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Apesar de ter acabado de escrever uma longa carta para o amigo de Araújo, a qual deverá ser entregue por Mr. Labenki, que parte na mesma fragata que [o Abade] Correia [da Serra], não resite a escrever novamente por este útlimo. Lamenta o silêncio do destinatário que a faz infeliz e aumenta o tormento da sua alma. Vive descansada em relação à saúde do destinatário, mas receia por destinatário devido às notícias que por aqui circularam relativas às falsidades perpetradas pelos inimigos do destinatário. Lamenta que outros recebam cartas e eles [Suzanne e Brito] estejam há um ano e meio sem receber uma palavra, apesar de lhe escrever em todas as ocasiões possíveis. Este silêncio é um mistério e recusa-se a acreditar que António de Araújo tenha deixado de ser o amigo sincero, pleno de honra, de delicadeza. Relembra que o Marido, por ser fiel ao seu posto e ao serviço do Rei, sacrifica a sua vida e que necessita do auxílio do destinatário porque há quatro anos e meio que não recebe o soldo. Pergunta se deixará [Francisco José Maria de] Brito, vosso amigo perfeito, morrer vítima dos inimigos. A amizade que ele tem pelo destinatário acarreta-lhe muitas inimizades. Não existe português tão digno deste nome como Brito que, mesmo na situação em que se encontra, socorre todos os infelizes compatriotas que o procuram, como a família Branco que partiu, ficando apenas o pobre velho [José António dos Santos Branco]; como o pobre [Francisco] Manuel [do Nascimento], [Filinto Elíseo], com 80 anos, vive apenas devido aos cuidados de Brito; a Madame de Aragon. Suzanne encontra com frequência a infeliz Madame de Sousa l'Espagnole. Depois de conviverem em sociedade durante longo tempo é com profundo desgosto que vê [o Abade] Correia [da Serra] partir. As gentes das letras e os sabedores lamentam-no profundamente. Brito desejava acompanhá-lo mas não o pode fazer devido às dívidas contraídas nestes quatro anos em que não recebeu um soldo. Soube há pouco que aqueles que não forem à Inglterra nem ao Brasil não serão pagos. Pede para interceder junto do Príncipe por Brito um dos mais fiéis servidores do Soberano. O "Platonique" é sempre seu inimigo inveterado, o seu ódio e rancor não têm limites. Despede-se com versos [da sua autoria].
Pedidos de incorporação na Fazenda Nacional dos foros anuais, respectivamente, de 5$00, 1$40 e 95 alqueires de trigo, laudémio, de quarentena, de que eram eufiteutas e requerentes Diogo Francisco da Fonseca Passanha, Domingas Angélica de Brito Palma, Eugénia Rosa Madeira Palma, impostos nos prédios rústicos "Quinta dos Britos" sita na freguesia de Santa Maria da Feira; olival nos Daroais/Fonte de Mouro, da mesma freguesia e herdade "Laginha" situada na freguesia de Baleizão, todas do concelho de Beja. O processo contém escrituras lavradas a 13 de Fevereiro de 1662, 27 de Julho de 1715, 12 de Janeiro de 1771, 31 de Julho de 1851 e 2 de Março de 1865.
Contém 51 registos. Em cada registo consta: o n.º de ordem; a data da primeira escritura; a data da última escritura; o nome do tabelião; a quantidade de fólios dos livros; "documentos"; e observações. Os tabeliães referidos são, pela ordem de ocorrência: - Francisco Correia da Fonseca; - Francisco Xavier de Sousa e Costa; - Valentim Barreto Vasconcelos; - Manuel da Silva; - José Henriques de Faria Gorjão; - João Xavier de Bastos; - Joaquim José da Silva; - Felisberto Pedroso Feio; - Francisco Caetano de Carvalho - Diogo Luís de Cáceres Nostel - Francisco José da Costa - Francisco José da Cunha - João Vicente da Costa - Francisco da Costa - Francisco Maria da Costa - Vicente Xavier Ferreira de Brito; - José Batista Dias; - António José de Sousa Pinto Júnior; - José Mateus Escarlate; - José Maria Escarlate; - José Vicente da Cunha; - José Ferreira de Almeida; - Teófilo José Penedo; - Francisco António da Costa Brito; - José Joaquim de Campos; - Joaquim Ferreira Gomes Carneiro; - Tomás José Macedo Miranda; - Artur Martins Paiva.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação, sob condições, de um prédio rústico e urbano sito no Pátio do Casaleiro, em Vila Franca de Xira, propriedade de António Lúcio Ferreira Batalha, negociante, e sua esposa, Ana de Almeida Batalha, para abertura de novos arruamentos na vila. Confrontações: Norte com o pátio e propriedade dos herdeiros de Afonso Marques de Sousa; Sul com propriedades dos herdeiros de António Pinto Magalhães Barros, Artur César Pereira, José Augusto da Cunha e Maria das Dores de Sousa e Brito; Nascente com propriedades de Mário Gens da Silva e Brito e Joaquim José da Silva Vidal; Poente com casas dos expropriados e de sucessores de Patrício Dias da Silva. Valor: 7.000$00.
