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Equipa do Sporting na época 1996/97. Em cima: Gil Baiano, Beto, Pedrosa, Outarra, De Wilde e Marco Aurélio. Em baixo: Hadji, Pedro Martins, Sá Pinto, Dominguez e Oceano.
Equipa do Sporting CP na época 1997/98. Em cima: Pedro Barbosa, Pedrosa, Beto, Saber, De Wilde e Marco Aurélio; Em baixo: Hadji, Leandro, Lang, Carlos Miguel e Oceano.
Embargante: José Teixeira da Silva, da vila de Guimarães na execução de João Ribeiro Mesquita contra Pedro José Ribeiro Guimarães e filho José Ribeiro dos Santos.
Requerentes réus: António Dias Sampaio e esposa, da freguesia de São Pedro de Riba d`Ave. Requeridos: Florinda Ferreira e marido, de Santa Maria de Oliveira.
Equipa do Vitória SC na época 1994/95. Em cima: Tanta, Dane, Samuel, José Carlos, Ziad e Madureira. Em baixo: Pedro Martins, N'Dinga, Gilmar, Emerson e Quim Berto.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para a colocação do "Pista Infantil " no recinto das festas de São Pedro, nas Taipas.
1.º outorgante: Joaquim Pereira da Cunha e mulher Maria Lopes Leite de Faria 2.º outorgante: Joaquim Pedro casado com Ana Faria Livro Nº 35A-35v.
1.º outorgante: Maria José de Matos Chaves casada com José Pedro da Costa Caldas 2.º outorgante: César Luís Mendes casado com Maria Cacilda Dias Salgado Livro Nº 84A-97v.
Participa a concretização do negócio dos pinheiros. Apresenta uma relação de contas. Contém, em anexo, um recibo da paróquia da freguesia de S. Pedro de Azurém.
A apresentação da peça "O Tio Pedro", de Marcelino Mesquita, sob direcção de Santos Simões pela secção de Teatro do Ritmo Louco.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para o Carrossel V 8 de Braga, instalado nas Festas de S. Pedro das Taipas, Guimarães
Pede proteção para o escultor António d’ Azevedo; elogio ao "Boletim de Trabalhos Históricos"; comentários relacionados com Pedro Amôr de Barros Monteiro e Afrânio Peixoto.
Vende parte do que possui em Merelim (concelho de Braga).
O livro de batismos inicia no fl. 147 até ao fl. 169, pelo que se pode aferir que este livro seria composto por vários outros que foram entretanto desmanchados. Foi redigido e assinado por Vicente Gómez y Tojar, porém não contém as assinaturas dos pais e padrinhos. Desse período conservam-se registos da celebração de 16 batismos e um matrimónio, o do ex-padre Porfírio Carvalho e Melo, designado como “presbítero anglicano” no assento respetivo, mas sobre o qual não se possuem outras informações. O primeiro dos batismos celebrado na inauguração da capela, segundo o ritual da Igreja de Inglaterra, foi o de Vicente Pedro Joaquim, filho do Rev. Dr. Gómez y Tojar e da inglesa Anna Pratt, com quem o espanhol casara durante a sua permanência na Inglaterra. Os restantes registos dizem respeito a crianças oriundas de famílias espanholas, inglesas, suíças e italianas, refletindo a abrangência do ministério do Dr. Gómez, como era conhecido, salientando-se também o filho de um ex-diácono católico. Em correspondência para Inglaterra, o presbítero anglicano sugere que outros padres católicos integravam ou pelo menos simpatizavam com a capela anglicana.
Livro das atas das sessões da Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. As atas dizem respeito a diversos assuntos, entre os quais: aprovação de atas anteriores; leitura dos ofícios dos secretários da Mesa da Assembleia Geral remetendo os relatórios das mesas transatas e os pareceres das comissões revisoras; discussão e aprovação dos orçamentos do Cofre da Caridade para o ano económico vindouro; discussão de propostas apresentadas pelos mesários relativas a diversos assuntos (formas de diminuir as despesas de algumas festividades religiosas; apresentação e discussão das contas correntes mensais do Cofre da Irmandade e do Cofre da Caridade pelos tesoureiros, por exemplo); leitura da correspondência endereçada à Mesa Administrativa por diversas entidades e irmãos e discussão dos assuntos aí tratados (informação de nova legislação; questões relativas a arrendamentos e pagamento de décimas; instruções da Administração do Bairro do Rossio para a reforma das contas da irmandade; justificações de mesários pela sua ausência nas sessões; festa do terceiro aniversário da inauguração da escola de instrução primária da irmandade em memória de el rei D. Pedro V (19 de junho de 1868). O livro tem termo de abertura e de encerramento, este último assinado pelo 1.º escrivão, João Paulo Nunes. Os fólios estão selados, numerados e rubricados com o apelido do presidente da Comissão Administrativa - Frazão (José Bernardino Frazão).
