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Naturalidade - Ribeirão Data de nascimento - 1852-04-12 Filiação - Dâmaso Francisco e Ana Teixeira Profissão - Serrador Estado - Solteiro Morada - Ribeirão
Naturalidade - Gondifelos Data de nascimento - 1852-12-08 Filiação - Miguel Francisco Ferreira de Abreu e Maria Rosa Profissão - Estado - Morada - Observações - Falecido
Data de nascimento - 1843-09-28 Filiação - João Francisco de Carvalho e Teresa Maria Naturalidade - Vermoim Profissão - Lavrador Residência - Vermoim
Data de nascimento - 1845-05-22 Filiação - Francisco da Cunha e Rosa Maria Naturalidade - Cabeçudos Profissão - Criado de servir Residência - Landim
Data de nascimento - 1845-04-09 Filiação - Manuel Francisco da Cunha e Joana Maria de Azevedo Naturalidade - Castelões Residência - Brasil
Data de nascimento - 1845-10-15 Filiação - Francisco da Costa e Maria Marques Naturalidade - Telhado Profissão - Lavrador Residência - Telhado
Data de nascimento - 1845-07-14 Filiação - Francisco de Azevedo e Joaquina Rodrigues Naturalidade - Joane Profissão - Lavrador-caseiro Residência - Mogege
Data de nascimento - 1847-01-18 Filiação - Francisco da Costa e Luísa Maria Rodrigues Naturalidade - Penso, Melgaço Residência - Portela
Data de nascimento - 1847-06-20 Filiação - Francisco de Carvalho e Joana da Costa Naturalidade - Antas Profissão - Lavrador-caseiro Residência - Antas
Filiação: Manuel Francisco Bras e Joaquina Rosa. Natural da freguesia de PEREIRA, Sao Salvador, concelho de BARCELOS
Filiação: Joao Francisco Vergaco e Rosa Francisca Pires. Natural da freguesia de CIBOES, Sao Mamede, concelho de TERRAS BOURO
Filiação: Antonio Francisco Belinho Junior e Ana Goncalves Marcos. Natural da freguesia de FONTE BOA, Sao Salvador, concelho de ESPOSENDE
No verso contêm a seguinte informação: abril de 1945 aos tios e primo oferece com muitos beijinhos o Francisco António
"Emprazamento, em três vidas, de umas casas sitas na rua da Torre Velha, feita pelos clérigos coreiros, sendo prioste e vigário de Santa Maria de Silvares Pero Antunes, a Francisco Álvares e mulher Isabel Gonçalves, com o foro de 60 reais Escrito na capela de S. João pelo tabelião Bastião Gonçalves."
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco de Lima, outorgando na qualidade de procurador de Joaquim António Marques Ferreira e esposa Olivia de Castro Lima; 2º Outorgante: António de Oliveira Faria Pinto, outorgando na qualidade de gestor de negócios do seu genro, José Pimenta da Fonseca Ribeiro, casado com Maria da Conceição Ferreira Pinto.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Américo Silva Soares, outorgando na qualidade de procurador de Eurico Jorge Ribeiro Teles Feio e esposa Maria Bárbara Peixoto Pereira; Júlio César Ribeiro Teles Feio e esposa Rosa Maria da Silva Teles Feio; Maria Eunice Ribeiro Teles Feio e Aníbal Ribeiro Teles Fazendeiro 2º Outorgante: Francisco Gonçalves, casado com Laurinda Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Fernando Francisco Loureiro Moreira, casado com Maria Leonor de Oliveira Baptista da Silva 2º Outorgante: António da Encarnação Machado, casado com Maria de Lurdes da Silva Marques, outorgando por si e na qualidade de gestor de negócios de Amélia da Encarnação
Recenseamento de 1946. Título de isenção do serviço militar nº14/1946 (3387), de Francisco Teixeira Martins da Cunha, nascido a 16 de fevereiro de 1926, na freguesia de Caldas São Miguel, concelho de Guimarães, filho de Joaquim Teixeira Martins da Cunha e de Liberalnia Vieira. Ficou livre em 17 de agosto de 1946. Modelo n.º 5.
1.º outorgantes: Delfina de Maria marido António Faria 2.º outorgantes: Francisco de Meira esposa Maria Monteiro 3º outorgantes: Luísa de Meira marido Joaquim Ferreira 4º outorgantes: Joaquina de Meira marido António Mendes 5º outorgantes: Emília de Meira marido Manuel Soares Ribeiro Livro Nº 80-20v.
Contém: - ofícios, informações, certidões, etc.. - Anteprojeto do edifício da Escola Industrial e Comercial Francisco de Holanda em Guimarães Peças escritas: - Memoria descritiva e justificativa Peças desenhadas: - Planta de localização 1/1000 - Planta de alçados e corte- corpo de aulas 1/200 - Planta de alçados e cortes - c. de educação física 1/200 - Planta de alçado e cortes das oficinas 1/200
Agradece a Francisco Lucas Pires, em nome do CDS e em seu nome, o excelente trabalho realizado enquanto coordenador-geral da AD. Lamenta que a sua demissão tenha sido divulgada antes das eleições presidenciais. Conta com as suas propostas e sugestões com vista ao repensamento e à reformulação do modo de relacionamento entre os três partidos (PS, PSD e CDS).
Agradece a Francisco Lucas Pires, em nome do CDS e em seu nome, o excelente trabalho realizado enquanto coordenador-geral da AD. Lamenta que a sua demissão tenha sido divulgada antes das eleições presidenciais. Conta com as suas propostas e sugestões com vista ao repensamento e à reformulação do modo de relacionamento entre os três partidos (PS, PSD e CDS).
