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Remoção de diversas estátuas e vasos decorativos, datados do século XVIII, dos jardins do Paço de São Vicente de Fora, da cidade de Lisboa, para outros palácios nacionais desta época, como sejam os Palácio de Queluz, da Ajuda e de Caxias, a pedido do presidente da Comissão de Administração do 1.º Bairro de Lisboa, devido a diversas estátuas aparecerem com "lascas e bocados de pedra partidos e arrancados", provavelmente com origem nos trabalhadores que se encontravam a reparar o muro da vedação entre a Quinta e o jardim do Liceu Gil Vicente. Inclui diversos ofícios do Presidente do Conselho de Arte e Arqueologia, Ventura Terra, com vista a transferir da parte arrendada do jardim de São Vicente de Fora, nomeadamente "a) que todos os vasos, e oito das estátuas pequenas, sejam transferidos para o pequeno jardim entregue aos cuidados do Liceu Gil Vicente; b) que as duas esfinges e as quatro estátuas das Artes, com os respectivos pedestais, sejam transferidos para os jardins do Palácio de Queluz; c) que as sete estátuas pequenas, restantes, com os seus pedestais, passem para os jardins da Ajuda e Caxias".
Boletim informativo, datado de Agosto de 2013, que compila opiniões da população sobre os diversos apoios que o Município disponibiliza na ajuda à comunidade: - “O Que as Nossas Gentes Pensam de Nós – Qual a importância dos apoios que o Município disponibiliza na ajuda à comunidade” Educação: - “Qual a importância da requalificação do parque escolar no concelho, levada a cabo pela Câmara Municipal de Vidigueira?” - “Qual a importância da oferta de manuais escolares a todos os alunos do concelho do 1º ao 3º ciclo, iniciada pela Câmara Municipal de Vidigueira?” - “Que importância tem a atribuição por parte da Câmara Municipal de bolsas de estudo aos alunos do concelho que frequentam o ensino superior?” Desenvolvimento: - “Os apoios que o Município disponibilizou à sua empresa são importantes para a sua actividade?” - “Os apoios que o Município disponibiliza às instituições sociais são importantes para a sua actividade regular?” - “Acha que a atribuição de comparticipação de medicamentos e o apoio ao arrendamento para famílias por parte do Município de Vidigueira são importantes?” - “Quais os contributos que o Município de Vidigueira tem dado à salvaguarda de pessoas e bens?”
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, relativo a ofício do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar.
INT - Correspondência Interna OUT - Outros Referência: O56.13A3
INT - Correspondência Interna OUT - Outros Referência: O38.12A38
INT - Correspondência Interna OUT - Outros Referência: O56.13A35
INT - Correspondência Interna OUT - Outros Referência: O56.13A22
INT - Correspondência Interna Referência: O56.13A7
ENTFE - Entrada de Faxes e E-mails MAIL - Email
ENTFE - Entrada de Faxes e E-mails MAIL - Email
INT - Correspondência Interna INF - Informação
A formação dos primeiros núcleos episcopalistas de Lisboa (comunidades de S. Paulo e de Jesus e congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra) ocorreu nos inícios da década de 70. Seriam, aliás, estes grupos que estariam na origem da Igreja Episcopal Reformada Portuguesa. Quanto a J. Nunes Chaves, que fôra Capelão da Igreja da colónia italiana do Loreto, vem a fazer nesse ano e nessa congregação a sua nova profissão de fé,e funda, em Janeiro de 1877 a congregação de Jesus, na Rua de S. Marçal, em Lisboa. Efetivamente, a congregação de Jesus ocupava um espaço arrendado, havendo referência em 1884 à ajuda da Sociedade Auxiliadora para o respetivo pagamento. Nos princípios de 1889, José Nunes Chaves deixou a congregação de Jesus e a I.L.C.A.E. para se juntar à Igreja Presbiteriana, instalada no antigo Convento dos Marianos em Lisboa, que então estava sem ministro. A congregação de Jesus ficou numa situação difícil, vindo até a ser proposto o seu encerramento por, anos mais tarde, continuar a ser servida pelos ministros de S. Paulo e S. Pedro e enfrentar problemas financeiros. a 29 de Janeiro de 1913 os memebros desta Missão, situada já em Campo de Ouique, passou a denominar-se Igreja de Jesus. Deu-se conhecimento à Comissão Permanente da Igreja Lusitana, pedindo-lhe ao mesmo tempo que fosse reconhecida como novo ramo da Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica. Depois de uma breve passagem por uma exígua casa na rua do Cabo instalou-se na rua Quatro da Infantaria, já com condições para a instalação de uma escola e igreja.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Castro Laboreiro.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Lamas do Mouro. Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita diretamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Roussas.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Cousso.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
