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Lamenta a doença do marido de Ana Paula da Silva e informa que a Fundação Portugal Século XXI não lhe poderá prestar auxílio. Sugere-lhe que recorra à Santa Casa da Misericórdia ou ao Centro Regional da Segurança Social de Lisboa ou, eventualmente, à Fundação Calouste Gulbenkian.
Manuel Antunes da Silva e Manuel da Silva Viana Guarda, proprietários de um terreno sito em Casal de Santo António, freguesia de Leiria, inscrito na matriz predial sob o nº 328 e descrito na Conservatória sob o nº 398, fls. 185, Livro B-30, solicitam licença para operação de loteamento e respetivo alvará. Confrontações: Norte - Herdeiros de Joaquim Dias Sul - José Ribeiro de Carvalho Nascente - Estrada Nacional nº 1 Poente - Serventia Processo composto por: - Requerimentos - Projeto - Edital de 5 de novembro de 1975 - Alvará de loteamento n.º 68, de 4 de novembro de 1975
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Alves Machado da Fonseca e Castro, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de Manuel Rui de Freitas Bravo da Fonseca e Castro, casado com Maria Lídia Morais Soares da Fonseca e Castro; Maria de Lourdes de Freitas Bravo da Fonseca e Castro Azevedo e marido Adalberto da Silva Azevedo e Maria Raquel de Freitas Bravo da Fonseca e Castro de Cardoso Lima casada com Fernando Festa Cardoso Lima 2º Outorgante: Guilherme Ferreira Campelos casado com a terceira outorgante 3º Outorgante: Maria Nazaré da Silva casada com o segundo outorgante
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Moreira da Silva, outorgando na qualidade de procurador de Maria do Carmo Bourbon Sampaio 2º Outorgante: António Batista Moreira Bourbon e esposa Albertina Rodrigues de Azevedo, outorgando ele por si e ainda nas qualidades de gestor de negócios de António Durval de Azevedo Moreira Bourbon, Fernando Joaquim de Azevedo Moreira Bourbon e Maria Emília de Azevedo Moreira Borbon, José Santos da Silva Martinho, na qualidade de legal representante de Manuel Tomás de Azevedo Moreira Bourbon, Maria Cândida de Azevedo Moreira Bourbon, João Ernesto de Azevedo Moreira Bourbon, Maria Goretti de Azevedo Moreira Bourbon e Miguel Evandro de Azevedo Moreira Bourbon
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Braga Monteiro, casado com Maria Augusta de Sousa Martins de Brito Braga Monteiro que também usa o nome de Maria Augusta Martins de Braga Monteiro 2º Outorgante: José Carlos Machado Folhadela Barbosa, casado com Maria Eduarda Seabra Paiva Brandão Folhadela Barbosa 3º Outorgante: José Carlos Folhadela Barbosa, casado com Maria José Corte-Real Saavedra Guedes Machado Folhadela Barbosa 4º Outorgante: Artur da Silva Ferreira da Costa, casado com Rosa do Carmo Vilarinho da Silva Ferreira da Costa
Inquérito sumário iniciado pelo administrador do concelho levando à instauração de processo disciplinar contra o pároco da freguesia de Figueiró da Granja, concelho de Fornos de Algodres, padre Aníbal da Silva Bastos. É pronunciado pelo Ministério Público da prática dos crimes de desobediência previstos e punidos pelo artigo 188.º do Código Penal, tendo sido acusado de hostilidade à República e às suas leis no exercício das suas funções, nomeadamente: oposição à laicização dos rituais de passagem: baptismo, casamento e morte; votação nas eleições pelos deputados monárquicos, no período sidonista; discriminação dos paroquianos republicanos no acesso às práticas do culto. A defesa contesta alegando motivos pessoais para as queixas. Actuação de uma força da Guarda, para desalojar trinta mulheres que se recusavam a abandonar a igreja, ao aproximar das comemorações religiosas da Semana Santa. Ordem de apreensão provisória dos Livros do Registo Paroquial que o padre eventualmente ainda possuísse. Foi condenado à pena de dois meses de desterro para a comarca de Tondela, terra da naturalidade do pároco, com pagamento das custas e selos dos autos.
