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Assuntos: Fotografias 096.
Fachada principal do Centro Vidreiro em 1926.
Assuntos: Fotografias 096.
Cópias de fotografias.
Álbum com 28 fotografias
A empresa designada por Foto Cine-Alegre foi fundada em 1935, por José Martins, tomando o nome da rua onde inicialmente se instalou, a Rua do Campo Alegre (Massarelos, Porto). Provisoriamente sediada na própria residência da família, esta pequeno atelier fotográfico dedicava-se, apenas, à produção de fotografias “tipo passe” para bilhetes de identidade. Sem qualquer tradição familiar no âmbito da fotografia, o mote terá sido dado por uma circunstância inusitada quando uma sobrinha de José Martins (na altura a exercer funções como industrial na área da fundição e serralharia) começou a relacionar-se sentimentalmente com um capitão foragido da Guerra Civil Espanhola. De facto, a família Martins ao dar guarida a esse indivíduo, fotógrafo de profissão, tomou conhecimento de uma arte em notória evolução e cujo fascínio provocado haveria de ditar o rumo profissional da mesma. Contando com a ajuda do pai, os jovens Luís e Fernando Sacramento Martins investiram na fotografia, não obstante o destino do malogrado inspirador, já que, depois de detido pela PIDE, foi repatriado e, mais tarde, executado. Entretanto, Luís Martins conjuntamente como o futuro sogro, instalaram na residência deste último, situada na Rua 2, em Espinho, um pequeno atelier fotográfico vocacionado igualmente para a produção de fotografias “tipo passe” para bilhetes de identidade, embora fizessem algumas reportagens de rua junto ao Casino. Este “desdobramento” da Foto Cine-Alegre haveria de durar cerca de cinco anos (1940-1945). Entretanto, em finais dos anos 40, a empresa passou definitivamente a sediar-se na Rua Condes de Vizela, n.º 50, rés-do-chão, no Porto, alargando substancialmente o leque dos serviços fotográficos prestados. Aliás, terá sido a primeira casa a dedicar-se a trabalhos de reportagem fotográfica encomendados quer por diversos sectores públicos, quer por uma panóplia de empresas privadas. No intuito de dar resposta a tantas e variadas solicitações, a Foto Cine-Alegre foi adquirindo, desde logo, viaturas para fazer deslocar as equipas de reportagem aos locais em questão e para funcionar como “laboratório ambulante”. Entre as entidades para as quais foram prestados serviços de reportagem fotográfica destacam-se muitas relacionadas com autarquias locais, com autoridades políticas (PIDE), com o periodismo diário (por exemplo: Século; O Comércio do Porto; Jornal de Notícias), com agências noticiosas (por exemplo: Globo, Ligth Press), com revistas (por exemplo: Eles & Elas; New Blitz), com empresas de transportes, com garagens (por exemplo: a General Motors, Garagem António Sardinha), com empresas de hotelaria (por exemplo: Casino Solverde, Hotel da Granja, Hotel Mirassol), com clubes de futebol etc.(…). Acresce ainda salientar que muitas das imagens fotográficas produzidas pela Foto Cine-Alegre foram utilizadas em diversas publicações de cariz histórico e etnográfico dado o alto valor documental associado às mesmas. Luís Sacramento Martins, enquanto possuidor de uma das mais antigas casas vocacionadas para a prestação de serviços de reportagem fotográfica, obteve, pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos, uma Medalha de Gratidão do Lar do Comércio, bem como um Diploma de Gratidão da Sociedade Protectora dos Animais. In:https://arquivo.cm-gaia.pt/creators/13975/
Cortejo de oferendas realizado no ano de 1956 a reverter para o Hospital de Vidigueira. Fotografia captada junto à Praça Vasco da Gama, sendo visíveis quatro carroças de parelha provenientes das várias casas agrícolas e comerciais que estavam a participar nesta causa social, neste caso, mais exactamente, das “Cortes de Baixo” de Selmes. O homem que se encontra mais à esquerda, a pé, encaminhando a parelha, é António João Silva Oleiro (Selmes). Na carroça segue Manuel Calhau (também de Selmes).Do lado direito, são inúmeros os populares que assistem ao desfile. Vejam-se também as fotografias A-0011, A-0016 e A-0019, ambas relacionadas com o mesmo evento de cariz social.