(Doc. 50) Sabbam todos que eu Maria ffernandes moradora em baffaul ffregesia de santo Tisso de praziis de meu prazer e com a liure uontade e ssem costrangimento neuhuum vendo e conssiderando muito bem…… que eu ssempre ouuj e recebj do mostejro de Ssouto ffaço doaçom a dom Domingos domingues priol do dito mostejro e ao dito sseu mostejro de todo o meu herdamento que eu ej em requeixo e em baifaul……que ssom na ffregesia de santo Tisso de praziis o qual a mjrn fficou de Marinha steues minha ffilha e fflha que ffoj de Stebom anes de requeixo que o aia para ssempre com todos sseus dereitos e pertenças e entradas e ssajdas per hu o melhor poder auer e achar e tolho de mjm todo dereito e propriedade e posse que ej no dito herdamento e ponhoo no dito priol e rnostejro que o aia para ssempre. Eu aqui por poder d’esta doaçom o meto logo em posse del. E mando e outorgo que o dito priol por ssj ou por quem el bem teuer ffilhe em posse desto ffeito ao dito mostejro pola alma do dito Steuom anes cujo o dito herdamento ffoj e pola alma da dita minha ffilha e pola minha e em rremissom de meus pecados……. no dito mosteiro e por muito bem e ajuda que ssempre del rrecebj. E sse alguma doaçom ou praso ou outro contracto ej ffeito do dito herdamento ata aqui ejo por nenhum e rreuogoo e rrenunçioo (?) e mando e outorgo que…… non ualha e sseia nenhum ssaluo este. E demais dou meu comprido poder a Lourenço ffernandes de Ssouto que meta o dito priol e mostejro em posse do dito herdamento e ej ffirme e stauel para ssempre a posse que lhj por el ffor dada e que el por ssj ou por outrem ffilhar sso obrigaçom de todos meus beens e rreuogo todas as ]ejs e dereitos por que sse a dita doaçom poderá…… que mjm non ualham e que nem mjm possa delas ajudar. E quem contra esto ffor peite quinhentos ssoldos e esta doaçom todauia ualha para ssempre como dito he. ffeita ffoi em bujro ffregesia de ssam ffijs de gomjaens dez e ssete dias de junho Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos. Testemunhas…… affonso tabelliom. Pedro lagarto caonjgo de Ssouto. Affonso gonçalves homem do priol. Joham anes de portela. Domingueanes de bujro e…… e outros. E eu Gil peres tabelliorn de Guimaraens que esta carta de doaçorn a rrogo e por mandado da dita Maria ffernandes screuj e meu ssignal hj ffiz em testemunho de verdade +. (Doc. 51) Sabham todos que perante mjm Gil peres tabelliom de Guimaraens e as testemunhas adeante scritas em rrequeixo dez e ojto dias de Junho da Era de mil e tresentos e sateenta e ojto anos Lourenço ffernandes de Ssouto meteu em posse dom Domingos domingues priol de Ssouto da casa que está acima da casa alta sobradada de rrequeixo por chaue e por telha e por terra e por pedra. E por ahj disse que o meteu em posse que o metia em posse el e dito sseu mosteiro de todalas outras cousas que hj auja Maria ffernandes e outrossj o meteu logo em posse de toda a parte e quinhom e dereito que a dita Maria ffernandes auja na vinha do dito logo e do milho que estaua ssu ela por terra e por vides e por milho. E o dito priol por ssj e polo dito sseu mosteiro o rrecebeu e o deu logo de ssa maaom a Joham affonso que hj auja mora e el o rrecebeu e fficou bj de ssa maaom. testemunhas o dito Joham affonso. Lourenço peres de Prasij. Garcia martins. Martim anes. Affonso……… Lourenço ffernandes e outros. E item o dito dia em baffaul o dito Lourenço ffernandes meteu em posse o dito priol da casa de baffaul que ffoj de Maria ffernandes por chaue e por colmo e por terra e por pedra e por ahj disse que o metia em posse de todalas outras cousas, que a dita Maria ffernandes auja ssegundo he contheudo na carta porque lho a dita Maria ffernandes deu a el e ao dito sseu mosteiro e entregoulhj logo o porn e centeo e trjgo que tjnha Domingos domjngues da coua pela dita Maria ffernandes e da ssa herdade e lhj disse que lhj entregaua e o metia em posse de todalas outras cousas e beens que a dita Maria ffernandes auja na ffregesia de santo Tisso de Prazii ssegundo na dita carta de doaçom era contheudo. E o dito priol por ssj e polo dito seu mostejro rrecebeu a dita posse e deu logo todo de ssa maaom ao dito Domjngos domjngues da coua e el fficou hj de ssa maaom e fficoulhj pelos sseus dereitos. testemunhas Lourenço peres de Prazii. Gonçalo Martins. Martim anes. Affonso gomes. Lourenço ffernandes. Joham duraens da torre. Domjngos martins duluejra e outros. E eu Gil peres tabelliom ssuso dito que a esto ffuj presente e este strumento screuj e meu ssig + nal hj ffiz em testemunho de uerdade que tal he.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja e ao benefício paroquial da freguesia de Travancinha, do concelho de Seia e distrito da Guarda, de acordo com dois autos de entrega, inclusos no processo, lavrados a 19 de Maio de 1941. Ao benefício paroquial foi entregue uma casa, então em ruínas, que servira de residência paroquial. À fábrica da igreja foi entregue a igreja paroquial com o seu adro; a Capela de São Sebastião no bairro do Corro; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda no bairro de São Gião; a Capela de Nossa Senhora das Virtudes, no mesmo lugar; a Capela de Nossa Senhora da Saúde no lugar do Casal, anexa de Travancinha, com todas as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias e demais objectos de culto existentes na igreja e capelas detalhadamente identificados no auto de entrega.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Penajoia, concelho de Lamego, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial e as capelas públicas com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 198, 1.