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Carta manuscrita assinada, de Seide. Esta carta está dentro envelope CP 2252 juntamente com outras 12 cartas de Camilo Castelo Branco. Transcrição da carta: "Meu caro Vicente O resultado das conferencias entre as árbitros da tal honra ofendida por adjectivos fortes apareceu n´um aranzel q. V. Exª terá visto no 1º de Janeiro de 6ª feira. Tudo incruentíssimo e imaculado por boas laminas de Toledo. Abraça-se com o seu excelente coração o de V. Ex.ª amº grato C. Castello Brº Seide 28/10/79" Esta carta espelha a quezília mantida com Cipriano Jardim, militar, escritor e jornalista que acusou Camilo de plágio, que se pode ler nos jornais da época, tendo surgido a possibilidade de duelo não concretizado. Fonte: Machado, João Afonso (2017). Memórias redivivas. Linda-a-Velha: DG Edições.
FERNANDES, Emília dos Prazeres. Filha de Vitória da Purificação Fernandes, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Ferreiros, Prado, e de (*). Neta materna de Pulquéria de Jesus, do dito lugar. Nasceu em Prado a 8/4/1890 e foi batizada na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Ferreira, solteiro, caiador, de São Vítor, Braga, e Emília de Jesus Esteves, casada, costureira, moradora na Rua Direita, Vila. // Teve um filho, Aldomar Rodrigues Soares, nascido em Prado a 10/9/1913, gerado por Luís Cândido Soares, seu conterrâneo; esse mesmo filho, conhecido por “Mário de Prado”, que colaborou nos jornais da terra, escreveu que sua mãe tinha o apelido Rodrigues (de seu pai, certamente), o que até agora não consegui confirmar. // Faleceu no lugar de Ferreiros, no estado de solteira, a 22/10/1918. /// (*) Segundo consta, era filha de João Luís do Vale.
SERAFIM, Gabriel. Filho de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão. Nasceu na Vila de Monção por volta de 1881. // Barbeiro. // Veio para Melgaço ainda solteiro, abrindo oficina e tornando-se agente de vários jornais. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 8/9/1904 com Inocência, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Testemunhas: José Dias, proprietário, José de Araújo, vendeiro, e Cesário Augusto Cerdeira, trabalhador, todos residentes em SMP. // Em 1913 foi demitido de membro da sociedade “Recreio Melgacense”, tendo sido nomeado para o substituir Ilídio Esteves . // Faleceu na Vila de Melgaço a 3/3/1939, com 57 anos de idade, na sua casa de residência, na Rua da Calçada. // Sucedeu-lhe na barbearia o seu sobrinho João Rodrigues de Sousa. // A sua viúva finou-se também na Calçada, a 7/8/1954, com 74 anos de idade.
Cartaz de divulgação do espetáculo para maiores de 12 anos, a decorrer no Cine Copacabana, Lda., na Costa de Caparica, no dia 19 de julho de 1964, pelas 18h. Um espetáculo altamente científico, misterioso e inacreditável, mas verdadeiro, pelo consagrado professor Ferrery. Com momentos de franca gargalhada, expetativa e meditação, o assombro das plateias de todo o mundo, um êxito como nunca. Contém a imagem de uma página do jornal "Diário de Moçambique", com uma notícia sobre o espetáculo. Contém a crítica de 6 jornais (O Século, Diário Popular, Diário de notícias, Diário de Lourenço Marques, Notícias de Lourenço Marques e Diário de Moçambique). No verso, contém os carimbos do visto pela Inspeção dos Espetáculos, Delegação de Almada.
Recortes de imprensa dos jornais "A Bola", "Record", "O Século", "O Mundo Desportivo", "República", "Diário de Noticias", e "Desporto Novo" sobre a VI Assembleia Geral dos Comités Nacionais Olímpicos Europeus que reuniu em Lisboa sobre a presidência do Conde Jean de Beaumont. Contém os seguintes artigos: "Estes Olímpicos! Atitude... de esperar"; "Vinte e cinco anos de desporto - medalha de ouro no lançamento do disco. Lia Manoliu - de atleta a Vice-Presidente do Comité Olímpico Romeno"; "Altas esferas do desporto mundial. Jogos Olímpicos continentais - Uma hipótese muito realista"; "Vinte países estão em Lisboa"; "O discurso do Secretário de Estado foi uma «Pedra no Charco»!; "Tornar o desporto acessível a todo o povo português"; "Portugal irá beneficiar da «Solidariedade Olímpica"; "Política desportiva portuguesa revelada pelo Secretário de Estado"; "Os jogos Olímpicos não podem ser «Show-Business»"; "O desporto e a mulher".
Contém 2 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com a imprensa, rádio e televisão sobre acreditação de jornalistas para as Sessões do Comité Olímpico Internacional, direitos de resposta de imprensa, recortes de jornal sobre a preparação e participação nos Jogos de 84, pagamento de assinaturas de jornais e revistas desportivas, entre outros assuntos. Contém ainda documentação de tesouraria dos anos de 1981 a 1984, nomeadamente mapas de movimentos mensais, relatório e contas do ano de 1982, extratos de conta, recibos e faturas, orçamentos entre outros. Capas existentes na UI: capa n.º 64- Imprensa, Rádio e Televisão; capa n.º 65- Tesouraria.
Recortes de imprensa dos jornais "Correio da Manhã", "A Bola", "Diário de Noticias", "O Dia", "Dez de Junho", "Record", "O Jornal", "Mundo Desportivo", "Expresso", "O Tempo", "A Capital", sobre o boicote aos Jogos Olímpicos devido à intervenção do exército soviético no Afeganistão. Alguns títulos: "Olimpíada de Verão. Antes dos Jogos boicote é o tema", "O grande tema da actualidade desportiva. Boicote aos jogos de Moscovo - pressão de difícil êxito", "Moscovo ou não Moscovo eis a questão... O grande folhetim do boicote olímpico", "A controvérsia sobre os Jogos Olímpicos", "«Jogos livres» no Terceiro Mundo em vez das Olimpíadas de Moscovo", "Carter pediu a transferência dos Jogos Olímpicos de Moscovo", "Americanos treinam-se na URSS soviéticos exibem-se nos EUA", "C.O.I. condena a África do Sul adverte os Estados Unidos... mantém os jogos em Moscovo", "Portugal também decidido a hesitar", entre outros.
Recortes dos jornais "Diário Popular", "Diário de Notícias", "Record", "A Capital", "A Bola", publicados entre 27 de outubro e 29 de dezembro de 1984 sobre as comemorações do 75.º Aniversário do Comité Olímpico de Portugal que coincidiram com a visita a Portugal do Presidente do Comité Olímpico Internacional Juan Antonio Samaranch. Contém os seguintes artigos: "Nos 75 anos do Comité Olímpico Português. Um livro com as crónicas do eng. Nobre Guedes no «DP»", "COP festejou bodas de ouro antes de tempo. COP festejou as bodas de ouro após 72 anos da sua formação", "Exposição no Palácio Foz. Figuras e lendas do desporto português", "«Figuras e lendas do desporto português». Exposição assinala Aniversário do C.O.P", "Juan Antonio Samaranch entre nós. Regresso com alegria à cidade de Lisboa onde iniciei a carreira de dirigente desportivo" e "Governo condecora Samaranch com colar de honra de mérito".
Contém 17 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. Na numeração das modalidades precedem as iniciais "J.P." [Jogos de preparação]. A documentação é composta por correspondência e inscrições por modalidades para os Jogos de Preparação Olímpica de 1925. Inclui inscrições de membros dos júris, imprensa e do Comité Olímpico Português. Capas existentes na unidade de instalação: capa J.P. 1- Atletismo; capa J.P.2- Boxe; capa J.P. 3- Ciclismo; capa J.P. 4- Esgrima; capa J.P. 5- Futebol; capa J.P. 6- Ginástica; capa J.P. 7- Hipismo; capa J.P. 8- Natação; capa J.P. 9- Pesos, Alteres e Luta; capa J.P. 10- Remo; capa J.P. 11- Lawn Ténis; capa J.P. 12- Tiro; capa J.P. 13- Yachting (Vela); capa n.º 14- Generalidades; capa n.º 15- Minuta para notícias nos jornais; capa n.º 16- Jogos de preparação olímpica de 1925; capa n.º 17 e 17a- Inscrições.
Contém 8 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos das XIII e da XVI Olimpíadas, numeradas sequencialmente com "processo n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com os Comités Organizadores dos Jogos Olímpicos desde a XIV Olimpíada; com os Comités Nacionais acerca do envio de publicações periódicas, membros de Comissões Executivas, entre outros assuntos; com o CIO e com diversas Federações internacionais. Contém documentação sobre a atribuição da medalha Olímpica de 1951 e 1952 e sobre o Dia Olímpico de 1953, incluindo recortes de jornais; circulares emitidas pelo CIO; e comunicados enviados pelo COP à imprensa e rádio. Capas existentes na UI: capa n.º 47- Prémio Olímpico e medalha Olímpica; capa n.º 48- Circulares do CIO; capa n.º 49- Comités Organizadores; capa n.º 50- Correspondência com Comités Nacionais; capa n.º 51- Correspondência com o CIO; capa n.º 52- Correspondência com federações internacionais; capa n.º 53- Imprensa e rádio; capa n.º 54- Assuntos tratados nas reuniões dos Comités Nacionais.
