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Exemplar do jornal "A Juventude", de Agosto e Setembro de 1946: - A verdade, da autoria de Maria de Lemos; - Viagem sublime, da autoria de Isabel Maria Teles Fernandes Gomes; - Há Fé, da autoria de José Manuel Pina Cabral; - Bébe e a mamã, da autoria de Xerxes, - Luz nas trevas, da autoria de Maria Rosa Moura; - Poema "Sê justo", da autoria de Joaquim Teles Fernandes Gomes; - Reflexão sobre aescolha de um livro, da autoria de Arnaldo de Oliveira Pinto; - Palavras cruzadas.
A Comissão Instaladora da Associação de Escolas do Torne e do Prado foi constítuida como uma instituição particular de solidariedade social, presidida pelo Bispo D. Fernando da Luz Soares, o reverendo Octávio Guedes Coelho, o professor Dr. José Manuel de Pina Cabral, o engenheiro Joaquim Armindo, D. Arminda Araújo, Samuel Lopes Apura e José Jorge de Pina Cabral. Constituiu-se para distribuição de cargos da referida comissão e abertura de conta bancária.
Exemplar do jornal "A Juventude" de Junho e Julho de 1962: - Editorial: esboço de uma tentativa - Nota da redação - Fumo por Fausto Parente - Homem, abre os olhos por A. Rodrigues - Meia janela aberta sobre o mundo - 11º congresso ecuménico da juventude europeia - Oikoumene, o pensamento ecuménico sobre as questões sociais - Conversa por F. Soares - Nota curiosa - Intercâmbio de Juventude - Poesia solta por Joaquim Silva - Confissão por Fernando Soares - Temas de hoje por Jorge Lopes - Teste bíblico - Página de publicidade
Propostas para leitores licenciados da Igreja Lusitana, referentes a Aires Serrano e Silva, José Marques Serrano, António de Almeida Barros, Joaquim Pereira de Pina Cabral, Júlio da Silva Coelho, Jorge dos Santos Piedade, Paulo Aires da Silva Pires, Armando Constantino Correia, Fernando dos Santos Varandas Gallas, David Rodrigues Pereira, José Augusto Gomes dos Santos. Documentos: requerimento para admissão de ministro da Igreja, declaração de crenças nas Sagradas Escrituras, declaração de obediência canónica, atestado da junta paroquial, SIQUIS, certidão de atestação de ordenação.
José Nunes Chaves (1828-1893) era um ex-padre católico que abjurara em 1876 e ex-capelão da igreja da colónia italiana do Loreto. Nesse mesmo ano funda a Missão Episcopal, na Rua de S. Marçal, em Lisboa. Foi também o fundador em 1877 da Igreja de Jesus, em Lisboa. Em 1889 deixa a Igreja Lusitana e ingressa na Presbiteriana. Joaquim dos Santos Figueiredo, ex-sacerdote católico, tornou-se pastor da igreja presbiteriana de Lisboa, substituindo o Rev. José Nunes Chaves.
