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Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre José Francisco Freire, pároco encomendado da freguesia da Ajuda, em Peniche.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre José Vitorino Alves Cativo, pároco encomendado das freguesias de Santo Ildefonso e Ajuda, do concelho de Elvas.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre José Vitorino Alves Cativo, pároco encomendado das freguesias de Ajuda e Santo Ildefonso.
Reclamação do valor estipulado da pensões dos párocos Joaquim Luís Margalho Barradas, pároco das freguesias de Santo Ildefonso e Ajuda, e Manuel do Patrocínio Safara, pároco da freguesia de Ventosa, do concelho de Elvas.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Joaquim Luís Margalho Barradas, pároco encomendado da freguesia da Ajuda e Santo Ildefonso.
Aquisição pelo Estado de um par de mesas e de outro de credências antigas, douradas a ouro fino, estilos "Luís XV e XVI", com destino ao Palácio Nacional da Ajuda.
Contém lista de obras da colecção Perry Vidal.
Aquisição, pelo Estado, de um lote de quatro colchas de damasco antigo, com destino ao Palácio Nacional da Pena e Palácio Nacional de Sintra, e um lustre de bronze e cristais, com destino ao Palácio Nacional da Ajuda.
Cedência ao Museu Regional de Bragança dos seguintes quadros que se encontravam na arrecadação do Palácio Nacional da Ajuda: pintura a óleo sobre tela representando um Bispo; "Diacono de Hissope", estudo de Martins Barata; "Ferreiro", estudo de Martins Barata.
"Sou um simples contador de histórias; escrever ajuda a entender a vida; gostaria de trabalhar num jornal; só publico quando sinto a profundada necessidade de libertar do que escrevo." (Manuel da Fonseca, 1960)
Engloba manuscritos notariais, de finais do século XVIII, relativos a doações, contratos de arrendamento, de compra e venda de prédios urbanos e rústicos, nas zonas da Ajuda e Algés em Lisboa. • Áreas geográficas e topónimos: Portugal • Assuntos: Monarquia.
Para o Cabido de Braga, em que lhe recomenda que dê toda a ajuda, conselho e favor ao arcebispo de Braga, que pretendia reivendicar muitas coisas da Mesa Arcebispal, que andavam alheadas.
Fotografia de José António Mendes Louro, irmão da doadora, envergando o traje militar e uma espingarda automática G3, em cima de um pedregulho ou rocha. Cumpriu o serviço militar na Ajuda, em Lisboa, entre 1969 e 1970.
Etapa #7 Sónia Preparar ofício resposta a enviar à Sr.ª Presidente da Junta de Freguesia de Marrazes e a assinar pelo Sr. Presidente, se necessário pedir ajuda ao Dr. Leandro. 2010.11.24 manuel gilberto mendes lopes (DMA)
Etapa #5 Recebemos os ratos, mas precisamos de extensõoes, por estas serem muito curtas: próprias para portáteis. Pedi ajuda para contornar o problema à Informática e conforme anexo a resposta da informática (Doc.2). CFalcão- Coord Tecmica
Etapa #6 Atendendo à decisão superior de conceder um apoio de €1.500,00, o mesmo será atribuído ao Rancho da Região de Leiria para ajuda na organização do Festival de Folclore?
Etapa #7 Senhor Joaquim, Desculpe, não é possivel a ajuda na colocação das "papeleiras" nas colunas, conforme solicitado no ponto 2, do pedido inicial? Grata pela atenção, MH/AT
Etapa #4 Tomei conhecimento. De acordo com o solicitado no ofício, julgo ser da responsabilidade da Divisão da Cultura dar resposta ao pretendido. No entanto estamos disponíveis para qualquer ajuda. A TSP paulagomes|DAF
Etapa #4 Isabel pedimos ajuda ao Sr. QuimZé que nos vai fornecer os dados referentes ás espessuras dos serras cabos e dos cabos de aço. Logo que os tenha transmito. Salette
Carta de António Augusto Sá Varela Carvalho solicitando ajuda ao Capitão-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues para o pagamento da viagem de sua mulher, de Lisboa para Lourenço Marques, exigido pela Fazenda.
