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- Superfície e População; - Aproveitamento agrícola; - Número de habitantes por concelhos; - Índice anual da produção industrial; - Principais produções industriais; - Exportações por mercadorias (valor em 1000 esc.); - Importações por mercadorias (valor em 1000 esc.); - Principais produtos exportados; - Pecuária; - Desemprego; - Contribuição Predial; - Rendimento Nacional; - Receita e despesa prevista para 1971;
Fotocópia da Acta 44/75 da reunião do Conselho de Ministros do Governo de Transição de Cabo Verde, onde o tema em discussão foi a aterragem e sobrevôo do Aeroporto da ilha do Sal, e as eleições para a Assembleia Nacional de Cabo Verde, entre outros assuntos.
Carta do Brigadeiro Luís António de Carvalho Viegas, informando o Governador da Guiné, Capitão-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues, que foi proclamado deputado, pela Guiné, à Assembleia Nacional e que está já a pensar na comemoração do 5º Centenário da Descoberta da Guiné e, ainda, em problemas existentes na Guiné.
Inclui fotocópias de documentos inerentes ao processo de restauro da fragata, designadamente, protocolo entre a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e a Marinha, autorização para que o arsenal do Alfeite celebre contrato, nomeação da comissão executiva, e autorização de adjudicação.
Documentação relacionada com o exercício da sua profissão, nomeadamente, como membro da guarnição e comandante de diferentes navios, formação (cursos em Portugal e no estrangeiro - Estados Unidos da América, etc.), cargos e missões desempenhadas - Delegado Marítimo em Cascais, Adido Naval em Washington e Londres, Presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante...
Carta de Maurício de Oliveira apresentando ao Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, o Chefe dos Serviços Externos da Emissora Nacional e técnico de cinema, Carlos Ribeiro, que na qualidade de assistente de Leitão de Barros, irá filmar naquela Colónia.
Desfile Militar Comemorativo da Tomada da Bastilha, dia Nacional de França, com representações de todos os países da União Europeia (UE). Portugal abriu o desfile representado por um pelotão de Fuzileiros da Marinha, o qual se vê a desfilar na avenida Champs-Élysées, avistando-se ao fundo o Arco do Triunfo.
Desfile Militar Comemorativo da Tomada da Bastilha, dia Nacional de França, com representações de todos os países da União Europeia (UE). Portugal abriu o desfile representado por um pelotão de Fuzileiros da Marinha, o qual se vê a desfilar na avenida Champs-Élysées, avistando-se ao fundo o Arco do Triunfo.
Fotografia onde se visualiza, em Luanda, na Fortaleza de S. Miguel, na cerimónia Patrótica, após o içar da Bandeira Nacional, o Presidente da República, General Craveiro Lopes (ao centro, de perfil), o Governador-Geral de Angola, Capitão Silva Carvalho (atrás), e o Capitão Craveiro Lopes (de perfil, usando espada).
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, visitando a exposição, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (primeiro à esquerda), o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (segurando uma espada), e o Ministro da Presidência, Dr. João Costa Leite Lumbrales.
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (de lado) mostrando a exposição ao Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (à sua frente), acompanhado do Ministro da Presidência, Dr. João Costa Leite Lumbrales (à sua direita), e o 2º Tenente Almeida Pinto.
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues (ao centro), mostrando a exposição ao Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (à esquerda), acompanhado do Ministro da Presidência, Dr. João Costa Leite Lumbrales.
Fotografia onde se visualiza, no Palácio de S. Bento, numa das salas da Assembleia Nacional, observando uma oferta de Macau, um dente de marfim trabalhado, de Ho In, Y. C. Leong e Chung-Chi-Kong, o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Dr. Oliveira Salazar (à esquerda), acompanhado do Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, na visita à exposição.
Fotografia onde se pode visualizar, no edifício do Leal Senado, acompanhado pelas mais distintas figuras da Província, o Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues, antes de conferir posse aos dirigentes da Comissão Provincial da União Nacional de Macau, proferindo algumas palavras, à sua esquerda o Director Geral do Ensino do Ultramar, Dr. Braga Paixão e o Intendente José Peile da Costa Pereira.
Unidade de instalação nº 187, caixa, 707 folhas de correspondência expedida do Contratorpedeiro "DÃO" no ano de 1954; Inclui 41 folhas da relação do pessoal com direito a voto para a eleição do Presidente da República e da Assembleia Nacional, nos 41 concelhos.
Fotocópia da Acta 35/75 da reunião do Conselho de Ministros do Governo de Transição de Cabo Verde, onde o tema em discussão foi a acção externa no Aeroporto do Sal e ainda as eleições para a Assembleia Nacional de cabo Verde, entre outros assuntos.
Álbum com fotografias referentes à visita do Director do Depósito de Munições NATO de Lisboa; Visita do Comandante da Esquadrilha de Submarinos; Visita a Portimão; Visita a Leixões; Jantar de apresentação dos Aspirantes Estagiários; Almoço de despedida de oficiais da guarnição; Demonstração Naval para o Curso de Defesa Nacional.
155 folhas de Relatórios dos diversos Chefes de Serviços; Um dos relatórios do Comando, inclui 6 fotos com aspetos da canhoneira e outra dos elementos da guarnição a fazerem ginástica; 1 folha do Boletim Oficial da Imprensa Nacional da Bolama-Guiné e 1 Diploma Legislativo nº 946 de 04-01-1936.
- Ações no mar, em terra e no ar; - As missões da Marinha de guerra; - Organização do ministério da Marinha; - Pessoal do ativo; - As reservas da Marinha; - Infraestruturas; - Atividades da armada e ministério da Marinha; - As unidades navais da armada nacional; - Unidades em construção; - Unidade cuja construção já foi autorizada; - Programa de novas construções; - A evolução dos quadros do pessoal nos últimos quatro anos;
Contém cópia de informação relativa à viagem do navio, em representação de Portugal, na abertura à navegação do canal de Kiel em Junho de 1895. Inclui ainda, a tradução de um pedido, ao então Secretariado Nacional da Informação, de uma notícia publicada numa revista portuguesa, relativa à participação do “Vasco da Gama” na parada naval, nas cerimónias de inauguração.
