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GONÇALVES, Francisco Joaquim. Filho de Manuel António Gonçalves e de Ana Luísa (ou Ana Maria) Rodrigues, rurais, moradores no lugar da Portela. N.p. de João Manuel Gonçalves e de Ana Ferreira, dos Moinhos; n.m. de João Manuel Rodrigues e de Francisca da Rocha, da Igreja. Nasceu em Paderne a 29/1/1839 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim e sua irmã, Joana, solteiros, filhos de Manuel José de Castro, da Portela, Paderne. // Camponês. // Casou na igreja do mosteiro a 22/4/1867, com Maria Joaquina, de 21 anos de idade, solteira, residente em Golães, filha de José Joaquim Gonçalves e de Marcelina Rosa Rodrigues, padernenses. Testemunhas: Manuel Gonçalves, casado, lavrador, irmão do noivo, e João Manuel Gonçalves, casado, mordomo da igreja. // Faleceu a 30/5/1905, em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, com todos os sacramentos, no estado de viúvo, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
LOURENÇO, Manuel Francisco. Filho de Manuel António Lourenço e de Teresa de Jesus Lourenço, lavradores, residentes em Sante. Neto paterno de José Joaquim Lourenço Lamego e de Manuela Lourenço; neto materno de Manuel Lourenço Lamego e de Maria Joaquina Pereira. Nasceu em Paderne a 11 de Dezembro de 1877 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Lourenço e sua mulher, Maria do Carmo Lourenço, proprietários, do lugar do Pinheiro. // Rural. // Casou na igreja do mosteiro a 10/2/1907 com a sua conterrânea Rosa do Rosário, de 32 anos de idade, solteira, filha de Domingos Joaquim Pereira Caldas e de Maria Albina de Sousa. // Ambos os cônjuges faleceram em Paderne: a esposa a 27/2/1955 e ele a 8/2/1960.
RODRIGUES, Francisco Joaquim. Filho de Luís António Rodrigues e de Rosa Maria Pires (ou Domingues), moradores no lugar de Aldeia. N.p. de Manuel António Rodrigues e de Rosa Maria Monteiro; n.m. de Maria Manuela Pires, solteira. Nasceu em Paderne a 18/10/1865 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Calheiros e sua esposa, Mariana Domingues, lavradores, de Prado. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Aldeia, quando casou na igreja do mosteiro a 8/1/1907 com a sua parente e conterrânea Gracinda Rosa Domingues, de 28 anos de idade, solteira, doméstica, filha de João António Domingues e de Maria de Jesus da Rosa, rurais, padernenses. Testemunhas: José António Rodrigues, casado, proprietário, morador no lugar de Pontiselas, e Manuel Joaquim Gregório, casado, mordomo da igreja. // Enviuvou a 9/1/1942. // Faleceu em Paderne a 20/11/1946. // Com geração.
LOURENÇO, Francisco Manuel. Filho de Manuel José Lourenço e de Mariana Álvares, moradores no lugar de Aldeia Grande. Nasceu em Parada do Monte por volta de 1854. // Lavrador. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja da sua freguesia a 31/7/1892 com Luísa Esteves, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, do sobredito lugar, filha de Manuel Esteves e de Rufina Esteves, camponeses. Testemunhas: Serafim Vieites, casado, camponês, do lugar do Casal, e Justino Esteves, solteiro, camponês, do lugar de Aldeia Grande. // Faleceu no lugar de Aldeia Grande a 18/12/1902, com 50 (!) anos de idade, sem quaisquer sacramentos da igreja católica, no estado de casado com Luísa Esteves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
FERNANDES, Francisco António. Filho de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu em Penso, e foi batizado em Paderne, por volta de 1817. // Lavrador. // Tinha 46 anos de idade, era viúvo de Felícia da Gaia Torres, quando casou na igreja de Penso a 12/7/1863 com Rosa, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, pensense, filha de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues. Testemunhas: Jerónimo do Carmo Domingues e Domingos José Esteves Reguengo, casados, rurais, de Barro Pequeno. // Tinha 51 anos de idade, estava viúvo de Rosa Ferreira de Passos, morava em Barro Pequeno, quando casou pela terceira vez, com a sua conterrânea, Maria Clemência, de 26 anos de idade, solteira, tecedeira, residente em Pomar, filha de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, rurais. Testemunhas: padre Manuel António Esteves Braz, vigário de Sá, Monção, e Manuel Luís Vilas, camponês, de Pomar, Penso. // Com geração.
