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Proposta de venda ao Estado, por particular, de uma mesa indo-portuguesa com tampo de mármore de embutidos, para o Palácio Nacional de Sintra, um par de jarras francesas de porcelana, para o Palácio Nacional da Pena, e uma mesa de mogno e bronze estilo Império, para o Palácio Nacional das Necessidades.
Aquisição pelo Estado, de um baú axaroado oriental, reposteiros antigos e dois tapetes orientais, para o Palácio Nacional de Sintra, uma mesa de sala de jantar de mogno, para o Palácio Nacional de Queluz e dois cadeirões de braços estilo Império, para o Palácio Nacional das Necessidades.
Aquisição pelo Estado de um bufete aparador e cadeiras de diversos estilos, para o Palácio Nacional de Belém, cadeiras de diversos estilos e um lustre de cristais, para o Palácio Nacional das Necessidades, uma colcha de seda do século XVIII e três espelhos Luís XVI com talha dourada, para o Palácio Nacional de Queluz, uma alcatifa de ramagens antiga e uma cama de mogno estilo Império com banca de cabeceira, para o Palácio Nacional da Pena.
Proposta de venda ao Estado de cadeiras de diversos estilos, com destino ao Palácio Nacional de Sintra.
Informações do Serviço Nacional de Bombeiros, nomeadamente a publicação: Nº 15, Ano VI de agosto de 1987.
Informações do Serviço Nacional de Bombeiros, nomeadamente a publicação: Nº 13, Ano V de julho de 1986.
Informações do Serviço Nacional de Bombeiros, nomeadamente a publicação: Nº 9, Ano III de setembro de 1984.
A Assistência Nacional aos Tuberculosos envia correspondência vária, referente: - Dispensário anti-tuberculoso de Leiria - Fatura de internamentos de doentes
Aviso divulgando o período para a consulta do recenseamento eleitoral da Assembleia Nacional. Tem registada a respetiva certidão de afixação.
Circunscrição Florestal da Marinha Grande remete Auto de Ocorrência respeitante a incendio na Mata Nacional do Pedrógão.
Liceu Nacional de Leiria - Obras de beneficiação e adaptação do Recreio do Corpo de Aulas e Salas de Aula
Cartaz Promocional da Festa Nacional do Basquetebol realizada nos dias 06 a 08 de Julho de 2001.
Pormenor da varanda árabe no palácio Nacional da Pena com vista para a fachada principal e pátio do tritão.
Fonte do palácio Nacional de Sintra com vista parcial da vila de Sintra e do terreiro da Rainha Dona Amélia.
A empresa Banco Nacional de Crédito Imobiliário S.A. solicita licença para instalação de cubo publicitário no Edifício Estrela, em Azoia
Carteira Profissional do Dr. Fernando António Cruz e Silva emitida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, com o N.º 2.494, assinada pelo Presidente do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos e pelo chefe da segunda repartição do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Foi revalidada a 19 de outubro de 1949, e contém o visto de 29 de outubro de 1949 do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência.
Conjunto de duas circulares do Grémio Nacional das Farmácias, N.º 3/60 e 6/61 contendo excertos de Diários do Governo.
Conjunto de Circulares do Grémio Nacional das Farmácias doadas pela Farmácia Abel Brandão de Montemor-o-Velho.
Inclui diversos ofícios relacionados com o processo constituição de um parque nacional de caça na Herdade da Contenda.
