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Outorgantes: Emilio Gerardo Alves Vieira Lisboa; segundos outorgantes: Maria Rita Pereira Sa Sotomaior Vieira Lisboa, Emilia Carolina Sotomaior Vieira Lisboa Saraiva Menes es, Eugenio Augusto Lisboa Saraiva Meneses, Pedro Vieira Lisboa, Carolina Rosa Vieira Lisboa, Ana Joaquina Sotomaior Vieira Lisboa. Notário: Alfredo António Teixeira Ribeiro
Nasceu no Recife, a 25 de dezembro de 1867, faleceu em Washington, a 24 de março de 1928. Foi um escritor, crítico literário, diplomata, historiador e jornalista brasileiro. Representou o Brasil em diversos países e foi professor-visitante na Universidade Harvard. Membro-fundador da Academia Brasileira de Letras. Educado em Lisboa desde a mocidade, familiarizou-se com os diplomatas brasileiros que serviam em Portugal, especialmente com Lopes Gama, o Barão de Carvalho Borges e o Barão de Aguiar de Andrada para os quais prestou serviços de cópias de ofícios e notas. Frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e estudou no Colégio Lazarista o curso de Humanidades. Oliveira Lima aproveitou sua permanência na antiga metrópole para dedicar-se a profundas pesquisas de caráter histórico. In: https://www.academia.org.br/academicos/oliveira-lima/biografia
Correspondência recebida pela Administração do Concelho de Guimarães remetida por diversos organismos, nomeadamente:Comando Centro de Alistamento de Reserva de Marinheiros da Armada, Regime de Infantaria n.º 20 de Guimarães, Governo Civil de Braga, Ministério da Marinha Administração do Concelho de Vila do Conde, Repartição da Policia Administrativa de Lisboa, Repartição da Junta Administrativa de Lisboa, Secretaria da Guerra, Ministério da Justiça e dos Cultos, Junta Geral do Distrito de Braga, Secretaria do 3.º Grupo de Companhias de Saúde, Distrito do Recrutamento n.º 20, , Direção de Policia Administrativa, Administração do Concelho de Fafe, Misericórdia de Guimarães, etc. A folhas 8 contém cópia de um ofício da Policia Cívica de Braga de uma queixa por roubo naquela repartição de uma patroa de toleradas contra uma sua meretriz. De folhas 7 a 17 contém um processo sobre a entrega da chave da igreja de Santa Clara e dos objetos que ali se encontravam com relação desses bens.
Tabelião João Vasques. Tem insertas: - carta de privilégio do infante D. Pedro que manda ao caudel de Guimarães, João Esteves da Ponte, para que os caseiros e beneficiados da Igreja de Santa Maria de Guimarães não sejam obrigados a usarem armas e irem aos alardos, durante dois meses a contar da data deste privilégio. Feita por João de Lisboa. 6 de Agosto de 1432, - carta de privilégio do infante D. Pedro, sendo notificado pelo prior e Cabido da Igreja de Santa Maria de Guimarães, por os caseiros e beneficiados serem obrigados a irem aos alardos, que manda que se os ditos caseiros e privilegiados nos últimos dez anos não tivessem sido obrigados a esse encargo, que o não fossem também a partir da data deste privilégio. Feita por João de Lisboa. 8 de Setembro de 1432.
Refere-se ao subsídio do estado para o Arquivo, à celebração do "Diário de Lisboa" da mentira do 1.º de Abril com a notícia de um duelo entre Alfredo Pimenta e Afonso Lopes Vieira a propósito da edição da "Lírica" de Camões por José Maria Rodrigues e à nota de Alfredo Pimenta sobre o antissemitismo na Alemanha. A Questão do duelo com Afonso Lopes Vieira - O Diário de Lisboa celebra a mentira do 1 de Abril de 1933 com a notícia, acompanhada de uma fotografia ‘composta’, de um duelo entre Alfredo Pimenta e Afonso Lopes Vieira, a propósito da reação deste à crítica de Alfredo Pimenta sobre edição da Lírica de Camões do Doutor José Maria Rodrigues. Efetivamente Afonso Lopes Vieira apoiara José Maria Rodrigues, enquanto Ricardo Jorge secundou Alfredo Pimenta.
Sugere a realização de um inquérito para esclarecer as notícias divulgadas a coberto da menção "fontes partidárias". Alerta a Juventude Centrista para o facto da autonomia ter limites precisos e a liberdade de opinião e de crítica ter regras para se exercer dentro de um partido democrático. Em anexo, ofício 447/P/88 do Presidente da Juventude Centrista, Manuel Monteiro, a condenar atitude da Comissão Política da Federação de Lisboa. Informa da abertura de um inquérito, no sentido de averiguar como e quem divulgou para RTP a nota interna da Comissão Política de Federação de Lisboa e reforça que a Juventude Centrista tudo fará no sentido de impedir que a imagem do CDS seja posta em causa.
Manifesta apoio a Alfredo Pimenta e a concordância com a sua defesa no jornal "A Voz", respeitante à divergência de opiniões com o patriarcado em relação à guerra. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Tabelião João Vasques. Tem insertas: - carta de privilégio do infante D. Pedro que manda ao caudel de Guimarães, João Esteves da Ponte, para que os caseiros e beneficiados da Igreja de Santa Maria de Guimarães não sejam obrigados a usarem armas e irem aos alardos, durante dois meses a contar da data deste privilégio. Feita por João de Lisboa. 6 de Agosto de 1432, - carta de privilégio do infante D. Pedro, sendo notificado pelo prior e Cabido da Igreja de Santa Maria de Guimarães por os caseiros e beneficiados serem obrigados a irem aos alardos, que manda que se os ditos caseiros e privilegiados nos últimos dez anos não tivessem sido obrigados a esse encargo, que o não fossem também a partir da data deste privilégio. Feita por João de Lisboa. 8 de Setembro de 1432.
