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O conceito de Órgão Local de Turismo surge em 1921, com a publicação da Lei n.º 1152, de 23 de Abril, através da qual foram criadas as denominadas Comissões de Iniciativa, em locais considerados de interesse turístico nacional. Na sua génese, trata-se de uma Lei que vai buscar à legislação francesa o conceito de Syndicats d’Initiative adaptando-o à legislação portuguesa. A área de jurisdição das Comissões de Iniciativa era constituída por uma freguesia central, a estância, e pelas freguesias circunvizinhas. As Comissões de Iniciativa gozavam de relativa autonomia em relação ao município, respondendo apenas perante o Ministério que as tutelava, sendo muitas vezes consideradas por estes como uma espécie de “poder paralelo”. No âmbito da sua autonomia, era-lhes permitido realizar obras de construção/beneficiação em edifícios propriedade do Estado e contrair empréstimos para financiamento interno. A sua principal fonte de rendimento eram as “Taxas de Turismo”, aplicadas sobre a hotelaria e similares. As Caldas das Taipas, apesar de serem uma pequena estância termal, possuíam todas as comodidades de uma estância turística. Era reconhecida pelo seu ambiente pacato, propício ao repouso, pelas bonitas paisagens pautadas por ambientes bucólicos. O facto de possuir dois balneários, um deles com “águas vivas” , constituía por si só um cartão de visitas para os aquistas. Apesar de não servida por nenhuma via-férrea , as Caldas das Taipas é atravessada por uma importante via, a E.N. 101, que liga a capital de distrito, Braga, a um importante polo industrial e comercial, Guimarães, logo um convite à passagem de forasteiros e viajantes. A criação da Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas, deu-se pelo decreto n.º 8894, de 5 de Junho de 1923 , embora, a Zona de Turismo só tivesse sido fixada a 1 de Abril de 1926, pelo decreto n.º 11555. A Zona de Turismo da Estância Termal das Taipas era composta pelas freguesias de Caldelas (a estância Termal), e pelas freguesias circunvizinhas, São Martinho de Sande, São Lourenço de Sande, São Clemente de Sande, Vila Nova de Sande, Longos, Balazar, Santa Leocádia de Briteiros, Santo Estêvão de Briteiros, Donim, Gondomar, Barco, Figueiredo, Oleiros, Leitões, Santa Maria de Airão, São João de Airão, Brito, São João de Ponte, Santa Eufémia de Prazins, Santo Tirso de Prazins, Corvite, Santa Maria de Souto e São Salvador de Souto. O compasso de espera entre a criação por decreto e a constituição formal da Zona de Turismo revelou-se nefasto, particularmente para as finanças da Comissão de Iniciativa. Contudo, e pese embora as dificuldades, a Zona de Turismo da Estância Termal das Taipas centrou a sua ação na promoção das Termas, enquanto, principal vetor do Turismo nas Caldas das Taipas. A 31 de Dezembro de 1936, já em pleno arranque do Estado Novo, as Comissões de Iniciativa foram extintas. A 10 de Janeiro de 1937, finda oficialmente a Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas para ceder funções à recém-criada Turismo da Estância Termal das Taipas.
O autor, [Conde de Mafra em 18??], informa que o amigo António de Araújo de Azevedo bem conhece os motivos do seu longo silêncio, mas que a sua amizade continuou a fazer com que procurasse sempre por notícias do destinatário. Informa que recebeu ontem uma carta de Francisco José Maria de Brito em que este lhe comunicava o seu Despacho, notícia que lhe causou o maior prazer, visto ter Brito muito merecimento. Informa que segui os conselhos dafamília e abandonou Paris, passando a viver em Londres onde aguarda pelas ordens reais. Pede ao destinatário que interceda junto de S.A.R. a fim de lhe solicitar as ordens e a permissão para se retirar para Lisboa, uma vez que em Londres tudo é excessivamente caro e demasido penoso para a sua família. Diz ser pobre e que vivia com o ordenado da carreira diplomática e de Conselheiro da Fazenda, os quais cessaram em Dezembro de 1807 por ordem dos Governadores do Reino. Pede ao destinatário que o proteja, junto de S.A.R., a segunda via do seu requerimento, de 12 de Junho, que foi enviado plo Conde do Funchal, [Embaixador em Londres]. Pede notícias.
Regozija-se por ter tomado conhecimento por Brito que o amigo António de Araújo de Azevedo estava com mais vigor. Informa que a viagem que pretendia empreender a São Petersburgo está atrasada e que possivelmente não a fará tão cedo em virtude do súbito aparecimento de [Napoleão] Bonaparte em França onde foi recebido com aplausos e os apoios que rapidamente adquiriu. Comenta que as grandes potências têm desenvolvido os maiores esforços para evitar o mal, mas não têm agido, ao contrário daquilo que se passa com o inimigo. No entanto, acompanhará o Imperador Alexandre para o exército, como já expôs ao Marquês de Aguiar, a quem volta a escrever sobre este e outros assuntos. Comenta a ?despreocupação? dos responsáveis pela vigilância a Napoleão na ilha de Elba e as repercussões que esta situação pode ter na paz europeia. Informa que o "seu negócio" tem encontrado grandes obstáculos da parte de uma pessoa que o destinatário favorece, mas o autor ainda não perdeu a esperança de o conseguir finalizar. Comenta o testamento da sua irmã a Duquesa, em que esta lhe dava a sua segunda filha em casamento, e a primeira ao segundo filho do Duque de Cadaval. Sabe, neste instante, que Brito e o Corpo Diplomático português em Paris foram apanhados desprevenidos pela enrada de Napoleão. Recomendações a Manuel Luís.
Esperava que [João Alberto] Kantzow pudesse enviar-lhe notícias do dest., mas ele não conseguiu obtê-las senão verbalmente. Soube ainda por Lobo que a sua saúde está perfeita, que passa bem, o que lhe causou alegria e descanso à alma que vivia atormentada há tantos meses. Mas, receber estas seguranças pela sua mão, seria um bálsamo para as suas dores. Lamenta não receber uma única linha do amigode Araújo e que este silêncio provoca-lhes uma grande tristeza. Continuará a escrever em todas as ocasiões e por todos os meios possíveis. Relembra as privações e os sofrimentos que o amigo Brito sofre desde há quatro anos, e a promessa do destinatário que o protegeria. A rectidão e afeição de Brito exigem que o destinatário não se esqueça dele. Prometeu também proteger o Marido, mas em ambos os casos as provas de amizade não chegam. Desconhece se as suas cartas chegam ao dest., e suplica-lhe que responda, que lhes dê alegria e tranquilidade. Despede-se citando [Edward] Young. Em 7 de Setembro, referindo que esta carta está escrita há mais de um mês e sem ter meios de a expedir. Ignora se o destinatário já tomou alguma providência em benefício deles. Assegura que o silêncio dele é o pior de todos os males e de todos o mais insuportável. Em nome da amizade, escreva-nos.
Não sabe exprimir o que sentiu ao receber um bilhete assinado pelo amigode Araújo mas escrito por outra mão. Sabe que ele esteve perigosamente doente, mas agradece a Deus que, através dos cuidados de um hábil médico [como Manuel Luís Álvares de Carvalho, conservou-lhe a vida para felicidade da pátria, do soberano e dos amigos. O amigo Brito explicou-lhe o bilhete e dele verificou que os sentimentos permanecem imutáveis. A pobre Antoinette que tinha casado há dez meses com um digno e bravo homem [o Chevalier Bertola], pedreu o amrido devido a uma doença. O excelente Brito, com a sua amizade e seus conselhos, é quem tem prestado apoio à autora nestes momentos e incutido coragem para suportar estes momentos cruéis. É o seu anjo consolador. Agradece ao destinatário por ter feito com que pagassem o soldo a marido, possibilitando-lhe pagar parte dos empréstimos à autora. Viu Lobo com a sua charmosa esposa e lamenta não poder recebê-los como desejava. A nomeação dele para Berlim fê-lo infinitamente feliz, tal como merece ser. S[uzanne] vive deprimida devido ao estado de saúde da amiga íntima a Madame de Sousa de Gracia Real. Endereça os votos de um feliz ano novo e manifesta o seu sentimento de como é glorioso ter a sua amizade.