Sobestabelecimento que fez o reverendo Pedro do Canto, por virtude da procuração do Cabido, aos licenciados Pedro Francisco Soares, António Jorge da Guerra, advogados nesta vila, e a Manuel Gonçalves Pinto, morador na vila, e ao solicitador António Ribeiro, e aos licenciados Manuel Rodrigues Botelho, António Pereira, advogados na cidade de Braga, e a outros.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Vasco Alves Machado, Joaquim Gonçalves de Araújo , Francisco Antunes Fernandes Habilitação por óbito Jerónimo Martins e Joaquina Pereira que também usou o nome de Joaquina Pereira Pires , Joaquina de Araújo Torres e Joaquina Torres
Notário: João Machado da Silva Outorgantes: Francisco António Machado Cubelo Soares, outorgando na qualidade de procurador da sociedade comercial, denominada "Telme-Trefilaria Nacional de Metais, S.A.R.L", e José Bento da Silva Ramos, outorgando em representação da referida sociedade, da qual é um dos seus administradores.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco Machado Ribeiro Guimarães casado com Ema de Jesus Araújo Feio Guimarães 2º Outorgante: José Rodrigues Guimarães outorgando em representação da sociedade comercial denominada "Têxtil Alberto Rodrigues de Figueiredo, Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco da Silva Raimundo, outorgando na qualidade de procurador de António Rodrigues e esposa Maria de Oliveira 2º Outorgante: Manuel de Vasconcelos Mota, outorgando na qualidade de gestor de negócios de seu sobrinho Amaro Alves de Vasconcelos Mota
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco Afonso Dias Leite, outorgando na qualidade de procurador do seu sogro Manuel de Freitas Ribeiro, casado com Narcisa da Conceição Couto Garcia; 2º Outorgante: José Gonçalves, casado com Maria Fernanda de Oliveira Aguiar.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para XIV Aniversário do Desportivo Francisco Holanda no Salão de Festas do Restaurante Jordão- Guimarães: Baile - Colaboração da orquestra José Vieira- Braga; Acordeon, claviolin, viola elétrica e o seu vocalista privativo
Filho de Antónia Maria de Araújo, solteira, camponesa, residente no lugar de Quintas. Neto materno de Manuel de Araújo e de Catarina Paz, do dito lugar. Nasceu em Chaviães a 18/3/1840 e foi batizado pelo padre MJGB no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Joaquim Fernandes, do lugar da Corga, freguesia da Vila, e Catarina Angélica, do lugar de Quintas, freguesia de Chaviães. // Era solteiro, lavrador, tinha 25 anos de idade, morava no dito lugar de Quintas, quando casou na igreja de Rouças a 26/4/1865 com Emília de Jesus, de 30 anos de idade, solteira, rural, roucense, residente no lugar de Oleiros, filha de Maria Joaquina Rodrigues, solteira. Testemunhas da boda: padre Manuel Caetano Alves Salgado, morador em Surribas, e Manuel Domingues, casado, lavrador, residente no lugar do Telheiro, ambos os lugares daquela freguesia. // Faleceu no lugar de Oleiros, Rouças, a 7/1/1874, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Rouças. // Deixou dois filhos.
Filho de João Manuel Afonso e de Maria Joana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Fojo. Neto paterno de Rosa Afonso, solteira; neto materno de Luísa Gregório, solteira, ambas do dito lugar. Nasceu em Cousso a 16/4/1879 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Gonçalves, solteiro, de Pousadas, e Marcelina Pinto, solteira, do dito lugar do Fojo. // Era solteiro, artista, quando casou na igreja da freguesia de Penso a 2/4/1902 com Felícia Ferreira de Passos, de 16 anos de idade, solteira, costureira, natural de Penso, onde residia, no lugar da Carreira, filha de Germana Ferreira de Passos, costureira. Testemunhas presentes: Evaristo Esteves, casado, lavrador, natural de Penso, e Manuel Pereira, solteiro, criado de servir, também de Penso. // Faleceu no lugar de Felgueiras, Penso, a 1/8/1939. // Com geração (ver em Penso, no apelido Santos).
LOURENÇO, Francisco José. Filho de Josefa Maria Lourenço, solteira, camponesa, roucense. Nasceu em Rouças a 10/5/1836 e foi batizado dois dias depois. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar da Eira, quando casou na igreja da sua freguesia natal com Rosa Joaquina Meleiro (ver Rosa Maria Meleiro), nascida em Rouças a 25/8/1837 e batizada a 27 desse mês e ano, solteira, camponesa, residente em Lobiô, filha de Domingos José Meleiro e de Maria Joaquina Gonçalves, rurais, roucenses. Testemunhas: Manuel Caetano Alves, casado, lavrador, do lugar do Cerdedo, e José Manuel Lourenço, casado, lavrador, do lugar de Bilhões. // Enviuvou a 4/9/1888. // Morreu a 5/5/1902, no lugar do Sobral, com todos os sacramentos, no estado de casado com Rosa Maria Meleiro, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
VAZ, António Francisco. Filho de José Filipe Vaz e de Custódia Meleiro, de Sobral de Baixo. N.p. de Domingos Vaz e de Catarina Domingues, do lugar da Cela; n.m. de Manuel Meleiro e de Luzia Domingues, de Sobral de Baixo. // Casou na igreja de Rouças a 13/12/1806 com a sua parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria Rosa, filha de Manuel Domingues e de Páscoa Domingues, do lugar da Cela, Rouças; neta paterna de Manuel Domingues e de Maria Meixeiro, do mesmo lugar, e neta materna de Pedro Domingues e de Ana Gonçalves, do lugar dos Peres. Testemunhas: padre João Manuel de Sousa, do lugar do Senhor dos Aflitos, João Manuel Domingues, do mesmo lugar, e Manuel José Domingues, do lugar do Crasto, todos roucenses. // Parece ser o mesmo que faleceu a 30/5/1855, com a penitência, eucaristia, e extrema-unção. // Estava casado e morava no lugar da Eira. // Foi sepultado na igreja.
