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Restituí os ofícios do continente que foram vistos por S.A.R. O príncipe manda ouvir monsenhor Gordo, visitador dos camilos, e dobre o papel do núncio que Araújo enviou. Aprovou o provimento e a encomenda das cartas geográficas.
Solicita que assine o aviso junto e que o envie com brevidade para o marquês regedor.
Previne o amigo António de Araújo de Azevedo que S.A.R. o espera amanhã, antes de chamar o ministro da Inglaterra, e que se decidiu pelo envio do marquês [de Marialva] na missão.
Acusa a receção da carta com a pasta da assinatura. Remete os ofícios do continente e participa que S. A. R. deferiu todos os demais papéis, menos o do Carminati que era superabundante.
Informa que levou à presença de S.A.R. a carta de ontem e os ofícios do continente. O príncipe está prevenido para acolher o Albuquerque e manda devolver a representação de Ciera pois não acha justo nem decente fazer violência à repugnância do "Presidente dos Inglesinhos".
Participa que S.A.R. viu a carta de 9 do corrente que contém a exposição dos três lordes sobre a entrada do comboio no Tejo. O príncipe não fica descansado com promessa de Lord Rosslyn porque teme que o comboio no Tejo traga a guerra com a França e com a Espanha e, portanto, deseja que o destinatário tente evitar esse grande mal negociando a saída da esquadra, logo que entre o comboio, para se poder informar a França de que as tropas não vêm para forçar uma declaração nem para infringir a neutralidade. S.A. "confia muito nas luzes de V. Exa." para a saída deste embaraço ainda antes de chegarem as respostas do governo inglês. Remete os ofícios.
Devolve os ofícios por ordem de S.A.R. que saber o parecer do destinatário sobre D. Tomás de Nápoles para depois dar as suas ordens ao conde da Ega; manda dar o trigo às freiras, cujo requerimento foi apresentado pelo núncio; manda ouvir o oficial maior da Secretaria de Estado sobre o negócio do núncio. Remete dois decretos assinados.
Participa que levou à presença de S.A.R. a carta do dia anterior juntamente com os ofícios que vinham na caixinha. S.A. mandou remeter os ofícios para as Caldas e manda informar que estimas as boas disposições de Lord Saint Vincent, mas estimaria muito mais que ele condescenda com uma ou outra proposição acerca do comboio. D. Domingos [de Sousa Coutinho] não diz nada no seu ofício secretíssimo e a falta de cartas de D. Lourenço é notável, mas o facto de nada vir de Paris dá a lisonjeira esperança de que não fez grande sensação a vinda de Lord Saint Vincent e que as negociações terminaram a bem da paz. Remete os requerimentos e os despachos juntos.
Participa que só hoje S.A.R. deliberou sobre as cartas de 16 e de 17 do corrente, em virtude de alguns espasmos. S.A. conformou-se com o parecer do destinatário sobre a má farinha que se dá à tropa do Alentejo, mas não se conformou com a questão do juiz do crime de Santarém "porque não há castigo sem audiência do reo, que deve ser ouvido". O príncipe aceitou o parecer sobre D. Tomás de Nápoles e ordena que escreva para Espanha. Remete todos estes papéis para serem assinados e os ofícios do paquete e do continente.
Restitui os ofícios do continente que acabam de ser vistos por S.A.R. Remete mais duas consultas para o destinatário lançar as reais resoluções que vão juntas. Foi hoje presente ao príncipe a representação do provedor das Lezírias, a qual deve ser remetida a Joaquim Pedro para informar. Recebeu a pasta da assinatura.
Restitui os ofícios do continente que já foram vistos por S.A.R.. O correio entregou a pasta da assinatura a Joaquim Guilherme [Costa Posser] em Sintra. S. A. R. espera ter hoje notícias do encontro que Araújo teve com os dois amigos.