Exemplar impresso do "Regulamento interno da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau da cidade Lisboa". Compreende 8 títulos e 27 capítulos. Incluso, nos últimos dois fólios, encontra-se o "Regulamento da escola de instrução primária instituída à memória d'El-Rei o Senhor D. Pedro V, pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau". Acha-se organizado da seguinte forma: Título I – Dos irmãos. Capítulo I – Sua admissão e regalias; Título II – Das festividades. Capítulo II – Da precedência dos mesários, e obrigações dos irmãos; Título III – Dos socorros da caridade. Capítulo III – Sua qualidade e aplicação; Capítulo IV – Do facultativo; Capítulo V – Dos farmacêuticos; Capítulo VI – Dos visitadores; Título IV – Da Assembleia Geral. Capítulo VII – Sessões; Capítulo VIII – Do presidente e vice-presidente; Capítulo IX – Secretários; Título V – Da Mesa Administrativa. Capítulo X – Encargos e atribuições; Capítulo XI – Do juiz e assistente; Capítulo XII – Do primeiro escrivão; Capítulo XIII – Do segundo escrivão; Capítulo XIV – Do primeiro tesoureiro; Capítulo XV – Do segundo tesoureiro; Capítulo XVI – Do procurador da mesa; Capítulo XVII – Do procurador da irmandade; Título VI – Da Comissão Revisora; Capítulo XVIII – Atribuições. Título VII – Das eleições; Capítulo XIX (sem título próprio); Título VIII – Dos empregados da irmandade; Capítulo XX – Da qualidade e número dos empregados; Capítulo XXI – Dos capelães; Capítulo XXII – Do professor da aula; Capítulo XXIII – Do menino da capela; Capítulo XXIV – Do escriturário; Capítulo XXV – Do andador; Capítulo XXVI – Do sineiro; Capítulo XXVII – Do servente. Segue-se regulamento das escolas.
Correspondência com várias irmandades, confrarias e associações, designadamente: Associação dos Ourives da Prata; Confraria do Mártir São Sebastião da freguesia de Nossa Senhora das Mercês; Irmandade do Santíssimo Sacramento de São Vicente; Irmandade do Santíssimo Sacramento de S. Pedro e São Paulo; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Conceição Nova; Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo; Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja Paroquial de Santa Justa e Rufina; Irmandade do Santíssimo Sacramento da freguesia do Sacramento; Albergue dos Inválidos do Trabalho; Comissão Central de Socorros da freguesia de São Nicolau; "Convites para procissões e outras festividades por diversas irmandades a esta Irmandade"; "Comissão que promoveu a festividade da procissão do Corpo de Cristo"; Comissão protetora da aula do 1 de dezembro de 1640; Confraria de São Braz, ereta na freguesia de Nossa Senhora dos Mártires; Monte Pio Fidelidade; Corporação das Matinas Portuguesas; Monte Pio de Santa Isabel; Associação Filarmónica de Santa Isabel; Irmandade de São Miguel; Confraria de São Sebastião; Belas Artes (exposição); Sociedade Católica; Ordem 3.ª do Menino Deus; Centro promotor dos melhoramentos das artes laboriosas; Monte Pio Geral; Conselho geral de beneficência; compromissos e contas de diversas irmandades, confrarias e ordens terceiras remetidos a esta irmandade.
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1900-1901 e 1901-1902. Receita: Verba 1 (Juros de inscrição); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos). Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos, e de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1904-1905 e 1905-1906. Receita: Verba 1 (Juros de inscrições); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos); Verba extraordinária (Juros de depósito no Montepio Geral); Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da Caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Livro contendo os orçamentos de receita e despesa do cofre da caridade, classificados por verbas. Os orçamentos dizem respeito aos anos económicos de 1902-1903 e 1903-1904. Receita: Verba 1 (Juros de inscrição); Verba 2 (Dividendos do Banco de Portugal); Verba 3 (Dividendos da Companhia das Lezírias); Verba 4 (Do cofre da irmandade pela redução de encargos pios das capelas que a irmandade administra); Verba 5 (Do cofre da irmandade a 4.ª parte das joias de irmãos novos); Verba extraordinária (Juros de depósito no Montepio Geral); Despesa: Verba 1 (Lausperene e Festa da Senhora da Caridade); Verba 2 (Socorros a dinheiro aos enfermos e funerais); Verba 3 (Medicamentos); Verba 4 (Custeio da aula para meninos); Verba 5 (Custeio da aula para meninas); Verba 6 (Para prémio aos alunos das duas escolas); Verba 7 (Ordenado do médico; Ordenado da professora; Ordenado do professor; Ordenado do escriturário; Ordenado do andador), Verba 8 (Pensão a Juan Perez da Silva); Verba 9 (Despesas judiciais); Verba 10 (Despesas de secretaria e selos de orçamentos); Verba 11 (Esmolas aos irmãos e viúvas de irmãos pobres); Verba 12 (Condução de doentes ao hospital); Verba 13 (encargos do legado de José António da Costa Novais); Verba 14 (Encargo do legado de João Carlos Barroca); Verba 15 (Emolumentos pelo julgamento de contas); Verba 16 (Esmolas aos entrevados pobres); Verba 17 (Missa e 'Libera me' por alma de el rei D. Pedro V); Verba 18 (Percentagem pela cobrança de cotas de joias de irmãos novos); Verba 19 (Para a compra de inscrições).