Carta de Hália dos Prazeres de Magalhães Menezes, solicitando a ajuda ao Governador da Guiné, Capitão-tenente Manoel Maria Sarmento Rodrigues, para receber uma pensão pela morte de seu pai.
Para o Cabido de Braga, em que lhe recomenda que dê toda a ajuda, conselho e favor ao arcebispo de Braga, que pretendia reivendicar muitas coisas da Mesa Arcebispal, que andavam alheadas.
Baseado em documentos da biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa, da Ajuda, da Nacional de Portugal, do Arquivo Nacional Torre do Tombo e do Arquivo Ultramarino explana sobre o domínio português em Ceilão.
Carta de Julieta Neves Ferreira Santon solicitando a ajuda do Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, sobre injustiça da sua exclusão do concurso para professora de Lavores, em S. Vicente, por ter mais de 35 anos.
Carta de Mascarenhas solicitando a ajuda do Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, para Maria Teresa Bastos, que pretende preencher a vaga para professora do 7º Grupo, em Lourenço Marques.
Carta do Capitão-de-fragata Luís Celestino da Silva solicitando a ajuda do Ministro do Ultramar, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, para o Engenheiro Rui Araújo Ribeiro e desejando-lhe uma boa viagem para o Oriente.
Grande Oficial da Ordem de Leopoldo, honra concedida por Léopold II, Rei dos Belgas, como testemunho da sua profunda benevolência, pela ajuda de campo de sua Majestade, o Rei de Portugal.
Os primeiros 2 fólios dizem respeito ao «Index do que contem este Maço N.º 6.» (num total de 12 números de entradas) datado de 1837 e assinado por Teotónio José Maria Queirós, Secretário da Irmandade. Os primeiros 6 números correspondem a documentos no âmbito do legado de João Tinoco Vieira e os restantes a documentos no âmbito da pensão de 5.000 réis de umas casas na Cordoaria Velha. Nº 1: Testamento do Doutor João Tinoco Vieira lançado a 14 de Abril de 1742 por requerimento de sua irmã Dona Mariana Teresa, no qual consta, entre outros aspectos: legado de 400.000 réis ao Senhor Jesus de São Domingos «pera dos juros ter o Lausplene (sic) (…) e não se expondo e efectuando o dito Lausplene (sic) em tempo de viste annos passará o dito dinheyro pera a minha Irmandade dos Clérigos», por uma só vez; outro legado de 400.000 réis de esmola para ajuda das obras à Irmandade dos Clérigos de que era Irmão. Nº 2: Quitação dada à Irmandade por Ana Maria Tinoco e Neves e Angélica Maria Tinoco e Neves (irmãs), legatárias de João Vieira Tinoco (21 de Abril de 1785), seguida de uma Procuração passada pela Irmandade dos Clérigos ao Tesoureiro da mesma para tratar com as duas irmãs de João Vieira Tinoco (12 de Abril de 1785). Nº 3: Quitação dada à Irmandade por Ana Maria Tinoco e Neves e Angélica Maria Tinoco e Neves (irmãs), legatárias de João Vieira Tinoco (29 de Março de 1783). Documentação sobre a posse das casas da Ponte de São Domingos deixadas por João Tinoco Vieira, entre a qual se encontra, por exemplo: sentença contra Ana Maria Tinoco e Neves e Angélica Maria Tinoco e Neves alcançada pela Irmandade no Juízo Eclesiástico a 22 de Fevereiro de 1786; Procuração dada pela Irmandade ao Irmão Manuel de Oliveira Pinto para a celebração de uma escritura com D. Josefa Rosa Tinoco, Religiosa do Convento de S. Bento da Ave Maria, na qual desiste do usufruto das casas da Ponte de S. Domingos deixadas por João Tinoco Vieira (21 de Julho de 1778). Nº 4: Documentos relativos à venda de uma pensão imposta numa morada de casas em Santo André, em Santo Ildefonso, feita por Manuel Fernandes Chumbo e sua mulher a Manuel Antunes da Cruz (10 de Novembro de 1694); Auto de posse da mesma pensão pela Irmandade (23 de Maio e 1742); Auto de posse, dado à Irmandade por legado, das casas e pensões das casas de Cimo de Muro (4 de Junho de 1742). Nº 5: Escritura de obrigação de legado perpétuo de missas, instituído por João Tinoco Vieira à Irmandade dos Clérigos (22 de Janeiro de 1734). Nº 6: Sentença cível alcançada pela Irmandade no litígio com João da Silva. Pública forma do prazo fateusim, feito pela Câmara do Porto, de duas casas na Rua Direita de Santo Ildefonso. Nº 7: Compra pela Irmandade de pensão e direito dominical de casas sobradadas na Cordoaria Velha, «hoje Rua da Esperança com o N.