Informa que levou à presença de S.A.R. as duas cartas. Espera remeter amanhã a consulta com as outras ordens que o destinatário solicita. Não se admira com a maior instância do embaixador, pois Pascoal deu ontem a notícia, em Mafra, da chegada do negociador inglês a Paris e se for verdadeira, eles contentar-se-ão com a concessão da primeira cláusula.
Participa que as suas expressões fizeram "muito grande impressão no ânimo de S.A.R.". O príncipe está sempre pronto para ouvir e deliberar sobre os negócios pendentes e autoriza o destinatário a convocar o Conselho para o dia que lhe parecer melhor. Remete a pasta da assinatura e o decreto que o destinatário solicitava e algumas consultas para escrever nelas as reais resoluções. Tomás António procurará pelo destinatário na segunda-feira.
Participa que na manhã do dia anterior mostrou o bilhete que o destinatário deixou a Joaquim Guilherme. Ontem e hoje se falou muito no "grande negócio", mas não crê que se efetue pois o visconde [de Anadia] levou ordem para ir lentamente. Hoje falou-se de Peniche. Recebeu a carta e se é certo que a decisão tomada pelo tirano é irrevogável a ruína da Pátria é certa. Remete a pasta da assinatura para "as horas vagas".
"Informa que S.A.R. viu as suas três cartas, o ofício do conde da Ega, as notas do embaixador e de Rayneval. O príncipe fica prevenido e não vai responder ao embaixador. Deseja que se convoque o Conselho de Estado para amanhã e como não está presente Joaquim Guilherme da Costa Posser, deve ser o destinatário a mandar fazer os avisos, devendo contar com o visconde e não com o Cardeal Patriarca que está doente. Manda lavrar o aviso de nomeação de conselheiro para D. Fernando de Portugal e de convocatória para amanhã pelas onze horas. Anexo: Nota remetendo as instruções que se tinham traçado."
Participa que perante a chegada do expresso do conde da Ega e da nota do embaixador de Espanha e o trabalho que há a fazer, o destinatário sugira o dia em que pode deslocar-se a Mafra à presença de S.A.R. e se é necessário convocar o Conselho de Estado para quarta ou quinta-feira. Recebeu a pasta da assinatura.
Remete os ofícios do continente e toda a assinatura real que o destinatário havia deixado.
Participa que S.A.R. viu as cartas de 4 e de 7 do corrente com as do continente. O príncipe deseja obter o parecer do destinatário sobre a vinda do corpo diplomático por ocasião do parto da princesa. Francisco Carlos de Assis é o correiro que deve ir em vez de Caetano. Não remeterá hoje a carta de participação para o rei Católico por não estar assinada.
Acusa a receção da carta com os ofícios de Paris e de Madrid. Tudo foi logo apresentado a S.A.R. que tendo examinado, os mandou devolver ao destinatário, à exceção das gazetas em que vem dois tratados de paz. O príncipe deseja saber o parecer do destinatário sobre a carta de parabéns de que fala Brito. O autor considera que a Prússia fica bem castigada, mas ainda é pouco quando se vê que a Rússia ganha no ajuste.
Participa que S.A.R. viu a carta do dia anterior e pediu o parecer ao conde de Vila Verde sobre a pretensão de Lord Saint Vincent. O destinatário deve aguardar as reais ordens.
Participa que levou à presença de S.A.R. a carta com os papéis do núncio, mas que só haverá deliberação na segunda-feira. A informação que deveria ser dada pelo desembargador Joaquim Pedro deve ser remetida ao corregedor de Santarém.
Acusa a receção da carta que acompanhava a caixinha com os ofícios do continente.
Acusa a receção da carta do dia 13 com a boa nova da suspensão da vinda do comboio. A notícia tranquilizou S.A.R. e a nota de Lord Rosslyn deixou-o satisfeito. O príncipe aprova que Araújo vá ao jantar de Lord Saint Vincent e que lhe ofereça a ceia e que, assim que puder, venha a Mafra. Autoriza os presentes, devendo o Quintela tratar dos vinhos e o guarda-joias aprontar algo para dar a Lord Rosslyn. Remeteu ao conde, no dia anterior, os últimos ofícios de D. Domingos.