MAGALHÃES, Francisco Leandro (Padre). Filho de Francisco António Álvares de Magalhães e de Matildes Alves Caldas (*), proprietários, ambos de Riba de Mouro. Nasceu nessa freguesia de Monção a --/--/1859. // Ordenou-se no Seminário de Braga. // Em 1887 tornou-se pároco (reitor) de Alvaredo, substituindo o padre João Manuel Esteves Cordeiro. // Em 1890 foi padrinho de seu sobrinho, Inocêncio Álvares de Magalhães, batizado na igreja de São Paio a 6/1/1890. // De 10/11/1899 a 23/2/1901 foi pároco de Rouças. // Em Abril de 1916 o correspondente do Correio de Melgaço escreveu: «Conhecem o reverendo Francisco Leandro Álvares de Magalhães. Pois quem não conhece esta figura de destaque, já no concelho, já no arciprestado, já no arcebispado até! É o reitor de Alvaredo. A escória tentou feri-lo (…), denunciando-o à autoridade, contrário às instituições. Claro, também, foi uma honra para sua reverência o depoimento testemunhal: mas não perdoamos à autoridade administrativa o haver procedido à inquirição, sem saber quem era o caluniador, esses biltres de má fama e raça que, com baba ultra peçonhenta, tentaram manchar um carácter ilibado: - como político, como pároco, e como homem. Nós já depusemos aqui; mas se houvermos de fazê-lo no tribunal, ou mesmo no inferno, falaremos com igual desassombro: - o reverendo reitor de Alvaredo nem um mícron passa além da baliza que lhe indica o Dever.» // Tudo isto por causa da sua ideologia monárquica, de acordo com os do “Jornal de Melgaço”. Queriam derrubar o regime, mas os republicanos ainda estavam fortes. Nesse ano fez parte de uma lista para governar a Câmara Municipal de Melgaço, como vereador; no topo constava o nome do Dr. António Augusto Durães; ele vinha logo a seguir; as eleições foram a 5/11/1916, mas perdeu-as. Na dita lista constavam os nomes de José Barbosa Martins (substituto) e Matias de Sousa Lobato (substituto para procurador à Junta Geral do Distrito). // Depois do sidonismo vingar (Dezembro de 1917), viu os seus correligionários apoderar-se, por nomeação do Governador Civil, do poder concelhio. Ele próprio foi presidente da Comissão Administrativa, substituindo o padre António Domingues, de Fiães, nessa altura reitor da freguesia de Paderne (ver Jornal de Melgaço n.º 1205, de 4/5/1918, e Jornal de Melgaço n.º 1209, de 8/6/1918). O administrador do concelho era Custódio da Costa Brito, escrivão de direito. // Nesse ano de 1918, servindo de juiz, subscreveu uma sentença, num litígio que a empresa Águas Minerais de Melgaço movia contra a viscondessa do Peso e outros. // Apesar de ser presidente da Comissão Administrativa, pediu trinta dias de licença (ver Jornal de Melgaço n.º 1214, de 13/7/1918). // Morreu a 20/11/1920, numa casa do lugar da Igreja, Alvaredo, com 61 anos de idade. Segundo a imprensa local, no dia anterior à morte ainda jantara «com a melhor das disposições» (Jornal de Melgaço n.º 1312, de 21/11/1920). Teve um grande funeral, segundo o Jornal de Melgaço n.º 1313, de 28/11/1920. Diz-se ali que «passou durante a vida fazendo apenas o bem.» E a prova «vimo-la bem clara no dia do seu funeral, na grande concorrência de clero e povo, coroas, choros e lágrimas que o acompanharam até ao cemitério.» // Era irmão de José Narciso, viúvo, e de Teresa... /// (*) Matildes Alves Caldas era filha de Francisco Alves Caldas e de Teresa Martins de Castro; faleceu a 17/11/1907, na residência paroquial de Alvaredo, com todos os sacramentos, no estado de viúva, com 77 anos de idade, sem testamento, com filhos, e no dia 19 foi sepultada no cemitério de Alvaredo.
MARTINS, Francisco Joaquim. Filho de Manuel António Martins e de Maria José Alves Salgado, moradores no lugar do Maninho. N.p. de Manuel Martins e de Maria Gonçalves; n.m. de António Alves Salgado e de Maria Rosa Pires, da Pombeira, Rouças. Nasceu em Alvaredo a 31/7/1832 e foi batizado na igreja a 2 de Agosto desse ano. Madrinha: a sua avó materna. // Lavrador. // Casou com Maria Eufémia, filha de João José Domingues Barbosa Lobo e de Ana Ferreira (Passos). // A sua esposa faleceu a 12/12/1890, na sua casa do Maninho. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Penso, a 17/8/1895, com Justina das Dores Rodrigues Torres, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, natural da freguesia de Penso, filha de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa da Cunha Lima. // Faleceu na sua casa do Maninho a 3/10/1898, com todos os sacramentos, com testamento, com filhos, e no dia seguinte foi sepultado na igreja. // A sua viúva finou-se a 1/12/1940.
