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Pormenor de painel de Azulejos existente no Museu Museu Municipal Dr. Santos Rocha na Figueira da Foz.
Tece comentários críticos ao artigo do Jerónimo sobre o Arquivo. Declara que o A. L. lhe disse que é intenção do Mário Cardoso propor a sua nomeação, aumentar-lhe o salário e despir o Jerónimo. Critica a antiga direção da Sociedade Martins a propósito da merenda de confraternização da mesma. Informa que consta que a Câmara aborrecido com o Alfredo Guimarães pensa retirar o subsídio do Museu e como o estado não paga ao Alfredo Guimarães nem o nomeia crê-se que o Museu Alberto Sampaio regresse para a Sociedade Martins Sarmento.
Refere a um assunto de natureza financeira, à ausência de verba no orçamento do Estado para o Museu e à nomeação dos tesoureiros judiciais. Declara que o João Rocha lhe disse que perguntaram de Lisboa à Câmara de Guimarães se tinha casa para o Arquivo e se precisava de Alfredo Pimenta em Guimarães. Afirma que só Alfredo Pimenta poderá resolver a pretensão de trabalhar no Arquivo do protegido do João Rocha. Informa que João Rocha lhe disse que ainda tem esperança que o ministro da Instrução tenha uma verba para o Museu. Tece comentários críticos ao "D. do Minho".
Refere-se ao processo judicial entre Alfredo Pimenta e o Peixoto. Declara que o Alfredo Guimarães pediu à Câmara um subsídio para a homenagem, no Museu, ao Alberto Sampaio, mas esta indeferiu. Participa que o executivo da Câmara ficará e que é muito bom para Guimarães e para o Arquivo. Reporta-se ao subsídio para o Arquivo e para o Museu. Alude ao 1.º pergaminho da Câmara que é reputado de falso. Pergunta se leu o relato da homenagem ao ministro no Brasil onde falam em Alfredo Pimenta e ao que se passa entre este último e Sousa Gomes sobre os "Lusíadas".
Apontamento com o rascunho de correspondência a solicitar a devolução dos bens confiscados à arquidiocese de Braga, projeto manuscrito e datilografado com vista à instalação e organização do Museu de Arte Sacra em Braga, de 24 de março de 1929, correspondência remetida pelo Banco de Portugal, dois exemplares da "Relação numerada e descriminada dos bens cuja entrega é requerida pelo Cabido da Sacrossanta Basílica e Sé Primacial de Braga", uma delas com carimbo "José Maria Braga da Cruz. Notário e Advogado" e exemplar do "Diário do Governo" de 24 de janeiro de 1929, com a Portaria n.º 5:872 na qual manda que sejam entregues à Sacrossanta Basílica e Sé Primacial de Braga o edifício da Sé e suas dependências, e os móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados, imagens, arquivos e quadros, bem como as joias depositadas na Caixa Geral de Depósitos. Recorte de jornal com a publicação do decreto do arcebispo-primaz de remodelação do Cabido da Sé, de 29 de outubro de 1972.
Despesa do cofre do culto e cofre da caridade da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa aprovada pela Junta Geral de Distrito. Refere-se aos anos económicos de 1913-1914. O maço contém processos referentes às verbas, organizados por n.º de verba. Contém as contas referentes às verbas, respetivas ordens de pagamento e alguns recibos. O cofre da caridade apresenta as seguintes verbas: edificação das escolas e obras no edifício da igreja; instalação das escolas; instalação do museu. Por sua vez o cofre do culto apresenta as seguintes verbas: Lausperene e Festa de São Nicolau; Lausperene e Festa à Nossa Senhora da Caridade; instalação e oitavário de São Nicolau; Festa de Corpus Christi; encargos da Fábrica da Igreja; consertos e aquisições; sufrágios; vencimentos; fornecimentos; renda da habitação do prior; reparos e conservação do edifício da Igreja; transferências para o cofre da caridade; encargos de legados; redução de encargos pios; contribuição predial e impostos; prémio do seguro; gastos gerais; socorros a pobres, enfermos e funerais; medicamentos; esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres; esmolas a paroquianos pobres; rendas das casas das escolas para ambos os sexos; assistência escolar; manutenção escolar; prémios aos alunos e despesas com a sessão da sua distribuição; vencimento dos professores; despesas de expediente; donativo à Assistência aos Tuberculosos; donativos à Albergaria de Lisboa; donativo à Junção do Bem.
Inclui cartas remetidas a José Frederico Laranjo por diversos cidadãos portugueses, nomeadamente: Luís Carlos [Simões Ferreira] (1); Alberto Pimentel (2); António da Costa (4); Francisco Marques de Sousa Viterbo (1); Gomes Coelho (1); Júlio de Vilhena (1); A. Figueiredo (1); António [Maria] de Campos Júnior (1); João Penha [de Oliveira Fortuna] (2); António José de Barros e Sá (1); Anselmo José Braamcamp (3); José Luciano de Castro [Pereira Corte- Real] (1); Emídio Navarro (2); Vicente Ferrer Neto Paiva (1); [Henrique] de Barros Gomes (1); José Tomás de Sousa Martins (1); Maria Amália Vaz de Carvalho (1); António dos Santos Viegas (2), Mariano de Carvalho (1); A. A. da Fonseca Pinto (1); Júlio de Castilho (1). Entre os vários assuntos tratados, destacam-se os seguintes: apreciações críticas das obras da autoria do destinatário; agradecimentos pelo envio de opúsculos, livros e outros escritos; pedidos de artigos; alusão às diversas áreas de interesse e de actividade de José Frederico Laranjo; informações sobre o jornal «O Distrito de Portalegre» e sobre a organização do [Partido Progressista Português]. Integra, ainda, uma missiva de Maria Amália Vaz de Carvalho dirigida [à esposa de Frederico Laranjo] com mensagem de apologia ao carácter e ao talento do seu marido. Integra, por fim, duas cartas dirigidas a remetente identificado como “Casanova”, uma do conde de Ficalho e outra de remetente ilegível com timbre da Secção de Zoologia do Museu de Lisboa.