PEDRAS, Custódio Francisco. Filho de Domingos Pedras e de Antónia Maria, jornaleiros, bracarenses. Nasceu em Celeirós, Braga, por volta de 1800. // Lavrador. // Tinha 60 anos (!), de idade, era viúvo de Maria Caetana Fernandes, de Remoães, quando voltou a casar, na igreja de Penso, a 29/10/1867, com Rosa Teresa, de 53 anos de idade, solteira, costureira, nascida em Penso e batizada na igreja de Paderne, moradora em Carreira, filha de João Manuel Esteves e de Maria Rita da Lama. Testemunhas: António José Fernandes, casado, pedreiro, de Alvaredo, e Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, de Cortinhas, Penso. // Morreu em Carreira, Penso, a 25/5/1884, com 84 anos de idade, no estado de casado com Rosa Teresa Esteves, e foi sepultado no adro da igreja de Penso. // Não deixou filhos «legítimos».
ROCHA, Francisco Joaquim. Filho de José da Rocha e de Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar de Telhada Pequena. N.p. de José Manuel da Rocha e de Rosa Maria Esteves; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Ana Joaquina Esteves Reguengo. Nasceu em Penso a 31/7/1876 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: a sua avó paterna e António Joaquim da Rocha, solteiro, rural. // Casou na igreja de Penso a 11/7/1895 com Rosa Pires, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Luís Manuel Pires e de Maria José Rodrigues. Testemunhas presentes: Manuel Caetano da Rocha, solteiro, negociante, e António da Rocha, solteiro, lavrador, ambos naturais de Penso. // Em 1913 foi nomeado zelador da freguesia . // A sua esposa faleceu em Penso a 25/6/1939. // Voltou a contrair matrimónio, na mesma igreja, a 14 de ------------- de (1940?), com Maria da Piedade Fernandes, solteira, camponesa, também conterrânea. // Morreu em Penso a 28/12/1963.
DURÃES, Francisco José. Filho de Bernardo António Durães e de Maria Luísa Rodrigues, moradores em Oleiros. N.p. de Manuel Durães e de Maria Fernandes, do lugar do Crasto; n.m. de Bernabé Rodrigues e de Maria Veloso, de Oleiros. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 3/2/1820 com Maria Teresa, filha de António José Meixeiro e de Maria Gertrudes Alves, do lugar de Bilhões. // Testemunhas: António Joaquim Rodrigues, solteiro, de Oleiros, e seu sobrinho, João Manuel Durães, solteiro, também de Oleiros, e ainda o mordomo da igreja, José António Domingues. // Faleceu em Bilhões a 16/2/1861, com 70 anos de idade, casado com a dita Maria Teresa, com todos os sacramentos, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
DOMINGUES, Francisco José. Filho de Manuel António Domingues e de Maria Rosa Lourenço, rurais, moradores no lugar da Cela. N.p. de Manuel Domingues e de Páscoa Esteves. Nasceu em Rouças por volta de 1821. // Lavrador. // Tinha 39 anos de idade quando casou na igreja de Rouças a 30/5/1860 com Damiana Rosa, de 21 anos de idade, solteira, filha de Bento Manuel Quintela e de Maria Rosa Domingues, rurais, do lugar da Cela; neta paterna de Manuel António Quintela e de Maria Rosa Durães, e neta materna de Joana Teresa Domingues, solteira, do lugar do Porto. Testemunhas: padre José Bernardino Durães, do lugar da Igreja, e o padre Manuel José de Sousa, de Bilhões. // Faleceu no lugar da Cela a 26/7/1884, sem sacramentos, por ter morrido de repente, com 63 anos de idade, casado com a dita Damiana Rosa, sem testamento, com cinco filhos, e foi sepultado no cemitério.