Ignora se António de Araújo de Azevedo, [Conde da Barca], Minintro da Marinha e das Colonias, recebeu as cartas que lhe enviou há um ano. Foi informado pelo Chevallier de Brito que António de Araújo de Azevedo havia nomeado o autor para o Consulado de ?Bretagize?. Em consequência disto, remeteu as procuraçõesnecessárias para que João Pereira de Sousa lhe retirasse a devida provisão. Observou a Brito que para si era essencial deter as mesmas prerrogativas e imunidades que os Cônsules portugueses em França. Protesta contra a taxa de doze mil francos que lhe foi imposta pelo governo francês. Refere-se ao interesse dos franceses em estabelecer relações comerciais com o Brasil abrindo para tal um entreposto em Pernambuco, apesar dos ingleses deterem o monopólio e a taxa alfandegária ser demasiado alta.
COSTA, Joaquim. Filho de Manuel José Pereira da Costa e de Rosa de Brito, moradores no lugar do Sobreiro, Cristóval. Neto paterno de Vitorino Pereira da Costa e de Maria Luísa Gomes, do dito lugar; neto materno de João de Brito e de Francisca Caetana Rodrigues, de São Gregório. Nasceu a 18/1/1877 e foi batizado na igreja no mesmo dia. Madrinha: Maria de Jesus, solteira, moradora no Sobreiro, irmã do neófito. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 1/2/1906 com Maria da Conceição, de dezanove anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar da Porta, filha de António Joaquim Rodrigues, natural de Fiães, e de Feliciana Maria Lopes, natural de Cristóval. // Em 1908, no cartório do escrivão Ferreira, corria seu termo uma ação de separação de pessoas e bens, movida pela esposa; morava no Regueiro, Cristóval (Jornal de Melgaço 739). // Faleceu na sua freguesia natal a 27/3/1946.
COSTA, José Joaquim. Filho de Manuel José Pereira da Costa e de Rosa de Brito, moradores no lugar do Sobreiro. Neto paterno de Vitorino Pereira da Costa e de Maria Luísa Gomes, do dito lugar; neto materno de João de Brito e de Francisca Caetana Rodrigues, de São Gregório. Nasceu a 29/5/1865 e foi batizado na igreja de Cristóval a 31 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós paternos, lavradores. // Proprietário. // Casou na igreja de Cristóval a 11/10/1902 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Maria da Conceição da Silva, de 44 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar da Porta, filha de Francisco da Silva e de Antónia Rodrigues. Testemunhas presentes: Manuel Pereira da Costa, proprietário, morador no lugar da Porta, e Joaquim Pereira da Costa, lavrador, do lugar do Sobreiro. // No 1.º semestre de 1915 foi jurado por Cristóval para as causas-crime (CM 132).
FERNANDES, Francisco. Filho de Joaquim Fernandes e de Luísa Ribeiro, moradores no lugar do Campo do Souto. Neto paterno de José Bento Fernandes e de Maria Rodrigues, do Ranhado; neto materno de Manuel Luís Ribeiro e de Maria Luísa Domingues, do Campo do Souto, todos lavradores. Nasceu a 8/4/1860 e foi batizado na igreja de Cristóval a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Domingues, do Campo do Souto, e Maria Fernandes, do Ranhado, tia do bebé, solteiros. // Casou na igreja da sua freguesia a 14/11/1888 com Maria, solteira, de 27 anos de idade, filha de António José de Brito e de Maria Joaquina Durães. Testemunhas: José Joaquim de Brito, casado, proprietário, morador no lugar de Viladraque, Paços, e José Joaquim Domingues, casado, lavrador, residente no lugar de Campo do Souto.
COSTA, Manuel. Filho de Manuel José da Costa e de Rosa de Brito, rurais, com a sua residência no Sobreiro, Cristóval. N.p. de Vitorino Pereira da Costa e de Maria Luísa Gomes, do dito lugar; n.m. de João António de Brito e de Francisca Caetana Rodrigues, de São Gregório. Nasceu a 18/4/1874 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Madrinha: Maria de Jesus Pereira da Costa, solteira, irmã do bebé. // Proprietário. // Casou na igreja de Cristóval a 12/2/1900 com Francisca da Silva, de 29 anos de idade, solteira, proprietária, do lugar da Porta, filha de Francisco da Silva e de Antónia Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Porta. Testemunhas presentes: padre Manuel Vicente Pereira e padre Júlio Celestino Gonçalves.