Contém cartas e um telegrama de Telmo Mouta Felgueiras para Alfredo Pimenta acerca de um panfleto anónimo sobre a Legião Portuguesa, da publicação de um retrato de Fernando Pessa num número do Mundo Gráfico, de repetir em Lisboa a conferência que Alfredo Pimenta deu no Porto, da cópia do panfleto da Liga Anti-Nazi e Anti-Fascista a Salazar, das declarações de Silva Dias n’ “Acção” sobre a questão da monarquia para os jovens, dos artigos de Alfredo Pimenta e Caetano Beirão, do discurso de João do Amaral, da distribuição da conferência “Palavras à juventude” nas livrarias em Lisboa, de um texto que a embaixada inglesa distribui aos ingleses sobre a invasão de Timor nas conversas com portugueses, da reeleição do general Carmona, dos acontecimentos com Alves da Cunha e Marques Mano, do convite que lhe foi feito por França Vigon e do discurso que proferiu.
Considerando que «a expansão dos nossos centros urbanos tem-se dado quase sempre sem o prévio estabelecimento de um critério superior que a oriente, subordinando-se apenas às necessidades da oportunidade, com manifesta desvantagem para o interesse coletivo, que é mal servido na estética, na higiene e economia», pelo decreto-Lei n.º 22.444, de 1933-04-10, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações encarregou o premiado arquiteto urbanista francês Donat-Alfred Agache de proceder ao estudo preliminar da urbanização da «larga zona de terrenos que vai ser aberta à urbanização e à exploração turística pela construção da estrada marginal entre Lisboa e Cascais». Enquadrar-se-ia, assim, na perspetiva integrada de um plano urbanístico, a preservação de uma área de expansão privilegiada da capital, que a partir de 1927, com a criação da zona de jogo permanente do Estoril e a inauguração do Hotel Palácio e do Casino, em 1930 e 1931, respetivamente, se assumiu enquanto destino turístico de primeira ordem. A Lei n.º 1.909, de 1935-04-22, ao definir as circunscrições da região que, abrangendo parte dos concelhos de Lisboa, Oeiras e Cascais, se passou a apelidar oficialmente de Costa do Sol, regularia, também, a sua urbanização de acordo com um Plano aprovado pelo Governo, sob a supervisão do Gabinete do Plano de Urbanização da Costa do Sol. Este organismo, com administração autónoma e de caráter temporário, dependia do Ministério das Obras Públicas e Comunicações, vindo, depois, a ser regulado pelo Decreto n. º 26.762, de 1936-07-09. O Plano de Urbanização da Costa do Sol (PUCS) foi coordenado por Agache até ao final do primeiro mandato de Duarte Pacheco enquanto Ministro das Obras Públicas e Comunicações, em 1936, apenas voltando a ganhar novo alento por ocasião do regresso deste estadista ao Ministério, dois anos depois, quando encarregou Etienne de Gröer - que já se encontrava incumbido do Plano Diretor de Urbanização de Lisboa e do Plano da Vila de Sintra - da sua revisão. Enquanto Agache determinara a conceção de um projeto integrado à escala regional, marcado, como definido, por uma via panorâmica de fruição ao longo do litoral - a Estrada Marginal - mas também por uma autoestrada, paralela à costa, num traçado interior, De Gröer focar-se-ia, sobretudo, na malha fina dos aglomerados urbanos. Em 1946 o PUCS já estava concluído, vindo a ser aprovado dois anos depois, pelo Decreto-lei n.º 37.251, de 1948-12-08, que também decretou a extinção do Gabinete do Plano de Urbanização da Costa do Sol. Sendo considerado «o início de uma orientação que viria a abranger, a breve trecho, todo o território nacional», previa-se que fosse revisto de 5 em 5 anos. Todavia, tal só veio a acontecer em 1959, pelo que, com as devidas alterações, se manteve em vigor até à década de 1990, por ocasião da ratificação dos Planos de Diretores Municipais de Cascais e Oeiras. O PUCS assumiu-se, assim, como um documento determinante para a imposição do urbanismo na aceção que hoje lhe atribuímos, definindo os elementos estruturantes de uma região alargada, com vista à sua expansão de forma ordenada e concorrendo ativamente, para um planeamento à escala das grandes regiões.