O inventariado foi residente em Freiriz. Inventariante: João Evangelista da Silva; Manuel da Silva
O inventariado foi residente em Loureira. Inventariante: Manuel Joaquim da Silva Veiga; Maria Luiza da Silva
O inventariado foi residente em Cabanelas. Inventariante: José Gonçalves da Silva; Emilia Gonçalves da Silva
O inventariado foi residente em Prado, Santa Maria. Inventariante: Maria da Silva; Carolina da Silva Gouveia
O inventariado foi residente em Barbudo. Inventariante: Rosa da Silva Pereira; António da Silva Rodrigues
Freguesia: Bico. Inventariante: Francisca Teresa da Silva e Elvira da Conceição da Silva.
Freguesia: Prozelo. Inventariante: José Maria da Silva e Sousa e João Manuel da Silva e Sousa.
Freguesia: Prozelo. Inventariante: António Inácio da Silva e Maria Emília da Silva Faria.
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: Maria Custódia da Silva e Margarida da Silva.
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: Josefa Teresa da Silva e João Manuel da Silva Marques.
Freguesia: Figueiredo. Inventariante: António Luís da Silva e Luísa Maria da Silva.
Sobre a herança de Teresa da Silva e contra José António Silva.
O inventariado foi residente em Barbudo. Inventariante: Maria da Silva; Rosa da Silva
Freguesia: Dornelas. Inventariante: António José da Silva Barriga e Maria José da Silva Barriga.
O inventariado foi residente em Sabariz. Inventariante: Gaspar da Silva Pereira; Abel da Silva Pereira
Breve a favor do Dr. Agostinho Alvares da Silva e seus irmãos: Manuel Alvares da Silva; D. Maria Alvares da Silva; D. Bernarda Alvares da Silva; e D. Mariana Alvares da Silva, da freguesia de São Bartolomeu de Monte Redondo, concelho de Arcos de Valdevez.
Com destino a S. Paulo, Brasil Naturalidade do requerente: Gemeses Data de Batismo: n/a Pai: Manuel da Silva Júnior Mãe: Helena Fernandes de Azevedo Estado Civil: Casado Cônjuge: Helena Ferreira Barroselas Pai do Cônjuge: António Ferreira Barroselas e Amélia Pereira da Silva Acompanhantes : n/a Filhos: Maria Amélia Ferreira da Silva, Maria Conceição Ferreira da Silva, António Ferreira da Silva Processo 11/1-85-E
Breve a favor do Padre Heliodoro José da Silva e seus irmãos: Padre Manuel José da Silva; Padre Vicente José da Silva; João Batista da Silva; António José da Silva; e Maria Joaquina Rosa, da freguesia de São João do Souto, da cidade de Braga.
Com destino a: Alemanha Naturalidade do requerente: Manhente - Barcelos Data de Nascimento: 27/06/1937 Pai: Joaquim Duarte Silva Mãe: Maria Dolores Fernandes Rodrigues Estado Civil: casado Cônjuge: Maria Manuela Lemos Catarino Silva Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : Não vai acompanhado por família Filhos: Maria Fernanda Catarino Silva, Maria Helena Catarino Silva, Cândido Hilário Catarino Silva Processo: 16/70/E
Henrique Pereira da Silva solicita licença para construção de dois anexos para comércio, conforme projeto junto, num terreno com a área de 500 m2, sito no gaveto da Rua 28 de maio, no lugar e freguesia de Monte Real, inscrito na matriz predial sob o nº 898. Confrontações: Norte - Residência paroquial Sul - Rua pública Nascente - Rua 28 de maio Poente - José Augusto Silva Composto por: - Requerimentos - Projeto (plantas, memória descritiva, termo de responsabilidade) - Informação técnica - Correspondência vária - Declaração de responsabilidade pela execução da obra - Licença de construção nº 2819/83 - Auto de vistoria nº 37/84 - Licença de utilização nº 107/84
SILVA, Ernesto Viriato (*). Filho de Maria Beatriz Ferreira da Silva (**), solteira, doméstica, natural da freguesia de São Vítor, Braga, moradora na freguesia da Sé Primaz, da mesma cidade. Nasceu na freguesia da Sé, Braga, a 27/12/1893. // Estudou no liceu, filiando-se na Liga Académica Republicana e no Centro Republicano Dr. Manuel Monteiro. // Veio para Melgaço, transferido de Cabeceiras de Basto, a fim de chefiar a secção de finanças deste concelho, substituindo assim Luís de Passos Viana, que fora transferido para Valença, tomando posse a um sábado, -- de Março de 1918; essa posse foi-lhe conferida pelo