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Cartaz com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para exibição do filme " Últimos dias de Pompeia", no Cine-Parque em Vizela
Trata de uma carta de Armando Cortesão que está em poder de Silva Dias. Assegura que será entregue a Alfredo Pimenta.
Visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos de Circo, "Imperial Circo Arlete "instalado em Guimarães Nos dias 7 e 8 de maio 1966
Descreve o seu estado de espírito nos primeiros dias de férias. Agradece a indicação dos artigos literários do Diário. Manda lembranças do pai.
Visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos de Circo, Circo "Mexicano" instalado no terreno junto ao Estádio, dias 3 a 6 de outubro de 1974, Guimarães
"Emprazamento vitalício de cinco dias por semana, contando oito dias por semana, da casa e moinhos da Bouça, rio de Selho, freguesia de Creixomil, feito por João Paez, morador no Miradoiro, a Vasco Pires, morador em (Cenaaes), freguesia de Silvares, com a renda de 3 maravidis da moeda antiga. em seguida: recibo das rendas vencidas, passado no mesmo dia, mês e ano."
Contém ainda: - Requerimento de Manuel Dias Peixoto, filho de Francisca Teresa Vieira, solicitando à Mitra Primaz, directa senhoria do prazo supra, consentimento para a venda; - Consentimento do Arcebispo D. Frei Miguel da Madre de Deus, datado de 15 de Abril de 1820; - Atestação do Juiz das Sisas do pagamento da sisa da venda supra, feito pelo comprador Rodrigo José Gomes, datada de 19 de Abril de 1820; - Auto de posse das propriedades supra, realizada aos 19 de Maio de 1820.
PRAZO em tres vidas de um assento de casas e uma bouca que se chama das Barrocas e uns campos da Soaninha e do Pereiro, propriedade da igreja de Santa Maria de Vila Nova de Sande, a favor de Pedro Goncalves, 1ª vida, sua mulher Madalena Dias, a 2ª e um filho ou filha de ambos a 3ª. Localidades: SANDE-VILA NOVA,Santa Maria, GUIMARAES
PROVISAO a favor do Reverendo Luis Caetano de Morais Sarmento e Vasconcelos, Abade Reservatario da Igreja de Santo Andre da Campea, para poder demandar perante o Reverendo Vigario Geral desta Corte aos suplicantes Manuel Dias, do lugar das Vendas, da mesma freguesia, e Jose Machado, da freguesia de Vila Cova, ambos da Comarca de Vila Real. Localidades: CAMPEA,Santo Andre, VILA REAL; VILA COVA,Santiago, VILA REAL
Inclui, entre outros, os seguintes trabalhos escritos sobre a obra e a vida de Ruy Cinatti: tese de doutoramento intitulada "A condição humana em Ruy Cinatti. Uma aventura poética e religiosa", da autoria de Pedro Stilwell; artigo de opinião de José Blanc de Portugal sobre a “Crónica cabo-verdiana”; texto de Rodrigo Emílio, intitulado “Ruy Cinatti: «O tédio recompensado»”; texto de Rodrigues Júnior, intitulado “Mosaicos”; texto de Mário António, intitulado “Inventário da semana - «Sete Septetos»”; artigo de Álvaro Salema, intitulado “Livros e autores. «Nós não somos deste mundo» por Ruy Cinatti”; texto de António Cândido Franco, intitulado “Aventura e conhecimento na poesia de Ruy Cinatti”; prefácio escrito por Jorge Dias para a obra de Ruy Cinatti, intitulada "Um Cancioneiro para Timor". Integra também os seguintes textos, de autoria não identificada: “Parágrafos de literatura ultramarina. O Ultramar num Poeta. Ruy Cinatti - uma geração”; artigo sobre a obra de Ruy Cinatti publicada na revista “Brotéria” (vol. 97, dej unho de 1973). Engloba, ainda, ilustrações elaboradas por um grupo de estudantes, referentes à obra "Ossobó", de Ruy Cinatti.
