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Emprazamento, em três vidas, de uma vinha da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizada no termo da vila, no Vale de João Pais, a Álvaro Eanes e Beatriz Gomes, moradores na vila, por seis libras, pagas pelo Natal. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento, em três vidas, de metade de um moinho da igreja de Santa Maria do Bispo, de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, na ribeira de Chava, a João Pires Grande e a Iria Anes, moradores na vila, por setenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Aforamento de uns pardieiros, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados no arrabalde da vila, a Leonardo Vicente e a sua mulher, moradores na vila, por dez soldos, pagos no dia de Natal. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento, em três vidas, de metade de um moinho da igreja de Santa Maria do Bispo, de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, na ribeira de Chava, a João Pires Grande e a Iria Anes, moradores na vila, por setenta reais brancos, pagos pelo Natal. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Livro para a distribuição das missas quotidianas das capelas do bispo D. Julião de Alva e de Isabel de Oliveira e sua irmã Margarida de Vila Lobos. Não identifica por extenso os nomes de Isabel de Oliveira e Margarida de Vila Lobos, mas refere "Por Villalobos" o que faz supor referir-se à capela instituída por ambas. Refere também algumas outras capelas.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da representação da Câmara Municipal da vila de Portimão, em que solicitam para efeitos da contribuição industrial, que a vila passe da 3.ª para a 4.ª ordem de classificação de concelho.
Aforamento de uns pardieiros, da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, localizados no arrabalde da vila, a Brás Domingues e a sua mulher, Catarina Anes, moradores e vizinhos da vila, por trinta soldos, pagos no dia oito de Julho. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santa Maria do Bispo
Carta datilografada, em papel timbrado/*Museu do Neo-Realismo*, com assinatura autógrafa da presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Maria da Luz Rosinha, datada de 2010-10-06. Local de expedição: Vila Franca de Xira, Portugal Contém ainda: - 1 fragmento do envelope, com etiqueta do remetente
Informa que Luísa Rosa de Araújo Martins da Costa comprou para si a seu marido, o capitão-mor da vila de Guimarães, Domingos Cardoso de Macedo, quanto ao usufruto e por sua morte para seus irmãos e descendentes, dois prazos de que compõem a Quinta dos Patos, situado na freguesia de São João de Brito, na vila de Guimarães.
Anuncia a compra do casal da Carvalheira de cima, na freguesia de São João de Brito, na vila de Guimarães, por Luísa Rosa de Araújo Martins da Costa, autorizada por seu marido Domingos Cardoso de Macedo, Capitão-mor da vila de Guimarães, a Jerónimo Martins Salgado e mulher. Existem duas cartas.
Arrendamento que fez o Cabido dos sabidos da vila e seu termo e do Couto de Moreira do Rei, pertencentes ao Priorado, em sede vacante, por um ano, a Adriano de Sampaio, cavaleiro fidalgo da casa de sua majestade, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de dois terços do casal de Novios em Vila Chã, no concelho de Gestaçô, a Gonçalo Coelho, pessoeiro da fazenda de Vila Chã, e sua mulher Isabel Gonçalves e sua cunhada Maria Gonçalves, e a outros consortes.
Prazo que fez o Cabido de um terço do casal da Pena em São Salvador de Vila Garcia, a Gaspar Carvalho e sua mulher Helena de Basto, moradores na freguesia de Borba de Godim, termo da vila de Celorico de Basto.
Prazo que fez o Cabido da vinha dos Barrocos desmembrada da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, ao capitão António José Guedes Chaves e sua mulher Dona Ana Joaquina Pereira Coelho, moradores no lugar de Nostim em Moura Morta.
Prazo que fez o Cabido de umas casas, leira e horta na vila de Amarante, a Maria Ribeiro de Macedo, solteira, moradora numas casas que estão no canto da rua que vai para o mosteiro das freiras de Santa Clara da vila de Amarante.