ESTEVES, Manuel José. Filho de Joaquim José Esteves e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores no lugar das Vinhas. N.p. de Manuel José Esteves e de Maria Ventura do Outeiro, das Granjas; n.m. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Bernardes, do Outeiro. Nasceu a 8/9/1842 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Esteves, das Granjas, e Francisca do Souto, de Merelhe. // Lavrador. // Casou na igreja de Cristóval a 21/10/1866 com Albina, de 25 anos de idade, solteira, filha de João António de Brito e de Francisca Caetana Rodrigues, natural de São Gregório, Cristóval. Testemunhas presentes: Joaquim Gonçalves Torres, solteiro, lavrador, natural de Paços, morador no lugar da Granja; José António de Brito, solteiro, negociante, natural de São Gregório; e o padre José Maria Mendes. // Nota: devia ter algum defeito físico, pois ficou isento do serviço militar, mostrando provas.
RODRIGUES, José Joaquim. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues e de Ana Joaquina Rodrigues, rurais, moradores em Sá. N.p. de Francisco Luís Rodrigues e de Ana Maria Alves, de Lavandeira; n.m. de Manuel Luís Rodrigues e de Maria Rosa Esteves, de Sá. Nasceu a 17/6/1852 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Marques e sua mulher, Isabel Gonçalves, de Lapela, Fiães. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 11/10/1891 com Maria de Brito, solteira, nascida em São Gregório a 8/12/1865, filha de António de Brito e de Joaquina Esteves, proprietários. Testemunhas presentes: Francisco José Rodrigues Junior, solteiro, do lugar da Granja, e Manuel Esteves, casado, morador no lugar dos Casais, ambos cristovalenses. // Faleceu a 10/7/1910, no lugar de Beleco, Paços, sem quaisquer sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
RODRIGUES, António José. Filho de José Rodrigues, lavrador, natural de Paços, e de Maria de Brito, lavradeira, natural de Cristóval, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de Joaquim Rodrigues e de Ana Rodrigues; neto materno de António de Brito e de Joaquina Esteves. Nasceu em Paços a 28/6/1901 e foi batizado na igreja paroquial a 12 de Julho desse mesmo ano. Madrinha: Maria Rodrigues, solteira, camponesa, do lugar de Sá. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau na escola do sexo masculino de Paços, com o professor Sebastião Pereira, obtendo a classificação de «bem». // Casou na CRCM a 1/6/1929 com a sua conterrânea Maria de Jesus Douteiro, de 24 anos de idade, filha de Manuel José Douteiro e de Constança Rosa Lopes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 29/11/1961.
BACELAR, Tristão de Araújo de Abreu. Filho de Tristão de Abreu Araújo Bacelar e de Francisca Benedita Araújo Marinho. Nasceu na Casa de Santa Luzia, Valença, a 3/11/1850, e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Perestrelo Pereira de Araújo e, por invocação, a Senhora das Dores. // Casou a 4/12/1869, na igreja de Monserrate, Viana, com Henriqueta Virgínia Portugal de Barros. // Por morte de Gaspar de Brito e Rocha, ocorrida a 2/8/1882, veio para Melgaço substituí-lo como Chefe da Alfândega. A 4/8/1882 já lhe nascia aqui o filho António! // A 8/9/1882 foi padrinho de Gaspar, filho natural de Albina da Conceição Alves e do dito Gaspar de Brito e Rocha, nascido na Vila de Melgaço a 31/8/1882. // Deve ter saído de Melgaço em 1885, pois nesse ano foi nomeado chefe de distrito de 1.ª classe do corpo da Guarda-Fiscal. // Em 1892 foi nomeado alferes de reserva, era então chefe do distrito n.º 3 da GF.
COSTA, Maria de La Salete. Filha de Manuel José da Costa, proprietário, de São Paio, e de Maria Augusta Passos Brito, professora, de Viana. N.p. de José António Domingues da Costa e de Maria das Dores Vasques; n.m. de António Fortunato de Brito e de Ana Joaquina Alves Meira da Rocha. Nasceu na Rua Direita, SMP, a 22/10/1903, e foi batizada a 18 de Novembro desse ano. Padrinhos: Manuel José da Mota, casado, proprietário, e Julieta de La Salete Gonçalves da Mota, solteira, proprietária. // Fez exame a 19/7/1913 do 1.º grau, na escola da Vila, obtendo a classificação de «ótima». // A 17/8/1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovada. // Casou a 29/7/1933, na CRCM, com António José Alves (Junior), proprietário na Vila, natural de Castro Laboreiro. // Enviuvou a 4/3/1945. // Faleceu em Miragaia, Porto, a 21/1/1987.
Pedido de remição do foro de quatro e 3/8 alqueires de trigo, com laudémio de quarentena e vencimento a 25 de Julho, cujo domínio directo pertencia ao Priostado de São Clemente de Loulé, imposto numa terra de semear com árvores diversas no sítio de Salir, concelho de Loulé e distrito de Faro, sendo o requerente e enfiteuta, António Brito Teixeira. Inclui escritura de aforamento data de 25 de Setembro de 1773.
