante do Centro Social e Paroquial de Nogueira do Cravo. Décimo segundo outorgante: Simão José Gomes Ferreira, Presidente da Cruz Vermelha Núcleo de Cucujães.
- Móveis e utensílios na residência do Delegado do Ministério Público da Comarca - s/d; - Relação dos diversos móveis e utensílios da residência do delegado do Procurador da República na Comarca de Évora - s/d; - Cadeia Civil - 18-03-1943; - Ordem de Serviço nº 5 para criação de Inventário do Património da CME, que até quela data não existia - 04-06-1941; - Relação de ornatos e madeira cedida, a título de empréstimo, aos Bombeiros - 28-05-1940; - Comunicação ao Fiscal do Pelouro das Obras - 15-04-1940; - Recibo do Sindicato Nacional dos Operários da Construção Civil do Distrito de Évora - 22-01-1940; - Relação de Pessoal admitido ao Serviço da CME - 05-06-1939; - Inventário da Repartição de Obras- -9-02-1938; - Inventário da Repartição de Obras -31-12-1938; - Inventário de mobiliário entregue na Delegação de Saúde - 31-12-1937; - Nota dos móveis fornecidos à Delegação de Saúde - 28-12-1937; - Recibo da Secção de Finanças do Concelho de Évora sobre material recebido da CME - 23-12-1937; - Relação de mobília e utensílios pertencentes à CME que estavam a cargo da Mocidade Portuguesa - 16-12-1937; - Ordem de serviço dirigida ao Fiscal das obras - 30-11-1937; - Relação dos materiais e artigos que fizeram parte das Festas da cidade no ano de 1937 e que pela comissão foram entregues à CME - 08-09-1937; - Inventário do mobiliário da casa habitada pelo Dr. Juiz de Direito - 10-01-1940; - Inventário do mobiliário da casa habitada pelo Dr. Juiz de Direito - 10-07-1940; - Para a casa do Dr. Juiz - 24-07-1942; - Para a casa do Dr. Juiz - 16-02-1943; - Para a casa do Dr. Juiz - 01-01-1952; - Para a casa do Dr. Juiz - 08-01-1955; - Inventário do Jardim Público - s/d.
Mais conhecido por Hipólito Raposo, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi um dos fundadores do movimento político-cultural auto-intitulado Integralismo Lusitano e da revista Nação Portuguesa, órgão do movimento integralista. Também teve colaboração nas revistas "O Occidente" (1878-1915), "Serões" (1901-1911), "A Farça" (1909-1910), "Contemporânea" [1915]-1926), Atlântida (1915-1920), entre outras. Director do periódico "A Monarquia", à frente do qual teve um papel relevante no Pronunciamento Monárquico de Monsanto, ocorrido em 1919. Foi condenado a uma pena de prisão.Cumprida a pena, partiu para Angola (1922-1923), onde exerceu advocacia em Luanda. De regresso a Portugal, continuou a exercer a profissão de advogado e afirmou-se como líder destacado e ideólogo do Integralismo Lusitano. Em 1930 recusou colaborar com a União Nacional, defendendo que essa devia ser a posição dos monárquicos, e opôs-se à institucionalização do regime do Estado Novo. Em 1950 foi um dos subscritores do manifesto Portugal restaurado pela Monarquia, uma tentativa de reactualização doutrinária do movimento integralista. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipólito_Raposo
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
A Sociedade Histórica da Independência de Portugal, designada estatutariamente também pelo acrónimo SHIP, com sede e atividades no Palácio da Independência, é uma associação sem fins lucrativos de direito privado, com o estatuto de pessoa coletiva de utilidade pública, que visa a defesa da identidade e da independência de Portugal, atuando essencialmente através das áreas da defesa e promoção da educação e da cultura patriótica portuguesa. A instituição foi fundada com o nome de Associação Nacional 1.º de Dezembro de 1640 que em 24 de Maio de 1861 indicou uma Comissão Central 1.º de Dezembro de 1640 com 40 simbólicos membros para a dirigir, qual os 40 Conjurados. Os seus primeiros estatutos foram aprovados por decreto do Ministério do Reino datado de 1 de Dezembro de 1869. A partir de 1927 adotou a atual designação, com a sigla "SHIP", depois da aprovação de novos estatutos, os quais foram ratificados pelo Decreto n.º 15 827 de 9 de Agosto de 1928. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Histórica_da_Independência_de_Portugal
Nasceu em 28 de julho de 1894 natural da ilha de S. Nicolau, Cabo Verde, e faleceu em 1967 na cidade do Mindelo, ilha de S. Vicente, Cabo Verde. Entrou para o quadro dos Correios e Telégrafos da Colónia em 26 de Julho de 1915 e trabalhou sempre naquela cidade até à sua aposentação. Era um homem dado à cultura, mas tornou-se uma figura demasiado identificada com o regime salazarista o que lhe terá valido a perda de muitas simpatias entre os intelectuais cabo-verdianos. Exerceu os cargos de Presidente da Delegação da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, Secretário da Comissão Provincial da União Nacional e era sócio da Sociedade dos Escritores Portugueses (extinta pouco antes do seu falecimento). Colaborou no Notícias de Cabo Verde, A Colónia de Cabo Verde, Cabo Verde - Boletim de Propaganda e Informação e nos portugueses Gazeta das Caldas, Caldas da Rainha, Gazeta do Sul, etc. Escreveu algumas crónicas de viagens e um ensaio político que publicou além doutros que ficaram inéditos: ”Poeira do Oriente”, (Ensaio político) “Praia, I. Santiago”, 1938; “Notas ao meu rumo”, "Praia, I. Santiago”, 1940; “Panoramas cabo-verdianos”, “Praia, I. Santiago”, [1943]; “Rumo Novo, Praia, I. Santiago”, 1946; “Poemas de quem não tem que fazer, Mindelo, I. S. Vicente”, 1961 (?); “Portugal Novo”; etc. In: https://www.barrosbrito.com/2108.html