ª série, de 27 de Agosto de 1930 e auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 3 de Novembro de 1930 que identifica em inventário anexo todos os bens, incluindo a Capela de Nossa Senhora da Encarnação, sita no lugar de São Gião; a Capela de Nossa Senhora da Ajuda, sita no lugar de Moledo; a Capela de Nossa Senhora da Piedade e a Capela de Santo António, sitas no lugar de Valela.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de São Martinho de Mouros, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, do concelho de Resende, distrito de Viseu, nomeadamente a igreja paroquial e as capelas públicas com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com despacho ministerial de 20 de Maio de 1931 e auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 5 de Janeiro de 1932. No pedido inicial são identificadas a Capela de Nossa Senhora da Ajuda; Capela de Nossa Senhora do Amparo; Capela de Nossa Senhora do Campo; Capela de São Pedro; Capela de Santa Ana; Capela de Santa Bárbara; Capela de Santa Catarina.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Cerva, concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Paroquial de Cerva; Capela de São Sebastião, no lugar da Igreja; Capela de Santo António, de Cabriz; Capela de Santa Bárbara, em Alvite; Capela de Nossa Senhora do Socorro, em Alvite; Capela de Santa Quitéria, de Murão; Capela de Santa Apolónia, de Escoureda; Capela de Nossa Senhora da Piedade, de Quintela; Capela de Nossa Senhora da Guia, de Adoria; Capela de Santa Bárbara, de Riomau; Capela de Nossa Senhora da Ajuda, de Asuela; Capela de Nossa Senhora das Dores, de Formoselos; Capela de Nossa Senhora da Conceição, de Agunchos; Capela das Almas, na Praça; Capela de Cerva; Capela do Bom Jesus, do Cabo da Costa.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Martinho de Bornes de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, constando de: Igreja Matriz de São Martinho de Bornes de Aguiar; Capela do Santíssimo Sacramento, de Bornes; Capela de Santo António, na Lagoa; Capela de Nossa Senhora da Espectação, de Valhias; Capela da Senhora das Neves, de Pinhela de Cima; Capela da Senhora da Anunciação, de Pinhelas de Baixo; Capela de São Tiago, de Vila Mea; Capela de São Bernardino, de Rebordochão; Capela de Santo António, de Lago Bom; Capela da Senhora de Lurdes, em Pedras Salgadas; Capela de Santa Catarina, em Rebordochão; Capela de Nossa Senhora da Ajuda, de Valugas; Capela de São Geraldo.
Cópias do auto de arrolamento, diligência e inventário da Igreja Paroquial das Mercês, incluindo a indicação das irmandades nela erectas;cópia do auto de arrolamento da Capela da Ascenção de Cristo, antiga dependência do Palácio dos Condes de Murça aos Paulistas; cópia do auto de diligência, designação das irmandades nela erectas e inventário dos bens da Capela de Nossa Senhora da Ajuda e Santos Fiéis de Deus; cópia do auto de arrolamento e inventário da Capela de Nossa Senhora da Conceição dos Cardais de Jesus (Asilo das Cegas); auto de diligência na Capela da Venerável Ordem Terceira da Penitência de São Francisco, situada na Travessa da Arrochela, todas na freguesia das Mercês, do 3.º bairro da cidade de Lisboa.
Fotografias do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira e do Presidente da República, Almirante Américo Tomás em: Banquete no Palácio das Ajuda por ocasião da visita do Presidente Sukarno da Indonésia (1955). Comemoração do Centenário da Associação dos Arqueólogos Portugueses (Outubro de 1963). Inauguração da estação da Companhia das Águas de Lisboa em Vale da Pedra (9 de Junho de 1965). Visita ao local das futuras instalações da Associação Industrial Portuense (1966). Visita ao Liceu Pedro Nunes (13 de Dezembro de 1966). Recepção nos Paços do Concelho do Porto (1966). Visita à conclusão das obras de Sta Engrácia (1966). Condecoração do Director-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Eng. Gomes da Silva (Abril 1967).
Livro de registo com informações sobre as obras e materiais para a construção do Real Palácio da Ajuda. No termo de abertura do livro de registo temos: "Livro Primeiro. Este livro hade servir para n'elle se registarem todos os Ofícios, Avisos e Ordens, pertencentes à Obra do Real Palácio d'Ajuda. Rio de Janeiro 20 de Dezembro de 1819". No entanto, o livro de registo inicia-se com a informação do Visconde de Vila Nova da Rainha, Francisco José Rufino de Sousa Lobato (Azambuja, Vila Nova da Rainha, 30 de julho de 1773 – 6 de maio de 1830) sobre o falecimento do Arquitecto Francisco Xavier Fabri e da continuidade da obra por António Francisco Rosa.
Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias da Igreja do Cáia, situada na freguesia de São Pedro; Igreja da Ajuda e Igreja de Santo Ildefonso, situadas na freguesia do Salvador; Capela de Nossa Senhora da Paz, situada na freguesia de São Pedro e Capela de São João da Corujeira, situada na freguesia de Alcaçova, todas no concelho de Elvas e distrito de Portalegre, de que se obteve a quantia de 7.381$00. Inclui relatórios dos empregados da Comissão Central de Execução da Lei da Separação encarregues da referida venda revelando os problemas havidos com a mesma e que os fez deslocarem-se até Badajoz. Os objectos em causa já tinham sido observados pelo conservador do Museu Nacional de Arte Antiga.