Pedidos de remição dos foros anuais de 2$10 e 1$20, com laudémio de quarentena e vencimento a 20 de Outubro, impostos num prédios rústicos de terras de semeadura com diversas árvores situados em Carrascal de Cima e em Carrascal de Baixo, concelho de Loulé e distrito de Faro, requeridos por Manuel de Brito Viegas, um dos seus enfiteutas. Inclui treslado de escritura de aforamento datada de 1743.
Incorporação na Fazenda Nacional dos foros de 0$10, uma galinha, 14 alqueires de milho alvo, cinco alqueires de centeio, cinco galinhas, quatro frangos, 0$45,9 em dinheiro,impostos no "Casal da Vinha" e no "Casal das Cortinhas", sitos em Serzedelo, requerida por Almeno Didaco Leite da Costa e Brito, enfiteuta que os pretende remir. Inclui ainda a incorporação da residência paroquial e passal da freguesia de Serzedelo, concelho de Póvoa de Lanhoso e distrito de Braga.
Incorporação na Fazenda Nacional do foro anual de 15,851 litros de milho e 5,34 litros de azeite, imposto no olival denominado “Chão do Senhor”, sito ao fundo do povo de Fundões, freguesia de Santiago de Cassurrães, do concelho de Mangualde e distrito de Viseu, por solicitação de Amadeu dos Santos Brito, enfiteuta que os pretendia remir. Os senhorios directos tinham sido a Confraria do Santíssimo Sacramento e a Confraria de Nossa Senhora do Rosário de São Tiago de Cassurrães.
Fornecimento de videiras americanas. Respostas dos requisitantes das videiras aos ofícios relativos a saldos de dinheiro em divida. Pareceres e despachos ministeriais sobre aquisição e distribuição de videiras. Mapa detalhado de expedição de videiras pelos requisitantes. Brochura da Direcção Geral de Agricultura sobre "Distribuição de videiras americanas provenientes de França". Correspondência entre o Director Geral de Agricultura, Elvino de Brito e o Château de Salettes fornecedor de videiras.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa do capitão-mor Francisco Ambrósio Leal e sua mulher, Leocádia Rosa de Figueiredo. Caetana Margarida da Piedade, solteira, vendeu a Leocádia Rosa de Figueiredo, pela quantia de 153.600 réis, uma morada das casas sitas na Rua de Baixo, em Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: Joaquim José de Brito e João dos Santos, criador, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Realização do evento denominado “Internacional Mountain Bike2; Condicionamento:Rua César Augusto Gonçalves Ferreira; Rua Tenente-Coronel Brito Pais; Estrada do Cochão; Parque de estacionamento junto ao Centro de Formação do FCA; Avenida Infante D. Pedro; Rua José Saramago; Rua Coronel Edgar Pereira da Costa Cardoso; Estrada do Aeroporto; Avenida Engº Vilar Queirós; Solicitado pela Junta de Freguesia União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação de um prédio rústico e urbano sito na Travessa da Passagem, em Vila Franca de Xira, propriedade de Joaquim José da Silva Vidal, comerciante, e sua esposa, Mariana Rosa da Silva Vidal, para abertura de novos arruamentos na vila. Confrontações: Norte com propriedade da Câmara Municipal; Sul com propriedade de António Bernardo Inácio; Nascente com propriedade de Mário Gens da Silva e Brito; Poente com a dita travessa. Valor: 4.000$00.
"Ora muito bem: a campanha que, sob o título«A Cultura Portuguesa Ameaçada no Brasil», eu animei, no «Diário Popular» […]Agarrei no lacónico telegrama, apoiei-me na aquiescência dos chefes, apurei a letra e desatei à escrita, curando de saber a opinião dos outros. Eos outros foram: Manuel da Fonseca, José Cardoso Pires, Lídia Jorge, José Carlos Ary dos Santos, Casimiro de Brito, Fernando Namora, Maria Judite Carvalho, José Saramago, Urbano Tavares Rodrigues, Vírgílio Martinho, Alexandre O´Neill, Fernando Assis Pacheco, [...]."
José Caetano da Silva e Brito requereu a vedação da antiga servidão pública que da horta da passagem dava serventia para a Rua da Ribeira em Vila Franca de Xira, sendo substituída por uma outra, em terreno da mesma horta, e em todo o seu comprimento, pelo lado do Norte à horta de Maria de Assunção Cordeiro com quem confina. Dois metros de largura de um muro foram demolidos.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira procedeu à expropriação de um prédio urbano sito na Rua Serpa Pinto n.º 32, em Vila Franca de Xira, propriedade de Gonçalo António Rei Moura, marítimo, e sua mulher Rosa Rei Moura, para abertura de novos arruamentos na vila. Confrontações: Norte e Poente com propriedade dos herdeiros de Afonso Marques de Sousa; Sul com propriedade de Mário Gens da Silva e Brito; Nascente com a Rua Serpa Pinto. Valor: 800$00.
Remição do laudémio de 4-1 imposto num prédio urbano, composto de rés-do-chão, dois andares e sótão, sito na Travessa do Bonjardim, n.º 23 e 25, freguesia de Santo Ildefonso, do bairro oriental da cidade do Porto, e que pertencera ao Cabido da Sé do Porto, requerida por Palmira Enes da Rua Brito. O prédio fazia parte do prazo denominado "Casal de Fradelos e Galvão".
