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O chantre de Évora e prior da igreja de Santiago da mesma cidade, João Martins, por se encontrar em Braga, passa uma procuração a dois raçoeiros da referida igreja (Francisco Martins e João Domingues) e a João Rodrigues seu mordomo, para que possam realizar contratos em seu nome e da sua igreja com qualquer pessoa, especialmente com Pedro Domingues, cidadão de Évora. Redactor: Pedro Domingues, tabelião em Braga Localidade de redacção: Braga
Emprazamento, em três vidas, de umas casas, da igreja de Santiago de Évora, localizadas na cidade, na rua que vai para o convento de São Francisco, a Rui Falcão, escudeiro do infante D. Pedro, e a sua mulher, Beatriz Fernandes, moradores na cidade, por cinco soldos antigos, pagos pelo Natal. Redactor: Vasco Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente, cónego da Sé.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Afonso, criado de Francisco Machado e Agostinha Gomes. Estes traziam emprazadas uma casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na rua das Empardadas. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a Guiomar Çapata, por dez mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Carta autógrafa de Amélia Galveias, em papel timbrado/*Galveias Galeria de Arte*, datada de 2002-04-23. Local de expedição: Lisboa, Portugal Contém ainda: - 1 cartão/reprodução de obra de Luzia Lage, anexo à carta de 2002-04-23; - 1 convite para inauguração da exposição de Jorge Pé-Curto, anexo à carta de 2002-04-23; - 1 carta datilografada, datada de 2003-10-24; - 2 envelopes timbrados/*Galeria de S. Francisco* e *Galveias Galeria de Arte*
Francisco Homem de Cristo cedo abandonou os estudos, assentando praça no ano de 1876, numa altura em que sonhava abraçar uma carreira militar. Manteve-se nesta até 1908, ocupando o posto de tenente. Apesar desta sua carreira castrense, fundou, em 1882, o jornal "O Povo de Aveiro", do qual foi proprietário, diretor e redator durante mais de 50 anos. Homem Cristo era, de resto, o único redator da publicação. Nele sublimou a sua verve corrosiva e mordaz, de combatente das liberdades e feroz antifascista, criticando a monarquia, mas não tendo nunca perdido o ensejo de fustigar os republicanos. Escreveu também para "O Século", dirigido na altura por Magalhães Lima. Republicano convicto, pertenceu, apesar de crítico pontual, ao diretório do Partido Republicano, ao lado de nomes como Teófilo Braga, Manuel de Arriaga ou Jacinto Nunes, entre outros. Depois da proclamação da República em 1910, exilou-se em Paris, onde continuou a dirigir e a escrever para o seu jornal "O Povo de Aveiro". Este semanário, apesar de local, tinha uma grande tiragem e vendas muito significativas, tendo mesmo chegado a competir com jornais nacionais, em boa parte devido aos artigos frontais, atrevidos e cáusticos de Homem Cristo, considerado o maior panfletário português do século XX. Regressou a Portugal ainda na Primeira República, assistindo aos acontecimentos que verteram na ascensão do regime ditatorial em Portugal, que uma vez mais combateu. Pedagogo de reconhecido mérito, foi também um regionalista entusiasta, tendo desempenhado o cargo de presidente da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, de fevereiro de 1925 a dezembro de 1930. Deixou-nos ainda alguns títulos, como "Os Acontecimentos de 31 de Janeiro" e a "Minha Prisão"; "Banditismo Político"; "Cartas de Longe"; "Monárquicos e Republicanos"; "Notas da Minha Vida e do Meu Tempo", para além de ter colaborado em várias obras de carácter enciclopédico. in: Porto Editora - Homem Cristo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.pt/$homem-cristo