“Alfredo Botelho de Sousa (1880-1960), Oficial de Marinha, foi uma das mais notáveis figuras da Armada no século XX destacando-se como um militar exímio, erudito professor, ilustre escritor e historiador. Na sua carreira militar, entre 1898 e 1946, o Vice-almirante Botelho de Sousa desempenhou as mais variadas comissões e funções de diferentes responsabilidades, de onde se destaca a passagem pelo cargo de Major-General da Armada afirmando-se como um Oficial de qualidade excecional, sendo demonstrável através dos louvores e condecorações que lhe foram atribuídos. Da sua obra, destacam-se os trabalhos de História Militar assim como os trabalhos relacionados com a Marinha e Defesa Nacional, ambos de grande valor. Com uma produção literária bastante rica e diversificada, Botelho de Sousa deixou também umas centenas de artigos espalhados em vários jornais e outras publicações periódicas, das quais apenas serão foco de análise as escritas para os Anais do Clube Militar Naval e Revista Militar. Tanto na sua vida como obra a figura-chave para a interpretação do Almirante Botelho de Sousa é o Almirante Alfred Thayer Mahan que formulou uma série de princípios que seriam a base do pensamento estratégico do séc. XX, lidos com entusiasmo pelo Oficial português. Tem-se então como objetivo principal desta dissertação o estudo detalhado da vida e obra de Alfredo Botelho de Sousa. Em adição a isto, face à importância do pensamento estratégico de Mahan procurar-se-á mostrar as semelhanças e divergências ao pensamento estratégico de Botelho de Sousa.” In: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/30292
José Fernando de Sousa usava o pseudónimo Nemo. Seguiu a carreira militar, mas abandonou o Exército em 1900 por se recusar a um duelo de honra. Depois de passar pela Direcção-Geral dos Serviços Geodésicos (1880-1890), foi administrador dos Caminhos de Ferro do Estado (até 1911) e director da Companhia de Caminhos de Ferro do Vale do Vouga. Deputado às Cortes pelo Partido Nacionalista (1906) e senador da república (1925) pelo Centro Católico, de que foi dirigente até 1919. Monárquico legitimista e adversário intransigente da maçonaria, opunha-se à colaboração dos católicos com as instituições da 1.ª República. Foi vice-lugar-tenente do rei exilado. Dirigiu os jornais católicos e monárquicos "Correio Nacional" (1897-1906), "Portugal" (1907-1910) – ambos órgãos do Partido Nacionalista – e ainda "A Ordem" (1916-1919), "A Época" (1919-1927) e "A Voz" (1927-1942). Foi colaborador e director durante 30 anos da "Gazeta dos Caminhos de Ferro". Entre muitas outras obras, publicou "Guerra Junqueiro e Zola: Notas Críticas dum Jornalista Católico" (1922) e "Religião e Monarquia" (1923). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 650
“João de Melo Facão Trigoso nasceu em Lisboa, a 4 de Março de 1879, sendo filho de Leonardo de Melo Falcão Trigoso e Maria Carlota de Lemos Seixas Castelo Branco. Neto do poeta João de Lemos, foi este quem lhe ofereceu a sua primeira paleta, da qual se serviria para iniciar todos os seus trabalhos. Depois de completar o Liceu, matriculou-se, em 1901, no curso de pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa, tendo sido discípulo de Simões de Almeida, Veloso Salgado, e Carlos Reis. Depois de concluir o curso foi diretor da Escola Técnica Vitorino Damásio, em Lagos, e, posteriormente, da Escolas Fonseca Benevides e da de Arte Aplicada António Arroio, em Lisboa. Em 1908, casou, em Lagos, com Maria da Piedade Mascarenhas Corte-Real. Da sua passagem pelo Algarve ficaram uma série de paisagens desta região, que ele batizou como Costa de Oiro. Foi adepto da corrente do "Ar-Livrismo", tendo sido membro do Grupo Ar Livre e do Grupo Silva Porto, chefiados por Carlos Reis. Realizou várias exposições individuais, e apresentou as suas obras em diversas exposições da Sociedade Nacional de Belas Artes, onde foi galardoado, em 1948, uma medalha de honra. Recebeu, igualmente, o 1.º Prémio Silva Porto, em 1954, uma medalha de ouro na Exposição do Panamá-Pacífico, em São Francisco, nos Estados Unidos da América, e, em 1900, o Prémio Anunciação. Faleceu em 23 de Dezembro de 1956.” In: http://aarteemportugal.blogspot.com/2018/03/joao-de-melo-falcao-trigoso-1879-1956.html
A Agência Geral das Colónias foi uma entidade do Estado Novo fundada em 30 de Setembro de 1924 dedicada à comunicação e divulgação do Império Colonial Português. Funcionou em complementaridade com o Secretariado Nacional de Informação. A sua divisa era “conhecer” e “informar”, atuando na recolha e divulgação de dados estatísticos e de outras notícias de interesse aos governos central e coloniais. Era responsável pela organização de grandes eventos publicitários, tais como a Exposição Industrial de Lisboa, a Conferência no Casino do Estoril, a "Semana das Colónias", as comemorações do 40.º aniversário da prisão de Gungunhana, as celebrações do dia de Mouzinho, a 28 de Dezembro de 1935, etc. Inicialmente era composta pelas seguintes divisões: 1. “Procuradoria” - serviços de representação jurídica e comercial dos governos e entidades coloniais; 2. “Informação” - fornecimento de notícias aos jornais diários, tendo em conta informações recolhidas nos governos coloniais, nos boletins oficiais e nos periódicos; 3. “Propaganda” - realização de publicidade da Agência. 4. “Boletim, Publicações e Biblioteca” - edição do periódico difusor da problemática ultramarina, gestão da biblioteca, colecções de livros. Em 1934 coube-lhe a autoria do catálogo O Império Português na Primeira Exposição Colonial Portuguesa Com o Decreto n.º 38.300, que mudava a designação do ministério das Colónias, para o de Ultramar, a Agência passou a designar-se Agência Geral do Ultramar. A partir de 1957 passou a atuar também na divulgação turística das possessões tropicais. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agencia_Geral_das_Colonias
Mais conhecido por Hipólito Raposo, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi um dos fundadores do movimento político-cultural autointitulado Integralismo Lusitano e da revista Nação Portuguesa, órgão do movimento integralista. Também teve colaboração nas revistas "O Occidente" (1878-1915), "Serões" (1901-1911), "A Farça" (1909-1910), "Contemporânea" [1915] -1926), Atlântida (1915-1920), entre outras. Diretor do periódico "A Monarquia", à frente do qual teve um papel relevante no Pronunciamento Monárquico de Monsanto, ocorrido em 1919. Foi condenado a uma pena de prisão. Cumprida a pena, partiu para Angola (1922-1923), onde exerceu advocacia em Luanda. De regresso a Portugal, continuou a exercer a profissão de advogado e afirmou-se como líder destacado e ideólogo do Integralismo Lusitano. Em 1930 recusou colaborar com a União Nacional, defendendo que essa devia ser a posição dos monárquicos, e opôs-se à institucionalização do regime do Estado Novo. Em 1950 foi um dos subscritores do manifesto Portugal restaurado pela Monarquia, uma tentativa de reatualização doutrinária do movimento integralista. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipólito_Raposo
