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Livro com artigos de diversos autores sobre matemática e física.
Por: Almirante Abílio Cruz Júnior. - Importância atual do Mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Relançamento do transporte marítimo nacional; - Desenvolvimento coordenado das restantes atividades marítimas nacionais; - Conclusões e recomendações.
Desdobrável relacionado com a 1ª travessia aérea do Atlântico por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, inclui fotos várias e pequenos comentários manuscritos, entre outros, dos presidentes da republica portuguesa e brasileira.
- A reabertura dos oceanos; - Centenário da Índia, 1898: a retrospective analysis; - O chá: dádiva da China; - Ensaio sobre o desenvolvimento económico do Japão; - Augusta Gersão Ventura, camonista II. Astronomia camoniana; - A família tradicional portuguesa (de 1940 a 1970); - História e geopolítica na formação das fronteiras de Moçambique; - Símbolos do poder dos Tchokwe de Angola; - Algumas achegas para o estudo de Paulino José da Conceção (1798?-1869); - Notas sobre escravos mouros em Portugal nos séculos XV e XVI
- Transporte internacional de mercadorias por mar - da convenção de Bruxelas de 1924 às regras de Hamburgo de 1978; - Regras de Hamburgo/78 (convenção das nações unidas sobre o transporte de mercadorias por mar); - Aspetos da responsabilidade do transporte marítimo; - Questões teóricas de economia do desenvolvimento; - Um médico desconhecido de Napoleão;
- Considerações sobre a presença de Camões em Ceuta; - Navegação e entrada; - O Senhor de Monconys (séc. XVII); - As linhas de cruzamento inter-regionais na Ásia: algumas redes de comércio; - Jovens timorenses em Portugal; - Condicionalismo da guerra do Golfo; - V centenário do Decreto de expulsão dos judeus de Portugal;
Inclui o livro onde consta o registo diário das observações astronómicas efectuadas no Observatório Real de Marinha.
Luís Pastor de Macedo (1901- 1971), comerciante, autarca, deputado e olisipógrafo. Começou a sua vida profissional no estabelecimento comercial da família, A Casa dos Panos, estabelecimento da Rua dos Fanqueiros que fechou portas já no início do século XXI. Publicou a sua primeira obra olisipográfica O Terramoto de 1755 na freguesia da Madalena em 1929 a que se seguiram algumas dezenas de títulos, alguns dos quais sobre as freguesias da Baixa e da sua envolvente. Colaborou com vários outros autores, nomeadamente com Augusto Vieira da Silva, Gustavo de Matos Sequeira, Norberto de Araújo, Rodrigues Cavalheiro. Colaborou ainda no Diário de Lisboa, n’O Século, na Revista Municipal, nos Anais das Bibliotecas, Arquivo e Museus Municipais, ambos da Câmara Municipal de Lisboa e no Boletim Cultural da Junta Distrital de Lisboa. A par da sua actividade de comerciante e de olisipógrafo, Luís Pastor de Macedo integrou como vogal a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa, entre 1933 e 1935, voltando à autarquia em 1947, como vice-presidente, cargo que manteve até 1959. Na sua actuação enquanto autarca, destaca-se em 1933 a aprovação da sua proposta de criação dos Serviços Culturais, apresentada em Sessão de 11 de Maio. Nos dois períodos em que esteve na Câmara dedicou particular atenção às questões culturais, à realização das festas da cidade e à organização de várias exposições de carácter olisiponense. Foi ainda de sua iniciativa o impulso dado às publicações da autarquia a qual viria a ser a editora de alguns dos seus títulos, bem como de outros olisipógrafos. A sua dedicação ao conhecimento da Cidade levou-o a ser um dos fundadores do Grupo Amigos de Lisboa, constituído em 1936, e onde desempenhou o cargo de secretário-geral do Grupo, participou activamente nos trabalhos das várias secções que o Grupo então tinha, propôs e promoveu diversas iniciativas para a defesa do património da Cidade e para o conhecimento da sua história e foi um colaborador assíduo da revista Olisipo. Mas a obra pela qual é mais conhecido do grande público é a que se ocupa do estudo da Toponímia de LisboaLisboa de lés-a-lés. Subsídios para o estudo das vias públicas da cidade, publicada pela primeira vez entre 1940 e 1943, e reeditada nos anos sessenta e oitenta do século XX. Organizado em cinco volumes e ordenado alfabeticamente, Lisboa de lés-a-lés procura dar a conhecer a origem de topónimos lisboetas, no seguimento da publicação da obra de Gomes de Brito Ruas de Lisboa. In: https://toponimialisboa.wordpress.com/2019/02/07/rua-luis-pastor-de-macedo/
Adelino Hermitério da Palma Carlos nasce a 3 de Março de 1905, em Faro, vindo a falecer a 25 de Outubro de 1992, em Lisboa. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, com a nota final de 18 valores, foi delegado da Faculdade de Direito à Federação Académica. Conclui o doutoramento em Ciências Histórico-Jurídicas, também na Universidade de Lisboa, em 1934. Advogado reconhecido, defendeu inúmeras figuras oposicionistas à ditadura, como Norton de Matos, Bento de Jesus Caraça e Vasco da Gama Fernandes. Foi também professor na Escola Rodrigues Sampaio, no Instituto de Criminologia de Lisboa e, como Catedrático, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, da qual viria a ser director. Foi jubilado em 1975. Em 1949, foi mandatário da candidatura do general Norton de Matos à Presidência da República. Em 1951 exerceu funções como Bastonário da Ordem dos Advogados portugueses. A 16 de Maio de 1974 é nomeado primeiro-ministro do I Governo Provisório, pedindo a demissão a 18 de Julho desse ano. Em 1975 funda o Partido Social-Democrata Português. Foi mandatário e membro da comissão de honra da candidatura do general Ramalho Eanes à Presidência da República (1979). Pertenceu ao conselho consultivo do Partido Renovador Democrático. Em 1986 recebe a insígnia de Advogado Honorário. In: https://memoriasdarevolucao.pt/index.php/historia/biografias/86-adelino-da-palma-carlos-1905-1992