Consulta acerca do requerimento em que José Salgueiro, como procurador de Joaquim Mendes, pede o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao falecido filho deste, António Mendes, na qualidade de segundo-cabo da Guarda Municipal de Lisboa. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 15 de novembro de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 19 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca dos requerimentos em que Joaquim da Costa Maia e Laura Coelho da Costa pedem a entrega dos saldos dos depósitos pertencentes aos falecidos depositantes Filomena Rosa da Costa Maia e Francisco Maria da Silva, respetivamente. Contém ofício da Repartição da Caixa Económica Portuguesa da Caixa Geral de Depósitos e Instituições de Previdência, de 4 de outubro de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de outubro, escrito sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça propondo que, tendo em conta que o Procurador Régio da Relação de Lisboa é o único magistrado do Ministério Público em exercício naquela Relação, devido à ausência por doença do ajudante interino Joaquim Nunes Ribeiro, pelo menos um dos juízes de direito transferidos para os lugares de ajudantes daquela Procuradoria Régia seja já intimado da sua transferência para entrar no serviço do Ministério Público.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro acerca do processo da Direção-Geral das Alfândegas e Contribuições Indiretas, do Ministério da Fazenda, em que Luís de Mendonça e Melo e outros, únicos herdeiros de Joaquim Tomás de Mendonça e habilitados à parte respetiva do produto líquido do tabaco apreendido na polaca francesa Alcides, pedem para se fazer a divisão pelos apreensores em proporção dos vencimentos que nessa época recebia cada um.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outros do seu delegado na comarca de Águeda e subdelegado do julgado de Vouga, em que participa que o administrador do concelho de Vouga, Joaquim Francisco Estima, protege "escandalosamente" o réu Manuel Marques Saraiva, já pronunciado pelo crime de homicídio, consentido que ande livre pelo concelho e ameaçando quem ousar capturá-lo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outros do seu delegado na comarca de Águeda e subdelegado do julgado de Vouga, em que participa que o administrador do concelho de Vouga, Joaquim Francisco Estima, protege "escandalosamente" o réu Manuel Marques Saraiva, já pronunciado pelo crime de homicídio, consentido que ande livre pelo concelho e ameaçando quem ousar capturá-lo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete dois extratos dos libelos propostos no juízo de direito de Évora pela Fazenda Nacional, sendo um contra a administração do Hospital da Misericórdia daquela cidade pela nulidade do testamento de Francisco Joaquim e o outro contra os herdeiros de Fernando de Mesquita Pimentel, e solicita que lhe sejam remetidos quaisquer esclarecimentos que possam servir para a defesa da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre o conflito de competência para liquidar a contribuição de registo devida pela herança de Manuel Joaquim de Faria, falecido em Lisboa, a 7 de março de 1888, suscitado entre os escrivães de fazenda do 3.º Bairro de Lisboa e do concelho de Vila Verde, do distrito de Braga, tendo-se instaurado, em ambos os concelhos, o processo para a liquidação.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre o insulto feito, no dia 20 de maio de 1838, ao pároco de Cabana Maior por Alexandre José Gonçalves da Agrela e António Joaquim Cerqueira, acompanhados de outros indivíduos, procurando levantar o povo contra ele e passando, no dia 21 de maio, com os demais fregueses a nomear uma junta que arbitrou nova côngrua àquele pároco.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 27 de agosto de 1838, na qual consta que a Rainha determinou não perdoar nem minorar a pena de morte imposta ao réu António dos Santos, por um roubo de estrada, acompanhado de homicídio aleivoso na pessoa de Joaquim Fernandes. Ordena que se promova a pronta execução daquela pena na conformidade das leis.
Documento
1818, julho, 23, Luanda Carta de Joaquim da Fonseca Negrão para Luís da Mota Feo, onde este se refere a pessoas escravizadas. Manuscrito, papel, 1 fl, assinado por Joaquim da Fonseca Negrão