FERNANDES, Francisco José. Filho de Domingos José Fernandes e de Rosa Maria Domingues, lavradores, roucenses. Nasceu em Rouças por volta de 1835. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar do Sobral, quando casou na igreja de Rouças a 24/5/1865 com Ana Joaquina, de 31 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar dos Peres, filha de Manuel António da Silva e de Isabel Maria Esteves, rurais. Testemunhas: António Domingues, casado, e António Caetano de Castro, solteiro, ambos lavradores, residentes no lugar da Igreja. // Morreu a 21/7/1905, no lugar dos Peres, com os sacramentos da penitência e da extrema-unção, com 70 anos de idade, no estado de casado com Ana Joaquina da Silva, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
VAZ, António Francisco. Filho de José Filipe Vaz e de Custódia Meleiro, de Sobral de Baixo. N.p. de Domingos Vaz e de Catarina Domingues, do lugar da Cela; n.m. de Manuel Meleiro e de Luzia Domingues, de Sobral de Baixo. // Casou na igreja de Rouças a 13/12/1806 com a sua parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria Rosa, filha de Manuel Domingues e de Páscoa Domingues, do lugar da Cela, Rouças; neta paterna de Manuel Domingues e de Maria Meixeiro, do mesmo lugar, e neta materna de Pedro Domingues e de Ana Gonçalves, do lugar dos Peres. Testemunhas: padre João Manuel de Sousa, do lugar do Senhor dos Aflitos, João Manuel Domingues, do mesmo lugar, e Manuel José Domingues, do lugar do Crasto, todos roucenses. // Parece ser o mesmo que faleceu a 30/5/1855, com a penitência, eucaristia, e extrema-unção. // Estava casado e morava no lugar da Eira. // Foi sepultado na igreja.
ABREU, Francisco Xavier. Filho e herdeiro de António Xavier Marinho Gomes de Abreu. Nasceu em Viana a 22/3/1816. // Casou em 1853 com Catarina B. Sena Cardoso Pinto de Morais Sarmento, filha de Manuel José Cardoso Pinto, cavaleiro professo na Ordem de Cristo e coronel de milícias do Grão-Pará. // Foi o quinto administrador da capela da Pastoriza e vínculo do Louridal, cuja anulação requereu em 1832 e lhe foi concedida por D. Miguel em 31 de Março desse ano. // Foi este fidalgo que vendeu as terras do morgado do Louridal, por 420.000 réis, a António Máximo Gomes de Abreu, que não as chegou a usufruir, sendo as mesmas vendidas ao comendador Carlos João Ribeiro Lima a 20/4/1860. // Faleceu em 1862.
SOUSA, Francisco José (Gonçalves e). Filho de Rita Joaquina de Sousa. // Em 1820 estava estabelecido por conta própria com loja de mercearia no lugar de São Gregório, Cristóval; depois de 1839 abriu uma loja na Vila, SMP, no Campo da Feira de Dentro, onde anos mais tarde esteve instalado o Café Melgacense . // Segundo o Dr. Augusto César Esteves, (ele combateu ao lado de D. Pedro IV contra o exército de D. Miguel). Depois de terminada a guerra civil trabalhou na Câmara Municipal onde desempenhou o cargo de vereador fiscal. // Desde 13/3/1844 explorava, como rendeiro, as pesqueiras outrora pertencentes ao mosteiro de Paderne e desde 1825 na posse da família Velho Moscoso, da Brejoeira. Morava na Vila.