António Augusto Esteves Mendes Correia nasceu no Porto, Vitória, 4 de Abril de 1888 e faleceu em Lisboa, 7 de Janeiro de 1960, foi um antropólogo português, médico, professor catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto na cadeira de Antropologia, mais conhecido internacionalmente por ter sugerido, em 1925, a hipótese de um povoamento da América ter acontecido a partir da Austrália, com base em estudos que efetuou sobre populações nativas da Patagónia e Terra do Fogo. As suas conclusões apontavam para várias semelhanças físicas, linguísticas e etnográficas entre estas populações e os aborígenes australianos. Entre elas o grupo sanguíneo, as formas cranianas, palavras comuns, as construções e o uso do bumerangue. Era filho de António Maria Esteves Mendes Correia, Cavaleiro da Ordem Militar de Cristo, e de sua mulher Etelvina Esteves Marques. Foi Presidente da Câmara Municipal do Porto entre 23 de Maio de 1936 e 13 de Agosto de 1942 e Deputado à Assembleia Nacional entre 1945 e 1956. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Mendes_Correia
Agostinho José Fortes, catedrático, nasceu em Mourão em 26 de Outubro de 1869, vindo a morrer em Lisboa no dia 10 de Março de 1940. Nasceu em Mourão a 26 de Outubro de 1869. Após concluir o Curso Superior de Letras, concorreu em 1904 à regência da cadeira de História Antiga, Medieval e Moderna, prosseguindo a sua carreira universitária na Faculdade de Letras, de que foi secretário e dirigiu interinamente. Lecionou em diversos estabelecimentos de ensino, tendo fundado a Escola Estefânia, em Arroios. Republicano convicto, de tendência socializante, foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa na primeira vereação republicana e organizador do primeiro congresso municipalista português. Após a implantação da República, presidiu, durante seis anos, à Junta Geral do Distrito de Lisboa. Eleito senador em diversas legislaturas. Foi um dos oradores da sessão solene de homenagem a Afonso Costa, presidida por Bernardino Machado e promovida pela Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. A ele se deve a elaboração dos primeiros estatutos da Biblioteca Operária Oeirense, fundada no dia 17 de Julho de 1933, e que desde logo se tornou um local de debate e de promoção cultural. Publicou numerosas obras, tendo fundado a coleção Biblioteca de Educação Nacional. Morreu em Lisboa a 10 de Março de 1940. In: http://www.fmsoares.pt/aeb/crono/biografias?registo=Agostinho+Fortes
Nasceu no Porto a 18 de maio de 1891. Licenciou-se em medicina na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Foi professor catedrático de Anatomia Cirúrgica. Fundou o Laboratório de Embriologia e Teratologia Experimentais e os Laboratórios de Cirurgia Experimental e de Radiologia. Ao longo da sua carreira desempenhou cargos públicos relevantes. Foi bibliotecário e diretor da FMUP, diretor do Instituto de Anatomia dessa Faculdade (depois da jubilação de J. A. Pires de Lima, em 1947), presidente da direção da Associação Médica Lusitana, Secretário da Delegação do Porto da Junta de Educação Nacional e membro da comissão técnica para a reorganização do ensino universitário, vogal da Comissão Técnica para a construção dos Hospitais Escolares de Lisboa e Porto e Presidente da Comissão Instaladora do Hospital de S. João (nomeado em 1954). Produziu trabalhos científicos sobre anatomia e cirurgia experimental e estudos sobre História Médica. Colaborou em inúmeras publicações periódicas portuguesas e estrangeiras, como os "Anais Científicos da Faculdade de Medicina do Porto", os "Anais da Faculdade de Medicina do Porto", o "Portugal Médico", o "Boletim Geral de Medicina e Farmácia", a "Ilustração Moderna", o "Boletim da Câmara Municipal do Porto" e a "Revista Ibero Americana de Medicina y Terapeutica Físicas". Faleceu a 16 de novembro de 1963, no Hospital de S. João, no Porto. In: https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20hern%c3%a2ni%20bastos%20monteiro
Eduardo Nunes Pereira nasceu em Câmara de Lobos, a 23 de novembro de 1887 e faleceu no Funchal, a 3 de março de 1976. Como padre, celebrou a sua primeira missa nova na igreja de São Sebastião, matriz da terra natal, no dia 13 de junho de 1913. Exerceu diferentes cargos públicos, entre eles o de vice-presidente da Juventude Católica Portuguesa, procurador da Junta Geral do Distrito, diretor do Colégio Lisbonense e professor do Liceu Nacional do Funchal. Foi membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Fernando da cidade de Cadiz (equivalente a Honoris Causae), do Instituto Genealógico Brasileiro (São Paulo), do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia de Lisboa e da Ordem do Infante D. Henrique. Desta instituição, recebeu a Comenda Infante D. Henrique. Assinou inúmeros artigos em jornais e revistas literárias portuguesas e do estrangeiro, sobre os mais diversos assuntos nacionais e internacionais. Também, distinguiu-se como chefe de redação, diretor da imprensa madeirense e com a publicação de vários livros. In: https://abm.madeira.gov.pt/wp-content/uploads/2019/12/IDD-n.º-124-ENP-Eduardo-Nunes-Pereira.pdf
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
A 2 de março de 1911 é publicada uma nova Lei do Recrutamento Militar. As operações de recenseamento militar continuam a ser da responsabilidade das Comissões de Recenseamento Militar existentes em cada um dos concelhos, mas a nova legislação traz alterações à forma como se processará o recenseamento. Embora a incorporação efetiva apenas se verifique aos 20 anos, passa a existir um primeiro recenseamento aos dezassete anos de idade. Este recenseamento é justificado pela necessidade de interessar os mancebos pelos assuntos da defesa nacional, muito antes da idade em que deveriam ser incorporados, ou seja aos 20 anos, altura em que seria efetuado um novo recenseamento mais abrangente, que incluiria também os mancebos isentos temporariamente e os que haviam pedido adiamento. Segundo o artigo 25º, ponto 6º, da referida lei, o recenseamento era obrigatório para todos os mancebos que no dia 1 de janeiro tivessem já completado 16 anos de idade, portanto que completassem os dezassete anos durante o ano a que se procedia ao recenseamento.