Periódico «A Camponêsa» Director e Editor: Manuel Portela. Redacção e administração: Campo Mouzinho de Albuquerque, 52, 53 e 54. Publicação trimestral destinada à propaganda de máquinas agrícolas, fabricadas nas oficinas “A Camponesa”, proprietário Manuel Portela. O exemplar AS 338 (1) está endereçado a António Vicente Leal Sampaio, sobrinho de Alberto Sampaio. A edição deste número, sem data, é posterior a 1933, dado apresentar uma fotografia tirada ao certame da “Camponesa” nas festas realizadas em Setembro de 1933. No referido número encontram-se fotografias das instalações das oficinas e do editor Manuel Portela.
Auto de entrega de construção do farolino de Viana do Castelo. Desnhos e documentos do dois faróis do porto de Viana do Castelo. Memória descritiva. Plano Hidrográfico da barra e Porto do Rio Lima levantado em 1865 sob a direcção de Filipe Folque e pelo engenheiro hidrográfico D. Carlos de Vasconcelos e Noronha em 1886. Desenho em tela imperial da Torre de Ferro do Farol da Srª da Agonia ou da Srª da Conceição no porto de Viana do Castelo. Planta do local onde está colocado o farol de luz encarnada junto às capelas da N. Srª da Conceição e da N. Srª da Agonia. Desenho da Torre do Farol do Castelo no Porto de Viana. Planta do Castelo de S.Tiago com a colocação do Farol de luz branca.. Desnho da casa de habitação do faroleiro no Castelo da barra de Viana. Uma fotografia dos dois faróis. Uma fotografia do farol da Srª da Agonia.
Fotografia feminina, em pose, da jovem senhora Maria Felizarda Lança Caetano (mãe de Mariana e Maria Paula Caetano), presente na revista semanal ilustrada “Mundo” n.º 27 de 16 de Janeiro de 1958. A jovem mulher surge próximo de uma oliveira com um cesto na mão ostentando a indumentária de trabalho, da qual se destaca o chapéu, o lenço, as mangueiras, o avental e as botas de cano alto cardadas (particularmente usadas na Vidigueira pelas trabalhadoras). Este registo foi captado pelo fotógrafo amador vidigueirense Augusto Pinto Esteves durante a apanha da azeitona. Esta fotografia integrou e complementou “O Romance da Azeitona” - A azeitona no mundo da exportação; Oliveira, símbolo da Paz - reportagem e textos de A. Pinto Esteves - na já referida publicação semanal.
Retrato feminino de Maria Villanova Sotto-Mayor. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia podemos ver referência ao fotógrafo ou casa de fotografia podendo ler-se “Ant. de Tavares”. No verso encontramos carimbo com a seguinte informação: “Cliché n.º 1003 - Ant. de Tavares - Vidigueira”. Verificamos também a presença da seguinte inscrição: “António Marciano Figueira Sotto-Mayor oferece ao seu querido filho António Figueira Villanova Sotto-Mayor, o retrato de sua querida e infeliz Maria e tua bôa e estremoza mãe que Deus nos roubou no princípio da vida. E reprodução do grupo da família toda tirado no dia 16 de Setembro de 1910. Falecida em 6 de Agosto de 1909 com 50 anos de idade 2 meses e 3 dias ”.
Fotografia assente em cartão estilizado que a rodeia com figuras geométricas em relevo. Na parte inferior do cartão, onde assenta a fotografia, foi inscrita a caneta a seguinte informação: “Évora, Colégio dos Loios, 1917”. José Mendes Pereira, pai da doadora (Maria Cândida Pulido Pereira Freire de Andrade), aos 13 anos de idade, surge usando papillon na fila da frente junto aos professores (sensivelmente ao centro). Neste registo fotográfico está presente, também, Joaquim Jorge de Carvalho, o 6º elemento, da esquerda para a direita, na segunda fila de trás (que, haveria anos mais tarde, de licenciar-se em Medicina, exercendo na Vidigueira, terra em que foi ainda Presidente da Câmara Municipal, na década de 1960).