Prazo que fez o Cabido das vinhas e terras da quinta de Martim que é uma parte da quinta de Vila Cova em São Mamede de Vila Marim, a António de Moura Coutinho Almeida Carvalhais e sua mulher Dona Francisca Doroteia da Silveira Pereira Pinto Montenegro, moradores na sua quinta de São Tiago na dita freguesia.
Prazo que fez o Cabido do casal de Cima de Vila que também se chama do Sobral sito na aldeia de Digaris em Santa Maria da Válega, termo da vila da Feira, ao padre João Valente de Castro, e mais consortes.
Prazo que fez o Cabido de uma casa arruinada e um souto com seu privilégio das tábuas vermelhas, junto à quinta de Burgueiros em Santa Maria de Vila Nova das Infantas, a Manuel Correia e sua mulher Paula Rodrigues, moradores no lugar de Seguros em Santa Maria de Landim, termo da vila de Barcelos.
Magistrado de primeira instância surge no reinado de D. Afonso IV, numa tentativa de reduzir o peso das justiças privativas e o poder dos juízes ordinários, que por serem naturais da terra, exerciam frequentemente as suas funções de forma tendenciosa e condescendente. Para prevenir estas contingências, os soberanos instituíram estes juízes e ao mesmo tempo consolidavam a centralização do poder régio. Os juízes deviam possuir habilitações adequadas ao exercício das funções, ao contrário dos juízes ordinários que não lhes era exigida formação para ocupação do cargo. A sua ação estava circunscrita ao espaço concelhio, chegando a presidir às Câmaras Municipais dos concelhos onde eram colocados, e podia ter jurisdição nos órfãos, cível, crime e sisa. O juiz de fora é extinto com a revolução liberal de 1820, contudo mantêm-se em exercício até à entrada em vigor do decreto de 16 de maio de 1832, passando as suas atribuições, com exceção da parte contenciosa, para os juízes de paz. A freguesia de Serzedelo no século XIV era dependente do julgado de Vermoim, termo da Vila de Barcelos. Foi transferida, por decreto 6 de novembro de 1836, para o concelho Vila Nova de Famalicão. Por decreto de 31 de dezembro de 1853 passou a integrar o concelho de Guimarães, onde se mantém. É este texto que vai ficar Juízo de Barcelos.
Nasceu no Porto, freguesia do Bonfim, em 3 de agosto de 1881 e faleceu no Candal, Vila Nova de Gaia, em 29 de agosto de 1958. Era sobrinho-neto do historiador Alexandre Herculano (de Carvalho Araújo), e além de ministro da Igreja Lusitana, notabilizou-se como jornalista e homem de letras. Fez parte do Curso Teológico da Igreja Lusitana que funcionou nas dependências da Igreja do Prado, dirigido pelo reverendo Dr. John Harden, de 1903 a 1907. O reverendo Dr. Harden seria mais tarde bispo de Tuam, na Irlanda. Iniciou a sua carreira como coadjutor do reverendo André Cassels que além da sua igreja do Bom Pastor, no Candal, cujo templo foi inaugurado em 1887. Já a Missão da Madalena teve início em 1905 e manteve-se até 1927, período em que esteve a seu cargo. Em Viseu o reverendo Araújo fundou o jornal "A Voz da Verdade", mas ao fim de dois anos o jornal acabou por imposição da censura. Em 1931, 18 de dezembro, falece o reverendo André Cassels e o reverendo Bonaparte nomeia-o ministro interino do Candal. Só em 10 de novembro de 1935 tomaria o cargo de ministro desta igreja. Em colaboração com o reverendo Belarmino Vieira Barata publicou os Relatórios Coletivos da Igreja Lusitana de 1939, 1940, 1941 e 1943/44. Percurso religioso: - Aderiu em 1900 à Igreja Lusitana - Em 1908 foi ordenado diácono - Em 1911 foi ordenado presbítero He was born in Porto, parish of Bonfim, on August 3, 1881 and died in Candal, Vila Nova de Gaia, on August 29, 1958. He was the great-nephew of the historian Alexandre Herculano (de Carvalho Araújo), and besides minister of Lusitanian Church, became famous as a journalist and man of letters. He was part of the Theological