Norberto Moreira de Araújo, igualmente conhecido como Norberto de Araújo (Lisboa, 25 de abril, 1889 — 24 de novembro, 1952) foi um jornalista, tradutor e escritor português. Aos 14 anos, tendo já perdido os pais, emprega-se na Imprensa Nacional, tendo recebido um prémio no final da sua aprendizagem. Terminou um curso liceal, e entrou no Curso Superior de Letras. Entrou na carreira jornalística com o apoio de Luís Derouet, director da Imprensa Nacional, que ficou impressionado com duas conferências que Norberto de Araújo realizou naquela instituição. Torna-se redactor no jornal O Mundo, passando, pouco depois, para o diário A Manhã, onde se distinguiu como jornalista. Em seguida, transitou para o Diário de Notícias, onde fez várias reportagens em Itália após a Primeira Guerra Mundial. Posteriormente, passou para o Diário de Lisboa, tendo continuado a fazer reportagens no estrangeiro. Acompanhou o presidente António José de Almeida numa visita ao Brasil, e, em 1935, acompanhou Óscar Carmona a Espanha. Cobriu, igualmente, a visita de D. Amélia ao Panteão de São Vicente. Como escritor, celebrizou-se pelas obras sobre a cidade de Lisboa, como as Peregrinações de Lisboa e o Inventário de Lisboa (1944-1956), tendo produzido várias marchas populares. Escreveu, igualmente, um livro de versos durante a sua juventude. Também se encontra colaboração da sua autoria no semanário Goal (1933) dirigido por Alves Redol, na revista Ilustração (1926-), no semanário Repórter X (1930-1935), na Revista Municipal (1939-1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa e no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945). No cortejo histórico dos festejos do VIII centenário da Tomada de Lisboa aos mouros, a letra da Grande Marcha do Centenário, que, no ano de 1947 foi cantada por Amália Rodrigues, foram seus autores Raul Ferrão e Norberto Moreira Araújo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Norberto_de_Ara%C3%BAjo
O registado:Inês Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1869/08/02 Pai: João Baptista Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Isabel, Lisboa Mãe: Joaquina Vieira da Cunha Cardoso Naturalidade (freguesia e concelho): São Bartolomeu de Vila Cova, Fafe Avós paternos: João Baptista Felgueiras e Maria do Carmo Moreira de Sousa Avós maternos: António Vieira Cardoso e Joaquina Vieira da Cunha Vieira Cardoso
O registado: Bento Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Data de nascimento: 1877/02/08 Pai: João Augusto de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): São Jorge, Lisboa Mãe: Maria Joaquina da Luz Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora dos Anjos de Valença do Minho, Valença Avós paternos: Henrique José de Castro e Maria Joaquina de Melo e Castro Avós maternos: Jose Luís Pinheiro e Isabel Ventura Pinheiro
O registado: Maria Pia Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro de Azurém, Guimarães Data de nascimento: 1863/09/11 Pai: José Joaquim Machado Ferrás Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Cristina de Longos, Guimarães Mãe: Carolina Cândida Pereira de Magalhães Naturalidade (freguesia e concelho): São Mamede de Lisboa Avós paternos: António Duarte Machado Ferrás e Ana Maria Rosa Avós maternos: Félix Pereira de Magalhães e Ponciana Maria de Sousa
Confirma que o ministro recebeu o trabalho de Alfredo Pimenta sobre a conquista de Lisboa e atribui o facto de não ter sido agradecido a um lapso do gabinete. Refere que já foram publicados, no "Diário do Governo", os Estatutos da Academia Portuguesa da História. Indica que os primeiros vinte e cinco académicos titulares são de nomeação ministerial e comunica o convite do ministro para que Alfredo Pimenta seja um deles.
Carlos de Ornellas Lopes Banhos, mais conhecido por Carlos de Ornellas (Angra do Heroísmo, 4 de março de 1897 - Lisboa, 15 de agosto de 1963), mais conhecido por Carlos d'Ornellas, nome com que assinava as suas publicações, foi um jornalista, escritor e empresário da imprensa escrita. Sargento do Exército Português, integrante do Corpo Expedicionário Português que combateu na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial, abandonou a vida militar para se dedicar ao jornalismo e à escrita. https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_de_Ornellas
Sentença cível de arrematação do Casal do Paço Vedro com todas as suas pertenças, situado na freguesia de Salvador de Louredo, Póvoa de Lanhoso, passada a requerimento do arrematante Fulgencio José da Costa Guimarães, da cidade de Guimarães, extraída dos Autos de Execução de Sentença, procedente do Tribunal Comercial de segunda instância em Lisboa, em que foi exequente o bacharel José Joaquim da Silva Areias, médico na cidade de Guimarães e executados dona Maria do Carmo Faria Vilela, irmã e marido desta.
O registado: Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Vicente de Fora, Lisboa Data de nascimento: 1885-03-16 Pai: Manuel Joaquim Ferreira de Barros Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Briteiros, Guimarães Mãe: Ana Emília Marques Antunes Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Briteiros, Guimarães Avós paternos: António Ferreira de Barros e Maria Rosa de Freitas Avós maternos: António Joaquim Antunes e Custódia Maria Marques
Informa que uma doença do pai o impediu de escrever mais cedo. Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para diretor da Torre do Tombo e pela carta, transcrita no “Diário de Lisboa”, em que Alfredo Pimenta critica a proposta apresentada por Botelho Moniz na Assembleia Nacional. Lamenta que, no Porto, não exista nenhum jornal monárquico. Faz referência à eventual publicação de um terceiro volume de “Estudos Filosóficos e Críticos”.
O registado: Carlos Naturalidade (freguesia e concelho): [São Tomé de Caldelas, Guimarães] Data de Nascimento: 1903-01-31 Pai: Custódio Manuel Baptista da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): São Martinho de Monsel, Póvoa de Lanhoso Mãe: Amélia Augusta Pereira Gouveia Naturalidade (freguesia e concelho): Santos o Velho, Lisboa Avós paternos: Manuel José Baptista da Silva e Maria Lina Avós maternos: Gaspar Pereira de Gouveia e Emília Maria de Oliveira
Lamenta a rejeição da sua proposta para criação, em Portugal, de um instituto ou fundação, para fins de investigação e formação política, mediante a ajuda e assistência da Fundação Hans Seidel. Critica o facto da Fundação Hans apoiar a constituição, em Lisboa de um organismo do mesmo tipo, mas entregando-o a figuras políticas e militares quase todas ligadas ao antigo regime ditatorial. Pede-lhe esclarecimentos.
Tece comentários elogiosos à "Gil Vicente". Refere-se à viagem de Manuel Alves da Oliveira ao Brasil. Comunica que enviou material de propaganda das praias do Brasil. Pede para lhe arranjar uma foto do Tribunal da Relação de Lisboa, uma vez, que não é possível arranjar-se a Casa de Suplicação. Tem em anexo o cartão de visita João Gualberto de Oliveira a agradecer o envio da "Gil Vicente".