Catálogo das Obras do Arquivo e da Biblioteca da Sociedade Farmacêutica Lusitana N.º 3. Livro manuscrito com registo das obras doadas à Sociedade, que se encontra organizado pelos seguintes temas: farmácia, química, física, história natural, botânica, zoologia, mineralogia, ciências médicas, diversidades, miscelânea e jornais científicos. Existem registos de monografias, periódicos, folhetos e dicionários. O registo inclui o nome do autor, título das obras, exemplares, país e ano, nome dos doadores, ano em que foi doado e lugar na biblioteca. Encontram-se mencionados os seguintes doadores: Academia Real das Ciências de Lisboa, Agostinho Albano da Silveira Pinto, Augustin José Mestre, Bernardino António Gomes, Câmara dos Deputados, Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Mallaina, Conselho de Saúde Pública do Reino, Eugène Marchand, François-Laurent-Marie Dorvault, Glenard e Guillermont, Instituto Médico Valenciano, João de Sousa Pereira, João Félix Pereira, Joaquim Augusto Carvalho, [José Adrião Vinha] Marques, José António de Arantes Pedroso, José Fructuoso Ayres, José Joaquim da Silva Pereira Caldas, Quintín Chiarlone, Sociedade Farmacêutica Brasileira.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 13 de julho e 30 de novembro de 1926 nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; circulares; correspondência recebida e expedida; mapa comparativo de receitas e despesas dos anos 1924 a 1926; recortes de jornais; convites. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre a eleição de Corpos Gerentes e Comissões; proibição do fornecimento de álcool às farmácias; Lei do Selo das especialidades farmacêuticas; Luctuosa Farmacêutica; venda ilegal de Pantopon; aviamento de receitas prescritas por Drummond Borges; Protesto do Dr. Gama Júnior contra a frequente ausência dos Secretários da Mesa da Assembleia Geral; preço a aplicar pela manipulação de medicamentos; Regimento do Preço dos Medicamentos; Água de louro-cerejo; iodeto de potássio; Comissão Revisora de Contas, Comissão de Farmácia e Comissão de Interesses Profissionais.
Série composta por recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
Conjunto de recortes de artigos de jornais relacionados com saúde, farmácia e acontecimentos locais relacionados com a Fábrica da Vista Alegre. Estes recortes de jornal terão sido recolhidos pelo fundador da farmácia, Manuel Ferreira da Cunha. Contém temas diversos, como: a gripe, a cafeína, o café, a Bilharose, a cura da Sífilis pelas injeções quentes, a vacina de Friedmann, tratamento para a Tuberculose Pulmonar, descobertas antituberculosas, a Influenza – moléstia antiga, tirar do estômago um alfinete «bebe» aberto, a cura do Artritismo, o Metabeno – específico contra a diabetes, as flores e os seus perfumes, a academia das ciências de Lisboa, a cura da Pneumonia, o remédio contra a Lepra, as verrugas e ainda sobre a Associação dos Engenheiros Civis do Norte de Portugal.
Etapa #1 Para efeitos do disposto nos n.ºs 2 e 3 do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 26/10, de 30 de março, conjugado com o previsto no artigo 17.º do ROU, remeto à DIJA para efeitos de publicação do aviso em referência em dois jornais de âmbito local. Para confirmação da Coordenadora Funcional da Subunidade de Apoio Administrativo do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística e posterior reencaminhamento para o Senhor Vereador, para correspondente autorização. N.º processo OBM: 146.14 Nif. Req.:179995529 Tipo de Atividade: Artº 8 e Artº 43-Operações de Loteamento e Obras de Urbanização Processo de Urbanismo: Lot. 3/91 Rute Anastácio |AT 2014/03/07
Etapa #1 Para efeitos do disposto no n.º 3 do artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 26/10, de 30 de março, conjugado com o previsto no artigo 17.º do ROU, remeto à DIJA para efeitos de publicação do aviso em referência em dois jornais de âmbito local. Para confirmação da Coordenadora Funcional da Subunidade de Apoio Administrativo do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística e posterior reencaminhamento para o Senhor Vereador, para correspondente autorização. N.º processo OBM:156.14 Nif. Req.:204036399 Tipo de Atividade: Artº 8 e Artº 43-Operações de Loteamento e Obras de Urbanização Processo de Urbanismo: Lot. 3/93 Rute Anastácio |AT 2014/04/01
Etapa #1 Para efeitos do disposto no n.º 5 do artigo 7.º e artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 26/10, de 30 de março, conjugado com o disposto no artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro,alterado, remeto ao Setor de Aprovisionamento para efeitos de publicação do aviso em referência no Diário da República e em dois jornais de âmbito local, de acordo com a requisição em anexo. Para confirmação da Coordenadora Funcional da Subunidade de Apoio Administrativo do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanistica, e posterior reencaminhamento, para o Sr.Vereador Lino Pereira, para a correspondente autorização. 13/08/2013 Susana Santos
Etapa #6 Ato da Hasta Pública agendado para as 10:30 do dia 22.04.2014. Prazo para entrega de propostas a decorrer até ao dia 21.04.2014. Procedimento publicitado no sítio do Município de Leiria e nos jornais regionais: Região de Leiria e Jornal de Leiria. Foi solicitado a afixação do Edital nos locais de estilo. 28.03.2014 ___________ Anexa-se ata e despacho de adjudicação definitiva relativa ao procedimento de hasta pública n.º 2/2014. Uma vez que os lotes relativos aos espaços do Minimercado ao Restaurante/Bar e ao Talho ficaram desertos solicitam-se orientações sobre a necessidade de abertura de novo procedimento nos mesmos moldes e sobre possíveis alterações a contemplar nas peças do procedimento. Patrícia Paixão | Técnica Superior
Livro de registo de devedores e credores da Sociedade Farmacêutica Lusitana, correspondente ao período de 18 de fevereiro de 1902 a 31 de dezembro de 1927. Livro manuscrito, organizado em formato de tabela, dividida em valores recebidos e valores a pagar, com os campos da data, descrição do pagamento ou dívida e valor correspondente. Encontra-se estruturado por “Obrigacionistas do empréstimo para a construção do edifício”, “Primeiro Congresso Nacional de Farmácia”, “Operação para a remodelação das instalações da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Montepio Geral”, “Ricardo Leone - Fornecedor do vitral”, “Ricardo Peres - Rua Eduardo Coelho - Fornecedor de cofres à prova de fogo”, “Antonino Alves Barata”, “António Pereira - Obras no edifício - Empreiteiro”, “Grandes Armazéns Nascimento - Porto - Fornecedor de Mobiliário”, “Casa Heitor - Alcântara - Reparador de mobiliário”, “Júlio Gomes Ferreira - Ampliação da instalação eléctrica”, “José de Sousa Balfarejo - Valongo - Construtor da Placa dos Fundadores”, “Pintor Conceição e Silva” - Fornecedor dos azulejos para a escada principal”, “Fornecedores do Jornal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Pessoal da Sociedade Farmacêutica Lusitana”, “Despesas Geraes: Água à Companhia das Águas”, “Angariamento de anúncios”, “Anúncios em jornais”, “Despesas de Cobrança”, “Despesas de Correio”, “Coupons da Dívida da Sociedade”, “Às Companhias reunidas de Gás e Eletricidade”, “Impostos e Contribuições”, “Impressos Diversos”, “Despesas Imprevistas”, “Encadernações”, “Expediente etc. de Secretaria”, “Limpeza do quintal”, “Livros e publicações diversas”, “Mobília, utensílios e reparações”, “Reparações no edifício”, “Representação”, “Seguros do edifício e mobiliário etc.”, “À Companhia dos Telefones”, “Telegramas”, “Devedores Geraes: Sócios, por suas quotas”, “Coupons da Dívida Externa”, “Diplomas”, “Estatutos”, “Receitas Diversas”, “Jornais da Sociedade”, “Impressos Diversos”, “Juros de Depósitos”, “Anunciantes do n/ jornal”, “Devedores e Credores Geraes”, “Em Obrigações da Dívida Externa”, “Quotas de sócios, cobrança atrasada”, “Impressos com valor”, “Edifício Social”, “Mobiliário e Utensílios” e “Laboratório”. Vários campos não estão preenchidos. Nomes e entidades mencionados: Joaquim José Alves, Jornal Diário de Notícias, José Bento Coelho de Jesus, Libânio da Silva, Miguel José de Sousa Ferreira.
Recortes de imprensa selecionados pelo Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Évora sobre o escritor Armando Antunes da Silva o qual nasceu em Évora a 31 de julho de 1921. Aos 12 anos por falecimento da mãe teve que ir viver com a avó paterna, dona de uma loja, e separando-se do irmão que foi para a Casa Pia. Entre 1933 e 1941 trabalha num escritório de solicitadoria e mais tarde na seguradora Ultramarina. Em 1940 inicia a carreira jornalística no periódico Democracia do Sul e colabora em várias revistas e jornais como, o Diário de Lisboa, Diário Popular, República e no moçambicano Notícias da Beira. Em 1948 perde o emprego em Évora e é preso por pertencer ao M.U.D. Juvenil. Na prisão de Caxias encontra outros resistentes ao regime Salazarista e cria amizades. Em Lisboa emprega-se na CEL-CAT, uma fábrica de condutores elétricos. Em 1961 vence o primeiro Prémio dos Leitores, uma iniciativa do Diário de Lisboa, com Suão. Em 1969 candidata-se pela CDE na Oposição Democrática pelo Distrito de Évora. Em 1976 começa a dirigir o semanário Notícias do Sul, em Évora. Em 1979 candidata-se pelo M.D.P/C.D.E às eleições para a Assembleia da República, pela coligação A.P.U. Em 1981 perde o filho, vítima de doença súbita aos 36 anos. Em 1985 a sua esposa, Arlete, falece. Em 1986 casa-se em segundas núpcias com Maria Gisela. Após algum anseio regressa a Évora. Em 1987 ganhou o primeiro “Prémio Alentejo de Jornalismo” com um conjunto de textos sobre a qualidade do vinho do Alentejo, da barragem do Alqueva e da relevância da água, publicados no Notícias de Évora e no Diário de Lisboa. Em 1988 viaja até Macau, conhece a China e a Tailândia. No final do ano assiste à geminação de Évora e Angra do Heroísmo. Em 1991 torna-se mandatário do Partido Socialista, em Évora, e a 29 de junho recebe a medalha de mérito municipal, pela dedicação à província natal, no empenhamento cívico e literário. Em 10 de junho de 1992 é galardoado pelo Presidente da República, Mário Soares, com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Em 1996 a Câmara Municipal de Évora celebra o meio século de atividade literária de Antunes da Silva do que resulta o livro “Comemorações dos 50 Anos de Vida Literária do escritor Eborense Antunes da Silva”. Em 1997 morre em dezembro.
