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Prazo que fez o Cabido da metade do casal da Torre em Salvador de Ribas a Maria Josefa de Sousa de Carvalho Machado e Cunha, moradora no dito casal.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para Torre Rolante denominada Santo António, no lugar da Madre Deus, Guimarães, no dia 12 de abril de 1964.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos de Torre Rolante " Santo António"", instalado no Parque de de Diversões de São Torcato - Guimarães. No período de 2 a 4 de julho 1966
Prazo que fez o Cabido de metade do casal da Torre em Salvador de Ribas, concelho de Celorico de Basto, a Manuel Carvalho e sua mulher Senhorinha Mendes, lavradores, moradores na dita metade do casal.
Prazo que fez o Cabido do casal da Torre e Eira em São Salvador de Ribas, termo da vila de Basto, a Simão de Macedo e sua mulher Maria de Andrade, moradores no dito casal
Prazo que fez o Cabido Prazo do campo do moinho desmembrado do casal da Torre em São Romão de Rendufe, ao padre Luís Ribeiro, morador no casal da Devesa em São Torcato.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos de - "Torre Rolante " Santo António"", instalado nas festas de Madre Deus - Guimarães. DE 27 a 28 de abril de 1968
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos de, "Torre Rolante", instalada nas Festas de São Torcato, nos dias 6 e 7 de julho de 1974, Guimarães
Prazo que fez o Cabido de metade do casal da Torre em São Martinho de Quinchães, concelho de Montelongo, a Gaspar Gonçalves e sua mulher Helena Gonçalves, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de uma parte do casal da Torre com casas em São Salvador de Ribas, a Pedro Teixeira e sua mulher Isabel Gonçalves, moradores no casal do Assento, na dita freguesia
Prazo que fez o Cabido de um quarto do casal da Torre em São Martinho de Quinchães, a Domingos Gonçalves e sua mulher Maria Gonçalves, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de um campo chamado Trigais e quatro moradas de casas sobradadas junto à Torre dos Cães, a Manuel de Araújo Sampaio e sua mulher Agostinha Machado, lavradores, moradores em Esmeriz, termo de Barcelos.
Prazo que fez o Cabido de um quarto do casal da Torre em São Martinho de Quinchães, a Belchior Loureiro e sua mulher Isabel de Castro, moradores no dito quarto do casal.
Prazo que fez o Cabido de um quarto do casal da Torre em São Martinho de Quinchães, a Agostinho Lopes de Castro e sua mulher Teresa Teixeira da Costa, moradores no dito casal.
Prazo que fez o Cabido de metade do casal da Torre em São Romão de Arões, a Francisco Mendes e sua mulher Josefa da Cunha, lavradores, moradores no dito casal.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos de Torre Rolante - denominada Santo António, instalado no parque de Diversões Madre Deus - Guimarães: De 1 a 2 de maio de 1965
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos Torre Rolante denominada " Santo António", instalado em São Torcato- Guimarães: De 3 de julho a 4 de julho de 1965
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos de Torre Rolante " Santo António"", instalado no Parque de de Diversões da Madre Deus - Guimarães. No período de 23 a 24 de abril 1966
Prazo que fez o Cabido de metade do casal da Torre em São Romão de Arões, a Francisco Gomes e sua mulher Ângela Francisca, lavradores, moradores no dito casal.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para Torre Rolante denominada Santo António, no lugar de São Torcato, Guimarães, no dia 04 de julho de 1964.
Ofícios da empresa "Andrade de Melo" sobre o fornecimento do relógio da torre da igreja da Nossa Senhora da Oliveira. Contém cópia de parte da ata de janeiro de 1914 sobre a proposta de fornecimento do dito relógio.
Esta fotografia mostra a Torre de Punhete em ruínas, observando-se ainda uma janela e frisos com alguns elementos decorativos. A sua destruição iniciou-se em Junho de 1905 terminando em Setembro de 1906, por ordem da Câmara Municipal.
Legenda/ inscrição do autor: "A vila, vista da torre do relógio", "vista parcial tirada do castelo, da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Torre de Vale de Todos, distrito de Leiria, concelho de Ansião, constando de: Igreja Matriz de Torre de Vale de Todos; Capela de Santo António; Capela de São Jorge.
Aspecto de uma rua do Redondo, vendo-se ao longe o Postigo da Vila e a Torre do Relógio
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial tirada da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Requerimento da Irmandade de São Pedro solicitando que António Alves de Azevedo Coina pague a garimpa da torre da igreja que tinha lhes tinha oferecido.
PROVISAO para a visita da 1ª parte da Torre. Localidades: TORRE MONCORVO,1ª Parte,
Panorâmica da Rua Serpa Pinto (antiga Rua de Alconchel), vendo-se ao fundo a Torre do mesmo nome e o antigo chafariz frente ao Convento dos Remédios. Vêem-se também algumas pessoas na rua e passeios.
Vista panorâmica de Évora a partir da zona das Portas da Lagoa. É visível todo o casario até à Sé, bem como o depósito de água, a Torre de Sertório e as torres do Palácio de Cadaval (Torre das 5 Quinas), do lado esquerdo. Do lado direito, é visível a torre do Convento do Salvador. Em primeiro plano, uma zona de pasto para gado.
Templo Romano de Évora. Ao fundo a Torre Lanterna da Sé e a fachada do Museu; do lado esquerdo a fachada da Igreja dos Lóios
O inventariado foi residente em Gueral. Inventariante: Jose Ferreira Torre em que é inventariado Eusebia Joaquina e inventariante Antonio Ferreira Torre
O inventariado foi residente em Gueral. Inventariante: Jose Ferreira Torre em que é inventariado Eusebia Joaquina e inventariante Antonio Ferreira Torre
Muralha medieval da cerca da vila de Guimarães concluída no reinado de D. Dinis. A parte alta da vila, a Vila do Castelo, teria sido a primeira a cercar-se de muralhas, talvez ainda no reinado de D. Sancho I. Posteriormente, a muralha iniciada durante o reinado de D. Afonso III e concluída por D. Dinis, uniu a Vila do Castelo à Vila de Sta. Maria, a parte baixa. No interior do espaço amuralhado, porém, vai manter-se o antigo muro da vila alta como uma muralha transversal, apenas demolida em data próxima de 1420. Os dois troços de muralha melhor conservados ladeiam, um, a Avenida Alberto Sampaio, que sobe em direcção ao Castelo, e o outro, o troço da Torre da Alfândega na entrada para a Praça do Toural. Os restantes troços ainda existentes estão totalmente encobertos pelas construções do centro histórico de Guimarães. In:http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1048
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Torre de Moncorvo, distrito de Bragança.
Pai: José Alves Loreto. Estado civil: casado. Profissão: escultor. Mãe: Joana Maria Cunha. Estado civil: casada. Profissão: costureira. Avô paterno: Francisco Alves Loreto. Avó paterna: Joaquina Pereira. Avô materno: Domingos Cunha. Avó materna: Úrsula Maria Cunha. Padrinho: Santo António. Madrinha: Maria Torre, costureira.
Pai: António Bernardo Paiva. Estado civil: casado. Profissão: sapateiro. Mãe: Maria Marcelina. Estado civil: casada. Profissão: costureira. Avô paterno: António Paiva. Avó paterna: Teresa Maria Mourana. Avô materno: João Francisco Machado. Avó materna: Teresa Maria Pereira, barbeiro. Padrinho: Francisco Xavier Cruz. Madrinha: Maria Torre.
Pai: João Deus Batista. Estado civil: casado. Profissão: alfaiate. Mãe: Francisca Ferreira Nunes. Estado civil: casada. Profissão: costureira. Avó paterna: Custódia Maria. Avô materno: Domingos ferreira Alves. Avó materna: Maria Nunes. Padrinho: Cândido Augusto Martins Pinheiro, caixeiro. Madrinha: Nossa Senhora da Torre. Morada dos pais: Rua de São Geraldo.
Manuel Francisco Cousinha, relojoeiro construtor, morador em Almada, arrematante do concurso de 8 de Julho dos relógios para a Praça do Mercado e Torre de São Pedro, requer à Câmara prorrogação de prazo.
Prazo que fez o Cabido de um quarto da quinta do Vilar que hoje chamam da Torre em Santa Marinha da Costa, ao padre Manuel António de Sousa e a sua irmã, morador na Rua da Fonte Nova.
Estátua em frente à Pousada do Palácio Nacional de Queluz com a torre do relógio. Fotografia concorrente ao III Salão de Arte Fotográfica de Sintra.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 9 de março de 1848, participando que, no dia 11 de fevereiro, foi preso na cadeia de Elvas, Alonso Monroio, filho de Pedro Leão, e de Catarina, natural de Torre Moxa, em Espanha, em virtude de um suplicatório do juiz de primeira instância de Garradilha. O réu está acusado de roubo de cavalgaduras em Espanha.
Programa do concurso, memória descritiva, medições, preços, orçamento do projecto de urbanização da Torre de Belém.
Programa de concurso, memória descritiva, cálculos para o Projecto de urbanização da Torre de Belém.
Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado
16 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Santos.
Filiação: Maria Antonia Torre. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Rosa Goncalves Torre. Natural da freguesia de BELINHO, Sao Pedro, concelho de ESPOSENDE
Fotografia exterior da torre sineira da igreja de Cacilhas, pormenor do relógio mecânico na fachada principal .
Etapa #1 Edifício Maringá, Torre 2, n.º 221 - Intenção de interesse de aquisição pela CIMRL
Registo fotográfico da Casa da Torre ou do Relógio situada em Constância.
Fotografia a preto e branco de pormenor da Torre de Menagem do Castelo de Mértola. Porta.
Fotografia a preto e branco da Torre de Menagem do Castelo de Mértola.
Vista geral do palácio Nacional de Queluz destacando-se a torre do relógio.
Vista parcial do palácio Nacional da Pena destacando-se a torre do relógio.
Templo Romano e zona envolvente vistos do Jardim Diana: Igreja de São João Evangelista (Lóios), Convento/ Pousada dos Lóios, Biblioteca Pública, Torre de Sertório, Museu de Évora e torres lanterna e sineira da Sé.
Templo Romano e zona envolvente vistos do Jardim Diana: Igreja de São João Evangelista (Lóios), Convento/ Pousada dos Lóios, Biblioteca Pública, Torre de Sertório, Museu de Évora e torres lanterna e sineira da Sé.
(Soutelo) Informação acerca das suas tarefas e movimentações. Timbre: "J. H. S. Seminário da Torre".
(Torre) Agradecimento pela intervenção na concessão de uma bolsa de estudos.
(Funchal) Considerações acerca do estado da sua pretensão ao lugar de diretor da Torre do Tombo.
(Soutelo) Agradecimento pela ajuda no pedido de subsídio à Fundação Calouste Gulbenkian. Timbre: "Seminário da Torre".
(Lisboa) Referências à reprodução fotográfica de documentos da Torre do Tombo e da Biblioteca Nacional.
Parte de "A gazetilha"; duas provas tipográficas. Poema dedicado a Maria Torre do Valle d'Avillez.
Parte de "Import-export"; fotocópia da versão definitiva. Poema dedicado a Manuel Torre do Vale.
Retrato de Cruzeiro Seixas, Ponte e torre fortificada de Ucanha. Viseu, Tarouca, Julho 2003.
Capela de Nossa Senhora do Monte. Vista parcial da galilé, fachada lateral e torre sineira.
(Soutelo) Felicitações pelo aniversário natalício. Timbre: "J. H. S. Seminário da Torre".
[s.l.] Manifestação do desejo de ser nomeado para a Torre do Tombo. Timbre: "Notvm Mihi Tempvs".
[s.l.] Pedido de intervenção junto de João Almeida para ser nomeado para a Torre do Tombo.
(Funchal) Considerações acerca das avaliações dos seus filhos e do ambiente profissional na Torre do Tombo.
Parte de "Import-export"; fotocópia da versão definitiva. Poema dedicado a Manuel Torre do Vale.
(Lisboa) Referências à reprodução fotográfica de documentos da Torre do Tombo e Biblioteca Nacional.
(Vila Flor) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Torre de Moncorvo.
Parte de "Import-export"; fotocópia da versão definitiva. Poema dedicado a Manuel Torre do Vale.
Convento de Santo António de Ferreirim e torre adossada, vista parcial. Viseu, Lamego, Ferreirim.
OBRIGACAO a fabrica da capela sita na vila de Torre de Moncorvo. Localidades: TORRE MONCORVO-NOSSA SENHORA ASSUNCAO, TORRE MONCORVO
ESCRITURA a fabrica do Santissimo Sacramento da vila da Torre de Moncorvo. Localidades: TORRE MONCORVO-NOSSA SENHORA ASSUNCAO, TORRE MONCORVO
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial da vila, tirada da torre do relógio" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial, tirada das ruínas da torre do convento" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Legenda/ inscrição do autor: "Vista parcial, tirada da Egreja [sic] matriz", "A vila vista da torre da egreja [sic]" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Contém fotografias de aspetos exteriores e interiores das ruínas do edifício da Fortaleza da Torre de S. Sebastião da Caparica, conhecida por Fortaleza da Torre Velha. Um dos mais importantes exemplares da arquitetura militar renascentista portuguesa, foi man­dada con­struir por D. João II, no lugar do anti­go Forte da Caparica, edificado no re­inado de D. João I. Conjuntamente com a Torre de Santo António de Cascais (baluarte de Cascais) e a Torre de São Vicente de Belém, foi um dos primeiros sistemas integrados de artilharia para defesa do Tejo. Em 1571, D. Sebastião mandou ampliar a construção, transformando-a na Fortaleza de São Sebastião da Caparica. No final do século XVII a fortaleza voltou a receber obras de consolidação. Foi desativada em 1801, passoando a funcionar como lazareto, acolhendo viajantes de barco que necessitassem de ficar de quarentena após o desembarque. Foi reaproveitada para fins militares em 1832, mas algumas décadas depois já só servia para depósito e alojamento.
PROVISAO para escrivao dos Livros Findos da comarca da Torre, a favor do Padre Joao Manuel de Mendonca da vila de Torre de Moncorvo. Localidades: TORRE MONCORVO,Comarca, ; TORRE MONCORVO-NOSSA SENHORA ASSUNCAO, TORRE MONCORVO
A Torre do Tombo é uma das instituições mais antigas de Portugal. Desde a sua instalação numa das torres do castelo de Lisboa, ocorrida provavelmente no reinado de D. Fernando e seguramente desde 1378, data da primeira certidão conhecida, até 1755, prestou serviço como Arquivo do rei, dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, guardando também os documentos resultantes das relações com os outros reinos. Além de servir a administração régia, com funções semelhantes às de um arquivo intermédio dos nossos dias, o serviço mais importante prestado pela Torre, foi o das certidões, solicitado pelos particulares e pelas instituições. Mediante autorização régia, facultou a consulta e mesmo o empréstimo de documentos, a alguns estudiosos, cujas obras foram depois impressas. No século XVII, começou a ser organizado o Arquivo do Arquivo, surgindo os primeiros livros do seu registo, fizeram-se alguns índices. No século XVIII, o crescente número de certidões solicitado à Torre do Tombo, onde avultam as pedidas pela Academia de História, fez aumentar o número dos seus oficiais. Neste século, no âmbito da descrição dos documentos, realizaram-se numerosos índices, indo ao encontro da necessidade de se conhecerem os documentos e de se criarem os instrumentos de pesquisa necessários à sua recuperação: este trabalho iniciou-se e decorreu, em boa parte, no edifício da torre do castelo: assim foram elaborados a maioria dos índices das Chancelarias régias (1715-1749), das Leis e Ordenações (1731), das Bulas (1732), dos moradores da Casa Real (entre 1713 e 1742), o inventário das Bulas, Breves e trasuntos pontifícios (1751-1753). No dia 1 de Novembro de 1755, a torre ruiu durante o terramoto. A documentação foi recolhida dos escombros, e guardada, temporariamente, numa barraca de madeira, construída na Praça de Armas, após autorização do Marquês de Pombal, datada de 6 de Novembro. Em 26 e 27 de Agosto de 1757, foi transferida para uma parte do edifício do Mosteiro de São Bento da Saúde, do lado da Calçada da Estrela, ocupando as instalações designadas por Casa dos Bispos e compartimentos contíguos, que foram arrendados ao mosteiro. Houve então que proceder à sua instalação, e à sua organização: os maços da Casa da Coroa, foram organizados em colecção do Corpo Cronológico, e em colecção dos Fragmentos. Os oficiais do arquivo fizeram várias cópias de documentos, nomeadamente, a Reforma das Gavetas, a Reforma dos Forais Antigos, e a colecção de Cópias, tendo continuado o trabalho de descrição de documentos de que resultaram os índices do Corpo Cronológico (1764), os sumários e índices dos documentos das Gavetas (1765), os índices dos livros das Ementas (1765), os índice dos maços das Moradias e dos Ofícios da Casa Real (1767, 1770), o inventário dos documentos da Casa da Coroa (1776). Alguns destes instrumentos de descrição, podem ser ainda hoje consultados no Serviço de Referência. A partir de 1777, pelo Regimento de 1 de Agosto, os livros de registo das mercês dos reinados findos, estavam obrigados a dar entrada na Torre do Tombo. Em 1791, por aviso de 5 de Fevereiro, o Registo Geral de Mercês foi transferido para a Torre do Tombo, mantendo-se a funcionar nesta instituição até 1927. No início do século XIX, as atribuições do Arquivo alargaram-se à formação de funcionários e ao ensino da Diplomática, concretizada na criação da Aula de Diplomática. Até 1823, o Arquivo esteve sujeito ao Conselho da Fazenda, embora dependesse também de outras instituições no período do Antigo Regime. Desde então e até 1887, esteve dependente da Direcção Geral da Instrução Pública do Ministério do Reino. No período liberal, a Torre do Tombo, designada por Arquivo Nacional no Regulamento de 1823, ou por Real Arquivo da Torre do Tombo, foi chamada a desempenhar funções de âmbito muito mais alargado, encetando uma nova fase na vida institucional, marcada pela incorporação de documentos dos arquivos dos extintos tribunais do Antigo Regime, em 1821 e 1833, e dos cartórios das corporações religiosas, extintas por Decreto de 28 de Maio de 1834. Estão reconhecidos quatro grandes ciclos de incorporações ao longo do século XIX, provenientes de diversas instituições, facto que concorreu para a desorganização dos acervos, que não entraram completos. Neste ambiente de crescimento da documentação do Arquivo, o Regulamento Provisional de 30 de Abril de 1823, apostava na elaboração de diversos tipos de índices, recomendando a conservação da ordem dos documentos. O novo Regulamento publicado em 1839, cometia ao Arquivo, o dever de incorporar os documentos considerados desnecessários às próprias instituições e os dos organismos extintos, assegurando a sua boa conservação e instalação. A Lei de 2 de Outubro de 1862, veio estabelecer a obrigatoriedade de se fazerem acompanhar as remessas de documentos dos respectivos inventários, elaborados com base na proveniência dos documentos. No século XIX, o Arquivo ressentiu-se do insuficiente número de funcionários, divididos pelo expediente da Secretaria de Registo das Mercês que nele funcionava, e das más condições das suas instalações, só melhoradas em 1861, quando o Arquivo da Torre do Tombo se mudou para a ala direita do mosteiro, do lado da Rua de São Bento, ocupando, sucessivamente, os espaços da igreja, do refeitório, e da Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, instalações onde se manteve até 1990. Embora, se tenha investido na descrição documental, a concepção de arquivo como serviço público de divulgação de conteúdos documentais surgiu tardiamente: a consulta pública dos documentos da Torre do Tombo, começou de forma tímida, em 1901, por Decreto de 24 de Dezembro, estando prevista para os estudiosos a quem os conservadores deviam dar apoio. O Decreto de 18 de Março de 1911 reorganizou os serviços das bibliotecas e dos arquivos dependentes da Direcção Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, denominou, definitivamente, o Arquivo da Torre do Tombo por Arquivo Nacional, acentuou a função de conservação e valorização dos manuscritos destinados ao estudo da História, bem como a função de promover a entrada de cópias de manuscritos portugueses, existentes no estrangeiro, e estabeleceu, pela primeira vez, um horário de abertura ao público. Nos últimos cem anos, o Arquivo Nacional cresceu significativamente com a integração de diversos serviços de arquivo: o Arquivo dos Feitos Findos (em 1915 por Decreto n.º 1659, de 15 de Junho), o Arquivo dos Registos Paroquiais, acumulando as funções de Arquivo Distrital de Lisboa (desde 1918 até 1992), o Arquivo das Congregações (em 1930), o Arquivo Histórico do Ministério das Finanças (em 1992) e mais recentemente o serviço de Lisboa do Centro Português de Fotografia (2007), para além das múltiplas entradas de documentos, provenientes de diversas instituições públicas, de arquivos senhoriais e pessoais, muitos deles adquiridos por compra. Em 1931, por Decreto n.º 19 592, de 31 de Junho, o Arquivo Nacional foi designado por Arquivo Geral, e sujeito técnica e administrativamente à Inspecção das Bibliotecas Eruditas e dos Arquivos, que em 1965 ficou sob tutela da Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, do Ministério da Educação. Desde 1985, que o Arquivo Nacional se encontra dependente do Ministério da Cultura com autonomia administrativa. A criação dos restantes arquivos distritais, para onde a Inspecção foi enviando os documentos ainda existentes nas repartições da Fazenda, foi sendo feita nos anos de 1927, 1931, 1933, 1965, surgindo a progressiva necessidade de os integrar numa rede nacional e numa política nacional de arquivos. Assim, em 1988, foi criado o Instituto Português de Arquivos, pelo Decreto-Lei n.º 152/88, de 29 de Abril, mantendo-se em funções até 1992, ano em que foi fundido com o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pelo Decreto-Lei n.º 106-G/92, de 1 de Junho, tomando este, o nome de Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (AN/TT). Depois de 1990 uma vez transferido para o edifício construído propositadamente para albergar o Arquivo Nacional na Alameda da Universidade, dispondo de mais amplas instalações, ocorreram novas incorporações, nomeadamente, em 1992, com a entrada da documentação das Secretarias de Estado, mencionada já no artigo 25.º da Lei de Março de 1911, seguidas de muitas outras aquisições. A evolução da política nacional de arquivos, estendida à produção dos documentos e à gestão dos arquivos correntes, à avaliação e selecção documental e aos arquivos intermédios, reflectiu-se na mudança do nome do Arquivo Nacional, passando a Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT). A partir de 1997, de acordo com a lei orgânica publicada no Decreto-Lei n.º 60/97, de 20 de Março, competiu-lhe promover e executar a política arquivística nacional, nas suas vertentes de conservação e valorização do património arquivístico nacional, de promoção da qualidade dos arquivos correntes, e da salvaguarda e garantia dos direitos do Estado e dos cidadãos. A sua identidade própria foi recuperada em 2007 pela vigente lei orgânica, e novamente designado por Arquivo Nacional da Torre do Tombo constituindo-se como arquivo de âmbito nacional na dependência da Direcção Geral de Arquivos. Pelo Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de Maio de 2012, o Arquivo Nacional Torre do Tombo tornou-se serviço dependente da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos de Torre Rolante Nossa Senhora do Ar a funcionar na festa de S. Bento, na freguesia de Tagilde a funcionar nos 9 e 11 de julho do ano de 1961
"Emprazamento em três vidas de umas casas sitas à porta da Torre Velha feito pelo cabido a Domingos Anes e mulher [Froleza?] Anes, com o foro anual para estes de três maravidis e para o sucessor três e meio, pagos pelo natal, entrudo e Páscoa. Escrito em Guimarães a 9 de setembro da era de 1355 pelo tabelião Martim Afonso".
Prazo que fez o Cabido do casal da Eira e Torre em Salvador de Ribas, a Rodrigo Leite de Azevedo, morador na sua quinta da Ribeira em Vale de Bouro. Foi seu procurador Francisco Xavier Pereira dos Guimarães, filho do tabelião Paulo Pereira dos Guimarães.
Prazo que fez o Cabido de um quarto do casal da Torre em Salvador de Ribas, concelho de Celorico de Basto, a Rodrigo Leite de Azevedo e sua mulher Rosa da Silva e Sousa, moradores na sua quinta da Ribeira em São Martinho de Vale de Bouro
Convite da Presidente da Câmara Municipal de Almada para a cerimónia de lançamento do livro, Pequena História da Torre Velha, de Raul Henrique Pereira de Sousa, no dia 13 de fevereiro de 1998, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.
Trata-se do empréstimo de 407 contos destinado à obra de remodelação e ampliação da rede de distribuição de energia eléctrica à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 14, II série, de 17 de Janeiro de 1959.
Com destino a: Canadá Naturalidade do requerente: Marinhas - Esposende Data de Nascimento: 09/02/1948 Pai: António da Torre Mãe: Maria Martins do Pilar Estado Civil: casado Cônjuge: Maria Olívia Gramoso Capitão Torre Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : Maria Olívia Gramoso Capitão Torre, Vítor Manuel Capitão da Torre, Carlos Jorge Capitão da Torre Filhos: Vítor Manuel Capitão da Torre, Carlos Jorge Capitão da Torre Processo: 16/74/E
Aspecto da Casa do Capitão de Ginetes, no Largo da Porta de Moura, vendo-se ao fundo a Torre da porta de Moura. Em primeiro plano vê-se o muro e a vegetação do jardim.