2ª parte da obra "Lições e Solfejo" de Augusto Machado e Julio Neuparth, obra aprovada oficialmente para o Conservatório Nacional. As Lições e Solfejo foram adaptadas aos programa do Conservatório e harmonizadas com acompanhamento de piano por Silveira Pais. A obra é constituída por 104 lições e está assinada por Artur Fão. Encontram-se também apontamentos e notas manuscritas várias a grafite.
Inclui documentação avulsa referente ao afundamento do vapor "Cassequel", nomeadamente: lista de passageiros recolhido pelo N.R.P. "Douro" , ofício dirigido ao Director do Arquivo Geral da Marinha relatando o afundamento do vapor "Cassequel", cópia do ofício do Comandante do HMS "Campion" dirigido ao Ministério da Defesa Nacional pedindo ajuda para encontrar os portugueses que tinha salvo após o afundamento do vapor "Cassequel" em 1941.
Documentação avulsa referente ao afundamento do vapor "Cassequel", nomeadamente: lista de passageiros recolhido pelo N.R.P. "Douro" , ofício dirigido ao Director do Arquivo Geral da Marinha relatando o afundamento do vapor "Cassequel", cópia do ofício do Comandante do HMS "Campion" dirigido ao Ministério da Defesa Nacional pedindo ajuda para encontrar os portugueses que tinha salvo após o afundamento do vapor "Cassequel" em 1941.
ALMEIDA, António Lopes da Costa. Repertório Remissivo da Legislação da Marinha e do Ultramar Compreendido nos Anos de 1317 até 1856. Lisboa: Imprensa Nacional, 1856, 689 p. Compilação de legislação da Marinha e Ultramar organizada pelo sistema alfabético, remissivo e cronológico, com a terminologia da época.
Memórias constituídas por documentos datilografados que incluem a perspetiva do Almirante Tenreiro sobre vários factos ocorridos na História Nacional (séc. XX). As mudanças políticas e conflitos internacionais (Espanha, China). O autor pretende estabelecer uma ligação entre os factos ocorridos e a implicação dos mesmos na sua vida pessoal e profissional enquanto militar
Memórias constituídas por rascunhos que incluem a perspetiva do Almirante Tenreiro sobre vários factos ocorridos na História Nacional (séc. XX); conflitos internacionais;mudanças políticas ocorridas em Espanha,China. O autor pretende estabelecer uma ligação entre os factos ocorridos e a implicação dos mesmos na sua vida pessoal e profissional enquanto militar.
Memórias constituídas por documentos datilografados e rascunhos que incluem a perspetiva do Almirante Tenreiro sobre vários factos ocorridos na História Nacional (séc. XX). As mudanças políticas e conflitos internacionais (Espanha, China). O autor pretende estabelecer uma ligação entre os factos ocorridos e a implicação dos mesmos na sua vida pessoal e profissional enquanto militar.
Dentro do Tempo... Programa Cultural n.º 6 - Dezembro de 1999 a Janeiro de 2000: - Nota de Abertura “Prenda de Natal” - Sumário / Ficha Técnica - Actividades em Dezembro: Montaria aos Javalis / Vitifrades (sessão solene de abertura) – Inauguração e visita ao certame; animação com o Grupo Coral de Vila de Frades, Grupo Musical Jovens da Vidigueira e Grupo Musical “Contrabando” de Évora; Passeio de TT e BTT “A Rota das Adegas”; Maratona Fotográfica; Prova comentada de vinhos; Colóquios técnicos; Animação com os artistas Tânia Sofia, João Pedro e Tozé e Maria da Fé; Raid de Orientação; Rota das Adegas; Divulgação e entrega de prémios do 2º concurso “Os Melhores Vinhos de Talha 1999”; Espectáculo de encerramento com a actuação da Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira / Futebol (campeonato Inatel) – Pedrógão-Vila de Frades / Semana Gastronómica do Porco / Montaria aos Javalis (Herdade do Carmo) / Futebol (Campeonato Nacional de Iniciados) – Vasco da Gama-Portimonense / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Clube Atlético Aldenovense / Andebol (Campeonato Nacional de Juvenis) – Vasco da Gama-Ginásio do Sul / Futebol (Campeonato Inatel) – Vila de Frades-Louredense / Andebol (Campeonato Nacional de Juvenis) – Vasco da Gama-Évora / Festa de Natal das Escolas / Jantar de Natal dos Funcionários da C.M.V. / Exposição de Presépios (salão da Junta de Freguesia de Vidigueira) / Concerto de Natal com Grupo Coral Vozes da Vidigueira e Banda Filarmónica dos Bombeiros Voluntários de Vidigueira / Futebol (Campeonato Inatel) – Pedrógão-Santo Amador / Futebol (Campeonato Nacional de Iniciados) – Vasco da Gama-Desportivo de Beja / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Moura Atlético Clube / Almoço de Natal para os Reformados / Missa do Galo “Auto de Natal” (crianças da catequese de Selmes) / Montaria aos Javalis (Montaria de Corte Serrão) / Andebol (Campeonato Nacional de Juvenis) – Vasco da Gama-Vitória de Setúbal - Suplemento n.º 5 – Património Natural e Construído do Concelho de Vidigueira: Estações do Calvário de Selmes / Abibe / Medronheiro - Actividades em Janeiro: Futebol (Campeonato Inatel) – Pedrógão-S.Matias / Noite de Reis (Grupo Coral “Os Vindimadores”, Grupo Coral “Os Amigos da Vidigueira”) / Futebol (Campeonato Distrital de Séniores) – Vasco da Gama-Almodovarense / Andebol (Campeonato Nacional de Juvenis) – Vasco da Gama-Alto do Moinho / Futebol (Campeonato Inatel) – Vila de Frades-Vila Alva / Montaria aos Javalis (Montaria dos Barrancões) / Andebol (Campeonato Nacional de Juvenis) – Vasco da Gama-Almada / Futebol (Campeonato Inatel) – Pedrógão-Trigaches / Montaria aos Javalis (Montaria de Mac Abrão) / Futebol (Campeonato Inatel) – Vila de Frades-Santo Amador / Futevoley (Selmes) - Telefones Úteis - Passatempo - Cinema - Calendário