Filho de Fernando Pereira de Araújo de Azevedo, morgado do Sobreiro, e de Maria de Brito Barreiros. Foi legitimado em 1708 para poder suceder no morgado do Outeiro, que nesse mesmo ano tinha sido instituído por seu pai. Desempenhou os cargos de Juiz de Fora e dos Órfãos de Melgaço, Juiz de Fora de Vila Nova de Cerveira, Juiz dos Órfãos da cidade do Porto e Provedor da comarca de Guimarães. Faleceu em 20 de junho de 1731.
Outorgantes: Francisco José Oliveira, Candida Ferreira Pinto Pinto Oliveira, Guilherme José Oliveira, Porto, Abel Augusto Oliveira, Isabel Natividade Rebelo Oliveira, António Jose Oliveira, Emilia Conceicao Alves Vieira, Mosteiro, Jose António Oliveira, Anisso Maria Matos Vieira, Maria Guilhermina Oliveira Rebelo, Anisso, Manuel José Martins Goncalves, Rossas, Antonia Rebelo, Casimiro António Oliveira Francisca Paula Antunes Oliveira; segundos outorgantes: José Maria Oliveira, Mosteiro. Notário: António Augusto Santos Brito
Outorgantes: Isabelina Costa, natural e residente na freguesia de Rossas, que outorga como procuradora de Jose Vaz Fernandes, natural da freguesia de Rossas e mulher Irene Veloso Brito Vaz Ferndes, natural do Rio de Janeiro, Brasil, residentes na Provincia da Guine; segundos outorgantes: Maria Jesus Jorge Goncalves, natural da freguesia de Rossas, onde reside, casada com Manuel Barroso Pereira, ausente em Franca. Notário: Maria Helena Santos Mota Silva
Outorgantes: Antonio Manuel Silva, natural de Parada, Octavio Brito Ramamlho, natural de Eira Vedra, casado com Narcisa Vieira Costa, natural da freguesia de Serzedelo, todos moradores na freguesia de Parada; segundos outorgantes: Alfredo Jose Rocha, natural e residente na freguesia de Parada, casado com Maria Conceicao Araujo Rodrigues, Cesar Augusto Rocha, natural e residente na freguesia de Parada, casado com Laura Conceicao Silva Rocha. Notário: Maria Helena Santos Mota Silva
Outorgantes: José Maria Oliveira, Abilia Goncalves Rebelo, Abel Augusto Oliveira, Isabel Natividade Rebelo Oliveira, António Jose Oliveira, Emilia Conceicao Alves Vieira, Mosteiro, Maria Guilhermina Oliveira Matos Vieira, Jose António Oliveira Maria Guilhermina Oliveira Rebelo, Anisso, Manuel José Martins Goncalves, Rossas, Casimiro António Oliveira, Francisca Paula Antunes, Delfina Trindade Oliveira Rebelo, Canicada, Guilherme Jose Oliveira, Porto, Antonia Rosa Rebelo Oliveira,; segundos outorgantes: Francisco José Oliveira, Porto. Notário: António Augusto Santos Brito
Agradece a carta de 30 de Agosto e a proteção dispensada que lhe permitirá retirar-se para o Porto onde espera recuperar dos problemas de saúde que o afetam. Assim que João José Maria de Brito chegar a Vila Rica irá ao seu encontro para saber se é necessário mais informação para o requerimento. Agradece a atenção dada à sua ideia de promover a mineração do ouro nesta capitania.
Deseja saber se o Conde da Barca recebeu as cartas que enviou desde Maio de 1814 até 15 de Fevereiro passado. Diz-se injustamente perseguido e abandonado e que vive numa incerteza constante. Deseja saber se recebeu os seus papéis que [Francisco José Maria de] Brito remeteu pela Corveta Voador, e que segundo sabe, por este último, chegaram ao Rio de Janeiro em 26 de Maio de 1815. Pede amparo.
Fala dos favores constantes de Francisco José Maria de Brito das ligações com Martinho de Melo [e Castro]; dos seus trabalhos; do seu sobrinho, Felisberto Caldeira Pontes. Fala da "Demarcação" que a França pretende fazer na sua Guiana. Descreve as margens Boreal e Austral do Amazonas e refere alguns dos seus produtos naturais. Informa ao destinatário que em breve enviará uma carta topográfica da região. Refere-se ao seu casamento.
Informa que encontrou em casa do Duque de Richelieu o Chevalier de Brito, o qual lhe comunicou o restabelecimento da perigosa doença de que padeceu V. Exa.. Felicita o destinatário pela condecoração com otítulo de Conde da Barca. refere-se à sua estadia em Hamburgo; ao marechal Davoust; ao Tratado de paz; às memórias enviadas ao Conde do Funchal sobre os fusis retirados dos armazéns pertencentes ao governo português; ao seu associado John Schuback; e ao recebimento de soldos.