António Lourenço Farinha (Sertã, Várzea dos Cavaleiros, Mosteiro de São Tiago, 15 de Abril de 1883 - Lisboa, Anjos, depois de 15 de Abril de 1985), foi um padre e missionário português. Estudou no Real Colégio das Missões, de Cernache do Bonjardim. No fim do curso, seguiu, na qualidade de Missionário do Real Padroado, para a antiga colónia de Moçambique, onde esteve e trabalhou de 1907 a 1918, e onde se dedicou à evangelização e à alfabetização. Estudou conscienciosamente o Landim, e ali compôs e publicou uma Gramática desta língua, assim como, também, alguns livros de Catecismo, entre os quais um Catecismo Chironga-Português. Quanto esteve em Moçambique, de 1907 a 1919, foi Coadjutor da Missão de Matutuíne, no Rio Maputo, Pároco de São Miguel de Manhiça, e da Sé de Moçambique, Superior da Missão de Manhiça, da qual foi fundador, e Secretário da Prelazia. No regresso a Portugal, foi convidado e colocado, em 1919, pelo Ministro e no Ministério das Colónias, depois Ministério do Ultramar, como 3.º Oficial, encarregado, na sua Repartição de Justiça e Cultos, mais tarde de Justiça, Instrução e Missões, do expediente relativo a Missionários, e a desempenhar as funções de Chefe, as quais desempenhou durante vários anos. Colaborou em revistas de Missões, mormente no "Missionário Católico", e, também, com algumas outras revistas e jornais, como a "Revista Colonial", os "Anais da Propagação da Fé", o "Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa", "Novidades" (Suplemento Letras e Artes), "Lúmen", "Volumus", de Cucujães, e "Das Artes e História da Madeira", do Funchal,[6] e publicou várias obras, entre as quais a que segue. Trabalho muito notável é a monografia da sua própria terra: A Sertã e o seu Concelho, editada em 1930. Esta obra relata aspetos da História, Cultura, Etnografia e Lendas deste Concelho. Coligiu apontamentos e documentou-se pacientemente, nos arquivos públicos, para escrever a História das Missões Portuguesas, publicada em 1942, em dois volumes, pela Agência Geral das Colónias com o título, o 1.º Volume, A Expansão da Fé na África e no Brasil: Subsídios para a História Colonial, o 2.º Volume, A Expansão da Fé no Extremo Oriente: Subsídios para a História Colonial (1942). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Louren%C3%A7o_Farinha
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgeses, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc. Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes, em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 211
Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, nasceu na Casa do Carmo, S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães em 8 de agosto de 1878 e morreu, na Casa de Caneiros, em 24 de agosto de 1947. Casou na igreja de S.to Estevão de Urgezes, Guimarães, em 5 janeiro de 1901, com D. Arminda Adelaide Baptista de Sampaio. Foi Oficial de Cavalaria, Governador Civil do Porto (de 3-8-1918 a 3-1-1919), Senador (de 19-7-1918 a 21-2-1919), Promotor da Justiça no Tribunal Militar, Comandante duma coluna contra os revoltosos de Vila Real (a 5-1-1919), Senhor da Casa de Caneiros em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, combatente na 1ª Guerra Mundial, onde comandou em Angola o 3º Esquadrão do regimento de Cavalaria n.º 9 (a 22-8-1914), habilitado com o Curso de Cavalaria da Escola do Exército (a 18-10-1901), Diretor das Escolas Regimentais (de 16-1-1916 a 1-8-1916), Diretor de Instrução dos Oficiais Médicos Milicianos (a 29-8-1916), Medalha de Prata de Classe de Comportamento Exemplar (a 15-11-1913), Medalha de Prata Comemorativa das operações militares realizadas no Sul de Angola em 1914-1915 (a 18-1-1917), Vogal da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Diretor da Companhia do Porto Colonial (com diversos trabalhos topográficos e agrícolas em Angola, Moçambique e Cabinda), etc.Foi o fundador e criador da Casa dos Pobres em Guimarães, dedicou-se à indústria: fundou a Fábrica de Curtumes de Roldes em Fermentões e a Lacticínio no Porto. Distinto cavaleiro, venceu algumas provas de saltos e alta escola. Além de muitos artigos em jornais e revistas publicou: “O combate de Vila Real e outros esclarecimentos” em 1926, “A Hora da Justiça”, Famalicão, 1934, “A Indústria de Curtumes”, Porto, 1938, “Viagem de Estudo a Angola” em 1939, “Costumes e Aptidões dos Indígenas Africanos” em 1943. Recebeu na Casa de Caneiros em Fermentões, Guimarães, vários membros de Famílias Reais. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, pp. 209-211
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, diretor e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por ações desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e diretor do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribunal, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu ativamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e diretor da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra atividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em Coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4206401
1879 Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro nasce em Braga, na Rua Nova de Santa Cruz, 164 (29 de setembro). 1890 Começa a frequentar o Colégio do Espírito Santo. 1897 Primeiros escritos na revista literária “O Gigante” (Braga) Conclusão do curso liceal (4 de outubro). 1898 Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (12 de outubro) Em Coimbra começa a frequentar a casa de António Augusto Gonçalves, que se inicia no estudo do Românico. 1901/1903 Na companhia de Rocha Peixoto, faz visitas de estudo (etnográfico-arqueológicas) ao Gerês, Barroso, Castro Laboreiro, Lindoso, Soajo, Serra Amarela, Marão, o distrito de Bragança, etc. Inicia a colaboração na “Portugália” e em diversos jornais, nomeadamente na “Residência”, jornal republicano de Coimbra. 1904 “Congresso da Liga Sub-Ripal contra a Calvície”, em Coimbra (28 de abril). 1905 Conclui o curso de Direito (12 de julho). Destruição da cidadela de Braga Monta banca de advogado em Braga e é orador no 1º comício republicano aí realizado 1905/1910 Colabora nas revistas “Serões”, “Portugália”, “Ilustração Portuguesa”, “Arte”, “Ilustração Transmontana”, etc. em “Arte e a natureza em Portugal” e em diversos jornais. 1906 É eleito presidente da Comissão Municipal de Braga do Partido Republicano (dezembro). 1907/1908 Participa ativamente em diversos comícios republicanos. 1908 Publica “S. Pedro de Rates”. 1909 Morre Rocha Peixoto (3 de maio). 1910 Manuel Monteiro, após a proclamação da República, é nomeado Governador Civil de Braga (6 de outubro). 1911 Visitas oficiais a diversas localidades do distrito. Publica a obra “O Douro”. 1912 Organiza, em Braga, uma exposição de arte sacra (junho). 1913 Nomeado juiz do Supremo Tribunal Administrativo (maio). Exonerado do cargo de Governador Civil (24 de maio). Eleito deputado pelo circulo de Barcelos, concorrendo pelo Partido Democrático (16 de novembro). 1914 Nomeado Ministro da Justiça (9 de janeiro). Pede demissão do lugar de Ministro da Justiça (22 de junho). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (18 de dezembro) 1915 O Parlamento é encerrado pela força, mas reúne sob presidência de Manuel Monteiro no Palácio da Mitra (4 de março). Demitido do cargo de juiz do T.S. (30 de março). Nomeado Ministro do Fomento (16 de maio). Eleito deputado por Braga (13 de junho)Exonerado do lugar de Ministro do Fomento (18 de novembro). Eleito Presidente da Câmara dos Deputados (16 de dezembro). 1916 É colocado como juiz nos Tribunais Mistos do Egipto, em Mansourah (6 de outubro. Chega ao Egipto (dezembro). 1921 É transferido para o Tribunal de Alexandria. 1923 O seu nome é sugerido como candidato à Presidência da Republica. 1930 É eleito presidente do Tribunal Internacional de Alexandria. 1939 Polémica com A. Nogueira Gonçalves, sobre o românico de Coimbra. Publica “S. Frutuoso”. 1940 Por motivos da II Grande Guerra pede demissão do cargo de juiz dos Tribunais Mistos do Egipto e passa a viver em Braga (novembro). 1940/1952 Colabora em diversas revistas e jornais (“Revista de Guimarães”, “Boletim da Academia” N. de Belas Artes”, “Mínia”, “Museu”, “O Tripeiro”, “Bracara Augusta”, “Primeiro de Janeiro”, “Correio do Minho”, etc.), profere várias conferências e rege um curso de história da arte. 1943 Fundação do “Instituto Minhoto de Estudos Regionais”, de que é o 1º Presidente (10 de dezembro). 1944 Criação da “Liga de Defesa da Região de Braga”, de que é fundador (maio). 1945 Apoia o Movimento de Unidade Democrática (MUD), de Braga (outubro). 1946 Fundação do Rotary Club de Braga de que é o 1º Presidente (3 de outubro). 1948 Subscreve o processo de candidatura de Norton de Matos à Presidência da República. 1949 Polémica com João de Moura Coutinho e Jerónimo Louro sobre a capela de S. Frutuoso (agosto/setembro). 1952 Manuel Monteiro falece, cerca das 22h, na sua residência na Rua Nova de Santa Cruz (18 de janeiro). Fonte: Henrique Barreto Nunes, Biblioteca Pública de Braga - Universidade do Minho.