A Comtesse d' Oeynhausen, [D. Leonor de Almeida Portugal], [1750-1839], felicita o amigo [António de Azevedo] pela nomeação para Conselheiro de Estado e Presidente da Junta do Comércio, expressando a sua felicidade por ver finalmente um homem que saberá compreender a dimensão e o bem que pode resultar da indústria nacional. Pede que olhe para a sua posição e que a cada dia que passa tem mais necessidade da proteção prometida. Invocando a sua inocência esclarece que não escreve ao Ministro, mas ao velho amigo, ao homem esclarecido. Deseja voltar a exercer o cargo de direção que o príncipe lhe confiou no Palácio [da Ajuda]. Pede ao destinatário para aproveitar todas as ocasiões para colocar aos pés do Príncipe e da Princesa o seu profundo respeito e a lembrança do seu zelo e dedicação, assim como solicitar-lhes a compaixão para as minhas dores. Deseja obter uma defesa mais activa e uma recomendação para o Ministro em Londres [D. Domingos de Sousa Coutinho].
Agradece ao irmão a ajuda prestada por Sarmento na venda dos vinhos de separação e de refugo e informa-o de que escreve a Pedro Clamouse sobre a oferta que este lhe fez para a compra dos já aprovados. Informa que Vilas Boas enviará o perfil dos Montes da Prova. Pede ao irmão [Administrador dos Bens de Família], que lhe envie uma nova procuração com poderes de venda, de empregar e de alienar terrenos da família, por forma a angariar fundos para comprar os terrenos na [Quinta da] Prova e prosseguir com o projeto [da Fábrica de Fiação] em parceria com [Jácome] Ratton, embora desconfie da utilidade deste empreendimento. Solicita ao destinatário que interceda junto do Conde de Vila Verde, a favor da representação do Cabido de Braga, a qual será também apoiada pelo Visconde de Barbacena, conforme lhe foi solicitada pelo Deão. Pede resposta a esta carta pelo Peixoto ou por Constantino de Matos.
Carta manuscrita em verso em que Álvaro de Castelões pede informações sobre a poetisa Isabel Lárcher. Larcher era o apelido de "Alberto de Sousa Larcher" um colega de João Penha na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Transcrição: "Castelões, 18 de Outubro de 1923 In re incerta... Confio-lhe o que aqui tenho arquivado Sobre os versos de que ontem lhe falei. O caso é curioso; e obrigado se m' o ajuda a aclarar, lhe ficarei. Essa Dona Isabel que os assinava É semelhante ao Lárcher ou Larchér De quem o João Penha asseverava. Não saber se era homem ou mulher. Se o meu amigo Ihe desnuda o sexo E a veste à Paraíso Terreal, Fica merecedor de um amplexo - Mas dos do Bernardino - cordial! amicus certus Álvaro de Castelões"
DURO, Gabriel. Filho de Plácido António Duro, lavrador, natural de Alvaredo, e de Emília da Luz da Costa, doméstica, natural de Lisboa. N.p. de Gabriel Duro e de Antónia Pires; n.m. de Cândido José da Costa e de Joaquina Rosa da Conceição. Nasceu na freguesia de São Pedro de Alcântara, Belém, Lisboa, por volta de 1869. // Tinha 25 anos de idade quando casou na igreja de Alvaredo a 17/9/1894 com Miquelina, solteira, de 21 anos de idade, natural de Paderne, residente no lugar de Ferreiros, Alvaredo, filha de Caetano Manuel de Abreu e de Ana de Castro. Testemunhas: José de Abreu, solteiro, e Guilhermino da Silva, casado, lavrador. // Faleceu na freguesia da Ajuda, Lisboa, a 5/4/1951.
MONTEIRO, Francisco de Jesus. Filho de Maria Josefa Monteiro, solteira, de São Gregório, Cristóval. Neto materno de Bento José Monteiro e de Umbelina Rosa Domingues, do dito lugar. Nasceu a 7/3/1864 e foi batizado pelo padre José Manuel Lopes a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Rodrigues, casado, negociante, morador na Calçada de Cristóval, e Maria Teresa dos Santos, solteira, de São Gregório. // A 11/4/1867 foi apresentado por sua mãe à Câmara Municipal de Melgaço a fim de ser admitido na roda do concelho, o que aconteceu, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 268. // Nesse dia foi entregue à ama, a própria mãe, para o criar. // A 7/3/1871, em virtude de completar sete anos de idade, findou a ajuda da Câmara.
SOLHA, Manuel Luís. Filho de José Joaquim Solha e de Mariana Esteves, agricultores. Nasceu em Penso a --/--/1855. // Tinha 39 anos de idade, era solteiro, proprietário, morava no lugar de Pomar, quando casou na igreja a 7/5/1894 com Pulquéria Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, residente no lugar de Barro Pequeno, filha de António Alves e de Maria Teresa Rodrigues. Testemunhas presentes: Manuel Fernandes, solteiro, de Barro Pequeno, e João Rodrigues, solteiro, de Casal de Arado. // Moraram em Barro Pequeno. // Proprietários. // A 20/12/1937, pelas 23 horas, uma quadrilha de gatunos, constituída por quatro mulheres de Santa Eulália, Monção, assaltou o seu canastro, cheio de milho, e roubaram-lho quase todo! Um homem da vizinhança, que passou por ali e viu as mulheres com sacos às costas, desconfiou e pediu ajuda. Elas fugiram, mas foram apanhadas e entregues ao regedor . // Com geração.