Índice das escrituras da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira feitas entre 1727 e 1751. O documento comporta informação relativa ao ano, cartório (nome dos tabeliães), mês, assunto a que respeitava o documento (venda de casas, obrigações, quitações) e nome dos outorgantes. Inclui breve apontamento sobre a história da Ermida de Nossa Senhora da Oliveira. Está no adro desta Igreja Paroquial, mandada erigir por Pedro Esteves e sua mulher, Clara Geraldes, naturais de Guimarães. Passou ao domínio dos Lava-Peixes da Ribeira, os quais sendo pobres, e não podendo reedificar a ermida que se havia arruinado, renunciaram todo o domínio. Depois do ano de 1646, o prior e beneficiados de S. Julião, venderam o chão da ermida aos confeiteiros por 70.000 réis para a reedificarem e com direito de poderem apresentar capelo, o qual presidiria a todas as funções que se fizessem na dita ermida, vendo-se os confeiteiros obrigados a dar à Igreja Paroquial, como foro ou censo anual seis mil réis e das festas à Nossa Senhora da Oliveira, mil e duzentos réis, da missa só seis tostões, entrando o capelão igualmente com o dito prior e beneficiados em todas as ofertas das festas que pertencem à ermida, a qual foi totalmente destruída pelo incêndio, perecendo nela o seu capelão-mor.
Seis exemplares do "Compromisso da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau da cidade de Lisboa", aprovado e confirmado por carta régia de D. Pedro V a 30 de março 1857, no qual se aprova a junção da Irmandade do Santíssimo Sacramento e da Congregação de Nossa Senhora da Caridade. Contém oitenta artigos organizados em onze capítulos: Capítulo I – Da irmandade e seus fins; Capítulo II – Das qualidades que devem ter os irmãos para serem admitidos, e suas obrigações; Capítulo III – Das vantagens e regalias dos irmãos; Capítulo IV – Das festividades, e obrigações da irmandade relativas ao culto divino; Capítulo V – Dos socorros aos irmãos da irmandade, pobres, enfermos, ou presos, e aos paroquianos pobres enfermos; Capítulo VI – Dos facultativos, e farmacêutico da caridade – modo como deve ser feito o seu provimento, garantias e vencimentos; Capítulo VII – Da administração da irmandade, suas atribuições, e deveres dos membros, de que a mesma se deve compor; Capítulo VIII – Da Assembleia Geral da irmandade, e suas atribuições; Capítulo IX – Da Comissão Revisora; Capítulo X – Das eleições e mais atos da Mesa, e Assembleia Geral da irmandade, até à posse da Mesa nova; Capítulo XI – Disposições gerais permanentes, e transitórias.
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas dos seguintes tesoureiros: Domingos António Jaques, Pedro Nunes Colares, Francisco da Silva Carneiro, Estevão Lopes Cardoso. Os maços apresentam na frente um fólio com o nome do tesoureiro, data em que principiou e findou "com o seu livro da despesa" e breve descrição do conteúdo do maço. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de informar acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa e rubrica dos mesários; nota de desobrigação da quaresma ao doente pelo padre; nota de visita do enfermeiro ao doente com informações sobre o seu estado de saúde; contas de despesa com o doente e nota de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, ordenados, pagamento da décima, obras em propriedades, entre outros. Surgem também, contas de receita com o arrendamento de propriedades. Os maços acham-se organizados por tesoureiro e numerados de 14 a 19.