Informa ao amigode Araújo que o seu bilhete de 29 de Agosto apenas chegou a Paris no dia 25 de Novembro. Alegra-se por ver que a assinatura do destinatário já está melhor do que as anteriores e espera poder receber uma carta totalmente escrita da sua mão. Refere-se à amizade perfeita que os une, não obstante a distância que os separa. Diz-se incapaz de ler uma obra sem se recordar do amigo e de qual seria sua expressão. Comenta o ?anti-Romantismo? do Visconde de Segur, e em especial a sua última obra, a crítica das obras de Schlegel, de Sismonde de Sismondi e de Madame de Stael. Coomo pode ver mantem-se ao corrente das novidades literárias, mas tudo graças à bondade do vosso amigo Brito. Elogia os talentos de Brito e sua extrema devoção ao Soberano e ade Araújo, mas diz que ele trabalha tanto que teme pela sua saúde. Alerta, por isso, para a necessidade de ele ter um secretário capaz. Graceja com o facto de Mr. de Talleyrand ser ultra-realista, mais do que o próprio rei. Madame de Stael casou a sua filha com o Duque de Broglie. Ficou lisonjeada com a carta que o Duque do Luxemburgo, entretanto regressado a Paris, lhe entregou e confessa a imutabilidade dos seus sentimentos pelo destinatário. Refere-se a Madame de Beaumont, antes Barreto. Agradece antecipadamente o que puder enviar a Antoinette. V. endereço.
Fichas dos sócios Manuel António Pires, Manuel António Revez Roberto, Manuel António da Rosa Silva, Manuel António dos Santos, Manuel António Santos Dias, Manuel António Serra, Manuel António Tavares, Manuel António Valeriano, Manuel Antunes Alves, Manuel Antunes da Silva Pereira, Manuel Argimiro Silvestre Ventura de Oliveira, Manuel Armando do Rosário Zacarias, Manuel Armando Sousa Carvalho, Manuel Artur Ferreira Velez, Manuel Augusto, Manuel Augusto Ferreira, Manuel Augusto Lourenço dos Santos, Manuel Augusto Marreiros Rio, Manuel Augusto Paio Meira, Manuel Augusto Pereira de Matos, Manuel Augusto Rodrigues Barral, Manuel Augusto Rodrigues Jorge, Manuel Augusto Teixeira Lopes Carrascal, Manuel de Azevedo Ribeiro, Manuel Barbosa, Manuel de Barros Seabra, Manuel de Bastos Fernandes, Manuel Batarda Nunes, Manuel Batista, Manuel Batista Mateus, Manuel Bentes Alves, Manuel Bento Carreira, Manuel Bento Fialho, Manuel Bento Gonçalves, Manuel Benvindo Martins, Manuel Branco, Manuel Branco da Silva, Manuel Bravo Viegas, Manuel de Brito, Manuel de Brito Palma, Manuel Caeiro Açúcarinho, Manuel Caeiro Marques, Manuel Caetano da Conceição Reis, Manuel Caldeira, Manuel Caliço dos Santos, Manuel Candeias Mendo, Manoel Capuchinho Ramos Caetano, Manuel Carlos de Almeida Candeias, Manuel Carlos Carolino Ferreira e Manuel Carlos Gonçalves.
Fichas dos sócios Ecopeças-Empresa Comercial de Peças Auto, Edalino dos Reis Neves, Edelinda Lourenço Inácio Caetano, Edgar Branco Pereira, Edgar Soares Machado, Edite Maria Manhiça, Edithe Dimas Gonçalves de Moura, Edmundo António Domingues Marques, Edmundo Coelho Pinheiro, Edmundo Jaredo Gaspar, Edmundo José Brito Nunes, Edmundo José Pinto de Oliveira, Edmundo José Rosendo Pereira, Edmundo da Luz Castanheira, Edmundo Manuel Moreira Lopes, Edmundo Manuel Pires Fresco, Edmundo Pedro Reis Freitas, Edmundo Pompílio Moura Pinto, Edmundo Santos Pinto Tibério, Edmundo Tavares Domingos, Eduarda da Conceição Casimiro de Oliveira, Eduarda Maria Aguiar Tomé Mateus dos Santos, Eduardo Alberto Tristany Dingle, Eduardo Alves, Eduardo Anjos Augusto, Eduardo António Dias do Valle, Eduardo António Martins, Eduardo Aprígio Maia Vieira, Eduardo Augusto Agia Flor, Eduardo Augusto Dias Rosa, Eduardo de Azevedo Rodrigues, Eduardo Balby de Oliveira, Eduardo de Brito Guerreiro, Eduardo Bruno Neves Ferreira Silva, Eduardo Cabral da Silva, Eduardo Carlos Neves Pereira, Eduardo Chaves da Costa, Eduardo da Conceição Lourenço, Eduardo Constantino Vasco Ogando, Eduardo Fernando Correia Trancamos, Eduardo Francisco Aires, Eduardo Francisco Boto, Eduardo Furtado, Eduardo Gomes Gama, Eduardo Gomes Rodrigues, Eduardo Guerreiro Serra, Eduardo Hilário, Eduardo Jaime Santos Madeira, Eduardo de Jesus Alves e Eduardo João da Assunção Justo.
Fichas dos sócios Francisco Azevedo Dingle, Francisco Azinheira Piedade, Francisco Baião Silveira, Francisco Barbosa Rodrigues, Francisco Batista Godinho, Francisco Bento Vale, Francisco Bexiga Gordo, Francisco Branco Cachôpo, Francisco Brito Conceição, Francisco Brito Palma Gonçalves Morais, Francisco Caeiro Baltazar, Francisco Caeiro Moreira Joaquim Ferreira, Francisco Caneiro Elói, Francisco Carlos Cabrita Mendes, Francisco Carlos da Silva Batista, Francisco do Carmo Franco, Francisco do Carmo Xavier, Francisco de Carvalho, Francisco Carvalho Ferreira, Francisco Catarino, Francisco César Elias Colaço, Francisco da Conceição das Dores Aço, Francisco Correia Pito, Francisco Correia Susana, Francisco da Costa Granda, Francisco Craveiro da Silva, Francisco da Cruz e Silva, Francisco Dias Duque, Francisco Dias Santos, Francisco Eduardo Fonseca Silva, Francisco Eduardo Valério, Francisco Elias Alexandre, Francisco Fernandes Tonim, Francisco Fernando dos Santos, Francisco Fialho Valadas Cordeiro Querido, Francisco Flores Caldeira, Francisco de Freitas Silva, Francisco Garcia Farinha Martins, Francisco Godinho Machuco, Francisco Gouveia dos Santos, Francisco Graça Guerreiro Valério, Francisco Gregório Rocha, Francisco Gualdino Fraústo, Francisco Guilherme da S. Martins, Francisco Hélder Fernandes Abrantes, Francisco Henrique Correia Dinis, Francisco Inácio Rodrigues, Francisco Infante Reis e Francisco de Jesus Nora.
Fichas dos sócios António Baêta Pereira Ganço, António Balsa Ribas, António Barbosa da Cunha Brandão, António Bastos da Silva, António Bento dos Reis Guerreiro, António Bento Ribeiro, António Bidarra Andrade, António Borges Leite, António Bravo Serra, António Braz, António de Brito Caldas, António C. G. Loureiro, António do Cabo Moreira, António Cabral Sebastião, António Camacho, António Câncio Paulino, António Candeias Veríssimo, António Cândido Amado Lima, António Cândido de Sousa Rodrigues, António Cardoso, António Cardoso de Almeida, António Carlos Alemão da Cruz, António Carlos Castanheira Navalhas, António da Conceição Castilho, António da Conceição Estevam, António da Conceição Fragoso, António Conceição Madeira, António da Conceição Martins, António Carlos Andrade da Costa, Dr. António Carlos Leal da Silva, António Carlos Morais de Brito, António Carlos Pimenta Metelo, António Carlos Sacramento da Encarnação, António Carlos Silva Ribeiro, António do Carmo Pereira, António Carolino da Cruz, António Carlos Coelho Serra, António Carlos Fonseca da Silva, António Carlos Godinho Soares, António Carlos Nunes Faia, António Carlos da Piedade Fernandes, António Cerqueira, António César Cunha Fernandes, António Coelho de Sousa Calvão, António da Conceição Rodrigues, António da Conceição Vitorino, António Correia Gil, António Correia de Oliveira, António Correia Rijo, António da Costa.
