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Casamento de Mariana dos Santos Caramba Bagio Penas e Francisco José Coxinho Penas, realizado na Igreja de S. Francisco, em Vidigueira, no ano de 1974. Os noivos encontram-se sentados em frente ao Padre Francisco de Jesus Paulo, no momento das assinaturas, rodeados de convidados. Atrás, da esquerda para a direita pode ver-se Mariana Teresa Damião (“Beijinha”) cujo marido, José António Coxinho, se encontra à sua frente, seguindo-se Carminda Francisca Coxinho Penas, desconhecido, desconhecido, José Domingos Bacalhau (“da Clara”; “Rami”), José Manuel Franganito Boga (“Papa-Grãos”), António José Caramba Lino (atrás, com criança ao colo), Margarida Rosa Gomes Coxinho, desconhecida, o jovem José Francisco Parrança Doutor, Mariana Borges e o jovem José Francisco Rocha. Ao lado do noivo, sentado, está José Manuel Noronha Rocha e a jovem Maria da Conceição Damião Coxinho.
O inventariado foi residente em Aboim. Inventariante: Domingos Francisco Barbosa
Freguesia: Barreiros. Inventariante: Francisco José Ferreira e Manuel Ferreira.
Freguesia: Caires. Inventariante: José Francisco Gonçalves Albino Gonçalves.
Freguesia: Bouro, Santa Maria. Inventariante: Francisco da Silva.
Filiação: Francisco Morais e Antonia Alvares Branco. Natural e/ou residente em CHA,Sao Vicente, actual concelho de MONTALEGRE e distrito (ou país) Vila Real.
Filiação: Manuel Francisco Sousa e Maria Josefa. Natural e/ou residente em PEDREIRA,Santa Marinha, actual concelho de FELGUEIRAS e distrito (ou país) Porto.
O [Desembargador], Francisco Duarte Coelho, [deportado na Setembrizada de 1810 sob acusação de jacobinismo], reclama a sua inocência junto de António de Araújo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil]. Invoca os serviços prestados durante mais de vinte anos, para solicitar a cedência de um serviço na referida Repartição. Remete a obra "Reflexões Estatisticas" sobre a ilha de Angra, a qual pretende manter anónima devido às ideias inovadoras que nela defende. Louva o trabalho de [Aires Pinto de Sousa Coutinho] Governador das Ilhas açorianas.
O autor, Consul geral no Havre participa a António de Araújo de Azevedo que Napoleão entrou no dia 21 em Paris, tendo sido aclamado pelas tropas. Luís XVIII já havia retirado na noite de 19 para 20. Continuará a desempenhar funções, para as quais foi nomeado em 23 de Julho de 1804, até que S.A.R. determine o contrário, tanto mais que Caumont, Agente provisório dos portugueses nomeado por Francisco José Maria de Brito, partiu como voluntário com um destacamento para Rouen, deixando vago o seu cargo. Recomenda-se à protecção do destinatário.
SOTOMAIOR, Francisco Lúcio de Sá (Padre). // Em 1775 já era o abade de Rouças; em 1800 tinha como seu cura o padre Lourenço José Rodrigues. // Em 1792 era o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu em 1824. // Um seu sobrinho, João de Sá Sotomaior, morgado do Reguengo, foi juiz de paz pelo círculo de Paderne nos anos de 1856-1857, e admitido na Confraria das Almas de Prado a 10/4/1862 por 9$000 réis, depois de falecido, e isto «segundo sua disposição testamentária.» // Um filho deste João de Sá Sotomaior, nascido em Paredes de Coura em 1825, foi presidente da Câmara Municipal de Melgaço (ver na Vila).
GAMA, Francisco Manuel de Sousa. Filho de Tomaz Lourenço de Sousa Gama e de Maria Gertrudes Pinheiro (de Macedo). Neto paterno de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado; neto materno de Manuel Álvares Pinheiro e de Rosa Domingues. Nasceu na Casa da Alota, a 28/1/1767, e foi batizado na igreja de São Paio a 4/2/1767. Padrinhos: Bento Manuel de Araújo, solteiro, filho de Manuel Machado, fidalgo, da Casa da Amiosa, e Clemência Rita, solteira, da Casa da Serra. // S.m.n.