Remete um papel que lhe foi endereçado por António de Saldanha da Gama. O conde de Palmela já chegou a Londres, estando o autor a proceder à entrega das cópias do Arquivo do Congresso [de Viena], visto que grande parte dos originais foram pedidos por Francisco José Maria de Brito e pelo marquês de Marialva. Ainda não recebeu a comunicação oficial da sua nomeação, mas partirá em breve para Paris.
Ontem fez uma visita a Brito que tem estado incomodado e soube que ele tinha recebido, na véspera, notícias suas escritas pela mão do "bom medico e amigo Manuel Luis". Aflige-se por não receber uma carta há mais de um ano e queixa-se por nunca ter encarregue Brito de lhe dar notícias, o que dá aparências de total esquecimento. Vive em continuado desgosto por ver que depois da morte do marido, Araújo não lhe deu um prova de amizade e de que se compadece da sua sorte. É a maior injustiça se alguém o indispôs contra ela, porque sempre tem conservado aquela amizade e paixão. Diz que depois que a deixou em Paris nunca mais foi feliz. Desconhece se tem recebido a grande quantidade de cartas que já escreveu e até parece que "escrevo para o outro Mundo". Recorda as expressões de amizade que o destinatário lhe dizia. Toda a sua esperança é em Araújo. Pede auxílio para si e para o pai, que sempre espera do Brasil um resultado feliz a seu respeito. Se não tivesse uma filha de tão tenra idade já tinha partido para o Brasil para o ver. O Duque de Luxemburgo parte para o Brasil nos primeiros dias de Fevereiro e por ele escreverá. Como sabe que ele está encarregue de pedir a Princesa viúva em casamento para o Duque de Berry, pede ao destinatário que se lembre de si para Dama [de Honor]. Está certa que,a se concretizar esta aliança, a Princesa entraria num mundo muito difícil onde talvez não achará amigas verdadeiras. Brito disse que talvez esta nomeação fosse possível. Pelo Duque de Luxemburgo enviará um requerimento sobre este assunto, falará à tia Joana Lucia para apoiar com V.ª Ex.ª esta súplica. Lembra os motivos porque em tempos recusou ser dama da irmã do "Tirano" que foi Rainha de Nápoles. Estimou saber que "o nosso D. Joaquim Lobo vai para Berlin", cargo que ele tanto desejava. Esta vai por Brito.
Rejubila por ter tido conhecimento das melhoras da saúde do amigode Araújo que já se encontra novamente entregue às suas ocupações, ainda que tenha conservado uma fraqueza de nervos. A falta de cartas escritas pela própria mão é um verdadeiro sofrimento e só entende o conteúdo das cartas por intermédio de um intérprete. Cita versos de [Alexandre] Pope. Suprime a falta de notícias com os retratos do destinatário que tem expostos por toda a casa, enganando as distâncias que os separam. Participa que agora que a Europa está em paz, muitas pessoas desejam ir para o Brasil e [Francisco José Maria de] Brito a muito custo consegue atender aos inúmeros pedidos que lhe chegam. Desejava poder encetar esta viagem para rever o destinatário por uma última vez mas este é um desejo impossível e diz que o seu destino é igual ao da dama que Pombal deixou em Inglaterra como o destinatário lhe contava. Cita versos de Lucain. Agradece os favores prestados a Marido, que muito sofreu, e que sem Brito, o anjo da caridade, a sorte de ambos teria sido terrível. Brito honra-a com amizade porque sabe que em tempos fora amiga, em todo o sentido da expressão, do destinatário. Refere-se à morte do marido de Antoinette depois de dez meses de casamento. Agora ela vive em casa da autora, de maneira que tem de dividir o tempo entre ela e Madame de Sousa de Gracia Real que está doente. Comenta que a Adéle do "Platonique", [Morgado de Mateus], depois de dizer horrores de Brito, ousou fazer-lhe uma visita, mas este felizmente, não estava em casa. O filho de Madame de Gouverné, uma das tuas "bellas" e presentemente embaixadora na Holanda, morreu em duelo. Em P.s. recorda-se a Madame Bezerra.
Participa que lhe escreveu de Londres em 15 de Dezembro e de Paris em 28 do mesmo mês. Informa que chegou a Viena no dia 8 do corrente tendo entregue de imediato os despachos de [Francisco José Maria de] Brito ao Marquês de Marialva, [Embaixador Extraordinário em Viena para negociar o casamento da Arquiduquesa D. Maria Leopoldina com o Príncipe D. Pedro], e ao Conde de Palmela, [Min. Plenipotenciário no Congresso de Viena]. Aguardará por mais instruções.
Acusa a receção da carta com os ofícios de Paris e de Madrid. Tudo foi logo apresentado a S.A.R. que tendo examinado, os mandou devolver ao destinatário, à exceção das gazetas em que vem dois tratados de paz. O príncipe deseja saber o parecer do destinatário sobre a carta de parabéns de que fala Brito. O autor considera que a Prússia fica bem castigada, mas ainda é pouco quando se vê que a Rússia ganha no ajuste.