Agenda Cultural e Desportiva n.º 18 - Outubro e Novembro de 2002: - Nota de abertura – António Mendonça, Presidente da Câmara Municipal de Vidigueira - Sumário / Ficha Técnica - Em Destaque: Mês da Música / Desporto - O Regresso da Competição (Clube de Futebol Vasco da Gama; Grupo Desportivo da Freguesia de Pedrógão; Mirante – Selmes; Grupo Desportivo VilaFradense) - Programa de Outubro: Dia Internacional do Idoso / Recepção à Comunidade Educativa / Rural Beja / Exposição de Pintura de Azulejo / Outubro – Mês da Música – Concerto “Ensemble Música Antiga Pax Julia”; “Trio de Metais”; “Austin”; “Quarteto de Cordas” / Espaço Internet (inauguração) / Concurso de fotografia “Alentejo – Uma Paixão” - Programa de Novembro: Exposição de pintura e porcelana de Perpétua Monte / Exposalem (exposição de fotografia, artesanato, grupos corais, cinema) / BTT – S. Martinho no País das Uvas / S. Martinho - Agenda Desportiva Outubro: Andebol (campeonato nacional I divisão) – Vasco da Gama Vs Vela de Tavira; Futebol (1ª divisão distrital) Vasco da Gama Vs Guadiana de Mértola; Futebol (2ª divisão distrital) G.D.C.F. Pedrógão Vs A.C. Ficalho; Futsal (fase final do campeonato nacional do Inatel); Futebol (campeonato nacional de iniciados) Vasco da Gama Vs Lusitano Gin. Clube; Andebol (campeonato nacional I divisão) Vasco da Gama Vs Estreito (Madeira); Futebol (2ª divisão distrital) G.D.C.F. Pedrógão Vs G.D.C. Neves; Futebol (distrital de infantis) Vasco da Gama Vs S.C. Cuba: Futebol (campeonato nacional iniciados) Vasco da Gama Vs Lusitano V.R.S.A.; Futebol (1ª divisão distrital) Vasco da Gama Vs Serpa; Natação – Clube de Desportos Aquáticos de Vidigueira - Agenda Desportiva Novembro: Andebol (campeonato nacional I divisão) – Vasco da Gama Vs Ílhavo A.C.; Futebol (2ª divisão distrital) G.D.C.F. Pedrógão Vs Sobralense; Futebol (distrital de infantis) Vasco da Gama Vs Despertar S.C.; Futebol (campeonato nacional iniciados) Vasco da Gama Vs C.F. Os Elvenses; Taça distrital Beja – Vasco da Gama Vs Alvorada F.C.; Andebol (campeonato nacional I divisão) Vasco da Gama Vs 1º Dezembro; Futebol (1ª divisão distrital) Vasco da Gama Vs S.C. Cuba; Futebol (distrital de infantis) Vasco da Gama Vs Beringelense; Futebol (campeonato nacional iniciados) Vasco da Gama Vs S.C. Farense; Futebol (2ª divisão distrital) G.D.C.F. Pedrógão Vs Cabeça Gorda; Andebol (campeonato nacional I divisão) – Vasco da Gama Vs Santana (Porto) - Calendário Outubro/Novembro / Provérbios - Os Nossos Artistas… José Francisco - Suplemento Outubro/Novembro de 2002 – Vidigueira – Um Concelho a Descobrir: Pessoas com História (Aquiles Estaço) / Outros Tempos (Anuário Ilustrado de Portugal, 1944; Algumas Referências ao Concelho de Vidigueira) / Rota do Fresco (Ermida de Santa Clara) - Ambiente – Guadiana… o açude de Pedrógão - Para Ouvir… Músicas - Para Ler… Livros - Para Ver em Casa… Vídeo - Para Ver no Cinema… - Aventuras na Net… - Telefones Úteis - Alentejo à Mesa… (receitas) Feijoada de Lebre / Perdiz à alentejana / Coelho à Caçador - Onde Comer… Restaurantes - Onde Dormir… - Passatempos… - Recolha de Informação… - Informações Úteis… - Os Nossos Poetas… Sra. Catarina Milho (poesia dedicada à terceira idade) - As Nossas Associações… Grupo Desportivo e Cultural da Freguesia de Pedrógão do Alentejo - Vamos Recordar (fotografias) - Histórias do Concelho…Alcunhas da Vidigueira / Localismos ou expressões tipicamente alentejanas
Dentro do Tempo... Agenda Cultural e Desportiva n.º 13 - Outubro e Novembro: - Poesia popular “O Amor” – Justina Raminhos - Sumário / Ficha Técnica - Destaques: “O regresso da competição” – Andebol (Clube de Futebol Vasco da Gama – Campeonato Nacional da 2ª Divisão); Futebol (Clube de Futebol Vasco da Gama – Campeonato Distrital da 1ª Divisão); Futebol (G.D.C. Freguesia de Pedrógão do Alentejo – Campeonato Distrital da 2ª Divisão); Futebol (Grupo Desportivo Vilafradense – Campeonato Distrital do Inatel) / Recepção à comunidade educativa - Actividades em Outubro: Abertura das piscinas municipais / Tempos Livres / Percurso pedestre / Andebol (2ª divisão nacional) – Vasco da Gama-A.D.C.Benavente / Futebol (1ª divisão distrital) – Vasco da Gama-Moura Atlético Clube / Andebol (2ª divisão nacional) – Vasco da Gama-G.D. Samora Correia / Futebol (Campeonato distrital juniores) – Vasco da Gama-Moura Atlético Clube / Futebol (2ª divisão distrital) – C.D.C. Freguesia Pedrógão do Alentejo-Penedo Gordo / Inauguração do pavilhão de festas de Marmelar / Passeio a pé (Selmes) / Andebol (2ª divisão nacional) – Vasco da Gama-C.N.Guadiana / Piquenique em Alcaria / Futebol (Campeonato distrital juniores) – Vasco da Gama-Piense S.C. / Futebol (1ª divisão distrital) – Vasco da Gama-S.C.Cuba - Actividades em Novembro: Loja móvel do Sport Lisboa e Benfica / ExpoSalém – música, exposição, teatro (Selmes) / Exposição de trabalhos realizados no OTL (Selmes) / Recepção à comunidade educativa / Andebol (2ª divisão nacional) – Vasco da Gama-Évora A.C. / Futebol (Campeonato distrital juniores) – Vasco da Gama-Moura Atlético Clube / Futebol (2ª divisão distrital) – C.D.C. Freguesia Pedrógão do Alentejo-A.C.Brinches / “São Martinho no País das Uvas” (passeio de BTT) / Dia de S. Martinho / Futebol (1ª divisão distrital) – Vasco da Gama-S.C.Odemirense / Futebol (2ª divisão distrital) – C.D.C. Freguesia Pedrógão do Alentejo-C.D.Salvadense / Futebol (1ª divisão distrital) – Vasco da Gama- Piense S.C. - Suplemento n.º 12 – Património Natural e Construído do Concelho de Vidigueira: Convento de Nossa Senhora das Relíquias / Papa-Figos / Oliveira - Cinema - Ambiente: Não abandone o seu animal - Passatempos - Telefones Úteis - Música - Gastronomia no Alentejo – Açorda de Bacalhau (receita) - Calendário / Agenda Mensal - Vamos Recordar – fotografia de equipa de futebol jovem de Vidigueira