º 42» (2 de Março de 1757). Nº 8: Prazo fateusim das mesmas casas, feito por Baltasar Fernandes Viana e sua mulher Antónia das Neves a Marcos de Olanda e sua mulher (13 de Maio 1681); Pública forma de Escritura do Património das mesmas casas (16 de Março de 1719). Nº 9: Documento de doação das mesmas casas, feita por Henrique Vaz a Isabel Dias a 29 de Julho de 1605 e duas públicas formas. Nº 10: Licença do Ordinário para a venda da pensão de imposta nas mesmas casas à Irmandade pelo Padre e Irmão Félix Fernandes das Neves (28 de Fevereiro de 1757). Nº 11: Requerimento da Irmandade para isenção de pagamento de décima sobre a pensão das mesmas casas (Março de 1765). Nº 12: Renovação do prazo fateusim das mesmas casas da Cordoaria Velha «hoje denominada Rua da Esperança Freguesia de São Pedro de Miragaia, das Casas N.º 42 e 43», feito pela Irmandade a José Eleutério Barbosa de Lima e mulher (26 de Fevereiro de 1831) seguida de uma Procuração, parcialmente impressa, de D. Maria Teresa Pacheco Ferreira a seu marido José Eleutério Barbosa de Lima, a António Carlos de Azevedo Guimarães e a Thomas Megre Restier (7 de Janeiro de 1831).
Documentação referente à situação da Igreja em Moçambique, à Comissão Justiça e Paz, à prisão do Padre Mário de Oliveira, à Guerra Colonial, ao Ano Santo da Reconciliação, ao Sínodo sobre a evangelização no mundo contemporâneo, à Comunidade da Capela do Rato, à situação da Igreja no Patriarcado de Lisboa. Contém: um comunicado de um conjunto de cristãos da diocese de Lisboa sobre a «situação da Igreja em Moçambique e a explosão de missionários e do Bispo de Nampula», (s. d.); um texto e uma cronologia onde se descreve a sucessão dos acontecimentos em Moçambique e expulsão dos missionários de Nampula, (1974); um folheto «Da Paz que Depende de Ti» sobre o país em guerra, a luta dos povos africanos e incitamento à coragem dos cristãos a falarem contra a guerra e mobilizarem em prol da paz, (s. d.); uma missiva dirigida a Marie Agne, sobre a expulsão de missionários e de D. Manuel Vieira Pinto, Bispo de Nampula, pedindo ajuda na difusão do assunto no estrangeiro e uma tomada de posição da Igreja internacional, (20 de abril de 1974); uma carta de um grupo de cristãos ao Patriarca de Lisboa insistindo para que o prelado os recebesse pessoalmente, a fim de falar sobre o movimento de «acções no domínio da justiça e paz», (3 de abril de 1974); um documento sobre «A Acção Recente das Comissões Europeias de Justiça e Paz em Relação a Portugal», (s. d.); uma cópia da carta enviada por um conjunto de cristãos da diocese de Lisboa à Comissão Pontifícia Justiça e Paz, relativo às prisões ocorridas nos últimos meses de 1973, (março de 1974); uma cópia da «Carta ao Povo de Deus do Patriarcado de Lisboa», assinada por D. António Ribeiro, sobre a necessidade de «fazer publicar um jornal de inspiração cristã», (6 de julho de 1974); um comunicado escrito por cristãos do Patriarcado de Lisboa com o título «A Igreja de Nampula Interpela-nos», onde se faz um relato dos acontecimentos sobre a recente expulsão dos padres Combonianos e do Bispo de Nampula, (16 de abril de 1974); comunicado nº3 sobre a prisão do P. Mário de Oliveira, (1 de maio de 1973); cópia de dois documentos assinados por D. Manuel Vieira Pinto, «Repensar a Guerra. Reflexão pastoral na 7ª Jornada Mundial da Paz», (janeiro de 1974) e «Comunicado da Secretaria da Diocese de Nampula», (12 de fevereiro de 1974); um documento sobre o trabalho dos grupos de trabalho do Sínodo da Evangelização, onde se apresenta «algumas sugestões para a Renovação da Evangelização» no contexto da sociedade portuguesa, (s. d.); um documento sobre a celebração do Ano Santo como «convite à reconciliação», (s. d.); um exemplar da carta escrita por Maria Ezequiel de Andrade Belo, Maria Vitória Barreiros Vaz Pato, José