DOMINGUES, Manuel Francisco. Filho de António Luís Domingues, de Castro Laboreiro, e de Josefa Proença, de Seixo Amarelo, lavradores, residentes no lugar do Ribeiro. N.p. de Domingos Domingues e de Ângela Álvares; n.m. de Bernardo Proença e de Maria Jacinta. Nasceu em Seixo Amarelo, Guarda, por volta de 1825. // Casou, no estado de viúvo, a 12/8/1861, com a cunhada, Joaquina, de 29 anos de idade, solteira, filha de Bento Manuel Álvares e de Antónia Joaquina Gonçalves, do Ribeiro, neta paterna de Manuel Álvares e de Antónia Fernandes e neta materna de Domingos José Gonçalves e de (?). // Faleceu no Ribeiro a 30/5/1870, com 43 anos de idade, casado com a dita Joaquina Alves, e foi sepultado na capela. // Com geração.
Filho de António José Esteves e de Francisca Rosa Lopes, moradores no lugar de Gondufe, Chaviães. Neto paterno de Lourenço Esteves e de Maria Josefa Gonçalves; neto materno de Manuel Luís Lopes e de Maria Rosa Pires, naturais do lugar da Corga, Paços. Nasceu em Chaviães a 24/12/1843 e foi batizado pelo padre MJGB a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Esteves, de Merelhe, e Maria Lopes, da Corga, ambos de Paços. // Casou na igreja da sua freguesia, a 13/4/1868, com Alexandrina Rosa, de 31 anos de idade, solteira, moradora na Portela do Couto, filha de Manuel José Rodrigues, natural da Vila, e de Maria Joaquina Domingues, natural de Chaviães. Testemunhas: João Domingues Rodrigues, solteiro, irmão da nubente, e Clara Rosa Esteves, casada, irmã do noivo. // Faleceu no lugar da Portela, Chaviães, a --/--/1913. // Nota: um indivíduo com este nome foi nomeado regedor substituto de Chaviães em 1908 (JM 727).
Filho de Manuel António Fernandes e de Maria Francisca Veloso, moradores no lugar de Parada. Neto paterno de António Luís Fernandes e de Maria Rosa Rodrigues; neto materno de Francisco José Veloso e de Isabel de Puga, de São Miguel de Desteriz, Galiza. Nasceu em Chaviães a 25/2/1849 e foi batizado pelo padre JLBC a 28 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Maria Veloso, tia do batizando. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia a 30/1/1876 com Maria Joaquina de Rande, de vinte anos de idade, solteira, sua conterrânea, moradora no lugar da Portela, filha de Manuel de Rande e de Antónia Maria Rodrigues. Testemunhas: João Domingos Rodrigues, casado, proprietário, e Carlota Maria Rodrigues, solteira, ambos de Chaviães. // Faleceu a 15/2/1903, na sua residência, sita no lugar da Portela, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
Filho de João Manuel Pires e de Clara Pereira, lavradores. N.p. de José Pires e de Maria Gonçalves; n.m. de Manuel António Pereira e de Maria Rodrigues. Nasceu em Cousso, no lugar da Cela, a 10/12/1870, e foi batizado na igreja católica pelo padre Manuel Joaquim Domingues Machado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Pereira, lavrador, e Maria Rodrigues, lavradeira, casados. // Rural. // Casou na igreja católica local a 4/11/1901 com a sua conterrânea Maria Fernandes, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar da Cela, filha de Manuel Fernandes e de Delfina Marques. Testemunhas presentes: José Fernandes e Maria Fernandes, lavradores, residentes no lugar da Cela. // Faleceu no dito lugar da Cela a 23/8/1940. // Nota: o seu assento de batismo foi feito somente a 23/10/1901.
DURÃES, Francisco José. // Morreu no lugar dos Casais, Cristóval, a 8/9/1858, com todos os sacramentos, no estado de viúvo de Joana Veloso, e foi sepultado na igreja no dia 9. Fizera testamento aberto para descarrego de sua conciência e disposição de seu bem de alma, no qual deixou pagos três ofícios do enterro e honras de sete padres, e por sua alma lhe mandariam dizer 40 missas, mais dez por alma de seus pais, mais uma por tenção particular, e de muita necessidade 25, mais dez por algum engano e penitências mal cumpridas, mais duas ao anjo da sua guarda, ao todo 87. Deixou um voto à Senhora da Peneda que devia e não cumprira, o que fariam agora seus herdeiros, que eram 50 moedas, o equivalente a 24 mil réis metal.
DOMINGUES, Francisco António. Filho de Inácia Domingues, solteira, moradora no lugar de Sucastelo. Neto materno de Manuel Domingues e de Ana Esteves, do mesmo lugar. Nasceu em Cristóval a 20/4/1839 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Madrinha: Francisca Luísa Domingues, tia do bebé. // Jornaleiro. // Casou na igreja de Penso a 9/1/1861 com Florinda, filha de António Esteves [Pires] e de Maria José Rodrigues, nascida a 11/11/1832; neta paterna de João Esteves Pires e de Luísa Esteves, e neta materna de Pedro Rodrigues e de Maria Rosa, todos estes de Penso. Testemunhas: o presbítero Custódio Esteves Cordeiro e J.J.E. Pires. // Faleceu em Gorvela a 18/6/1899, casado com Florinda Esteves Pires, natural de Penso, só com extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado no cemitério. // Com geração.