aspirante de finanças, Manuel José da Costa . // Aqui casou a 21/9/1918 com Maria Margarida, de 23 anos de idade, solteira, da Vila de Melgaço, filha de António Joaquim Esteves e de Ludovina da Glória Álvares de Barros, comerciantes na Loja Nova. Testemunhas: José dos Anjos Pereira Valente, casado, capitão do exército, e Luciana Marcela, solteira, professora da instrução primária, ambos da capital do Minho. // Em Melgaço moraram posteriormente no antigo solar dos Cunha Araújo, sito no Rio do Porto, que ele comprara (com dinheiro emprestado por seu sogro, certamente). // Juntamente com Hermenegildo José Solheiro, Dr. António José Joaquim Barros Durães, e professor Abel Nogueira Dantas, fundou, a 21/2/1926, o semanário “O Melgacense”, do qual assumiu a direção. // Foi governador civil de Viana do Castelo de 1925 a 1926, mas devido a problemas de ordem política, e por ser filiado no Partido Democrático, foi preso e julgado como comparticipante do “Movimento de 3/2/1927”, demitido do cargo, sendo-lhe fixada residência em Sines, de onde regressou a 17/6/1928. // Como perdeu o emprego nas Finanças, em 1929 teve de ir trabalhar na Companhia Hidro Eléctrica do Varosa, onde foi delegado gerente (1939); em 1940 já era diretor. «Paderne, 22/2/1929. De todos os leitores do Notícias de Melgaço é sabido que terminou a sua publicação neste concelho o jornal “Melgacense”, do qual foi muito digno diretor político o nosso amigo Sr. Ernesto Viririato da Silva. Determinou a sua suspensão, ainda que provisoriamente, a saída daquele nosso amigo do cargo que ocupava, para ir, como já foi, exercer outro não menos espinhoso, qual é o de diretor dos serviços administrativos da Companhia Hidroelétrica do Varoza, fixando a sua residência na Régua, como participou aos seus amigos, e aonde ofereceu os seus serviços, que podem ser muito valiosos, como sempre. Àquele semanário “Melgacense” deu aquele nosso amigo o melhor do seu esforço, do seu cérebro, da sua atividade, enfim, da sua preclara e lúcida inteligência. Amigos como somos, fui correspondente daquele semanário, a seu pedido, e por isso mesmo senti muito a sua saída porque se nos confrange a alma sempre que vemos desaparecer do convívio da sua família, que o adora, e dos seus numerosos amigos, que o estimam, homens como Ferreira da Silva. Tivemos ocasião de conhecer muito de perto os predicados que lhe exornam o seu caráter impoluto, a nobreza da sua alma; e, porque lhe não foi possível despedir-se de nós pessoalmente, daqui lhe enviamos um efusivo abraço, e as nossas mais sinceras saudações.» // Manuel N. do Outeiro. Nos seus tempos livres inscreveu-se no Clube dos Fenianos, chegando a presidente em 1939. // Foi secretário do Ateneu Comercial do Porto de 1940 a 1944. // Por eleições havidas em 1945, ascendeu ao lugar de presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários do Porto. // Pode ler-se uma entrevista sua, concedida a Vasco Gama de Almeida. // A partir do número 1460, de 3/2/1963, torna-se diretor do “Notícias de Melgaço”. // Um artigo algo estranho, por si escrito, ao qual deu o título de Delitos Morais: «No conturbado mundo em que vivemos, é com a maior tristeza que notamos certos delitos morais, derivados (!) de indivíduos cuja deformação educacional faz sobressair os ruins instintos congénitos ou adquiridos numa convivência nociva, com total alheamento dos sãos princípios em que deve fundamentar-se uma sociedade razoavelmente equilibrada. É difícil classificar e ordenar os vícios de consciência e os desvios da inteligência dos espécimens transviados da reta linha de conduta que constitue o fundamento e a base da organização social e das relações entre os seus elementos gregários. Na deambulação que nos propomos fazer através do que consideramos delitos morais, temos em vista a definição das regras gerais e dos preceitos estabelecidos pela experiência da vida coletiva, a partir da associação tribal e sua adaptação e afeiçoamento às sociedades bem constituídas em que a humanidade se reúne, auxilia, fraterniza, luta e trabalha com devoção e lealdade, sem soberba