Cartaz de divulgação do espetáculo para maiores de 12 anos, apadrinhado por Hermínia Silva e Filipe Pinto, a decorrer no dia 11 de Maio de 1963, pelas 21h30m. Grandiosa parada de artistas do teatro, do fado, da rádio e da televisão; concurso de fadistas e cançonetistas amadores (1 valiosa taça e duas medalhas); fazem parte do júri os distintos poetas Abel Pereira de Araújo e Carlos Conde. Artistas: Manuel Bogalho e Domingos Pereira (os reis do humorismo); Amélia Maria; Maria da Saudade; Vitória Maria (a mais pequena artista da rádio); Alice Magina; Aurora Silva; Luz da Nazaré; Belinha Costa (pequena acordeonista); Lourdes M. e Brito; Lina Esteves; Joana Maria (acordeonista); Jorge Silva; Júlio Vieitas; João Viana (Vianinha); Moisés Campelos; Raul Fernandes; Américo Pinto; António Rodrigues; Macedo e Brito; António Alves; Manuel Infante; Alvitri Pena Joia; Manuel Mar, Fernando Forte, Victor Moreira e António Norte (artistas da TV); Daniel Freitas e Alfredo Silva (guitarras portuguesas); Amadeu Ramim e António Basílio (violas); locução de José Manuel e Américo Mendes. Contém 8 fotografias a preto e branco dos artistas Ilda Silva, Vitória Maria, António Norte, Fernando Forte, Filipe Pinto, Maria Manuela Silva, Manuel Mar e Lucília de Sousa. No verso, contém os carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
Recrutamento militar dos seguintes mancebos: José dos Santos Mantas, filho de João dos Santos e Joaquina da Luz; Eleutério Alfredo Lobo, filho de Alfredo Francisco e Felicidade Perpétua; António, filho de Dionísio Filipe e Júlia de Jesus; Tomás Domingues, filho de António Domingues e Bernardina Maria; Pedro, filho de Joaquim da Silva Cabeça e Elisa do Rosário; Claudino, filho de Agostinho António Vilela e Felismina do Rosário; Sebastião, filho de pai incógnito e Maria Adelaide do Sacramento; António, filho de José Dionísio Pulso e Isidora Maria; Luís, filho de José Dionísio Pulso e Isidora Maria; Carlos Domingues, filho de Joaquim Domingues e Emília da Conceição; Manuel dos Santos, filho de Bernardino José e Margarida da Assunção; João, filho de Joaquim Luís e Amélia de Jesus; Mariano, filho de José Joaquim e Matilde da Conceição; António dos Santos, filho de Januário dos Santos e Maria de Jesus; Francisco, filho de João Nunes de Brito e Palmira Rodrigues de Brito; João Batista, filho de Pedro José Alfredo Cambournac e Maria Gertrudes; Joaquim, filho de Firmino dos Santos e Amélia Domingues; Mariano Francisco, filho de António Francisco e Maria da Conceição; Artur Cardoso Vilela, filho de Ernesto Domingues Vilela e Júlia da Conceição Cardoso; José Francisco, filho de Francisco Firmino e Maria de Jesus; José Garcia, filho de Pedro José Gouveia e Maria Joaquina.
Requerente: Lourenço Ribeiro Cardoso. Assunto: Pedido de licença para construir uma casa para moinho na margem direita do rio Ave. Contém: parecer e informação, requerimento (cópia), informação interna, guia de emolumentos, edital, ordem de serviço, certidão (cópia), nota de serviço, diploma de licença (cópia) e planta à escala 1/500 (dois exemplares)
Participa ao amigo de Araújo o seu desgosto pela partida do portador da carta, que muito sofreu aqui e experimentou todo o género de privações com uma constância de sentimentos e firmeza. Em muito agradece as atenções e os cuidados que ele lhe prestou durante a sua doença. Os seus talentos e o seu saber e o seu carácter honesto poderão ser de grande utilidade ao destinatário. Recorda os tempos passados, a profunda amizade e lamenta o imenso espaço que os separa e que faz com que ela seja esquecida porde Araújo. [Cita versos de Goldsmith]. Pede-lhe que demonstre que não é apenas a glória que ocupa os seus tempos, mas também os sentimentos de amizade e contradiga aqueles que dizem que se tornou apático sobre esse céu flamejante e já não olha para os amigos fiéis. Foi com um prazer incomensurável que soube da nova graça que o Soberano lhe concedeu. Refere que escreveu inúmeras vezes, mas desconhece se as cartas chegaram ao seu destino. Pede para, doravante, endereça-las a [D. Joaquim] Lobo [da Silveira] ou ao pai do portador desta, esquecendo a via do Dr. que tem sido negligente. Refere-se às dificuldades sentidas por Marido no cargo que o destinatário lhe concedeu [quando era Ministro Negócios Estrangeiros em Portugal] e que elas recaem sempre sobre si, ao ponto que se não tivesse a ajuda do generoso "Maître de Botanique" [Francisco José Maria de Brito], não saberia qual seria o seu futuro. Este também vive em dificuldades e já há três anos sem receber um soldo e uma carta do dest. o que muito o aflige. Até o "Platonique" reconhece a extrema dedicação e os riscos que [Brito] corre em nome da sua amizade por de Araújo, o seu mestre. Mesmo assim vive socorrendo os seus compatriotas e acredita que o seu dever é permanecer aqui. Oferece um pequeno alfinete, pedindo ao destinatário que o use como lembrança da sincera amizade. Desejava enviar algumas obras novas, mas deixa esta tarfea para Brito. O filho de Louis, afilhado do destinatário, está aqui. Pede para lhe dizer se P. está com o destinatário. [versos da Venality]. Ao fechar esta carta, recebeu com imensa satisfação a do destinatário datada de 9 de Junho. Aguardará a outra que falará sobre o destino de Marido. Já não aspira a rever o destinatário mas unicamente a que o seu coração conserve a amizade. Pede ajuda para os seus verdadeiros amigos e alerta para aqueles que o dizem ser, poderão sê-lo mas do "Ippogrife". Oferece uma nova estampa e espera que o dest. como amante das belas artes a coloque no seu gabinete.
PASSOS, Lucas Evangelista. Filho de Luís [António] Ferreira e de Maria da Conceição Mendes, ou Domingues, lavradores, residentes no lugar de Bouças. Neto paterno de João Ferreira e de Rosa Afonso, do dito lugar; neto materno de Francisca Mendes, solteira, do lugar de Ferreiros. Nasceu em Alvaredo a 27/8/1864 e foi batizado na igreja a 2 de Setembro desse ano. Padrinhos: Lucas Leite da Cunha, solteiro, mestre-escola, de Pias, Monção, por procuração que apresentou José Joaquim Domingues, casado, de Alvaredo. // A 28/2/1899, juntamente com sua irmã Rosa, foi padrinho de Adelino Pires, nascido em São Paio no dia anterior. // Casou a 12/4/1899 na igreja de Alvaredo com a sua conterrânea Maria Teresa de Brito, de 37 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel António de Brito e de Carlota Joaquina Alves. Testemunhas: José Manuel de Jesus, casado, lavrador, e Maximiano Pires, solteiro, lavrador. // Foi pai de Carlinda Esperança e sogro de Manuel Luís Pires, fotógrafo, taxista, etc., os quais viveram na Vila. // No “Melgacense”, vem o anúncio: «Por este juízo de direito e cartório do escrivão do 1.º ofício correm éditos de 60 dias a contar da 2.ª e última publicação deste anúncio … citando os co-réus Joaquim Fernandes, solteiro, maior, da Charneca, e Maria Esteves, solteira, maior, das Bouças, … e ausentes em parte incerta, para todos os termos de ação com processo ordinário, que pelo mesmo cartório deste juízo corre seus termos, em que são autores Lucas Evangelista Ferreira Passos e mulher Maria Teresa Brito, do Souto, Paderne, … e réus a viúva de José Fernandes, da Charneca, Joaquim Fernandes, solteiro, maior, do mesmo lugar, Maria Esteves, solteira, maior, de Bouças, todos de Alvaredo, e outros, na qual os autores pedem que os réus sejam condenados a reconhecer que nenhum direito têm à servidão, tanto de pé como de carro, pelo prédio dos autores denominado Campo da Fontinha, sito nos limites de Bouças, limitado pelo norte pelo caminho público da Fontinha, pelo sul com a Corga das Bouças, pelo nascente com Manuel António Esteves, de Chaviães, e pelo poente com herdeiros de Luís de Castro, servidão esta para as suas respectivas propriedades do Prado, pertenças dos réus…» // Faleceu em Fontainha a 20/11/1929 (!). É possível que tinha sido a esposa, porque no “Notícias de Melgaço”, vem anunciada a sua morte, como tendo ocorrido a 20/10/1939, no Souto, Paderne (!).