Acusa a receção da carta de 5 do corrente, a qual ainda não foi apresentada a S.A.R.. Aconselha o destinatário a não se deslocar a Vila Viçosa, pois a jornada está a terminar e tal poderia ser interpretado como uma visita tardia "e não vindo suppoem-se, que o bem do serviço assim o exigiu, e ninguem repara".
Carta em resposta a dois ofícios e uma carta particular. Levou à presença de S.A.R. as cartas de 22 e de 26 do corrente, o qual tendo ficado conformado com a informação de Napion ordena que Araújo mande passar as ordens necessárias. O principe leu a carta de Brito. Informa que a pasta fica para o despacho e nesse memso dia remeterá as patentes assinadas. Agradece o interesse de Araújo no estado de saúde da mulher.
Participa que S.A.R. viu as cartas de 28 de Junho e de 1 de Julho e aprovou as observações sobre o capitão Azevedo Coutinho, cuja patente assinou, e ordena a remessa ao Conselho da Guerra das listas juntas dos despachos militares do dia de S. João. O príncipe ainda não resolveu nada sobre os requerimentos de Falé e de José Pereira.
Participa que S.A.R. achou muito "arresoadas" as reflexões da carta de ontem à noite e, por isso, manda convocar o Conselho de Estado no dia que lhe parecer melhor. O destinatário prevenirá o Príncipe Regente do dia em que se realizará a reunião. Deve informar qual o dia em que conta vir a esta vila.
Participa que levou à presença de S.A.R. a carta do dia 7, juntamente com as duas pastas de documentos. S.A.R. não querendo demorar a deliberar sobre a sentença do Conselho da Guerra dada aos dois oficiais do regimento de Vieira Teles, aceitou o parecer de Araújo. Suspendeu a apresentação das cartas de Araújo até saber da sua decisão de vir a Vila Viçosa.
Devolve as cartas do continente e as consultas que já foram vistas por S.A.R..
Acusa a receção da carta de 16 do corrente. Remete o decreto de perdão do oficial de Vieira Teles e uma das pastas que foram vistas por S.A.R. As restantes pastas serão vistas por S.A.R. em Queluz.
Participa que S.A.R. expediu nesse dia, quarta-feira de Trevas, a pasta dos papéis.
Participa que ontem à noite recebeu a carta acompanhada dos ofícios do continente, bem como hoje recebeu uma outra pelas mãos do Atanásio. Ainda hoje escreverá para marcar o dia em que o Tribunal poderá ir ao beija-mão. Em P.s. refere que suspendeu a remessa do correio. S.A.R. destinou o Domingo para receber os deputados da Junta do Comércio. Remete o competente aviso para o destinatário assinar e expedir.
Informa que S.A.R. viu a carta de ontem e que ouviu ler os ofícios do continente e do paquete. Remete todos estes documentos, juntamente com a resposta ao Príncipe da Paz e pede ao destinatário um parecer sobre as últimas expressões deste ministro espanhol. S.A.R. aprova a lista de ministros que Araújo enviou. Recebeu a carta de hoje a qual será apresentada amanhã ao príncipe regente.
Participa que S.A.R. viu as cartas do continente e aprovou os avisos relativos à comissão de António Fernando [Araújo de Azevedo], os quais seguem em anexo para serem assinados.
Acusa a receção da carta com a pasta dos decretos para os novos despachados. S.A.R. viu imediatamente a mesma, mas não assinou. Regozija-se pela geral aprovação dos últimos despachos.
