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Faz referência ao projecto de constituir uma sociedade de ações para editar “A Nação”.
Convida Alfredo Pimenta a estar presente, em Braga, num encontro de camaradas d’ "A Nação". Refere que tal seria uma honra; no entanto, se não for possível, pede que este lhes envie uma saudação que será lida na altura dos discursos.
Aborda o conflito entre Carlos Menezes e António Lencastre. Refere a intenção de publicar umas palavras que disse numa sessão comemorativa do 28 de maio. Contém um cartão da Direção dos Serviços de Censura para Alfredo Pimenta.
Dá informações sobre o autor do artigo da “Tradição”, sobre as reacções que provocou entre pimentistas e sardinhistas e próximo artigo que lhe enviará.
Indica uma reportagem, publicada no Jornal de Notícias, em homenagem ao Abade do Baçal, em que é citada uma opinião de Alfredo Pimenta sobre a obra deste.
Mostra-se satisfeito pelo interesse demonstrado por Alfredo Pimenta em relação a um artigo de sua autoria. Apresenta as razões para o título dado ao artigo e defende os seus ideais como católico, monárquico e contra o comunismo.
Agradece e comenta a oferta dos exemplares de "Cartas Monárquicas" e de "Para a história da Academia Portuguesa da História". Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Faz referência ao pseudónimo «Anselmo Júnior» cuja identidade já tinha descoberto. Elogia a participação de Alfredo Pimenta no "Jornal da Noite" e comenta o seu livro. Informa ter lido o artigo sobre a Sociedade Martins Sarmento.
Refere os esclarecimentos prestados a alguns indivíduos em relação a posições de Alfredo Pimenta. Dá notícias de Eduardo D`Orey.
Acusa receção da carta, informando tê-la dado a ler ao interessado. Agradece em nome dos dois. Refere a devolução da carta de Rui Ulrich. Contém uma carta para Alfredo Pimenta de Rui Ulrich a esclarecer todo o processo de admissão de candidatos na faculdade.
Manifesta-se conformado com a inviabilidade da sua pretensão relativamente ao "Diário de Notícias", no Porto.
Pede ajuda a Alfredo Pimenta para conseguir trabalho no "Diário de Notícias".
Agradece a direção de Caetano Beirão, diz esperar pelo artigo d’ "A Voz" e assegura o envio das provas. Aborda a conferência de Miguel Trigueiros.
Relata os problemas de saúde que o têm atormentado e mostra disponibilidade para colaborar numa revista.
Divaga sobre os sentimentos que lhe provocou a entrada na vida prática. Fala do seu namoro fracassado.
Pede a Alfredo Pimenta para se interessar pelo caso do amigo comum, Francisco Martins, a quem a comissão da Peregrinação Patriótica ficou a dever dinheiro.
Refere-se à questão do "Diário Nacional" e à sua situação de repórter.
Disponibiliza a tarde para Alfredo Pimenta. Refere a Revista [de Guimarães]. Informa que a mulher e filha estão ausentes.
Queixa-se da rotina do trabalho e refere um negócio de Rodrigo Pimenta relacionado com a venda de uma quinta.
Informa que irá propor o nome de Alfredo Pimenta para sócio honorário da Sociedade Martins Sarmento. Acusa a receção do livro e pede o retrato de Trindade Coelho para publicar na altura da conferência.
Acusa a receção dos livros e manifesta o seu desagrado pela agressão de Aquilino Ribeiro a Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Contém referências ao episódio da bandeira da restauração e à prisão de Alfredo Pimenta. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Demonstra a sua perplexidade e desagrado perante uma notícia publicada no "Jornal de Notícias". Refere a ida de um representante do Papa ao hospital e revolta-se com o silêncio em relação ao massacre de milhares de alemães, italianos, franceses e outros.
Informa Alfredo Pimenta da divulgação do opúsculo e da questão com Sardinha em Coimbra. Refere a indiferença, o desconhecimento e as opiniões sobre António Sardinha entre os estudantes. Sugere a Alfredo Pimenta o envio de alguns exemplares para serem distribuídos. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Aborda a saúde da filha de Alfredo Pimenta e anuncia a publicação da Revista [de Guimarães].
Refere um pedido de Alfredo Pimenta a respeito de Rodrigo Pimenta. Informa a situação relativa ao seu livro.
Agradece o interesse de Alfredo Pimenta pela Sociedade Martins Sarmento e informa quando será organizado o programa de trabalhos, após a liquidação da herança de Maria Sarmento.
Pede o apoio de Alfredo Pimenta para conseguir que Brito Camacho faça uma conferência na Sociedade Martins Sarmento.
Assegura a situação de Rodrigo Pimenta na Sociedade Martins Sarmento. Dá informações sobre o seu livro.
Anuncia a edição relativa ao centenário da Sociedade Martins Sarmento. Informa já ter falado com Brito Camacho.
Agradece a forma como foi tratado e relata a viagem de regresso. Informa o envio de um cartão seu com os números de telefone e as horas de contacto.
Agradece a oferta do exemplar de "Carta a Sua Majestade a Rainha Senhora D. Amélia", elogia-o e lamenta que não seja tornado público para esclarecer posições. Manifesta a intenção de o visitar na Madre Deus, com Diogo Cabral e o Menezes.
Contém referências à polémica entre Lello Portela e Diogo Cabral a respeito da Causa Monárquica.
Comenta as dificuldades em obter respostas de António Ferro e outros episódios passados com o Secretário da Propaganda Nacional. Comunica a sua resolução de desistir da publicação da carta aberta na "Esfera". Justifica a atuação da Junta do Porto em relação a Diogo Cabral.