Alberto Costa, Bertina Sousa Gomes, Maria Teresa pinto Leite, António Manuel Possolo e Celina Ventura aos membros e amigos da Comunidade do Rato sobre a nomeação do P. Alberto para a paróquia de S. João de Brito, (20 de agosto de 1973); uma cópia da comunicação feita pelo P. Alberto Neto numa reunião extraordinária do Conselho da Comunidade do Rato, (5 de setembro de 1973); documento sobre «A Oração» do P. Besnard, (outubro de 1971); documento sobre «Declaração comum da doutrina eucarística», (janeiro 1972); dois documentos da Comunidade do Rato relativos à celebração da Páscoa no ano 1972, «Páscoa 1972 - Reflexão de um grupo de cristãos» e «Documentos para reflexão», (1972); um «Apelo ao nosso Bispo» escrito por um grupo de cristãos do Patriarcado de Lisboa a propósito da nomeação do novo Patriarca, (s. d.); dois documentos da Comunidade do Rato, um relativo ao «Auto-Inquérito - Notas da reunião para debate do resumo dos relatórios dos grupos de trabalho», (18 de janeiro 1972), e um outro versando sobre as «Principais razões da existência desta comunidade», a «vida da comunidade» e «apreciações para o futuro da comunidade e possibilidades da sua concretização», (s. d.); uma carta aberta de um grupo de cristãos ao Bispo de Lisboa sobre os apelos paz, o clima de guerra em África e a objeção de consciência, (s. d.).
Trata-se do empréstimo de 900 contos destinado à aquisição dos edifícios e terrenos anexos que constituiam a antiga fábrica de conservas de peixe La Paloma, Lda., situados na Estrada da Ajuda, freguesia de Nossa Senhora da Ajuda, em Peniche, para a construção da Escola Comercial e Industrial de Peniche. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 240, II série, de 15 de Outubro de 1955.
(Lisboa) José Luís Trigueiro de Aragão, secretário, solicita que Guilherme Braga da Cruz envie o "Boletim Itinerário" devidamente preenchido para justificar as ajudas de custo pela sua participação nas comemorações do IV Centenário da Fundação de São Paulo. Timbre: "Ministério dos Negócios Estrangeiros".
(Coimbra) Questionamento sobre se a ida de César Pegado à Índia pode ser considerada missão oficial e se lhe podem ser atribuídas ajudas de custo. Vítor Manuel Braga Paixão informa que vai tentar resolver o assunto da melhor forma possível. Timbre: "Ministério do Ultramar. Direcção-Geral do Ensino".
Documentos relativos ao menino de capela, Luís José da Costa, empregado da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau: recibos referentes a alojamento (1816-1838); pedidos de ajudas de custo e deferimento com indicação dos valores concedidos (1814-1825); recibos referentes ao vestido eclesiástico que era dado pela Irmandade de dois em dois anos (1814-1825); recibos dos ordenados auferidos entre 1813-1837.
Recibos relativos aos vencimentos; requerimentos solicitando ajudas de custo e concedidos, por despacho da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, ao secretário do expediente da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, Filipe Carlos da Cunha Souto e Matos.
Documentação referente à concessão de ajudas financeiras para o pagamento de contentores para o transporte de bens para África. Contém: correspondência com a Congregação das Religiosas Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus e com a Sociedade Missionária Portuguesa, com a Cáritas de Angola sobre o envio de contentores para África, com o apoio da Cáritas.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Joaquim José da Costa e Simas, sobre a devolução por D. Luís de Noronha, nomeado Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em S. Petersburgo, de ajudas de custo e vencimentos recebidos, por não ter chegado a ocupar aquele cargo.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, recomendando a concessão, pelo Governo, das ajudas solicitadas pelo requerente para o seu empreendimento. O Procurador-Geral repudiava o pedido do requerente de transporte de escravos para seu serviço em navios do Estado, que considerava "odioso", "impolítico" e "inadmissível".