Participa que apresentou a S.A.R. a carta de ontem, tendo o mesmo senhor ficado satisfeito pela forma como decorrem as obras de Peniche; está inquieto com a demora do paquete; teve alguma satisfação com a notícia de se ter levantado o embargo dos navios nos portos de França; inquieta-se com o que diz o Correia. Remete um aviso para ser executada à risca, declarando isso mesmo à viscondessa para tomar as suas medidas e contar que não há-de ficar com o armazém que pede como o teve o conde da Ribeira.
Comunica que apresentou a S.A.R. a carta de ontem e a nota do encarregado de negócios da França. Como não havia tempo a perder, e à vista do trabalho que o destinatário tem em mãos, manda passar os avisos para convocar o Conselho de Estado para terça ou quarta-feira. O destinatário marcará o dia para Rayneval entregar a carta de Bonaparte. Deve informar o príncipe das deliberações acerca destes negócios, bem como do fastidioso negócio dos Camilos.
Participa que Tomás António respondeu que não são precisas novas ordens para o concertos dos caminhos e que já existe dinheiro para esse fim. O dinheiro para espias deve sair do Erário por decreto dirigido ao oficial maior da repartição dos Negócios Estrangeiros e da Guerra. Remete duas pastas de assinatura. Araújo anotou na margem: "Nunca me derão para isto um só vintem".
Parecer do Procurador-Geral da Coroa João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Visconde de Algés.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto.
Contém ofício da 4.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 16 de janeiro de 1903, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 31 de janeiro, escrito sobre o ofício.
Ofício do Ministério da Marinha - 7ª Repartição da Direcção-Geral da Contabilidade Pública
Oficio do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Tesouraria e parecer, escrito sobre o ofício.
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública e parecer, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Caixa Geral de Depósitos, de 1 de maio de 1907, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 6 de maio, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria, do Ministério da Fazenda, de 3 de junho de 1907, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de junho, escrito sobre o ofício.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco António Fernandes da Silva Ferrão.
Contém ofício da 4.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 4 de fevereiro de 1909, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de fevereiro, escrito sobre o ofício.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção dos Negócios Eclesiásticos, do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 24 de março de 1906, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de abril.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção dos Negócios Eclesiásticos, do Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, de 24 de março de 1906, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 11 de abril.
Manifesta confiança na vitória de Diogo Freitas do Amaral nas eleições presidenciais.
Refere-se às provas da "Alegoria", bem como à tiragem da separata. Informa que lhe cede para publicação o seu trabalho "O sentimento do amor nos versos de António Sardinha". Tece comentários críticos à "Pro Domo" e à edições "Gama" pelo atraso na publicação da sua 3.ª edição de "Paixão e Graça da Terra" e na impressão do seu trabalho "A Revolta da Inteligência".
Justifica a demora da remessa do artigo prometido. Tece comentários críticos à Censura.
Informa que devolve as provas da "Alegoria" e propõe que se faça uma separata. Tece comentários sobre o prefácio da última edição de "O Novo Príncipe".
Informa que recebeu a carta de Diogo Freitas do Amaral a renunciar ao mandato de Deputado e ao lugar do Conselho de Estado.
Pede vários números do “Boletim do Arquivo de Guimarães” para retirar informações para um estudo que está a desenvolver sobre as inquirições de «genere», no século XVII.
Mensagem de Diogo Freitas do Amaral a agradecer o apoio dos eleitores macaenses nas eleições presidenciais
1º. outorgantes: Joaquim Pinhão Leite Agostinho das Neves Guimarães Joaquim de Oliveira Machado Livro Nº 75-59v.
1º. outorgantes: António de Freitas Júnior Joaquim Fernandes João Maria Dias Livro Nº 501-85v.
Envio da cópia do documento assinado por José Alves da Guimarães e João Gaspar Alves, membros da Comissão de Habitação e Urbanismo. Não existe o documento em anexo.
Jornadas de Planeamento Municipal, perspetivas de desenvolvimento do concelho de Guimarães. Anexado o programa.
Solicita a participação numa reunião que terá lugar no Gabinete de Apoio à Assembleia Municipal.