Textos sobre ação caritativa. Contém: Comunicação do padre Ângelo Alves à 22.ª Assembleia Geral da Cáritas Portuguesa, Fátima, 1978-10-28; História da caridade na Igreja, Cadernos Cáritas I, Comissão Diocesana de Coimbra, 1973; D. António Baltazar Marcelino, Acção caritativa como acção eclesial, Cadernos Cáritas II, Cáritas Diocesana de Coimbra, [s.d.]; Curso para animadores de acção sócio-cultural nas comunidades, Cáritas Diocesana de Coimbra, Sector da Animação da Cultura, [s.d.]; D. António Marcelino, Os jovens e a acção sócio-caritativa, 1982-02-28; Pe. José Mendes Serrazina, Pastoral da caridade, 1981-02; João Caniço, Notas sobre a caridade, 1981-04; Secretariado Nacional da Acção Social e Caritativa, Relatório de 1987; Considerações sobre o enquadramento da acção sócio-caritativa da Igreja, [s.d.]; Maria Matilde, Grupos locais de acção sócio-caritativa, Cáritas Diocesana de Lisboa, Formação, [s.d.]; Acácio Catarino, Papel das instituições sócio-caritativas na pastoral hodegética, orientações doutrinais, Viseu, 1991-04; Maria Matilde Dias Ferreira, Constituição e desenvolvimento de grupos locais paroquais de acção sócio-caritativa, Cáritas Diocesana de Lisboa, [s.d.]; Leovigildo Moacho, Formação permanente de acção sócio-caritativa, [s.d.]; José Mendes Serrazina, Grupos de acção sócio-caritativa nas comunidades locais, Encontro de Pastoral Social, Ponta Delgada, 1985-11-29 a 1985-12-01; Grupos de acção sócio-caritativa; Maria Susana de Almeida, Report on the replies to the enquiry addressed to the parish groups fo social charitable action in the Beja diocese, Regional Conference of European Caritas, [s.d.].
Acordo entre os frades do convento de São Francisco de Évora e Vasco Afonso Anes, escudeiro e juiz dos orfãos em Évora, administrador da capela de Sancha Anes que fora instituída no convento. Os frades tinham uma demanda com administrador relativa a uma herdade no termo de Lavar; outra na Abóbada, termo de Évora; e outra no termo de Viana onde chamam a Espadaneira. Sancha Anes determinara num compromisso que o convento obtivesse cada ano duas partes das novidades que as herdades dessem, para uma capela que lhe haviam de cantar, e o administrador teria a outra parte. Porém já havia muitos anos que o adminsitrador não fazia o pagamento devido ao convento. Para resolução da demanda os frades dão Vasco Afonso por quite do que lhes devia dos anos anteriores e ele daria as herdades a lavradores que as aproveitassem e lavrassem com a condição que o mosteiro passasse a receber a renda devida. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco
Carta de venda de umas casas, localizadas na cidade de Évora, na Rua de Alconchel, onde será instalado o convento de Santa Clara. Estas casas foram de João Falcão, fidalgo da casa do rei, e de Dona Branca de Sousa sua mulher. Em virtude da morte de João Falcão foram herdeiros das referidas casas: Dona Branca de Sousa, mulher de João Falcão; Fernão Falcão, fidalgo da casas do rei e alcaide de Mourão, filho de João Falcão, e sua mulher Dona Violante; Dona Maria; João de Sousa, cavaleiro da casas do rei; Leonor de Sousa, casada com Álvaro de Moura, fidalgo da casa do rei; Gonçalo Falcão, fidalgo da casa do rei. Fernão Falcão e sua mulher receberam a parte que Dona Branca de Sousa, Dona Maria e João de Sousa tinham nas referidas casas. Leonor de Sousa e Álvaro de Moura e Gonçalo Falcão concedem procuração a José Lázaro, judeu, mercador, morador em Moura, e a José Zaboca, judeu, mercador, para que em seus nomes possam vender a parte das referidas casas que lhe coube na herança. Fernando Falcão e Dona Violante e os procuradores acima referidos venderam as casas ao bispo D. Vasco. O Bispo afirma ter autorização régia para comprar a casa, por cento e cinco mil reais brancos, para aí se instalar o convento de Santa Clara. Redactor: João Dias, tabelião do rei em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Fernão Falcão, alcaide de Mourão.