O Banco Nacional Ultramarino foi criado em Lisboa por Carta de Lei de 16 de maio de 1864, sendo seu fundador Francisco de Oliveira Chamiço. Ao longo da atividade (1864-2001), instalou a sua primeira Sede no Largo das Duas Igrejas, hoje Largo do Chiado, a segunda na Rua Augusta e a terceira, a partir de 1989, na Avenida de 5 de Outubro. Criado como Banco Emissor para as ex-colónias portuguesas exerceu também funções de Banco de Fomento e Comercial no país e no estrangeiro. Da redação dos primeiros Estatutos do BNU consta que o selo do Banco terá por emblema um navio a vapor com a legenda na parte superior “Banco Nacional Ultramarino” e na inferior “Colónias, Comércio e Agricultura” e que o capital social será de 12.000:000$000 réis, dividido em 120:000 ações de 100$000 réis cada uma, ou 133:333 1/3 de 90$000 réis. Dando cumprimento ao estabelecido na Carta de Lei, o BNU instalou sucessivamente sucursais e agências - Angola e Cabo Verde (1865), S. Tomé (1868), Moçambique (1877), Guiné (1903), Macau (1902), Índia (1868) e Timor (1912). Depois da abertura das Agências nas ex-colónias de África e do Oriente, o BNU deu inicio, a partir de 1917, à segunda fase da sua expansão, com a implementação de uma rede de Agências no Continente, Madeira e Açores, tendo constituído uma das maiores redes bancárias portuguesas. Em 1974, o BNU foi nacionalizado e, em 2001, deu-se a fusão, por incorporação, mediante a transferência global do património, do Banco Nacional Ultramarino para a Caixa Geral de Depósitos. In: https://www.cgd.pt/Institucional/Patrimonio-Historico-CGD/Historia/Pages/Historia-BNU.aspx
Correspondência expedida pela Secção do Porto do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos para a Direção Nacional relativa ao envio para esta Secção dos recibos e impressos em falta. A correspondência encontra-se assinada pelo Tesoureiro da Secção do Porto do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos Arnaldo Vieira Reis e pelo Secretário Cândido Silva.
Imagem interior da Biblioteca Nacional de Lisboa, com a legenda no verso, Biblioteca Nacional de Lisboa, Cozinha (canto sup. esq.); Eng. Manuel Camacho Simões. Comer - Foto Jorge Alves (canto i nf. esq.); 14 - Edição da Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal (coluna central)
A Torre do Tombo é uma das instituições mais antigas de Portugal. Desde a sua instalação numa das torres do castelo de Lisboa, ocorrida provavelmente no reinado de D. Fernando e seguramente desde 1378, data da primeira certidão conhecida, até 1755, prestou serviço como Arquivo do rei, dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, guardando também os documentos resultantes das relações com os outros reinos. Além de servir a administração régia, com funções semelhantes às de um arquivo intermédio dos nossos dias, o serviço mais importante prestado pela Torre, foi o das certidões, solicitado pelos particulares e pelas instituições. Mediante autorização régia, facultou a consulta e mesmo o empréstimo de documentos, a alguns estudiosos, cujas obras foram depois impressas. No século XVII, começou a ser organizado o Arquivo do Arquivo, surgindo os primeiros livros do seu registo, fizeram-se alguns índices. No século XVIII, o crescente número de certidões solicitado à Torre do Tombo, onde avultam as pedidas pela Academia de História, fez aumentar o número dos seus oficiais. Neste século, no âmbito da descrição dos documentos, realizaram-se numerosos índices, indo ao encontro da necessidade de se conhecerem os documentos e de se criarem os instrumentos de pesquisa necessários à sua recuperação: este trabalho iniciou-se e decorreu, em boa parte, no edifício da torre do castelo: assim foram elaborados a maioria dos índices das Chancelarias régias (1715-1749), das Leis e Ordenações (1731), das Bulas (1732), dos moradores da Casa Real (entre 1713 e 1742), o inventário das Bulas, Breves e trasuntos pontifícios (1751-1753). No dia 1 de Novembro de 1755, a torre ruiu durante o terramoto. A documentação foi recolhida dos escombros, e guardada, temporariamente, numa barraca de madeira, construída na Praça de Armas, após autorização do Marquês de Pombal, datada de 6 de Novembro. Em 26 e 27 de Agosto de 1757, foi transferida para uma parte do edifício do