MONTEIRO, Francisco de Jesus. Filho de Maria Josefa Monteiro, solteira, de São Gregório, Cristóval. Neto materno de Bento José Monteiro e de Umbelina Rosa Domingues, do dito lugar. Nasceu a 7/3/1864 e foi batizado pelo padre José Manuel Lopes a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Rodrigues, casado, negociante, morador na Calçada de Cristóval, e Maria Teresa dos Santos, solteira, de São Gregório. // A 11/4/1867 foi apresentado por sua mãe à Câmara Municipal de Melgaço a fim de ser admitido na roda do concelho, o que aconteceu, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 268. // Nesse dia foi entregue à ama, a própria mãe, para o criar. // A 7/3/1871, em virtude de completar sete anos de idade, findou a ajuda da Câmara.
ALVES, Francisco de Jesus. Filho de Manuel José Alves (Morgado) e de Joaquina Gonçalves, lavradores, de Ladronqueira. Neto paterno de Manuel Alves e de Ana Maria Alves; neto materno de Manuel Gonçalves da Fonte e de Antónia Maria Vieites. Nasceu a 16/6/1871 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José António Vaz Carvalheira, da Jugaria, e Maria Domingues, de Ladronqueira, solteiros, lavradores. // Rural. // Casou na igreja de Fiães a 24/12/1899 com a sua conterrânea Maria Joaquina Domingues, de vinte e quatro (24) anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel Domingues e de Ludovina Gonçalves. Testemunhas presentes: Vitorino Domingues, solteiro, lavrador, do lugar da Candosa, e António Joaquim da Cunha, solteiro, lavrador, do lugar de Chão da Cancela. // Faleceu em Fiães a 15/2/1952. // Pai de Jaime de Jesus e de Manuel José Alves.
GONÇALVES, Francisco Joaquim. Filho de Manuel António Gonçalves e de Ana Luísa (ou Ana Maria) Rodrigues, rurais, moradores no lugar da Portela. N.p. de João Manuel Gonçalves e de Ana Ferreira, dos Moinhos; n.m. de João Manuel Rodrigues e de Francisca da Rocha, da Igreja. Nasceu em Paderne a 29/1/1839 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim e sua irmã, Joana, solteiros, filhos de Manuel José de Castro, da Portela, Paderne. // Camponês. // Casou na igreja do mosteiro a 22/4/1867, com Maria Joaquina, de 21 anos de idade, solteira, residente em Golães, filha de José Joaquim Gonçalves e de Marcelina Rosa Rodrigues, padernenses. Testemunhas: Manuel Gonçalves, casado, lavrador, irmão do noivo, e João Manuel Gonçalves, casado, mordomo da igreja. // Faleceu a 30/5/1905, em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, com todos os sacramentos, no estado de viúvo, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
LOURENÇO, Manuel Francisco. Filho de Manuel António Lourenço e de Teresa de Jesus Lourenço, lavradores, residentes em Sante. Neto paterno de José Joaquim Lourenço Lamego e de Manuela Lourenço; neto materno de Manuel Lourenço Lamego e de Maria Joaquina Pereira. Nasceu em Paderne a 11 de Dezembro de 1877 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Lourenço e sua mulher, Maria do Carmo Lourenço, proprietários, do lugar do Pinheiro. // Rural. // Casou na igreja do mosteiro a 10/2/1907 com a sua conterrânea Rosa do Rosário, de 32 anos de idade, solteira, filha de Domingos Joaquim Pereira Caldas e de Maria Albina de Sousa. // Ambos os cônjuges faleceram em Paderne: a esposa a 27/2/1955 e ele a 8/2/1960.
ROCHA, José Francisco. Filho de Domingos José da Rocha e de Rosa Gomes, trabalhadores, naturais da freguesia de São Jorge, Arcos de Valdevez. Nasceu na dita freguesia dos Arcos por volta de 1878. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, trabalhador, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 12/12/1909 com Maria do Rosário Martins, de 22 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, Melgaço, residente no lugar de Crastos, filha de Virgílio Martins e de Maria Rosa do Val, padernenses. Testemunhas: Manuel José da Rocha e Damião José da Rocha, casados, trabalhadores, residentes no lugar da Corga, Paderne. // Faleceu em Crastos, Paderne, a --/--/1935, com 56 anos de idade. // Com geração.
RODRIGUES, Francisco Joaquim. Filho de Luís António Rodrigues e de Rosa Maria Pires (ou Domingues), moradores no lugar de Aldeia. N.p. de Manuel António Rodrigues e de Rosa Maria Monteiro; n.m. de Maria Manuela Pires, solteira. Nasceu em Paderne a 18/10/1865 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Calheiros e sua esposa, Mariana Domingues, lavradores, de Prado. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Aldeia, quando casou na igreja do mosteiro a 8/1/1907 com a sua parente e conterrânea Gracinda Rosa Domingues, de 28 anos de idade, solteira, doméstica, filha de João António Domingues e de Maria de Jesus da Rosa, rurais, padernenses. Testemunhas: José António Rodrigues, casado, proprietário, morador no lugar de Pontiselas, e Manuel Joaquim Gregório, casado, mordomo da igreja. // Enviuvou a 9/1/1942. // Faleceu em Paderne a 20/11/1946. // Com geração.