Carta em resposta a dois ofícios e uma carta particular. Levou à presença de S.A.R. as cartas de 22 e de 26 do corrente, o qual tendo ficado conformado com a informação de Napion ordena que Araújo mande passar as ordens necessárias. O principe leu a carta de Brito. Informa que a pasta fica para o despacho e nesse memso dia remeterá as patentes assinadas. Agradece o interesse de Araújo no estado de saúde da mulher.
Data do documento copiado: 1611. Contém ainda: cópia da procuração do visconde D. Diogo de Lima no abade da igreja de Sabadim para em seu nome arrendar e colher os frutos dos seus morgados dando deles quitação (Lisboa, 1672-05-21); cópia de instrumento de sub-estabelecimento de procuração do abade de Sabadim em António Baltasar de Brito e João Francisco Gois (1672-07-15); e apontamentos sobre rendas.
O registado: Emília das Dores Teixeira de Lima Nº registo: 1625 Naturalidade (freguesia e concelho): Creixomil São Miguel, Guimarães Data de nascimento: 1913/09/17 Pai: Manuel José Pereira de Lima Profissão: empregado industrial Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Mãe: Lúcia Maria de Jesus Teixeira Profissão: doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): São Paio, Guimarães Averbamentos: emancipado em 1931; transcrição de casamento nº 505 de 1954 com Manuel Fernandes da Silva; boletim de óbito nº 148 - faleceu em 1974.
O registado: António Pereira Mendes Nº registo: 914 Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Batista, Guimarães Data de nascimento: 1918/06/05 Pai: Manuel Mendes Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): Ronfe São Tiago, Guimarães Mãe: Carolina Pereira Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): Salvador de Joane, Famalicão Averbamentos: Transcrição de casamento n.º 56 com Balbina de Freitas em 1942; Dissolução de casamento por óbito do cônjuge mulher em 1976; Assento de óbito n.º 3/1986 - faleceu em 1985.
O registado: António de Oliveira Faria Pinto Nº registo: 1790 Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Data de nascimento: 1918/11/18 Pai: José de Oliveira Faria Pinto Profissão: indigente Naturalidade (freguesia e concelho): Selho São Jorge, Guimarães Mãe: Luísa da Silva Profissão: indigente Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento n.º 3 com Palmira Ferreira das Neves em 1938; Assento de óbito n.º 267 - faleceu em 1991.
O registado: Custódia da Silva Nº registo: 1838 Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João , Guimarães Data de nascimento: 1918/11/27 Pai: desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Profissão: desconhecida Mãe: Maria da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): Oleiros São Vicente, Guimarães Profissão: Doméstica Averbamentos: Assento de casamento n.º 124, com Alcino Salgado em 1937; Dissolução do casamento por óbito do cônjuge marido em 1998; Assento de óbito nº 184 - faleceu em 2013.
FERREIRA, João de Deus. Filho de Manuel Rodrigues Ferreira e de Maria Soares de Castro, naturais da freguesia de São Batista de Lamares, proprietários, residentes no lugar do Maninho. Neto paterno de Pedro Rodrigues e de Teresa Ferreira; neto materno de António José Soares de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Alvaredo a 12/2/1909 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinho: Dr. Vitoriano de Castro, médico. // Faleceu a 21/9/1970 na freguesia de São João de Brito, Lisboa.
GOMES, Manuel. Filho de Francisco Gomes e de Luísa de Abreu. Nasceu em Alvaredo por volta de 1814. // Lavrador. // Casou em segundas núpcias com Maria Teresa de Brito. // Morreu a 12/5/1906, na sua casa do lugar de Ferreiros, com 92 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, sem filhos, e no dia seguinte foi sepultado no cemitério local. // A sua viúva finou-se no mesmo lugar de Ferreiros a 18/1/1907.
MENDES, Laurentina. Filha de Maria Mendes, solteira, jornaleira, moradora no Maninho. Neta materna de Mariana Mendes, solteira, jornaleira, do dito lugar. Nasceu em Alvaredo a 19/3/1911 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Agostinho Rodrigues e Elisa Alves Sanches, casados, lavradores, do lugar do Maninho. // Casou na igreja de Oliveira do Conde, Carregal do Sal, a 14/11/1941 com Domingos Augusto de Brito. // Faleceu a 5/1/1976 na freguesia de Oliveira do Conde, Carregal do Sal.
DOMINGUES, Hermínia. Filha de José Bento Domingues e de Ana Maria Rodrigues e irmã do professor Abílio, entre outros. Nasceu em Castro Laboreiro por volta de 1908. // A 20/7/1917 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila de Melgaço, com a professora Augusta de Brito, obtendo um ótimo (JM 1168, de 28/7/1917). // Faleceu na Vila de Melgaço a 17/7/1921, com apenas treze anos de idade.