e sem atropelamento dos sentimentos e da estabilidade da ordem comunal. Ao enunciarmos algumas regras gerais, é evidente que repelimos a ideia de visar, intencionalmente, quem quer que possa ajustar a crítica às suas pessoas e, como se acentua nas representações da sétima arte, qualquer semelhança ou afinidade dos agentes de possíveis delitos deverá ser considerada mera coincidência. Portanto, ninguém deverá sentir-se individualmente atingido quando a carapuça lhe sirva ou se adapte perfeitamente à sua cabeça. Neste caso desejamos que a lição lhes aproveite e tenha a virtude de modificar o seu modo de ser ou de proceder, em ordem a ascender à estima, ao apreço, à consideração e à admiração dos seus concidadãos. Os nossos reparos e referências – de ordem genérica – são para todos e para ninguém. Para regular as relações sociais e estabelecer a harmonia e a paz entre os homens, as comunidades, por via dos seus órgãos representativos, fixaram nas leis um conjunto de preceitos morais e de defesa coletiva, concretizados em direitos e obrigações aos quais, obrigatoriamente, devemos respeito e acatamento. A execução dessas leis, baseadas na moral e defesa social, cabe aos representantes dos organismos para tal efeito criados, que incarnam os poderes do Estado e, em consequência, impõem a ordem, o respeito e a obediência da liberdade de crenças, da segurança e tranquilidade pública, dos desvios abusivos e prevaricações, da violência, resistência, violação e malfeitorias, da verdade, da decência, das convenções, dos atentados criminosos contra as pessoas e contra a propriedade, da manutenção da família dentro da ética de um ambiente de bons costumes, de honestidade e de moralidade. Nesta ligeira referência a alguns dos aspetos mais flagrantes enquadrados na vida social, não apres
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alberto Laranjeiro dos Reis e esposa Deolinda da Conceição Gonçalves Lima Laranjeiro outorgando ele por si e ainda como procurador de João Laranjeiro dos Reis , António Laranjeiro dos Reis e esposa Maria das Dores Silva Oliveira , Francisco Laranjeiro dos Reis e esposa Maria Amélia Dias de Freitas Lima Laranjeiro, Adelino Laranjeiro dos Reis e esposa Maria Eugénia Lickfold Araújo Laranjeiro, José Laranjeiro dos Reis casado com Maria José Coelho Lima Teixeira Laranjeiro, Maria de Jesus Rodrigues Laranjeiro Fernandes casada com Domingos António Leite de Freitas Fernandes , Camilo Laranjeiro dos Reis Matos e esposa Maria Odete Fernandes Laranjeiro, Maria Emília Matos Laranjeiro , Ripecímia Matos Laranjeiro Silva , que também usa os nomes de Ripicímia Matos Laranjeiro da Silva e de Repicínia Laranjeiro dos Reis e marido Armando Machado Silva , Maria José Laranjeiro Pita da Costa e marido Carlos Alberto Neves Poças Falcão 2º Outorgante: Alberto Jorge Laranjeiro Pita da Costa e esposa Maria de Jesus Faria da Silva Pita da Costa 3º Outorgante: Fernando Alberto Matos Ribeiro da Silva outorgando na qualidade de procurador de Maria Berta Gonçalves Miranda
Poema anti-clerical de César da Silva. • Assuntos: Anti-clericalismo .
Averiguações contra José António da Silva Álvaro, pároco da freguesia de Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra, acusado de ter realizado um casamento religioso sem o respectivo registo civil e ter distribuído um manifesto intitulado «A Nação Portuguesa» editado pelo Conselho Superior da Política Monárquica, que se encontra anexo ao processo. Das averiguações não resultou culpa alguma.
Pedido de carta de mestre, para o que apresenta treslado da carta de oficial e atestado de competência profissional passado por António Hermogenes da Silva Briasco, mestre e proprietário da fábrica de bijuteria sita em Lisboa, na Rua dos Ourives do Ouro, onde trabalha.
Pedido de provisão (1814) para uma fábrica de chapéus finos que estabeleceu em Lisboa, na Travessa do Rosendo, tendo sido deferido. De 1821, existe um requerimento de António José dos Santos, credor de António José Barbosa da Silva, pedindo uma certidão do teor da quantia de que é credor, depois da falência da fábrica.