Documentação produzida e coligida por António Lino Neto, relativa à preparação de uma monografia sobre a vila de Mação. Destacam-se os apontamentos avulsos; índices e planos com a estrutura da obra; artigos de imprensa sobre monografias regionais ou com informação sobre o concelho, nomeadamente sobre a toponímia, história, arqueologia, população, indústria; correspondência recebida por António Lino Neto, entre outros, do padre Braulio de Sousa Guimarães, padre Artur Pereira, Manuel de Jesus Marques Dias, António Antunes Belo, Eugénia dos Prazeres Moreira, Serras Silva, Eloy Gomes Vieira, padre Francisco Correia Ventura e Francisco Serrano; correspondência de terceiros; normas e diplomas regulamentares sobre os organismos públicos de Mação, nomeadamente a Santa Casa da Misericórdia (cópia do compromisso), a Biblioteca (regulamento aprovado em 1943) e os Bombeiros; abaixo-assinados, contrafés, manifestos, representações e editais de comissões patrióticas e culturais locais; cópias de relatórios da administração do concelho; publicações diversas e outros documentos sobre a vida e a obra de diversas personalidades naturais de Mação, nomeadamente António Pereira de Figueiredo [1725-1797] e o padre Bartolomeu Rodrigues Chorro. Sublinha-se, por fim, um artigo de imprensa de António Lino Neto publicado no «Jornal de Mação (ano II, n.º 154, 7/09/1902, pp. 1-4), descrevendo as especificidades da vila, no que se refere à sua geografia, população, administração, indústria, agricultura, política, literatura e ciência, instrução e arte.
Relações dos pobres das freguesias de São Nicolau e Sé de Lisboa, contemplados com as esmolas do legado de António de Almeida e Silva distribuídas nos dias 15 e 16 de março de 1921, 1922, 1923, 1924, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932 e 1933, pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau do 2.º Bairro de Lisboa. Apresentam o seguinte: n.º do contemplado, nome dos contemplados, morada e importância entregue. Acompanha um exemplar do "Jornal Bomba Real" de 20 de fevereiro de 1921, no qual encontra-se sublinhado o anúncio de distribuição de esmolas; ofício de Francisco de Paula Rego Cordeiro, testamenteiro de Antónia Bárbara da Cunha remetido à irmandade sobre o cumprimento das disposições testamentárias de António de Almeida e Silva; declaração da irmandade em como recebeu oito ações da Companhia das Lezírias do Tejo e Sado de Francisco de Paula Rego Cordeiro, testamenteiro de Antónia Bárbara da Cunha, em conformidade com o testamento deixado por António de Almeida e Silva; requerimentos para esmolas do legado de António de Almeida e Silva. Os requerimentos apresentam atestações de pobreza do requerente passados pela Junta de Freguesia.
Mapas mensais de frequência e aproveitamento escolar da escola de instrução primária do sexo feminino da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa. Os mapas apresentam o n.º de matricula, nome, idade, mês de admissão, classe (1.ª a 3.º), aplicação (medíocre, sofrível, suficiente, bom) aproveitamento (medíocre, sofrível, suficiente, bom), n.º de faltas (diárias e à entrada), n.º de dias letivos, observações (sobre a frequência) e assinatura do professor/a. Os mapas encontram-se reunidos em processos referentes aos anos de 1902, 1903-1904, 1904-1905, 1905-1906, 1906-1907, 1907-1908, 1908-1909, 1909-1910, 1910-1911, 1911-1912, 1912-1913, 1913-1914, 1914-1915, 1915-1916. Acompanham mapas estatísticos de frequência das escolas de instrução primária do sexo feminino e masculino relativos aos anos de 1902-1903, 1903-1904. Contém o n.º de alunos que ficaram no ano anterior (n.º por idades e n.º total), n.º de matriculados durante o ano, saíram da escola durante o ano, n.º de alunos que passam para o ano seguinte (n.º por idades e n.º total), médias de frequência, aproveitamento dos alunos (n.º dos alunos que transitaram nas várias classes e n.º de aprovados nos exames de instrução primária de 1.º e 2.º grau), observações, nomes, datas de início e de fim do serviço.