Contém os seguintes documentos: Ofício do jornal poveiro "Ala Arriba" dirigido a Freitas do Amaral, solicitando o envio de uma mensagem para ser publicada no número especial do jornal, no qual vão dar relevo aos seis poveiros que se encontram, em Lisboa, a ocupar cargos oficiais. Mensagens com correções manuscritas de Freitas do Amaral, para o dito jornal. Alude para a vitória da Aliança Democrática nas eleições legislativas e para o cumprimento das promessas eleitorais. Contém despachos.
Pergunta a razão pela qual ainda não lhe escreveu sobre a visita do Diretor Geral. Informa que o solicitador Faria ainda não foi para Lisboa ficando a sua carta nessa parte sem efeito. Comenta o artigo do Caetano Beirão no "Bazar" e elogia o de Ricardo Jorge publicado no "Diário de Notícias" e os "Novos Estudos" de Alfredo Pimenta sobre referido Ricardo Jorge. Pedido sobre serviço militar.
O registado: Emília Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1902/06/11 Pai: Francisco António Teles de Meneses e Castro Naturalidade (freguesia e concelho): Carâmos, Felgueiras Mãe: Adelaide Norônha Pinto Coelho Vieira da Silva Guedes de Simões Naturalidade (freguesia e concelho): Lisboa Avós paternos: António José Teles de Castro e Mequilina Rosa Moreira Teles Avós maternos: Domingos Pinto Coelho Pereira da Silva Guedes de Simões e incógnita
Dá os parabéns a Alfredo Pimenta por o seu livro "Elementos de H[istória] de P[ortugal"] ter sido adotado para o ensino. Participa que leu nos jornais que Alfredo Pimenta está a trabalhar numa nova edição (3.ª). Oferece-se para completar a lista dos missionários que partiram de Lisboa desde do reinado de D. João III até ao reinado de D. José I e para elaborar outra lista sobre a expulsão de todos os missionários.
O registado: Mariano Naturalidade (freguesia e concelho): São Romão de Mesão-Frio, Guimarães Data de nascimento: 1884-02-08 Pai: Nicolau Máximo Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Catarina, Lisboa Mãe: Bernardina Adelaide da Rocha Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Oliveira, Guimarães Avós paternos: João Batista Felgueiras e Maria do Carmo Moreira Avós maternos: José Joaquim da Rocha e Maria Libania da Costa Rocha
O CDS justifica porque votou contra a moção apresentada pelo PCP acerca do reconhecimento do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) por parte do governo Português; explica a abstenção da proposta da UDP; defende a aceitação do princípio da representação proporcional nas eleições para a Assembleia Constituinte (Sessão 107, em 4/2/76. Publicado no n.º 108 do Diário da Assembleia Constituinte. Lisboa, 5/2/76 - pág. 3539,3544, 3551/2/3).
Traslado de carta de ordem vinda do Supremo Tribunal de Justiça sobre onde se acham pendentes um autos cíveis de conflito de jurisdição entre os juízes de direito da comarca de Guimarães e da primeira vara da cidade de Lisboa acerca da petição de Maria Celestina de Chardonai, Luísa Maria de Chardonai e o bacharel Francisco Ferreira Coelho do julgado de Santo Tirso, como tutor da demente Joana Maria de Chardonai.
Caetano Henriques Pereira Faria Saldanha de Vasconcelos e Lancastre (26 de Julho de 1877 - 04 de Junho de 1960), Conde das Alcáçovas, Conde de Cuba, Visconde do Torrão e Senhor do Paço das Alcáçovas foi Par do Reino, Oficial-Mor e Aposentador-Mor da Casa Real, Vedor da rainha D. Amélia e Moço-fidalgo da Casa Real. Era Doutorado em Filosofia pela Escola Politécnica de Lisboa. In: https://monarquiaportuguesa.blogs.sapo.pt/caetano-henriques-pereira-faria-636834
1.º outorgante: João de Almeida Branco; António Ferreira; e Manuel Gonçalves 2.º outorgante: Maria Glória Pinto Guimarães e marido Joaquim Alves Mendes 3.º outorgante: Joaquim António Ribeiro Guimarães e mulher Maria Alzira Teixeira de Magalhães 4.º outorgante: Francisco Machado Ribeiro Guimarães Por óbito de: Maria da Conceição Pinto Lisboa Herdeiros: Maria da Glória Pinto Guimarães; Joaquim António Ribeiro Guimarães; e Francisco Machado Ribeiro Guimarães Livro Nº 423-13
O registado: Domingos Naturalidade (freguesia e concelho): São João de Ponte, Guimarães Data de nascimento: 1897-05-08 Pai: Custódio Manuel Batista da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): São Martinho de Monsul, Povoa de Lanhoso Mãe: Amélia Augusta Pereira de Gouveia Naturalidade (freguesia e concelho): Santo o Velho, Lisboa Avós paternos: Manuel José Batista da Silva e Maria Lina Avós maternos: Gaspar Pereira de Gouveia e Emília Maria de Oliveira
Refere-se a aspeto gráfico das separatas. Pede para enviar o número da revista de onde extraiu a referida separata ao Jacinto Del Caso e ao adido cultural da embaixada de Espanha. Informa que está zangado com Manuel Alves de Oliveira por não o ter visitado quando esteve em Lisboa. Comunica que as "Semanas" se realizam nos primeiros dias de abril e que espera encontrá-lo.