Joaquim Alberto Iria Júnior, mais conhecido por Alberto Iria (Olhão, 27 de Dezembro de 1909 - Lisboa, 24 de Fevereiro de 1992), foi um historiador português. Frequentou o Liceu de Faro, a Universidade Clássica de Lisboa e a Faculdade de Letras de Lisboa, onde tirou o curso de Ciências Históricas e Filosóficas em 1936. Também concluiu o curso de Bibliotecnia e Arquivologia na Universidade de Coimbra. Laborou no Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, como bibliotecário na Biblioteca Nacional da Ajuda, e foi arquivista da Biblioteca da Assembleia da República. Em 1941, prestou o serviço militar em Lagos, tendo publicado alguns artigos na imprensa local. Foi eleito vice-presidente da Assembleia Geral da Juventude Militar Católica de Lagos, tendo colaborado na criação da Confraria de S. Gonçalo de Lagos e no restauro do nicho de S. Gonçalo, no arco com o mesmo nome, junto ao Castelo dos Governadores. Em 1946, tornou-se diretor do Arquivo Histórico Ultramarino, e em 1958, fez parte da delegação do Algarve nas Comemorações Henriquinas. Em 1975, foi nomeado como membro efetivo da Academia de Ciências de Lisboa e em 1984 vice-presidente da Academia Portuguesa de História. Faleceu na cidade de Lisboa, em 24 de fevereiro de 1992. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Iria
Carta enviada de Lisboa por Sebastião a Frederico.
Carta enviada de Lisboa por Sebastião a Frederico [Vilar].
Carta enviada por Mafalda a Maria de Vilhena. Morada: Lisboa.
Carta enviada de Lisboa por Frederico à sua mãe.
Aposentação de Francisco Jorge, beneficiado da Sé Patriarcal de Lisboa.
Fábrica de cordoaria, ao Porto Franco, em Belém, Lisboa.
Fábrica de ferragens no Beco dos Machados, em Lisboa.
Fábrica de cortumes na Bica do Sapato, em Lisboa.
Fábrica de cortumes, na Bica do Sapato, em Lisboa.
Fábrica de papel, no sítio do Rato, em Lisboa.
Fábrica de cortumes, no sítio dos Olivais, em Lisboa.
Fábrica de cordoaria, na Praia de Santos, em Lisboa.
Fábrica de chapéus finos, na Rua do Telhal, em Lisboa.
Fábrica de cerveja, genebra e licores, em Lisboa.
Companhia de Estearina Lusitana - fábrica de estearina, em Lisboa.
Pavilhão da Fundação. Alçado principal. Frente de Lisboa. Alçado.Esc.1/100
Áreas geográficas e topónimos: Lisboa, Portugal • Assuntos: Palolo, António..
Assuntos: Associação dos Estudantes do IST (Instituto Superior Técnico, Lisboa).
Faz referência à obra "Trabalho Poético"Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Referência à obra "Cantata" de Carlos de OliveiraDiário de Lisboa
Faz referência à obra "Descida aos Infernos"Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Finisterra".Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Finisterra".Diário de Lisboa
In: "Diário de Lisboa", 24 de Dezembro de 1959
Referência a Carlos de Oliveira .Diário de Lisboa
Realização do “XVI Raid Cicloturismo Lisboa” Condicionamento: EN 10
Sobre caso do "Diário de Lisboa" - independência do jornal
Sobre caso do "Diário de Lisboa" - independência do jornal
Prémio atribuido ao livro "Entre Duas Memórias".Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência à autencidade de Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Finisterra".Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Finisterra".Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Casa na Duna".Díario de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Refere a morte de Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa.
Faz referência à obra "Finisterra" Viagem e ConhecimentoDiário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
( 4400 exemplares vendidos de Carlos de Oliveira).Diário de Lisboa
Órgão dos alunos desta instituição • Assuntos: Casa Pia de Lisboa.
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Tradução da obra em Húngaro. Contém dois recortes.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência à 3ª Edição Revista.Diário de Lisboa
Faz referência ao nome de Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Casa na Duna".Diário de Lisboa
Referência à obra "Uma Abelha na Chuva".Diário de Lisboa
"Em conversa com Fernando Lopes".Diário de Lisboa: Suplemento Literário
Poemas de Carlos de Oliveira recitados.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira,Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Refere-se à obra "Casa na Duna".Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Finisterra".Diário de Lisboa
Sobre a publicação na Roménia desta obra.Diário de Lisboa
Faz referência à obra "Os Pequenos Burgueses".Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa
Faz referência a Carlos de Oliveira.Diário de Lisboa