Jornal da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, nº 15, maio 1961. Editor: António Silva Pinto, Diretor: Júlio Freire de Andrade; Chefe de Redação: Rui Martins. Principais temas deste número: - Artigo de José Augusto Seabra intitulado "Transmitirá a nossa universidade uma cultura?"; “Para responder à pergunta: - qual a função da Universidade? - seria necessário um estudo profundo e exaustivo, que a encarasse nos seus variados e complexos aspetos, em relação, em primeiro lugar, com a estrutura social e respetiva superestrutura ideológica de que tem sido e tenderá a ser a expressão e o instrumento.” - Realização da I Semana Cultural Universitária; “As Secções Culturais das Associações de Estudantes de Lisboa realizaram em Março por iniciativa conjunta uma série de colóquios sobre temas de cultura a que deram o nome de I Semana Cultural Universitária. Estes colóquios realizaram-se na Sociedade Nacional de Belas Artes e foram dirigidos por críticos de arte dos diferentes assuntos versados (...) Sobre o colóquio, diz-se “Falou-se muito de sons mas bastante pouco de música”, pois houve membros muito mais focados na música eletrónica e na sua decomposição de Fourier do que a conceção mais clássica da música. “[...] a sessão terminou com a audição de um dos andamentos da Música para cordas, percussão e celesta de Béla Bartók!” - Dia Nacional do Estudante de 1961; “O Dia do Estudante de 1961”, presença de 350 estudantes de Coimbra e Porto. tendência de união dos estudantes à escala nacional. Registe-se que o maior anfiteatro do Técnico foi insuficiente em qualquer das 3 sessões realizadas. Finalizou com um jantar no ginásio do Técnico que recebeu quase o dobro dos inscritos. (450 previstos, 700 comensais). - Anúncio do 1º Encontro da Imprensa Universitária “1º Encontro da Imprensa Universitária”, O encontro teve lugar na AEIST, nos passados dias 11 e 12 de Março e reuniu representantes de 15 publicações, entre jornais, revistas e boletins, das 3 Academias do País. Discutiu-se a relação entre os jornais, plano nacional como internacional; situação e formação do estudante jornalista; possibilidade de realização dum jornal comum; difusão das publicações e possibilidade de uma tipografia académica. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Livro Copiador de Correspondência Expedida pela Tesouraria da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 13 de agosto de 1858 a 25 de abril de 1861, organizado cronologicamente e contendo cópias manuscritas de correspondência expedida sobre diversos assuntos, nomeadamente sobre eleições para os cargos da tesouraria, registo de pagamento de quotas, jornais, diplomas e estampilhas, envio de jornais a sócios, admissão e demissão de sócios, nomeação de delegados, louvores pelos serviços prestados à Sociedade, enganos no envio de recibos e cobranças, relação de sócios sem dívidas, envio de cópias de estatutos aos sócios, pedido de doação monetária à Sociedade Farmacêutica Lusitana para investimento na sua sede. Entre os destinatários encontram-se Abílio Nunes Guardado, Adelino Augusto Pereira de Carvalho, Agostinho Dias Lima, Ângelo Joaquim Bravo, António Caetano de Bastos, António Cândido de Assunção Nunes, António Correia de Figueiredo, António de Oliveira Melo, António Francisco das Neves, António Francisco Romano Baptista, António Gomes Roberto, António Jacinto de Sousa, António Joaquim Ferreira, António Joaquim Rosado e Silva, António José Lopes da Silva, António Manuel Rodrigues, António Maria Caeiro, António Mendes de Matos, António Pais da Cunha Mamede, António Quirino de Sousa, António Rodrigues Vidal, Augusto César Marques, Augusto Joaquim da Costa Pereira Calheiros, Belchior Rosado Caeiro, Bernardo José Gonçalves, Caetano José de Araújo, Cândido Joaquim Xavier Cordeiro, Cândido Marcelino Borges, Cândido Máximo dos Reis Chaves, Domingos António Soeiro, Domingos Barata Diniz, Eduardo Júlio Janvrot, Félix da Fonseca Moura, Filipe Fernandes Calçado, Francisco Maria Supico, Francisco Ribeiro de Magalhães, Francisco Xavier de Sousa, Frederico José da Silva Nobreza, Januário José de Miranda, João António Silveira, João Augusto Penedo, João Bernardo de Miranda, João Carlos de Matos, João Crisóstomo de Almeida, João de Deus Baptista, João José de Sousa Magalhães, João José Pereira Amado, Joaquim António Pinto, Joaquim José da Veiga, Joaquim José Rodrigues, Joaquim José Roquete, Joaquim Pinto Madureira, Joaquim Urbano da Veiga, Joaquim Vicente da Silva, José António da Cunha, José António Lopes, José Félix Nunes Franco, José Joaquim Brochados Caldas, José Manuel Teixeira Malheiro, José Mendes dos Santos, José Ribeiro Guimarães Drack, Luís António da Costa, Manuel José da Silva Rosa, Manuel Luís da Silva Saturnino, Manuel Maria Teixeira, Manuel de Ornelas, Maurício de Andrade, Narciso José Gomes do Souto, Policarpo dos Reis Mendo Costa, Rafael Gonçalves de Azevedo, Sebastião A. G. da Silva, Tomás Paulo da Palma. Nomes referidos na correspondência que não constam da lista de destinatários: Anacleto António Rodrigues de Oliveira, António de Sousa Dias, António Joaquim Pereira, João Crisóstomo Pereira Barroso, Joaquim da Costa Neves, Joaquim José Alves, José Tedeschi, Manuel Nepomuceno, Raposo Sobrinho, Sebastião Betâmio de Almeida.
Pasta contendo documentos avulsos relativos às Sessões da Sociedade Farmacêutica Lusitana para elaboração de atas. Contém documentos datados entre 8 de setembro de 1927 e 31 de julho de 1928, nomeadamente minutas datilografadas e manuscritas das sessões; moções, propostas e cartas de sócios; pareceres de sócios e comissões da Sociedade; editais; circulares; correspondência recebida e expedida; recortes de jornais; convites aos sócios; ficha de proposta para admissão de sócios; rótulos e etiquetas. São abordados diversos assuntos nomeadamente sobre as leis de defesa da saúde pública; orçamento para aquisição de um vitral para a sede da Sociedade; criação do sindicato dos fabricantes de produtos farmacêuticos e especialidades; uniformização dos preços dos medicamentos; atraso na transcrição das atas a partir de 22 de agosto de 1927; projeto de lei das associações de socorros mútuos; pautas alfandegárias sobre artigos de vidro (ampolas de vidro neutro, tubo de vidro neutro para ampolas); quotas; admissão e demissão de sócios; admissão a sócios honorários de Achilles Alfredo da Silveira Machado, Leopoldo Lopez Perez e José Alemão de Mendonça Cisneiro e Faria; I Congresso Nacional de Farmácia; Farmácia Pancada; farmácias militares; lei do exercício profissional; exercício ilegal de farmácia; Federação Nacional de Farmacêuticos; caixa de reformas para farmacêuticos; cooperativa farmacêutica; limite de abertura de farmácias; suspensão do selo nas especialidades farmacêuticas; formulários de medicamentos; uniformidade do título de farmacêutico; identificação do açafrão; Rodrigo Maria Frazão; votos de sentimento pelo falecimento de Francisco Silvestre do Rego, Vicente José de Seiça e Júlio Henriques; regimento do preço dos medicamentos; subscrição para a Casa da Química; transcrição de parte do plano de revisão da farmacopeia portuguesa; colaboração na exposição médico-cirúrgica e de higiene do III Congresso Nacional de Medicina; transcrição da “Contribuição para um estudo de método único de dosagem de mercúrio nos seus sais com aplicação na terapêutica”; sobre o trabalho de Goes de Oliveira “Ensaio dos Fármacos nos nossos Laboratórios”; abertura ilegal de farmácias; aviso convocatório da Sociedade publicado nos jornais “A Voz”, “O Século”, “Diário de Notícias”; aprovação e transcrição de alguns artigos do estatuto da Sociedade; imposto camarário a farmácias; horário de trabalho das farmácias; eleições de Corpos Gerentes; doações à biblioteca da Sociedade; pós de Dower; receitas veterinárias; exercício ilegal das profissões sanitárias. Contém rótulos e etiquetas de diversos organismos: Sociedade Industrial Farmacêutica, Raúl de Campos Palermo, Farmácia Marques, Farmácia Cruz e Costa, Pharmacia Barral, Pharmacia Lima Amaro, Farmácia Campos, farmácia André, Sociedade de Produtos Químicos e Farmacêuticos, Farmácia Vieira, Farmácia da Mutualidade Obrig. na Doença, Farmácia da Misericórdia, Elísio dos Santos Rolinho, Farmácia Correia, Adelino Bairrão, Farmácia Neves, Pharmacia Emílio Fragoso, M. Grillo Júnior, Farmácia Oliveira, Pharmacia Internacional de Lisboa, Pharmacia Ferreira & Germano Lª, Farmácia Silva Sardo, Alberto Malta, Pharmacia Barbosa, Farmácia Estácio.
Esta série contém uma recolha de artigos em boletins, jornais, actas sobre a JNA e o IAPO, geralmente acompanhados por apontamentos de Manuel de Lucena: Pasta 1 – Dois exemplares, um deles pertencendo a Regina Borges, da publicação “Para a valorização da agricultura. O regime de comercialização do azeite e dos óleos alimentares (1965-66)”, portaria n.º 21 741 de 22 de Dezembro de 1965. Pasta 2 – Notas de leitura manuscritas por Manuel de Lucena sobre vários artigos publicados no Boletim da JNA e no Boletim do IAPO; fotocópias de quadros anexos e de artigos completos desses mesmos boletins, incluindo o de uma lista de todos os trabalhos publicados no Boletim da JNA entre 1946 e 1972. Contém ainda: o folheto de divulgação “O olival: cultura e granjeio” de J. Mira Galvão, Lisboa, edição da JNA, 1940; fotocópias de partes da obra “Da genuinidade dos óleos vegetais” de Ana Afonso Braga da Cruz Ferrão; fotocópia de duas notícias publicadas no Diário de Lisboa: “Carta do deputado eng.º Camilo de Mendonça a propósito de comunicado do Grémio Nacional dos Industriais de Óleos” e “O Grémio Nacional dos Óleos Vegetais esclarece a opinião pública a propósito do discurso de um deputado na Assembleia Nacional”. - fotocópia de extractos do Diário das sessões da Assembleia Nacional: n.º 29 de 28 de Fevereiro de 1970, n.º 161 de 24 de Fevereiro de 1972, e n.º 203 de 6 de Dezembro de 1972.