Códice contendo (em conformidade com o índice): receita da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau em 1743; lembrança dos juízes, escrivães, procuradores e tesoureiros que serviram na Irmandade entre 1669 e 1760; relação das santas imagens que se livraram da Igreja de São Nicolau no dia 9 de novembro de 1755 por causa do terramoto arruinar a capela-mor e parte da igreja e se levaram para a Igreja de S. Justa; transcrição da inscrição latina da pedra da nova igreja erigida em 1776, sendo já esta a terceira reconstrução: a primeira no ano de 1280, a segunda no ano de 1616 e a terceira em 1776; relação da prata que tinha a irmandade e que se queimou no incêndio imediato ao terramoto de 1755; relação das propriedades que se queimaram e encargos pertencentes às ditas; relação dos mordomos (1717 a 1755); relação das capelas e encargos vinculados, receita para a despesa dos ditos encargos; relação nominal dos instituidores das capelas; conta da receita e despesa relativa a diversas casas (da rua Direita dos Anjos; rua de S. Pedro Mártir); relação dos livros e papéis da Secretaria da irmandade; balanço dos bens e rendas da Irmandade; conta das obras das casas da rua Áurea; cópia das relações de receita e despesa que a irmandade remeteu ao escrivão da Comissão, entre outros.
Inclui um relatório elaborado por Ruy Cinatti, a respeito do documento da autoria Engenheiro Meireles Guerra, intitulado "Alguns aspectos do desenvolvimento económico de Timor". Integra, também, um texto de Gilberto Freyre, intitulado "O Luso e o Trópico", preparado no âmbito da Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante Dom Henrique, dedicado à política portuguesa de assimilação de valores regionais e tradicionais no Oriente e em África. É referido o papel de Ruy Cinatti no estudo antropológico de Timor; um relatório do padre Jorge Barroa Duarte sobre o registo civil em Timor, concretamente sobre a validade dos casamentos consuetudinários; um relatório de Pedro Belmonte, intitulado "Visita às circunscrições sobre o problema florestal". Engloba também os seguintes relatórios: "Rural population development"; "The fish hook"; "Description of death and burial of a native chief in the Burak area (Kingdom of Leboa)"; "Expurgo de milho na companhia indígena aquartelada em Bobonaro", da autoria de Joaquim Rosa Serrano; "Aproveitamentos hidroagrícolas de Timor. Considerações gerais - relatório de actividades", da autoria de Mário V. Pais de Ramos, chefe do Grupo de Trabalho de Irrigação; relatório-síntese de conversas havidas entre Ruy Cinatti e o autor do documento, com assinatura ilegível, a propósito das coleções de espécimes botânicos de Timor; relatório sobre uma expedição científica envolvendo vários investigadores, entre os quais Ruy Cinatti, Louis Berthe e Claudine Friedberg.
Inclui, entre outros, os seguintes trabalhos escritos sobre a obra e a vida de Ruy Cinatti: tese de doutoramento intitulada "A condição humana em Ruy Cinatti. Uma aventura poética e religiosa", da autoria de Pedro Stilwell; artigo de opinião de José Blanc de Portugal sobre a “Crónica cabo-verdiana”; texto de Rodrigo Emílio, intitulado “Ruy Cinatti: «O tédio recompensado»”; texto de Rodrigues Júnior, intitulado “Mosaicos”; texto de Mário António, intitulado “Inventário da semana - «Sete Septetos»”; artigo de Álvaro Salema, intitulado “Livros e autores. «Nós não somos deste mundo» por Ruy Cinatti”; texto de António Cândido Franco, intitulado “Aventura e conhecimento na poesia de Ruy Cinatti”; prefácio escrito por Jorge Dias para a obra de Ruy Cinatti, intitulada "Um Cancioneiro para Timor". Integra também os seguintes textos, de autoria não identificada: “Parágrafos de literatura ultramarina. O Ultramar num Poeta. Ruy Cinatti - uma geração”; artigo sobre a obra de Ruy Cinatti publicada na revista “Brotéria” (vol. 97, dej unho de 1973). Engloba, ainda, ilustrações elaboradas por um grupo de estudantes, referentes à obra "Ossobó", de Ruy Cinatti.
Textos relativos a Direitos Humanos (Gomes Canotilho - Reflexões; Pedro Hespanha - Direitos Humanos e Cidadania Social; Anália Torres - Aspectos sociológicos "Acção social e direitos humanos" (1993); Jornadas de Serviço Social - apontamentos sobre palestra de Joaquina Madeira e Francisco Teixeira da Mota; Direcção Regional de Segurança Social - Informatização global dos serviços (1991); Curso Superior de Informática e Gestão - Guia Informativo (1994-1995); J. Pimentel Freixo - Organização e simplificação do trabalho administrativo - sebentas de textos (vol. 2 e 3) do curso ministrado pelo Instituto Nacional de Investigação Industrial; Manual de Acolhimento da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; Tipologia da problemática social e familiar (1978) - Divisão de acolhimento; Delegações do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa (1986); Plano de actividades e orçamento da Associação Fernão Mendes Pinto (2006); Relatório do sub-grupo de trabalho para regulamentação da divisão de gestão, apoio técnico e fiscalização dos Centros Regionais de Segurança Social (1978); Projecto de gestão dos estabelecimentos privados da Unidade de Acção Social (2003); Processos na UAS; Procedimentos de encerramento dos estabelecimentos de Apoio Social (2002); legislação.