Documentação diversa sobre a companhia "Auxiliadora": recibos da Irmandade confirmando a receção de ações amortizadas, número de ações, valor de cada ação, e respetivos números; relação de acionistas e respetivos números e juros que estão em dívida; relações de acionistas da companhia "Auxiliadora"; listagens de verificações de pagamentos de prestações de juros; procurações de diversos acionistas para se fazerem representar nas Assembleias Gerais da companhia "Auxiliadora" para receberem juros; circular e ofício do Conselheiro José Lourenço da Luz como tutor do menor Joaquim Pereira da Costa Júnior; circulares da companhia "Auxiliadora" informando a data para a entrega das prestações relativas às ações subscritas para a Companhia; prospecto da Irmandade contendo as condições do pagamento do empréstimo contraído para as obras da Igreja de São Nicolau; requerimentos dos acionistas solicitando que os números das suas ações não entrem nos sorteios de amortização; relação dos números das ações excluídas de entrar no sorteio de 15 de dezembro de 1860; Folha do "Diário de Notícias", de 1 de setembro de 1882 contendo o anúncio da próxima amortização e pedido de liquidação na Casa de Despacho da Irmandade, nos horários e dias indicados; folha de "O Diário Popular", de 1 de setembro de 1882.
Recibos dos juros pagos pelos fiscais da companhia "Auxiliadora" referentes aos pagamentos das prestações das ações. Os recibos contêm indicação do montante recebido, da prestação a que correspondem, os números das ações, data, assinatura e valor da Décima e do impostos anexos. Inclui recibo da décima de juros e impostos anexos pagos anualmente. O maço contendo recibos de juros por cobrar inclui relações dos acionistas da companhia "Auxiliadora" com direito aos juros semestrais com sinalização dos que não os receberam; relações do pagamento das prestações de juros (relativas às primeiras e/ou segundas prestações de juros vencidos) contendo indicação da prestação a que se refere (do 1.º ou do 2.º semestre) e ano, número total de ações e valor deduzido para pagamento da décima de juros e mais impostos, número das ações, nome dos acionistas, número do recibo, número total de ações e quantia líquida; e, uma procuração datada de 27 de abril de 1857, dando poderes a Francisco Dias de Almeida para receber os juros entregues pelos fiscais da Companhia Auxiliar. Os documentos estão ordenados por ano (de 1869 a 1881).
Apenso com os seguintes documentos: "Sentença por que se julga pertencer ao prior de São Nicolau a apresentação da tesouraria", 9 de maio de 1686 (pág. 1 a 19); "Sentença que houve em Roma contra os beneficiados da Igreja de S. Nicolau sobre a apresentação da tesouraria da Igreja de São Nicolau", janeiro de 1619 (fólio em pergaminho dobrado localizada entre a pág. 10 e 11); "Provisão do Arcebispo de Lisboa para poder o cura de S. Nicolau levar o Santíssimo nas procissões", 5 de outubro de 1615 (pág. 20 a 22); "Sentença que se julga que o prior de São Nicolau está em posse de levar a parte que lhe toca nos ofícios a que não assiste", 6 de agosto de 1615 (pág. 23 a 29); "Provisão do Arcebispo de Lisboa para que os Priores de São Nicolau possam trazer frades de fora para o serviço da Igreja na Semana Santa", 12 de maio de 1617 (pág. 30 a 31); "Sentença para o Prior de S. Nicolau eleger pessoa que haja de levar o Santíssimo nas procissões", 18 de março de 1623 (pág. 32 a 44); "Sentenças como o Cura de São Nicolau pode dizer as missas da obrigação do Prior ou outro qualquer Clérigo do seu mandado, e nas procissões, especialmente na do Corpo de Deus, como também expor o Santíssimo e encerrá-lo nos dias solenes e outro si dizer as Missas Priorais", 22 de agosto de 1620 a 7 de maio de 1660 (pág. 45 a 50).
1 DVD-R com fotografias sobre início da construção e a 1.ª fase de bairro construído pela PRODAC (Quinta do Marquês de Abrantes e Bairro Chinês), 1968-1969: imagem do bairro e do centro n.º 2 da PRODAC (em blocos de cimento); numeração das barracas; esgotos a céu aberto; crianças e habitantes; Celeste Porto e o monitor de auto-construção José António Costa; 1.ª fase terraplanagens e fundações da casa modelo - Escola do Vale Fundão; Sr. Lavery, francês, inventor e responsável pela montagem dos painéis, a dirigir os trabalhos, e João Santos Monteiro, encarregado da obra; planta do loteamento da 1.ª fase; pormenores de montagem da casa modelo da 1.ª fase; grua e transporte de painéis; escoramento das paredes; população a assistir aos trabalhos; debate com os técnicos de serviço social sobre os pormenores das casas e sugestões; visitas guiadas às obras em curso; Manuel Matos Dias entre o grupo de assistentes sociais; plataformas da zona da 1.ª fase e da fábrica onde se construíram os painéis pré-fabricados; pormenores das bases das casas com cavidades onde entravam os ferros das amarrações dos painéis; fábrica de pré-fabricação; estrutura das cobertas; casa-modelo construída na 1.ª fase; armazém de materiais e máquinas; barracas do Bairro Chinês; chafariz, na rua principal.