Faz referência à justiça feita a Alfredo Pimenta no caso da Academia Portuguesa da História e na promoção a primeiro conservador da Torre do Tombo. Faz votos para que Alfredo Pimenta seja rapidamente diretor da Torre do Tombo. Participa que vai enviar dois livros que traduziu e prefaciou e refere os críticos. Pede a Alfredo Pimenta que prefacie uma antologia sua sobre Maritain. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Maquete de desdobrável da Cidade de Guimarães [da autoria do escultor Paulo Pina?] (documento original, desenhado à mão a lápis); Desdobrável do Fundo de Turismo; Desdobrável da Casa de Retiros dos Padres Redentoristas; Tourist Free Distribution Guide [Desdobrável com mapas das principais cidades do norte do país); Formulários/Maquete de Merchandise da empresa PRODUTOS S.V. (9 folhas, 1 delas original – Guimarães); Cartão de Visitas do Director Promocional da Costa verde notificando o [Presidente da Câmara] do envio de dois desdobráveis de Caldelas/Amares. (documentos originais, 1 cartão de visitas, mais 2 desdobráveis); Maquete de um desdobrável e respectivas instruções (1 folha com cores indicando pontos de interesse, 1 maquete de desobrável desenhada á mão, 4 folhas com instruções); Cartão de Visita da Direcção Geral do Turismo, Delegação do Porto; Oficio da Câmara Muncipal de Guimarães dirigido à Direcção Geral de Turismo Delegação do Porto remetendo o material necessário para a execução de um projecto; Nota de Serviço com mensagem a redigir no Oficio à Direcção Geral do Turismo Delegação do Porto [escrito por Manuel Ferreira] (documento original); Oficio da Direcção Geral de Turismo Repartição de Promoção Turística dirigido à CM Guimarães com instruções como proceder para obter financiamento para a produção de material de propaganda/informação turística. (doc composto); Oficio da Câmara Muncipal de Guimarães dirigido à Direcção Geral de Turismo Delegação do Porto informando das intenções de criar material para informação de turistas e que já averiguou orçamentos; Oficio da Câmara Muncipal de Guimarães dirigido ao Banco Nacional Ultramarino pedindo o mecenato desde na edição de um mapa turístico de Guimarães; [Projecto] Orçamento e Estimativa de um Guia Turístico da Cidade de Guimarães pelo Arquitecto José Manuel Braga. (5 folhas, documento composto, documento original); Oficio da Câmara Muncipal de Guimarães dirigido ao Arquitecto José Manuel Braga pedindo a sua colaboração no mapa turístico de Guimarães; [Memorando relatando as instruções dadas pelo Arquitecto José Manuel Braga , via telefone, sobre a elaboração do Mapa Turístico da Cidade de Guimarães] (doc original]; Heliografia com planta de cidade; Folheto publicitário do Guia Turístico do Norte; Oficio da Publitotal dirigido ao Presidente da CM Guimarães com as condições e preços de impresssão de material turístico. (2 folhas, doc composto); Oficio da Gráfica Ideal dirigido ao Presidente da CM Guimarães com as condições e preços de impresssão de material turístico. (doc composto); nMaquete de desdobrável (documento original); [Maquete de Brochura?] (6 folhas).
Felicita Alfredo Pimenta pelo artigo na “A Nação”, no âmbito da luta com a Academia Portuguesa de História. Comenta o papel de Portugal na reconstrução moral da Europa e do Mundo. Desabafa a dificuldade em ser alemão e não poder intervir na opinião pública. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Refere-se à distribuição do discurso de Alfredo Pimenta de 11 de outubro. Declara que envia o artigo do padre Varzim que confirma a opinião de Alfredo Pimenta sobre ele. Pede para autografar o seu livro "Idade Média" para o Jorge Sampaio. Solicita exemplares do opúsculo "Na Academia Portuguesa da História". Informa que vai mandar o suplemento literário do jornal "Janeiro". Reporta-se à foto para o livro da Mumadona e ao Joviano, Governador Civil do Porto. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Refere-se à tradução do testamento da Mumadona. Tece comentários críticos à imprensa portuguesa e ao Baião a propósito do caso entre a Academia Portuguesa da História e Alfredo Pimenta. Declara que o Esteve Aguiar lhe disse que vai escrever a Alfredo Pimenta sobre a edição do opúsculo. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Refere-se ao caso entre Alfredo Pimenta e a Academia Portuguesa da História. Comenta as notícias sobre política internacional. Pergunta se tem notícias boas a respeito do Secretariado. Fala sobre o falecimento do reitor da Universidade do Porto. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Declara que foi buscar o recetor. Refere-se ao caso entre a Academia Portuguesa da História e Alfredo Pimenta. Tece comentários elogiosos à página minhota de Alfredo Pimenta publicada no jornal "Nação". Alude ao Ensaio crítico de Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Refere-se ao artigo de Alfredo Pimenta para publicação na página do "Diário do Minho" dedicada a Guimarães. Comenta a notícia sobre a morte de Abel Salazar. Tece comentários elogiosos ao ensaio crítico de Alfredo Pimenta publicado na "Nação". Alude ao relatório da Academia [Portuguesa da História]. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Informa que folgou saber que o Dr. Beirão não se deixou envolver no caso da Academia [Portuguesa da História]. Pede para Alfredo Pimenta decalcar o desenho da capa do seu livro “Na torre da ilusão: versos” e lhe dizer as cores do desenho, o impressor e a data, pois precisa disso para o seu estudo da obra de António Augusto. Alude aos bibliotecários e arquivistas. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Contém, nomeadamente a seguinte informação: editais, recibos e correspondência sobre a eleição do Presidente da República, a realizar no dia 17 de fevereiro de 1935; certidões de afixação dos editais anunciando o inicio das operações para a organização do recenseamento eleitoral do ano de 1935; relação de cidadãos portugueses, na idade e condição de serem eleitores, falecidos no ano de 1934; relação dos cidadãos a excluir da relação organizada pela repartição de Finanças, que deixam de ser inscritos no recenseamento eleitoral do ano de 1935 e relação dos cidadãos, domiciliados no concelho há mais de 6 meses, coletados em quantia não inferior a 100$00 a fim de serem inscritos no recenseamento eleitoral do ano de 1935; certificados eleitorais, verbetes, reclamação eleitoral, requerimentos para inscrição no recenseamento eleitoral todos respeitantes a indivíduos que não foram recenseados, certidões de afixação de editais, relação dos cidadãos eleitores da Câmara Municipal, residentes em São Clemente de Sande, recenseamento eleitoral da freguesia de Ronfe e recenseamento eleitoral da freguesia de São Tiago de Candoso (1931); Relações dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da República organizadas pela Comissão Eleitoral das freguesias de Santa Eufémia de Prazins (1957), Azurém (1957), Atães (1956 e 1957), Gominhães (1955), São Martinho de Candoso (1955), Costa (1956), Donim,(1956) São Lourenço de Selho,(1956) Figueiredo (1956), Gandarela (956), Gonça (1956), Gondomar (1956), Azurém (1956), Barco (1956), São Salvador de Briteiros (1956), Caldelas (1956), São Martinho Candoso (1956), São Tiago de Candoso (1956), Conde (1956), Castelões (1956), Abação São Tomé (1956), Santa Maria Airão (1956), São João de Airão (1956), Aldão (1956), Tagilde (1956), Urgezes (1956), Vermil (1956), São Paio de Vizela (1956), Mascotelos (1956), Mesão Frio (1956), Balazar (1956), Brito (1956), Tabuadelo (1956), São Jorge de Selho (1956), Silvares (1956), São Salvador de Souto (1956), Serzedo (1956), São Faustino de Vizela (1956), Serzedelo (1956), Vila Nova de Sande (1956), São Martinho de Sande (1956);Recenseamento geral dos chefes de família com direito nas eleições da juntas das freguesias Urgezes (1956), Gominhães (1955), Calvos (1946), Serzedo (1953), Gominhães (1954), Santo Estêvão de Briteiros (1954) e São Lourenço de Selho (1956).
Faz referência à questão da Academia Portuguesa da História. Agradece a separata do artigo de Gil Vicente. Elogia o compêndio de "História de Portugal" de Alfredo Pimenta e manifesta o seu interesse em integrá-lo nos programas curriculares. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Acusa a receção das obras “A carta de feudo a Claraval”, “A doação de Vila do Conde a Maria Pães” e “Para a história da Academia Portuguesa da História”. Acusa, ainda, a receção da coleção do “Boletim de Trabalhos Históricos”, do Arquivo Municipal de Guimarães. Envia o volume I de “Memorias de la Facultad de Filosofia y Letras” com estudos relativos à Idade Média. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Participa que fica assente que Alfredo Pimenta e família irão a casa dele em dia a combinar. Combina um dia para visitar Alfredo Pimenta. Comunica que vem publicada, no “Jornal de Notícias”, a notícia do despacho que concorda que Alfredo Pimenta pertence à Academia [Portuguesa] da História e dá-lhe os parabéns. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Contém os seguintes documentos: relação dos Fiscais de Impostos Municipais; relação dos Sargentos em serviço efetivo; relação dos efetivos da Administração do Concelho; relação dos efetivos da Polícia Civil; relação dos funcionários da sub-secção elétrica de Braga; relação nominal do pessoal empregado na Escola Industrial Francisco de Holanda; relação dos funcionários do serviço n.º 3 da Secção Agrícola; relação dos efetivos da Direção de Obras públicas do Distrito de Braga; notas dos funcionários da Estação Telegrafo-posta de Guimarães; relação nominal dos professores e mais pessoal do Liceu Martins Sarmento; relação dos funcionários de Serviços de Finanças; relação de indivíduos que se acham em condições de serem inscritos no recenseamento eleitoral (Regimento de Infantaria n.º17, 20 e 22); relação de cidadãos pertencentes ao cruzador S. Gabriel e "Vasco da Gama" nas condições para poderem votar; relação dos funcionários do hospital Militar de Chaves; relação dos funcionários da Misericórdia de Guimarães; relação dos funcionários da Comarca de Guimarães; relação das praças da "1ª Companhia de Reformados"; relação de funcionários da Fazenda Pública do concelho de Guimarães; relação dos ajudantes e empregados do Registo Civil do concelho de Guimarães; relação de funcionários da Câmara Municipal de Guimarães; relação dos indivíduos com mais de 21 anos e que têm o direito de votar das freguesias de Leitões, Arosa, S.Paio, Abação (S. Cristovão), Abação (S. Tomé), Airão (Santa Maria), Airão (S. João); Azurém, Aldão, Briteiros (S. Estêvão), Barco, Balazar, Creixomil, Costa, Corvite, Conde, Castelões, Candoso (S. Tiago), Calvos, Candoso (S. Martinho), Caldelas, Caldas (S. Miguel), Caldas (S. João), Brito, Briteiros (S. Salvador), Donim, Briteiros (Santa Leocádia), Fermentões, Gandarela; Gémeos, Lobeira, Infías, Infantas, São Sebastião, Oliveira, Guardizela, Gondomar, Gondar, Gonça, Gominhães, Longos, Lordelo, Mascotelos, Mesão-Frio, Moreira de Cónegos, Nespereira, Pencelo, Pinheiro, Polvoreira, Ponte, Prazins (Santa Eufémia), Prazins (Santo Tirso), Rendufe, Ronfe, Sande (S. Clemente), Sande (S. Lourenço), São Torcato, Selho (S. Cristovão), Selho (S. Lourenço), Serzedo, Serzedelo, Silvares, Souto (Santa Maria), Souto (S. Salvador), Tabuadelo, Tagilde, Urgezes, Vizela (S. Paio), Vizela (S. Faustino); ofícios da Guarda Nacional Repúblicana, Serviços Fluviais e Marítimos, Ministério da Marinha e Serviço de Barragens.