Padre, Reverendissimo, cónego Prebendado na Santa Sé Primaz. Natural da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação da cidade de Lisboa. Filho de Luís da Silva Duarte e de Joana Maria. Morador no Terreiro da Porta da Sé. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Viúva de João de Araújo. Moradora no Areal de Passos, e de presente assistente na Rua da Fonte da Cárcova, em casa de Maria Joaquina, filha de sua sobrinha Senhorinha Maria da Silva, já falecida. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Solteira. Criada de Gabriel da Costa Pisco. Natural da Freguesia de Santa Lucrécia do Louro, Vila Nova de Famalicão. Filha de Manuel da Silva e de Luísa da Costa, viúva. Moradora na Rua das Águas, em casa de Gabriel da Costa Pisco. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Solteira. Natural da Freguesia de São Tiago de Esporões, Braga. Filha de Catarina Gonçalves, solteira, e de António Moreira, natural da Freguesia de São Salvador de Ribeira de Pena. Moradora em casa de Miguel da Silva, da Rua de São João do Souto. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Casada com Francisco de Barros Barreto. Natural da cidade de Braga. Filha de Sebastião da Silva e de Maria Soares dos Reis. Vinha no navio "Nossa Senhora do Rosário e São João Batista", que vinha do Rio de Janeiro para a cidade de Lisboa.
Viúvo de Maria Teresa. Mestre Torneiro. Morador que foi na Rua da Cruz de Pedra, Freguesia de São Pedro de Maximinos, e agora assistente Atrás da Sé, em casa de sua filha Antónia Maria da Silva. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Pai: Manuel António Silva. Estado civil: casado. Profissão: ourives. Mãe: Ana Rosa. Estado civil: casada. Profissão: costureira. Avô paterno: José António Sousa. Avó paterna: Rosa Maria. Avô materno: Manuel José Gonçalves. Avó materna: Helena Maria. Padrinho: João António Oliveira, caixeiro. Madrinha: Maria Conceição Rocha Oliveira. Morada dos pais: Braga-São Lázaro, São José.
Edição de Rodrigo F. da Silva. Ediciones FISA Barcelona. Impresso em Espanha, Dep. legal B. 15326-VII. No verso a legenda em todos os postais em português, francês e inglês, "Reprodução proibida". Contém o brasão de Vila Nova de Famalicão no canto esquerdo do bilhete-postal.
SÁ, João Pena da Silva. Filho de Henriqueta da Assunção. Nasceu em Mirandela por volta de 1835. // Religioso. // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a 17/2/1896, com 61 anos de idade, casado (segundo informaram o pároco de SMP, embora não soubessem o nome da esposa), e foi sepultado no cemitério municipal. // Ignorava-se se deixara filhos.
SILVA, Jorge Caetano de Figueiredo. // Morou no Campo da Feira de Fora, SMP, onde trabalhava como caixeiro de Ana Ribeiro Codesso. // Faleceu solteiro, a 7/10/1830; foi amortalhado com hábito de São Francisco e sepultado na igreja da SCMM, com ofício pago pela Confraria Nova de Paderne, que a mesma lhe veio fazer, segundo ele determinara em seu testamento.