Textos sobre a Cáritas. Contém: João Caniço, Cáritas Portuguesa, breve informação [para M. Red. na RTP2), 1988; Cáritas Portuguesa, Comissão Central, Resposta ao questionário elaborado pelo Secretariado Nacional de Pastoral, Encontros de Responsáveis (Nacionais e Diocesanos) de organismos da Igreja em ordem à integração orgânica dos serviços pastorais e formas especiais de apostolado, 1970; Cáritas na hora da renovação, [s.d.]; Manuel Matos Dias, Cáritas Central, programa de atuação, 1970; António Marcelino, A Cáritas no momento actual, 27.ª Assembleia Geral da Cáritas Portuguesa, Fátima, 1983; Missão das Cáritas num novo contexto europeu, [s.d.]; Camilo Neves Martins, Regionalização da Cáritas Portuguesa, Setúbal, 1978; João Alves, Cáritas de hoje, face ao futuro, que motivações?, 1983; Luis González-Carvajal Santabárbara, Cáritas hoy, I Jornadas Nacionales de Formación Social sobre la Realidad Española Actual, 1977; Carlos Díaz, Ídolos de la modernidad, 1984; Queremos poner el dedo en la llaga, diálogos sobre caridad en la Iglesia de Salamanca, 1983; António Marcelino, O Estado e a iniciativa privada nos problemas sociais, 1985-03-24; Cáritas Diocesana, o que é, [s.d.] (texto apresentado em Assembleia Geral da Cáritas Portuguesa); José João Aires Lobato, Cáritas e Comissão Justiça e Paz, Setúbal, II Encontro Diocesano de Pastoral Social, 1986; Acácio Catarino, Acção social e Cáritas renovada, critério e exigências, Cáritas Diocesana de Setúbal, 1992-03-14; José Mendes Serrazina, Cáritas, seus objectivos e inserção na pastoral social, Encontro de Pastoral Social nos Açores, 1986-09-19 a 28; Acácio Catarino, Cáritas Portuguesa, Fins, actividades, [s.d.].
Livro constituído por assentos (listas e registos) relativos às missas rezadas “pro pluribus” no âmbito do Legado da Tércia. Nas listas (fólios 1 a 29, [1848-08-01] a 1858-12-17) registaram o quartel; a numeração dos dias (inicialmente em relação ao quartel, posteriormente em relação ao mês); o nome do sacerdote; o número de missas rezadas e a indicação de pagamento «pg». Os registos de envio de bilhetes encarregando sacerdotes de rezar missas (fólios 29v a 32v, 1864-06-14 a 1872-08-27) apresentam, entre outras informações, a data do envio e o destinatário (profissão, nome e cargo); o número de missas; o valor da esmola; a identificação do trimestre; a identificação da intenção e do legado e a menção ao pagamento das missas encomendadas. Entre os fólios 33v e 34, surgem soltos quatro documentos manuscritos: um bilhete relativo a missas rezadas por alma de Dom João de França Castro Moura, Bispo do Porto e Presidente da Irmandade dos Clérigos do Porto (sem data); um bilhete referente a missas rezadas “pro pluribus” (Legado da Tércia) no primeiro trimestre do ano económico de 1870/ 1871 (1872-08-27); uma carta, de Manuel Ribeiro Carneiro e Melo, Prior, relativa ao encargo das missas (1872-08-20) e um bilhete relativo a missas aplicadas “pro pluribus” nos anos de 1871 e 1872 (1872-09-05). Esta fonte contém termos de abertura (fólio inicial) e encerramento (fólio 145v).