Livro constituído por registos de admissão de irmãs e de irmãos, religiosos e seculares, na Irmandade de Nossa Senhora da Assumpção, São Pedro ad Vincula e São Filipe Néri do Socorro dos Clérigos Pobres do Porto. As folhas contêm tabelas impressas com os campos: «Nomes dos Irmãos», «Data de Admissão» e «Observações». Nestes campos registaram, à mão, dados como: número do Irmão ou da Irmã; profissão; cargo; título; nome; tipo de filiação (por exemplo: filho legítimo); filiação (nome do pai e nome da mãe); naturalidade; idade; estado civil; nome do cônjuge; residência (rua; n.º da habitação; freguesia e/ou cidade); filiação religiosa; formação; data de admissão ou data da sessão da Mesa em que o Irmão foi admitido (dia, mês e ano); registo da entrega do Diploma ou da Carta Patente; anotação relativa à entrega de um exemplar dos Estatutos; referência ao pagamento de joia (valor); explicação para o não pagamento de joia (por exemplo: em atenção a serviços relevantes prestados à Irmandade); data da nomeação para o exercício de cargos na Irmandade (dia, mês e ano); indicação de falecimento ou data de falecimento (dia, mês e ano); local de falecimento; local de sepultura; exéquias realizadas pela Irmandade e encargos deixados à Irmandade por legado. Esta fonte encerra com um rol de Irmãs e de Irmãos da Confraria, com os dados: nome; profissão; cargo; título; indicação de falecimento; categoria do Irmão (por exemplo: Secular) e folha do registo neste livro.
Livro constituído pelos seguintes arrolamentos de bens: - «LIVRO DO INVENTARIO DA PRATA, PARAMENTOS, & MAIS FABRICA DA NOVA IGREJA, E SACRISTIA DESTA VENERAVEL IRMANDADE DE N. S.RA DA ASSUMPÇÃO, S. PEDRO, E S. FILIPPE NERI, DIVIDIDO EM TITULOS, PARA DAR LUGAR AO AUGmento do dito inventario, NUMERADO, E RUBRICADO PELO M. R. S.R MANOEL DE BRITO SALGAdo Prior reservatario das igrejas de Palmàs, & San-Tiago, & Presidente desta Irmandade. ANNO de 1749. Na officina da Curiosidade.» (1749-00-00; fólios 2 a 19; índice actualizado no fólio 3); - «(…) Inventario dos paramentos, prata, e mais fabrica desta Igreja, e Sacristia; feito em o primeiro de Outubro de 1762» (1762-10-01; fólios 20 a 51v; índice actualizado no fólio 20); - «Inventario de todos os bens existentes na Capela de N. Snr.a da Lapa feito este anno de 1782 P. Lucas Coelho Pereira» (1782-00-00; fólios 52 a 53v); - «Inventario de todos os bens, e trastes, que existem, e se comprarão para este Hospital dos Clerigos pobres em 20 de Outubro de 1780» ([posterior a 1780-10-20]; fólio 54v). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 55v).
Livro constituído por testamentos e verbas dos seguintes Benfeitores da Irmandade do Socorro dos Clérigos Pobres do Porto: André Gomes Ribeiro (Reverendo e morador na Rua do Paraíso); Bento dos Reis Bernardes (Reverendo e Abade Reservatário das Igrejas de São Roque de Vila Chã e São Nicolau do Porto); António Rodrigues Souto (Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo); Bartolomeu Borges de Carvalho (Padre, Presbítero do Hábito de São Pedro e assistente na Calçada da Relação Velha); Manuel Teixeira da Silva Salvado (Padre e morador na Rua das Flores); Domingos de Jesus Gonçalves de Azevedo (Reverendo Doutor Promotor do Bispado); António José de Lemos e Abreu (Reverendo Doutor, natural da Comarca e Termo de Guimarães e morador na Torre da Marca); Carlos Vieira de Melo (morador em Santo António do Penedo); Francisco de Paula de Figueiredo (Reverendo); Rodrigo António Guimarães (Tesoureiro do Cofre); Barnabé de Oliveira Maia; Francisco Martins Moreira Sousa; José da Expectação (Reverendo e Ex-Secretário); José Lopes da Silva; Francisco de Oliveira Durão (Doutor); Manuel Peixoto (Reverendo); Manuel Joaquim Simões e Manuel Joaquim Monteiro de Almeida (Abade e Ex-Presidente)). Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 247).