Fichas dos sócios: José Miguel Formiga, José Pedro de Jesus Carapinha Ramos, José Pedro Morais Reis, José Pedro Micael Franco Caiado, José Pedro Mendonça, José Pedro Freitas, José Pedro Ferreira da Costa, José Pedro Feixinha Teixeira, José Pedro Dinis da Fonseca e Silva, José Paulo Ribeiro, José Pedro Conceição Batista, José Paulo Paiva Figueiredo da Cruz, José Paulo Gomes Ventura, José Paulino de Miranda, José Paulino de Matos, José Pascoal Ferreira, José Paixão Louro, José Parente Viana, José Ortiz Viegas Franco, José Orlando Matos da Silva, José Orlando da Glória Silva, José Onofre de Freitas, José Oliveira dos Santos Bailote, José Oliveira Pedrosa, José Oliveira Fazendeiro, José de Oliveira Falcão Ferreira, José Oliveira Calvário Salvado, José Oliveira Benedictt, José Nunes Rico, José Nunes Mousaco, José Nunes de Abreu, José Norberto Martins Machado, José Norberto, José Nobre Batista, José Nicolau dos Santos Cristina, José Neves da Silva, José Neves Caldeira Marques, José Neves de Brito, José das Neves Antunes, José Natalino de Jesus Mendonça, José Narciso dos Santos Fernandes, José Narcizo Romão, José Moreira da Costa, José Modesto da Luz Correia, José Miranda Rodrigues, José Miranda Rodrigues, José Miranda Nepomuano Janarra, José Miranda, José Miguel Valente Rodrigues, José Miguel Mateus Santos, José Miguel Martins Canelas, José Pedro Rodrigues de Carvalho, José Peleteiro Lombos, José Pereira, José Pereira Alves, José Pereira da Costa, José Pereira da Costa, José Pereira Marques, José da Piedade B. Martins de Almeida, José Pimenta de Brito, José Pimenta de Brito, José Pinheiro Dias Soares, José de Pinho Rendilheiro, José Pinto, José Pinto Claro, José Pinto dos Santos, José da Ponte Cruz, José Prazeres Nunes, José Rafael Conchinha Marchão, José Raimundo Gonçalves, José Raimundo Ribeiro da Silva, José Ramalho Lopes, José Ramalho Pereira, José Raminhos dos Santos, José Ramos da Assunção, José Raul Cardoso e Sousa, José Reinaldo Vaz Velho Marques, José Reis Lopes, José Ribeiro, José Ribeiro de Carvalho, José Rebelo, José Ricardo da Cruz Camilo, José Ricardo Semião Soares, José Rocha, José Rocha Pinto, José Rodrigues, José Rodrigues, José Rodrigues, José Rodrigues Afonso, José Rodrigues Copêlo Mendes, José Rodrigues Cristóvão, José Rodrigues Faustino, José Rodrigues Grade, José Rodrigues Pereira, José Romana Caeiro, José Romão Correia, José Roque Tecedeiro, José Rosa das Neves Santos, José Rosa Pessoa, José do Rosário Lopes Paquito, José Salgadinho Martins, José Samuel dos Santos Paiva, José dos Santos Agostinho da Silva, José dos Santos Amantes e José dos Santos Canelas.
Fichas dos sócios: Manuel da Glória Pais, Manuel Godinho, Manuel Godinho Fialho Lopes, Manuel Gomes, Manuel Gomes Marques, Manuel Gomes Marques, Manuel Gomes Paiva, Manuel Gomes Pinto, Manuel Gonçalves Afonso, Manuel Gonçalves Amblat, Manuel Gonçalves Areias, Manuel Gonçalves Canaveira, Manuel Gonçalves Castanheira Mendes, Manuel Gonçalves Revez, Manuel Gonçalves Vizinha, Manuel Gonzalvez Conde, Manuel Gordo Rebelo, Manuel Gouveia Marques, Manuel Grade Natal, Manuel Guerreiro, Manuel Guerreiro Afonso da Palma, Manuel Guerreiro Gama, Manuel Guiomar de Carvalho, Manuel Gusmão Perestrelo, Manuel Gustavo de Figueiredo Escudeiro, Manuel Gustavo de Figueiredo Escudeiro, Manuel Henrique, Manuel Henrique Carvalho Pereira, Manuel Henrique da Encarnação Francisco, Manuel Henrique Naia, Manuel Henrique Palhau, Manuel Henrique Seabra Henriques, Manuel Henriques Coutinho, Manuel Horta de Matos, Manuel Ildefonso Gomes Ribeiro, Manuel Inácio Carochas Borrego, Manuel Inácio da Cruz Brito, Manuel Inácio Fernandes, Manuel Jacinto Borges Chumbo, Manuel Jacinto Pereira, Manuel Jacinto Rosa Marques, Manuel Jesus Dores, Manuel de Jesus Serrano Rosa, Manuel de Jesus da Silva Ralha, Manuel João Coelho Carvalhede, Manuel João Estreia, Manuel João Guerreiro, Manuel João Mendes Valério, Manuel João Miguel Bia, Manuel João Pereira Gomes, Manuel João Pereira Mendes, Manuel João Rodrigues Andrade, Manuel João Rolão, Manuel João Santinho das Neves, Manuel João Simões da Silva, Manuel Joaquim, Manuel Joaquim, Manuel Joaquim Alonso Barbosa, Manuel Joaquim Amaro, Manuel Joaquim Brito Ramos, Manuel Joaquim de Campos, Manuel Joaquim Candeias, Manuel Joaquim de Castro Gomes, Manuel Joaquim Cepeda, Manuel Joaquim da Conceição Lopes, Manuel Joaquim da Costa Júnior, Manuel Joaquim Costa Nunes, Manuel Joaquim da Cunha Tiago, Manuel Joaquim Dantas Afonso, Manuel Joaquim Fernandes, Manuel Joaquim Gonçalves, Manuel Joaquim Gonçalves Rodrigues, Manuel Joaquim Machado Cardoso, Manuel Joaquim Marcelo Alcaçarinho, Manuel Joaquim Mendonça, Manuel Joaquim Nogueira Guerreiro Botas, Manuel Joaquim Nunes Bajanca, Manuel Joaquim dos Reis, Manuel Joaquim Rosa Brito, Manuel Joaquim dos Santos, Manuel Joaquim Sobral Moutinho, Manuel Joaquim Torres Caeiro, Manuel Jorge Lucas Massaroca, Manuel Jorge Rodrigues Veloso, Manuel José Alves, Manuel José Baeta, Manuel José Baptista Gonçalves Moreira, Manuel José Cabaço Valente, Manuel José Cachão Laranjeira, Manuel José Carlos, Manuel José Carvalho Ledo, Manuel José Coelho Evangelista, Manuel José Catarino de Sousa, Manuel José da Costa Barreiro, Manuel José Cunha de Sousa, Manuel José Ferreira, Manuel José Fialho Mendes, Manuel José Gomes Laborim, Manuel José Gonçalves Alves, Manuel José Grilo Vinagre e Manuel José Janeiro Campaniço.