Autodidata, foi uma das figuras mais importantes da intelectualidade portuguesa dos finais do século XIX. Frequentou o liceu em Coimbra, tendo-se matriculado com 15 anos em Matemática na Universidade. Insatisfeito com o ambiente que aí encontrou, dois anos depois abandona os estudos universitários. Impôs então a si próprio um programa de estudos centrado em autores alemães, aprendendo para o efeito a língua alemã. Ao longo da sua vida realizou notáveis trabalhos em pedagogia, linguística, etnografia e antropologia. Foi professor no Curso Superior de Letras, onde ensinou Filologia Românica Comparada e Filologia Portuguesa e assistiu à sua transformação em Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor da Escola Primária Superior de Rodrigues Sampaio, criada por sua iniciativa. Exerceu também atividades docentes na Escola Normal Superior de Lisboa. Participou em várias comissões de ensino médio e superior, como vogal ou presidente, tendo nessa qualidade elaborado importantes relatórios. Proferiu nas célebres Conferências do Casino, organizadas por Antero de Quental e Jaime Batalha Reis, a conferência "A Questão do Ensino" (1871). Em seu livro homónimo publicado no ano seguinte, Adolfo Coelho fala sobre a necessidade e fins do ensino; examina as formas e tipos; o ensino em Portugal em decadência pela aliança entre Igreja e Estado; defende a separação entre ambos e a promoção da liberdade do pensamento. As suas conceções pedagógicas assentavam na convicção que através da educação seria possível regenerar o país. Combateu a submissão do ensino às ideias religiosas. Organizou um importante Museu Pedagógico na Antiga Escola do Magistério Primário de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Adolfo_Coelho
Livro constituído por testamentos e verbas dos seguintes Benfeitores da Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres do Porto: André Gomes Ribeiro (Reverendo e morador na Rua do Paraíso); Bento dos Reis Bernardes (Reverendo e Abade Reservatário das Igrejas de São Roque de Vila Chã e São Nicolau do Porto); António Rodrigues Souto (Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo); Bartolomeu Borges de Carvalho (Padre, Presbítero do Hábito de São Pedro e assistente na Calçada da Relação Velha); Manuel Teixeira da Silva Salvado (Padre e morador na Rua das Flores); Domingos de Jesus Gonçalves de Azevedo (Reverendo Doutor Promotor do Bispado); António José de Lemos e Abreu (Reverendo Doutor, natural da Comarca e Termo de Guimarães e morador na Torre da Marca); Carlos Vieira de Melo (morador em Santo António do Penedo); Francisco de Paula de Figueiredo (Reverendo); Rodrigo António Guimarães (Tesoureiro do Cofre); Barnabé de Oliveira Maia; Francisco Martins Moreira Sousa; José da Expectação (Reverendo e Ex-Secretário); José Lopes da Silva; Francisco de Oliveira Durão (Doutor); Manuel Peixoto (Reverendo); Manuel Joaquim Simões e Manuel Joaquim Monteiro de Almeida (Abade e Ex-Presidente)). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 247).
Filiação: Francisco Morais e Antonia Alvares Branco. Natural e/ou residente em CHA,Sao Vicente, actual concelho de MONTALEGRE e distrito (ou país) Vila Real.
Filiação: Manuel Francisco Sousa e Maria Josefa. Natural e/ou residente em PEDREIRA,Santa Marinha, actual concelho de FELGUEIRAS e distrito (ou país) Porto.
O [Desembargador], Francisco Duarte Coelho, [deportado na Setembrizada de 1810 sob acusação de jacobinismo], reclama a sua inocência junto de António de Araújo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil]. Invoca os serviços prestados durante mais de vinte anos, para solicitar a cedência de um serviço na referida Repartição. Remete a obra "Reflexões Estatisticas" sobre a ilha de Angra, a qual pretende manter anónima devido às ideias inovadoras que nela defende. Louva o trabalho de [Aires Pinto de Sousa Coutinho] Governador das Ilhas açorianas.
O autor, Consul geral no Havre participa a António de Araújo de Azevedo que Napoleão entrou no dia 21 em Paris, tendo sido aclamado pelas tropas. Luís XVIII já havia retirado na noite de 19 para 20. Continuará a desempenhar funções, para as quais foi nomeado em 23 de Julho de 1804, até que S.A.R. determine o contrário, tanto mais que Caumont, Agente provisório dos portugueses nomeado por Francisco José Maria de Brito, partiu como voluntário com um destacamento para Rouen, deixando vago o seu cargo. Recomenda-se à protecção do destinatário.