Doação de umas casas, localizadas em Évora, feita por Catarina Martins, viúva de João Domingues, vizinha e moradora em Alvito, a Martim Eanes, alfageme, morador em Évora. A doação justifica-se pelas muitas ajudas que a doadora e o seu marido receberam do referido Martim Eanes. Redactor: Martim Vasques, tabelião em Alvito Localidade de redacção: Alvito Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Etapa #3 Efectivamente não foi preenchido esse campo porque se julgava, inicialmente, que o seminário se realizaria em Lagoa, facto que dispensava ajuda de custo para alojamento. Como o Seminário será em Lagos, solicita-se ajudas de custo para alojamento e refeições.
Esmolas angariadas pelo prior Francisco do Rosário e Melo para aquisição de um "jogo completo dos sinos novos, da igreja desta freguesia de São Nicolau de Lisboa". Contém uma relação nominal dos contribuintes e respetivo valor doado. Acompanha uma conta da despesa realizada com os sinos; várias contas de despesa e receita da fábrica da Igreja de São Nicolau de 24 de junho de 1828 até 24 de junho de 1830; "Observação relativamente aos sinos".
Joaquim Ferreira dos Santos nasceu a 4 de outubro de 1782, no lugar de Vila Meã, actual lugar de Azevedo, na freguesia de Campanhã, arredores do Porto. No Brasil fez fortuna, singrando na vida comercial, dedicando-se primeiramente ao comércio de produtos oriundos do Porto, e numa segunda fase ao negócio negreiro entre Angola e o Brasil. Regressado a Portugal, e ao Porto, onde se estabeleceu como grande capitalista e proprietário, foi sucessivamente agraciado pela Rainha D. Maria II, do qual era partidário, primeiro como Barão, em 1842, depois como visconde, em 1843 e finalmente como Conde, em 1850. O Conde de Ferreira viria a falecer em 24 de março de 1866, sem descendentes diretos. Através do seu testamento a sua vasta fortuna seria distribuída por familiares, amigos, colaboradores e inúmeras instituições em Portugal e no Brasil, das quais se destaca a Santa Casa da Misericórdia do Porto. Convicto da importância da instrução pública para o desenvolvimento do país e ciente do enorme atraso que a nação tinha nesta área, reservou no seu testamento uma verba para a construção de 120 escolas, em sedes de concelho que assim o desejassem. Declarava ele numa das disposições do seu testamento: "Convencido de que a instrução pública é um elemento essencial para o bem da Sociedade, quero que os meus testamenteiros mandem construir e mobilar cento e vinte casas para escolas primárias de ambos os sexos nas terras que forem cabeças de concelho sendo todas por uma mesma planta e com acomodação para vivenda do professor, não excedendo o custo de cada casa e mobília a quantia de 1 200$000 réis e pronta que esteja cada casa não mandarão construir mais de duas casas em cada cabeça de concelho e preferirão aquelas terras que bem entenderem". Das cento e vinte escolas previstas seriam construídas noventa e uma, uma delas em Moura. A 26 de setembro de 1866, a Câmara Municipal de Moura recebe uma circular do Governo Civil, remetendo um exemplar da planta das escolas a construir, e interpelando o município sobre o interesse em aderir ao benefício concedido pelo Conde de Ferreira. Em sessão realizada a 30 do mesmo mês, a Câmara deliberou aderir ao referido benefício, comprometendo-se a construir o edifício conforme a planta recebida e mobilá-lo como se exigia. Para isso fez aprovar um orçamento suplementar a 21 de outubro, onde contemplava 200$000 réis para auxiliar na construção do edifício e mais 200$000 réis para a mobília da escola. A 28 de outubro respondendo a algumas dúvidas colocadas pelo Governador Civil, a Câmara informa que tem junto à Praça Pública um terreno para a construção da escola, com