Fichas dos sócios: Manuel Quaresma de Almeida, Manuel Quina Rosa Balbina, Manuel Rafael, Manuel Ramos Cequeira, Manuel dos Ramos Ferreira, Manuel Ramos Teresa, Manuel Rego, Manuel Reves Severo das Dores, Manuel Ribeiro, Manuel Ribeiro Bravo, Manuel Ribeiro Curado da Graça, Manuel Ribeiro Vaz, Manuel Rijo Mendes, Manuel Rita da Silva, Manuel Rodrigues, Manuel Rodrigues Duarte, Manuel Rodrigues Duarte, Manuel Rodrigues Fernandes, Manuel Rodrigues Guerreiro, Manuel Rodrigues de Oliveira, Manuel Rodrigues Paulo, Manuel Rodrigues Turbulento, Manuel Rosa Carlos, Manuel Rosa Cipriano Fragoso, Manuel Rosa Lopes, Manuel do Rosário Dias, Manuel Salgueiro, Manuel Salvador Ramos, Manuel Salvador da Silva Pereira, Manuel dos Santos, Manuel dos Santos, Manuel dos Santos, Manuel dos Santos Carreira, Manuel dos Santos Coelho Mendes, Manuel dos Santos Duarte, Manuel dos Santos Gonçalves, Manuel dos Santos Laranjeira, Manuel dos Santos Miranda, Manuel dos Santos Morgado, Manuel dos Santos Mourinho, Manuel dos Santos Parreira, Manuel Sequeira da Costa, Manuel da Silva Barata Pires, Manuel da Silva Cunha Feio, Manuel da Silva Francisco, Manuel da Silva Marques Neto, Manuel da Silva Oliveira, Manuel da Silva Ramos, Manuel Silva Rodrigues, Manuel da Silva Valente de Almeida, Manuel da Silva Vital, Manuel Silvino Guinote Camões Costa, Manuel Simões Figueiredo, Manuel Simões de Carvalho, Manuel Simões Coelho, Manuel Soares, Manuel Soares, Manuel Sobral Penela, Manuel de Sousa Beato, Manuel de Sousa Leiria, Manuel de Sousa Rodrigues, Manuel Teodoro Oliveira Simões, Manuel Tomás Nunes, Manuel Torcato Guerreiro Ferreira, Manuel Valado Saraiva, Manuel Vasques, Manuel Vasques Farinhas, Manuel Vaz, Manuel Victor de Matos Campos, Manuel Zarcos Correia, Manuela Albertina Amaro Lopes Brito, Manuela Alcinda L. M. Sousa, Manuela Marques dos Santos, Manuela Rute Martins de Paços, Marçal Fernandes da Cruz, Marcelino António Godinho Aguiar, Marcelino de Brito, Marcelino de Brito Fernandes, Marcelino do Carmo Buchinho, Marcelino João Guerreiro, Marcelino José Varela de Matos, Marcelino Lopes Carapeto, Marcelino Manuel Martins Valdevino, Marcelino Martinho da Silva, Marcelino dos Santos Quaresma, Marcelino da Silva Ramos, Marcelino Teixeira Pereira, Márcia Filipa Jorge Pinheiro, Marciana Carapinha dos Santos, Marciano da Fonseca Martins, Marco Alberto Ferreira da Cunha Dias, Marco António Carvalho Cabrita, Marco David Rocha Nunes Quaresma, Marco Filipe Gonçalves Cordeiro, Marco Paulo Jacinto da Conceição, Marco Paulo Lopes Além, Marco Rafael Correia Bajanca, Marcolino Augusto Gago, Marcos da Conceição Maia, Marcos da Silva Lopes e Margarida Diogo Pombinho.
Fichas dos sócios: Abel António Ribeiro Ferreira Chaves, Abel Coelho Lopes, Abel da Conceição Pinto, Abel Fernandes Saraiva, Abel Joaquim de Jesus Romão, Abel Manuel Rodrigues, Abel Maria Antunes Marques, Abel Maria Ribeiro Ferreira Chaves, Abel Martins Loureiro, Abel de Oliveira Nunes, Abel Pereira Calado, Abel Ribeiro, Abel Rodrigues de Paiva, Abel da Silva Ramos, Abel Soares Ferreira, Abílio de Almeida Ramos, Abílio António dos Santos Almeida Patinho, Abílio Arantes, Aníbal Augusto de Campos Batista, Abílio Aurélio Salgado, Abílio Casaca Mimoso, Abílio Custódio Alves, Abílio Dias, Abílio Guilherme Serrador Pernas, Abílio Jorge da Silva Frazão, Abílio José Afonso, Abílio Lima Costa, Abílio Louro, Abílio Marques Paiva, Abílio Pais, Abílio dos Santos, Abílio de Sousa Garcia, Abílio Vieira Figueira, Abraul Casimiro, Abundâncio José Alexandre, Acácio Álvaro Oliveira de Carvalho, Acácio Carriça Pedrosa, Acácio da Conceição Martins, Acácio Eduardo Dias Infante Gonçalves, Acácio Francisco, Acácio Gaspar Barreira, Acácio Guerreiro Canelas, Acácio Jardim Martins, Acácio de Jesus Trindade, Acácio Júlio Serafim Laré, Acácio Luciano Figueira, Acácio Manuel Marinho Barreira, Acácio Mendes, Acácio da Silva, Acácio Silva Pereira, Acácio da Silva Pereira, Acácio da Silva Torres, Acácio Varanda Aido, Adalberto Aleixo Dias, Adelaide Gonçalves Azevedo Ramos, Adelaide de Jesus Agostinho Lopes, Adelaide de Jesus da Conceição, Adelaide Maria Batista Inácio, Adelaide Maria Oliveira Arsénio, Adelaide Maria Pais Samudio, Adelaide Maria Salsinha Gomes, Adelaide Mendes Pires Varandas, Adélia Martins Tavares, Adelina Carla da Silva Fonseca, Adelina Ivone Coelho, Adelina Maria Rosa Elias, Adelino Oliveira Pires, Adelina Purificação Rodrigues Silva Barros, Adelina Seabra da Fonseca, Adelino António Martins Nunes, Adelino Artur Galucho de Brito Dias, Adelino Augusto Brito Dias, Adelino Campos Ferreira, Adelino Fernandes da Silva, Adelino Gomes Nunes, Adelino de Freitas, Adelino Gregório Lírio, Adelino Jorge de Carvalho Viana, Adelino José Mendes Bernardo, Adelino Lameira, Adelino Manuel Cardoso, Adelino Manuel Ribeiro Cotrim, Adelino de Oliveira Simões, Adelino Paiva de Moura, Adelino Paradanta Pires, Adelino Petronilho Correia, Adelino Pinto de Sousa, Adelino Rocha Simões, Adelino Santos, Adelino dos Santos Brito, Adelino dos Santos Valente, Adelino Simões dos Santos, Adélio Borges Leite, Adérito da Eira Sousa, Adérito Gonçalves, Adérito José Repacho do Côrro, Adérito Moreira Gonçalves, Adérito Pascoal Coelho e Adília Batista Pereira Castelo.