Documentação manuscrita autografa ou copiada de música sacra dos séculos XVII e XVIII. Grande parte desta documentação musical é de compositor anónimo. Apenas foram identificados três compositores: António da Silva Leite (1759-1833), David Perez (1711-1778) e Francisco da Cunha Telles de Menezes (sem datas conhecidas). O tipo de instrumentação/vozes é maioritariamente o mesmo, sendo sempre a 4 vozes - soprano, alto, tenor e baixo -, sendo sempre acompanhado pelo órgão (baixo contínuo). A igreja da Irmandade dos Clérigos não era uma igreja paroquial do Porto, sendo que se supõe que eram lá realizadas missas para as épocas mais importantes do calendário litúrgico, como o advento, natal, quaresma, páscoa, e festas em honra a santos e a Nossa Senhora. Neste conjunto documental é muito comum encontrar Responsórios das Matinas para o Dia de Natal, Responsórios para a semana santa, Paixões para o Domingo de Ramos e Sexta-feira Santa, Matinas para a Maternidade de Nossa Senhora, Responsórios das Matinas da Assunção de Nossa Senhora, Ladainhas, Vésperas da Festa de São Pedro e São Paulo, entre outras.
De acordo com o termo de abertura, o livro destinava-se ao registo de correspondência recebida pela Irmandade de Nossa Senhora da Assunção, São Pedro ad Vincula e São Filipe Néri do socorro dos Clérigos Pobres, mas, logo de seguida, é indicado que o livro foi substituído «(…) por outro mais apropriado e por isso fica para copias de escriptos não officiaes e archivo de memorias históricas da Irmandade». O livro regista: a descrição da colocação do globo de cobre no cimo da Torre dos Clérigos, de acordo com um relato lido num jornal da época; a notícia sobre a erecção da Via Sacra na Igreja dos Clérigos; a notícia sobre a erecção da Agregação do Santíssimo Sacramento na mesma Igreja; o relato histórico de uma «(…) questão que se levantou entre a Mesa da Irmandade e o Director da Agregação do Santíssimo Sacramento por causa da publicação dos novos Estatutos (1940)»; uma cópia dos Estatutos; o «Comentário aos Estatutos ou Os novos Estatutos da Irmandade dos Clérigos, comentados à face do Direito Canónico, do Concílio Plenário e do Regulamento Geral da Associação dos Fieis pelo Padre José Rodrigues da Costa – Capelão da Irmandade e Director da Agregação do Santíssimo Sacramento, canonicamente erecta na mesma igreja» e um esclarecimento, de 1941, relativo a algumas disposições do Regulamento da Irmandade dos Clérigos (registado no livro e numa folha solta junto ao fólio 30). Com 2 termos de abertura no fólio [1] e termo de encerramento no fólio 146v.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério do Reino sobre o modo de aceitação e futura administração do legado deixado pelo Dr. António de Oliveira Brandão para ser entregue, pela morte do usufrutuário, ou ao reitor do Liceu Central do Porto ou ao governador civil ou à autoridade a quem por direito competir, sendo parte empregue numa inscrição de 1000$000 réis, a fim de com os juros respetivos se instituírem dois prémios de 15 mil réis cada um para os alunos que mais se distinguirem nos cursos de Matemática Elementar e Filosofia ou para auxílio de matrículas, quando não houver lugar a esta aplicação; e a outra parte para que pela acumulação dos juros de cinco anos se constitua um novo prémio destinado ao autor do melhor compêndio das disciplinas que determina, podendo o Conselho do Liceu, na falta de concorrência de obras, dar a esta segunda parte do legado a aplicação que a prática mais recomendar, tendo sempre em vista o progressivo e real desenvolvimento dos alunos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca do processo de recurso extraordinário que para a Direção-Geral dos Próprios Nacionais interpuseram Maria Isabel Barreto e Maria da Conceição Chaves Dinis, com o marido desta, Francisco dos Santos Dinis, a propósito da contribuição de registo liquidada à primeira recorrente, como legatária de Alexandre José Chaves. O processo revela que o testador, falecido a 24 de maio de 1876, instituiu por herdeira a segunda recorrente, sua sobrinha, impondo-lhe a obrigação de, enquanto fosse viva, conservar na sua companhia a sua governanta, Maria Isabel Barreto, e se ela não quisesse viver com a sua sobrinha, esta teria de lhe daria 600 réis diários, casa para morar e mobília para a casa no valor de 150 mil réis, com hipoteca em todos os bens que lhe deixou. As recorrentes pedem que se anule o conhecimento da contribuição liquidada à legatária, visto ter repudiado o legado. e que sobre o valor deste se liquide adicionalmente à herdeira a contribuição que lhe competia. O ajudante do procurador-geral conclui que "o legatário que não aceita o legado não pode ser obrigado ao pagamento do imposto do registo", acrescendo o valor do legado à herança, de acordo com o artigo76.º do regulamento de 30 de junho de 1870.