uma área muito superior a 600 metros quadrados, limite mínimo admitido para se poder candidatar à construção do edifício escolar. Em sessão extraordinária realizada a 20 de janeiro de 1867, a Câmara aprova as condições impostas pelos testamenteiros do Conde de Ferreira, que em circular com valor de escritura pública, impõe as cláusulas para celebração do acordo de construção da nova escola. A Câmara ficava obrigada a construir a casa para a escola e a residência do professor, observando rigorosamente a planta fornecida e prover a mesma escola da mobília indispensável, a saber: mesa e cadeira para o professor, bancos e mesas munidas de tinteiro para no mínimo 48 alunos. O legado de 1200$000 réis seria realizado em quatro pagamentos iguais, de acordo com o faseamento previamente estabelecido para a construção. A obra deveria estar concluída no prazo de um ano após a aprovação da circular em sessão de Câmara. Finalmente, após a conclusão da obra, deveria ser remetida aos testamenteiros do Conde de Ferreira uma cópia da acta de inauguração da escola, que servir-lhes- ia de prova da execução do testamento. A 10 de Março de 1867, após acórdão positivo do Conselho de Distrito sob a deliberação municipal que aceitava as condições impostas pelos testamenteiros, a Câmara decide enviar todos os documentos necessários para se efetivar o contrato de construção da escola. A construção decorreu sem grandes imprevistos, sendo de salientar apenas uma tentativa de alteração ao projeto previamente estabelecido, a que os testamenteiros se opuseram de imediato, tendo em conta que não poderiam consentir alterações porque as disposições testamentárias assim o referiam expressamente. A 1 de outubro de 1868, é inaugurada a nova escola de ensino primário, destinada a alunos do sexo masculino. Na cerimónia o Dr. Manuel Pires Lavado de Brito, presidente da Câmara Municipal, após discursar perante uma vasta plateia, fez a entrega da escola ao Professor Rodrigo António Pimenta. Da cerimónia lavrou-se um Auto de Inauguração, do qual foi enviada uma cópia aos testamenteiros para servir de prova da execução do legado do Conde de Ferreira. É esse auto de inauguração da aula de ensino Primário que agora colocamos em destaque, juntamente com duas fotografias recentes da Escola então inaugurada. Quanto à Escola, perdeu as suas funções iniciais, tendo estado cedida a partir de maio de 1991 à Delegação Local da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) e a partir de março de 2006 à Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Moura (ARPICM). Quanto ao edifício, mantém a sua estrutura praticamente intacta, tal como foi projetado e construído no século XIX. Nele destaca-se a fachada principal, terminando em platibanda, com a sua sineira retangular coroada por um frontão triangular, por baixo da qual se pode ler a data da morte do Conde de Ferreira - 24 de março de 1866. Âmbito e conteúdo elaborado por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso às seguintes fontes e publicações online: - Arquivo Municipal de Moura, Actas das Vereações- 1866-1870, dc00039 - Arquivo Municipal de Moura, Correspondência recebida/expedida, ui0001, 1867 - Administração do Concelho de Moura, Correspondência recebida – Governo Civil, 1868. - https://escolascentenarias.blogs.sapo.pt/732.html - http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34680
Auto de inauguração da «Escola Primária do Conde de Ferreira», construída com recurso a verbas legadas pelo benemérito com o mesmo nome. Era presidente da Câmara Municipal de Moura o Dr. Manoel Pires Lavado de Britto que, após discursar, entregou as chaves da nova escola a Rodrigo António Pimenta, professor do ensino primário do sexo masculino, da vila de Moura.