SOTOMAIOR, Francisco Lúcio de Sá (Padre). // Em 1775 já era o abade de Rouças; em 1800 tinha como seu cura o padre Lourenço José Rodrigues. // Em 1792 era o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu em 1824. // Um seu sobrinho, João de Sá Sotomaior, morgado do Reguengo, foi juiz de paz pelo círculo de Paderne nos anos de 1856-1857, e admitido na Confraria das Almas de Prado a 10/4/1862 por 9$000 réis, depois de falecido, e isto «segundo sua disposição testamentária.» // Um filho deste João de Sá Sotomaior, nascido em Paredes de Coura em 1825, foi presidente da Câmara Municipal de Melgaço (ver na Vila).
GAMA, Francisco Manuel de Sousa. Filho de Tomaz Lourenço de Sousa Gama e de Maria Gertrudes Pinheiro (de Macedo). Neto paterno de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado; neto materno de Manuel Álvares Pinheiro e de Rosa Domingues. Nasceu na Casa da Alota, a 28/1/1767, e foi batizado na igreja de São Paio a 4/2/1767. Padrinhos: Bento Manuel de Araújo, solteiro, filho de Manuel Machado, fidalgo, da Casa da Amiosa, e Clemência Rita, solteira, da Casa da Serra. // S.m.n.
Autoria de Francisco Seberiani Squadrani, cópias manuscritas de Francisco José Vaz da Silva e arranjos instrumentais da responsabilidade de Joaquim Conde de Pinho.
Requerimento e certidão dos autos cíveis de força nova sobre os enterramentos entre o Prior do Cabido da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira contra a Irmandade de São Pedro, sita no Convento de São Francisco.
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro, sita no convento de São Francisco, ao tabelião público de notas, António de Sousa, de uns artigos de força nova contra a Mesa da extinta Irmandade de São Pedro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Avelino José Teixeira Ribeiro e esposa Maria Esménia Lopes de Carvalho Ribeiro 2º Outorgante: José Manuel Teixeira Ribeiro e esposa Maria Fernanda Cerqueira Martins Ribeiro 3º Outorgante: Francisco José Teixeira Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Eduarda da Cunha Guimarães, que também usa o nome de Maria Eduarda da Cunha Guimarães Coelho Lima e marido Francisco Abreu Coelho Lima 2º Outorgante: Carlos da Silva Louro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Eduarda da Cunha Guimarães Coelho Lima, que também usa o nome de Maria Eduarda da Cunha Guimarães e marido Francisco Abreu Coelho Lima 2º Outorgante: Manuel Duarte casado com Maria Pereira
Cessão e trespasse de direito que fizeram Nicolau da Silva e seu pai, Francisco da Silva, a favor de José Martins da Costa e de seu irmão, Luís Martins da Costa, da freguesia de Aldão.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Avelino José Teixeira Ribeiro e esposa Maria Esménia Lopes de Carvalho Ribeiro 2º Outorgante: José Manuel Teixeira Ribeiro e esposa Maria Fernanda Cerqueira Martins Ribeiro 3º Outorgante: Francisco José Teixeira Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Purificação Salazar Guimarães, Laura Salazar Guimarães, Hermínia Salazar Guimarães, Alberto da Silva Guimarães e esposa Maria da Glória de Sousa Guimarães 2º Outorgante: Francisco Gonçalves Azevedo, casado com Cândida Maria Machado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Eduardo Viamonte Figueira de Sousa e esposa Maria Branca de Abreu Novais Malheiro Figueira de Sousa 2º Outorgante: Francisco Sequeira da Piedade casado com Joana da Costa e Silva Sequeira da Piedade
Carta de Francisco José Teixeira para João Manuel Afonso de Macedo, Capelão -Mor do Convento de Santa Clara, trata de assuntos relacionados com uma escritura de rectifição de um dote.