Notas de leitura e tópicos de reflexão produzidos por Manuela Silva para preparar conferências sobre temas variados como sejam: política social, exclusão social e desemprego, solidariedade, reforma, serviço social, economia social, ética, ideologias, justiça, teoria de modernização, desenvolvimento local, globalização, Fundo Monetário Internacional (FMI), modificação de valores, desenvolvimento económico e evolução política, os limites do mundo capitalista, a economia portuguesa no contexto da economia global, moral, futuro do cristianismo, textos bíblicos, Igreja e sociedade, teologia, interculturalidade, educação para a tolerância, espiritualidade e ecologia. Para cada um dos temas tratados encontram-se fotocopiados diferentes exemplares de artigos de vários autores, entre os quais se enumeram os seguintes autores: Antoni Comín; Michel Simon, Carlo Maria Martini, Émile Poulat, Marie Balmary, Alberto Melo, Faustino Caldas Ferreira, Noam Chomsky, Ronald Inglehart, João Paulo II, Édouard Herr, Jean Delumeau, José Tolentino Mendonça, José María Solozabal. Além destes documentos, Contém ainda: a programação e subsídios do colóquio de Manuela Silva no Encontro de Reflexão Inaciana de janeiro-fevereiro de 1997; um esquema da intervenção de Manuela Silva na XIII Semana de Estudos Sobre a Vida Consagrada, em fevereiro de 1996; notas da conferência de Manuela Silva nos ciclos de reciclagem do clero em janeiro de 1988; e uma lista bibliográfica de artigos da autoria Manuela Silva até 1995. Em anexo figuram dois exemplares avulsos sobre: La Convention européenne des Droits de l'Homme e uma separata da Revista de Direito e Sociedade, de 2016, onde se publica um artigo de Pedro Sameiro sobre o «novo regime jurídico das caixas económicas».
Venda que faz o tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Évora de duas vinhas e de um olival, no termo de Évora, na Gouveia, que foram arrematados por João Gonçalves e sua mulher, Beatriz Álvares, moradores em Évora, por oitenta e nove mil reais. Os bens tinham sido de Belchior Dias e de sua mulher, Leonor Marques, também moradores na cidade. Estes tinham sido presos e acusados pelo crime de apostasia e heresia por se provar que se tinham afastado da união da fé católica. Em consequência foram condenados por hereges e seus bens confiscados. Mas por pedirem misericórdia foram recebidos no grémio da Santa Madre Igreja com cárcere perpétuo e hábito penitencial. Tal estava registado nas suas sentenças das suas reconciliações que estavam nos autos que andavam na casa do secreto do Santo Ofício. Os bens confiscados pelo rei foram dados de esmola ao Santo Ofício da Inquisição para das suas fazendas se pagarem os oficiais do mesmo. Assim, os bens foram tomados pelo Santo Ofício que os mandou vender em pregão na praça da cidade. O tribunal é representado no acto pelo Dr. João Luís da Silveira, inquisidor apostólico no arcebispado de Évora e sua comarca. Redactor: Pedro Rodrigues, caveliro da casa do rei e tabelião em Évora e seus termos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do despacho da Santa Inquisição
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de uma quinta que se chama do Outeiro, junto a Pernes, com terras de pão, vinha, olival e árvores e de outras propriedades da mesa arcebispal de Évora, por vinte escudos de ouro e mais oitocentos reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por vinte escudos de ouro, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 24 de Abril de 1563, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de diversos bens da mesa arcebispal de Évora, situados no termo de Santarém e na Aldeia Galega, na Golegã e no termo de Ourém, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal e mais trezentos e cinquenta reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 18 de Julho de 1562, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Escambo realizado entre o cabido da Sé de Évora e o rei D. Fernando, representado no acto por Pedro Anes Peão, seu almoxarife na cidade. O escambo é realizado por solicitação do cabido. Este doa ao rei um ferragial a par da horta dos frades do mosteiro de São Francisco de Évora e D. Fernando dá-lhes a orta do Rei que fica na cidade à porta do Raimundo a qual fora do Binga (?) Lasa (?) e o alpendre que fora do açougue que está em pardieiro e que parte com casas do cabido onde mora João Esteves, cónego. O alpendre rendia trinta soldos. O rei determinara também que metade do ferragial que recebe do cabido seja doado ao convento de São Francisco de Évora. Neste acto, por ordem régia, realiza-se a troca e o almoxarife coloca de posse de cada bem os respectivos intervenientes no contrato. Redactor: Diogo Vicente, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No tesouro da igreja catedral