Dá conhecimento da carta que enviou para a casa de Alfredo Pimenta, em Lisboa. Transcreve a carta anterior, na qual pede a Alfredo Pimenta uma recomendação para Émile Reynaud que irá fazer exame de admissão ao Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. Identifica os membros do júri. Destaca a amizade de Alfredo Pimenta com Caetano Beirão, presidente do júri. Alega que o recomendado precisa da benevolência do júri por causa da sua timidez.
Pede-lhe para enviar os livros para lá. Diz-lhe que esteve lá o presidente da Câmara e que podia ter levado os livros. Acrescenta que só pensa ir à casa da Madre de Deus lá para Agosto de modo que gostava de receber agora os livros em Lisboa e que assim que os tiver fará a nota bibliográfica. Pede ainda para lhe enviar o requerimento para ir tratando do assunto relativa a Creixomil.
Regozija-se que Alfredo Pimenta tenha enviado a cópia do panfleto da Liga Anti-Nazi e Anti-Fascista a Salazar. Lamenta que a conferência do Porto não possa ser repetida em Lisboa. Faz referência e uma pequena parte que foi retirada a pedido de Salazar. Destaca alguns artigos e elogia Caetano Beirão. Critica as declarações de Silva Dias n’ “Acção” sobre a questão da monarquia para os jovens.
Faz referência a artigos de Alfredo Pimenta, a Caetano Beirão e ao discurso de João do Amaral. Critica a forma como está a ser distribuída a conferência “Palavras à juventude” nas livrarias, em Lisboa. Acusa a embaixada inglesa de hipocrisia por causa de um texto que distribui aos ingleses com instruções sobre a forma como devem referir-se à invasão de Timor nas conversas com portugueses. Analisa a reeleição do general Carmona. Questiona os acontecimentos relacionados com Alves da Cunha e Marques Mano.
Prazo que fez o Cabido de um campo chamado Almoinha no lugar da Carrapatosa, onde um dia se chamou Hortas do Prior, com privilégio das tábuas vermelhas, a Pedro de Melo e Ataíde e sua mulher Dona Isabel Catarina Caetana de Meneses e Faro, moradores na cidade de Lisboa Ocidental. Foi procurador Manuel Coelho de Vasconcelos, cavaleiro professo da ordem de cristo, morador na Carrapatosa.
Visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os jogos de futebol, " Campeonato Nacional de Voileibol"- Guimaraes - Masculino - Desportivo Francisco de Holanda - Belenenses no dia 6 de Maio de 1967 - Feminino - C. A.R - Sporting de Braga no dia 6 de maio de 1967 - Masculino - Desportivo Francisco de Holanda - C.I.F. de Lisboa no dia 7 de maio de 1967 No campo do Desportivo Francisco de Holanda
A “Livraria Augusto Sá da Costa & Cª”, foi fundada no Largo do Poço Novo, em Lisboa, em 10 de junho de 1913, pelos irmãos Augusto Sá da Costa e José Augusto Sá da Costa. Depois de 100 anos e 40 dias ter sido fundada, encerrou em definitivo no dia 20 de julho de 2013. Em 2017, sob alçada da Livraria Castro e Silva, reabriu em formato de alfarrabista. In: https://restosdecoleccao.blogspot.com/2013/07/livraria-sa-da-costa.html
1529 JANEIRO, 18, Lisboa(?) – D. João III confirma aos moradores e concelho de Guimarães uma carta de D. João I respeitante à utilização da cadeia da Pertiga. Insere traslado: 1387 NOVEMBRO, 20, Braga – D. João I, após queixa do concelho e homens bons de Guimarães, dá indicações ao alcaide da vila para que volte a utilizar a cadeia da Pertiga para prender os carniceiros, peixeiros, padeiras e servidores de soldada, e não a cadeia do castelo como lhe havia ordenado.
Procuração que fez o reverendo Pedro do Canto Pacheco em nome do Cabido, aos licenciados Bartolomeu Mendes de Vasconcelos, Pedro Francisco Soares, advogados nesta vila, e a António Ribeiro e Pedro Gonçalves, solicitador e oficial do Cabido, e ao licenciado Marcos Dinis, advogado na cidade de Braga, e a Bartolomeu Rodrigues, solicitador na dita cidade, e aos licenciados Luís Fernandes Pinto e Onofre de Brito, advogados no Porto, e aos doutores Gonçalo Nunes e a Francisco Lopes Bocarro, advogados em Lisboa.
A Sociedade Anónima Concessionária da Refinação de Petróleos em Portugal SACOR, S.A.R.L. com sede em LIsboa proprietária da instalação de armazenagem e abastecimento de combustíveis líquidos sito na Avenida de Conde de Margaride, freguesia de São Paio requer à Câmara Municipal de Guimarães que a liquidação de taxas ou impostos que a referida instalação seja possivel venha a ser no futuro feita em seu nome não na da Sociedade de Construções Guimar, L.da.
Comenta a atitude do Getúlio [Vargas] para com a Alemanha e Itália. Declara que o Eduardo não esteve presente na inauguração da exposição porque foi acompanhar a irmã a Lisboa. Afirma que a direção da Sociedade Martins Sarmento querem entregar a presidência ao Eduardo. Refere-se aos exemplares da "Senhora de Pangim" e à revista "Seara Nova". Reporta-se à conferência no Rio [de Janeiro].
Lista dos livros, folhetos, jornais e revistas proibidos, segundo o comunicado da Direção dos Serviços de Censura. Convoca os agremiados para a Sessão Comemorativa do 28 de Maio. Pede para informarem sobre a existência de livros de Literatura portuguesa moderna traduzidos para inglês, para serem adquiridos pela Biblioteca da Universidade de Denver, Colorado. Dá informações sobre as festas da cidade de Lisboa e sobre a Grande Exposição Industrial Portuense, em 1949.