PINHEIRO, Manuel César. Filho de Maria de Jesus Pinheiro, solteira, camponesa, natural e moradora no lugar dos Ferreiros (e de Augusto César Gomes Pinheiro, da Casa da Serra, emigrante no Brasil). Neto materno de Luís Manuel Pinheiro e de Maria Vitória Marques. Nasceu em Prado a 17/11/1905 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Madrinha: Delfina de Barros, casada. // Casou na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 1/10/1941 com Ermelinda de Jesus, lisboeta. // Em 1936 era gerente da firma “Rodrigues & Nascimento”, com sede na capital do país. // Nesse ano visitou a sua família de Prado. // Morreu em a freguesia da Ajuda, Lisboa, a 28/2/1978. // Pai de José Manuel de Jesus, nascido a 2 de Dezembro de (1941?).
PINHEIRO, Aníbal Amadeu. Filho de João Luís Pinheiro, do lugar de Ferreiros, e de Genoveva Augusta Lopes, do lugar dos Bouços, onde residiam, lavradores. Neto paterno de Luís Manuel Pinheiro e de Maria Vitória Marques; neto materno de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em Prado a 12/2/1901 e foi batizado na igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Aníbal Lopes e Teresa Lopes, tios maternos do batizando, solteiros, do lugar dos Bouços. // Casou na capital do país, na 4.ª Conservatória do Registo Civil, a 30/7/1932, com Maria Eugénia Conde Coelho. // Foi funcionário da Mobil Oil Portuguesa. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1566, de 29/8/1965: «Na sua típica vivenda dos Bouços e acompanhado de sua esposa (…) se encontra o senhor AAP, empregado superior do escritório central da Vacuum Oil Company.» // Morreu na freguesia da Ajuda, Lisboa, a 3/4/1985. // Pai de João Aníbal Coelho Pinheiro (nasceu a 1/6/1933 e formou-se em 1959).
FERNANDES, Maria dos Anjos (Mariquinhas Zoia). Filha de Manuel Joaquim Fernandes, da Vila, e de Suzana Araújo Azevedo, de Penso, lavradores, residentes na Rua do Rio do Porto. N.p. de José Joaquim Fernandes e de Maria Josefa Fernandes; n.m. de António José Rodrigues Azevedo e de Marcelina Rosa Araújo. Nasceu a 3/8/1896 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e esposa. // Em 1908 era aluna da escola primária da Vila (sexo feminino). // Em 1912, ela e Merícia Esteves, com a ajuda de Teresa de Jesus da Silva, organizaram a festa de Santo António, cuja capela se situava na Praça da República. // Faleceu na Amadora, Oeiras, a 18/10/1960, na casa de seu filho Rogério.
Etapa #7 Foi comunicado à YPROD - CENTRAL DE PRODUÇÃO, bem como à PSP a autorização para a realição de uma acção de sensibilização contra a obesidade, no próximo dias 31 de Maio-n/ofícios 8725 e 8722 de 2008/05/19, respectivamente. Trata-se de um camião TIR, que deverá ocupar uma área de apenas 200 m2 (20 m x 10 m), no Parque de Estacionamento entre o Mercado Municipal e o Rio Lis, e permitir o acesso a outros veiculos ao Parque. Por se tratar de uma acção a realizar num sábado, não podendo a fiscalização verificar a sua realização, venho assim e, porque se trata de dia de mercado, pedir a v/ajuda (talvez ao Sr.Encarregado de Mercado) para que, seja então, verificado a sua efectuação. Obrg tec.prof.rel.pub filomena carvalho
Etapa #9 Dra. Paula, de acordo com o solicitado informo: I - de acordo com o definido com a Dra. e a DMAT a formação decorreu nos dias 20,21 e 22 de Abril, ficaram por contactar as Freguesias de Bajouca (só funciona à noite e aguarda marcação)a de Ortigosa (está encerrada para férias até dia 27 de Abril) e a de Milagres (já combinei com o Presidente e irei pessoalmente no Sábado ás 15H00). II - quanto aos acessos verifiquei pessoalmente que só a Junta de Freguesia de Cortes é que não tem bons acessoa e a de Parceiros que tem escadas com 3 degraus, mas de fácil transposição embora com ajuda. 2009.04.24 AT/Anabela Crespo
Etapa #10 Conforme já referi em 30-03-2006, o Sector de Arquivo Administrativo não dispõe de espaço para esta série documental. Como é referido na informação da D. Veríssima o conteúdo das fichas de "inscrição de velocípedes" são bastante antigas. Após análise de uma amostra aleatória das referidas fichas verificámos que numa grande parte apenas consta o nome e morada, bem como fotografia, do titular de licença de condução de "velocípedes com motor" e "velocípedes simples". Outra parte já contém mais informação (nº de licença de condução). Estas fichas estão ordenadas por ordem alfabética. Essa informação não ajuda na recuperação da informação dos eventuais processos ou livros de registos. As referidas fichas eram registadas em livros de registo de velocípedes. O interesse documental das referidas fichas, não me parece ser relevante para a história local, no entanto acho pertinente solicitar-se o parecer da Dra Ângela Pereira. Isa Duarte Correia 05-12-07
Etapa #7 Foi realizado contato telefónico com a irmã e cunhado do munícipe (14/6/012). Estes informaram que estão a ser realizados exames médicos no âmbito da avaliação realizada pelos Serviços de Averiguação de Incapacidades do ISS, IP para determinação de pensão social. Informaram ainda que o munícipe tem tido um comportamento correto e tem ido regularmente a casa da irmã para a lavagem das roupas e alimentação. A técnica informou que iria tentar um contato com a médica de família para conversar sobre as questões de saúde (alcoolismo). Foi mais uma vez informado que a família podia requerer o apoio aos medicamentos e que poderia solicitar ajuda junto da Junta de Freguesia de residência. Cristina Pires Téc. Sup/DIAS (14/6/012) Realizada visita domiciliária dia 10/07/2012 INFDIAS 66/2012, em anexo. Aberta ficha OBM O931.12A4 Para conhecimento, Cristina Pires Téc. Sup/DIAS