Requerimento nº 859, 29/06/1999: Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 6043, emitida pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos em 31/08/1970, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente: António de Jesus da Silva
Processo nº 1354, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 18/04/1973, em nome do requerente: José Manuel da Silva Rodrigues Licença de condução de velocípede registada com o nº 1353
Processo nº 1382, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 05/09/1973, em nome do requerente: Fernando Jesus Baião da Silva Licença de condução velocípede registada com o nº 1381
Processo nº 1374, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 08/08/1973, em nome do requerente: João José da Silva Freire Licença de condução de velocípede registada com o nº 1373
Processo nº 1354, 1974: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 01/08/1974, em nome do requerente: António Augusto da Silva Calado Licença de condução velocípede registada com o nº 1353 - 1443
Processo nº 1366, 1974: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 30/08/1974, em nome do requerente: José António Baião da Silva Licença de condução velocípede registada com o nº 1365 - 1455
Processo nº 1426, 1974: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 15/05/1974, em nome do requerente: José Manuel da Silva Viana Licença de condução velocípede registada com o nº 1425
Processo nº 1415, 1974: Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 20/02/1974, em nome do requerente: Manuel Marques Igreja da Silva Licença de condução velocípede registada com o nº 1414
Processo nº 1392, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 03/10/1973, em nome do requerente: José António da Silva Barroso Licença de condução velocípede registada com o nº 1391
Processo nº 1387, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 19/09/1973, em nome do requerente: António Luís Ramos da Silva Licença de condução velocípede registada com o nº 1386
Processo nº 1358, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 16/05/1973, em nome do requerente: Luís Mousinho da Silva Viana Licença de condução velocípede registada com o nº 1357
Processo nº 1363, 1973: Processo de concessão de licença de condução de velocípede sem motor auxiliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 13/06/1973, em nome do requerente: José Rosa Baião da Silva Licença de condução velocípede registada com o nº 1362
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Vitor Manuel Gameiro da Silva Matricula n.º: 1-CTC-06-49 Contém registo do antigo proprietátio: Vasco do Rosário Calixto dos Santos; Joaquim Alves Dias Moreira. "O veículo com a matrícula camarária 1 CTC-06-49, de 03/05/1989 foi atribuída a matrícula da série geral 71-EH-62".
Formulário de inscrição com fotografia de Mário Jorge Vaz Santos Silva, para frequência de um estágio de Medicina Desportiva a realizar no Instituto de Medicina Desportiva de, promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, na XXI Olimpíada de Montreal, em 1976. Esta candidatura não foi aceite por ter sido apresentada fora do limite temporal exigido pela C.I.O.
Cópia de formulário de inscrição de Mauro Antonio da Silva Felix, Instrutor da Escola de Educação Física do Exército, para frequência do curso de Dirigente Desportivo, realizado no Rio de Janeiro entre 3 e 8 de abril de 1989. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica, tendo sido coordenado por André Richier (Brasil) e ministrado por David Sequerra (Portugal) e António Aguillar (México).
Cópia de formulário de inscrição de Luis Hermenegildo Castro e Silva, Presidente da Federação Angolana de Natação e membro do Burreau da C.A.N.A. para a zona 4 de Desportos em África, realizado em Luanda (Angola) entre 21 e 26 de março de 1988. Este curso foi promovido pelo Movimento Solidariedade Olímpica e dirigido por David Sequerra (Portugal) e Conrado Durantez (Espanha).
José Carvalho da Silva solicita licença para viragem do telhado de um cómodo e rebocar as paredes do mesmo e alagar uma parede de uma casa em ruínas e fazer um muro com 10m por 1,5m , sito no lugar de Barreiros, na freguesia de Amor.
José da Silva Gaspar solicita licença para construção de um muro de vedação , junto á sua habitação com 40 m por 1,5m e fazer uma casa para oficina com a superfície de 42 m2, sito no lugar de Bouça de Cá, na freguesia de Monte Redondo.
José da Silva Pereira solicita licença para construção de uma eira e casa de eira com a superfície de 9 m2 e construção de uma barraca em madeira com a superfície de 9 m2, sito no lugar de Barracão e freguesia de Colmeias.
Luís Elias da Silva solicita licença para obras em prédio sito na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra e na freguesia de Leiria, que consta de: rebocos interiores, abertura de duas janelas de ventilação com as dimensões de 0,70 por 0,70 e de acordo com o projeto em anexo. Processo composto por - Requerimento - Projeto - Memória descritiva - Parecer da Comissão Técnica e de Estética
José da Silva Romão solicita licença para construção de um barracão, destinado a arrecadação, nas traseiras da sua habitação, sita no Largo Cónego Maia, nesta cidade de Leiria. Processo composto por: - Requerimento - Projeto - Parecer nº 7 da Comissão Técnica e de Estética
Elísio Inácio da Silva solicita licença para ampliar casa de habitação na Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque, N.º 14 em Leiria. Processo composto por - Requerimentos - Termo de responsabilidade do técnico - Projeto - Planta de situação - Parecer da Comissão Técnica e de Estética
Manuel Rodrigues da Silva solicita a prorrogação de sua licença de construção referente ao alvará nº 986 de 31 de Outubro de 1941, para prosseguir nas modificações de sua moradia, sita na Rua Machado dos Santos, na freguesia de Leiria. Processo composto por: - Requerimento; - Licença de construção nº 986 de 31 de Outubro de 1941; - Informação Técnica em 8 de Janeiro de 1942.