Provisão de D. Afonso V, em Lisboa a 27 de Maio de 1462, concedendo privilégio perpétuo para que a vila de Guimarães não fosse dada senão ao príncipe sucessor do reino. Confirmada por el-rei D. Henrique, a 25 de Maio de 1579. Confirmada por D. Filipe I, em Tomar, a 17 de Maio de 1581. D. Henrique mais confirmou, por dois anos, todos os privilégios da vila de Guimarães a 25 de Junho de 1579."
O registado: Maria Teresa Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Data de nascimento: 1892/09/09 Pai: José Eugénio de Almeida Castelo Branco Naturalidade (freguesia e concelho): São Vicente de Fora, Lisboa Mãe: Laura Violante de Serpa Pimentel de Almeida Castelo Branco Naturalidade (freguesia e concelho): São Martinho da Vila de Sintra, Sintra Avós paternos: Eugénio da Costa e Almeida e Maria Eduarda ALmeida Castelo Barnco Avós maternos: António de Serpa Pimentel e Ana Bernex de Serpa Pimentel
Desculpa-se com a sua preguiça pelo atraso na resposta a Alfredo Pimenta. Relembra os tempos agradáveis que passaram em Lisboa e apela à amizade. Revela que tem seguido o percurso de Alfredo Pimenta e faz referência a publicações no "Diário de Notícias". Informa que as notas de Alfredo Pimenta sobre política internacional são traduzidas em França. Pede que lhe confirme o número de volumes publicados da "História", de Gama Barros. Pergunta se Armindo Monteiro já publicou o 2.º volume de "Ornamento Português".
Atribui uma carta que recebeu, sem assinatura, a Alfredo Pimenta. Felicita e enaltece Alfredo Pimenta pela campanha jornalística tanto na "Esfera" como na "Nação". Pede a indicação de um alfarrabista em Lisboa onde possa encontrar os números que lhe faltam da "Esfera", para completar a coleção. Tece comentários sobre os folhetos "Nos escombros da Nação" e "Contra a Democracia". Agradece as informações sobre a sua freguesia natal, Ansede.
Felicita Alfredo Pimenta por "Três verdades vencidas – Deus, Pátria e Rei" e "Carta publica ao Sr. Deputado Pinto de Meyrelles Barriga". Anuncia a sua ida a Lisboa e a intenção de visitar Alfredo Pimenta. Informa que aguarda a publicação de "O Império Britânico e a crise da Europa" de Manuel da Costa Figueira e de "A naturalidade de Francisco Sanches" e "Páginas Minhotas" de Alfredo Pimenta.
O registado:Gaspar Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Data de nascimento: 1899/05/15 Pai: António Eduardo Alves de Noronha Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago e São Martinho, Lisboa Mãe:Maria Carolina de Meireles Noronha Naturalidade (freguesia e concelho): São João da Foz do Douro, Porto Avós Paternos: José Eduardo da Silva Alves e de Maria Isabel de Noronha Alves Avós Maternos: José Joaquim de Meireles e de Rosa Margarida de Meireles
Manifesta indignação pela exibição na RTP de um documentário"A Última Fronteira de Hong-Kong", integrado na série italiana "Face da Ásia que muda", onde foram exibidas imagens e feitas referências alusivas a Macau perfeitamente desajustadas da realidade. Pede ao Presidente da República que se digne a providenciar, junto do Gabinete de Macau, em Lisboa, no sentido de corrigir a falsa imagem que foi dada ao público daquele território.
Justifica uma declaração relacionada com os deputados dos Açores; aborda a questão da Base das Lages; explica as poucas deslocações aos Açores; analisa a descida do CDS nos Açores nas últimas eleições; comenta a descentralização dos arquipélagos, o facto da AD não ser extensiva às Regiões Autonómas, a revisão constitucional e a proibição de se formarem partidos regionais. Contém, ainda , um cartão de visita do Correio dos Açores referindo o contacto destes em Lisboa e o nome do jornalista a quem devem telefonar.
A Sociedade Anónima Concessionária da Refinação de Petróleos em Portugal - Sacor S.A.R.L. com sede em Lisboa a requerer à Câmara Municipal de Guimarães licença para mudar de local o reclamo com o escudo Sacor que se encontra instalado a eixo da placa de separação para a extremidade da rodovia do lado de Guimarães na posição sito à margem da E.N. n.º 105, ao Km 41,838, no lugar da Valinha, freguesia de Polvoreira.
Manifesta indignação pela exibição na RTP de um documentário"A Última Fronteira de Hong-Kong", integrado na série italiana "Face da Ásia que muda", onde foram exibidas imagens e feitas referências alusivas a Macau perfeitamente desajustadas da realidade. Pede ao Presidente da República que se digne a providenciar, junto do Gabinete de Macau, em Lisboa, no sentido de corrigir a falsa imagem que foi dada ao público daquele território.
Procuração de Margarida Marques, solteira, moradora no lugar de Rossomarães em São Clemente de Sande, ao licenciado Francisco Barbosa, advogado na vila, e a Domingos Luís, solicitador, morador na Praça da Oliveira. Na cidade do Porto aos licenciados Manuel da Silva Coimbra, Brás Domingues da Costa, solicitador. E na cidade de Lisboa aos doutores Afonso de Pina Caldas e Valério da Fonseca, advogados, e a Gabriel da Rocha, solicitador.
Informa sobre o Diário do Governo que publica a consagração oficial dos méritos do Boto. Comenta as notícias sobre a Segunda Guerra Mundial. Declara que aguarda a cópia de um dos pergaminhos, para comunicar o seu custo ao Guilhomil. Contém um bilhete postal de Henrique Ferreira Lima, diretor do Arquivo Histórico Militar, em Lisboa, sobre a permuta do "Boletim de Trabalhos Históricos" com o "Boletim do Arquivo Histórico Militar".