Contém: conta da receita e despesa, cópia de acórdão, orçamento da receita e despesa, ordens de pagamento, recibos, mapa comparativo da despesa autorizada pelo orçamento, relação das dividas e certidão. Processo n.º 7901
Oficio da Universidade de Clermont II dirigido a Manuel Ferreira agradecendo o seu empenho. (doc composto); Programa da Visita manuscrito. (2 folhas, original); Fotocópia do Programa da Visita manuscrito. (2 folhas); Oficio da Universidade de Clermont II a Manuel Ferreira agradecendo a sua disponibilidade e notificando-o do envio de um programa [e lista de visitantes] (4 folhas); [Pedaço de folha contendo um carimbo da Universidade de Clermont FD II com a morada.]; Rascunho com contactos; Programa da visita manuscrito (7 folhas); Rascunho com contactos; Oficio da Universidade de Clermont II [a Manuel Ferreira] pedindo auxilio com o programa; Oficio da ENATUR (Pousada da Oliveira) dirigido à CM Guimarães com discrição de Menu. (doc composto); Oficio da Rádio 2000 Antena Minho, dirigido a Manuel Ferreira, com o projecto da visita dos alunos relacionado com o programa “Diáspora Raizes e Constantes da Emigração Portuguesa”. Anexo Cartaz. ( 1 folha e um cartaz.); Oficio da CM de Guimarães à Rádio Fundação pedindo facilidades na visita às suas instalações por parte dos alunos franceses; Oficio da Universidade de Clermont II dirigido ao Presidente da CM Guimarães dando-lhe a conhecer o interesse em visitar Guimarães e seu concelho e pedindo facilidades por parte da Câmara na execução do projecto. Em anexo programa da visita. (doc composto, 4 folhas); Desdobrável do curso de LEA da Universidade de Clermont Ferrand; Cartão com carimbo com mensagem pedindo ajuda no projecto e alojamento. (texto em francês); Oficio da Interaction France-Portugal com o programa da visita a Portugal. Anexo programa da visita. (5 folhas); Rascunho com os alojamentos, preços e números de pessoas.
Sabbam todos quantos esta carta de doaçom uirem como nos Domingos Steuez dito Grego e eu Marinha martins sa molher moradores na ffreguissia de ssam Migel de gonça de nossas boas liures uoontades e sem outro costrangimento nenhum fazemos carta de doaçom a uos Gonçalo periz caonjgo de Gujmaraens dito de ssouto de toda a parte e derejto e quinhom que nos auemos na lejra de sso a vossa quintaan dojteiro a qual lejra parte da huma parte cono casal de ssam Damaso. e da outra parte como (?) parte cono bacelo de Paaj paez. Outrosj lhj fazemos carta de doaçom de todo o outro derejto e parte e quinhom que nos auemos na lejra da vinha que Joham Joanes demandou a Paaj paez a qual parte com essa vinha de Paaj paez. E outrosj lhj fazemos carta de doaçom de todo o outro derejto e parte e quinhom que nos auemos que chamam riba de sselho hu estam as carualhas como parte….. a qual ias apar do bacelo de Joham ioanes e esto todo uos damos com todas sas entradas e saidas e com todos seus derejtos e perteenças per hu as uos melhor poderdes auer e achar. E esto uos fazemos por muito bem e por muita ajuda que de uos sempre recebemos. E renunciamos que nunca per nos nem per outrem que nunca vaamos contra estas doaçoens ao pea de quinhentos soldos e esta carta valer para como dito he. feito foj esto na almo….. a de Gujmaraens. vynte e sejs djas dojtubro. era de mil e trezentos e sasseenta e seis anos. testemunhas Gil mateus. Martim sabugejro do Castelo. Cibraoom gonsalves de randuffe. Pero filho de Sancha (?) cachom. Domingos stevez tabaliom de Gujmaraens e outros e Eu ffrancisco giraldez publico tabaliom da dita vila que a rogo e per mandado dos sobreditos esta carta destas doaçoens screuj e meu sig + nal hj pugj que tal he. Eu Domingos Steuez testemunha sobredita pugj aqui meu sinal que tal he +.
Carta régia de privilégio aos pobres da serra de Ossa e a todos os seus companheiros que vivem em Val do Infante, em Val Abraão, em Val Bom, em Montes Claros, em Rio Torto, na Fonte da Arcada, em Santa Margarida do Aivado, em Montemuro, em Rio Mourinho, em Portel, na Espadaneira, na Junqueira, em Val Formoso, termo de Tavira, e em mais três eremitérios de difícil identificação na leitura do documento, em que os isenta do pagamento de vários tributos. Redactor: Álvaro Anes, escrivão Localidade de redacção: Évora
Traslado de uma carta régia de concessão de privilégios aos pobres da serra de Ossa e de outros eremitérios. O traslado é solicitado por Mateus, pobre da província de Tavira, ao juiz e corregedor (?) em Évora, Cristovão Mateus. Redactor: João Dias, escudeiro do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Cristovão Mendes, escudeiro da casa do rei, juiz e corregedor (?) em Évora