Documentação relacionada com a Igreja de São Lourenço e a Capela de Nossa Senhora da Luz, situadas na freguesia de Carnide, 2.º Bairro de Lisboa, nomeadamente: pedido de reparações no edifício; condições para o arrendamento em hasta pública do quintal anexo à Capela da Luz; páginas de jornais contendo o edital que publicita o arrendamento; orçamentos relativos a reparações; entrega de objectos provenientes da Capela de Nossa Senhora da Luz em Carnide ao Museu Nacional de Arte Antiga; parecer do Conselho de Arte e Arqueologia sobre o estabelecimento do culto católico na igreja de Nossa Senhora da Luz facilitando "a conservação desse belo exemplar arquitetónico", mediante as reparações consideradas indispensáveis, com vista à utilização da antiga igreja matriz de Carnide como escola "desde que esse aproveitamento não prejudique não só os azulejos que revestem, a toda a altura, as paredes do corpo da referida igreja e que em lambris, decoram a Capela-Mor, como as cantarias da época primitiva"; conta-corrente das receitas e despesas entre 8 a 11 de Setembro de 1916; pedido de abertura de uma porta do parque do quartel do 1.º Grupo de Metralhadoras para a casa antecedente e anexa à sacristia da Igreja da Luz.
Desafectação do culto da igreja do antigo Convento de Santa Joana, situado na Rua de Santa Marta, freguesia de Camões, do 3.º Bairro da cidade de Lisboa, a fim de se proceder ao alargamento e melhor instalação dos arquivos do Ministério das Finanças, tendo em consideração que a poucos metros de distância fica situada a igreja paroquial do Coração de Jesus, com capacidade para a celebração do culto católico. Venda em hasta pública dos respectivos móveis, utensílios, paramentos e alfaias. Contém editais e informação detalhada da Comissão Jurisdicional dos Bens Cultuais com as orientações para a realização do leilão; páginas de jornais com as publicitações; listagem dos objectos vendidos, dos respectivos adjudicatários, valor da avaliação e da venda; comprovativo do depósito na Caixa Geral de Depósitos da importância de 96.421$00 resultante da venda em hasta pública; cópia do auto de entrega datado de 18 de Junho de 1918, à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e Senhor Jesus de Santa Via-Sacra dos objectos que se encontravam na igreja do extinto Convento de Santa Joana, devidamente discriminados; assim como listagem dos objectos recebidos pelo Conselho de Arte e Arqueologia de Lisboa, com destino aos museus da circunscrição, nomeadamente ao Museu Nacional de Arte Antiga, maioritariamente dos séculos XVII e XVIII.
Notas e informações sobre o estado de degradação das estradas entre o Tejo e a Venda Nova, relatório sobre o estado da estrada de Abrantes ao Codes e do ramal de Sardoal; requerimentos de proprietários reclamando indemnizações pelos prejuízos sofridos e pagamento de expropriações, reclamações por dívidas referentes a trabalhos de fiscalização e construção em diversos lances da estrada Abrantes a Castelo Branco . Relatório do estado em que se encontrava a extensão concluída da estrada do Tejo ao Codes quando a Direcção das Obras Públicas do Distrito de Santarém tomou conta da Secção de Abrantes; orçamentos de reparação dos lanços dados por prontos na estrada de Abrantes por Castelo Branco a Salvaterra do Extremo e orçamento de grande reparação do lanço da estrada do Tejo à Venda Nova; pareceres do Conselho de Obras Públicas. Constituição de uma Comissão para avaliar as dívidas do Estado por indemnizações, expropriações, jornais, materiais, despesas de administração e de fiscalização relativos a vários lances da estrada de Abrantes a Castelo Branco - nomeação e memorando sobre as dívidas. Relatório sobre o estado das estradas a cargo da Secção de Abrantes; requisições de fundos e pedidos de libertação de verbas.
Ofícios, brochuras, jornais referentes à Exposição Universal de Paris de 1867 ou a Segunda Exposição Universal ou "Exposition Universelle d'Art et d'Industrie" (Exposição Universal de Arte e Indústria), que se realizou entre 1 de abril e 3 de novembro de 1867 no Campo de Marte, em Paris. Circular aos Governadores Civis de 18 de Dezembro de 1865 e 12 de Abril de 1866 da Comissão Encarregada dos Trabalhos Preparatórios para a Exposição Universal de Paris. Circular de convite aos industriais. Correspondência com o Ministério e outras autoridades. Carta de Georges Aumont, arquitecto paisagista dirigida ao Conde d'Ávila, Comissário Real da Exposição a informar que os trabalhos dos jardins do Champs de Mars lhe foram adjudicados pela Comissão Imperial Francesa. Exemplares do jornal "L'Exhibiton" de 1866. Documentos relativos ao processo para a eleição dos artistas que hão-de visitar a Exposição por conta do Governo. Registo contabilistico de recebimentos e despesas com transporte de objectos, pagamentos a expositores e funcionários. Minuta de Relatório sobre a exposição bastante rasurado e com uma nota inicial " Remeto a V. Exª a minuta do relatório que V. Ex. prometeu mandar pôr a limpo. (...) Não vou pessoalmente porque temo que a victima que tiver de copiair o relatório me assassine." assinado Viriato. Ofícios dos vários participantes na Exposição. Relação de prémios concedidos aos expositores portugueses. Desenho (1) vegetal colorido da secção do Parque Campo de Marte atribuído ao reino de Portugal.
A unidade de instalação é composta por documentação relativa a obras de construção e manutenção da Estrada Nacional nº 76 de Vila Nova de Portimão á estação de Monchique (lanço de Saboia a Monchique), da Estrada Distrital nº 191 de Aljezur á Mina de São Domingos (ponte sobre o Rio Guadiana em Mértola), da Estrada Distrital nº 175 da Ribeira de São Manços a Beja. Contém mapas de despesa, ordens de pagamento a funcionários e empreiteiros, caderneta de ponto de jornais. Contém também outros documentos: mapas de requisições de despesa para as obras em várias estradas (Estrada Real nº 75, Estrada Distrital nº 175, Estrada Distrital nº 176, Estrada Distrital nº 180, Estrada Distrital nº 185, Estrada Distrital nº 189, Estrada Distrital nº 191, Estrada Distrital nº 197, Estrada Nacional nº 19); mapa de previsão de despesa a 5 anos em várias estradas do distrito (08/05/1906); mapas de conta corrente; mapas do estado (obras) das estradas; mapa do pessoal contratado pela Direção de Obras Públicas (29/03/1911); diploma de nomeação de cantoneiro (01/07/1912); processo de um abandono feito por um comerciante a um trabalhador despedido da obra da Estrada Distrital nº 189 (28/11/1907); recibos de pagamento de despesa com a publicação de anúncios (concursos de adjudicação); termos de compra (20/09/1904); auto de arrematação de duas acácias (22/07/1919); auto de licitação ; ordem de serviço; guia de marcha.
Sobre actos ilegais praticados pela Junta de Freguesia de Alcântara da cidade de Lisboa com o arrendamento da Capela de Santo Amaro e de um terreno anexo a esta à Sociedade Filarmónica Alunos de Harmonia, convicta que estava a Junta de que a referida Capela era sua propriedade. A Capela de Santo Amaro estava, pelo seu valor artístico e histórico, classificada como monumento nacional. Dificuldade de entrega de um tapete persa daquela capela ao Museu Nacional de Arte Antiga. Inclui relação dos artigos encontrados na Capela de Santo Amaro que devem ser vendidos em hasta pública; edital e condições de venda dos objectos em hasta pública; páginas de jornais contendo anúncios sobre o leilão do recheio da Capela de Santo Amaro; relação dos artigos que foram vendidos em leilão no dia 6 de Dezembro de 1920, dos artigos que não tiveram licitantes, dos artigos requisitados para o Museu Nacional de Arte Antiga e dos artigos que ficaram na Capela de Santo Amaro; auto de posse lavrado a 14 de Dezembro de 1920 na Capela de Santo Amaro, situada no Largo de Santo Amaro, de diversos bens existentes na capela para a Junta de Freguesia de Alcântara.
Trata-se de um conjunto de cinco recortes de outros tantos jornais. Inicia-se cronologicamente com "o diário", ocupando quase por completo uma página, num artigo de divulgação do atual Solar dos Zagallos, contendo algumas grosseiras incorreções, históricas e cronológicas, intitulado "Almada encontrou na Sobreda o seu natural Palácio da Cultura", de Adelino Tavares da Silva. Segue-se o "Jornal de Almada", com o artigo sobre a criação da freguesia da Sobreda, intitulado "Sobreda de Caparica", por Luiz Oosterbeek, onde é feita referência ao Solar dos Zagallos. Em seguida, o "Jornal da Região", apresenta na rubrica "Cantinhos da Região" um artigo de divulgação de Célia de Sousa, "Sobreda. O Velho Solar", que, ao contrário do primeiro, apresenta dados fidedignos, fazendo citações das fontes . Os seguintes, respetivamente, "A Capital" e o "DN" apresentam breves notícias, respetivamente "Restauros incorrectos danificam igrejas", referindo Mário Zagalo, no Porto e "Falsos diplomas comprados na Net", referindo Paulo Zagalo e Melo, responsável pela Comissão de Fulbright, assuntos que nada têm a ver com a família Zagalo ou o respetivo Solar, na Sobreda.