Manuel da Silva Lebre solicita licença para proceder ao aumento de um muro em altura cerca de 0,60 cm , com o comprimento de 20 m, e antes da alteração tinha 1,30 m de altura, sito no lugar de A-Do-Barbas, na freguesia de Maceira.
Joaquim da Silva Coelho solicita licença para a construção de um sótão que se vai destinar a arrecadações do seu estabelecimento sito no lugar e freguesia de Monte Real. Processo composto por: - Requerimento - Projeto - Parecer da Comissão Técnica e de Estética nº 14 de 19 de Fevereiro de 1948.
António da Silva Dias solicita licença de construção de uma casa de arrecadação de 1 piso, com a superfície de 25 metros quadrados. Confrontações: Norte e Poente - João Filipe Neto; Sul - Requerente; Nascente - Caminho público. Composto por: - Requerimento; - Informação técnica; - Informação da Junta de freguesia; - Verbete da licença de construção nº 1689/1962.
João António da Silva solicita licença para construir um terraço, através de uma placa de cimento nas traseiras da sua moradia, na rua da Senhora da Encarnação, desta cidade de Leiria. Processo constituído por: - Requerimento - Projeto - Memória descritiva - Parecer da Comissão Técnica e de Estética - Deliberação camarária de 07-08-1950
Luzia Branca da Silva solicita licença para construir uma casa de habitação com a superfície de 35,75 m2, a 15 metros da Estrada Nacional que serve o Pedrogão, no lugar da Aroeira, freguesia de Monte Redondo. Processo constituído por: - Requerimento - Informação da Junta de Freguesia - Informação do Zelador - Informação da Repartição Técnica - Deliberação camarária de 13-02-1950
António da Silva Dias solicita licença para alargar uma porta da sua casa de arrecadação, passando de 1 metro para 2,2 metros de largura. Composto por: - Requerimento; - Informação técnica; - Informação da fiscalização a comunicar que o requerente não iniciou a obra; - Verbete da licença de construção.
Manuel da Silva Gaspar solicita licença para obras de beneficiação numa casa de arrecadação e construção de duas arrecadações, com a área de 31,5 m2, conforme planta de situação junta, no lugar e freguesia de Monte Real. Confrontações: Norte - Requerente Sul - Artur Lopes Nascente - António Silvério Poente - Arruamento Composto por: - Requerimento - Planta de situação - Informação técnica - Correspondência vária
Artur Vieira da Silva solicita licença de construção de um muro de vedação com 23 metros lineares, não confinante com a via pública, em Arnal, Maceira. Confrontações: Norte - Joaquim Tereso; Sul - José João; Nascente e Poente - Caminho público. Composto por: - Requerimento; - Informação técnica; - Licença de construção nº 516/76.
Cardoso da Silva Quitério solicita licença para construção de uma moradia de rés-do-chão para sua habitação, num terreno com número de matriz 3967 e com uma área total de 2600 m2, no lugar de Outeiro das Barrocas, freguesia de Marrazes.
Fernando Maria da Silva solicita licença para construir de uma moradia com rés-do-chão e um andar, conforme as plantas de situação junto ao processo, num terreno com matriz predial nº 674 localizado na Rua do Brejo, no lugar de Ribeira de Escoura, freguesia de Amor.
António Jorge da Silva solicita licença para construção de um barracão destinado para arrumos de materiais e ferramentas de construção civil, num terreno com matriz nº 2457 junto ao quilometro 126.875 da E.N 1, no lugar de Vale de Arieiro, freguesia de Marrazes.
Isidro Rodrigues da Silva solicita licença para construção de uma moradia de rés-do-chão, num terreno da sua propriedade sob a matriz predial rústica 6061 com uma área total de 1530 m2, no lugar de Carreira, freguesia de Monte Redondo.
Domingos da Silva Pereira solicita licença para construção de uma casa de arrecadação, com a área de 21 m2, num terreno sito em Casal Novo, freguesia de Monte Redondo. Confrontações: Norte - José Pedrosa Sul – Manuel Domingues Nascente - Caminho municipal Poente – Luís Marques Cordeiro Composto por: - Requerimento - Informação técnica - Declaração de responsabilidade pela execução da obra - Licença de construção nº 3378/80