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Dá informações sobre os projectos para os programas de História. Refere as rúbricas eliminadas e as acrescentadas.
Dá informações sobre a escolha do livro de “História de Portugal”.
Indica as alterações que fez ao programa de História de Portugal. Refere o que considera essencial num livro de História.
Informa que o livro de Alfredo Pimenta foi enviado para a J.N.E. para ser elaborado parecer.
Dá informações sobre o parecer da Comissão relativo ao livro de “História de Portugal”, de Alfredo Pimenta.
Refere que, no discurso proferido pelo ministro [da Educação], na Torre do Tombo, não houve qualquer referência ao livro único. Informa que ainda não há resoluções sobre o assunto e que apareceram mais duas Histórias de Portugal que aguardam por parecer da J.N.E.
Nega que tenha sido descida a nota a um rapaz. Esclarece o caso.
Acusa a receção de um livro de Alfredo Pimenta, o qual agradece. Informa que um processo já foi para o Tribunal de Contas.
Agradece a carta de felicitações de Alfredo Pimenta. Refere qual vai ser a sua prioridade nas novas funções.
Refere o excesso de trabalho que tem e que o impede de responder à correspondência particular.
Tece comentários a propósito da conferência de Alfredo Pimenta, no Porto. Faz referência à questão do regime republicano e ao conflito na Europa.
Pede esclarecimentos sobre a história de Santo Tirso, a propósito de documentos antigos que anda a estudar.
Nasceu em Areias, Santo Tirso a 29 de agosto de 1888, no seio de uma abastada família de lavradores e faleceu em 21 de dezembro de 1959 em Caldas da Saúde. Foi advogado, professor do ensino liceal e técnico, etnógrafo, filólogo e escritor, quase sempre em simultâneo. Em 1938 foi nomeado presidente da Comissão de Etnografia e História, tendo posteriormente fundado o Museu de Etnografia e História. Foi também um assíduo colaborador de revistas literárias e científicas. In: https://pgl.gal/pires-de-lima-importante-etnografo-e-filologo-de-portugal/
Trata da questão da nomeação de Alfredo Pimenta. Refere as dificuldades por causa da polémica com a Academia Portuguesa de História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Trata da questão da nomeação de Alfredo Pimenta. Refere as dificuldades por causa da polémica com a Academia Portuguesa de História. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Transmite a Alfredo Pimenta a resposta dada pelo filho a um pedido de nomeação para um cargo de direção.
Dá informações sobre a ida de Egas Mendes de Carvalho e Marques de Carvalho a Lisboa para apoiarem a Liga 28 de Maio. Sugere a união entre a Liga Integralista e a Liga 28 de Maio.
Expressa o seu orgulho pela nomeação do filho [Fernando Andrade Pires de Lima] como ministro da Educação Nacional.
Dá informações sobre um recurso. Contém o nome do recorrente e do relator.
Dá informações sobre um recurso. Contém o nome do recorrente, do recorrido e do adjunto.
Dá informações sobre um recurso. Contém o nome do recorrente, do recorrido e do adjunto.
Disponibiliza-se para tudo o que Alfredo Pimenta precisar.
Relembra a questão passada com o “Diário de Coimbra”. Renova a sua admiração por Alfredo Pimenta.
Declara a sua admiração por Alfredo Pimenta e oferece um trabalho seu.
Pede para lhe delegar o voto em caso de impossibilidade de estar presente nas duas Assembleias Gerais do IDL-Instituto Amaro da Costa.
Uma proposta para associado da Sociedade Portuguesa de Escritores.
Solicita a entrega de dois exemplares na redacção do jornal "A Nação".
Justifica o atraso nas respostas às cartas de Alfredo Pimenta. Apresenta o plano que estabeleceu para a venda do livro e refere ter muitos pedidos do jornal "A Nação".
Agradece o livro de Alfredo Pimenta e alerta para a necessidade de o editor enviar os livros para a redação, para ser feita uma referência no jornal.
Anuncia a publicação de um número especial d’ "O Dia", renovando, para o efeito, uma pergunta feita há 25 anos aos valores intelectuais do país. A este propósito, solicita a Alfredo Pimenta que participe, enviando a sua resposta para o jornal.
Comenta o estado de tensão e faz referência aos alemães. Avisa Alfredo Pimenta sobre o retrato.
Pede a Alfredo Pimenta para lhe enviar o artigo a tempo de ser publicado.
Salienta o facto de Alfredo Pimenta nunca ter feito qualquer imposição.
Informa sobre a saída do artigo e pede a Alfredo Pimenta que pondere algumas das palavras para não melindrar os oficiais do exército.
Informa as datas de saída do jornal e combina a entrega das provas.
Assume-se como integralista e expõe a situação das eleições para a Câmara de Vila Flor.
Elogia os escritos de Alfredo Pimenta contra o comunismo e deseja que a Alemanha vença a guerra.
Elogia o artigo de Alfredo Pimenta publicado na “A Nação”. Afirma lutar pelo Estado Novo.
Critica os nacionalistas «moderados» e clama contra o desaparecimento do jornal “A Nação”.
Agradece a Alfredo Pimenta a ajuda que prestou à sua família.
Trata da impossibilidade, no momento, de Alfredo Pimenta colaborar na revista da Sociedade Martins Sarmento.
Esclarece Alfredo Pimenta sobre algumas questões da carta anterior. Afirma que não pode conformar-se com o que considera depreciativo para o seu trabalho.
Comunica que enviou, para o “Diário de Notícias”, um artigo com os seus esclarecimentos e refutações em relação a um artigo de Alfredo Pimenta.
Informa que entregou uma carta a Rodrigo Pimenta dirigida a Alfredo Pimenta, na qual expõe os seus pontos de divergência sobre as reconstituições da Citânia.
Acusa a receção de carta. Anuncia ida a Lisboa, em setembro.
Agradece a oferta de duas obras e as recordações dos tempos de Coimbra.
Faz referência à edição da “Carta aos novos”. Critica os governantes de Portugal. Descreve os resultados dos seus contactos e colaborações com instituições inglesas em prol da cultura portuguesa. Pede esclarecimentos para duas questões.
Agradece as palavras amigas. Deseja um ano novo feliz.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta a propósito do seu artigo «Cinema».
Agradece a carta e as palavras de Alfredo Pimenta. Lastima a vida desgraçada de Carlos.
Agradece as atenções e palavras dirigidas a propósito da sua saída de Portugal.
Esclarece que os artigos de Alfredo Pimenta não são publicados porque são demasiado longos. Sugere artigos mais curtos.
Dá notícias suas, agora a trabalhar em Idanha-a-Nova. Manifesta a sua dedicação a Alfredo Pimenta e família.
Pede desculpa por não ter escrito antes e informa sobre a sua saúde.
Relembra o pedido anterior relativo às cópias de documentos existentes na Torre do Tombo.