Série composta por documentação produzida pelo Serviço de Informação e Documentação da Cáritas Portuguesa. Formado em 1977, visava dar a conhecer de forma regular a atividade da Cáritas Portuguesa junto do grande público e também da Conferência Episcopal, das ordens religiosas, das Cáritas Diocesanas, de outras organizações eclesiais e da comunicação social. No ano seguinte, o programa de informação da Cáritas Portuguesa já era perspetivado numa lógica de formação. O Serviço de Informação e Documentação passava a ser enquadrado no Sector Formação-Informação. Estaria na origem de iniciativas direcionadas para a formação de técnicos e voluntários nas áreas sociais, incluindo ações de formação ou dias de estudo (1979 e 1980) para profissionais de serviço social ou de educadores de infância, de que resultaram diferentes publicações sob a forma de cadernos. Será responsável pelas rubricas quinzenais Temas vivos (desde 1978) e Presença Cáritas (desde 1981) na Rádio Renascença, assim como pela publicação de cadernos com textos e outros documentos de cariz formativo, pela produção de diaporamas e pelo lançamento da Revista Cáritas (1981). Em 1986, seria formado o Centro de Estudos e Formação.
O Petardo foi um quinzenário católico humorístico, publicado no Porto (em Lisboa, entre 15 de outubro de 1903 e 11 de março de 1906), entre 1 de julho de 1902 e 1 de outubro de 1910, aos dias 1 e 15 de cada mês, com textos assinados por pseudónimos e entre-cortados por caricaturas. O anonimato dos colaboradores a coberto de pseudónimo era, inclusive, condição de admissão para colaborador do jornal. A redação e administração estavam a cargo do Padre Benevenuto de Sousa (1860-1948), a partir do Outeiro, em Torres Novas, embora fosse editado, publicado e impresso no Porto sob a responsabilidade do editor responsável António Pacheco. O Petardo apresentava-se como órgão satírico católico e nacionalista, que combatia a dissolução político-social em que Portugal se encontrava, atribuindo as culpas à fundação do Partido Socialista (1875), do Partido Republicano e do Partido Progressista (ambos de 1876). A circulação de O Petardo radicou-se na sua natureza católica, que lhe abriu caminho junto de um vasto público alvo e lhe permitiu angariar colaboradores a partir da rede institucional da Igreja. Com efeito, muitos dos seus colaboradores foram seminaristas ou padres sediados em seminários dispersos pelo continente e ilhas. Inicialmente com quatro páginas, a partir do n.º 7 (de 1 de outubro de 1902), o seu formato passou a ser mais reduzido, mas mais volumoso em páginas, que passaram a ser oito. A capilha contém dois exemplares do número 166 (Ano VII) de 1909-05-15, do jornal O Petardo. Um dos exemplares encontra-se incompleto.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca acerca do processo em que a Direção-Geral dos Próprios Nacionais consulta sobre se, tendo Crisóstomo da Silva Bastos dado de arrendamento por dezoito anos umas propriedades pela renda anual de 200$ réis que recebeu adiantadamente, na importância de 3600$000 réis e que três dias depois vendeu pelo preço de 900$000 réis ao mesmo arrendatário, a contribuição de registo deve ser paga apenas por esta última importância ou se esta hipótese consiste numa simulação do preço do contrato e, nesse caso, se a contribuição de registo deve ser exigida pela diferença de 900$000 réis para a de 4500$000 ou para 2960$000, valor em que as propriedades foram avaliadas por peritos na avaliação a que se procedeu. Sustenta que deverá proceder-se nos termos do artigo 94 e seguintes do regulamento de 30 de junho de 1870, podendo a parte recorrer para o tribunal competente, caso não esteja de acordo com a avaliação.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca. Pronuncia-se sobre o processo em que Joaquina Teixeira, autorizada pelo seu marido, António Adelino da Silva, recorre extraordinariamente perante a Direção-Geral dos Próprios Nacionais da liquidação da contribuição de registo por título gratuito a que se procedeu no concelho de Guimarães, relativamente à doação que lhe tinha feito o seu irmão, João Teixeira Guimarães, da quantia de 6300$000 réis com a cláusula expressa de que, se a recorrente falecesse sem filhos, a quantia doada reverteria para o doador, e pede que se anule a liquidação da contribuição indevidamente feita e se declare a recorrente isenta do seu pagamento, uma vez que o doador fez, dias depois, uma nova escritura em que diz que a doação é feita com a condição de ela se casar com António de Oliveira de Andrade, ficando sem efeito se o casamento não se realizar. È de parecer que se deve negar provimento ao recuso.
