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Na fotografia vizualisa-se em primeiro plano o Contra-Almirante Sarmento Rodrigues, ao centro, o Contra-Almirante Luciano Bastos, primeiro à direita, o Marechal Costa Gomes, segundo à direita, e o Comodoro Paulino Pereira, segundo, à esquerda.
Nestas Ordens, constam as apresentações, promoções, louvores e desembarcações de militares, pedidos de relações de moradas, apresentações à Junta de Saúde Naval e respetivos resultados, passagens de militares e de comandos de uns navios para outros, comparências ao tribunal, avisos de requerimentos e escalas de serviço, reconduções no serviço, baixas à enfermaria, entre outros. Esta capilha tem as Ordens que vai desde o nº 01 ao nº 28.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues na ponte alta do navio, à frente.
O Aviso de 1ª classe "Bartolomeu Dias" em faina à chegada à Doca da Marinha.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, ao centro, dando uma conferência de imprensa.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, ao centro, dando uma conferência de imprensa.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, ao centro, dando uma conferência de imprensa.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, ao centro, dando uma conferência de imprensa.
O Capitão de Mar e Guerra, sarmento Rodrigues, dando uma conferência de imprensa.
Na fotografia visualiza-se o Comodoro Sarmento Rodrigues, à esquerda, a D. Margarida, terceira à esquerda, na embaixada da Colômbia.
A documentação é constituída por livros e documentação referentes ao funcionamento e gestão da capitania sendo uma repartição marítima aberta ao público, servindo especialmente as comunidades piscatórias, a navegação de comércio e as atividades marítimo-turísticas. Competem-lhes a prática de atos administrativos específicos deste tipo de utentes, nomeadamente a emissão de licenças e de certidões, o registo de embarcações e os vistos em documentos. Permite-nos aferir a sua estrutura orgânica e funcional; movimentos do pessoal; participações; comunicações; avisos; ordens; decretos; circulares; portarias e correspondência.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, segundo à esquerda e o Tenente Consolado, segundo à direita.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, o segundo à esquerda, no convés do navio, no momento em que atracava.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, segundo à esquerda, Dr. Paulo Cunha, Ministro dos Negócios Estrangeiros, segundo à direita, Dr. Trigo de Negreiros, Ministro do Interior, primeiro à direita, Dr. Raul Ventura, Subsecretário de Estado de Sarmento Rodrigues, primeiro à esquerda.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, segundo à esquerda, Dr. Paulo Cunha, à sua esquerda, Dr. trigo de Negreiros, Ministro do Interior, primeiro à direita.
O Dr. Paulo Cunha, Ministro dos Negócios Estrangeiros, quarto à esquerda, apresenta cumprimentos ao Comandante do Navio, Sarmento Rodrigues.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, o segundo à direita.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, de frente no meio do grupo, no convés do navio.
O Capitão de Mar e Guerra, Sarmento Rodrigues, recebe cumprimentos, segundo à direita, o Dr. Paulo Cunha, Ministro dos negócios Estrangeiros, o primeiro à esquerda.
O Dr. Paulo Cunha, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, de costas, recebendo cumprimentos, o Capitão de Mar e Guerra, em frente.
- A importância atual do mar; - Caracterização da atividade marítima nacional; - Potencialidades e vulnerabilidades; - Atividade portuária; - Marinha de Guerra, - Indústria Naval; - Cadeia de transportes;
O fundo inclui o registo da correspondência expedida e recebida.