Fichas dos sócios: Elisabete Maria Nunes Coelho, Elisabete Maria Pereira Ferreira, Elisabete Maria Rodrigues Mateus, Elisabete Maria Sécio Virei Gaisita, Elisabete Morais de Brito S. Coelho, Elisabete Pires Toca, Elisabete Rosa Valadas Mendes da Luz, Elisabete Sequeira Dias, Elisabete Silva Jacob, Elisabete da Silva Marques, Elisabete da Silva Vital A. Pardal, Elisabete Teresa Velho Nunes, Eliseu Fernandes da Silva Dias, Eliseu Fernando da Costa Agra, Eliseu Paulo Serras Guia, Elísio Augusto dos Santos, Elísio Ferreira Branco, Elízio Rico Nunes, Elsa de Almeida Gonçalves, Elsa de Ascensão Silvestre António, Elsa Cláudia Faria, Elsa Cristina Alves Pescada, Elsa Cristina Bento, Elsa Cristina Cardoso da Silva, Elsa Cristina Lourenço de Freitas, Elsa Cristina Madeira dos Santos Ribeiro, Elsa Cristina Miranda Rosa Afonso, Elsa Cristina Pereira Lourenço, Elsa Cristina F. C. Barroja Loureiro, Elsa Margarida Moreira, Elsa Maria Alves Mouro Simões, Elsa Maria Baltazar D. C. Afonso, Elsa Maria Carneiro Mendes, Elsa Maria Fonseca Cabral, Elsa Maria Gonçalves Martins, Elsa Maria Marques Casimiro, Elsa Maria Silva Marques Alves, Elsa Maria Silva Martins, Elsa Marina Geraldes Mota, Elsa Sara Monteiro Salazar, Alice Sofia Rocha dos Santos Rodrigues, Elsa Sofia Rodrigues Luís, Elsie do Carmo Ramos, Elvira do Carmo Francisco Dias, Elvira Galrinho da Silva Cordeiro, Elvira Maria Correia Fortunato, Elvira Maria de Jesus Marinheira, Elvira Maria Linguiça Duarte, Elvira Mendes Cândida Ferreira, Ema Margarida Monteiro R. A. Gameiro, Ema Isabel Martins da Luz Inácio, Ema da Purificação Dias de Canto e Castro, Emanuel da Conceição Candeias Fonseca, Emanuel Gomes Gandum, Emanuel João Borges Fernandes, Emanuel Ramos Afonso M. dos Santos, Emanuel Santos Sousa, Emanuel Tito Peres Caldeira, Embletina Gomes Paulino Matias da Silva, Emídio Dias Gomes Azevedo, Emídio Ferreira Conceição Cabanelas, Emídio Moraes dos Santos, Emídio Ferreira Lopes Gil, Emídio Gonçalves Martins, Emídio Manuel Rodrigues V. D. S. Torrão, Emídio Nogueira Ferreira, Emídio de Sousa Vieira, Emília Brás das Neves de Almeida, Emília Cândida de Oliveira Félix da Silva, Emília Capela de Barros, Emília Carvalho Moreira, Emília Cristina Machado Henriques, Emília Maria de Alcântara Barros Vasconcelos, Emília Maria Gago Afonso, Emília Neves Carvalho Marques, Emília Palmeirim da Silva Brito, Emília Virgínia de Figueiredo Lopes, Emiliano Fernandes Palma, Emílio António Meira Rabaça, Emílio Bernardo Mousinho, Emílio Manuel Baleizão dos Santos Saltão, Emílio Marques Simões, Emílio Sousa Nunes de Castro, Eneida Filomena dos Reis M. S. Ferreira, Engrácia Antónia Silva de Jesus, Engrácia de Matos Rodrigues P., Ercília da Soledade F. Ferreira Brito, Érica Alexandra C. Garcia dos Santos, Ermelinda Rodrigues Pires, Ermelindo Correia Lopes, Ermelindo Diniz Ferrão, Ermelindo da Silva Gomes, Ernâni Jorge Vilaça Peixoto de Magalhães, Ernestino António da Conceição Carona, Ernestino Machado Ferreira, Ernestino Marques Guinot, Ernesto de Almeida Vitória, Ernesto Augusto Antunes Vieira e Ernesto Avelino Peixoto.
Fichas dos sócios: Gabriel Alves Alexandre, Gabriel André dos Santos R. Castro, Gabriel António Nogueira, Gabriel António Pereira Rito, Gabriel de Brito M. Ferreira, Gabriel Cardoso da Silva, Gabriel da Costa Alves Gramaço, Gabriel Dias Costa, Gabriel Dias Ferreira, Gabriel Ferreira Vidal, Gabriel Filipe dos Santos, Gabriel da Fonseca Ribeiro, Gabriel Garcia Paulo, Gabriel Horácio da Cunha Freire, Gabriel Jesus da Silva, Gabriel Joaquim dos Santos Correia, Gabriel José Aleixo Melo, Gabriel Manuel Cabrita Fonseca, Gabriel Queiroz Dias, Gabriel Paulo Fernandes Júnior, Gabriel dos Santos, Gabriel dos Santos, Gabriel dos Santos Anacleto, Gabriel dos Santos Rodrigues, Gabriel Teixeira da Silva, Gabriel Vito Bogalho, Gabriela Batarda da Silva Almeida, Galerios Sá de Oliveira, Galileu Rebordão da Rosa, Gamaliel Salgado Pereira, Gaspar António Pires da Costa, Gaspar do Carmo Rebello, Gaspar da Silva Martins, Gaudêncio de Passos Dias, Gaudêncio Pedro Lopes, Gentil Francisco Lança, George Larsen, Georges Léon Joseph Barroso, Georgete Rodrigues Pereira Nascimento, Georgina Dores Guerreiro R. Dorotéia, Georgino Joaquim Pina Carrufa, Geraldino da Conceição Martins, Geraldo António David, Geremias dos Santos, Germano Batista Colaço, Germano de Brito Mesquita, Germano Carlos Rocha d'Oliveira, Germano da Costa Filipe, Germano José dos Santos Sanches, Germano Manuel de Almeida Madeira, Germano Marques Gonçalves, Germano Neto Bento, Germinal Elias Adão, Germinal de Sousa, D. Gertrudes da Silva Cavaco, Gervázio da Cunha Almeida, Getúlio Manuel de Jesus Joaquim, Gil António Doidinho Viçoso, Gil Conceição Bordonhos, Gil Duarte de Azevedo e Silva, Gil Duarte Silvério Brandão, Gil Eanes Filipe Diogo, Gil José Ferreira Lopes, Gil Manuel da Cruz Ribeiro, Gil Manuel Martins dos Santos, Gil Manuel Martins Teixeira, Gil dos Santos Oliveira, Gilberto Brito Ramalhal, Gilberto Fernando da S. Santos, Gilberto Ferreira Alves, Gilberto Ferreira Lobo, Gilberto Henrique Rita da Silva, Gilberto Henriques Martins Pessoa, Gilberto Luís de Mendonça, Gilberto Manuel Rodrigues, Gilberto Oliveira Martins, Gilberto Resende de Matos, Gilberto Ribeiro Comparado, Gilberto do Rosário Firmino, Gilberto dos Santos Novais Brazio, Gilberto Simões Marques, Gilda Dias Pé-Curto, Gisela Carina Serrano Rebelo Costa, Gisela Duarte Pereira Oliveira, Gisela Lohman, Gisela Margaretha Bjork, Glória Alves Penteado A. Rodrigues, Glória da Conceição A. Francisco, Glória da Conceição Sequeira Almeida Jorge, Glória da Encarnação F. M. Assis Tavares, Gonçalo José Cunha Pena, Gonçalo Luís Braz dos Santos S. Barra, Gonçalo Marques Bruno de Sousa, Gonçalo Nuno Reis Rodrigues, Graça Maria Ferreira Marques Direitinho, Graça Maria Lopes Costa, Graça Maria Ribeiro Carreiro e Graça Margarida Lino Ferreira.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: António Duarte Costa, filho de José Duarte Costa e Sofia Luísa Costa; António Francisco Lúcio, filho de João Francisco Lúcio e Domingas Rosa; Hermano Faustino, filho de António Faustino e Jacinta da Conceição; Artur dos Santos Crispim, filho de António dos Santos Crispim e Inocência Rosa dos Santos; Bernardino da Silva, filho de José Bernardino da Silva e Maria José; Carlos Inácio, filho de João Inácio e Leocadia de Jesus; Domingos Gomes júnior, filho de Domingos Gomes e Amélia Maria; Francisco da Assunção, filho de João Francisco e Felicidade da Assunção; Francisco Xavier de Andrade dos Santos Silva, filho de Carlos Ferreira dos Santos Silva e Matilde de Aguiar Andrade dos Santos Silva; Jacinto Caetano Parracho, filho de José Caetano e Adelaide Rosa; João Guimarães, filho de António Guimarães e Carlota de Jesus; João Marques da Silva, filho de Joaquim Marques da Silva Nunes e Isabel Alves da Conceição; João Miguel Nunes de Almeida e Brito, filho de José Augusto de Almeida e Brito e Ana Nunes de Almeida e Brito; João Roque, filho de Domingos José Roque e Helena Maria; Joaquim Adjuto Domingues, filho de Rosende Domingues e Constança das Dores Domingues; Joaquim Ribeiro, filho de José Vicente Ribeiro e Joana Rosa; José António Bicho, filho de Manuel Miguel Bicho e Felicidade Constância Bicho; José Brandão Venis, filho de António Brandão Venis e Joaquina Leonor; José João, filho de João Silvestre e Maria Joaquina; José de Sousa, filho de João de Sousa e Maria da Conceição; Júlio Pinto Tavares, filho de Abel Pinto Tavares e Emerenciana das Dores Santos Tavares; Manuel Augusto José de Mello, filho de Maria Luísa Mayer de Mello; Mateus Valente, filho de Mateus Lourenço Valente e Maria Inácia; Maximino Miguel Pereira, filho de João Miguel Pereira e Maria Rita Bordalo; Raul da Silva Lopes, filho de António Lopes e Constância da Silva; Raimundo Jorge, filho de Bernardino Jorge e Maria Feliciana; António, filho de Augusto do Couto e Maria Rosa; António, filho de António Carvalho e Guilhermina Rosa; Francisco, filho de José Pereira dos Santos e Cecília de Sousa; Francisco, filho de João Francisco e Feliciana de Assunção; João, filho de Narciso Casulo e Deolinda Rocha Casulo; Joaquim, filho de José Vicente Ribeiro e Joana Rosa; José, filho de José Miguel Rato e Maria Raimunda; José, filho de João de Sousa e Maria da Conceição; José Luís Pires, filho de Gregório Joaquim Pires e Josefa de Andrade Pires;
Pedidos de incorporação na Fazenda Nacional dos foros anuais de 0$06 e 0$10, com laudémio de quarentena e que era pago ao paróco da freguesia de São João, e da pensão de 2$70, que era pago ao paróco da freguesia de Santiago, requeridos por António Joaquim Palma e José Madeira, com vista à sua remição. O primeiro foro era imposto numa morada de casas sitas na Rua de São João (então Rua Brito Camacho), n.º 3 a 5 e o segundo numas casas na Rua dos Sembranos, n.º 18 e 19, na freguesia de São João, do concelho de Beja. Contém escrituras de aforamento datadas 1 de Junho de 1559, de 23 de Janeiro de 1722, e 23 de Outubro de 1728; assim como cópia da carta de requerimento e venda de 1 de Junho de 1559.