Venda que faz o tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Évora de duas vinhas e de um olival, no termo de Évora, na Gouveia, que foram arrematados por João Gonçalves e sua mulher, Beatriz Álvares, moradores em Évora, por oitenta e nove mil reais. Os bens tinham sido de Belchior Dias e de sua mulher, Leonor Marques, também moradores na cidade. Estes tinham sido presos e acusados pelo crime de apostasia e heresia por se provar que se tinham afastado da união da fé católica. Em consequência foram condenados por hereges e seus bens confiscados. Mas por pedirem misericórdia foram recebidos no grémio da Santa Madre Igreja com cárcere perpétuo e hábito penitencial. Tal estava registado nas suas sentenças das suas reconciliações que estavam nos autos que andavam na casa do secreto do Santo Ofício. Os bens confiscados pelo rei foram dados de esmola ao Santo Ofício da Inquisição para das suas fazendas se pagarem os oficiais do mesmo. Assim, os bens foram tomados pelo Santo Ofício que os mandou vender em pregão na praça da cidade. O tribunal é representado no acto pelo Dr. João Luís da Silveira, inquisidor apostólico no arcebispado de Évora e sua comarca. Redactor: Pedro Rodrigues, caveliro da casa do rei e tabelião em Évora e seus termos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do despacho da Santa Inquisição
Álvará de Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei e seu arrendador na comarca e almoxarifado da cidade de Évora, de Estremoz e de Portalegre em que refere que Lourenço, pobre da província de Santa Margarida do Aivado de Évora, lhe disse que os pobres do Além Tejo à cerca de Óbidos eram constangidos a pagar sisa das coisas que compravam e vendiam e requeria ao contador que lhe garantisse que os seus privilégios eram defendidos como era costume fazer-se aos pobres das serras das províncias da comarca. Assim, o contador certifica que no tempo do rei D. João I e no de D. Duarte os pobres das províncias destas comarcas não pagavam sisa e continuavam a não ter de o fazer, de qualquer coisa que comprassem ou vendessem. Tal resultava de um privilégio concedido por D. João I e confirmado por D. Duarte. Desta forma dos bens de raiz que vendessem não pagavam sisa mas os compradores tinham de pagar. Se vendessem frutas, bestas ou outro bem móvel não pagavam nem os pobres nem os compradores. Também não tinham de pagar nenhum pedido extra de imposto. Redactor: Lopo Dias, escrivão
Traslado em pública forma de claúsulas do testamento de Pedro Esteves Galego, lavrador, que fora morador em Évora e que redigira o documento em 28 de Fevereiro da Era de 1443. Nele fez sua alma por herdeira de seus bens. Deixa aos gafos parte da herdade da Murteira para rezarem uma missa por sua alma e determina que a mesma seja dita no convento de São Francisco de Évora. deixa também aos gafos parte do seu poço novo da casa do Moinho de Vento, com seu quintal, e parte das vinhas e covas de ter pão. O traslado é solicitado por mestre Afonso de Oliveira, freire e guardião do convento de São Francisco de Évora, ao juiz do crime da cidade, Vasco Rodrigues Façanha, escudeiro. O guardião do convento assume o encargo de dizer a missa pela alma do defunto mas refere que não tinham como obrigar os gafos a pagarem-lhe o trabalho pelo que pede este traslado para segurança do convento. As claúsulas são copiadas pelo tabelião do testamento registado num seu livro de notas. Redactor: João Dias, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do subdelegado do procurador régio no julgado de Santiago do Cacém, de 20 de junho de 1846, em que participa os acontecimentos que tiveram lugar naquele julgado naquele dia e no dia anterior, por ocasião de receber o juiz ordinário uma portaria do Ministério da Justiça, ordenando-lhe que continuasse no exercício do seu lugar e dois alvarás do Governo Civil, um nomeando administrador daquele concelho Jacinto José Palma e substituto Joaquim Diogo Vasques, e o outro nomeando uma comissão municipal. O subdelegado pede providências que restituam o sossego àquela povoação.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o réu Francisco de Matos Lobo, pronunciado pelos homicídios cometidos na Rua de São Paulo, irá ser julgado na Relação do Porto no dia 14 de dezembro de 1841.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Fernando de Magalhães e Avelar, dirigido ao Ministro da Justiça acerca dos acontecimentos ocorridos no dia 23 de junho por ocasião da prisão do abade do Guardão, implicado no cisma, e funestas consequências que desta diligência resultaram.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Guerra. Requisita uma coleção de ordens do dia do Exército, para sua consulta e dos seus ajudantes, bem como um exemplar das que se forem publicando no futuro.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, relativamente ao processo instaurado contra o homicídio de um sargento espanhol, no dia 26 de julho de 1847, no julgado de Boticas, está quase concluído o sumário da culpa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o indivíduo assassinado no dia 22 de agosto de 1847, no sítio da Lagoa Funda, comarca de Cuba, era francês e o seu nome era Luís Julião Alexandre Guécheng.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que no processo instaurado pelo roubo ocorrido, no dia 18 de julho de 1846, no cofre do Montepio do Arsenal da Marinha, o juiz exarou o seguinte despacho: "Não obrigam as testemunhas inquiridas".