1822, novembro, 24, Luanda Carta de Joaquim Aurélio de Oliveira para Luís da Mota Feo com diversos assuntos pessoais. Manuscrito, papel, 1 fl, assinada por Joaquim Aurélio de Oliveira.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria de Meira, outorgando por si e como procuradora de Parcídeo de Meira Leite e Joaquim de Meira Leite e esposa Marcelina do Céu Leite 2º Outorgante: Maria de Lourdes Meira e marido Eduardo Ribeiro de Guimarães, 3º Outorgante: Miquelina de Meira Leite e marido Carlos Alberto Ribeiro Machado de Abreu 4º Outorgante: Alzira de Meira Leite Salgado e marido José Salgado 5º Outorgante: Maria Augusta de Meira Leite e marido Mário Augusto de Sousa Milão 6º Outorgante: Joaquim de Freitas, casado com Maria Gonçalves de Miranda
A 9 de Janeiro de 1923, foi fundada no lugar de Roldes, freguesia de Sta. Eulália em Guimarães a “Fábrica de Curtumes de Roldes, Limitada”, uma sociedade por quotas, cujo objecto de exploração seria a indústria de curtumes. O grande impulsionador desta empresa foi Alberto Cardoso Martins de Meneses Macedo, filho do Conde Margaride, contudo a falta de capital com que se debateu levou-o a constituir sociedade com Joaquim Ribeiro da Silva, proprietário e industrial, sócio na Fábrica do Castanheiro e pelo João Malheiro de Sousa Meneses, um oficial do exército, todos eles residentes em Guimarães. Composta a sociedade e as respetivas atribuições, foi dado início à construção da fábrica e à compra da maquinaria. Esta empresa foi pensada e estruturada de acordo com o que mais moderno existia na altura, representava a vanguarda em termos nacionais. Em 1924, a empresa atravessou grandes dificuldades de ordem financeira e João Malheiro de Sousa Meneses decide, por sua iniciativa, abandonar a empresa, retirando-se para Lisboa com o seu capital. Nesta altura, dá-se o alargamento da sociedade, com os novos sócios, na sua maioria proprietários e industriais provenientes de Guimarães e do Porto, a desempenharem fundamentalmente um papel de investidores, à exceção de Inácio da Cunha Guimarães, industrial, sócio da Fábrica de Tecidos de Vizela, que, no pouco tempo em que esteve ligado a esta empresa, assumiu um papel diretivo de destaque. Por esta altura não se alterou apenas a sociedade, modificou-se a própria forma de administrar a empresa, a partir daqui esta seria gerida não por todos os sócios, como acontecia em 1923, mas por um conselho de administração nomeado entre os vários sócios. Contudo, em 1930, a empresa encontra-se praticamente falida, a sociedade criada em 1924 com o objetivo de salvar a empresa não dera resultado, os prejuízos eram enormes e a solução mais viável passava pelo encerramento da fábrica. O Major Margaride, homem teimoso e de grande convicção, acreditava na viabilidade da empresa. Com este pensamento positivo, resolve recomeçar tudo de novo. Começou por fundar uma nova sociedade, composta apenas por seus familiares, e dar um novo nome à fábrica, denominando-se agora “Fábrica de Curtumes de Caneiros, Limitada”, com um capital social de 160 contos. Esta nova sociedade era gerida por um o conselho de administração, presidido pelo Major Margaride, como gerente efectivo, tendo como substitutos seu irmão Luís Cardoso Meneses Macedo e seu filho Domingos Cardoso Meneses de Macedo. O conselho fiscal era constituído pelos sócios: João Maria Cardoso Macedo de Meneses e João Felgueiras Cardoso Macedo de Meneses. No entanto, esta sociedade não duraria mais de dois anos e foi dissolvida em 1932. Em 1932 a empresa volta à sua denominação original, Fábrica de Curtumes de Roldes, Lda, em resultado da constituição de nova sociedade. Esta era vista como capaz de guiar a empresa rumo ao sucesso. Sem dúvida esta era composta por um grupo forte, onde se destacavam os irmãos Mendes de Oliveira, capitalistas e industriais, possuidores de uma das mais importantes fábricas de curtumes de Guimarães, a “António de Oliveira e Filhos, limitada”, bem como de pela primeira vez contar com um gerente técnico com competência e méritos reconhecidos, António Rodrigues Garcia, para além do Major Margaride e Joaquim Ribeiro da Silva, de volta à empresa que ajudou a fundar. O crescimento que a empresa obteve entre 1936 e 1940 não teve continuidade nos anos subsequentes. Em julho de 1950, por deliberação da gerência, a empresa foi encerrada reabrindo apenas, passados 6 meses, em janeiro de 1951. Em 1969, como resposta aos sucessivos prejuízos a gerência resolve fazer um esforço e proceder à renovação da maquinaria e à reorganização da contabilidade. Os elevados e consecutivos prejuízos levaram Augusto Ribeiro da Silva a propor a compra das quotas aos restantes sócios. Segundo ele esta era a “única forma de a empresa conseguir sobreviver”. A 23 de Abril de 1974, Augusto Ribeiro da Silva e alguns familiares assumem os destinos da empresa, tendo a convicção que agora estariam reunidas todas as condições para que esta de uma forma definitiva prosperar.