Course of the Lusitanian Church, which operated on the premises of the Prado Church, led by the Reverend Dr. John Harden, from 1903 to 1907. The Reverend Dr. Harden would later be Bishop of Tuam, in Ireland. He began his career as a coadjutor to the reverend André Cassels who, in addition to his church of the Good Shepherd, in Candal, whose temple was opened in 1887. The Madalena Mission started in 1905 and continued until 1927, a period in which he was your job title. In Viseu the Reverend Araújo founded the newspaper "A Voz da Verdade", but after two years the newspaper ended up imposing censorship. In 1931, December 18, Reverend André Cassels passed away and Reverend Bonaparte appoints him as Candal's interim minister. Only on November 10, 1935, would he take up the post of minister of this church. In collaboration with the reverend Belarmino Vieira Barata published the Collective Reports of the Lusitanian Church of 1939, 1940, 1941, and 1943/44. Religious path: In 1900 he joined the Lusitanian Church In 1908 he was ordained a deacon In 1911 he was ordained an elder
PROVISAO a favor do Licenciado Antonio Rodrigues, de Vila Real, para poder advogar na vila e comarca de Vila Real. Localidades: VILA REAL,
Folheto Promocional de Constância-Vila Poema.
Fotografias gerais da Vila de Constância.
Vista parcial da vila de Colares.
Artigo sobre vândalos na Vila Velha.
Dia de Vila Franca de Xira
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, concelho de Vila de Rei, constando de: Igreja Paroquial de Vila de Rei; Capela de São Martinho; Capela de São Marcos; Capela de Nossa Senhora da Graça; Capela de Nossa Senhora do Pranto; Capela de Nossa Senhora da Guia; Capela de Nossa Senhora de Fátima; Capela de Nossa Senhora das Dores.
Questionários sobre a Lei da Separação respondidos pelos administradores dos concelhos e presidentes das câmaras municipais do distrito de Vila Real.
Sintra – Torre da Vila [Material gráfico] / José Alfredo da Costa Azevedo. – [S.l. : s.n.], 1944. – 1 litografia : papel, p & b ; 11 x 15 cm.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova de Anços, distrito de Coimbra, concelho de Soure constando de: Igreja Paroquial da Santa Casa da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia e concelho de Vila Franca do Campo, distrito de Ponta Delgada, Açores, constando de: Igreja de São Pedro.
Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira em Vila do Conde vendo-se ao longe o Mosteiro de Santa Clara, a Igreja e o aqueduto.
Observa-se a zona baixa e urbana da vila (atual cidade) de Machico, destacando-se a torre sineira da igreja ainda sem coruchéu.
VILA, João Francisco. // Do lugar do Barral. // Faleceu no estado de viúvo, a 17 de Abril de 1834, e foi sepultado na igreja no dia 19.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Eusébio Manuel Vila Matricula n.º: 1-CTC-07-78 Contém registo de transferência de propriedade de João Braz Alves Morgado.
Trata-se do pedido de empréstimo de 100 contos destinado à aquisição de um imóvel, situado no n.º 34 da Rua Alexandre Herculano, em Vila Real, e respectivo mobiliário, para habitação dos magistrados. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 620 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 138, II série, de 17 de Junho de 1941.
Trata-se do empréstimo de 1.369.500$00 destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no "Diário do Governo" n.º 113, II série, de 17 de Maio de 1948. O pedido inicial montava a 1.875.150$00 e destinava-se também ao abastecimento de água à praia de Monte Gordo.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado à conclusão das obras de abastecimento de água (600 contos) e saneamento (400 contos) na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 279, II série, de 30 de Novembro de 1957.