LOURENÇO, Francisco Manuel. Filho de Manuel José Lourenço e de Mariana Álvares, moradores no lugar de Aldeia Grande. Nasceu em Parada do Monte por volta de 1854. // Lavrador. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja da sua freguesia a 31/7/1892 com Luísa Esteves, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, do sobredito lugar, filha de Manuel Esteves e de Rufina Esteves, camponeses. Testemunhas: Serafim Vieites, casado, camponês, do lugar do Casal, e Justino Esteves, solteiro, camponês, do lugar de Aldeia Grande. // Faleceu no lugar de Aldeia Grande a 18/12/1902, com 50 (!) anos de idade, sem quaisquer sacramentos da igreja católica, no estado de casado com Luísa Esteves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
FERNANDES, Francisco António. Filho de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu em Penso, e foi batizado em Paderne, por volta de 1817. // Lavrador. // Tinha 46 anos de idade, era viúvo de Felícia da Gaia Torres, quando casou na igreja de Penso a 12/7/1863 com Rosa, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, pensense, filha de Bento Ferreira de Passos e de Maria Joana Rodrigues. Testemunhas: Jerónimo do Carmo Domingues e Domingos José Esteves Reguengo, casados, rurais, de Barro Pequeno. // Tinha 51 anos de idade, estava viúvo de Rosa Ferreira de Passos, morava em Barro Pequeno, quando casou pela terceira vez, com a sua conterrânea, Maria Clemência, de 26 anos de idade, solteira, tecedeira, residente em Pomar, filha de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, rurais. Testemunhas: padre Manuel António Esteves Braz, vigário de Sá, Monção, e Manuel Luís Vilas, camponês, de Pomar, Penso. // Com geração.
PEDRAS, Custódio Francisco. Filho de Domingos Pedras e de Antónia Maria, jornaleiros, bracarenses. Nasceu em Celeirós, Braga, por volta de 1800. // Lavrador. // Tinha 60 anos (!), de idade, era viúvo de Maria Caetana Fernandes, de Remoães, quando voltou a casar, na igreja de Penso, a 29/10/1867, com Rosa Teresa, de 53 anos de idade, solteira, costureira, nascida em Penso e batizada na igreja de Paderne, moradora em Carreira, filha de João Manuel Esteves e de Maria Rita da Lama. Testemunhas: António José Fernandes, casado, pedreiro, de Alvaredo, e Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, de Cortinhas, Penso. // Morreu em Carreira, Penso, a 25/5/1884, com 84 anos de idade, no estado de casado com Rosa Teresa Esteves, e foi sepultado no adro da igreja de Penso. // Não deixou filhos «legítimos».
ROCHA, Francisco Joaquim. Filho de José da Rocha e de Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar de Telhada Pequena. N.p. de José Manuel da Rocha e de Rosa Maria Esteves; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Ana Joaquina Esteves Reguengo. Nasceu em Penso a 31/7/1876 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: a sua avó paterna e António Joaquim da Rocha, solteiro, rural. // Casou na igreja de Penso a 11/7/1895 com Rosa Pires, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Luís Manuel Pires e de Maria José Rodrigues. Testemunhas presentes: Manuel Caetano da Rocha, solteiro, negociante, e António da Rocha, solteiro, lavrador, ambos naturais de Penso. // Em 1913 foi nomeado zelador da freguesia . // A sua esposa faleceu em Penso a 25/6/1939. // Voltou a contrair matrimónio, na mesma igreja, a 14 de ------------- de (1940?), com Maria da Piedade Fernandes, solteira, camponesa, também conterrânea. // Morreu em Penso a 28/12/1963.
CALHEIROS, Francisco Manuel (Padre). Filho de José Maria Soares Calheiros e de Maria Benedita Durães Vaz Torres, moradores no lugar da Corredoura, Prado. Neto paterno do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neto materno de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a 8/8/1830 e foi batizado na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros, do lugar de Galvão de Baixo, SMP, e Joana Rosa Vaz Torres, do lugar da Corredoura, Prado. // Morreu a 3/7/1894; foi encontrado com a cara metida num rego de água – presume-se que sofreu uma congestão cerebral.
ESTEVES, Francisco Manuel. Filho de José António Esteves (*) e de Rosa Maria de Araújo, moradores no lugar de Santo Amaro. Neto paterno de Caetano Esteves e de Maria Josefa Pinheiro, do dito lugar; neto materno de João António de Araújo e de Maria Fernandes, do lugar das Carvalhiças, SMP. Nasceu em Prado a 26/12/1844 e foi batizado pelo padre LMMMA dois dias depois. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 12/2/1877 com Maria Rosa Lourenço, de 29 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar de Barata, São Paio, filha de Rita Joaquina Lourenço, solteira, lavradora, do mesmo lugar. Testemunhas presentes: Manuel José Vaz, casado, rural, do lugar da Breia; e Vitorino Joaquim Domingues Salgado, solteiro, rural, do lugar do Cerdedo. // Morreu antes de 1907, pois nesse ano, a 1 de Fevereiro, faleceu a sua viúva. // Pai de Fabiano José Esteves. /// (*) José António Esteves faleceu em 1867.