Paga que fez Joana Maria de Araújo e irmã Luísa Rosa de Araújo a favor dos herdeiros e testamenteiros de Francisco Martins da Costa Guimarães da Casa de Minotes.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Carolina de Oliveira 2º Outorgante: Manuel Fernandes e esposa Maria dos Anjos Alves 3º Outorgante: Francisco de Oliveira Pedrosa e esposa Emília Alves 4º Outorgante: Gonçalo Teixeira, casado com Emília da Conceição Alves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gaspar da Silva Guimarães Junior; Francisco Antunes Fernandes; Joaquim Machado 2º Outorgante: Maria Guilhermina de Castro Martins Machado e marido António Gonçalves 3º Outorgante: Duarte de Castro Martins Machado
Requerimento e certidão solicitada pela Irmandade de São Pedro ao tabelião Manuel Martins a concessão atribuída pelo Reverendo Francisco Caetano de os irmãos da Irmandade de São Pedro usarem capotilho preto forrado branco em todos os atos da Irmandade.
Francisco Nunes Manoel de Matos, Quitéria Maria do Espírito Santo e seu marido João Baptista Pinto e Maria de Matos vendem um monte com vinho, oliveiras e casas, no lugar de Gouvinhas, a João Rebelo de Matos e Rocha.
Requerimentos e certidões solicitadas pela Irmandade de São Pedro, sita no Convento de São Francisco ao escrivão do Juízo de Guimarães no sentido de não existirem quaisquer provisões ou requerimentos do Reverendo Cabido e Irmandade Nova da Colegiada de Guimarães
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco Machado de Oliveira e esposa Adelaide da Costa, que também usa o nome de Adelaide Morais da Costa 2º Outorgante: João Machado de Oliveira, casado com Maria Amélia de Faria
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alfredo Leite, que também usa o nome de Alfredo Leite Teixeira e esposa Maria Elisa Lopes de Faria 2º Outorgante: Francisco Machado Martins casado com Maria Isaura Leite Vaz
VAZ, Francisco António dos Santos. Filho de Manuel José Vaz e de Joana Vaz, lavradores, residentes no lugar de Fontes. Nasceu em Paderne por volta de 1834. // Proprietário. // Casou com Francisca Rita da Trindade Soares, da Vila de Monção, filha de João Soares da Costa e de Maria Rosa Coutinho, da dita Vila de Monção. // A sua esposa finou-se na Portela de Paderne, onde o casal morava, a 25/3/1883, com cerca de 85 anos de idade (!), e foi sepultada na igreja do mosteiro. // Fizera testamento. // Não deixou quaisquer filhos. // Ele tinha 51 anos de idade, era viúvo da dita Francisca Rita, quando casou em segundas núpcias, na igreja do mosteiro, a 4/4/1885, com Amália de Castro Araújo, de 44 anos de idade, solteira, natural de Paderne, costureira, moradora no lugar da Portela, filha de Joana Rita de Castro Araújo. Testemunhas: José Joaquim Esteves, casado, proprietário, do lugar da Portela, Manuel António de Sousa, casado, e Francisco Rodrigues, solteiro, lavradores na Quinta do Convento. // Morreu no lugar da Portela, onde morava, a 2/1/1887, com 53 anos de idade; estava casado com a dita Amélia de Castro Araújo. Foi sepultado na igreja do mosteiro no dia seguinte. Deixou duas filhas: Virgínia do Rosário, nascida em 1867, e Maria do Rosário, nascida em 1869, ambas geradas na segunda esposa, quando ela ainda era solteira, perfilhadas no dia do casamento dos pais. // (ver Manuel José Lourenço – Paderne).