Relata que, quando conheceu, em Sevilha, o professor Gonzalez Palência, este terá perguntado por Alfredo Pimenta, de quem teceu elogios. Transmite as cordiais saudações enviadas. Transcreve um trecho de uma carta que recebeu do professor felicitando Alfredo Pimenta pelo desfecho da questão com a Academia da História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Fala sobre a sua relação com Alfredo Pimenta. Manifesta a sua opinião sobre o incidente entre Alfredo Pimenta e a Academia Portuguesa da História. Contém uma nota manuscrita de Alfredo Pimenta acerca do assunto da carta de Torcato de Sousa Soares. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Agradece o envio de um exemplar do diário das sessões. Lastima não poder acompanhar completamente a atividade de escritor de Alfredo Pimenta. Lamenta o que se passou na Academia [Portuguesa] da História. Pergunta se Alfredo Pimenta já tem o opúsculo do Bissaia e refere que ainda não conseguiu obter um. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
"Professor da Faculdade de Medicina Naturalidade - Alcaravela (Sardoal), 15.1.1868 - Lisboa, 8.4.1956. Filiação - António Senas e Silva e Rita de Jesus. Matrículas - Filosofia e Matemática, 6.10.1888; Medicina, 13.10.1891. Graus - Bacharel, 19.6.1895; Licenciado, 13.2.1897; Doutor, 18.7.1897. Cadeiras - Clínica de Homens (1898-1900), 2º substituto; Higiene Pública e Polícia Higiénica (1900-1933),4º lente; Patologia Interna (1901-1902), 4º lente; Epidemiologia (1921), 4º lente. Cargos - Secretário da Faculdade de Medicina (1898-1899); Fiscal da Faculdade de Medicina (1902-1903); Diretor do Gabinete de Higiene (1902-1903); Diretor do Museu e Laboratório de Higiene (1903-1911); Diretor do Instituto de Higiene (1911-1916); Diretor da Faculdade de Medicina (27.7.1926-6.5.1927): Diretor do Laboratório de Higiene (13.11.1926); Diretor do Laboratório de Bacteriologia (5.3.1927-13.3.1928); Diretor do Laboratório de Microbiologia (1.7.1929-11.1932). Publicações - Colaborou em vários jornais, com destaque para Comércio do Porto, Diário Popular, A Voz, Novidades e Correio de Coimbra e inúmeras revistas científicas, incluindo Coimbra Médica e Movimento Médico, e escreveu as seguintes obras: A hereditariedade da sífilis (Coimbra, 1897); O alcoolismo (Coimbra, 1898); O clima de altitude e a tuberculose pulmonar (Coimbra, 1898); O catolicismo e a higiene (Coimbra, 1918); A ciência social na educação e na história (Coimbra, 1926); Educação nacional (Coimbra, 1938); Ideias fundamentais sobre a escola primária (Coimbra, 1952). Observações - Sociólogo, higienista e pedagogo; pioneiro dos estudos sociológicos em Portugal. Sócio efetivo do Instituto de Coimbra em 4.7.1896. Diretor do Curso de Medicina Sanitária em 26.12.1901. Regeu a cadeira de Higiene no Seminário Episcopal de Coimbra. Vogal auxiliar do Conselho de Arte e Arqueologia da 2ª Circunscrição Artística em 3.8.1911. Regeu um curso facultativo de Higiene na Faculdade de Direito em 1911-1912, e um curso de Medicina Sanitária desde 14.3.1914. Professor da Escola Normal Superior entre 1915 e 1930. Nomeado para a Comissão Organizadora do Regulamento Geral das Escolas Normais Superiores em 24.5. 1916. Regeu cadeiras na Faculdade de Letras em 1919-1933. Professor do curso de Medicina Sanitária, com funções de Diretor, em 7.8.1931. Regeu um Curso Prático de Epidemiologia em 1932. Diretor Geral de Saúde Escolar em 4.7.1933-1938. Fundou o Laboratório de Higiene, anexo ao Instituto de Higiene, com o apoio de Charles Lepierre. Co-fundador e redator da revista Movimento Médico. Membro do Conselho Superior de Higiene. Esteve ligado ao CADC. Professor da Escola Normal Superior Cadeiras - Higiene Geral e Higiene Escolar (1915-1919, 1925-1930). Cargos - Diretor da Escola Normal Superior (1921-1930). Observações - Nomeado em 17.7.1915. Nomeado para a Comissão Organizadora do Regulamento Geral das Escolas Normais Superiores em 24.5.1916." In: https://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/SILVA_joaoserrase
Participa que vai devolver o rádio. Pede para lhe indicar um médico especialista, em Lisboa. Refere-se ao caso entre Alfredo Pimenta e a Academia [Portuguesa da História] e à venda de documentos antigos da Real Colegiada de Guimarães. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Refere-se ao orçamento das gravuras. Tece comentários críticos à notícia do "Diário de Lisboa" sobre a demissão de Alfredo Pimenta de sócio da Academia [Portuguesa da História]. Fala da política francesa. Contém outra carta sobre a retificação do orçamento e criticar o "Diário de Lisboa" por não publicarem na íntegra a nota de Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Contém, nomeadamente os seguintes documentos: recenseamento dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da República, das freguesias de Infantas, Infias, Leitões, Longos, Lordelo, Mascotelos, Mesão Frio, Moreira de Cónegos, Nespereira, Oleiros, Penceso, Pinheiro, Polvoreira, Ponte, Santa Eufémia de Prazins, Prazins Santo Tirso, Rendufe, Ronfe, Sande São Clemente, Sande São Lourenço, Sande São Martinho, Sande Vila Nova, São Torcato, São Torcato, São Cristovão de Selho, Selho São Jorge, Selho São Lourenço, Serzedelo, Serzedo, Silvares, Souto Santa Maria, Souto São Salvador, Tabuadelo, Tagilde, Urgezes, Vermil, Vizela São Faustino e Vizela São Paio; Atas da eleição dos representantes das Juntas de Freguesia ao Concelho Municipal para os exercícios do triénio (1938-1940) e quadriénio (1942-1945); atas da eleição da Juntas de Freguesias de Santa Maria de Infias, Urgezes, Infantas, Mascotelos, Mesão Frio, Moreira de Cónegos, Nespereira, Oleiros, Pinheiro, Polvoreira, São João de Ponte, Santa Eufémia de Prazins, São Paio, São Sebastião, Rendufe, Ronfe, São Clemente de Sande, São Lourenço de Sande, Sande São Martinho, São