PROVISAO para Vigario Geral da comarca de Vila Real, a favor do Reverendo Joaquim Jose Machado. Localidades: VILA REAL,
Os inventariados foram residentes em Prado São Miguel (Vila Verde). Inventariante(s): António Joaquim Barbosa, Teresa Barbosa. Proc. N.º 514.
Os inventariados foram residentes em Barros (Vila Verde). Inventariante(s): Joaquim da Silva, Maria Joaquina Pilau. Proc. N.º 523.
CARTA de encomendacao para a igreja de Regilde, a favor do Padre Joaquim Jose Coelho. Localidades: REGILDE,Santa Comba, FELGUEIRAS
PROVISAO para servir o oficio das apelacoes, a favor do Padre Gregorio Joaquim de Melo Faiao. Localidades: BRAGA, BRAGA
PROVISAO de adicao de Jose Joaquim de Sousa a igreja de Santa Cristina de Figueiro. Localidades: FIGUEIRO,Santa Cristina, AMARANTE
LICENCA para dizer missa a favor do Padre Manuel Joaquim Rodrigues, da freguesia de Escudeiros. Localidades: ESCUDEIROS,Sao Pedro, BRAGA
DEMISSORIA do Padre Joaquim Pinto de Carvalho da freguesia de Sao Mamede de Ribatua. Localidades: SAO MAMEDE RIBATUA, ALIJO
LICENCA para dizer missa a favor do Padre Jose Joaquim Pereira. Localidades: RIO MOINHOS,Santa Eulalia, ARCOS VALDEVEZ
DEMISSORIA a favor do Padre Gregorio Joaquim de Melo Faiao, natural do Bispado do Porto. Localidades: PORTO, PORTO
PROVISAO para ajudante de Escrivao do Crime desta cidade, a favor de Joaquim Jeronimo da Silva. Localidades: BRAGA, BRAGA
PROVISAO a favor de Antonio Joaquim Rocha para contador, distribuidor e inquiridor do couto de Moure. Localidades: MOURE,Couto,
PROVISAO a favor de Jose Joaquim Correia, para ajudante do Escrivao Geral desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
DEMISSORIA do Padre Jose Joaquim Lopes da Silva da freguesia de Sao Paio de Fao. Localidades: FAO,Sao Paio, ESPOSENDE
PROVISAO de emancipacao a favor de Joaquim Jose Rebelo da Silva e Oliveira desta cidade. Localidades: BRAGA, BRAGA
Inventário orfanológico. Os inventariados foram residentes em Nine. Inventariantes: António Joaquim Carvalho e Isaura Costa Carvalho, residentes em Nine.
Inventário obrigatório. Os inventariados foram residentes em Joane. Inventariantes: Joaquim Couto Lima e Conceição Araújo. Residentes em Joane.
Inventário orfanológico. Os inventariados foram residentes em Calendário. Inventariantes: Francisco Joaquim Araujo e Balbina Dias Sá Araújo. Residentes em Calendario.
O inventariado foi residente em Prado, Santa Maria. Inventariante: Custódia da Graça Fernandes Queiroz; José Joaquim de Queirós
Os inventariados foram residentes em Oriz, São Miguel. Inventariantes: Joaquim José Gonçalves Paredes e João Gonçalves Paredes. Proc. N.º 849.
Os inventariados foram residentes em Pedregais. Inventariante(s): Manuel Joaquim Dias e Maria Marques Dias. Procs. N.º 7/73 e N.º42/75.
Os inventariados foram residentes em Carreiras Santiago (Vila Verde). Inventariante(s): Libório José Gonçalves, António Joaquim Gonçalves. Proc. N.º 592.