DURÃES, Francisco José. Filho de Bernardo António Durães e de Maria Luísa Rodrigues, moradores em Oleiros. N.p. de Manuel Durães e de Maria Fernandes, do lugar do Crasto; n.m. de Bernabé Rodrigues e de Maria Veloso, de Oleiros. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 3/2/1820 com Maria Teresa, filha de António José Meixeiro e de Maria Gertrudes Alves, do lugar de Bilhões. // Testemunhas: António Joaquim Rodrigues, solteiro, de Oleiros, e seu sobrinho, João Manuel Durães, solteiro, também de Oleiros, e ainda o mordomo da igreja, José António Domingues. // Faleceu em Bilhões a 16/2/1861, com 70 anos de idade, casado com a dita Maria Teresa, com todos os sacramentos, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
DOMINGUES, Francisco José. Filho de Manuel António Domingues e de Maria Rosa Lourenço, rurais, moradores no lugar da Cela. N.p. de Manuel Domingues e de Páscoa Esteves. Nasceu em Rouças por volta de 1821. // Lavrador. // Tinha 39 anos de idade quando casou na igreja de Rouças a 30/5/1860 com Damiana Rosa, de 21 anos de idade, solteira, filha de Bento Manuel Quintela e de Maria Rosa Domingues, rurais, do lugar da Cela; neta paterna de Manuel António Quintela e de Maria Rosa Durães, e neta materna de Joana Teresa Domingues, solteira, do lugar do Porto. Testemunhas: padre José Bernardino Durães, do lugar da Igreja, e o padre Manuel José de Sousa, de Bilhões. // Faleceu no lugar da Cela a 26/7/1884, sem sacramentos, por ter morrido de repente, com 63 anos de idade, casado com a dita Damiana Rosa, sem testamento, com cinco filhos, e foi sepultado no cemitério.
FERNANDES, Francisco José. Filho de Domingos José Fernandes e de Rosa Maria Domingues, lavradores, roucenses. Nasceu em Rouças por volta de 1835. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar do Sobral, quando casou na igreja de Rouças a 24/5/1865 com Ana Joaquina, de 31 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar dos Peres, filha de Manuel António da Silva e de Isabel Maria Esteves, rurais. Testemunhas: António Domingues, casado, e António Caetano de Castro, solteiro, ambos lavradores, residentes no lugar da Igreja. // Morreu a 21/7/1905, no lugar dos Peres, com os sacramentos da penitência e da extrema-unção, com 70 anos de idade, no estado de casado com Ana Joaquina da Silva, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
CASAL, Francisco José. Filho de José Joaquim Domingues Casal e de Custódia Maria Dias, lavradores, residentes no lugar de Sante. Nasceu por volta de 1845 ou 1848. // Lavrador. // Casou a 26/1/1882 com a sua parente em 4.º grau de consanguinidade, Vicência Dias, de 37 anos de idade, solteira, jornaleira, filha de Maria Rosa Dias, moradora em Sante. Testemunhas: Manuel José Lourenço, casado, proprietário, morador no lugar do Pinheiro, Paderne, e Manuel Joaquim Alves de Macedo, casado, artista, morador em Sante. // Nota: os noivos reconheceram como filhos a Manuel Joaquim, nascido a 21/1/1875 e batizado a 24, e a Ermelinda da Conceição, nascida a 4/6/1879 e batizada a seis. // Morreu no lugar de Sante a 6/1/1891, com todos os sacramentos, com 43 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial.
ARAÚJO, Francisco Manuel. Filho de João António de Abreu Cunha Araújo e de Maria Francisca Moreira da Cunha Rego, proprietários. Neto paterno de João António de Abreu Cunha Araújo, cavaleiro do Hábito de Cristo e capitão-mor de Melgaço, e de Maria Luísa dos Reis; neto materno de José António Moreira e de Ana Tomásia da Cunha Rego, de Monserrate, Viana do Castelo. Nasceu na Casa do Rio do Porto a 30/1/1830 e foi batizado a 10 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira e sua esposa, Maria José da Cunha Rego, tios maternos do neófito, moradores intramuros. // Faleceu no estado de solteiro, a 1/9/1864, no lugar onde nascera, e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças.
ABREU, Francisco Xavier. Filho e herdeiro de António Xavier Marinho Gomes de Abreu. Nasceu em Viana a 22/3/1816. // Casou em 1853 com Catarina B. Sena Cardoso Pinto de Morais Sarmento, filha de Manuel José Cardoso Pinto, cavaleiro professo na Ordem de Cristo e coronel de milícias do Grão-Pará. // Foi o quinto administrador da capela da Pastoriza e vínculo do Louridal, cuja anulação requereu em 1832 e lhe foi concedida por D. Miguel em 31 de Março desse ano. // Foi este fidalgo que vendeu as terras do morgado do Louridal, por 420.000 réis, a António Máximo Gomes de Abreu, que não as chegou a usufruir, sendo as mesmas vendidas ao comendador Carlos João Ribeiro Lima a 20/4/1860. // Faleceu em 1862.
SOUSA, Francisco José (Gonçalves e). Filho de Rita Joaquina de Sousa. // Em 1820 estava estabelecido por conta própria com loja de mercearia no lugar de São Gregório, Cristóval; depois de 1839 abriu uma loja na Vila, SMP, no Campo da Feira de Dentro, onde anos mais tarde esteve instalado o Café Melgacense . // Segundo o Dr. Augusto César Esteves, (ele combateu ao lado de D. Pedro IV contra o exército de D. Miguel). Depois de terminada a guerra civil trabalhou na Câmara Municipal onde desempenhou o cargo de vereador fiscal. // Desde 13/3/1844 explorava, como rendeiro, as pesqueiras outrora pertencentes ao mosteiro de Paderne e desde 1825 na posse da família Velho Moscoso, da Brejoeira. Morava na Vila.