Torcato, Selho São Cristovão, São Jorge de Selho, São Lourenço de Selho, Serzedelo, Serzedo, Silvares, Souto Santa Maria, Sande Vila Nova, Gémeos, Souto São Salvador, Abação, Pencelo, Airão São João, Airão Santa Maria, Aldão, Arosa, Atães, Azurém, Balazar, Barco, Briteiros Santo Estêvão, Briteiros Santa Leocádia, Briteiros São Salvador, Brito, Caldas São João, Caldas São Miguel, Caldelas, Calvos, Candoso São Martinho, Candoso São Tiago, Castelães, Conde, Costa, Creixomil, Donim, Fermentões, São Paio de Figueiredo, Gominhães, São João Batista de Gondar, Taboadelo, Leitões, Lordelo, Gondomar, Guardizela, Oliveira do Castelo e São Paio; cadernos dos eleitores na eleição da Juntas de Freguesia de Sande São Martinho, São Torcato, Infias, Sande São Clemente, São Torcato, Sande São Clemente, Briteiros Santa Leocádia, Selho São Lourenço, Gémeos, Donim, Tagilde, Vermil, São Faustino de Vizela, Vizela São Paio, Gandarela e São Paio; ata da eleição de Vila Nova de Sande; cadernos para as descargas dos Presidentes das Juntas de Freguesia do concelho de Guimarães para o quadriénio (1942-1945); certidões de afixação de editais; ofícios; minutas de atas de verificação de poderes e posse de vogais das Juntas de freguesia para o exercício de 1942 a 1945.
Luís José de Pina Guimarães nasceu em Lisboa a 24 de Agosto de 1901. Depois de concluídos os estudos preparatórios médicos na Universidade de Coimbra, licenciou-se, em 1927 e doutorou-se, em 1930, tendo apresentado a dissertação "Vimaranes" já na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde, entretanto, passara a trabalhar. Nesta Faculdade ocupou progressivamente os lugares de assistente de Anatomia (1927), de professor auxiliar de Medicina Legal, História da Medicina e Deontologia Criminal (1931) e de professor catedrático de História da Medicina e Deontologia Profissional (1944). Jubilou-se em 1971. Para além das funções docentes, Luís de Pina desempenhou diversos cargos em diferentes instituições. Foi Procurador-vogal do Centro de Estudos Demográficos do Instituto Nacional de Estatística, vogal da Junta das Missões Geográficas e de Investigações Coloniais, vogal da Comissão Nacional de História das Ciências, Vice-presidente do Conselho Regional da Ordem dos Médicos (1942-1944) e Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto no biénio 1953-1955. Durante décadas dirigiu o Instituto de Criminologia do Porto. Foi um dos grandes entusiastas da criação do Centro de Estudos Humanísticos do Porto, organização cultural a que presidiu e, em grande parte devido à ação dedicada aos estudos históricos, foi o primeiro Diretor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 1961-1966. Organizador (com outras figuras da História e das Letras portuenses) das comemorações do 6.º Centenário da Morte do Infante D. Henrique, no Porto, apresentou numerosos trabalhos científicos em congressos nacionais e internacionais. Escreveu textos nas áreas da História da Medicina e da Deontologia Profissional, como o capítulo "Instituições de bemfazer e atividades culturais", na História da Cidade do Porto, dirigida por Damião Peres e "A medicina portuense no século XV", publicada na Revista "Studium Generale" (Número Especial dedicado ao Infante D. Henrique, Volume VII, Porto, 1960) do Centro de Estudos Humanísticos. Foi autor de desenhos, caricaturas e esculturas. Fundou e dirigiu o Museu de História da Medicina Maximiano Lemos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em 1933, que ajudou a transferir para o edifício do Hospital de S. João, que também acolhe a Faculdade de Medicina. Integrou diversas sociedades científicas portuguesas e estrangeiras e recebeu altas distinções. Foi agraciado com a Medalha de Honra da Cidade do Porto, e nomeado Grande Oficial da Ordem de Cristo, da Ordem do Infante D. Henrique, da Ordem Equestre do Santo Sepulcro, Oficial de Mérito da República Italiana, e ainda Oficial da Ordem Científica de Carlos Finlay. Na sua carreira política desempenhou os cargos de Vogal da Comissão Consultiva da União Nacional, de deputado pelo Porto (1938-1945), de vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto (1935-1937), de Presidente da Câmara Municipal do Porto (de 8 de Março de 1945 a 8 de Novembro de 1949), e de Procurador à Câmara Corporativa (entre 1945 e 1957). Luís de Pina morreu em 1972. In: https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20lu%c3%ads%20jos%c3%a9%20de%20pina%20guimar%c3%a3es
As origens do Banco Espírito Santo remontam à atividade comercial de lotarias, câmbios e títulos de crédito que José Maria do Espírito Santo Silva (Lisboa, 1850-1915) exerceu, entre 1869 e 1884, em Lisboa. Datam de 1869 as primeiras referências ao comércio que este “patriarca da única dinastia de banqueiros portugueses” exercia na sua “Caza de Cambio”, situada na Calçada do Combro, em Lisboa. Desde esta data até 1920, sucedeu-se a fundação de várias casas bancárias, tais como, a Beirão, Silva Pinto & C.ª, (1884-1897), Silva, Beirão, Pinto & C.ª (1897-1911), J. M. Espírito Santo Silva (1911) e J. M. Espírito Santo Silva & C.ª (1911-1915). Após a morte de José Maria do Espírito Santo Silva a 23 de dezembro de 1916, estas casas foram dissolvidas e os seus herdeiros fundaram a Casa Bancária Espírito Santo Silva & C.ª, gerida pelo filho José Ribeiro do Espírito Santo Silva que, a 9 de Abril de 1920, transforma a Casa Bancária em Banco. Na década de 20, período de convulsões políticas, económicas e sociais, que conduzem alguns bancos à falência, o BES reforça a sua posição no contexto da banca nacional, e em 1926 integra o grupo das cinco maiores instituições bancárias privadas. Em 1932, com o novo modelo de gestão implementado por Ricardo Ribeiro do Espírito Santo Silva, eleito nesse mesmo ano para a Presidência do Conselho de Administração, inicia-se uma fase de consolidação e expansão da empresa que, em 1936, se assume na liderança da banca privada nacional. Em 1937 o BES funde-se com o Banco Comercial de Lisboa (instituição criada em 1875), dando origem ao Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa. Em 1955 Manuel Ribeiro do Espírito Santo Silva, por falecimento do irmão, Ricardo do Espírito Santo, ocorrido a 2 de fevereiro desse ano, assume o lugar de Presidente do Conselho de Administração. Em 13 de julho de 2016, Banco Central Europeu, revogou a autorização do Banco Espírito Santo, S.A. (BES), para o exercício de atividade bancária, o que, nos termos da legislação aplicável, implicou a entrada do banco em liquidação. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_Esp%C3%ADrito_Santo