Juízo de primeira instância, cuja jurisdição abrangia a circunscrição judicial. Inicialmente o magistrado era eleito anualmente pelos eleitores da sua área de jurisdição. Administrava a justiça de acordo com o direito costumeiro, os forais e as posturas locais, era, geralmente, detentor de grande poder no círculo concelhio. Os decretos de 20 de julho e 9 de agosto de 1822 regularam o seu processo de eleição. O decreto de 16 de maio de 1832 estabeleceu a existência de um juiz ordinário, dois escrivães e dois oficiais de diligências para cada vila, cabeça de julgado dentro de cada círculo judicial, e um subdelegado do procurador régio. O juiz ordinário tinha autoridade para julgar todas as causas, de qualquer natureza, desde que não excedesse determinado valor estabelecido por lei, podendo igualmente determinar os atos preparatórios dos processos cíveis e crime. A “Novíssima Reforma Judiciária” de 21 de Maio de 1841 estabeleceu e eleição pelo povo e por dois anos, passíveis de renovação, e competência para julgar questões de média importância, no cível e no crime, havendo apelação das suas sentenças para o juiz de direito. O decreto de 5 de Agosto de 1886 concluiu o processo de extinção, iniciado em 1868, e regulou o modo como havia de efetuar a passagem das atribuições dos juízes ordinários extintos para os juízes de direito e os juízes da paz.
Prazo que fez o Priorado da propriedade da Pupa ou por outro nome do Paraíso, no arrabalde desta vila, a Brás Pereira Beliago e sua mulher Dona Maria de Macedo, moradores na sua quinta da Falperra em São Martinho de Sande.
Prazo que fez o Cabido do campo da Quintã em Vila Marim, a Francisco de Abreu Castelo Branco Cardoso de Melo e sua mulher Dona Maria Delfina Osório Sarmento, moradores na dita freguesia. Estes possuíam o dito campo por doação que fez fizera sua tia Dona Mónica Vitória Souto Maior.
Sublocação do arrendamento dos foros da Vila, Searas de Souto, renda de São Tomé de Caldelas e Pé de Altar, pertencente ao Priorado, que faz Manuel Gomes da Silva e seus sócios, a Domingos Pereira, morador na Rua de Val de Donas.
- Comunicado da Comissão Executiva da Comissão Concelhia de Vila Nova de Famalicão; - Envelope selado enviado de Famalicão com o comunicado anterior; - Texto-proposta aos democratas do concelho de Famalicão; - Lista D, no verso anotações manuscritas; - Anotação manuscrita de Santos Simões; - Relação dos democratas; - Documento elaborado pela CDE.
Requerente: Companhia de Fiação e Tecidos de Fafe. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de suporte na sua fabrica marginal ao rio Ferro, de forma a corrente não danificar o canal da fábrica. Muro que foi destruido pelas cheias. Contém: cópia de requerimento, comunicações, oficios, ordens de serviço, informação, planta, termo de responsabilidade. Local: concelho e vila de Fafe, ; Requerente: Companhia de Fiação e Tecidos de Fafe
Requerente: Francisco Dinis de Sousa Viana. Assunto: Pedido de licença para reconstruir uma morada na margem do regato das Lavadeiras que desagua na vala do esteiro que desagua diretamento no mar. Contém: cópia de requerimento, notas de serviço, cópia de edital, comunicações, certidão, receita de pagamento, planta, termo de responsabilidade. Local: concelho e vila de Póvoa de Varzim, lugar das Lavadeiras.; Requerente: Francisco Dinis de Sousa Viana
Requerente: Francisco António Correia. Assunto: Pedido de licença para substituir uma barragem de pedras soltas por uma de comporta de madeira com frisoa de cantaria no ribeiro Porisso, para melhor lima e rega dos seus prédios marginais. Contém: cópia de requerimento, comunicações, informação, oficios, edital, certidão de afixação, cópia de declaração, termo de responsabilidade, ordem de serviço, Local: concelho de Vila Verde, freguesia de Freiriz, lugar da Ribeira.; Requerente: Francisco António Correia
Requerimento: Alberto Augusto Nogueira. Assunto: Pedido de licença para construir um muro de defesa marginal ao ribeiro de Vilar do Senhor, também conhecido como ribeiro do Cão, que desagua no mar. Contém: cópia de requerimento, planta, notas de serviço, despacho, comunicações, alvará de licença número 55. Local: concelho da Maia, freguesia de Vila Nova da Telha, lugar de Vilar do Senhor.; Requerimento: Alberto Augusto Nogueira