Processo disciplinar contra José António Marrana, pároco da freguesia de Vila Nova de Foz Côa, concelho da mesma denominação, distrito da Guarda, de que resultou a proibição de residir durante nove meses dentro dos limites do referido concelho. Contém um opúsculo intitulado «Carta do Bispo de Lamego aos seus Diocesanos», editado em Braga, em 1912 da autoria do bispo de Lamego, Francisco José Ribeiro Vieira e Brito, contendo, além da referida carta, escrita a 17 de Fevereiro de 1912 os seguintes documentos: «Circular sobre as Cultuais», de 14 de Janeiro de 1912; telegrama do Ministro da Justiça; «Resposta ao Ministro», de 3 de Fevereiro de 1912; Decreto (de desterro) de 12 de Fevereiro de 1912; «Intimação do Castigo», de 14 de Fevereiro de 1912; «Protesto na Intimação», de 14 de Fevereiro de 1912; «Protesto dirigido ao Presidente da República», de 16 de Fevereiro de 1912.
Pedido de provisão (1819) para uma fábrica de chapéus finos que estabeleceu em Lisboa, na Travessa do Secretário da Guerra, nº 7, defronte do chafariz do Loreto, tendo-lhe sido concedida depois de entregar a provisão do anterior dono, António Luis de Carvalho. Em Jan.1822, pede nova provisão para uma fábrica de chapéus sita na Rua da Emenda, nº 25, também em Lisboa, tendo-lhe sido deferido o pedido depois de parecer favorável do Deputado da Junta do Comércio. Em Agosto do mesmo ano, pede para serem matriculados vários aprendizes: Zacarias José da Silva Franco; Inácio Caroana; Francisco Inácio de Brito Carvalho; António Alvarez (?); Simplício Rodriguez (?); Domingos José; Francisco José dos Reis e Francisco José Fernandes. Ainda em 1822, em Novembro, obtém licença para estabelecer armazens para vender as manufacturas das fábricas de que é proprietário (a de chapéus, sita na rua da Emenda e uma de oleados, sita nas pedreiras de Alcântara).
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação de um prédio rústico e urbano sito na Rua Serpa Pinto, em Vila Franca de Xira, propriedade da massa hereditária do falecido Afonso Marques Sousa, para abertura de novos arruamentos na vila. A propriedade encontrava-se sujeita a hipoteca a Constantino Nicolau Pereira Palha no valor de 1.800$00 e era composta de casas abarracadas e terreno, denominado Horta da Passagem, e do prédio urbano n.º 33. Confrontações: Norte com propriedade da Câmara Municipal; Sul com a Rua Serpa Pinto; Nascente com casa e horta da expropriante e quintais e prédios da Rua Garrett; Poente com horta de Mário Gens da Silva e Brito e horta expropriada pela Câmara Municipal a António Lúcio Ferreira Batalha. Valor: 9.000$00.
Maria José de Melo Abreu Soares Vasconcelos Barbosa e Palha nasceu a 9 de junho de 1857 em Alcântara, Lisboa e faleceu 12 de janeiro de 1882, em Santos-o-Velho, Lisboa. Filha de João José Maria de Melo Abreu de Vasconcelos Brito Barbosa e Palha, 3º conde de Murça e de Ana de Sousa Coutinho Monteiro Paim. Irmã de Mariana das Dores Palha de Vasconcelos Guedes (de Melo), 4ª condessa de Murça. Casada com António Maria Vasco de Melo Silva César e Menezes, 9.º conde de Sabugosa. Casou com Conde de Arnoso em Lisboa, Santos-o-Velho, 16 de julho de 1877. Bernardo e Maria José tiveram 3 filhos: Ana Maria Isabel do Carmo Pinheiro de Melo (06.06.1878); João Maria Rodrigo Pinheiro da Figueira e Melo, 2º Conde de Arnoso (09.10.1879-06.06.1906); Vicente Miguel de Paula Pinheiro de Melo, 3º Conde de Arnoso (09-12-1881-15.06.1925).
Assista ao vídeo através do seguinte link do portal ARQUIVOS RTP: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/fenomeno-ep-06-parte-i/#sthash.T7fzeReO.dpbs Abaixo indicamos, na íntegra, a informação a respeito deste documento presente no portal ARQUIVOS RTP: Sexto episódio desta série dedicada ao sobrenatural e às ciências ocultas. A primeira parte do programa é dedicada à história do morgado de Selmes, senhor da herdade alentejana da Rabadoa e membro do Tribunal do Santo Oficio, e da maldição que foi lançada sobre o seu nome e dos seus descendentes. Nome do Programa: Fenómeno Nome da série: Fenómeno Locais: Selmes Temas: História Canal: RTP 2 Menções de responsabilidade: Autoria: Ana Silva Rodrigues e Luís Osório Apresentação: Alfredo Brito Produção: Ana Pinhão Moura Realização: Margarida Moura Guedes Tipo de conteúdo: Programa Cor: Cor Som: Mono Relação do aspeto: 4:3 PAL
Informa que enviou no dia 3 deste mês uma carta e dois volumes de bergina e barros para que [o Conde da Barca] os avalie e lhe transmita o resultado para que depois o autor possa efetuar as remessas. Informa que tem preparadas remessas de "novas couzas" utilissimas para o Estado,comércio e povos e que as mesmas deverão sair nas próximas embarcações que se dirigem para a Corte. Refere à criação de uma olaria, ao engenho de fiação. Solicita a proteção do destinatário para alcançar o privilégio exclusivo de fabricar velas de sebo para o Arsenal e Naus reais, durante os próximos cinco anos. Comunica que tem insistido junto do [8.º] Conde dos Arcos [D. Marcos de Noronha e Brito], [Governador da Baía], para que este crie um Jardim Botânico que depois poderá exportar para essa Corte [do Rio de Janeiro] ou para Lisboa.
O autor, [médico], acusa a receção da carta do Conde [da Barca], [datada de 8 de Abril], pela mão de Joaquim Luís da Cruz. Lamenta as moléstias que o destinatário tem sofrido e "que tanto enfraquecerao o systema nervoso". Aconselha-o a procurar restabelecer a saúde. Refere-se ao reconhecimento de Portugal Unido como grande potência aliada às maiores Casas da Europa, ao qual o destinatário não esteve "certamente passivo". Lembra o tempo que passaram juntos; descreve as festas do casamento dos príncipes de Orange. Não escreve nada sobre a "nossa Mad[ame] S[uzanne Cély Cappadoce] filha e marido" por estar persuadido que [Francisco Maria de] Brito, [Secretário da Legação em Paris], se encarrega disso.