Natural de Guimarães, Historiador, ensaísta, poeta e escritor de renome. Inicialmente militante anarquista, passou depois para as fileiras do republicanismo aderindo depois do 5 de outubro ao Partido Republicano Evolucionista. Em 1915, após o golpe que derrubou o governo de Pimenta de Castro, surgiu como colaborador da Revista "Nação Portuguesa", órgão do Integralismo Lusitano, e acabou por tornar-se militante monárquico e seu doutrinador. Fundou o movimento "Acção Tradicionalista Portuguesa", com a sua Revista "Acção Realista", rompendo ideologicamente com o Integralismo Lusitano a que nunca chegou formalmente a pertencer. Mais tarde assumiu-se como Salazarista. Foi chefe de gabinete do Ministério do Fomento, António Aurélio da Costa Ferreira. Organizou (1931) e dirigiu até à sua morte o Arquivo Municipal de Guimarães (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, a partir de 1952), em comissão de serviço, sem remuneração, desempenhando ao mesmo tempo as funções de Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo e de seu Director (1949). In: CONDE DE MARGARIDE: Correspondência Política (1870-1918) / Abel Rodrigues. Lisboa: Alêtheia Editores, 2015, p. 294. In: https://www.amap.pt/p/alfredo-pimenta
Eugénio de Castro e Almeida concluiu o Curso Superior de Letras de Lisboa (1889), visitando depois Paris, onde sofreu influência dos poetas simbolistas. Foi adido da legação em Viena e professor do ensino secundário em Coimbra. Em 1916 foi-lhe atribuído o título de doutor pela Universidade de Coimbra. Foi conservador do Museu Nacional Machado de Castro (1913), professor da Faculdade de Letras (1914-1939) e da Escola Normal Superior (desde 1915) e director da Faculdade de Letras de Coimbra (1920-1924). Na juventude foi cofundador da revista "Os Insubmissos" (1889). Considerado o pioneiro da poesia simbolista em Portugal, cuja emergência é assinalada pela publicação do seu livro "Oaristos" (1890). Fundou com Manuel da Silva Gaio a efémera revista "A Arte", que dirigiu (1895-1896). A libertação da linguagem poética fez dele um precursor do modernismo português e uma referência do Orpheu. Posteriormente a sua obra tendeu para o neoclassicismo, tornando-se, literariamente, um assumido “reaccionário”. Monárquico, apoiou o Estado Novo. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 643
António Álvaro da Silva Dória, filho do professor Raul Dória, concluiu o curso geral do Comércio na escola profissional dirigida pelo seu pai, aos 16 anos, em 1919, encetando atividade docente na referida instituição a partir do ano seguinte. Exerceu, em seguida, a profissão de Guarda-Livros. Em 1929 casou e, em seguida, fixou residência em Braga, cidade na qual regressou ao ensino técnico-profissional, em 1938. O estudioso desenvolveu um perfil humanista, contemplando áreas tão distintas como a contabilidade e o seu ensino, a produção de dicionários, a tradução e a escrita da história. Trata-se de um autodidacta neste último domínio. Esta situação era bastante comum e manteve-se paralela à historiografia universitária, englobando, maioritariamente, jornalistas e literatos. Dória manifestou, desde cedo, vivo interesse pela investigação e divulgação da cultura nacional, evidenciando interesse bibliófilo e uma propensão simultaneamente ensaística e erudita, atenta à atualidade, ao quotidiano, mas também ao passado, sem esquecer a conciliação de uma narrativa dos acontecimentos com o rigor metodológico e a expressão contida de opinião. O autor trabalhou no âmbito da tradução desde o dealbar da década de 30, colaborando, mais tarde, na coleção de edição de fontes históricas da Livraria Civilização e no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/doria.pdf
Licenciado em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica do Porto, especializou-se em Medicina Hidrológica ou Termal. Foi Director Clínico do estabelecimento termal do Mourisco, em Vizela, de que o seu pai era proprietário. No campo político, durante a Monarquia Constitucional, foi militante e dirigente local do Partido Regenerador, tendo sido Vereador da Câmara Municipal de Guimarães nos mandatos de 1902-1904, 1905-1907 e 1908-1910. Com o advento da República, não se filia imediatamente num partido político. No entanto, acaba por filiar-se no Partido Evolucionista por volta de 1912 ou 1913. Nesse partido virá a ser um dos homens-forte no Distrito de Braga, sobretudo a partir de 1916, constituindo-se como um dos principais apoios nesse distrito do líder nacional do partido e futuro Presidente da República, António José de Almeida. Em 1919 é eleito Senador da República, cargo que virá a exercer até 1921. Em maio desse ano assume o cargo de Governador Civil de Braga, que irá ocupar durante apenas algumas semanas. No campo cívico e social, foi um dos principais impulsionadores do estabelecimento do Hospital de Vizela, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vizela, benemérito dos Bombeiros de Vizela e de diversas outras instituições. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Armindo_de_Freitas_Ribeiro_de_Faria
Joaquim Alberto Iria Júnior, mais conhecido por Alberto Iria (Olhão, 27 de Dezembro de 1909 - Lisboa, 24 de Fevereiro de 1992), foi um historiador português. Frequentou o Liceu de Faro, a Universidade Clássica de Lisboa e a Faculdade de Letras de Lisboa, onde tirou o curso de Ciências Históricas e Filosóficas em 1936. Também concluiu o curso de Bibliotecnia e Arquivologia na Universidade de Coimbra. Laborou no Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, como bibliotecário na Biblioteca Nacional da Ajuda, e foi arquivista da Biblioteca da Assembleia da República. Em 1941, prestou o serviço militar em Lagos, tendo publicado alguns artigos na imprensa local. Foi eleito vice-presidente da Assembleia Geral da Juventude Militar Católica de Lagos, tendo colaborado na criação da Confraria de S. Gonçalo de Lagos e no restauro do nicho de S. Gonçalo, no arco com o mesmo nome, junto ao Castelo dos Governadores. Em 1946, tornou-se diretor do Arquivo Histórico Ultramarino, e em 1958, fez parte da delegação do Algarve nas Comemorações Henriquinas. Em 1975, foi nomeado como membro efetivo da Academia de Ciências de Lisboa e em 1984 vice-presidente da Academia Portuguesa de História. Faleceu na cidade de Lisboa, em 24 de fevereiro de 1992. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Iria