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Coleção composta por documentação que abrange a atividade científica e pessoal do antropólogo João Pina-Cabral. No caso da atividade científica, contém um maço com fotocópias do registo do trabalho pago a jornaleiros entre 1951 e 1974, anotadas a manuscrito e dois maços de fotocópias do primeiro maço. A documentação original pertence Arquivo Familiar da Casa dos "Morgados de Landim" e estas cópias foram produzidas durante o seu trabalho de campo em Ponte de Barca (1978-1985); 40 cassetes com entrevistas realizadas durante o seu trabalho de campo em Macau (1989-1991) e um conjunto variado de jornais macaenses e outras publicações (1995-1996). No caso da atividade pessoal, a coleção contém um álbum de cartões postais (1905) e dois álbuns fotográficos (1908-1909 e 1909-1956) provenientes de Elaine Sanceau (1896-1978), amiga da família Pina-Cabral; um álbum de cartões postais e vários postais avulsos recolhidos pelo Comandante Daniel Pina Cabral, avô de João Pina-Cabral, durante um périplo por África (1924); um álbum contendo um estudo realizado pelo comandante Daniel Pina Cabral (entre 1939-1940) sobre a farolagem na costa de Angola e um conjunto variado de postais avulsos recolhidos por João Pina Cabral e por Ana Avelina Dos Santos de Pina Cabral (mãe de João Pina-Cabral).
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da igreja de São Bernardo, extinto Seminário de Portalegre, que teve lugar nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921, de que se obteve o montante de 23.748$30. Inclui relatório do oficial da Secretaria da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre aquela venda bem como da situação de outros bens da Capela de Santo André, da Capela de São Bartolomeu, da igreja do Recolhimento de São Braz e da Irmandade da Ordem Terceira de São Francisco. Inclui páginas de jornais com anúncios do leilão; listagem dos móveis, utensílios e alfaias da igreja do extinto Seminário de São Bernardo de Portalegre, com a designação, o nome do adjudicatário, a avaliação e o montante pelo qual foi vendido; assim como referência aos objectos que deveriam dar entrada no Museu Regional e os sinos da torre da igreja pretendidos por cedência pelo Grémio Planetário para serem fundidos a fim de integrarem um monumento aos mortos da Grande Guerra.
Venda em hasta pública de móveis, utensílios, paramentos e alfaias de igrejas situadas no concelho de Arronches, distrito de Portalegre que se encontravam encerradas ao culto, muitas delas anteriormente à proclamação da República. Contém a lista dos bens vendidos provenientes da Igreja do Espiríto Santo; Igreja de Nossa Senhora da Luz; Igreja de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; Capela de São Brás; Capela de Santo António e Capela de Santo Isidro que perfizeram a quantia 14.436$60. A venda ocorreu nos dias 26 a 28 de Março de 1922 com percalços motivados pelo recebimento de telegramas do Ministro da Justiça e dos Cultos que ordenava a suspensão da venda dos objectos em Arronches e a sua realização na cidade de Elvas. Inclui páginas de jornais a anunciar a realização do leilão; listagem dos objectos que deviam dar entrada no Museu Nacional de Arte Antiga existentes na igreja matriz de Arronches e na Capela de Nossa Senhora do Carmo dos Matos; nota dos registos de nascimento, casamento e óbito efectuados civilmente no concelho de Arronches antes de 5 de Outubro de 1910; indicação da data de encerramento ao culto dos mencionados templos.
Venda em hasta pública a 6 de Dezembro de 1923 dos móveis, paramentos e alfaias da antiga Capela de Nossa Senhora da Conceição, do lugar de Agualva, freguesia de Belas, concelho de Sintra e distrito de Lisboa e que rendeu a quantia de 14.650$50. Inclui listagem com a designação dos objectos; nome dos adjudicatários; montantes da avaliação e da adjudicação, bem como jornais anunciando o leilão e guia de depósito do montante acima referido na Caixa Geral de Depósitos. Desta capela foram separados para o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, uma insígnia da Ordem de Cristo e um paramento composto de uma casula, duas dalmáticas, três manípulos e duas estolas de gorgorão e brocatel, do século XVII. Inclui ainda auto de entrega de um conjunto de bens que se encontravam na posse da Junta de Freguesia de Belas e que passaram para a posse da Comissão Central de Execução da Lei da Separação, com vista à sua venda em hasta pública.
Manuel Maria de Oliveira Ramos nasceu em Ovar, 1862 e morreu em Lisboa, 1931. Foi professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, notabilizou-se como crítico musical e de arte nos jornais de Lisboa e Porto. Era filho do jornalista João de Oliveira Ramos, conhecido como o Pai Ramos. Estudou na Escola do Exército e seguiu a carreira militar. Licenciado pela Universidade de Coimbra, foi professor dos liceus. Em 1904, com a reforma do Curso Superior de Letras, tornou-se professor universitário, lecionando durante 26 anos História Geral e História de Portugal.Foi também professor no Colégio Militar e na Escola Normal Superior. Em 1917, foi tutor do príncipe real D. Luís Filipe em História e Literatura.Escreveu as obras A Música Portuguesa (1881) e A Baixela Barahona - Um Problema de Arte (1900), e traduziu livros de Júlio Verne, bem como a História Universal, de G. Oncken, a História da Época dos Descobrimentos, de Sophus Ruge, e O Casamento de Fígaro, de Beaumarchais. Colaborou na Enciclopédia Portuguesa, de Maximiano de Lemos, e na História da Literatura Portuguesa Ilustrada, dirigida por Forjaz Sampaio. O seu nome consta na lista de colaboradores da revista A Arte Musical (1898-1915). Fonte: Wikipédia.
Boletim Municipal do mês de Abril de 1990. Possui os seguintes artigos: - O Dia dos Relógios de Sol - Obras, aquisições e subsídios concedidos pela Câmara no anterior mandato – Obras; Bens patrimoniais/aquisições; Bolsas de estudo e subsídios - Na Vidigueira só abrem cafés (entrevista) - Noticiário: subsídio à Liga dos Amigos da Vidigueira; subsídio ao Clube de Futebol Vasco da Gama para pagamento de obras no pavilhão gimnodesportivo; construção da capela mortuária e torre do relógio de Marmelar; instalação da iluminação pública na estrada que atravessa a vila; conclusão do Centro de Dia de Marmelar, bem como, da delegação da Junta de Freguesia de Pedrógão e do posto médico; subsídio à Sociedade Recreativa União Vila Fradense; pagamento de transportes escolares; inauguração das novas instalações da Repartição de Finanças e da Tesouraria da Fazenda Pública; actividades na área desportiva; Jogos Concelhios; escola de natação; cinema e exposições na Biblioteca (exposição de jornais); II Mostra de Doçaria Regional no Centro de Dia de Vila de Frades; Mostra de Artesanato - Piscinas são prioridade - Calendarização das reuniões ordinárias de Câmara - Câmara aguarda actividade da nova cooperativa (Cooperativa Agrícola Fruti-Horticultura do concelho de Vidigueira) - Pelouros
Aglomerado de pessoas, composto maioritariamente por mulheres e crianças, posando para a fotografia em redor de uma mesa onde observamos várias bandejas com frutas, copos e bebidas. A primeira menina, em cima, usando chapéu, da esquerda para a direita, é Armanda Rosa Mendes, seguida das irmãs (também usando chapéu) Maria Justina Rosa Mendes e Maria das Dores Rosa Mendes. No canto superior direito encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “1ª Volta a Portugal bicicleta, 1927”. No verso, inscrita também a caneta, visualiza-se a seguinte mensagem: «1ª Volta a Portugal em Bicicleta. 2 de Maio de 1927. Comissão de senhoras que distribuíram refrescos e frutas aos corredores». Da esquerda para a direita, ao lado do jovem "ardina" com chapéu do “Diário de Notícias”, encontramos «dona Maria Pires, dona Catarina Ferreira, dona Mariana Contente, dona Maria Santana, dona Ana Sequeira, dona Maria sequeira, dona Júlia Santana». A 1ª Volta a Portugal em bicicleta realizou-se efectivamente em 1927, mais exactamente com início a 26 de Abril. A Volta foi realizada por parceria entre os jornais Diário de Notícias e Os Sports e percorreu o país durante 20 dias num percurso de 2000 km repartidos por 18 etapas. António Augusto Carvalho foi o primeiro vencedor daquela que viria a ser chamada de Prova Rainha do ciclismo português, continuando hoje em dia a marcar o panorama desportivo nacional.
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entratrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Anotou na última página: "Copia da Carta de 29 de Janeiro por via de Lisboa".
Informa dos tumultos que se verificam em Londres devido ao descontentamento generalizado pelo novo lançamento de impostos para cobrir o deficit das finanças públicas e das dificuldades que o Ministério enfrenta para remediar a situação. Todos aguardam com ansiedade pelo discurso do principe-regente na abertura do Parlamento. Defende que também é necessário reformar o Parlamento inglês por estar corrompido e que esta situação repercute-se no bom funcionamento dos orgãos de governo. Louva o trabalho do Conde da Barca em prol "da sua Patria tendo reconduzido a aquella ordem de preminencia que deve occupar a justo título". Elogia o recém-nomeado ministro inglês para a Corte do Rio de Janeiro, Sr. Thorthon, dizendo que irá ao encontro deste para contrapor as informações malignas que o predecessor, Lord Strangford, lhe comunicou. Comenta o desempenho do Conde de Palmela. Informa que os jornais noticiaram a assinatura de um Tratado de Comércio entre Portugal e a Aústria, onde as manufaturas desta entrariam no Brasil sem pagar direitos. Fala num novo imposto sobre os produtos do Brasil. Informa que Manuel de Sousa Freire ofereceu-lhe ajuda nos negócios, o que o incentiva a prosseguir. Remete o discurso do Príncipe na abertura do Parlamento [inglês], o qual lhe valeu insultos e agressões vindas da população. Junto remete cópia da carta de 20 de Janeiro.