Francisco Joaquim Sismeiro solicita licença para construção de um prédio de rendimento, no local onde existe outro que pretende demolir, conforme projeto junto, no Largo D. Manuel de Aguiar (Largo do Hospital), em Leiria. Pedido de ocupação de via pública. Confrontações: Norte - Padre Casimiro Sul - Asdrúbal Mário de Oliveira Nascente - Sebastião Avelino da Silva Poente - Largo e Trav. do Hospital Composto por: - Requerimento - Projeto (plantas, memória descritiva, termo de responsabilidade) - Informação técnica - Parecer da Comissão Municipal de Arte e Arqueologia nº 16/60 - Correspondência vária - Declaração de responsabilidade pela execução da obra - Licença de construção nº 1029/60 - Licenças de ocupação da via pública nº 1029/60 e 1057/60 - Auto de vistoria, de 05-04-1961 - Licença de habitação nº 699, de 11-04-1961 - Auto de vistoria nº 48/79 - Licença de habitação nº 31, de 31-06-1979
Filho de António José Esteves e de Francisca Rosa Lopes, moradores no lugar de Gondufe, Chaviães. Neto paterno de Lourenço Esteves e de Maria Josefa Gonçalves; neto materno de Manuel Luís Lopes e de Maria Rosa Pires, naturais do lugar da Corga, Paços. Nasceu em Chaviães a 24/12/1843 e foi batizado pelo padre MJGB a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Esteves, de Merelhe, e Maria Lopes, da Corga, ambos de Paços. // Casou na igreja da sua freguesia, a 13/4/1868, com Alexandrina Rosa, de 31 anos de idade, solteira, moradora na Portela do Couto, filha de Manuel José Rodrigues, natural da Vila, e de Maria Joaquina Domingues, natural de Chaviães. Testemunhas: João Domingues Rodrigues, solteiro, irmão da nubente, e Clara Rosa Esteves, casada, irmã do noivo. // Faleceu no lugar da Portela, Chaviães, a --/--/1913. // Nota: um indivíduo com este nome foi nomeado regedor substituto de Chaviães em 1908 (JM 727).
LOURENÇO, Francisco José. Filho de Josefa Maria Lourenço, solteira, camponesa, roucense. Nasceu em Rouças a 10/5/1836 e foi batizado dois dias depois. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar da Eira, quando casou na igreja da sua freguesia natal com Rosa Joaquina Meleiro (ver Rosa Maria Meleiro), nascida em Rouças a 25/8/1837 e batizada a 27 desse mês e ano, solteira, camponesa, residente em Lobiô, filha de Domingos José Meleiro e de Maria Joaquina Gonçalves, rurais, roucenses. Testemunhas: Manuel Caetano Alves, casado, lavrador, do lugar do Cerdedo, e José Manuel Lourenço, casado, lavrador, do lugar de Bilhões. // Enviuvou a 4/9/1888. // Morreu a 5/5/1902, no lugar do Sobral, com todos os sacramentos, no estado de casado com Rosa Maria Meleiro, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
Filho de Miguel Caetano Álvares e de Antónia Maria de Araújo Azevedo Gomes (Poderé). Neto paterno de António Álvares e de Maria Soares; neto materno de Manuel de Castro Gomes e de Mariana de Araújo Simões. Nasceu em Chaviães em Maio de 1787. // Os seus pais fizeram-lhe património, a fim de seguir a carreira eclesiástica, a 15/10/1808, quando já recebera as ordens menores. // Ainda estudante de teologia, enamorou-se de Maria Joaquina de Magalhães, solteira, da Vila, e ambos geraram duas crianças: Maria Joaquina e Francisco Luís. // Ele quis casar, mas a família não deixou, sobretudo seu tio paterno, padre Diogo Manuel Álvares, levando-o para Braga, a fim de terminar o curso. // Um dia resolve embarcar para África, para Angola, mas morre pelo caminho, talvez atirando-se ao mar. // O Dr. Augusto César Esteves, em «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», volume I, página 588, escreveu: «O seu nome de moço anda ligado a uma aventura amorosa com uma das senhoras da Casa dos Magalhães, de São Julião de Baixo (…); no entanto, o padre Francisco Manuel, com ajudas e incentivos dos seus expatriou-se…» // Faleceu a 14/1/1820. // Conta-nos o dito Dr. Augusto César Esteves, na página citada: [e segundo constou na terra natal deu-se o decesso «na viagem de Angola que afogou que andava embarcadiço por capelão e se soube por cartas que de lá vieram; se lhe fez o seu funeral nesta igreja (e) ofícios na forma do costume desta freguesia.»] // (ver os seus descendentes na Vila de Melgaço, no apelido Magalhães).