Abraham Capadose Pereira, Cônsul Geral do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves na Dinamarca, agradece ao Conde da Barca todos os favores e proteção concedidos e prontifica-se a promover os interesses do governo que tem a honra de servir. Diz que jamais esquecerá o tempo em que passou na companhia do destinatário. Informa da reunião que manteve com o rei da Dinamarca, o qual lhe comunicou o desejo em renovar as relações de amizade e comércio com o Brasil, para onde enviou Mr. Jeger como Encarregado de Negócios e Cônsul Geral da Dinamarca. Refere-se à recomendação que Mr. Blucher fez de si a Mr. de Rosenkrantz, Ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, o qual o destinatário bem conhece. Informa que já esteve em Elseneur para se inteirar do seu Consulado. Refere-se ao "bom e amado amigo Brito" a quem muito deve juntamente com Sélly. Felicita o destinatário pela graça de Conde da Barca.
Comunica a António de Araújo de Azevedo que Napoleão refugiou-se em S. Cloud com as suas tropas no dia 9 do corrente mês. Pede proteção para a petição do Reverendo Félix ferreira de Vasconcelos, que será entregue ao Conde de Aguiar por Pedro Francisco Xavier de Brito. Informa que no fim de dezembro partirá para Lisboa, devido à sáude da sua mulher, e que o Conde do Funchal escreverá ao Conde das Galveias a este respeito. Pede o envio da correspondência para Lisboa. Em P.s. informa que está a imprimir as fábulas de La Fontaine traduzidas por Francisco Manuel do Nascimento, [Filinto Elíseo], em dois volumes e que o lucro será remetido posteriormente para o tradutor.
O A., Domingos Sousa Coutinho, [1760-1833], [Conde do Funchal em 1808], [e Maqruês em 1833], [Enviado Extraordinário em Turim], agradece ao amigo [António de Araújo de Azevedo], [Enviado Extraordinário em Haia], a carta de 24 de Julho. Lamenta que depois de ter saído da Dinamarca, nunca mais tenha recebido notícias de [Francisco Joaquim Maria de] Brito e receia que as carts que lhe enviou de Dresden, Viena e Veneza, que continham cartas para a Corte, tenham sido extraviadas. refere-se à calúnia do "Moniteur" que envolve o dest. e o cargo que este ocupa. Informa que passará todo o verão em Liorne para tratar dos problemas de saúde que o afectam. pergunta se Portugal está em Guerra com a França.
Alerta António de Araújo de Azevedo para que leia com atenção os ofícios nº. 3 e 7 e que os compare com a Convenção eo Tratado concluido em Viena entre os Ministros de S.A.R. e de S.M.B., nos dias 21 e 22 do corrente. Chama atenção, ainda, para o ofício que se refere à anulação do Tratado de Aliança e seus artigos secretos, com a Inglaterra; à remissão da dívida contraída em Londres e que liberaliza cento e dez mil réis anuais para serem empregues nos Açores e na Madeira ou nas urgentes despesas do corpo diplomático português. Elogia os serviços de Francisco José Maria de Brito e de Saldanha. Defende que a não ratificação do Tratado de Paris foi o que desempatou a negociação. Em P.s. diz não ser-lhe possível escrever a Manuel Luís.
Informa que não respondeu de imediato à carta de 4 de Dezembro devido ao atraso verificado na chegada dos papéis de Manuel Vieira da Fonseca, os quais já foram remetidos para o Desembargo do Paço "segundo os dezejos de Vossa Exelência". Informa que com a partida do Desembargador Brito para o Maranhão, o Conde dos Arcos [Governador da Baía], nomeou o autor Juíz do Cível, retirando-lhe tudo o que lhe tinha sido dado no Governo interino à excepção de Agravista. Tentou também retirar-lhe a Conservatória inglesa, contra a vontade dos ingleses, e só não o fez porque o autor apresentou-lhe a Carta Régia de nomeação. Continua a ser amigo do Conde dos Arcos e que não importunaria o destinatário com este assunto se não existisse entre ambos uma "verdadeira amisade" e também para evitar falsas interpretações quando a notícia chegasse à Corte. Em P.s. informa da doença do Conde dos arcos que o veta a uma profunda melancolia.
Correspondendo à solicitação do Conde da Barca, remete-lhe todos os Despachos que já estão prontos para irem pelo Paquete, tanto as primeiras vias como as minutas e as segundas vias que foram pela Paquete anterior. Informa que fará lavrar novo Pleno Poder a Francisco José Maria de Brito para que este possa assinar tratados de acessão ao de Viena de 9 de Junho de 1815. Contudo, informa que o anterior Pleno Poder, expedido em Novembro de 1814, era suficiente para o mesmo negociar com a França qualquer tratado ou convenção. Envia uma minuta em anexo para que o destinatário decida se é necessária outra para novas negociações que Francisco José venha a ser nomeado. Preparará as minutas das Credenciais para subirem à Real assinatura no próximo Sábado.
Aproveita a ida de Luís Joaquim da Cruz, que daí trouxe as 2.ª vias dos despachos relativos à Aliança, e que sendo o último a sair foi o primeiro aqui, demosntrando ser cumpridor. Acha que se devia tirar partido dos seus desejos em estar no Real serviço. Queixa-se que ainda não receber nada da administração de Londres, mas que vai colmatando esta lacuna com os fundos que pediu que lhe enviassem de casa e que no fim do corrente mês parte para Viena. Devendo ir desembarcar no Porto de Liorne, de onde a Arquiduquesa partirá para o Brasil. Pergunta ao destinatário se não lhe é permitido fazer uma digressão por Itália depois do embarque estar concluído. Recebeu o Conde de Hogendorp, Ajudante de Ordens de Bonaparte, indicado por Brito, e que pretende ser recomendado às pessoas do brasil e ali passar o fim dos seus dias.
O autor, Estribeiro Mor, antes de deixar Viena, quer informar [António de Araújo de Azevedo] da chegada do "bom amigo Brito" no dia 21, após pequenos contratempos. Diz que a sua aparição era necessária não só para "desvanecer alguma poeira" mas também para recolher informação para poder conduzir melhor a sua missão junto de Luís XVIII. Comenta a prestação da delegação portuguesa no Congresso, que estando em circunstâncias dificéis tem tirado o melhor partido em favor do soberano português. A sua demora em partir para o Quartel General deve-se ao facto do Ministério austríaco se recusar em dar passaportes sem antes saber a localização definitiva do mesmo Quartel. No entanto, partirá para Estugarda e dali para onde estiverem reunidos os três soberanos. Comenta o brilhante princípio da Campanha e espera ver brevemente os exércitos aliados, pela segunda vez, em Paris. Envia, neste momento, um Ofício ao Marquês de Aguiar.
Acusa a receção da carta de 26 de Abril e pela escrita apercebe-se que o destinatário ainda não está completamente recomposto, o que espera que aconteça em breve para "continuar a empregar-se no serviço do Estado, a que tem sido tão util". Sente muito a infelicidade de Mr. Ovide, que o Conde da Barca lhe comunicou. Comenta a imigração francesa e alemã para o Brasil, sustentando que todos veêm nele um "verdadeiro Eldorado". Não comenta outras notícias, porque disso se encarregará o amigo Brito. Em P.s. de 3 de Julho, acusa a receção dos Despachos que vierão pelo Cruz e diz que das três plantas de jardim, duas já estão tomadas. Informa que enviará por prevenção, o Catálogo das plantas do jardim Botânico de Dresden e de Munieli onde pensa existirem plantas muito raras.
Informa que ultimamente [Francisco José Maria de] Brito tem-lhe transmitido óptimas notícias sobre o [conde da Barca]. Diz que tem tudo para um grande trabalho devido à "gritaria dos nossos vizinhos" face á expedição, principalmente devido à forma como este assunto foi encarado em São Petersburgo. Diz que o seu embaraço era grande por não ter informações sobre este assunto, mas julga ter conseguido neutralizar a "tramoia" e defender-se dos acusadores. Espera, por isso, que seja feita justiça à sua conduta e á pureza das suas intenções. Julga que o negócio da "negraria" está vencido. Chama a atençãopara as representações que já fez sobre os colonos e informa que apesar da resposta positiva que recebeu daí causou um aimpressão desagradável "n'esta gente". Pede o favor do amigo para os negócios particulares que lhe tem confidenciado. recomenda o conde de Flemming que deverá chegar [ao Rio] em Junho, em virtude de ter passado por Lisboa.