Etapa #6 Relativamente ao solicitado parece-me que deveria ser remetido à Junta de Freguesia afim de indicar o início e fim com a ajuda de ortofotomapa. Quanto à numeração de polícia para cumprimento do art 12 - 1b)do REg Toponímia, deverá ser enviado planta cadastral das parcelas. Na sua inexistência sugere-se aplicação da métrica da futura rua - n.º 2 do art12. Artigo 12 .º Atribuição de número 1 - A cada prédio é atribuído um só número, de acordo com os critérios seguintes: a) quando o prédio tenha mais de uma porta para o mesmo arruamento, todas as demais, além da que tem a designação na numeração, serão numeradas com o referido número, acrescido de letras, seguindo a ordem alfabética; b) nos arruamentos com terrenos susceptíveis de construção deverão ser reservados números correspondentes aos respectivos lotes. 2 - Quando não for possível aplicar os princípios estabelecidos no número anterior, a numeração será atribuída segundo o critério a definir pela Câmara." - Fernanda Guapo DDOU
Etapa #5 Relativamente ao solicitado parece-me que deveria ser remetido à Junta de Freguesia afim de indicar o início e fim com a ajuda de ortofotomapa. Quanto à numeração de polícia para cumprimento do art 12 - 1b)do REg Toponímia, deverá ser enviado planta cadastral das parcelas. Na sua inexistência sugere-se aplicação da métrica da futura rua - n.º 2 do art12. Artigo 12 .º Atribuição de número 1 - A cada prédio é atribuído um só número, de acordo com os critérios seguintes: a) quando o prédio tenha mais de uma porta para o mesmo arruamento, todas as demais, além da que tem a designação na numeração, serão numeradas com o referido número, acrescido de letras, seguindo a ordem alfabética; b) nos arruamentos com terrenos susceptíveis de construção deverão ser reservados números correspondentes aos respectivos lotes. 2 - Quando não for possível aplicar os princípios estabelecidos no número anterior, a numeração será atribuída segundo o critério a definir pela Câmara. - Fernanda Guapo DDOU
Etapa #6 Relativamente ao solicitado parece-me que deveria ser remetido à Junta de Freguesia afim de indicar o início e fim com a ajuda de ortofotomapa. Quanto à numeração de polícia para cumprimento do art 12 - 1b)do REg Toponímia, deverá ser enviado planta cadastral das parcelas. Na sua inexistência sugere-se aplicação da métrica da futura rua - n.º 2 do art12. Artigo 12 .º Atribuição de número 1 - A cada prédio é atribuído um só número, de acordo com os critérios seguintes: a) quando o prédio tenha mais de uma porta para o mesmo arruamento, todas as demais, além da que tem a designação na numeração, serão numeradas com o referido número, acrescido de letras, seguindo a ordem alfabética; b) nos arruamentos com terrenos susceptíveis de construção deverão ser reservados números correspondentes aos respectivos lotes. 2 - Quando não for possível aplicar os princípios estabelecidos no número anterior, a numeração será atribuída segundo o critério a definir pela Câmara. - Fernanda Guapo DDOU
Etapa #23 O requerido na etapa 21 decorreu dos despachos anteriores (superiores), não se compreendendo, portanto, a informação emitida pelos serviços de fiscalização, nem porque não deram cumprimento ao despacho da Sr.a Vereadora, nem da CDASU respectivamente nas etapas 16 e 19. No entanto, considerando que foi enviado à GNR e à CCDRC listagem dos depósitos de resíduos existentes no concelho, encontrando-se aquelas entidades a promover um conjunto de acções de âmbito nacional e no seguimento de contacto estabelecido com o Sr. Daniel, colaborador da Junta de freguesia de Amor, propõe-se o encaminhamento do assunto para a Divisão de Acção Social e Família, já que, segundo aquele, o estado em que vive aquela família é pacível de ajuda do município e/ou de outras entidades, sugerindo mesmo a reabilitação da habitação ou o realojamento dos residentes. Enviado c/c Dr.a Joaquina e Dr.a Mavíldia. À consideração superior. JM DASU
Etapa #28 Em 2011/05/03 foi realizada visita ao local e pode verificar-se que, embora o edificado não tenha sofrido qualquer melhoramento, a envolvente exterior encontra-se reorganizada, sem ferro velho e sem animais. Questionado sobre a necessidade de obter algum apoio para melhoramento das suas condições habitacionais, pois não possui água potável nem electricidade, António Gaspar agradeceu a disponibilidade dizendo que, embora não tenha perdido a esperança de melhorar a sua casa, espera fazê-lo mais tarde e, nessa altura, procurará ajuda, se sentir necessidade. Pelo exposto, não parece haver lugar a qualquer tipo de intervenção directa por parte da DIAS, embora pareça pertinente, em colaboração com a Segurança Social, serviços de Saúde e ou a Junta de freguesia, algum acompanhamento da situação, "à distância" por se tratar de um casal idoso e em que o sr. António apresenta alguma debilidade física ( Doençade ParKinson?). À consideração superior Mavíldia Frazão -TS/DIAS
Etapa #10 Para os devidos efeitos informa-se que, a 26/10/2012, foram elaborados e enviados os ofícios n.º 15465 a Francisco Gonçalves, com aviso de receção,(que veio devolvido por não ter sido reclamado) e n.º 15467 à administração do Lar que obteve a resposta que se anexa. Em 2012/11/07 foi realizada visita domiciliária e a casa mantinha o aspeto de não estar a ser usada. Em 22 de março de 2013 foi realizada nova visita domiciliária e Francisco Gonçalves encontrava-se em casa. Informou ter voltado e ter pedido novamente o Rendimento Social de Inserção para se reorganizar, de novo, com a ajuda dos técnicos. A 25 de março de 2013 o seu processo de rendimento Social de Inserção foi apresentado em reunião de NLI, tendo sido subscritas no contrato de inserção, nesta 1ª fase, apenas ações no âmbito da saúde. Mavíldia Frazão - Técnica superior.