BARBEITOS, Manuel Francisco. Filho de Luís Manuel Barbeitos, natural de Barbeita, Monção, e de Elvira Guilhermina da Piedade (*), natural da freguesia das Mercês, concelho de Lisboa. Nasceu em Barbeita, Monção, por volta de 1868. // Sapateiro. // Tinha 21 anos de idade incompletos, era sapateiro, quando o padre Elias de Jesus Marques o casou a 4/6/1888, na igreja de SMP, com Albina da Conceição Alves, de 36 anos de idade, natural da Vila de Melgaço, moradora na Rua Direita, filha de Teresa Joaquina Alves, e mãe de Baltazar José da Rocha, de Belchior Herculano da Rocha, entre outros. Testemunhas presentes: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e João Fernandes, casado, tacheiro, de SMP. // Enviuvou a 19/7/1905. // Casou em segundas núpcias com Almerinda Augusta Pereira, natural de Paderne, filha de Manuel José Esteves Pereira e de Albina Augusta de Barros (exposta), e tia do popular Flórido Augusto Esteves (1911-2000), carpinteiro, a residir na Assadura. // Do 1.º casamento nasceram três filhos: Vitorino de Jesus Maria (1888-1963); Júlia da Conceição (1892-1896); e João Manuel (1894-1963). // Do 2.º matrimónio nasceram: Preciosa de Jesus (1915- ), Rosendo (foi sapateiro no Peso)… // Nota 1: Manuel Francisco Barbeitos era irmão de Adriano [Vicente] Barbeitos, que casou na igreja de Penso a 27/10/1889 com Maria Joaquina Afonso, natural de Penso. // Nota 2: era também irmão de Júlia Barbeitos, nascida em Barbeita, Monção, por volta de 1863, a qual faleceu em Penso a 21/1/1894, com apenas 31 anos de idade, no estado de solteira. /// (*) Elvira Guilhermina da Piedade faleceu a 4/10/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Barro Grande, freguesia de Penso, concelho de Melgaço, com todos os sacramentos da igreja católica, com 68 anos de idade, no estado de viúva de Luís Manuel Barbeitos, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial de Penso.
O inventariado foi residente em Covas. Inventariante: Francisco José Antunes; Francisco Antunes
O inventariado foi residente em Campo. Inventariante: José Francisco Rodrigues; Francisco Martins da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria da Conceição de Oliveira Mota Pinto dos Santos, casado com Manuel Francisco Pinto dos Santos 2º Outorgante: Manuel Fernandes de Freitas, casado com Maria Josefa Machado 3º Outorgante: Manuel Francisco Pinto dos Santos, casado com Maria da Conceição de Oliveira Mota Pinto dos Santos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Eduardo Ferreira de Oliveira 2º Outorgante: Manuel Ferreira de Oliveira 3º Outorgante: Laura da Conceição Ferreira de Oliveira 4º Outorgante: Ana Ferreira de Oliveira, casada com Francisco Ribeiro Gomes 5º Outorgante: Francisco Ribeiro Gomes, casado com Ana Ferreira de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Francisco Rosas Guimarães casado com Vera Davies Crato Guimarães 2º Outorgante: Maria Amélia Rosas Macedo e marido António Augusto Monteiro Borges de Araújo 3º Outorgante: Rosa Violante de Oliveira casada com Francisco Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Oliveira Ferreira, que também usa o nome de José Ferreira e esposa Maria da Silva Gonçalves 2º Outorgante: José Francisco Ferreira, na qualidade de gestor de negócios de seu filho António Francisco de Oliveira Ferreira, casado com Antónia da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante:Maria d' Oliveira 2º Outorgante: Joaquim da Silva Marques e esposa Alice Gomes Miranda 3º Outorgante: Domingos Francisco da Silva 4º Outorgante: Manuel Xavier Forte e esposa Maria de Oliveira e Silva outorgando ele por si e também como procurado de António Francisco da Silva 5º Outorgante: António de Oliveira casado com Elisa Sampaio Pimenta