Traslado em pública forma de claúsulas do testamento de Pedro Esteves Galego, lavrador, que fora morador em Évora e que redigira o documento em 28 de Fevereiro da Era de 1443. Nele fez sua alma por herdeira de seus bens. Deixa aos gafos parte da herdade da Murteira para rezarem uma missa por sua alma e determina que a mesma seja dita no convento de São Francisco de Évora. deixa também aos gafos parte do seu poço novo da casa do Moinho de Vento, com seu quintal, e parte das vinhas e covas de ter pão. O traslado é solicitado por mestre Afonso de Oliveira, freire e guardião do convento de São Francisco de Évora, ao juiz do crime da cidade, Vasco Rodrigues Façanha, escudeiro. O guardião do convento assume o encargo de dizer a missa pela alma do defunto mas refere que não tinham como obrigar os gafos a pagarem-lhe o trabalho pelo que pede este traslado para segurança do convento. As claúsulas são copiadas pelo tabelião do testamento registado num seu livro de notas. Redactor: João Dias, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento feito pela comenda de São Miguel da Freiria de Évora de uma vinha no termo da cidade, no posto do Degebe, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, que vive de sua fazenda. Mendo Estevens, pai de Catarina Figueira, morador no Alandroal, e agora assistente e morador em Évora nas casas onde se realiza o acto, era foreiro da vinha por prazo de três vidas, de que era a terceira pessoa, e de que pagava o foro de trinta e cinco reis. Queria agora fazer a renovação do prazo, para o que obtivera uma provisão régia, nomeando como sucessor a sua filha. O senhorio está representado pelo licenciado Pedro de Faria de Abreu, advogado na cidade e nela morador na rua do Raimundo, como feitor e procurador do doutor e frei Gregório Mascarenhas, homem fidalgo da casa de Sua Majestade e cavaleiro professo da ordem de São Bento de Avis, comendador da Comenda de São Miguel da Freiria de Évora e morador em Lisboa. Redactor: António Pires, tabelião das notas. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua de Machede, nas casas de morada de Manuel Carvalho.
Testamento de Maria Eanes, viúva de Afonso Martins Dade, moradora e vizinha de Évora. Principais disposições: Sepultura na igreja de Santiago de Évora, junto a seus filhos e ofícios divinos pela sua alma. O Cabido da Sé de Évora deverá acompanhar o seu corpo desde seu casa até à sepultura na igreja de Santiago. Pede diversos ofícios divinos aos bacharéis da Sé, aos conventos de São Francisco e São Domingos e a outras igrejas. Bens legados presentes no testamento: Deixa a Teresa Pires, criada de seu pai, um dos seus pelotes. Deixa a Vasco Martins, raçoeiro da igreja de São Pedro de Évora, vinte soldos. Deixa um cálice e uma vestimenta à igreja de Santiago de Évora. Deixa às suas sobrinhas, filhas de Gil Domingues narizes, cem libras para os seus casamentos. À sua criada Iria deixa uma capa, um almadraque, um cacedia, dois cabeçais, dois lençóis e uma manta para o seu casamento. A margarida deixa um cacedia e um cabeçal para quando casar. Institui uma capela na igreja de Santiago de Évora com os seguintes bens anexados: a herdade de Almançor e uma horta. Redactor: Diogo Vicente. Localidade de redacção: Évora
Pedro Domingues de Almansor, vizinho de Évora e marido de D. Marinha Arica (?) faz doação, ao prior e raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de duas partes de todas as coisas que tem. São referidos umas casas, uma adega e cubas; o seu herdamento de Almansor; duas vinhas em Valbom; uma casa na Porta de Moura na rua de Machede; outras casas; um herdamento em Arraiolos; duas peças de vinha na mesma vila; duas casas em Arraiolos; três peças de vinha em Sacavém (?); uma peça de vinha com oliveiras em Lisboa; um herdamento no caminho de Lisboa. Faz entrega destes bens em vida por si e por seus pecados. Refere também os bens que tem em conjunto com sua mulher citando gados, colmeias, bestas, pão e direitos. Ressalva que mantém o usufruto em vida e que dele dará à igreja vinte soldos em cada ano. Em troca pede que lhe façam cantar cinco missas de aniversário em cada ano a um de Janeiro, um de Março, um de Junho, um de Agosto e um de Novembro (?). Redactor: Martins Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Pedido de provisão em seu nome, para uma fábrica de chapéus de todas as qualidades estabelecida por seu falecido pai, Francisco Ferreira da Costa, em Lisboa, na Calçada da Ajuda, nº 175, tendo sido oficial na dita fábrica, para o que apresenta vários documentos. Contém relatório com parecer favorável do Deputado da Junta do Comércio. Foi deferido.