Etapa #3 Face ao solicitado cumpre-me informar: - Em relação ao acervo documental mínimo cuja estimativa se aponta para os 4 000 documentos - cerca de 1000 para a capacidade da carrinha e 3 000 para a reposição constante das falhas (estamos a falar de uma população potencial a atingir de mais de 50 000 indivíduos). Considerando um valor de cerca de 20 € por documento = um orçamento estimativo de cerca de 80 000 €; - No que diz respeito ao investimento informático, vou solicitar a ajuda da equipa da Informática; - Quanto ao orçamento estimativo para o veículo e respectiva adaptação anexo nesta etapa 3 o orçamento que a empresa me havia enviado em 2007 (não deve ter sofrido grande alteração) e a síntese da Previsão orçamental. Espero que as informações correspondam ao solicitado ângela Salgueiro Pereira | Técnica Superior
Etapa #1 Dr. Pedro Ferreira, Trata-se de requisição de ferramentas para a técnica de Quilling. Quilling ou “filigrana de papel”, é uma técnica onde várias tiras de papel são enroladas, moldadas e coladas para criar diversas formas, que depois de combinadas formam desenhos. O papel é enrolado com a ajuda da ferramenta para quilling em formas básicas, a partir das quais muitas outras podem ser moldadas. Esta técnica tem sido utilizada no Moinho do Papel como arte decorativa nos artigos de papel fabricados com pasta de papel artesanal e reciclada. Para simplificar o trabalho das técnicas e tendo em vista o aperfeiçoamento e rapidez na execução do trabalho, solicita-se autorização para o deferimento da presente requisição. À consideração superior. Ana Correia TS Cultura
Contém 4 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Munique 1972, numeradas sequencialmente e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com o Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa acerca de convites para eventos promovidos, tanto pelo COP como pela Mocidade Portuguesa; com entidades e particulares sobre a celebração do Dia Olímpico de 1972 e com federações e clubes relativamente às provas desportivas a realizar por ocasião do evento. Contém comunicados para a imprensa, convites e circulares enviadas e também inscrições no banquete. Inclui correspondência trocada com a Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar relativamente à relativamente à deslocação da comitiva portuguesa a Munique e mapas de estatística por modalidades que usufruem do Pavilhão Gimnodesportivo da Tapada da Ajuda. Capas existentes na UI: capa n.º 52- Dia Olímpico 1972; capa n.º 53- Ministro Educação Nacional; capa n.º 54- Direção Geral de Educação Física e Desportos; capa n.º 55- Mocidade Portuguesa.
Contém 4 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos do México 1968, numeradas sequencialmente com "pasta n.º..." e organizadas cronologicamente. A documentação é composta por correspondência trocada com o Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa acerca de convites para eventos promovidos, tanto pelo COP como pela Mocidade Portuguesa; com entidades e particulares sobre a celebração do Dia Olímpico de 1968 e com federações e clubes relativamente às provas desportivas a realizar por ocasião do evento. Contém comunicados para a imprensa, convites e circulares enviadas e também inscrições no banquete. Inclui correspondência trocada com a Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar relativamente à deslocação da comitiva portuguesa ao México e mapas de estatística por modalidades que usufruem do Pavilhão Gimnodesportivo da Tapada da Ajuda. Capas existentes na UI: capa n.º 44- Dia Olímpico (1968); capa n.º 45- Ministro da Educação Nacional; capa n.º 46- Direção Geral da Educação Física, Desportos e Saúde Escolar; capa n.º 47- Mocidade Portuguesa.
