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A participação dos líderes do PSD e do CDS na campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral apenas se fará a «título execpcional».
O presidente da Câmara de Lamego apoia a candidatura presidencial de Diogo Freitas do Amaral.
Aparelho de escuta telefónica encontrado na sede da candidatura de Diogo Freitas do Amaral.
Analisa a crise que o CDS atravessa e destaca o papel importante que tem na Direita portuguesa.
Diogo Freitas Amaral reage ao anunciado voto dos comunistas em Mário Soares na segunda volta das eleições presidenciais.
Os meios de comunicação social espanhóis consideram Diogo Freitas do Amaral como favorito para a segunda volta das eleições presidenciais.
O Presidente do Governo Autónomo da Madeira, Alberto João Jardim, afirma que nas eleições presidenciais houve uma vitória de Cavaco Silva e não de Freitas do Amaral.
A campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral em Trás-os Montes e no Alto Douro.
A Comissão Política do PS desafia Freitas do Amaral a a revelar o acordo com António Champallimaud.
Analisa os resultados da primeira volta das eleições presidenciais e projecta a 2ª volta.
Mário Soares reafirma as linhas mestras da sua candidatura presidencial e afirma que a direita em Portugal será sempre minoritária.
Os candidatos à Presidência da República reconhecem a necessidade de prestigiar a informação e de dignificar o estatuto dos jornalistas.
A UGT afirma que não ter dado indicação de voto em nenhum candidato presidencial. António Capucho desvaloriza o apoio do PCP à candidatura de Mário Soares.
O Primeiro-Ministro, Cavaco Silva, apela ao voto em Freitas do Amaral e critica o apoio do PCP a Mário Soares.
Ângelo Veloso recusa a hipótese de apoiar Freitas do Amaral ou Mário Soares na segunda volta das eleições.
O candidato presidencial, Diogo Freitas do Amaral, nega qualquer pacto entre a sua candidatura à Presidência da República e a de Mário Soares.
O candidato presidencial, Diogo Freitas do Amaral, acredita poder vencer as eleições à primeira volta.
Discorre sobre as duas necessidades que o CDS se bate: a fidelidade aos princípios e o apaziguamento interno.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, admite divergências com PS relacionadas com o Ministério e Agricultura e Pescas e declara que a Revolução permitiu o alargamento da classe média em Portugal.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acredita que a década de 80 não vai apenas exigir uma constante e firme determinação de defender e consolidar a democracia, vai também possibilitar uma revisão da Constituição.
Análise à entrevista do Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, ao semanário "Tempo".
Destaca as posições antagónicas do Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, em relação ao IV Governo Constitucional.
A possibilidade de Diogo Freitas do Amaral aceitar integrar o VIII Governo Constitucional.
Deslocação a Bruxelas do vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, com o objectivo de abordar alguns assuntos que interessam a Portugal no processo das negociações para a adesão ao Mercado Comum.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, aborda a possibilidade de, após a revisão constitucional, o controlo das Forças Armadas passar para o Governo.
Destaca a importância do associativismo familiar e a crescente intervenção cívica da família como parceiro social.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera favorável à indigitação, pelo Conselho Nacional do PSD, de Pinto Balsemão novamente para Primeiro-Ministro.
Analisa o discurso do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, na Sociedade Martins Sarmento, em que apresenta sugestões ao PS.
O deputado Almeida Santos desmente a existência de qualquer acordo entre o PS e o PSD sobre matérias da revisão constitucional.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, critica as eventuais renuncia à Presidência e iniciativas político-partidárias de Ramalho Eanes como resposta a uma redução parlamentar dos seus poderes.
Em entrevista à RTP, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, analisou o "Documento Melo Egídio", a Revisão Constitucional e as promoções militares.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional, Diogo Freitas do Amaral, vai processar judicialmente o jornal "O Diário" pelo eco que faz da sua alegada ligação a uma rede bombista.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, afirma não existir uma alternativa à AD e que na oposição existe uma divisão cada vez mais profunda entre comunistas e socialistas. Considera o projecto de revisão constitucional uma prova de força e vitalidade da AD e comenta a crise económica.
O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Diogo Freitas do Amaral, reafirma a política claramente ocidental e pró-europeia do Governo da Aliança Democrática. Defende um reforço da coesão da NATO e da solidariedade entre os seus membros, sobretudo depois do Afeganistão.
O Partido Renovador Democrático irá apoiar a candidatura presidencial de Mário Soares.
O último comício dos candidatos presidencias: Diogo Freitas do Amaral, Lurdes Pintasilgo, Mário Soares e Salgado Zenha.
Diogo Freitas do Amaral assegura interinamente a chefia do Governo, após a morte do primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro.
Diogo Freitas do Amaral afirma que a sua candidatura presidencial saiu claramente reforçada das eleições legislativas. Anuncia uma intensidade mais crescente da sua campanha.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, define o perfil do candidato presidencial apoiado pela a Aliança Democrática.
Anuncio do mandatário da candidata presidencial Maria de Lourdes Pintasilgo será anunciado a 17 de outubro. Agustina Bessa Luís será a mandatária da candidatura presidencial de Diogo Freitas do Amaral.
O director da campanha presidencial de Freitas do Amaral, Proença de Carvalho, considera que há da parte do PSD um empenhamento total e completo. Sugere o dia 19 de janeiro para a realização das eleições.
Diogo Freitas do Amaral considera que o apoio do PSD lhe aumenta as possibilidades de vitória nas eleições presidenciais.
O CDS propõe a criação de uma Frente Democrática Eleitoral, integrando o CDS, o PSD, o PPM, e ainda os «grupos e personalidades actuantes na área dos sociais-democratas independentes e dos reformadores».
Reacção dos partidos políticos à proposta do CDS de criação de uma Frente Democrática Eleitoral.
O Conselho da Revolução repudia as declarações de Freitas do Amaral em que este considera a extinção daquele Órgão como o "dia da liberdade".
O vice-primeiro-ministro e presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, elogia a extinção do Conselho da Revolução e comenta a possível reacção do PCP à intenção do Governo em reformular o sector público.