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Praia da Vitória, concelho de Vila Praia da Vitória e distrito de Angra do Heroísmo, constando de: Igreja Matriz de Santa Cruz da Praia da Vitória; Ermida de Nossa Senhora dos Remédios; Igreja de São João Baptista da Casa da Ribeira; Ermida de Santa Rita, na Serra de Santigo; Ermida de Santa Luzia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova da Baronia, concelho de Beja, distrito de Alvito, constando de: Igreja Matriz da Vila Nova da Baronia; Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Igreja de Santo António; Igreja de São Neute; Igreja de São Pedro; Capela da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova do Ceira, distrito de Coimbra, concelho de Góis, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova do Ceira; Confraria de Nossa Senhora do Rosário; Capela de Santa Isabel; Capela do Mártir; Capela de São Simão; Capela de Chã dos Santos; Capela de Santo António; Capela da Nossa Senhora da Conceição.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Boa de Quires, distrito de Porto, concelho de Marco de Canavezes, constando de: Igreja Paroquial de Vila Boa de Quires; Capela de São Sebastião; Capela da Senhora do Penedo; Capela da Torre; Capela da Senhora do Calvário.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Cuide de Vila Verde, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de São Mamede de Cuide de Vila Verde; Confraria de São Sebastião; Confraria do Sacramento; Capela de São Sebastião; Capela da Anunciação.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de São João de Vila Chã, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de São João de Vila Chã; Confraria do Senhor; Capela de Portuselo; Capela de Paradela; Capela de Santa Marinha; Capela de São Sebastião.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Nova de Muía, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova de Muía; Capela de Santa Rita; Capela de Santo António do Monte; Capela de Santo André; Capela de São Miguel.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia e concelho de Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova de Cerveira; Capela de São Roque; Capela de São Sebastião; Capela de São Gonçalo; Capela de Nossa Senhora da Ajuda.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Igreja, concelho de Sátão, distrito de Viseu, constando de: Igreja Paroquial de Vila de Igreja; Capela de Nossa Senhora de Doliva; Capela do Espírito Santo; Capela de São Silvestre; Capela do Anjo da Guarda; Capela de Santo Patrono; Capela de Santo Amaro; Capela de São Sebastião.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã de Cangueiros, concelho de Tabuaço, distrito de Viseu, constando de: Igreja Matriz de Vila Chã de Cangueiros; Capela de Santo António, no sítio de Santo António; Capela de São Pedro, no sítio de São Pedro; Capela de São Mamede, no sítio de São Mamede.
"Contrato de cedência da terça da quinta de vila Meã, feita por D. Paio Moniz e outros herdeiros de São Gens".
Outorga que deu Maria Gomes, mulher de Gonçalo João, ao prazo de umas leiras que saíram do casal das Quintãs em Santa Maria de Vila Fria.
A presença de Santos Simões (foto) na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão a propósito da inauguração da exposição "Teixeira de Pascoaes - Obra Plástica"
Doação e nomeação que faz Mariana de Freitas, viúva, a sua filha Josefa de Freitas, solteira de Vila Nova das Infantas.
Quitação que fez André de Azevedo, cavaleiro fidalgo da casa do rei e executor do almoxarifado da vila de Guimarães, das sisas.
Outorga que deu Maria Gaspar, mulher de Marcos Jorge, ao prazo de uma leira que saiu do casal das Quintãs em Santa Maria de Vila Fria.
Contém ofício expedido, referente à escritura do armazém de Vila Nova de Tazem e também a seguinte documentação: - Notas de saída de vasilhames, produtos e outros materiais permutados, entre os armazéns da firma, no Ginjal e de Vila Nova de Tazem; - Cópia de procuração emitida pelos gerentes da Sociedade Comercial Teotónio Pereira, Limitada, a António Fernando Pereira Lopes a conceder poderes, para realizar registos prediais, comerciais e de marcas; - Boletins de análise de amostras de vinhos depositados no armazém de Vila Nova de Tazem e vendidos à Sogrape; - Notas de medição de vinhos depositados no armazém de Vila Nova de Tazem e vendidos à Sogrape; - Lista de vinhos depositados no armazém de Vila Nova de Tazem e carregados, para a Sogrape.