O registado: Arnaldo Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1882/09/10 Pai: João Vitorino da Silva Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Mãe: Ângela Adelaide da Silva Penaforte Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Margaride, Felgueiras Avós paternos: António Francisco da Silva e Maria do Rosário e Silva Avós maternos: Raimundo Ildefonso Penaforte Lisboa e Felicidade Rosa Penaforte
O registado: Cândida Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1886/09/20 Pai: João Vitorino da Silva Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Mãe: Angela Adelaide da Silva Penaforte Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Margaride, Felgueiras Avós paternos: António Francisco da Silva e Maria do Rosário e Silva Avós maternos: Raimundo Ildefonso Penaforte Lisboa e Felicidade Rosa Penaforte
Reporta-se ao subsídio para o "Boletim [de Trabalhos Históricos"]. Informa que a censura cortou palavras do artigo de Alfredo Pimenta. Pergunta se o João Rocha estava contente com o encontro com o ministro das Obras Públicas e razão pela qual o João Amaral saiu do "D. de Notícias”. Declara que o D. de Lisboa não publicou a resposta de Alfredo Pimenta ao Ramada Curto. Refere que talvez publique a crítica de Alfredo Pimenta no jornal do Antonino ["Notícias de Guimarães"].
Acusa a receção da carta e da certidão. Comunica que fica ciente sobre as bandeiras e que se a ordem ainda for a tempo não se faz o pau. Manifesta o seu regozijo com as notícias da Maria Adozinda. Refere-se à morte do Jordão. Declara que a monografia só fica pronta depois da vinda do governo a Guimarães e que o João Rocha irá Lisboa levar depois exemplares ao chefe do Estado.
Participa que já obteve a autorização no passaporte e agradece. Revela que o Bernardo vai para Lisboa e que aparecerá para agradecer e colher ordens que ele tenha de dar para França. Refere que o cônsul em Bordéus está ao seu dispor e, por isso, agradece a indicação dos números que Alfredo Pimenta deseja obter de uma obra. Tece comentários ao artigo sobre as Cartas da D. Amélia.
O registado: Domingos Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1888/05/18 Pai: João Vitorino da Silva Guimarães Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Mãe: Angela Adelaide da Silva Penafort Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Eulália de Margaride, Felgueiras Avós paternos: António Francisco da Silva e Maria do Rosário e Silva Avós maternos: Raimundo Ildefonso Penafort Lisboa e Felicidade Rosa Penafort
Agradece a intervenção de Alfredo Pimenta junto da Sociedade Martins Sarmento para que esta lhe oferecesse um exemplar d’ “Os Vimaranis Monumenta Histórica” e participa que enviará, depois de concluir, o índice do 1.º volume dos seus documentos medievais de Coimbra ao cabido da Sé, a Alfredo Pimenta e à Sociedade Martins Sarmento. Sugere a realização de um congresso, em Lisboa, para tratar o problema dos arquivos em Portugal.
O registado: Isabel Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1869/03/22 Pai: José Batista Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): cidade de Lisboa Mãe: Maria Francisca de Sousa Basto Naturalidade (freguesia e concelho): Rio de Janeiro Avós paternos: João Batista Felgueiras e Maria do Carmo Moreira de Sousa Avós maternos: José Francisco de Sousa Basto e Maria Luísa de Sousa Basto
O registado: Joana Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Data de nascimento: 1869/01/25 Pai: Justíssimo Nicolau Máximo Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): cidade de Lisboa Mãe: Bernardina Adelaide da Rocha Felgueiras Naturalidade (freguesia e concelho): Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães Avós paternos: João Batista Felgueiras e Maria do Carmo Moreira Avós maternos: José Joaquim da Rocha e Silva e Maria Libânia da Rocha Costa
Prazo que fez o Cabido do casal da Costa em São Martinho do Conde, com privilégio das tábuas vermelhas, ao Excelentíssimo Tomé Joaquim da Costa Corte Real e Suzarte, do conselho de sua majestade, secretário de estado dos negócios da marinha e domínios ultramarinos, comendador de São Lourenço de Gens e dos oitavos de perada da ordem de cristo, senhor donatário da vila das Alvogas e alcaide-mor de Ribaba, morador na cidade de Lisboa.
Prazo que fez o Cabido de uma leira de terra nas hortas da Ramada, com privilégio das tábuas vermelhas, a Dom Brás Baltazar da Silveira e sua mulher Dona Joana Maria Josefa de Meneses, moradores na corte e cidade de Lisboa. Foi procurador o revendo doutor Francisco da Cunha Rebelo, vigário geral e lugar tenente de Dom João de Sousa da corte de sua majestade, cónego prebendado na Colegiada, morador na Rua de Santa Maria.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Teatro Jordão: " A grande festa do fado: -Com as cantadeiras vencedoras do concurso para escolha das melhores fadistas amadoras dos bairros populares de lisboa: - Alto do Pina: Lourdes Loureiro. - Alfama : Manuel Dias. - Campo de Ourique: Isaura Alice. - Madragoua : Idalina Nogueira. - Belém: Alice Dias. - Benfica: Noémia Colaço. - Algés Estela Alves. - Alcantara: Isaura Pinto. - Aurélia Basílio."
O registado: Francisco Machado Ribeiro Guimarães Nº registo: 1257 Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Data e nascimento: 1913/07/24 Pai: Manuel Machado Ribeiro Guimarães Profissão: Empregado comercial Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Cristovão, Guimarães Mãe: Maria da Conceição Pinto Lisboa Profissão: Domestica Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Averbamentos: assento de casamento nº 359 de 1970 com Ema de Jesus de Araújo Feio Guimarães; assento de óbito nº 926 - faleceu em 1992.