Apesar de já ter escrito no dia 6 do presente, volta a fazê-lo em virtude das notícias ultimamente recebidas. Lamenta que o seu nome não conste da lista de nomeações de Cônsules de Portugal que foi publicada nos jornais no dia 20 so corrente. Sustentando que "até aos estrangeiros parece estranho, que os agentes de uma nação sejaó escolhidos entre os que a ella naó pertencem". Vai fazer todps os esforços para ir a essa capital [do Rio de Janeiro]. Roga ao destinatário para que o empregue, por forma a não passar o resto da sua vida em mendigo depois de 16 anos injustamente expatriado, oprimido e atormentado. Comenta as mudanças verificadas no ministério francês e que se não se adoptarem outras medidas o Rei será mal servido. Circulam moedas com a efígie de Napoleão II, suspeitando-se que as mesmas são feitas em Inglaterra e na Aústria; grande circulação de proclamações e outros escritos incendiários; não há um só oficial da polícia que seja fiel ao rei; por todo o lado encontram-se indivíduos que, com palavras e distribuição de bebidas, procuram seduzir o povo tal como aconteceu umas semanas antes de Napoleão desembarcar em Cannes. Em face destes acontecimentos teme um acontecimento funesto para breve.
Assume a responsabilidade pela nova orientação do "Correio Braziliense". Comenta os artigos que tem escrito para o "Morning Chronicle". Os ingleses receiam tanto que o rei estabeleça definitivamente a sede da monarquia no Brasil que chegaram a aprontar uma nau para restituir a família real a Lisboa. Refere-se à evacuação das tropas inglesas da Madeira. Revela que Mr. Canning, nomeado Embaixador em Lisboa sob a influência do Conde do Funchal, [Embaixador em Londres], foi o autor do artigo publicado onde eram atribuídas a António de Araújo as culpas da retirada da Corte para o Brasil, e que conjuntamente com Lord Strangford foi o arquitetaram o "Triunvirato dos Sousas". António de Saldanha da Gama, [Min. Plenipotenciário para o Congresso de Viena], esteve de passagem em Londres e lamentou que, perante tamanha influência dos jornais na opinião pública, a Corte portuguesa gaste dinheiro com o Investigador [Portuguez] ao invés de comprar um jornalista inglês. Pede proteção para ser nomeado conselheiro ou secretário extraordinário na Embaixada de Londres.
NÓVOAS, Manuel José (Manel do Outeiro). Filho de Manuel José Nóvoas, natural de Paços, e de Joana Rita Esteves, natural de Paderne. Nasceu em Paderne a --/3/1861. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Midão, quando casou na igreja do mosteiro a 6/5/1885 com a sua conterrânea Virgínia do Rosário dos Santos Vaz, de 17 anos de idade, solteira, residente no lugar da Portela, filha de Francisco António dos Santos Vaz e de Amália de Castro Araújo, proprietários. // Ficou viúvo a 1/9/1888. // Teve comércio no lugar da Portela de Paderne e Café no lugar do Peso. Fez parte da Junta de freguesia. // Pelas suas correspondências, disseminadas por vários jornais, mormente para o “Jornal de Melgaço”, infere-se que era um indivíduo culto. // Em 1917 concorreu às eleições em uma lista liderada pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães. // Fez parte da Comissão Camarária em 1919. // No dia 20/7/1919, na festa de Santa Maria Madalena, cantou no coro. // No Notícias de Melgaço n.º 78, de 21/9/1930, publicou um artigo interessante. // No Notícias de Melgaço n.º 80, de 5/10/1930, publicou um artigo, ao qual deu o título “O gado em palpos de aranha!” // A seguir, no NM 81, de 12/10/1930, publicou um artigo “Pelas Aldeias”, no qual falou da festa da Senhora do Rosário. // Morreu no lugar da Portela a --/--/1931. // Com geração. // Nota: no Correio de Melgaço n.º 108, de 24/7/1914, diz-se que ele era solicitador encartado (!).
BARROS, Timóteo Joaquim. Filho de Joaquim do Carmo Álvares de Barros (*), proprietário, solteiro, e de Maria da Anunciação Alves da Costa, solteira, serviçal. Neto paterno de Caetano José de Abreu Cunha Araújo e de Margarida Carolina de Castro Álvares de Barros; neto materno de Olímpia Rosa Alves da Costa. Nasceu na Vila a 24/1/1899 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Miguel Augusto Ferreira, casado, escrivão de direito e tabelião, e sua filha Alcinda Maria Augusta Ferreira, solteira. // Ainda novo partiu para Lisboa, mas manteve sempre contacto com Melgaço através dos jornais da terra natal. Nessa cidade casou a 22/12/19--, com Adelaide do Céu Cardoso, de 29 anos de idade, filha de Carolina Amália Cardoso, natural de Bravães, Ponte da Barca (em 1930 já estava casado; trabalhava na Casa Calheiros & Oliveira, Lda.) // Em 1935 esteve em Melgaço, em casa dos familiares do Rio do Porto. // Foi caixeiro-viajante e teve uma drogaria na Rua Campo de Ourique, 242. // A sua esposa finou-se a 4/2/1960. // Faleceu no Campo Grande, Lisboa, a 5/12/1976. // Com geração. /// (*) Foi reconhecido oficialmente pelo seu progenitor (o seu pai e a sua mãe acabaram por se casar).
MELO, Maria de Lurdes. Filha de Sofia de Jesus Maria Alves de Melo (e de António “Ferrador”, segundo consta). Neta materna de José Joaquim Alves de Melo e de Belmira Rosa Sanches. Nasceu na Rua do Espírito Santo a 6/6/1910 e foi batizada na igreja de SMP a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Rodrigues, casado, padeiro, e Maria Angélica Esteves, solteira, criada de servir. // Faleceu a 17/11/1916, com apenas seis anos de idade. // Os jornais locais “Correio de Melgaço” e “Jornal de Melgaço” deram a notícia com algum destaque. // No seu assento de óbito pode ler-se: «Às 9.30 horas de 17/11/1916 faleceu, de tuberculose intestinal, Maria de Lourdes Alves de Melo, filha de pai incógnito e de Sofia de Jesus Maria Alves de Melo, solteira, doméstica, da Vila. A falecida vai ser sepultada no cemitério desta Vila. A declaração de óbito foi feita por Belchior da Rocha, casado. Depois deste registo ser lido e conferido com o seu extracto, vai ser assinado por mim, José Joaquim de Abreu, oficial do Registo Civil, e pelas testemunhas Aniceto José Rodrigues, proprietário, e José Maria Pereira, lavrador, ambos solteiros, desta Vila, não assinando o declarante por não saber.»
Contém registos fotográficos da VI Festa do Teatro em Almada «[...] uma organização da Companhia de Teatro de Almada e da Câmara Municipal, tendo como palcos, fundamentalmente, o do Teatro Municipal e, ao ar livre, espaços da Quinta da Cerca. Trata-se de um festival internacional, que contará com a participação de companhias de Espanha, de Itália, da União Soviética, da Bulgária e da RFA, para além de várias companhias portuguesas. A VI Festa do Teatro começará com a representação de "O Baile" pelo grupo "A Barraca", na sala da Incrível Almadense. [...]» A personalidade homenageada nesta edição foi António Magalhães, pela colaboração prestada a grupos profissionais de teatro, pela constância de espectador ao longo de mais de meio século, pela vocação de colecionador de tudo o que diz respeito ao teatro, nomeadamente, programas, jornais, postais e livros que se encontram à guarda da Biblioteca do Museu Nacional do Teatro. In: Festa da Cidade: Muito por onde escolher. Almada Autarquias Povo. Almada: Câmara Municipal, N.º 70 (jun. 1989), p. 3.
Ordem do dia - Aprovação do orçamento ordinário para1909; - Regulamento para cobrança e fiscalização das taxas; - Administração do Concelho de Leiria a acusar a recepção das atas e orçamento; - Expropriação de terreno; - Relação de parturientes admitidos; - Gratificação ao secretário por ter coadjuvado no recenseamento de jurados; - Liquidação do preço médio de géneros nos mercados da cidade; - Relação de despesas realizado no âmbito da saúde pública; - Autorizações de pagamento; - Oferta de duas palmeiras para o Jardim do Campo D. Luis 1.º; - Envio de cópia das atas para as redações dos jornais da cidade; - Reparação das fontes da Elvira (Vieira) e a de Carvide; - Reparação da fonte da Lagoa; - Proposta para construção de mercado do peixe no Campo D. Luis 1.º; - Serviço de aferição; - Concurso para os lugares de zelador e guarda campestre; - Delimitação de terreno (Arrabal); - Levantamento de empréstimo de 9 contos; Requerimentos - João Lameiro solicita licença para alteração de porta para janela; - Manuel Patrício solicita licença para altear muro; - Manuel Patrício solicita licença para reparar caminho público; - Marcação de sessão extraordinária
Sessão Ordinária: Nomeação de vogal substituto Dr. António Augusto Jorge Marçal Pagamentos Balancete Correspondência - Joaquim António Lagoa solicita aumento de renda onde está instalada a escola oficial da Boavista - Junta de Freguesia de Azoia - Chefe da 7.ª Secção de Conservação da Direção de Estradas do Distrito de Leiria - Governo Civil do Distrito de Leiria - Veterinário Municipal - Provedor do Hospital D. Manuel de Aguiar - Junta de Freguesia de Cortes - Biblioteca Erudita e Arquivo Distrital de Leiria - Presidente da Comissão Municipal de Turismo - Presidente da Junta Autónoma de Estradas - Direção dos Serviços de Melhoramentos Rurais Requerimentos - José Francisco solicita prorrogação de licença para obras de construção de cada para habitação - Manuel Domingues Gil solicita licença para reconstrução de parte da casa para habitação - Joaquim Pereira Guilherme solicita licença para construção de casa para habitação - Adélia Pereira Ramos solicita renovação de licença para construção de casa para habitação - Singer Sewing Machine Company solicita licença para pintura e estuque de interior - Luís Francisco do Pinhal Júnior solicita licença para arrancar 5 eucaliptos Outras deliberações - Tratamento de doentes Proposta para publicação nos jornais das verbas atribuídas às Juntas de Freguesia Proposta de fornecimento de manilhas e acessórios para rede de esgotos
Antes da Ordem do Dia - Verificação de poderes - Cumprimentos. Ordem do Dia - Justificação de falta; - Aprovação da ata; - Licenças para obras; - Aprovação de projetos; - Pedidos de informação; - Apreciação de projeto; - Indeferimentos; - Autos de vistoria; - Loteamentos; - Prorrogação de prazo para deliberação final; - Autos de embargo; - Vistoria higiénica; - Revogação de deliberação; - Balancete; - Pessoal (licença para férias); - Abono de família; - Pessoal (pedido de certidão); - Limpeza e jardins de Monte Real; - Comissão Regional de Turismo; - Saída de vogal; - Vassoura mecânica; - Reunião com imprensa e munícipes; - Utilização de instalações oficiais por Partidos Políticos; - Reuniões Inter-Camaras; - Prevenção rodoviária; - Saída de vogal; - Semana de apoio ao Povo Chileno; - Alvarás de licença sanitária; - Cemitério; - Queixas e participações; - Prorrogação de prazo; - Auto de embargo; - Reposição; - Toponímia; - Homenagem ao Padre Lacerda; - Lixos Industriais; - Construção de residenciais para professores; - Mercado (vendedores ambulantes); - Recortes de jornais; - Assistência na invalidez e velhice; - Construção do edifício da cantina escolar do núcleo de Caxarias; - Encadernação de livros; - Obras Sociais (alteração de estatutos); - Beneficiação de arruamento; - Organograma dos serviços municipais; - Saída de vogal; - Proposta; - Recolha de sugestões; - Zona de proteção da Capela de Nossa Senhora da Encarnação; - Comissão de Trânsito; - Conservação de jardins de Monte Real; - Arrendamento de edifícios da Câmara; - Bairro das Almoinhas.