Foi em 1896 que, por Decreto de 16 Setembro, assinado pelo Rei e por João Franco, foi criado o Liceu de Guimarães. Esse Decreto refere, no seu art°. 2o, que o Liceu de Guimarães, "organizado como Liceu Nacional, sem prejuízo do ensino Preparatório para o Curso Eclesiástico ali ministrado". No art°. 3o, decide-se que "haverá para cada ano letivo duas matrículas diferentes: a dos alunos que se destinam á carreira eclesiástica e a dos que se destinam ás carreiras civis". O Liceu foi oficialmente agregado ao Seminário, ficando a cargo da Câmara Municipal suportar o natural aumento das despesas daí decorrentes. A orientação do Liceu foi confiada à Colegiada da Oliveira, que já dirigia o Pequeno Seminário, e o Reitor do Liceu seria o vice-Reitor do Seminário. O primeiro Reitor do Liceu Nacional de Guimarães foi o Dr. Manuel de Jesus Pimenta, irmão do Vice-Reitor do Seminário de Braga, o Dr. João Nepomoceno Pimenta. Os professores do Liceu seriam Cónegos e outros, “nomeados por concurso”, que receberiam uma “gratificação de exercício”. As aulas seriam comuns a todos, seminaristas ou não, podendo contudo os Seminaristas optar por frequentar as disciplinas de Inglês ou Alemão. Os alunos destinados à vida eclesiástica passaram, a partir de logo, a instalar-se no Internato dos Seminaristas, que funcionava no edifício do Priorado. Aos Seminaristas, foi reconhecida pelo Arcebispo de Braga a possibilidade de usarem vestes eclesiásticas semelhantes às trajadas pelos outros Seminaristas do arcebispado, com a especificidade de usarem uma distinção: colocarem uma bola verde no barrete. O edifício do extinto Convento de Santa Clara foi dado como pertencendo exclusivamente ao Pequeno Seminário de Nossa Senhora da Oliveira, continuando os seus bens e rendimentos a ser propriedade da Igreja, sob administração do Prelado da Diocese. O Seminário de Nossa Senhora da Oliveira, ainda instalado no palacete da Praça de Santiago (entre 1891 e 1896), já aceitava alunos não seminaristas para fins de cursarem o Liceu, pelo que funcionou ao mesmo tempo como Seminário e Liceu de Guimarães. Foi exatamente o primeiro edifício do Liceu. O segundo, foi o extinto Convento de Santa Clara, que serve atualmente de Câmara Municipal (1896-1961). O terceiro edifício foi, e é, o da Escola Secundária Martins Sarmento (de 1961 até aos dias de hoje). In: https://www.nicolinos.pt/arquivo/315
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, diretor e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por ações desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e diretor do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribunal, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu ativamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e diretor da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra atividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em Coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4206401
Estudou advocacia em Coimbra e arte em Paris. Os seus estudos sobre os Painéis de São Vicente de Fora, permitiram-lhe atribuir a autoria de grande parte deles a Nuno Gonçalves. Publicou o livro " O Pintor Nuno Gonçalves" com os estudos que efetuou e que lhe permitiram identificar e validar a autoria dos painéis de S. Vicente de Fora. Foi o primeiro diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, junto ao qual existe hoje um largo com o seu nome (Largo José de Figueiredo). O museu criou o Instituto José de Figueiredo também em sua homenagem. Dedicou a sua vida à arte e à procura de objetos da arte Portuguesa espalhados pela Europa, principalmente em França e na Holanda. Adquiriu grande parte do espólio que hoje se encontra exposto no Museu de Arte Antiga em Lisboa. O seu irmão era proprietário da Casa de Farelães, no Minho, sendo este um dos mais antigos solares da Península Ibérica e ainda hoje na posse da família Figueiredo. Foi tio do ilustre Dr Manuel de Figueiredo, escritor e pensador que foi durante vários anos o diretor do Museu de Soares dos Reis no Porto. Neste mesmo museu funciona ainda hoje a sede do Ciclo Dr José de Figueiredo, que se dedica à promoção e restauro de obras de arte em Portugal. A Academia Nacional das Belas-Artes em homenagem ao seu primeiro diretor, atribui um prémio com o seu nome aos melhores livros publicados em Portugal sobre arte e património. Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlantida (1915-1920) e ainda na revista Lusitânia (1924-1927). Foi agraciado com os seguintes graus das Ordens Honoríficas Portuguesas: Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de fevereiro de 1920), Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo (28 de julho de 1933), Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública (7 de setembro de 1935) e Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (14 de novembro de 1936). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jose_de_Figueiredo
Criação de uma comissão técinca para analisar os três pontos da fundamentação dos Sindicatos: Salário mínimo, custo de vida, divisão do valor criado na Indústria.