Mosteiro de São Bento da Saúde, do lado da Calçada da Estrela, ocupando as instalações designadas por Casa dos Bispos e compartimentos contíguos, que foram arrendados ao mosteiro. Houve então que proceder à sua instalação, e à sua organização: os maços da Casa da Coroa, foram organizados em colecção do Corpo Cronológico, e em colecção dos Fragmentos. Os oficiais do arquivo fizeram várias cópias de documentos, nomeadamente, a Reforma das Gavetas, a Reforma dos Forais Antigos, e a colecção de Cópias, tendo continuado o trabalho de descrição de documentos de que resultaram os índices do Corpo Cronológico (1764), os sumários e índices dos documentos das Gavetas (1765), os índices dos livros das Ementas (1765), os índice dos maços das Moradias e dos Ofícios da Casa Real (1767, 1770), o inventário dos documentos da Casa da Coroa (1776). Alguns destes instrumentos de descrição, podem ser ainda hoje consultados no Serviço de Referência. A partir de 1777, pelo Regimento de 1 de Agosto, os livros de registo das mercês dos reinados findos, estavam obrigados a dar entrada na Torre do Tombo. Em 1791, por aviso de 5 de Fevereiro, o Registo Geral de Mercês foi transferido para a Torre do Tombo, mantendo-se a funcionar nesta instituição até 1927. No início do século XIX, as atribuições do Arquivo alargaram-se à formação de funcionários e ao ensino da Diplomática, concretizada na criação da Aula de Diplomática. Até 1823, o Arquivo esteve sujeito ao Conselho da Fazenda, embora dependesse também de outras instituições no período do Antigo Regime. Desde então e até 1887, esteve dependente da Direcção Geral da Instrução Pública do Ministério do Reino. No período liberal, a Torre do Tombo, designada por Arquivo Nacional no Regulamento de 1823, ou por Real Arquivo da Torre do Tombo, foi chamada a desempenhar funções de âmbito muito mais alargado, encetando uma nova fase na vida institucional, marcada pela incorporação de documentos dos arquivos dos extintos tribunais do Antigo Regime, em 1821 e 1833, e dos cartórios das corporações religiosas, extintas por Decreto de 28 de Maio de 1834. Estão reconhecidos quatro grandes ciclos de incorporações ao longo do século XIX, provenientes de diversas instituições, facto que concorreu para a desorganização dos acervos, que não entraram completos. Neste ambiente de crescimento da documentação do Arquivo, o Regulamento Provisional de 30 de Abril de 1823, apostava na elaboração de diversos tipos de índices, recomendando a conservação da ordem dos documentos. O novo Regulamento publicado em 1839, cometia ao Arquivo, o dever de incorporar os documentos considerados desnecessários às próprias instituições e os dos organismos extintos, assegurando a sua boa conservação e instalação. A Lei de 2 de Outubro de 1862, veio estabelecer a obrigatoriedade de se fazerem acompanhar as remessas de documentos dos respectivos inventários, elaborados com base na proveniência dos documentos. No século XIX, o Arquivo ressentiu-se do insuficiente número de funcionários, divididos pelo expediente da Secretaria de Registo das Mercês que nele funcionava, e das más condições das suas instalações, só melhoradas em 1861, quando o Arquivo da Torre do Tombo se mudou para a ala direita do mosteiro, do lado da Rua de São Bento, ocupando, sucessivamente, os espaços da igreja, do refeitório, e da Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, instalações onde se manteve até 1990. Embora, se tenha investido na descrição documental, a concepção de arquivo como serviço público de divulgação de conteúdos documentais surgiu tardiamente: a consulta pública dos documentos da Torre do Tombo, começou de forma tímida, em 1901, por Decreto de 24 de Dezembro, estando prevista para os estudiosos a quem os conservadores deviam dar apoio. O Decreto de 18 de Março de 1911 reorganizou os serviços das bibliotecas e dos arquivos dependentes da Direcção Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, denominou, definitivamente, o Arquivo da Torre do Tombo por Arquivo Nacional, acentuou a função de conservação e valorização dos manuscritos destinados ao estudo da História, bem como a função de promover a entrada de cópias de manuscritos portugueses, existentes no estrangeiro, e estabeleceu, pela primeira vez, um horário de abertura ao público. Nos últimos cem anos, o Arquivo Nacional cresceu significativamente com a integração de diversos serviços de arquivo: o Arquivo dos Feitos Findos (em 1915 por Decreto n.