O Integralismo Lusitano (IL) designa um agrupamento sócio-político tradicionalista português e monárquico, activo e influente entre 1914 e 1932 que se opunha à Implantação da República Portuguesa, inclusivamente ao Estado Novo de Oliveira Salazar, à Monarquia Constitucional e Liberalismo. Como movimento político advogava o tradicionalismo mas não o conservadorismo e era contra o parlamentarismo; em vez disso, favorecia a descentralização de poder, o municipalismo, o nacional sindicalismo, a Igreja católica e a monarquia tradicional ou orgânica. Apoiavam o rei deposto, D. Manuel II, embora recusassem o rotativismo dos Partidos ideológicos do final da Monarquia Constitucional, que designavam por "regime das oligarquias partidárias", pretendendo uma Monarquia assente na representação regionalista, municipalista e sindicalista, segundo as antigas tradições da Monarquia portuguesa. Nessa linha defendiam que os partidos políticos não deveriam ter poder de governação ou da administração pública do país, nem assento parlamentar, mas, eventualmente apenas um papel consultivo. Contou entre os seus dirigentes mais destacados Hipólito Raposo, António Sardinha, Luís de Almeida Braga, Alberto Monsaraz, João Mendes da Costa Amaral, Pequito Rebelo e Francisco Rolão Preto. O velho Ramalho Ortigão chegou a aderir, com entusiasmo, ao movimento. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Integralismo_Lusitano
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849 António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. 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Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
Mais conhecido por Hipólito Raposo, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi um dos fundadores do movimento político-cultural auto-intitulado Integralismo Lusitano e da revista Nação Portuguesa, órgão do movimento integralista. Também teve colaboração nas revistas "O Occidente" (1878-1915), "Serões" (1901-1911), "A Farça" (1909-1910), "Contemporânea" [1915]-1926), Atlântida (1915-1920), entre outras. Diretor do periódico "A Monarquia", à frente do qual teve um papel relevante no Pronunciamento Monárquico de Monsanto, ocorrido em 1919. Foi condenado a uma pena de prisão.Cumprida a pena, partiu para Angola (1922-1923), onde exerceu advocacia em Luanda. De regresso a Portugal, continuou a exercer a profissão de advogado e afirmou-se como líder destacado e ideólogo do Integralismo Lusitano. Em 1930 recusou colaborar com a União Nacional, defendendo que essa devia ser a posição dos monárquicos, e opôs-se à institucionalização do regime do Estado Novo. Em 1950 foi um dos subscritores do manifesto Portugal restaurado pela Monarquia, uma tentativa de reatualização doutrinária do movimento integralista. in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3lito_Raposo
O Teatro Jordão surge numa época em que se sentia necessidade de se dotar Guimarães com um teatro condigno para a cidade, já que o Teatro D. Afonso Henriques se encontrava encerrado e o Teatro Gil Vicente não dispunha das condições necessárias. Assim, em 1936, surge a notícia de que Bernardino Jordão estaria a trabalhar num projeto para a construção de um novo teatro. Depois alguma discussão sobre a localização do mesmo, a sua construção começou no início de 1937, na, então, avenida Cândido dos Reis, atual avenida D. Afonso Henriques. O Teatro Jordão inicialmente designado na imprensa por “Teatro Martins Sarmento”, em virtude de decisão política divulgada quase em cima da sua abertura, foi inaugurado em 20 de novembro de 1938. Tal designação perdurará até dezembro de 1940, altura em que o despacho do Ministro da Educação Nacional, autorizou o uso do nome de Teatro Jordão, já depois da morte de Bernardino Jordão, que ocorreu a 23 de maio de 1940. O responsável pelo projeto e pela direção da obra foi o arquiteto e engenheiro civil Júlio José de Brito. O Teatro Jordão corresponde em termos programáticos ao programa típico dos Cineteatros, subsistindo pelo país bastantes exemplos. O “Restaurante Jordão” funcionou no seu piso inferior. O Teatro Jordão fechou portas em 1994. In: araduca.blogspot.com/2010/12/para-historia-do-teatro-jordao-1.html In: www.pitagorasgroup.com/project/teatro-jordao-e-garagem-avenida In: maisguimaraes.pt/teatro-jordao-entre-o-passado-e-o-futuro
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da Junta Central do Integralismo Lusitano, esteve ao lado de Paiva Couceiro, como seu secretário no governo da Monarquia do Norte, sendo forçado a sair para o exílio quando esta facção foi derrotada. Fundou e dirigiu, em 1932, com Hipólito Raposo, a revista Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, demarcando-se da instalação do Estado Novo de Oliveira Salazar, e apoiando o Movimento Nacional-Sindicalista dirigido por Francisco Rolão Preto. Como advogado, após a morte de D. Manuel II de Portugal, ocorrida em 1932, destacou-se na defesa dos direitos de D. Duarte Nuno aos bens vinculados da Casa de Bragança, com os quais Salazar estabeleceu a Fundação da Casa de Bragança.A Causa Monárquica, em 1949, expulsou-o, bem como a Vieira de Almeida, pelo seu intransigente combate ao «Estado Novo». No ano seguinte, subscreveu o documento "Portugal restaurado pela Monarquia", testamento político dos fundadores do Integralismo Lusitano. Apoiou e promoveu com Rolão Preto a candidatura do general Humberto Delgado à presidência da República, destacando-se uma vez mais como advogado, agora na defesa de Henrique Galvão (do assalto ao Paquete «Santa Maria»). Dirigiu o Instituto Minhoto de Estudos Regionais e respectivo órgão de comunicação, a revista Mínia. Foi também presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga
A história das crianças expostas em Portugal remonta à Idade Média, época que surgiram as primeiras instituições para a assistência à infância desvalida e abandonada, e prolonga-se até ao século XX. Estas crianças eram abandonadas, muitas vezes por razões de pobreza, ilegitimidade ou incapacidade dos pais de cuidar delas. No período moderno, as Ordenações Manuelinas determinaram que, nos concelhos que não existissem instituições de acolhimento aos expostos, estas fossem criadas pelas autoridades municipais. No século XVIII, a Ordem Circular do Intendente Pina Manique, de 24 de maio de 1783, ordenou a criação de Rodas em todas as vilas, tornando-se no instrumento nacional de abandono em Portugal até à década de 60/70 do século XIX. Com a extinção das Rodas, decreto de 21 de novembro de 1867, foi modificado o modelo assistencial existente até aqui, isto é, o sistema de abandono foi substituído pelo da concessão de subsídios de lactação a famílias pobres. O anonimato, principal característica do sistema anterior, a partir daqui torna-se proibido, uma vez que um ou ambos os pais das crianças tinham de se identificar. São criados os Hospícios em substituição das Rodas e é neste contexto que em 1871 o distrito estava dividido em quatro círculos, todos com hospícios, existindo um em Guimarães que abrangia também os concelhos da Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho. Apesar do esforço das autoridades em combater este flagelo os expostos continuaram a existir no sec. XX, embora em menor escala.