Refere ter lido «A propósito de António Sardinha» e «Paiva Couceiro». Anuncia para breve uma posição oficial por escrito da Causa Monárquica. Aborda a demissão de Alfredo Pimenta do Conselho Cultural da Causa. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Aborda a questão dos apoiantes de Inglaterra, referida por Alfredo Pimenta, a propósito do discurso de Salazar. Relata os acontecimentos no Porto.
Envia o artigo «Páginas de Sangue» cuja publicação foi recusada pelo "Correio do Minho". Revela a intenção de aceitar uma colaboração condicionada nesse jornal. Informa que enviou aquele artigo para o semanário "Reconquista", de Castelo Branco. Artigo «Páginas de Sangue» sobre o General Pétain e a França republicana.
Elogia Alfredo Pimenta e engrandece Portugal, os feitos dos portugueses e os patriotas. Refere os artigos de Alfredo Pimenta na "Esfera" e "Nação".
Informa ter ido para Lisboa em busca de melhor sorte e fala das dificuldades por que tem passado.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta pela morte da mãe. Refere que está em casa da filha e que teve uma crise cardíaca gravíssima. Envia um trabalho e revela o apoio de Rodrigo Pimenta na leitura do manuscrito.
Manifesta a emoção que a carta de Alfredo Pimenta lhe provocou. Disserta sobre os caminhos da vida e valoriza a amizade que os une.
Agradece o livro de Alfredo Pimenta e alerta para a necessidade de o editor enviar os livros para a redação, para ser feita uma referência no jornal.
Anuncia a publicação de um número especial d’ "O Dia", renovando, para o efeito, uma pergunta feita há 25 anos aos valores intelectuais do país. A este propósito, solicita a Alfredo Pimenta que participe, enviando a sua resposta para o jornal.
Comenta o estado de tensão e faz referência aos alemães. Avisa Alfredo Pimenta sobre o retrato.
Pede a Alfredo Pimenta para lhe enviar o artigo a tempo de ser publicado.
Salienta o facto de Alfredo Pimenta nunca ter feito qualquer imposição.
Manifesta a sua concordância com as ideias de Alfredo Pimenta.
Informa sobre a saída do artigo e pede a Alfredo Pimenta que pondere algumas das palavras para não melindrar os oficiais do exército.
Informa as datas de saída do jornal e combina a entrega das provas.
Informa sobre a situação dos professores recomendados por Alfredo Pimenta.
Esclarece Alfredo Pimenta a propósito de uma notificação sobre os mapas de cadastro dos bens do Estado.
Desmente um boato e informa sobre a nomeação de Maria José Amado de Araújo.
Manifesta o seu apoio à Causa Monárquica, elogia os artigos de Alfredo Pimenta e tece considerações sobre Inglaterra. Informa ter enviado um artigo para publicar no jornal "A Voz".
Apresenta a sua interpretação sobre a razão subjacente à censura de que Alfredo Pimenta foi alvo.
Justifica o silêncio, agradece a oferta e informa sobre a colocação da professora Ferreira.
Compromete-se, enquanto responsável pela direção da secretaria privativa das comemorações do 4.º centenário da transferência da Universidade para Coimbra, a enviar a Alfredo Pimenta todas as publicações. Sugere a Alfredo Pimenta que faça um artigo para ser publicado.
Deseja que Alfredo Pimenta tenha saúde para continuar a escrever na "Tribuna Livre".
Elogia a conferência proferida por Alfredo Pimenta, em Guimarães, e apresenta o portador, Lúcio Correia de Brito.
Deseja um feliz ano novo e elogia a "Tribuna Livre". Tem no verso um selo relativo à Restauração.
Justifica o comportamento de Lúcio Correia de Brito e refere que todos os filiados na Causa Monárquica têm enorme apreço por Alfredo Pimenta. Manifesta a sua satisfação pelo facto de a conferência proferida por Alfredo Pimenta, em Guimarães, estar impressa e à venda nas livrarias.
Critica a brandura dos costumes que considera ser a causadora de tantas desgraças.
Elogia o artigo de Alfredo Pimenta publicado na "Voz". Revela que vários oposicionistas se reúnem todas as noites nas salas do Janeiro e critica o Governador Civil por nada fazer.
Solicita a oferta de seis volumes de "Elementos de História de Portugal".
Agradece a oferta dos opúsculos sobre Paiva Couceiro e António Sardinha.
Agradece os cumprimentos e refere que ainda não teve tempo para ficar a par de tudo.
Refere o artigo de Alfredo Pimenta sobre as monografias breves da edição «Pelo Império». Revela a comoção sentida pela interpretação dada à sua ação africana. Comenta sobre a sua atividade de militar e administrador em Angola.
Justifica-se por ainda não ter escrito e agradece a carta de felicitações de Alfredo Pimenta pela sua promoção.
Esclarece a sua posição, expressa no seu livro, relativamente à opção entre o regime monárquico e o regime republicano.
Trata da escolha dos livros para o Colégio Militar. Informa que falará com os professores de História e aconselha Alfredo Pimenta a oferecer um exemplar do livro a cada um deles.
Esclarece a sugestão de Alfredo Pimenta em oferecer exemplares do seu livro ao Colégio Militar.
Carta de agradecimento e reconhecimento. Contém referências às férias de Alfredo Pimenta na Casa da Madre de Deus.
Comunica o envio de três volumes das suas lições clínicas e da conferência que fez por ocasião do centenário da Faculdade de Medicina do Porto.