Afirma admirar Alfredo Pimenta e repudia as declarações do Cardeal Patriarca. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Revela que a Juventude de Coimbra apoia o artigo de Alfredo Pimenta em "A Esfera". Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Apresenta cumprimentos. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Elogia Alfredo Pimenta. Cartão pessoal. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Justifica as palavras condenatórias do Cardeal Manuel Cerejeira. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Veva de Lima é o pseudónimo literário de Genoveva Lima Mayer, mulher de Rui Ulrich, professor e financeiro de reconhecido mérito - que acidentalmente foi um brilhante embaixador de Portugal junto do Reino Unido - e mãe de Maria Ulrich, a fundadora da famosa escola de educadoras infantis. Nasceu em Lisboa em 3 de Novembro de 1861 e faleceu nesta cidade em 8 de junho de 1963. Ficou conhecida por receber a elite intelectual e social de Lisboa em sua casa — o Palácio Ulrich, mais conhecido como Casa Veva de Lima, no Campo de Ourique — um dos últimos salons littéraires que a capital portuguesa teve. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Veva_de_Lima
Coloca-se ao lado de Alfredo Pimenta na censura ao Comunismo e no desejo da vitória Alemã. Lamenta a posição do Cardeal Patriarca. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Envia um grande abraço. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Sugere que todos os reviralhistas ficaram radiantes. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Aspira por um entendimento entre Alfredo Pimenta e a autoridade eclesiástica. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Escreve um conjunto de citações religiosas. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
"Álvaro Salvação Barreto, nasceu em Lisboa, Santa Catarina, 26 de Junho de 1890, e faleceu em 22 de Novembro de 1975. Foi um militar e político português. Oficial Tenente-Coronel de Artilharia do Exército Português, combatente da Primeira Guerra Mundial, contribuidor para o estabelecimento do Estado Novo ao ajudar a criar a máquina da censura, leal apoiante de Salazar e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa de 1944 a 1959. Foi Deputado da Assembleia Nacional e Procurador da Câmara Corporativa." In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Álvaro_Salvador_Barreto https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/b/barreto_alvaro_salvacao.pdf
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos no Cine-Parque, em Vizela: " Lisboa e o Tejo"- dia 10-11-81"; " Avalanche" - dia 10-11-81"; " Um exorcista na corda" - dia 10-11-81"; " Intercasa"- dia 12-11-81"; " A revolta dos Apaches" - dia 12-11-81"; " Avalanche"- dia 12.11.81"; " A revolta dos Apaches" - dia 12-11-81"; " O mundo do sexo" - dia 12-11-81"; " Como está Lisboa" - dia 14-11-81 " Malucos em delírio" - dia 14-11-81 " A revolta dos Apaches" - dia 14-11-81"; " Mais trigo" - dia 15-11-81"; " Os dragões atacam" - dia 15-11-81"; " Malucos em delírio"" - dia 15-11-81".
Refere os concursos de Queirós Veloso e Velasco, em Lisboa, e a informação a si transmitida por Simões Ventura, comentando de passagem o artigo de AP em A Voz: o que se passa em Lisboa, afirma, “é a consagração da insignificância”, ressaltando do episódio a postura de grande seriedade de Ventura. Afirma ter escrito “longa epístola” a António Sérgio sobre temas cartesianos; promete escrever como leitor ao autor dos Estudos. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Revela a sua surpresa por ter visto no “Diário de Lisboa”, a figura de Alfredo Pimenta de espada em riste tendo como adversário Lopes Vieira. A Questão do duelo com Afonso Lopes Vieira - O Diário de Lisboa celebra a mentira do 1 de Abril de 1933 com a notícia, acompanhada de uma fotografia ‘composta’, de um duelo entre Alfredo Pimenta e Afonso Lopes Vieira, a propósito da reação deste à crítica de Alfredo Pimenta sobre edição da Lírica de Camões do Doutor José Maria Rodrigues. Efetivamente Afonso Lopes Vieira apoiara José Maria Rodrigues, enquanto Ricardo Jorge secundou Alfredo Pimenta.
António Cassiano Pereira de Sousa Neves foi médico, tisiólogo, higienista, professor e político. Possuía uma das maiores clínicas de Lisboa. Especialista de tuberculose e saúde pública. Lecionou no curso de medicina sanitária da Faculdade de Medicina de Lisboa. Dirigiu vários sanatórios e dispensários e foi provedor da Assistência Pública de Lisboa e presidente da comissão executiva da Assistência Nacional aos Tuberculosos. Presidente da Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa. Eleito deputado à Cortes pelo Partido Progressista (1905), que abandonou quando da dissidência liderada por José de Alpoim. Aderiu à República e foi brevemente governador civil de Lisboa num governo de Bernardino Machado (1914) e, depois, no do general Pimenta de Castro (1915). Publicou várias obras sobre a tuberculose e medicina sanitária. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 665