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Jerónimo Rodrigues e esposa Adozinda de Castro 2º Outorgante: Francisco da Silva Raimundo , outorgando na qualidade de procurador de António Rodrigues e mulher Maria de Oliveira 3º Outorgante: Manuel Rocha, outorgando como procurador de Francisco Oliveira da Rocha e esposa Maria da Conceição de Lima Rodrigues 4º Outorgante: Rosa da Conceição Rodrigues e marido Joaquim da Costa Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Damião da Silva, casado com Aida Marques Fernandes Martins; 2º Outorgante: António Francisco de Jesus Moreira, que também usa o nome de António Peres, casado com Judite Ferreira Moreira; 3º Outorgante: Aida Marques Fernandes Martins, casada com Damião da Silva; 4º Outorgante: Judite Ferreira Moreira, casada com António Francisco de Jesus Moreira, que também usa o nome de António Peres.
Processo de concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco António de Moura e Paiva, pároco colado na freguesia de Santo Aleixo.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911. Pensionista: Padre Francisco Augusto da Costa e Silva, pároco encomendado na freguesia de Miranda do Corvo.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco António Soares da Silva Paredes, pároco colado na freguesia de Lavradas.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco de Paula da Fonseca Neves, pároco colado da freguesia da Pena.
Filiação: Joao Francisco e Ana Maria Cunha. Natural e/ou residente em PONTE LIMA-SANTA MARIA ANJOS, actual concelho de PONTE LIMA e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Filiação: Manuel Francisco Ribeiro e Maria Rosa Esteves. Natural e/ou residente em PARADA,Sao Martinho e ANHOES,Sao Tiago, actual concelho de MONCAO e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Filiação: Francisco Lopes e Ana Sequeiros. Natural e/ou residente em BEIRAL LIMA,Santa Maria, actual concelho de PONTE LIMA e distrito (ou país) Viana do Castelo. Outra informação: Embargos Purga.
Filiação: Francisco Fontoura e Maria Vaz. Natural e/ou residente em VILAS BOAS,Sao Goncalo e ANELHE,Santa Eulalia, actual concelho de CHAVES e distrito (ou país) Vila Real.
Filiação: Joao Francisco Carvalho e Helena Alvares Maciel. Natural e/ou residente em Viana do Castelo-SANTA MARIA MAIOR, actual concelho de Viana do Castelo e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Filiação: Pedro Francisco e Maria Vieira. Natural e/ou residente em MOSTEIRO,Sao Joao Batista e GUILHOFREI,Sao Tiago, actual concelho de VIEIRA MINHO e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Antonio Francisco Alvares e Cipriana Velho Silva. Natural e/ou residente em VITORINO PIAES,Santo Andre, actual concelho de PONTE LIMA e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Filiação: Domingos Francisco e Catarina Francisca. Natural e/ou residente em RUIVOS,Santa Eulalia, actual concelho de PONTE BARCA e distrito (ou país) Viana do Castelo. Outra informação: Arvore Genealogica.
Solteiro. Minorista. Filho de Francisco Soares da Rocha, já defunto, e de Teresa Maria de Jesus. Morador na Rua dos Chãos de Cima. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Casado, 31 anos de idade. Natural de CAMPO,Sao Martinho-POVOA LANHOSO. Destino Rio Janeiro. Serralheiro. Leva sua mulher Lucinda Rosa, de 33 anos, e seu filho Francisco, de 3 anos.
Casado, 39 anos de idade. Natural de SOBRADELO GOMA,Santa Maria-POVOA LANHOSO. Destino Rio de Janeiro. Leva em companhia seu filho Inocencio Francisco de 13 anos. Nao escreve
Casado, 37 anos de idade. Filiação: Jose Francisco Barroso. Natural de CARVIDE,Sao Lourenco-LEIRIA, residente em BRAGA-MAXIMINOS,Sao Pedro-BRAGA. Destino Ilha de Sao Tome e Principe. Lavrador.
Filiação: Jose Francisco Silva e Serafina Oliveira. Natural e/ou residente em Viana do Castelo-MONSERRATE,Nossa Senhora, actual concelho de Viana do Castelo e distrito (ou país) Viana do Castelo.