António Álvaro da Silva Dória, filho do professor Raul Dória, nasceu no Porto, em 1902 e faleceu em Braga, em 1990. Concluiu o curso geral do Comércio na escola profissional dirigida pelo seu pai, aos 16 anos, em 1919, encetando atividade docente na referida instituição a partir do ano seguinte. Exerceu, em seguida, a profissão de Guarda-Livros. Em 1929 casou e fixou residência em Braga, cidade na qual regressou ao ensino técnico-profissional, em 1938. O estudioso desenvolveu um perfil humanista, contemplando áreas tão distintas como a contabilidade e o seu ensino, a produção de dicionários, a tradução e a escrita da história, sendo autodidata neste último domínio. Esta situação era bastante comum e manteve-se paralela à historiografia universitária, englobando, maioritariamente, jornalistas e literatos. Dória manifestou, desde cedo, vivo interesse pela investigação e divulgação da cultura nacional, evidenciando interesse bibliófilo e uma propensão simultaneamente ensaística e erudita, atenta à atualidade, ao quotidiano, mas também ao passado, sem esquecer a conciliação de uma narrativa dos acontecimentos com o rigor metodológico e a expressão contida de opinião. O autor trabalhou no âmbito da tradução desde o dealbar da década de 30, colaborando, mais tarde, na coleção de edição de fontes históricas da Livraria Civilização e no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/doria.pdf
Luís Carlos de Lima de Almeida Braga licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da Junta Central do Integralismo Lusitano, esteve ao lado de Paiva Couceiro, como seu secretário no governo da Monarquia do Norte, sendo forçado a sair para o exílio quando esta facção foi derrotada. Fundou e dirigiu, em 1932, com Hipólito Raposo, a revista Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, demarcando-se da instalação do Estado Novo de Oliveira Salazar, e apoiando o Movimento Nacional-Sindicalista dirigido por Francisco Rolão Preto. Como advogado, após a morte de D. Manuel II de Portugal, ocorrida em 1932, destacou-se na defesa dos direitos de D. Duarte Nuno aos bens vinculados da Casa de Bragança, com os quais Salazar estabeleceu a Fundação da Casa de Bragança.A Causa Monárquica, em 1949, expulsou-o, bem como a Vieira de Almeida, pelo seu intransigente combate ao «Estado Novo». No ano seguinte, subscreveu o documento "Portugal restaurado pela Monarquia", testamento político dos fundadores do Integralismo Lusitano. Apoiou e promoveu com Rolão Preto a candidatura do general Humberto Delgado à presidência da República, destacando-se uma vez mais como advogado, agora na defesa de Henrique Galvão (do assalto ao Paquete «Santa Maria»). Dirigiu o Instituto Minhoto de Estudos Regionais e respetivo órgão de comunicação, a revista Mínia. Foi também presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga
António Pedro Passaporte nasceu em 24 de Fevereiro de 1901, filho do fotógrafo José Pedro Braga Passaporte, natural de Évora. Aqui permaneceu até 1911, altura da partida com seu pai para Angola, onde se terá iniciado na arte da fotografia. Apaixonado pelo teatro, quando regressou a Portugal participou em várias peças e mais tarde, em 1923, em filmes produzidos para cinema. No ano seguinte partiu para Madrid, onde iniciou a sua carreira de fotógrafo. Como vendedor de papéis fotográficos viajou por toda a Espanha e Argentina, registando paisagens e monumentos (muitas delas adquiridas pelo Ministério da Cultura e Turismo Espanhol para propaganda turística). Face ao sucesso obtido editou postais, assinando com o pseudónimo Loty, nome pelo que ficaria conhecido. Durante a Guerra Civil de Espanha ingressou nas Brigadas Internacionais como repórter fotográfico. Terminada a guerra, regressou a Portugal e continuou a sua actividade de fotógrafo com trabalhos de publicidade e arquitectura, retratos de artistas, etc. Em 1940 principiou a produção de postais ilustrados a preto e branco, destacando-se a edição dedicada à Exposição do Mundo Português, tendo também colaborado com o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo. Através da sua firma 'Fototécnica Loty' obtém autorização para fotografar o interior dos Palácios Nacionais, conseguindo o exclusivo para a venda dos postais nos próprios palácios. Retirou-se da fotografia em 1965, dedicando-se, a partir daí, a escrever as suas memórias e a investigar a história da sua família. Faleceu em 1983. In: https://arquivo.cm-mafra.pt/details?id=199849
Diplomata e depois professor, funcionário superior da Câmara Municipal de Guimarães e da de Lisboa. Poeta e dramaturgo de sucesso, viu representadas no Teatro Nacional três das peças que escreveu (Perdoar, Maria Isabel e Ave de Rapina), publicou outras nunca representadas (A Casa e Já não Temos Vinte Anos). Amigo de Florbela Espanca, e seu contemporâneo na Faculdade de Direito de Lisboa, animou-a a publicar o Livro de Soror Saudade; são, de resto, inegáveis as afinidades de estilo entre muitos dos versos (nomeadamente nos sonetos) de Durão e Florbela. Personalidade influente no mundo literário, colaborou nas revistas A Águia, Contemporânea e Seara Nova (1922). Como sonetista, Américo Durão «é um dos maiores poetas da geração nova» (Seara Nova, 1-2-1922), merecendo hoje ser mais relembrado e estudado. João Gaspar Simões, na crítica à Lâmpada de Argila, valoriza nele o poeta do amor não o da inspiração religiosa, e diz que «os seus sonetos vibram de luz, de vida física, magoam quase de tão cintilantes, de tão provocadores, na sua exuberância sensual. Tudo que aos sentidos é sensível - eles o reflectem e superiormente sabem perpetuar». O seu contemporâneo Mendes de Brito escreveu sobre ele um ensaio: Três Livros de Américo Durão (1923). In:http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=8797