º 1659, de 15 de Junho), o Arquivo dos Registos Paroquiais, acumulando as funções de Arquivo Distrital de Lisboa (desde 1918 até 1992), o Arquivo das Congregações (em 1930), o Arquivo Histórico do Ministério das Finanças (em 1992) e mais recentemente o serviço de Lisboa do Centro Português de Fotografia (2007), para além das múltiplas entradas de documentos, provenientes de diversas instituições públicas, de arquivos senhoriais e pessoais, muitos deles adquiridos por compra. Em 1931, por Decreto n.º 19 592, de 31 de Junho, o Arquivo Nacional foi designado por Arquivo Geral, e sujeito técnica e administrativamente à Inspecção das Bibliotecas Eruditas e dos Arquivos, que em 1965 ficou sob tutela da Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, do Ministério da Educação. Desde 1985, que o Arquivo Nacional se encontra dependente do Ministério da Cultura com autonomia administrativa. A criação dos restantes arquivos distritais, para onde a Inspecção foi enviando os documentos ainda existentes nas repartições da Fazenda, foi sendo feita nos anos de 1927, 1931, 1933, 1965, surgindo a progressiva necessidade de os integrar numa rede nacional e numa política nacional de arquivos. Assim, em 1988, foi criado o Instituto Português de Arquivos, pelo Decreto-Lei n.º 152/88, de 29 de Abril, mantendo-se em funções até 1992, ano em que foi fundido com o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pelo Decreto-Lei n.º 106-G/92, de 1 de Junho, tomando este, o nome de Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (AN/TT). Depois de 1990 uma vez transferido para o edifício construído propositadamente para albergar o Arquivo Nacional na Alameda da Universidade, dispondo de mais amplas instalações, ocorreram novas incorporações, nomeadamente, em 1992, com a entrada da documentação das Secretarias de Estado, mencionada já no artigo 25.º da Lei de Março de 1911, seguidas de muitas outras aquisições. A evolução da política nacional de arquivos, estendida à produção dos documentos e à gestão dos arquivos correntes, à avaliação e selecção documental e aos arquivos intermédios, reflectiu-se na mudança do nome do Arquivo Nacional, passando a Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT). A partir de 1997, de acordo com a lei orgânica publicada no Decreto-Lei n.º 60/97, de 20 de Março, competiu-lhe promover e executar a política arquivística nacional, nas suas vertentes de conservação e valorização do património arquivístico nacional, de promoção da qualidade dos arquivos correntes, e da salvaguarda e garantia dos direitos do Estado e dos cidadãos. A sua identidade própria foi recuperada em 2007 pela vigente lei orgânica, e novamente designado por Arquivo Nacional da Torre do Tombo constituindo-se como arquivo de âmbito nacional na dependência da Direcção Geral de Arquivos. Pelo Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de Maio de 2012, o Arquivo Nacional Torre do Tombo tornou-se serviço dependente da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Imagem exterior da Biblioteca Nacional de Lisboa, com a legenda no verso, Biblioteca Nacional de Lisboa, Vista aérea (canto sup. esq.); Arq.Pardal Monteiro. Comer - Foto Jorge Alves (canto inf. esq.); 18 - Edição da Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal (coluna central)
Imagem exterior da Biblioteca Nacional de Lisboa, com a legenda no verso, Biblioteca Nacional de Lisboa, Vista aérea (canto sup. esq.); Arq.Pardal Monteiro. Comer - Foto Jorge Alves (canto inf. esq.); 18 - Edição da Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal (coluna central)
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Entende que "nenhum procedimento deve haver contra o capelão, o qual tendo cobrado antecipadamente os juros dos títulos na Caixa Geral de Depósitos, nos termos do artigo 61 do seu regulamento, cumpriu as ordens da religiosa [...]. Quanto à aplicação dada pela religiosa a esse dinheiro nada tem com isso a Fazenda Nacional, visto que a mesma religiosa tinha o pleno direito de dispor dele como muito bem entendesse e quisesse".