Ordem do Dia - Obras (Inf-171/80; Inf-180/80; Inf-185/80; Lot-64/77; 3687/80; 3167/80; 3427/80; 4074/80; 3579/80; 3166/80; 40/80; 3541/80; 3729/79; 2965/80; 988/80; Lot-32/80; 680/80; 2504/80; Lot-31/80) - Processos submetidos a despacho - Balancete - Pagamentos - Autos de embargo - Vendedores Ambulantes - Inscrição de Técnicos - Mudança de local de automóvel ligeiro de aluguer de passageiros - Exame de condução e Inspeções de Veículos - Terreno para instalação da futura secção (ou divisão) de viação em Leiria e serviços anexos - Pedido de subsídio (Grupo Desportivo e Cultural "Unidos" - Casal dos Claros) - Terreno no Casal Ventoso - Praia do Pedrogão - Pessoal - Pedido de passagem à categoria superior - Pedido de instalação de um quiosque para venda de jornais, revistas, tabaco e lotaria (Av. Nossa Senhora de Fátima ou Av. Marquês de Pombal) - Comparticipação para obras - Colocação de placa ao abrigo do art. 14 do Código de Estradas (Av. Marquês de Pombal - Lote 3 - 3.º dto) - Mercado exterior junto ao Estádio - Feira de Leiria - Construção da pavimentação de arruamentos na Quinta de Vale de Lobos - Leiria - Estrada de olivais (E.N. 357) a Caldelas (E.N. 357) - apreciação das propostas apresentadas para a construção da referida estrada - Retificação de deliberação de 31/10/1980 - estrada de Loureira (E.N.357) ao limite do concelho)
Ordem do Dia - Obras; - Balancete; - Pagamentos; - Proposta de alteração ao orçamento municipal para o ano de 1983; - Remoção de areias; - Pedido de subsídio (Orfeão de Leiria); - Inscrição de técnicos; - Saneamento no lugar de Pousos; - Lar de S. Francisco; - Pedido de alteração de horário de funcionamento de estabelecimento; - Cartão de vendedor ambulante; - 2.ª Jornadas Regionais sobre Monumentos Militares; - Teatro José Lúcio da Silva; - 1.º Encontro de Fundadores do Rancho da Região de Leiria; - Pedido de subsidio (Junta de Freguesia de Arrabal); - Convite para a representação do Município na Feira de Santiago; - Apelo à não instalação de armas nucleares em Portugal e desnuclearização do Concelho da Moita; - Pedido de colocação de quiosque para venda de revistas, jornais e tabacos na Praia do Pedrogão; - Veículos ligeiros aluguer de passageiros; - Pedido de subsidio (Festival de Folclore do Oeste); - Execução da Rede de Águas da Zona envolvente do novo mercado municipal de Leiria; - Ampliação do Cemitério das Cortes; - Construção do Caminho Vicinal de Vale Verde a Vale Salgueiro; - Processos submetidos a despacho; - Retificação da Estrada Nacional 356-1 entre Maceira e Azoia; - 2.ª revisão orçamental; - Aprovação da ata em minuta.
Ordem do dia 01 - Análise dos processos de obras particulares; 02 - Análise dos processos de loteamento; 03 - Análise dos processos de informação; 04 - Análise dos processos de queixas e mandatos; 05 - Análise dos processos de obras municipais; 06 - outros assuntos - Pedido de informação; - SMAS (Rescisão de contrato); - Portagens no IC 1 e IP 6; - Policia Judiciária (UNE); - Aterro Sanitário; - Livro com os discursos de atribuição do prémio nobel da Paz/1996; - Notariado; - Comissão de Geminações; - Feira de Maio; - Teatro José Lúcio da Silva; - Região de Turismo de Leiria; - Escola Profissional de Leiria; - Delegação de competências; - Conselho de Administração dos SMAS; - Anúncios nos jornais; 07 - Balancete; - Pagamentos; - Reconciliação bancária de novembro; - Informação de Chefe de Repartição Financeira sobre Receita Virtual; 08 - Livretes de condução de ciclomotores; - Tarifa de resíduos sólidos; - Vendedores ambulantes e feirantes; - Receita da exploração dos parquímetros; 09 - Aquisição de serviços de técnico responsável pelas instalações elétricas; - Aquisição de serviços em regime de avença de licenciado em direito; - Pagamentos de horas extras; - Ação de formação; - Aquisição de serviços em regime de tarefa; 10 - Análise dos seguintes processos de pedidos de preços; 11 - Indemnização por furto de material escolar; - Subsídios (Associação de Pais e Encarregados de Educação); - Pagamento de fatura; 12 - "O Nariz" Teatro de Grupo; - Te-ato; - Subsídios Outros assuntos - Processo n.º 2063/76; - Processo n.º Q 65/94; - Museu de Imagem; - Privatização da E.D.P.; - Obras Sociais; - Pedido de cedência do Teatro; - Empréstimo no valor de 120.000.000$00; - Subsídios; - Transferência para as Juntas de Freguesia; - Transferência de Verba.
Ordem do dia 01 - Análise dos processos de obras particulares; 02 - Análise dos processos de informação; 03 - Análise dos processos de loteamento; 04 - Análise dos processos de Obras Municipais; 05 - Expediente diverso - Pedido de prolongamento de horário; - Pedido de anúncio; - "Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima"; - Revisão de tarifa de transportes urbanos; - Congresso "Maria da Fonte"; - Pedido de medalha; - Pedido de anúncio cidades e municípios; - Iluminação Público; - Viaturas abandonadas; 06 Contabilidade - Pagamentos; - Transferências; 07 - Assuntos diversos - Tarifa de resíduos sólidos urbanos; - Licenciamento sanitário; - Licenças de condução de ciclomotores; - Publicidade e ocupação de via pública; - Processos de concessão e renovação dos cartões de vendedores ambulantes; - Licenciamento sanitário; - Novos lugares de viaturas ligeira de aluguer na Zona Urbana de Leiria; 08 - Pessoal - Admissão de 6 terceiros oficiais; Admissão de pessoal com contrato de trabalho a termo certo; Remunerações correspondentes aos cargos de origem; 09 - Transporte de alunos; 10 - Proposta sobre acessos à Aturo-Estrada. Outros assuntos: - Conselho de Administração dos SMAS; - Reuniões de Câmara; - Delegações de competências; - Escola Profissional de Leiria; - Região de Turismo de Leiria; - Teatro José Lúcio da Silva; - Pedido de suspensão de mandato por 90 dias (Felizardo José Prezado Santos); - Portugal em números; - Anúncios nos jornais; - Pagamento da renovação anular das licenças de publicidade e ocupação de via pública.
A casa Fotografia Guedes foi fundada por Henrique António Guedes de Oliveira (1865-1932), em 1892, sendo o seu estabelecimento situado na Rua de Santa Catarina, nº 262, no Porto. A partir de 1905, contou com a colaboração de seu irmão Constantino Guedes, que durante algum tempo exerceu funções de operador na casa Biel. O arquivo da Casa Guedes encontra-se no Arquivo Municipal do Porto.
Etapa #7 Devolve-se para esclarecimento pois, parece-me que o pretendido não será o que consta da Requisição: > Na Fundamentação, está indicada a Necessidade de garantir a celebração de contrato para o ano de 2014/2015 com o Diário de Leiria e Presente..." > No Destino dos Serviços: Todos os serviços municipais do Município que necessitem deste tipo de serviços. > Na Identificação dos serviços a adquirir: 1 Publicação a sair com o semanário EXPRESSO > Na Declaração Fundamentada quanto ao não fracionamento da despesa: A celebração deste contrato pretende abarcar a globalidade das necessidades do município no que concerne a publicações/publicidade em jornais, para o ano de 2014/2015, tendo por base o histórico de anos anteriores. Assim sendo, não se prevê ser necessário no decurso de 2014/2015 proceder a outras contratações neste domínio. > O despacho do Dr. Gilberto Lopes na etapa 5, é fundamentado na Declaração acima referida. Assim, solicita-se emissão de nova Requisição onde conste o que efetivamente se pretende. O modelo de requisição atualmente em uso, encontra-se nos modelos na Intranet. Deverá ser enviada para autorização superior. 2014/11/28 Manuela Franco