Relata a conversa com Abel Moutinho a propósito da publicação do artigo da secção «Cultura [Estrangeira - Cultura Portuguesa»], de Alfredo Pimenta. Participa que aceitou o convite, da Direção da Emissora Nacional, para fazer uma palestra sobre «O significado nacional da batalha de Aljubarrota». Faz referência ao convite, que recusou, da Faculdade de Letras de Lisboa para proferir duas palestras sobre "D. João V" e "D. Maria I".
Informa sobre a intenção de Gaspar de Almeida permitir o acesso, a um estrangeiro, a documentos do Arquivo do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Contém, em anexo, dois manuscritos de Alfredo Pimenta: Carta dirigida a José Gaspar de Almeida, datada de 9 de setembro de 1950, a proibir o acesso do fundo do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Carta dirigida ao inspetor da Biblioteca Arquivo de Lisboa a comunicar o abuso de José Gaspar de Almeida, que contrariou as ordens dadas por Alfredo Pimenta.
Descreve a sua situação decorrente de um artigo, intitulado «Razões leais e desleais», que escreveu para A Nação e que terá provocado a sua colocação na Secretaria de Estado, em Lisboa. Revela a sua desilusão pelo esforço despendido durante os dez anos em que serviu Salazar, os serviços que prestou e a injustiça de que é alvo. Faz uma referência ao discurso do Papa em que este proclama a Guerra Santa contra o comunismo.
O registado: Raul da Fonseca e Castro Nº registo: 1607 Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Data de nascimento: 1921/10/18 Pai: Manuel da Fonseca e Castro Profissão: Primeiro cabo da Guarda Republicana Naturalidade (freguesia e concelho): Oliveira Santa Maria, Famalicão Mãe: Glória Pinto Lisboa Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Averbamentos: Assento casamento nº 278 em 1946 com Iracema da Conceição de Oliveira Nunes; Assento de óbito nº 950 - faleceu em 1975.
O registado: Joaquim António Ribeiro Guimarães Nº registo: 1629 Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Data de nascimento: 1916/11/06 Pai: Manuel Machado Ribeiro Guimarães Profissão: Empregado comercial Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Cristóvão, Guimarães Mãe: Maria da Conceição Pinto Lisboa Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento n.º 337 com Maria Alzira Teixeira de Magalhães em 1946; assento de óbito n.º 337 - faleceu em 1959.
Reserva para uma conversa, em Lisboa, a explicação profunda da atitude do ministro da justiça, Manuel Rodrigues, que o surpreendeu e o feriu, pela falta de carácter. Quanto à Miscelânea, referências a Mendes dos Remédios, Rocha Pombo e Afrânio Peixoto. Na polémica sobre a escola vicentina pensa que Duarte Leite exagera na negação liminar dos conhecimentos científicos do Infante. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Agradece a oferta de “A conquista de Lisboa em 1147, Os prémios literários de 1936 e Tertulíadas”. Tece comentários elogiosos sobre as ofertas e aplaude o talento de Alfredo Pimenta. Afirma o gosto que teria de encontrar Alfredo Pimenta em Fátima, onde irá. Conta que o seu livro “Fátima” vai ter 8.ª edição e que estão a ser preparadas três traduções: em espanhol, alemão e inglês. Contém um P.S. pedindo para dizer os nomes dos tertulianos, de modo a identificar as iniciais.
Conta que recebeu um postal de Alberto de Oliveira relatando que leu, no “Diário de Lisboa”, um artigo de Manuel Anselmo sobre o livro “Amor Supremo”. Assegura que vai seguir o que diz Alberto de Oliveira e manter-se em silêncio. Envia um retalho da “Soberania do Povo”. Contém um P.S. comentando a crítica de Manuel Anselmo e aponta-lhe as contradições e erros. Envia o “Diário de Notícias”.
Filiação: Bartolomeu Barros Caminha e Mariana Amaral. Natural e/ou residente em LISBOA-SOCORRO, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
39 anos de idade. Natural de LISBOA-LISBOA, residente em RIO CALDO,Sao Joao Batista-TERRAS BOURO. Destino Rio Janeiro. Exposto da Santa Casa Mesericordia Lisboa
Filiação: Simao Caetano Cunha e Catarina Sancha Brito. Natural e/ou residente em LISBOA-SAO JOSE, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Miguel Silva Cerqueira e Joana Maria Moura. Natural e/ou residente em LISBOA-SAO JULIAO, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Antonio Costa Rodrigues e Lourenca Maria Cardoso. Natural e/ou residente em LISBOA-SAO JOSE, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Goncalo Almeida Sousa Sa e Arcangela Maria Rosa Bolhoes. Natural e/ou residente em LISBOA, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Francisco Osorio e Matea Rocha. Natural e/ou residente em LISBOA-SANTA CATARINA, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Manuel Dias Nunes e Maria Assuncao Silva. Natural e/ou residente em LISBOA-SACRAMENTO, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Francisco Goncalves e Maria Ribeiro. Natural e/ou residente em LISBOA, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Manuel Silva e Maria Madeira. Natural e/ou residente em LISBOA-MARTIRES, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Manuel Alvares e Teresa Jesus. Natural e/ou residente em LISBOA-SAO JOSE, actual concelho de LISBOA e distrito (ou país) LISBOA.
Filiação: Nuno Xavier Teles Castro Silveira e de Vitoria Távora. Freguesia: Lisboa. Concelho: Lisboa. Distrito: Lisboa. Cónego da Sé de Braga.