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o pedido de indemnização requerido pela empresa adjudicatária do Teatro de D. Maria II, pelos nove dias a que foi obrigada a não dar espetáculos, devido ao luto nacional por falecimento do rei D. Carlos e príncipe real D. Luís Filipe. Entende que "que se lhe poderão abonar as verbas por ela indicadas com relação à renda proporcional aos 9 dias de suspensão do teatro e a verba relativa ao expediente na importância de 60$000 réis".
Visita do Presidente do Conselho Dr. Oliveira Salazar e do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira à Sociedade Nacional de Belas Artes para apreciação dos trabalhos relativos ao Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal.
Plano de Atividades 2004 Plano de Atividades 2005 Plano de Atividades 2006 Protocolo de acordo de colaboração entre Tapada nacional de Mafra e AMBIFUGA - Ecoturismo e Consultadoria Ambiental, Lda Legislação Atas das reuniões de direção
Contem imagem desenhada de um grupo de manifestantes masculinos e femininos, alguns com capacete e a seguinte legenda: CONFERÊNCIA NACIONAL UNITÁRIA / DE TRABALHADORES / EMPRESAS EM SITUAÇÃO DIFÍCIL / Lisboa, 2 de Fev. às 9. / Inst. Sup. Técnico.
Contem imagem desenhada de manifestação entre o símbolo do MDP e outro símbolo à direita e a seguinte legenda: 31 JANEIRO / E 1 / FEVEREIRO / 2º / PLENÁRIO / NACIONAL / DE / DELEGADOS / DO / MDP/CDE.
Contem imagem de um pentágono invertido com uma estrela amarela no centro e a seguinte legenda: AVANTE / PELO SANEAMENTO / PELA GESTÃO DEMOCRÁTICA / PELO SERVIÇO CÍVICO ESTUDANTIL / CONTRA A PARALIZAÇÃO DAS ESCOLAS / 1º ENCONTRO NACIONAL / uec.
O jornal "O Despertar: Semanário nacional republicano" foi publicado entre 31 de janeiro e 6 de junho de 1918, tendo inicialmente o subtítulo "Semanário republicano" e nos números 8 e 9 "Semanário republicano centrista".
O Comandante da Guarda Nacional Republicana, Capitão José António da Costa, envia comunicações sobre: - Fornecimento de material para as instalações; - Participações levantadas pelos guardas; - Relação dos oficiais e praças do posto
Sociedade Nacional de Petróleos solicita licença para colocação de expositor de óleos, junto às bombas abastecedoras, no Largo do Turismo, nesta cidade de Leiria: O processo contém: - Requerimento - Fotografia
Prova fotográfica do Estádio Nacional na sua inauguração, em 10 de junho de 1945. A prova foi oferecida pelo Comando Geral de Aeronáutica Militar, em 26 de agosto de 1949.
- Portugal no mundo; - Portugal e a Defena nacional; - Pacto de Varsóvia; - Organização do tratado do atlântico Norte; - Outros acordos internacionais; - Forças Armadas portuguesas; - Orçamentos das Forças Armadas; - Forças de segurança;
Vista parcial da fachada principal do Banco Nacional Ultramarino, na Praça do Sertório, a partir da Rua de Olivença. O edifício dos Paços do Concelho encontra-se, ainda, em obras de recuperação.
Correspondência trocada entre o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos e o Instituto Nacional do Trabalho e Previdência relativa a contribuições e participações.
Vários aspetos do Jogo de futebol do Lusitano e o Porto - Campeonato Nacional 1ª Divisão, no Campo Estrela. Resultado do jogo: Lusitano 3 - Porto 0
Vários aspetos do Jogo de futebol do Lusitano e o Boavista - Campeonato Nacional 1ª Divisão. Desafio no campo estrela; resultado: Lusitano 5 - Boavista1
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini relativa ao interesse público da exclusividade da impressão de legislação na Imprensa Nacional.