«- Nasceu de uma reunião na Biblioteca Nacional, no Gabinete do Director, onde me encontrei a convite de Raúl Brandão, Raúl Proença, Aquilino Ribeiro, Ferreira Macedo e Jaime Cortesão. Foi cerca do ano de 1920. Apareci ali sem saber qual o fim da reunião. Pouco depois conhecia-o: era o de elaborar um programa de acção política e social, um programa mínimo de realizações nacionais, em que pudessem colaborar todos os elementos sinceros e sãos da colectividade. (...) O pequeno grupo inicial alargou o âmbito da sua acção, empregando vários elementos à esquerda e à direita. Deste modo se trabalhou durante alguns meses. Foi difícil e lenta essa acção. Atingiu-se a concretização de um certo número de ideas e normas e fêz-se a eliminação dos que, por incompreensão ou interêsse, não eram desejáveis ou não desejavam comprometer-se, o que vinha a dar ao mesmo… (...) Um dia, os elementos afins reuniram novamente e decidiram fundar uma Revista de doutrina e crítica e organizar uma secção editorial, cuja base comercial foi a Emprêsa de Publicidade Seara Nova...» In: http://searanova.publ.pt/um-seculo/criacao/
Fidelino de Sousa Figueiredo licenciado em ciências históricogeográficas pelo Curso Superior de Letras de Lisboa (1910). Foi professor liceal, funcionário do Ministério da Instrução Pública e director, por duas vezes, da Biblioteca Nacional (1918-1919 e 1927). Fundou e dirigiu a Revista de História (1912-1917). Especializou-se em história literária. Sidonista, foi eleito deputado em 1918. Foi uma das principais figuras do abortado “Golpe dos Fifis” (Agosto de 1927), tentativa liderada pelo comandante Filomeno da Câmara, que pretendia orientar a Ditadura Militar num sentido fascizante. Exilou-se então no estrangeiro, exercendo funções docentes em várias universidades de Espanha, Estados Unidos e Brasil. Publicou obras de história e crítica literária e ensaios históricos e políticos, nomeadamente A Crítica Literária como Ciência (1912), História da Literatura Clássica (1917-24), Estudos de Literatura (1917-1951), O Pensamento Político do Exército (1926), Notas para um Idearium Português: Política e Literatura (1929), Motivos de Novo Estilo (1930, de que a biblioteca particular de Fernando Pessoa possui um exemplar), As Duas Espanhas (1932) e Menoridade da Inteligência (1933). In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 685
Guilherme Felgueiras nasceu em S. Mamede de Alentem, Lousada, a 1 de junho de 1890 e morreu em 1990. Formado pela Escola Nacional de Agricultura em Coimbra, dirigiu as zonas florestais da Mata de Leiria e Serra do Gerês e desempenhou cargos de diretor das Escolas Gonçalves Zarco e Profissional de Agricultura de Paiã. Foi delegado concelhio da 2.ª subsecção (antiguidades, escavações e numismática) do Concelho de Loures e Chefe dos Serviços Culturais da Junta de Província da Estremadura. Em 1915, fundou a revista Início, revista de arte, literatura e crítica, e anos mais tarde assumiu a Direção do Boletim Cultural da Junta Distrital de Lisboa. No domínio etnográfico Guilherme Felgueiras destacou-se pela sua produção bibliográfica em torno das tradições populares no âmbito da vida agrária e da arte popular. Na sua obra de referência, Monografia de Matosinhos, de 1958, Guilherme Felgueiras aborda diversos temas, desde festas e romarias, superstições e ex-votos, cancioneiro, a uma análise geográfica e demográfica daquele território. Os anos 60 marcaram o interesse do etnógrafo pelo estudo das manifestações teatrais populares. Na sua investigação intitulada Teatro, publicada em A Arte Popular em Portugal, invocou as origens do teatro português. In: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/pt-PT/RecursosSearch/PesquisaInvestigadores?IdEntidade=438
Alfredo Guimarães foi escritor e crítico de arte, nasceu em Guimarães e foi o primeiro diretor do Museu de Alberto Sampaio (1931-1952). Não se preocupou apenas com a salvaguarda e divulgação do Museu de Alberto Sampaio, mas também em dar a conhecer as peças de arte de maior valor que existiam no concelho de Guimarães e se encontravam nas mãos da Igreja ou de particulares, iniciando a sua inventariação e fotografia. Foi também ele que alertou para a necessidade de preservação do Paço dos Duques de Guimarães, do Mosteiro de Santa Marinha da Costa e do Castelo de Guimarães, monumentos que vieram a sofrer nos anos subsequentes obras de intervenção por parte do Estado Português. Foi ainda devido à sua intervenção esclarecida que se realizou em Guimarães a «II Missão Estética de Férias» (1938). Através da realização na cidade desta «Missão» Alfredo Guimarães consegue trazer à cidade pintores, escultores, arquitetos e historiadores de arte despertando deste modo o interesse nacional pela divulgação do património vimaranense. in: https://www.bmrb.pt/Atividades/Autor-do-Mes/ctl/Details/Mid/589/ItemID/65?ContainerSrc=[G]Containers/Satva3/Invisible
Ligada à delegação aduaneira de S. Gregório, a secção da guarda fiscal de Melgaço fazia parte do Batalhão n.º3, 3.ª Companhia, juntamente com os concelhos de Ponte da Barca e Monção com os quais mantinha relações funcionais regulares.Na sede da secção, instalada em pleno centro histórico, no edifício onde virá no futuro a ser instalado o Museu de Cinema, centralizava-se a atividade da corporação. Aí eram executadas todas as tarefas de foro administrativo e a ela chegavam informações quer dos outros postos com sede no concelho, quer de outras secções da guarda fiscal.No início do século XX existiam, para além da secção de Melgaço, 15 postos responsáveis por descobrir evitar e reprimir as infrações fiscais, nomeadamente as da lei aduaneira .Distribuídos pelas freguesias de: Penso, Alvaredo, Paderne, Prado, Vila, Chaviães, Paços, Cristóval, S. Gregório, Fiães, Lamas do Mouro e Castro Laboreiro operavam os postos de: Paranhão, S. Martinho, S. Marcos, Mourentão, Melgaço, PortoVivo, Porto Passos, Cevide, S. Gregório, Pousafoles, Porto Carreiro, Alcobaça, Portelinha, Castro Laboreiro e Ameijoeira, respetivamente. Em 1992 por força da reestruturação das forças de segurança os postos da guarda fiscal fecham as portas e os poucos efetivos que restavam foram integrados na Guarda Nacional Republicana.