FERNANDES, Francisco (Padre). Filho de José Fernandes e de Isabel Maria Fernandes, ela de Cainheiras e ele de Mareco, onde moravam. N.p. de Manuel Fernandes e de Ana Rosa Esteves; n.m. de Sebastião Fernandes e de Anastácia Afonso. Nasceu em Castro Laboreiro a 28/3/1885 (*) e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Alves e sua mulher, Isabel Gonçalves, de Dorna (assistiu ao ato, com procuração do padrinho, o padre cura José António Afonso). // A 18/7/1905, sendo estudante do 2.º ano do Curso Teológico, no seminário de Braga, serviu de testemunha na boda de Bernardo António Pereira de Castro e de Ludovina Rosa Domingues, realizada na casa do noivo, em Eiró, Rouças. // A 5/9/1907, na igreja de Lamas de Mouro, ainda era estudante minorista, foi padrinho de Laura de Jesus Domingues (1907-1997). // Ainda em 1907 concluiu, em Braga, o 3.º ano do dito Curso (Jornal de Melgaço n.º 689). Tomou ordens de subdiácono nesse ano (JM 702). Foram-lhe concedidas ordens sacras de presbítero em 1908 (JM 753). Cantou missa nova na igreja da sua terra a 4/10/1908. Assistiram à missa, além de outros, o político João Pires Teixeira, da Vila de Melgaço, os párocos de Fiães, Lamas de Mouro, Rouças, Prado, Cubalhão, o Dr. Manuel Gonçalves, o comendador Matias de Sousa Lobato, os padres João Nepumoceno Vaz, Manuel José Rodrigues, Manuel José Esteves, José António Alves e José António Afonso. // Morreu na vila de Castro Laboreiro a 20/2/1940. /// (*) No seu registo de óbito está escrito que ele morreu com 65 anos de idade; se estivesse correto, teria nascido em 1875.
Filho de Miguel Caetano Álvares e de Antónia Maria de Araújo Azevedo Gomes (Poderé). Neto paterno de António Álvares e de Maria Soares; neto materno de Manuel de Castro Gomes e de Mariana de Araújo Simões. Nasceu em Chaviães em Maio de 1787. // Os seus pais fizeram-lhe património, a fim de seguir a carreira eclesiástica, a 15/10/1808, quando já recebera as ordens menores. // Ainda estudante de teologia, enamorou-se de Maria Joaquina de Magalhães, solteira, da Vila, e ambos geraram duas crianças: Maria Joaquina e Francisco Luís. // Ele quis casar, mas a família não deixou, sobretudo seu tio paterno, padre Diogo Manuel Álvares, levando-o para Braga, a fim de terminar o curso. // Um dia resolve embarcar para África, para Angola, mas morre pelo caminho, talvez atirando-se ao mar. // O Dr. Augusto César Esteves, em «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», volume I, página 588, escreveu: «O seu nome de moço anda ligado a uma aventura amorosa com uma das senhoras da Casa dos Magalhães, de São Julião de Baixo (…); no entanto, o padre Francisco Manuel, com ajudas e incentivos dos seus expatriou-se…» // Faleceu a 14/1/1820. // Conta-nos o dito Dr. Augusto César Esteves, na página citada: [e segundo constou na terra natal deu-se o decesso «na viagem de Angola que afogou que andava embarcadiço por capelão e se soube por cartas que de lá vieram; se lhe fez o seu funeral nesta igreja (e) ofícios na forma do costume desta freguesia.»] // (ver os seus descendentes na Vila de Melgaço, no apelido Magalhães).
BARBEITOS, Manuel Francisco. Filho de Luís Manuel Barbeitos, natural de Barbeita, Monção, e de Elvira Guilhermina da Piedade (*), natural da freguesia das Mercês, concelho de Lisboa. Nasceu em Barbeita, Monção, por volta de 1868. // Sapateiro. // Tinha 21 anos de idade incompletos, era sapateiro, quando o padre Elias de Jesus Marques o casou a 4/6/1888, na igreja de SMP, com Albina da Conceição Alves, de 36 anos de idade, natural da Vila de Melgaço, moradora na Rua Direita, filha de Teresa Joaquina Alves, e mãe de Baltazar José da Rocha, de Belchior Herculano da Rocha, entre outros. Testemunhas presentes: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e João Fernandes, casado, tacheiro, de SMP. // Enviuvou a 19/7/1905. // Casou em segundas núpcias com Almerinda Augusta Pereira, natural de Paderne, filha de Manuel José Esteves Pereira e de Albina Augusta de Barros (exposta), e tia do popular Flórido Augusto Esteves (1911-2000), carpinteiro, a residir na Assadura. // Do 1.º casamento nasceram três filhos: Vitorino de Jesus Maria (1888-1963); Júlia da Conceição (1892-1896); e João Manuel (1894-1963). // Do 2.º matrimónio nasceram: Preciosa de Jesus (1915- ), Rosendo (foi sapateiro no Peso)… // Nota 1: Manuel Francisco Barbeitos era irmão de Adriano [Vicente] Barbeitos, que casou na igreja de Penso a 27/10/1889 com Maria Joaquina Afonso, natural de Penso. // Nota 2: era também irmão de Júlia Barbeitos, nascida em Barbeita, Monção, por volta de 1863, a qual faleceu em Penso a 21/1/1894, com apenas 31 anos de idade, no estado de solteira. /// (*) Elvira Guilhermina da Piedade faleceu a 4/10/1893, em sua casa de morada, sita no lugar de Barro Grande, freguesia de Penso, concelho de Melgaço, com todos os sacramentos da igreja católica, com 68 anos de idade, no estado de viúva de Luís Manuel Barbeitos, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial de Penso.