Atas da eleição dos membros da Assembleia Nacional das freguesias de São Jorge de Selho, Santo Estêvão de Briteiros, Azurém, São Sebastião, Creixomil, Ronfe, Guardizela, Ronfe, Mesão Frio, São Martinho de Sande, Caldelas, São João das Caldas e Tagilde. Termo de abertura datado de 1938.10.26, assinado pela Câmara Municipal de Guimarães, José Maria Pereira Leite de Magalhães e Couto, José Maria Pereira de Castro Ferreira, Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha, José Ribeiro Moreira de Sá e Melo, Joaquim da Silva Ferreira Monteiro e António José Pereira de Lima. Modelo 23-E
Regulamento do internato Municipal de Guimarães e anuário do 15º ano do Liceu Nacional de Guimarães, relativo ao ano letivo de 1910-1911. Além das disposições regulamentares contém imagens dos alunos e do interior do internato. O anuário contém a seguinte informação: o quadro geral das disciplinas, por ano e curso; lista de nomes dos professores; lista de nome dos alunos matriculados, por ano; estatísticas; horário e atividades desenvolvidas. A capa está colado uma fotografia, que se julga ser de José Maria Leite Guimarães. Folha de rosto do livro assinado por José Maria Leite Guimarães.
Apresentação do projeto para construção de Caminho Municipal N.º 1183, que liga a Estrada Nacional N.º 349/1 à Estrada Nacional N.º 535.
Fotografia da equipa nacional de remo, em "shell 4", representativa de Portugal nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Encontrava-se junto do cartão de Rui Augusto Valença, atleta da equipa e do Sporting Clube Caminhense para o COP, de 6 de abril de 1961. A fotografia foi enviada após ter sido emitida uma circular do COP solicitando fotografias das equipas nacionais que representaram Portugal nos Jogos, para serem publicadas no boletim trimestral, no número dedicado ao "Relatório do chefe de missão nos Jogos de Roma". Identificados os elementos no verso: Ilídio Alves da Silva, José Vieira, Jorge Gavinho, José Porto e Rui Valença.
Fotografia da equipa nacional de remo, em "shell 4", representativa de Portugal nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Encontrava-se junto do cartão de Rui Augusto Valença, atleta da equipa e do Sporting Clube Caminhense para o COP, de 6 de abril de 1961. A fotografia foi enviada após ter sido emitida uma circular do COP solicitando fotografias das equipas nacionais que representaram Portugal nos Jogos, para serem publicadas no boletim trimestral, no número dedicado ao "Relatório do chefe de missão nos Jogos de Roma". Identificados os elementos no verso: Ilídio Alves da Silva, José Vieira, Jorge Gavinho, José Porto e Rui Valença.
Fotografia da equipa nacional de remo, em "shell 4", representativa de Portugal nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Encontrava-se junto do cartão de Rui Augusto Valença, atleta da equipa e do Sporting Clube Caminhense para o COP, de 6 de abril de 1961. A fotografia foi enviada após ter sido emitida uma circular do COP solicitando fotografias das equipas nacionais que representaram Portugal nos Jogos, para serem publicadas no boletim trimestral, no número dedicado ao "Relatório do chefe de missão nos Jogos de Roma". Identificados os elementos no verso: Ilídio Alves da Silva, José Vieira, Jorge Gavinho, José Porto, Rui Valença, Filipe Fernandes (suplente) e João Garrido (chefe da equipa).
Rodoviária Nacional EP, com sede da Avenida Fontes Pereira de Melo nº 14, 4º andar, em Lisboa, solicita uma licença para beneficiação do edifício que possui na Avenida Heróis de Angola, no lugar e freguesia de Leiria: - Reparação de zonas de cobertura que se encontram danificados, obrigando à substituição de algumas chapas. - Eventual pintura interior e exterior do edifício, e estrutura da cobertura. - Reparação do pavimento da zona posterior do edifício onde se produzem infiltrações devidas ao "Marachão. - Isolamento da placa de cobertura dessa zona posterior, sobre a qual existe um passeio público um passeio público em calçada de vidraço e através da qual se dão infiltrações pluviais.