[Folheto Pro Infirmis; Le service Social de Pro Infirmis; Como constituir uma Associação Mutualista (1998); Lidia Hernandez de Vittorioso - Trabajo Médico Social (s.d.); Council on Social Work Education - Educacional Developments in Social Group Work (1962); Programa do Congresso Strengthening innovativeness in public management (1985); Escola Para Todos (1983); Cadernos Caritas 9 (s.d.); I Encontro sobre o desenvolvimento regional da região - plano sul (1969); Apoios sócio-educativos e escolaridade obrigatória (1990); Apoio sócio-económico e prosseguimento dos estudos (1990); Programa do Encontro As Misericórdias Ontem, Hoje e Amanhã (1985); Família em Portugal: evolução recente da política do sector (1987); folheto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (1998); Naciones Unidas - Desarollo de la comunidad y servicios conexos (1960); Revista Agência Ecclesia 1258 (2010), 1447 (2014)]
Jornal Gazeta do Tejo referente ao mês de fevereiro de 1997 Contém os seguintes artigos: - Entroncamento: Rua considerada «sala de visitas» da cidade;limpeza da Ribeira de Santa Catarina; Geminação Entroncamento/Villiers Sur Marne; - Escola do 1º Ciclo de Casa Branca (Alvega) - Reparação; - Imprensa regional o porte pago e a reconversão tecnológica; - Juvenis do União Atalaiense vencem Série A do Distrital; - Adriano Figueiredo lidera Cecude; - Centro Cultural e Desportivo Limeirense - Luís Freitas Coelho continua ao «leme»; - Desportivo de Pinheiro Grande com novos Corpos Gerentes; - Paulo Mendes, do Gesnori «Tivemos sempre o grande apoio do Centro de Emprego de Abrantes e da Câmara; - Texto de Opinião: Leonor Beleza Versus Hemofílicos, com Cavaco ao fundo; - Concelho de Chamusca - Equipamento Religioso; - Regimento de Infantaria nº 2 de Abrantes já tem Sargento Mor; - "Os fósforos de Morais" - trabalhos artesanais de Luís Maria Correia Morais de Constância; - Afirma o novo líder do PS «António Mendes tem cometido erros demasiados»; - Associação Humanitária de Dadores de Sangue da Freguesia de Tramagal - Rumo à Qualidade; - Espaço "A Coroa de Espinhos" - No âmbito do Encontro de Teatro do Inatel - Rei Leandro tem corte no Sardoal; Homenagem a Victor Águas; - Às 3ªs com a Câmara - Educação, Cultura, Turismo e Desporto; - Nelson de Carvalho, nos aterros sanitários da Moita e do Seixal «Ver com o nariz o que muitos contestavam»; - Encontro Distrital da CDU em Constância - Comunistas preparam recandidatura de Mendes; - Da Câmara de Abrantes: Feira de S. Matias; Subsídios para as escolas; ANMP promove concurso; Largo D. Joana Mendes; - Futebol 5 - Campeonato Nacional da 1ª Divisão 19ª Jornada; - Futebol - Infantis 2ª Divisão (fase final) - 2ª Jornada; Campeonato Nacional de Iniciados (série D) - 20ª Jornada; Campeonato Distrital da 2ª Divisão (série A); - Futebol Jovem Distrital - Campeonato Distrital de Juniores; - Basquetebol - Campeonato Nacional de Cadetes Femininos; - Inatel - Campeonato Distrital de Futebol do Inatel (18ª Jornada); - Professor Gameiro - Coordenador Desportivo da Delegação do Inatel vai ser homenageado; - Futebol de Salão - Campeonato Nacional Absoluto/Feminino; - Atletismo - Nacional de Corta Mato em Seia; - Natação - Tramagalenses em evidência; - Arripiado - Equipa de Duatlo/Triatlo apresentada ao público; - 2º Grande Torneio de Snooker em Montalvo; - O Folclore nos caminhos do desenvolvimento; - Abrantes, 20 anos de Poder Local; - Texto de Opinião: Os comboios do ano 2000; - Mais um Juramento de Bandeira no Regimento de Infantaria nº 2 ; - Estrada S. Miguel/Arrifana obras já tiveram início; - Casa do Concelho de Sardoal vai eleger novos Corpos Gerentes.
Contém 4 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Atlanta, 1996 numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada entre o Comité Olímpico de Portugal e diversas entidades, tais como: Departamento Desportivo, Clube Nacional da Imprensa Desportiva, departamentos comerciais de imprensa, Federações, Comité Olímpico Internacional, Associações e inclui acreditação de laboratórios de controlo antidopagem pelo Comité Olímpico Internacional; Congresso de Medicina Desportiva; convocatórias da Comissão Médica; acreditações de jornalistas para o Congresso do Centenário; informações; convites; pedidos de apoio para realização de trabalhos; publicidade; informações/comunicados; ofertas e envio de artigo sobre filatelia (inclui artigo sobre "Selos Olímpicos nos Campos de Prisioneiros de Guerra"); relatórios de participações em provas; relatórios técnicos; relatórios de estágios (exemplos de relatórios: relatório técnico do Campeonato da Europa de Juniores, de Judo, de 18 a 21 de novembro de 1993, na Holanda; relatório técnico do Campeonato do Mundo de Judo Hamilton, no Canadá, de 30 de setembro a 3 de outubro de 1993; Torneio da Hungria (19 e 21 anos), 2 e 3 de outubro de 1993; estágio nacional de Competição Juniores e Seniores Femininos, Tavira de 19 a 23 de dezembro de 1993; estágio internacional na Holanda "Papendal" de 29 de agosto a 3 de setembro de 1993; estágio em Nijmegen (Holanda) de 22 a 27 de agosto de 1993; estágio Madrid de 21 a 30 de julho de 1993; relatório de estágio nacional de competição 19 a 23 de dezembro de 1993 - Esperanças/Juniores/Seniores; estágio internacional da Bélgica - Hooglede 16 a 20 de agosto de 1993; XIV Torneio Internacional "Villa de Madrid" 14 de novembro de 1993; relatórios técnicos do XXXII Torneio Internacional de Judo de Varsóvia, de 18 a 20 de março de 1994; estágio nacional de competição para esperanças masculinos e juvenis masculinos e femininos de 27 de março a 1 de abril de 1994, no Aldeamento de Pedras da Rainha -Tavira; estágio nacional de competição juniores seniores masculinos, de 27 a 31 de março de 1994 - Lisboa; estágio da União Europeia de Judo, em Paris, de 14 a 18 de fevereiro de 1994 e estágio internacional da Hungria de 7 a 10 de março de 1994). Capas existentes na UI: capa n.º 178 - Comissão Médica; capa n.º 179 - Comunicação Social; capa n.º 180 - Comissão Desportiva; capa n.º 181 - Associações.