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Cine-Parque, em Vizela: " Holocausto , num campo nazi" - dia 10-6-80; " Câmara de Shaolin" - dia 10-6-80; " Olho por olho, dente por dente" - dia 12-6-80; " Holocausto , num campo nazi" - dia 12-6-80; " Casamento dos Deuses" 14-6-80". " Ao encontro da guerra e do amor"- dias 14-6-80"; " Olho por olho , dente por dente"- dias 14-6-80"; " O homem de Chimp"; " Ao encontro da guerra e do amor".
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Cine-Parque, em Vizela: " Energia para amanha" - dia 4-6-81"; " Fruta madura" dia 4-6-81; " Os dias passam" - dia 6-6-81; " Shining" - dia 6-6-81; " O dragão vermelho" - dia 6-6-81; " Apetite de gato" - dia 7-7-81; " Shining" - dia 7-6-81.
Dia Internacional dos Museus
Dia Mundial da Árvore
Dia Mundial da Árvore
Dia Mundial da Árvore
Dia Mundial da Árvore
Dia Mundial da Árvore
Dia Mundial da Árvore
Texto de Susan Lowndes, remetido pelo NCWC/NS, acerca da indicação do dia 27 de junho como dia de oração pela criação da universidade católica em Portugal.
Conjunto de 4 cartazes da Cáritas Española e dois folhetos intitulados Fraternidad 85 (1985-04-04: Dia del Amor Fraterno; 1985-06-06: Dia de Caridad).
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Relativamente ao homicídio ocorrido, no dia 22 de agosto de 1847, no sítio da Lagoa Funda, comarca de Cuba, participa que o assassinado era francês e que numa venda do Torrão tinha mostrado algum dinheiro, saindo acompanhado por dois malteses que se presume serem os assassinos.
Herdeiro: João Dias.
Inventariante: Francisca Rosa Dias
Inventariante: Manuel Goncalves Dias
Outorgantes: José Dias, José António Dias; Joaquim Dias, Joaquim Dias Gomes. Notário: José António Arantes.
Tabelião: Luis Sousa Dias
Intervenientes: António Dias Santos.
Projectista: Carlos Carvalho Dias
Projectista: Carlos Carvalho Dias
Projectista: Carlos Carvalho Dias
O registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1866/04/07 Pai: Francisco Henriques Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Mãe: Cecília Cândida Dias de Almeida Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela ,Guimarães Avós paternos: José Henriques e Maria da Conceição Avós maternos: João Dias Pereira da Costa e Maria Augusta de Almeida Correia
O registado: João Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de nascimento: 1897/11/13 Pai: Francisco Dias de Castro Naturalidade (freguesia e concelho): [São Sebastião, Guimarães] Mãe: Maria Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): [São Sebastião, Guimarães] Avós paternos: António Dias de Castro e Ana Amélia de Araújo Ferreira Avós maternos: Francisco Pinto e Maria Rosa da Cunha Pinto
O registado: Filomena Naturalidade (freguesia e concelho): São Sebastião, Guimarães Data de Nascimento: 1869/11/06 Pai: Domingos Gomes Abreu Naturalidade (freguesia e concelho):São Sebastião , Guimarães Mãe: Maria da Conceição Dias Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Avós paternos: Francisco de Abreu e Maria Rosa Avós maternos: Manuel Dias e Maria Quitéria