Subsecção que integra documentação produzida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos entre 1935 e 1972 e que documenta a sua atividade através de Atas da Assembleia Geral, da Direção, do Conselho Fiscal, das Reuniões de Direção - Secções Distritais, dos Termos de Posse da Direção / Corpos Gerentes, dos Termos de Posse das Comissões, Termos de Posse dos Corpos Gerentes da Secção Distrital de Santarém, dos Copiadores de Correspondência Expedida, do Registo de Correspondência Recebida, das Contas Correntes de sócios. Inclui documentação produzida pelas secções distritais de Aveiro, Braga, Évora, Santarém e Viseu. Inclui alguma informação correspondente à atividade da Ordem dos Farmacêuticos.
O governo português apresenta sugestões às autoridades americanas para viabilizar a concordância em conceder novas facilidades em território nacional para fins de defesa, nomeadamente para o apoio da Força de Intervenção Rápida para o Sudoeste Asiático. Anexado um apontamento das conversações com o Secretário Adjunto da Defesa, Frank Carlucci.
Relações dos eleitores da Assembleia Nacional e do Presidente da República organizadas pela Comissão Eleitoral das freguesias de Oliveira do Castelo, São Paio e São Sebastião Contém a seguinte informação: números; nomes; moradas; estados; idades; profissões; fundamento da inscrição e observações Incluí nota do falecimento de duas eleitoras. Modelo n.º 6-R; modelo 1.
Oficio n.º 5574/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de abril de 1959.
Oficio n.º 4.058/58 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de outubro a dezembro de 1957.
Oficio n.º 3229/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de novembro e dezembro de 1958.
Oficio n.º 7387/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de maio de 1959.
1- Projeto para a obra de construção do Quartel do Posto da Guarda Nacional Republicana, em Pevidém Peças escritas: - Caderno de encargos - Memória descritiva e justificativa - Preços - orçamento Peças desenhadas: - Planta de localização - Planta Geral - Planta de alçados - Planta de cortes - Planta de vigias de defesa do aquartelamento
Oficio n.º 7668/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de junho de 1959.
Oficio n.º 104/60 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de outubro a dezembro de 1959.
Oficio n.º 11.669/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de agosto e setembro de 1959.
Oficio n.º 5382/59 do Secretario Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo a comunicar a devolução dos programas visados ao Delegado da Inspeção dos Espetáculos de Guimarães.Contém correspondência expedida e recebida, maioritariamente para a Inspeção dos programas visados de janeiro a março de 1959.
Contém correspondência recebida e expedida pela Câmara Municipal de Guimarães, com vários organismos, entre eles o Secretariado Nacional da Informação Cultura Popular e Turismo, para vistoria da Inspeção Geral dos Espetáculos, do Rink de Patinagem do Vitória Sport Clube, sito no Campo da Amorosa, desta cidade
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, acusa que existência de um «plano de presidencialismo socialista e militar», inspirado em Melo Antunes, da autoria do Presidente da República. Critica o perfil político de Maria Lurdes Pintasilgo. O Conselho Nacional do PSD adia a decisão sobre a participação ou não dos sociais-democratas em listas conjuntas com centristas e monárquicos nas próximas eleições.
Notícia que o Conselho Nacional do CDS declarou o seu apoio à estratégia de oposição crítica ao Governo que o partido tem vindo a seguir. Afirma a disponibilidade do Partido para coligações nas eleições autárquicas e considera que o resultado do PSD nas últimas eleições legislativas foi em grande parte à custa do CDS.
O Conselho Nacional, após debate sobre a questão da eleição presidencial, decidiu que o CDS manter-se-á fiel ao projeto global da Aliança Democrática e, é no quadro desta que entende dever ser escolhido o candidato a apoiar. Salienta que não deverão apoiar um candidato do partido socialista. Contém despachos.
Proposta de venda ao Estado, por particular, de duas mesas de jogo estilo Império e uma litografia retrato de D. Fernando II, para o Palácio Nacional da Pena, e uma colcha de seda carmesim, para o Palácio Nacional de Queluz.
Pormenor da sala dos Brasões no palácio Nacional de Sintra.
A imagem tem a inscrição: Mafra - Palácio Nacional. Gomes