GONÇALVES, Francisco Luís. Filho de Pedro Gonçalves, natural de São Paio, e de Rosa Esteves, natural de Rouças, moradores em Corujeiras, Vila. N.p. de António Gonçalves e de Rosa Lopes, sampaienses; n.m. de António Esteves e de Maria Vidal, roucenses. Nasceu a 27/9/1798 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco da Costa e Isidória Joana, solteiros, melgacenses. // Nota: deve ser o mesmo indivíduo que regressara há pouco tempo do Brasil quando morreu na Vila de Melgaço, solteiro, a 7/12/1851, sendo sepultado na igreja do Convento das Carvalhiças, com ofício e missas gerais e música. Fizera testamento, deixando por sua alma 100 missas, ditas dentro de um ano, e por alma de seus pais 50 missas; por alma de sua irmã, Maria, 20 missas, e aos padres qua acompanhassem seu corpo para a igreja deixava cem réis. Findo o espiritual e o temporal, deixava a sua irmã, Maria Luísa, os dois campos de fonte e horta das Portas e Carvalheira do Louridal e ainda 100 mil réis em dinheiro enquanto fosse viva; deixava a seu irmão, Manuel Caetano, 200 mil réis; deixava a sua sobrinha, Jerónima (da morada!) o campo das Portas e Serrado na pedreira [e] a carvalheira no Arrochal, uma leira em Prado e 100 mil réis em dinheiro; deixava a sua sobrinha, Rosa, 400 mil réis em dinheiro, com a condição de que estas duas sobrinhas casassem ao gosto de seu tio Tomás; deixava a Maria, filha de Maximino, 100 mil réis em dinheiro; deixava a sua prima, Maria da Natividade, 200 mil réis; deixava a Ana, viúva de João de Barros, 100 mil réis; deixava a Emília, mulher de João dos Santos, 400 mil réis; deixava a sua comadre Ventura, filha de Maria Ventura “Gala”, 100 mil réis; deixava a Manuel Pereira da Silva 300 mil réis; deixava aos dois caixeiros do mesmo, Félix e Frutuoso, a cada um 20 mil réis; deixava ao irmão do mesmo, no Brasil, José Pereira da Silva, 300 mil réis; deixava a Manuel José de Carvalho, morador nos Arcos, 200 mil réis; deixava à criada do padre Manuel José de Carvalho, 24 mil réis; deixava aos afilhados, a cada um deles, 20 mil réis; deixava para repartir pelos pobres da Vila 200 mil réis. E de tudo o mais que restasse deixava por seu universal herdeiro a seu irmão, Tomás.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Francisco Pereira Leite de Magalhães e Couto
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando da Costa Guimarães, José Belmiro da Silva Ribeiro outorgando em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: Francisco Fernando dos Anjos e esposa Maria de Lurdes de Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa de Oliveira Coelho e marido Francisco de Assis de Oliveira Neves 2º Outorgante: José da Costa Neto, casado com Maria da Conceição da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Madalena Alves de Castro Martins e marido Joaquim Manuel de Oliveira Pereira Mendes 2º Outorgante: Joaquim Francisco, casado com Maria da Silva Abreu Vieira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco Ramos Martins Fernandes e esposa Maria Zulima de Costa Paiva Lopes Pimenta Martins Fernandes 2º Outorgante: Jerónimo Teixeira de Freitas, casado com Ana Ferreira Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Gomes e marido António Francisco 2º Outorgante: António Gomes Marques 3º Outorgante: António Gaspar Martins, casado com Maria Adelaide Alves de Magalhães Ribeiro Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco da Costa Araújo e esposa Constância de Oliveira 2º Outorgante: Rosa da Cunha Teixeira, outorgando na qualidade de procuradora de seu irmão Adélio Soares Teixeira, casado com Maria da Cunha Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco José da Silva Guimarães 2º Outorgante: Maximino Eugénio Pereira Esteves e José Eurico da Costa Cruz Mesquita, outorgando ambos em representação da sociedade comercial "Esteves e Mesquita Lda"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria de Lurdes Fernandes Almada, que também usa o nome de Maria de Lurdes Fernandes Azenha 2º Outorgante: Francisco Gonçalves Antunes, casado com Emília da Rocha Faria
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Urgezes dos Santos Simões e esposa Maria Hermínia Salgado Alves 2º Outorgante: Manuel Francisco Faustino Pereira casado com Carolina da Silva