Contém 8 capas com documentação produzida no âmbito dos Jogos Olímpicos de Antuérpia 1920, numeradas sequencialmente, com as seguintes temáticas: capa 1- Comités: correspondência com o Comité Olímpico do Porto e da Beira, na África Oriental (Moçambique); capa 2- Delegações: correspondência com as Delegações da Figueira da Foz e Évora; capa 3- Jogos Olímpicos Rio de Janeiro: correspondência referente aos Jogos Internacionais do Rio de Janeiro; capa 4- Sarau no Coliseu de Recreios: preparação do sarau no Coliseu de Recreios, em homenagens aos representantes da VII Olimpíada; capa 5- Recibos de despesas: recibos de despesas realizadas; capa 6- Minutas: minutas de cartas para agendar reuniões com os membros ou solicitar ajuda material; capa 7- Correspondência com membros e clubes: correspondência com membros e clubes (Título original "Diversos"); capa 8- Participação nos Jogos Olímpicos de 1920: correspondência relativa à participação nos Jogos Olímpicos de 1920.
O fundo inclui: Diário da Máquina, livro onde o maquinista de quarto vai registando quanto se passa nas máquinas e que seja importante saber-se em qualquer ocasião, como - número de rotações, manobras das máquinas, número de caldeiras acesas, as suas pressões, consumos, existência de combustível, avarias, etc; Diário Náutico, onde consta o registo de tudo quanto interessa à navegação, como - rumos, caminhos percorridos, terras ou faróis avistados ou à vista, estado do tempo, temperaturas, pressões barométricas, e todas as ocorrências passadas, tanto a bordo como no mar, à vista do navio, elaborado pelo oficial de quarto; e documentação avulsa referente ao afundamento do vapor "Cassequel", nomeadamente: lista de passageiros recolhido pelo N.R.P. "Douro", ofício dirigido ao Director do Arquivo Geral da Marinha relatando o afundamento do vapor "Cassequel", cópia do ofício do Comandante do HMS "Campion" dirigido ao Ministério da Defesa Nacional pedindo ajuda para encontrar os portugueses que tinha salvo após o afundamento do vapor "Cassequel" em 1941.
- Recibo, emitido pelo tesoureiro do Hospital de São Marcos, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 1.208.715 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo, como procurador da Real Irmandade da Misericórdia e administradora do mesmo Hospital, recebeu de Francisco Jácome, referente à dívida de seu pai para com o mesmo hospital. - Recibo, emitido pelo tesoureiro da Santa e Real Casa da Misericórdia de Braga, aos 12 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 6.535 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de juros que devia o falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo, emitido pelo tesoureiro da Santa e Real Casa da Misericórdia de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 900 mil reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu da dívida do falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pela Madre do Convento dos Remédios, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 1.900 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu da dívida do falecido Fernando Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pelo tesoureiro da Irmandade de São Sebastião das Carvalheiras da cidade de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 150.205 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Recibo emitido pelo tesoureiro da Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda e São Sebastião das Carvalheiras da cidade de Braga, aos 22 de Agosto de 1859, da entrega da quantia de 50.060 reis que Bento Luís Ferreira do Carmo recebeu de Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. - Certidão de escritura distrate, paga e quitação, datada de 20 de Agosto de 1859, feita entre o juiz e mesários da Irmandade de Nossa Senhora da Ajuda e São Sebastião das Carvalheiras, da cidade de Braga, e Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos.
Etapa #16 O presente pedido, dirigido ao Municipio, pelo Sr. Presidente da Conferência de S. Vicente Paulo de Maceira, refere-se a dois âmbitos distintos - apoio técnico e ajuda material - para resolução do problema habitacional de António Gonçalves Custódio e sua esposa Mª Graciete Gonçalves, proprietários de uma habitação sita no nº 6 da Tv. 20 de Junho, Arnal, Maceira. Concluída a informação técnica necessária à avaliação das condições da actual habitação, proponho que dela seja dado conhecimento à Conferência de S. Vicete Paulo, nomeadamente, naquilo que se refere às conclusões e que passo a trancrever "A moradia foi executada em desacordo com o projecto que foi fornecido ao requerente pela Câmara Municipal.Apresenta um estado de degradação bastante avançado motivado pelas causas acima expostas, aliadas a ausência de acompanhamento técnico na execução dos trabalhos relativos à construção da moradia.Qualquer intervenção a levar a cabo terá sempre que ser uma intervenção de fundo e bastante onerosa pelo que, em nossa opinião, ficará mais barato executar uma construção nova de raiz, precedida de uma operação de desconstrução com aproveitamento de alguns materiais e os que não puderem ser reaproveitados deverão ser encaminhados para a reciclagem.Chama-se no entanto à atenção que, face ao perigo de ruína da moradia, propõe-se desde já a sua desocupação". Proponho, igualmente, e atendendo ao teor da informação técnica elaborada pelo Departamento de Obras Municipais, que se dê conhecimento à Conferência de S. Vicente Paulo que nesta fase não é possível avançar com qualquer outro "apoio técnico" ou "ajuda material", sem que haja uma decisão dos proprietários face às informações técnicas que lhe foram dadas pelo Municipio e por particulares a quem solicitaram directamente. Proponho, ainda, e face à perigosidade indicada pelo Departamento de Obras Municipais, que a Conferência de S. Vicente Paulo, avalie a possibilidade de alojamento provisório do casal, nos edificios de sua propriedade, dados os seus baixos recursos económicos. Joaquina Serrão cdasf
Formulário da Imprensa Nacional com notas manuscritas a lápis, com os serviços e itinerários efetuados do Gerês ao Porto.
INT - Correspondência Interna INF - Informação
INT - Correspondência Interna OUT - Outros Referência: O38.12A31
INT - Correspondência Interna REQU - Requisição
INT - Correspondência Interna REQU - Requisição
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio