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A igreja Católica Romana na XXIVª sessão do Concílio de Trento, realizada a 11 de Novembro de 1563, cujas decisões foram confirmadas pela bula Benedictus Deus, mandada executar em Portugal, a 5 de Setembro do mesmo ano, por Alvará do rei D. Sebastião, torna obrigatório os registos de baptismos. Em algumas paróquias do concelho de Guimarães, nomeadamente de São João Baptista de Pencelo e São Paio de Moreira de Cónegos, existem registos de baptismo, casamento e óbitos, a partir de 1537. A primeira providência legislativa do Governo Português, surge com o Decreto de 16 de Maio de 1832, que torna a prática do registo paroquial da Igreja Católica, extensiva a todos os indivíduos. A este decreto seguiram-se outros diplomas elaborados com objectivos semelhantes de secularização do registo, tarefa que confiavam ao Administrador do Concelho, o Decreto-Lei n.º 18 de Julho de 1835 e os Códigos Administrativos de 1836 e 1842. A organização deste registo municipal encontrou muitas dificuldades pelo que o Decreto de 19 de Agosto de 1859, reconheceu a vantagem da manutenção do registo paroquial, limitando-se a tentar eliminar as principais deficiências de que tal registo sofria. O Decreto de 28 de Novembro de 1878, decidiu confiar aos Administradores de Concelho o registo dos actos respeitantes aos súbditos portugueses não católicos, continuando entregues aos párocos as funções do registo relativamente à maior parte da população. Após a implantação da República, em 1910, a "Lei da Separação da Igreja do Estado", de 20 de Abril de 1911, radicalizou o Estado laico, criou o registo civil obrigatório e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911, gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-constituídas Conservatórias do Registo Civil. Constituído por livros de registo de baptismos, casamentos e óbitos.
1.º outorgante: Lúcio António de Carvalho; José de Sousa Neves; Amadeu Constante Penafort Por óbito de: Emília Rosa Correia, que também usava Emília Rosa de Abreu Correia e Emília Rosa Correia da Cunha e Francisco Inácio da Cunha Guimarães Herdeiros: Alfredo da Cunha Guimarães, casado com Serafina Rosa Meira e Castro; Maria de Jesus da Cunha Guimarães Vasconcelos, casada com Timóteo Alves de Vasconcelos; Jaime da Cunha Guimarães, casado com Rosa Maria Cardoso; Alípio Correia da Cunha Guimarães; Altino da Cunha Guimarães, casado com Maria Elisa Marques Moreira da Cunha Guimarães; Cármen da Cunha Guimarães Folhadela Marques, casada com Guilherme Augusto Folhadela Marques; Armindo da Cunha Guimarães; Maria Aida de Jesus Correia da Cunha , que também usa Maria Aida da Cunha Guimarães, casada com Manuel José Teixeira de Melo; e Maria Ana Eduarda Correia da Cunha, que também usa Maria Eduarda da Cunha Guimarães Gomes da Costa, casada com António Gomes Teixeira da Costa Livro Nº 420-73
Documentos de despesas elaborados e/ou organizados pelos tesoureiros da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, entre os quais, Manuel Álvares da Silva Guimarães (janeiro a agosto de 1793; outubro 1793-outubro 1794; outubro 1794-novembro 1795; outubro 1795-dezembro 1796; novembro 1796-novembro 1797; dezembro 1797-novembro 1798) e José Luís Monteiro (dezembro 1798-agosto 1799), durante o tempo em que serviram na Mesa Administrativa. Os documentos versam, sobretudo, sobre as visitas que os enfermeiros do mês e médicos fazem aos irmãos pobres, viúvas de irmãos pobres e seus familiares e paroquianos pobres, em conformidade com as disposições do Compromisso da Irmandade, atendendo às petições/requerimentos dos mesmos, os quais incluem a desobriga das duas próximas quaresmas concedidas pelo padre-cura/prior, o pedido do provedor da Mesa para que o enfermeiro do mês seja informado do conteúdo da petição, a aprovação da Mesa, a declaração do enfermeiro e do médico em como visitaram o doente, o diagnóstico, enumeração das várias visitas, com data e valor da esmola concedida, e o recibo assinado pelo enfermeiro, indicando o nome do tesoureiro que efetuou o pagamento e a data; petições de irmãos e paroquianos pobres de esmolas para o restabelecimento da sua enfermidade (curativos, medicamentos, socorro monetário). Inclui ainda, a conta geral das despesas da Irmandade em 22 de maio de 1722; recibos de vencimentos (escriturário, procurador, etc.); relações de despesas com consertos efetuados nas casas e prédios da Irmandade; recibos das despesas com causas judiciais (citações, certidões, quitações, etc.); recibos de despesas com material de expediente (resmas de papel, livro de presidência, impressão da Receita e Despesa); extrato da folha do livro de lançamento da Décima dos prédios da Irmandade. Os maços estão numerados do número 30 ao 37, correspondendo cada maço a um ano (de 1792 a 1799). Em alguns dos conjuntos os documentos estão numerados sequencialmente no verso.
Livros de róis de missas celebradas pelas almas dos Irmãos falecidos da Irmandade dos Clérigos do Porto, em Igrejas externas à da Irmandade. Após a reforma do §1.º, capítulo 8.º dos Estatutos da Irmandade de 1782, em Junta Geral de 20 de Julho de 1788, a Irmandade dos Clérigos ficou obrigada a mandar dizer e pagar um total de trezentas missas por alma de cada Irmão falecido. No ano económico de 1802-1803, verificou-se que o número de missas a rezar era demasiado elevado para ser exequível realizar as mesmas na Igreja da Irmandade dos Clérigos. Por este motivo, foram encomendadas missas por alma dos Irmãos falecidos a diversas congregações e mosteiros - a saber: Santa Casa da Misericórdia do Porto, Colegiada de São Martinho de Cedofeita, Mosteiro de São Bento de Avé Maria da Cidade do Porto, Real Mosteiro de Santa Marinha da Costa (de Guimarães) e Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa -, de forma a completar o número de missas necessárias para cumprir a disposição dos Estatutos durante o tempo de administração da Mesa em vigor no ano económico de 1802-1803. Os registos contêm o nome do Irmão por quem se devem rezar as missas; a indicação de quantas missas faltam para completar o número de trezentas, instituído pelos Estatutos; o valor das esmolas; o nome dos sacerdotes que rezaram as missas, acompanhado do número respectivo da missa que cada um celebrou; a indicação de «pago» e a certidão do responsável em como as missas foram efectivamente rezadas e a respectiva quantia paga pelo Secretário da Irmandade dos Clérigos.
Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo, nasceu na Casa do Carmo, em 24 de fevereiro de 1868 e morreu na Casa de Margaride, São Romão de Mesão-Frio, Guimarães a 17 abril 1933. Casou em São João Baptista, Almeirim, Santarém a 26-11-1892 com Ana Francisca de Paula Assis de Borja Xavier de Sales Maria José Gabriela Joa¬na Gonzaga Braamcamp da Cruz Sobral de Almeida Castelo Bran¬co de Narbonne-Lara de Mello Breyner. Foi 2º Conde de Margaride (autorização de El-Rei D. Manuel II de -8-1920), Fidalgo Cavaleiro da Casa Real por sucessão (alvará de 23-2-1897), Governador Civil de Santarém (de 6-6-1906 a 15-2-1908), Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, Juiz Substituto da comarca de Guimarães, 10º Senhor da Casa de Margaride (1896), Senhor da Casa do Carmo em S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães, Senhor da Capela de S.to António de Arroios no termo de Vila Real (por escritura de 1-5-1912), Senhor das quintas do Casal de Bairro de Cima e de Baixo, Cans de Cima, Loureiro Velho e Novo em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, Bacharel formado em Direito pela U. de Coimbra (5-7-1894), chefe do partido Regenerador franquista (a 12-7-1901), e do Regenerador-Liberal no concelho de Guimarães (em 1903), Presidente do partido Católico nesta cidade (a 5-5-1918), Provedor da Real Irmandade de N. Sra. da Consolação e Santos Passos (1908-1914), Presidente da Comissão Administrativa das Oficinas de S. José (1917-1926), etc. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 45.
Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, filho de Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes, nasceu na Casa do Carmo, em 24 de fevereiro de 1868 e morreu na Casa de Margaride, São Romão de Mesão-Frio, Guimarães a 17 abril 1933. Casou em São João Baptista, Almeirim, Santarém a 26-11-1892 com Ana Francisca de Paula Assis de Borja Xavier de Sales Maria José Gabriela Joana Gonzaga Braamcamp da Cruz Sobral de Almeida Castelo Brannco de Narbonne-Lara de Mello Breyner. Foi 2º Conde de Margaride (autorização de El-Rei D. Manuel II de -8-1920), Fidalgo Cavaleiro da Casa Real por sucessão (alvará de 23-2-1897), Governador Civil de Santarém (de 6-6-1906 a 15-2-1908), Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, Juiz Substituto da comarca de Guimarães, 10º Senhor da Casa de Margaride (1896), Senhor da Casa do Carmo em S.ta Maria de Oliveira do Castelo, Guimarães, Senhor da Capela de S.to António de Arroios no termo de Vila Real (por escritura de 1-5-1912), Senhor das quintas do Casal de Bairro de Cima e de Baixo, Cans de Cima, Loureiro Velho e Novo em S.ta Eulália de Fermentões, Guimarães, Bacharel formado em Direito pela U. de Coimbra (5-7-1894), chefe do partido Regenerador franquista (a 12-7-1901), e do Regenerador-Liberal no concelho de Guimarães (em 1903), Presidente do partido Católico nesta cidade (a 5-5-1918), Provedor da Real Irmandade de N. Sra. da Consolação e Santos Passos (1908-1914), Presidente da Comissão Administrativa das Oficinas de S. José (1917-1926), etc. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 45
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maximino Sampaio de Faria e esposa, Alda de Brito Simões Sampaio 2º Outorgante: José Eugénio Sampaio de Faria e esposa Leopoldina Alice de Carvalho Ramos, 3º Outorgante: Marília Laura Simões Sampaio de Faria e marido, Augusto Pinto Coelho Guedes de Faria Simões 4º Outorgante: Maria da Anunciação Sampaio de Faria e marido João Pinto Coelho Guedes de Faria Simões 5º Outorgante:Teodolinda Simões Sampaio de Faria, casada com António Oliveira Ribeiro 6º Outorgante: Fernando Sampaio de Faria e esposa Derminda de Almeida 7º Outorgante: Alexandre António de Brito Simões Sampaio e esposa Maria Carolina de Freitas Guimarães 8º Outorgante: Abílio Gracianao de Faria Simões Sampaio e esposa Inácia da Silva Faria 9º Outorgante: Domitilia Ivone Faria Simões Sampaio e marido José Gonçalo Cardoso da Costa 10º Outorgante: Izsdro Alberto de Faria Simões Sampaio e esposa Maria de Lurdes Lopes 11º Outorgante: Maria Fernanda de Faria Simões Sampaio e marido Joaquim dos Santos Ferreira de Oliveira 12º Outorgante: Vitor Eduardo de Faria Simões Sampaio e esposa Alice Pacheco Machado Sampaio 13º Outorgante: José Floriano de Faria Simões Sampaio e esposa Amélia Maria Alves Marabuto Sampaio 14º Outorgante: Maria da Conceição Ribeiro Cardoso, casada com João Lopes Alves 15º Outorgante: Casimiro Ribeiro, outorgando como procurador de Adélio Morais Ribeiro, casado com Teresa de Jesus Oliveira Batista
Filiação: Elvira Oliveira. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO PAIO, concelho de GUIMARAES
Solteiro, 24 anos de idade. Natural de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro. Sapateiro
12 anos de idade. Filiação: Custodio Teixeira Guimaraes. Natural de BRITEIROS,Santa Leocadia-GUIMARAES. Destino Para.
Filiação: Maria Rosa. Natural da freguesia de GUIMARAES-OLIVEIRA, Santa Maria, concelho de GUIMARAES
Filiação: Francisco Freitas e Maria Augusta. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, concelho de GUIMARAES
Filiação: Inacio Silva Guimaraes. Natural da freguesia de BARCO, Sao Claudio, concelho de GUIMARAES
Filiação: Inacio Silva Guimaraes. Natural da freguesia de BARCO, Sao Claudio, concelho de GUIMARAES
Filiação: Estefania Adelaide Lopes. Natural da freguesia de GUIMARAES-OLIVEIRA, Santa Maria, concelho de GUIMARAES
Filiação: Joaquina Rosa. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, concelho de GUIMARAES
Filiação: Maria Moreira. Natural da freguesia de GUIMARAES-OLIVEIRA, Santa Maria, concelho de GUIMARAES
Filiação: Manuel Jose Ribeiro Guimaraes. Natural da freguesia de SELHO, Sao Jorge, concelho de GUIMARAES
Filiação: Firmino Anjos e Rosa Silva. Natural da freguesia de GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, concelho de GUIMARAES
Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso casaram, em 5 de julho de 1866, capela da Casa da Portela, São Jorge de Selho, Guimarães. Ambos transformaram a Casa do Carmo na “sala de visitas” de Guimarães, abrindo as suas portas para receber reis, príncipes, altos dignitários da igreja, ministros de Estado e aristocratas. Dos seis filhos, os cinco homens casaram, à exceção da primogénita, Luísa da Conceição. As alianças matrimoniais destes atestaram a consolidação de uma mobilidade social ascendente. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
A primeira referência documental à existência de um 8º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro de distribuição cível com início em 1853, em que é escrivão José Joaquim Oliveira (1853/1864), sendo este o único a exercer o cargo neste ofício, passando o referido escrivão, posteriormente para o 3º ofício. A última referência ao 8º ofício reporta ao ano de 1864, após esse período o Tribunal passa a dispor unicamente de seis Ofícios até a promulgação do Estatuto Judiciário, Decreto n.º15344 de 12 de abril de 1928, que altera o mapa das circunscrições judiciais definido para Guimarães, fixando em quatro o n.º de ofícios e de escrivães.
A Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal, mais conhecida como Companhia do Norte, foi uma sociedade portuguesa, formada a partir da fusão das Companhias do Caminho de Ferro de Guimarães e do Porto à Póvoa e Famalicão, em 14 de Janeiro de 1927, para gerir as Linhas de Guimarães e do Porto à Póvoa e Famalicão, em Portugal. Foi extinta com a sua integração na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, em 1947. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_dos_Caminhos_de_Ferro_do_Norte_de_Portuga
Fidalgo da Casa Real, comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães, nasceu no Largo do Toural a 16 de junho de 1816 e faleceu a 2 de junho de 1885. Filho de Manuel Baptista de Sampaio, contratador de tabaco, grande proprietário, negociante de longo trato, e de Francisca Emília Pereira. Casou na Sé do Porto a 13 de março de 1852 com Emília Augusta Dias (1832-1880), filha de Luís António Dias Guimarães e de Jerónima Ermelinda Costa. Tiveram um filho, João Gonçalves Batista de Sampaio, pai de Arminda Adelaide Baptista de Sampaio que casou com Alberto Cardoso Martins de Menezes Macedo.
A primeira senhora de que há notícia da quinta de Margaride foi a condessa Mumadona Dias, fundadora do Mosteiro de Santa Maria de Guimarães, que a legou a Sesita e a sua filha Bronili, religiosas professas. A 14 de junho de 1021 esta última vendeu a sua "villa margaridi" a Idila e sua esposa Astileova. Idila, a seu tempo, conjuntamente com as suas filhas Bronili e Felícia, vendeu-a, a 9 de fevereiro de 1044, a Dona Elsinda, também religiosa professa. Em 1059 Fernando I de Leão, em seu inventário de propriedades e igrejas em Guimarães, ao tratar desta paróquia menciona apenas a igreja de São Romão de Mesão Frio e a quinta de Margaride. Séculos mais tarde, por doação de 18 de maio de 1314, a quintã de Margaride transita para a posse do Cabido da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães. Este fato determinará que, a partir de 7 de novembro de 1423, esta propriedade passe a beneficiar do importante "Privilégio das Tábuas Vermelhas", concedido nessa data por João I de Portugal à Colegiada de Guimarães. Ao longo dos séculos sucederam-se os emprazamentos, data de 1507, o documento que primeiro descreve a Casa de Margaride, que então se encontrava emprazada a João Gonçalves pela família Almada (Tombo do Morgado dos Alamadas, em Guimarães). Segundo este mesmo documento tratava-se de uma "Casa térrea, telhada, com três portas em arco...". No século XVII o prazo de Margaride passou para o da varonia dos Condes de Margaride, aquando do casamento de Maria Gonçalves com Domingos Enes. No último quartel do século XIX, o 2º Conde de Margaride, Henrique Cardoso de Macedo Martins de Menezes, que escolheu a Casa de Margaride para residência, efectuou grandes obras de ampliação e melhoramentos gerais na casa da quinta. Assim, a casa que hoje se nos apresenta nada se assemelha à descrição quinhentista. Trata-se de uma construção de linhas sóbrias, constituída por cave e dois pisos superiores, toda em aparelho de granito, com um lanço de escadas exterior de acesso à porta principal, a qual é encimada pela pedra de armas da família. No terreiro que lhe fica defronte encontra-se um belo cruzeiro, adquirido pelo 2º conde de Margaride e que, primitivamente, se encontrava junto ao Recolhimento do Anjo, em Guimarães. A quinta de Margaride conserva-se até hoje na descendência da família dos condes de Margaride. - Vasconcelos, J. Leite de, Opusculos, vol. 3, Coimbra, 1931, pp. 221-225; Moraes, Maria Adelaide Pereira de, Guimarães, Terras de Santa Maria, Guimarães, 1978, pp. 120-121. - Costa, José Couceiro da. Villa Margariti - Da aurora da nacionalidade.
A primeira referência documental à existência de um 8º ofício no Tribunal Judicial de Guimarães surge num livro de distribuição cível com início em 1853, em que é escrivão José Joaquim Oliveira (1853/1864), sendo este o único a exercer o cargo neste ofício, passando o referido escrivão posteriormente para o 3º ofício. A última referência ao 8º ofício reporta ao ano de 1864, após esse período o tribunal passa a dispor unicamente de seis ofícios até a promulgação do Estatuto Judiciário, decreto n.º15344 de 12 de abril de 1928, que altera o mapa das circunscrições judiciais definido para Guimarães, fixando em quatro o n.º de ofícios e de escrivães para o Tribunal Judicial.
Joaquim António dos Santos Simões nasceu em 1923 na vila de Espinhal, (Penela), distrito de Coimbra. Entre 1944 e 1947, já como aluno da Universidade de Coimbra (UC), participou nas movimentações reivindicativas dos estudantes, dedicando-se ainda no Teatro de Estudantes da UC, onde foi director, encenador e actor. No ano lectivo de 1950/51 acaba por ser eleito presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC) e conclui as suas licenciaturas em Ciências Matemáticas e Engenharia Geográfica. Já então se destacava por aquilo que alguns dos seus colaboradores mais próximos designam como um «profundo sentimento de justiça e intervenção social». Depois de leccionar no ensino particular, em 1957 transita para Guimarães, onde se torna professor do ensino público na então Escola Industrial e Comercial de Guimarães. Em 1961 é expulso do ensino oficial por razões políticas. É nesta cidade que Santos Simões começa a intensificar o seu trabalho ligado à cultura, vindo a iniciar, em 1963, uma actividade política organizada, militando na oposição democrática do distrito de Braga. Paralelamente, notabiliza-se como um dos fundadores do Cineclube de Guimarães e do Teatro de Ensaio Raul Brandão, ligado ao Círculo de Arte e Recreio, três instituições onde ocupou cargos e desempenhou um papel importante até à sua morte. Em 1968 foi preso pela PIDE. Um ano mais tarde, participa no II Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro e é candidato da CDE por Braga, na campanha «eleitoral» para a Assembleia Nacional. No pós-25 de Abril, é reintegrado no ensino oficial, regressando à Escola Industrial e Comercial de Guimarães. Na mesma altura, participa activamente na criação do Partido Movimento Democrático Português (MDP/CDE), integrando os órgãos directivos nacionais e sendo um dos responsáveis pelo partido no distrito de Braga e em Guimarães. Chega a ser indicado pelo MDP/CDE para os cargos de governador civil e de Ministro de Educação, mas foi rejeitado por António Spínola «por ser comunista», segundo descrevem as notas biográficas sobre a sua vida que o próprio deixou escritas. Participou na criação de novas associações culturais em Guimarães, como a cooperativa editorial O Povo de Guimarães e a CERCIGUI - Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos com Incapacidades de Guimarães. Em 1990, é eleito presidente da direção da Sociedade Martins Sarmento. Faleceu em 2004.
Nasceu no dia 8 de fevereiro de 1884, na freguesia de Mesão Frio, do concelho de Guimarães e faleceu a 24 de janeiro de 1976. Era filho do Dr. Nicolau Máximo Felgueiras e de D. Bernardina Adelaide da Rocha Felgueiras e neto de paterno de um vimaranense ilustre, Bacharel em Direito, o conselheiro João Batista Felgueiras. Foi político e advogado. Fonte: Mariano Felgueiras : o político vimaranense e a cidade / Org. Arquivo Municipal Alfredo Pimenta . - Guimarães : Câmara Municipal, 2000 . - 96 p. ; 24 cm ISBN 972-8050-17-8
João de Paiva de Faria Leite Brandão nasceu em Guimarães a 19 de agosto de 1912 (registo nº 679 da CRC de Guimarães). Foi militar no Estado-Maior do Exército, adido militar de Portugal em Otava e Washington, chefe de gabinete do Ministro da Defesa Nacional, chefe do Estado-Maior em Angola, 2.º comandante e comandante militar interino da Região Militar de Angola e procurador à Câmara Corporativa (IX Legislatura). Faleceu a 4 de dezembro de 1997 na freguesia da Lapa, Lisboa. Casou em 3 de março de 1943 com Maria Vera Sarrea Brak Lamy Paiva Leite Brandão. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/b/brandao_joao_de_paiva_de_faria_leite.pdf
Requerente: Emília Adelina Leite Sampaio. Assunto: Licença para reconstruir açude no leito do ribeiro de Ribalongos. Contém: ordem de serviço, requerimento (cópia), memorandum com planta descritiva e alvará de licença número 201, esboço (planta).
Requerente: Manuel Lopes Cardoso. Assunto: Licença para reconstruir muro de defesa na margem esquerda do ribeiro de Masseira. Contém: participação (cópia), planta à escala 1/1000, alvará de licença número 131 e ordem de serviço.
Requerente: Luís Paulino da Silva e Sousa. Assunto: Licença para reformar um cunhal da parede de casa de moinho, junto da margem direita do ribeiro da Madalena. Contém: informação e parecer, requerimento (cópia), informação interna e alvará de licença número 297.
Requerente: António Vieira. Assunto: Pedido de licença para construir um muro de suporte e defesa na margem do ribeiro de Porteguediz, afluente do rio Febras e este do rio Ave. Contém: informação, cópia de requerimento, alvará de licença número 143, nota de serviço
Requerente: Manuel José dos Santos Rocha. Assunto: Licença para reconstruir muro de defesa na margem esquerda do ribeiro de Dornas, afluente do rio Pele e este do rio Ave. Contém: informação e parecer, alvará de licença número 21, requerimento e ordem de serviço.
Requerente: Joaquim de Freitas. Assunto: Licença para reconstruir uma vala na margem direita do ribeiro das Bouças, afluente do ribeiro de Atães, este do rio Selho e este do rio Ave. Contém: informação e parecer, alvará de licença número 3 e ordem de serviço.
Assunto: Transgressão de António da Costa Salgado por este ter feito uso de pesca com rede miuda e em tempo de defeso, na margem esquerda do rio Ave. Contém: cópia de intimação, cópia de auto de notícia, comunicações
Requerente: António da Silva. Assunto: Licença para reformar uma barraca de madeira para abrigo de algumas rodas de moagem, bem como uma pequena fiada de pedra nessa barraca. Contém: parecer e informação, requerimento (cópia), declaração, ordem de serviço e alvará de licença número 108.
Requerente: Joana Dias da Costa Freitas. Assunto: Licença para cobrir uns moinhos a zinco na margem direita do rio Vizela. Contém: requerimento (cópia), ordem de serviço, informação e parecer, e alvará de licença número 72.
Requerente: Maria Cândida Pinto Fernandes Figueira. Assunto: Reclamação contra obras em construção no rio Ave entre a Ponte de Pedra que está em Porto d´Ave e a Fábrica de Papel, feitas por José da Fonseca Palheira. Contém: requerimento (cópia) e ordem de serviço.
Requerente: Francisco Rodrigues de Carvalho. Assunto: Licença para reconstruir um açude no leito do rio Ave que leva água aos seus moinhos, denominados Moinhos das Andorinhas, na margem esquerda do mesmo rio. Contém: notas de serviço, requerimento (cópia) e alvará de licença número 156 e ordens de serviço.
Requerente: Manuel da Silva Mendes. Assunto: Licença para reconstruir um muro de suporte na marginal do ribeiro da Canhota. Contém: requerimento, informação e parecer, alvará de licença número 109 e ordem de serviço.
Requerente: Maria Cândida Pinto Fernandes. Assunto: Licença para reconstruir as paredes de um moinho na margem do rio Ave, destruido pelas últimas cheias. Contém: requerimento, alvará de licença número 117 e ordens de serviço.
Requerente: Manuel Pereira. Assunto: Licença para explorar água do rio Ave, abrindo vala para um depósito e com um balde tirar desse depósito a água necessária para regar. Contém: requerimento, informação e parecer, alvará de licença número 159 e ordem de serviço.
Requerente: Manuel Augusto de Almeida Ferreira. Assunto: Licença para construir um muro de defesa na margem esquerda do ribeiro de Nespereira e elevar um pequeno pontão. Contém: requerimento, alvará de licença número 99 e ordem de serviço.
Requerente: José Vieira Gonçalves da Cunha - Junta da Paróquia. Assunto: Licença para altear umas passadeiras situadas no leito do rio Pequeno, para evitar que nas marginais águas sejam inibidas de passarem ali. Contém: requerimento, informação e parecer, ordem de serviço e alvará de licença número 113.
Requerente: Cândido Fernandes de Figueiredo e outro. Assunto: Licença para reparar açude que possui no leito do rio Pequeno para aproveitamento da rega. Contém: requerimento, nota de informação, alvará de licença número 98 e ordem de serviço.
Requerente: Conceição Cruz. Assunto: Licença para consertar as paredes de um moinho na marginal do rio Pequeno, onde está um engenho de serração. Contém: requerimento, informação e parecer, alvará de licença número 168 e ordem de serviço.
Requerente: José Martinho Fernandes. Assunto: Licença para reconstruir um açude no leito do ribeiro que conduz água para moinho situado na margem direita. Contém: requerimento, alvará de licença número 39 e ordem de serviço.
Requerente: José Ferreira de Campos Cardoso. Assunto: Licença para por meio de um aqueduto encanar o ribeiro de Chouzas e mudar-lhe o curso. Contém: requerimento, informação e parecer, ordem de serviço e alvará de licença número 156.
Requerente: Manuel Pinto. Assunto: Licença para reformar uma nora ou engenho de tirar água situada na margem direita do rio Vizela. Contém: requerimento, informação e parecer, ordem de serviço e alvará de licença número 136.
Requerente: José Martins. Assunto: Licença para consertar as paredes de um moinho, situado na margem esquerda do rio Ave. Contém: requerimento, informação e parecer, alvará de licença número 211 e ordem de serviço.
Requerente: Guilherme Augusto Barreira. Assunto: Licença para colocar um carneiro hidraúlico na margem direita do rio Ave, afim de conduzir água por meio de tubo com o fim de regar e limar. Contém: requerimentos e informação e parecer.
Requerente: Guilhermino Augusto Barreiro. Assunto: Licença para reparar as represas que conduzem água para os moinhos, na margem esquerda do rio Ave. Contém: requerimento, informação e parecer, alvará de licença número 76 e ordem de serviço.
Requerente: Joana Mendes Ribeiro. Assunto: Pedido de licença para construir um cano do rio Ave para um poço que também deseja construir na sua propriedade com o objetivo de rega. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade
Requerente: Rosa da Encarnação Barros Marques. Assunto: Licença para abrir um poço na margem direita do rio Ave, para por meio de um cano, poder tirar água da corrente, ao qual pretende colocar uma nora. Contém: requerimento, ordem de serviço, nota de serviço e termo de responsabilidade.
Requerente: Alberto Rodrigues de Figueiredo. Assunto: Licença para construir um muro de suporte, no seu terreno, situado na margem direita do ribeiro de Pinhel. Contém: requerimento, notas de serviço, ordem de serviço e termo de responsabilidade.
Requerente: Dinis Simão Ribeiro. Solicita para que lhe seja concedida a prorrogação do prazo para construção de um barracão destinado à indústria de cortumes, situado na margem direita do rio que passa na rua da Ramada, que devido à falta de operários irá conseguir fazer a obra. Contém: requerimento e ordem de serviço. Assunto:
O conceito de Órgão Local de Turismo surge em 1921, com a publicação da Lei n.º 1152, de 23 de Abril, através da qual foram criadas as denominadas Comissões de Iniciativa, em locais considerados de interesse turístico nacional. Na sua génese, trata-se de uma Lei que vai buscar à legislação francesa o conceito de Syndicats d’Initiative adaptando-o à legislação portuguesa. A área de jurisdição das Comissões de Iniciativa era constituída por uma freguesia central, a estância, e pelas freguesias circunvizinhas. A criação da Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas, deu-se pelo decreto n.º 8894, de 5 de Junho de 1923, embora, a Zona de Turismo só tivesse sido fixada a 1 de Abril de 1926, pelo decreto n.º 11555. A 31 de Dezembro de 1936, já em pleno arranque do Estado Novo, as Comissões de Iniciativa foram extintas. Com o novo Código Administrativo de 1940 é, claramente, definido o conceito de “Zonas de Turismo”, que passam a ser administradas por uma Comissão Municipal de Turismo, diretamente dependente da Câmara Municipal e liderada pelo vereador do Pelouro de Turismo. Nas situações em que a “Zona de Turismo” não estivesse instalada na sede do Município, seriam criadas Juntas de Turismo para administração das mesmas. Como as Caldas das Taipas estavam fora do perímetro do velho burgo Vimaranense, operou na estância termal uma Junta de Turismo, cujo Presidente era designado pelo Presidente da Câmara Municipal. Ao contrário das Comissões de Turismo que gozavam de autonomia e tinham fonte própria de financiamento (taxas de turismo), as Juntas de Turismo não, uma vez que estava vedada a possibilidade de contrair empréstimos, tendo que recorrer às Câmaras Municipais, ou a Fundos Públicos próprios para o Turismo. Além disso, estavam obrigadas a elaborar um Plano Anual de Atividade Turística, que teria de ser submetido à apreciação da Câmara Municipal, antes de ser remetido para a tutela. Em 10 de Janeiro de 1937, numa cerimónia que teve lugar na Pensão Vilas, nas Caldas das Taipas, toma posse como presidente da Junta de Turismo, Eduardo Leite de Faria Machado. Em Março de 1937 é aprovado o primeiro Orçamento Ordinário e, a 4 de Junho, o executivo municipal vimaranense aprova o regulamento interno da Junta de Turismo da Estância Termal das Taipas, idêntico ao da Junta de Turismo do Local da Penha.A Junta de Turismo da Estância Termal das Taipas inicialmente pautou a sua ação de modo semelhante ao da Comissão de Iniciativa, isto é, através de uma ação turística focalizada em torno da promoção das Termas. O projeto de construção do Parque e respetivas vias de acesso foi concretizado, tendo a Junta de Turismo dotado o equipamento de valências lúdicas, como por exemplo, um Ring de Patinagem, desporto muito em voga na altura.Durante as décadas de 60 e 70, as Piscinas e o Parque de Campismo foram a grande atracão das Caldas das Taipas, sendo por isso mesmo bastante “acarinhadas” pela Junta de Turismo. Em contrapartida as Termas e a Hotelaria definhavam. Nos anos 70, o Hotel das Termas fechava as suas portas para sempre, e a Pensão Vilas entrava numa lenta e agonizante decadência, sobrevivendo quase exclusivamente como restaurante.A era das Juntas de Turismo tem o seu crepúsculo com o advento da descentralização administrativa motivada pela Revolução dos Cravos, em 1974. Com a publicação da Lei de Bases das Competências e Atribuições Autárquicas, em 25 de Novembro de 1977, que revogou muitas disposições do Código Administrativo de 1940, não há qualquer menção a Juntas de Turismo nem Comissões Municipais de Turismo. Assume-se portanto que a gestão das Zonas de Turismo passaria a estar ligada às autarquias ou então às Regiões de Turismo. A Lei Bases das Finanças Locais, publicada em 1979 veio afirmar que as “Taxas de Turismo” passariam a ser coletadas pelas Câmaras Municipais, não apresentando qualquer orientação para o financiamento das Juntas de Turismo. Mais tarde, o Decreto-lei Nº 279/80, de 14 de Agosto de 1980, afirma que a tributação turística é para ser coletada a favor das autarquias inseridas em Regiões de Turismo, ou com Zonas de Turismo. Estipulava ainda que a manutenção e funcionamento dos Órgãos Locais de Turismo, era da competência das Câmara, e se tanto, as autarquias poderiam ceder metade da coleta do Imposto de Turismo a esses Órgãos. Isto conferia às autarquias a tutela financeira sobre as Juntas de Turismo. Nesta conformidade as Juntas de Turismo acabariam por definhar. Apesar do moroso e longo processo de extinção das Juntas de Turismo que operavam no Concelho de Guimarães, a Zona de Turismo de Guimarães seria oficialmente criada a 7 de Janeiro de 1989, através do Decreto-lei Nº 13/89, terminando o ciclo dourado das Juntas de Turismo.
Requerente: Francisco José de Araújo. Assunto: Licença para construir muro de suporte junto ao ribeiro de Febras. Contém: requerimento, alvará de licença número 57 e ordem de serviço.
O fundo é constituído por seis secções: Documentos pessoais; Correspondência; Manuscritos, datiloscritos e provas; Obra impressa; Recortes de imprensa e estudos sobre o autor e a obra; e Biblioteca; e por 21 séries: Fotografias (1916-1966); Vida académica (1927); Vida profissional (1931-1969); Vida literária (1930-1972); Correspondência recebida (1914-1974); Correspondência expedida (1912-1971); Correspondência recebida e expedida relativa ao Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (1946-1950); Correspondência recebida e expedida por familiares (1933-1993); Poesia (1925-1970); Prosa (1940-1982); Capas e desenhos (1930-1960); Apontamentos (1926-1980); Manuscritos de outros autores (1928); Edições literárias (1931-1986); Edições em antologias (1944-1981); Edições sobre biblioteconomia e museologia (1943-1975); Críticas e correspondência sobre o autor e a obra (1926-1975); Estudos sobre o autor e a obra (1971-1993); Recortes de imprensa sobre bibliotecas (1933-1983); Obras autografadas (1903-1980) e Outras obras (1833-1979)
Registo animais abatidos fora do matadouro de Guimarães. Contém a seguinte informação: Mês; Dias; Nomes; Morada; Freguesia; Bois; Vitelas; Suínos; Lanígeros; Peso; N.º de guia; Empregado; Observações.
Solteiro, 56 anos de idade. Natural de URGEZES,Santo Estevao-GUIMARAES, residente em GUIMARAES-SAO SEBASTIAO-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro. Embarca em Lisboa
Filiação: Jose Alves Guimaraes e Custodia Maria. Natural e/ou residente em GUIMARAES-SAO SEBASTIAO, actual concelho de GUIMARAES e distrito (ou país) Braga.
Solteiro, 36 anos de idade. Filiação: Florindo Jose. Natural de AZUREM,Sao Pedro-GUIMARAES, residente em GUIMARAES-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro.
Solteiro, 25 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco. Natural de CREIXOMIL,Sao Miguel-GUIMARAES, residente em GUIMARAES-SAO PAIO-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro.
Filiação: Luis Ferreira Guimaraes e Ana Ferreira. Natural e/ou residente em GUIMARAES-OLIVEIRA,Santa Maria, actual concelho de GUIMARAES e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Antonio Fonseca Guimaraes e Josefa Maria Silva. Natural e/ou residente em GUIMARAES-SAO PAIO, actual concelho de GUIMARAES e distrito (ou país) Braga.
Filiação: Manuel Joaquim Guimaraes e Maria Josefa Costa Silva. Natural e/ou residente em GUIMARAES-SAO PAIO, actual concelho de GUIMARAES e distrito (ou país) Braga.
Solteiro, 22 anos de idade. Natural de CREIXOMIL,Sao Miguel-GUIMARAES, residente em GUIMARAES-SAO SEBASTIAO-GUIMARAES. Destino Rio Grande Sul.
Casado, 32 anos de idade. Natural de CANDOSO,Sao Martinho-GUIMARAES, residente em GUIMARAES-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro. Embarca em Lisboa
O registado: Laura Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1881/08/27 Pai: Joaquim José de Sousa Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira, Guimarães Mãe: Engrácia Júlia de Oliveira Coelho Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira, Guimarães Avós paternos: José de Sousa e Maria Júlia Avós maternos: João António da Silva Guimarães e Maria de Oliveira Coelho
O registado: Ernesto Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1887/03/27 Pai: Joaquim Ribeiro de Sousa Agra Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Mãe: Isabel Maria de Sousa Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): Santo Ildefonso, Porto Avós paternos: Bernardo de Sousa e Mariana Teodora Correia de Abreu Avós maternos: Jerónimo de Sousa Guimarães e Inês Vieira de Sousa
O registado: Fortunato Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1893/02/19 Pai: Manuel Teixeira Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Mãe: Maria de Belém Carvalho Teixeira Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Joaquim Teixeira e Luísa Antónia Avós maternos: Joaquim José de Carvalho Almeida e Rosa Maria Teixeira
O registado: Antónia Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1894/12/27 Pai: João Ribeiro Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Candoso, Guimarães Mãe: Adelaide Sofia de Sousa Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Bento Ribeiro e Maria da Cunha Avós maternos: Serafim de Sousa Oliveira e Maria Joaquina de Sousa
O registado: Alice Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1898/06/26 Pai: Francisco José da Silva Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Creixomil, Guimarães Mãe: Maria do Carmo Fernandes Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Manuel José da Silva e Maria de Abreu Avós maternos: Francisco Fernandes Policarpo e Maria Joaquina da Costa
O registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1883/01/03 Pai: João Francisco Oliveira Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Polvoreira, Guimarães Mãe: Rosa Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António Francisco Guimarães e Joana Maria Avós maternos: António Joaquim e Rosa Maria
O registado: Simpliciana Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1898/04/14 Pai: Vicente Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Mãe: Maria Emília Mendes Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: António Pereira e Ângela Maria Avós maternos: João Mendes Guimarães e Teresa Emília de Jesus
O registado: Arnaldo Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1888/01/19 Pai: António de Oliveira Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Mãe: Margarida Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: João António de Oliveira e Maria de Oliveira Avós maternos: António José da Mota e Antónia Maria
O registado: Marçal Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1887/06/23 Pai: Manuel Leite Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel do Castelo, Guimarães Mãe: Teresa da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): São Lourenço de Calvos, Guimarães Avós paternos: incógnito e Luísa da Silva Avós maternos: António Ribeiro e Joaquina da Silva
O registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1887/01/08 Pai: José António Meira de Abreu Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Vicente de Mascotelos, Guimarães Mãe: Carlota Maria de Oliveira Salgado Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Avós paternos: António José de Abreu e Luísa Rosa de Melo Avós maternos: António Salgado Luísa de Oliveira
O registado: Laura Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1893/06/10 Pai: José da Silva Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): [Nossa] Senhora da Oliveira, Guimarães Mãe: Josefa Rosa Pimenta Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Avós paternos: Bernardo José da Silva e Maria da Conceição Avós maternos: Manuel Ferreira Pimenta e Mariana Rosa
O registado: Raquel Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1866/10/15 Pai: Plácido José Teixeira Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho):São Miguel de Creixomil, Guimarães Mãe: Ana Emília da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eufémia de Prazins, Guimarães Avós paternos: Manuel Bento Teixeira e Maria de Jesus Teixeira Avós maternos: José Vitorino da Silva e Rosa Margarida Ferreira dos Santos