João Rebelo de Matos e Rocha, filho de João Rebelo da Rocha e de Maria de Matos de Carvalho, nasceu em 1767 e faleceu em 1835. Foi Cavaleiro professo da Ordem de Cristo e 1º Administrador da Capela do Bom Jesus do Calvário, em Vila Real. Casou em São Pedro de Vila Real, a 9 de novembro de 1817, com Antónia Casimira de Menezes Girão Cardoso, filha de Luís Cardoso Pereira Pinto de Menezes, 7º Senhor do Morgado em Resende e 4º vínculo de Vila Flor de Trás-os-Montes, Senhor da Casa do Bairro de Lamego e da Casa da Praça em Vouzela, e de Maria Rita de Mello e Almeida Sousa Barros Girão Cardoso, Senhora da Casa da Praça em Vouzela. Teve descendência. Era avô paterno da condessa de Margaride, Ana Júlia Rebelo Cardoso de Menezes. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Filiação: Ana Rosa, solteira. Freguesia: Vila Conde, São João Batista. Concelho: Vila Conde.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Ponte de Lima, de 24 de junho de 1846, em que participa que, no dia 19 do mesmo mês, entraram naquela vila diversos homens armados com foices e armas de fogo e se aquartelaram nas casas de vários funcionários e particulares, "exigindo-lhes arbitrariamente tudo o que lhes pareceu, tendo depois desenvolvido grande ferocidade, destruindo móveis e roupas [...] e praticando outras maiores atrocidades, como espancamentos e exigências de dinheiro". Em consequência destes acontecimentos, o delegado retirou-se para Viana, deixando no seu lugar "um advogado acreditado do auditório".
PROVISAO a favor de Domingos Mourao de vila Real, escrivao do Juizo Eclesiastico da mesma vila. Localidades: VILA REAL,
Trata-se do pedido de prorrogação do prazo de amortização de um empréstimo de 500 contos, contraído a 18 de Outubro de 1934 e destinado à construção de um bairro de casas económicas em Vila Viçosa. Foi autorizado por despacho ministerial de 25 de Janeiro de 1927.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à construção de um novo edifício para os Paços do Concelho e o alargamento da vila pela construção de um novo bairro. Foi autorizado por despacho do Subsecretário de Estado das Finanças de 1 de Fevereiro de 1934.
Ordenados pagos à "família" (criados) em Outubro, Novembro e Dezembro de 1770. Compreende despesas com a Cozinha e Copa, cavalariça, etc.
Grupo de homens junto a máquina agrícola, no pátio de uma casa rural, na Vidigueira ou em Vila Nova da Baronia. Do lado esquerdo, um homem conduz um cavalo à mão.
Visita à Vila Trigo de Morais, no Colonato do Limpopo, do Eng. Arantes e Oliveira.
Recortes de fotografias de vistas da Vila de Constância. Incluí uma vista aérea de Constância.
Perspetiva parcial da vila Sintra e do palácio Nacional de Sintra vista do palácio Valenças.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova de Milfontes, distrito de Beja, concelho de Odemira, constando de: Igreja Matriz de Nossa Senhora da Graça; Capela de São Sebastião; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde de Ficalho, distrito de Beja, concelho de Serpa, constando de: Igreja Matriz de São Jorge; Ermida de Nossa Senhora das Pazes.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Frades, distrito de Beja, concelho de Vidigueira, constando de: Igreja Matriz São Cucufate; Capela de Santo António; Capela da Senhora de Guadalupe; Igreja do Senhor Jesus.
Igreja Matriz da Senhora da Conceição; Capela da Senhora da Piedade; Capela do Mártir; Capela da Senhora da Santana; Capela de Santo António; Capela da Senhora da Alagada; Capela da Senhora do Castelo. Concelho de Vila Velha de Ródão.