GONÇALVES, Pascoal. Filho de Antónia Gonçalves, solteira, de São Gregório. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 16/8/1857, com Rosa, filha de Francisco Quintela e de Maria Josefa Esteves, de Marga. Testemunhas: António de Brito, de São Gregório, e Manuel Quintela, de Marga, solteiros. // Faleceu em São Gregório a 30/6/1888, com 56 anos de idade, no estado de viúvo da dita Rosa Quintela, só com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado na igreja a 1 de Julho. // Com geração.
GONÇALVES, João. Filho de António Gonçalves e de Domingas Fernandes, moradores em São Gregório. N.p. de Manuel Gonçalves e de Benita Veiga, da Peña, Padrenda; n.m. de Manuel Fernandes e de Maria Alves, de Pontedeva, todos da Galiza. Nasceu a 12/7/1851 e foi batizado na igreja de Cristóval a 25 desse mês e ano. Padrinhos: João da Ribeira e Maria de Brito, de São Gregório, solteira.
PEREIRA, José. Filho de José Francisco Pereira, natural de Areosa, Viana do Castelo, e de Soledade Maria Fernandes, natural da freguesia de Trado, diocese de Ourense, jornaleiros, moradores em São Gregório. N.p. de José Francisco Pereira e de Teresa Soares Ribeiro da Silva; n.m. de João Fernandes e de Maria Barreiro. Nasceu em Cristóval a 17/3/1909 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: José Pereira de Brito, solteiro, pedreiro, e Olívia Dias, solteira, camponesa. // Morreu a 21/3/1909.
PIRES, José Joaquim. Filho de Francisco Pires e de Umbelina Rosa Domingues, moradores no lugar de Mouriga. Neto paterno de Joaquim Pires, lavrador, casado, do lugar do Sobreiro, e de Maria Joaquina do Outeiro, solteira, de Sucastelo; neto materno de Francisco Domingues e de Rosa Fernandes, de Mouriga. Nasceu em Cristóval a 3/1/1858 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Pinheiro, solteiro, do lugar do Outeiro, Paços, e Rosa de Brito, solteira, do lugar da Porta.
ALVES, Albina. Filha de Joaquim Alves e de Maria Benta Douteiro, lavradores, residentes em Viladraque. N.p. de Caetano Alves e de Maria Ventura da Ribeira; n.m. de Manuel Francisco Douteiro e de Teresa Gomes, todos de Paços. Nasceu a 1/6/1867 e foi batizada a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pires e sua mulher, Rosa Alves, lavradores, de Marga, Cristóval. // Faleceu em Paços a 18/3/1958. // Casou com José de Brito, natural de Cristóval. // Com geração.
PIRES, Francisco. Filho de Pedro Pires e de Ana Ramos, lavradores, de Paços. Nasceu nessa freguesia por volta de 1829. // Tinha 40 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no Outeiro, quando casou na igreja de Paços a 20/12/1869 com Emília, de 25 anos de idade, solteira, lavradora, de Sá, filha de José Bento Douteiro e de Maria Esteves, lavradores, de Paços. Testemunhas: António de Brito e José Esteves, ambos da freguesia de Cristóval. // Nota: parece ser Francisco Joaquim, nascido a 29/3/1827.
RODRIGUES, Caetano. Filho de Pedro Rodrigues e de Manuela Alves, galegos. Nasceu na freguesia de Condado, diocese de Ourense, por volta de 1815. // Tinha 55 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de Paços a 8/8/1870, com Ana Joaquina, de 53 anos de idade, solteira, lavradora, de Beleco, Paços, filha de António Cortes e de Caetana Meleiro. Testemunhas: Luís de Brito, de Bela, Monção, e Bernardo Soares.
OUTEIRO, Tomásia Emília. Filha de Manuel do Outeiro e de Ana Martins. Neta paterna de Manuel José do Outeiro e de Maria Rosa Pires; neta materna de Francisco José Martins e de Maria Rosa Rodrigues, todos do lugar de Sá. Nasceu a 16/11/1839 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Bacharel José António Marques Lobarinhas e sua filha, Tomásia Emília de Brito. // Faleceu a 7/5/1920.
RODRIGUES, José Manuel. Filho de Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Fernandes, lavradores, residentes em Moinhos. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de Ventura Fernandes e de Florinda de Carvalho. Nasceu a 11/4/1891 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Fernandes, casado, rural, e Vicência Dias, casada, doméstica. // Casou na CRCM a 6/6/1923 com Ortelinda da Glória Gonçalves. // Faleceu em Paderne a 12/2/1945.
RODRIGUES, José Joaquim. Filho de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. N.p. de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; n.m. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu em Paderne a 23/7/1896 e foi batizado na igreja a 28 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues, casado, rural, tio materno do bebé, e Teresa de Jesus Rodrigues, solteira, tia paterna. // Faleceu a 10/8/1900 e foi sepultado no adro da igreja.
RODRIGUES, José Bernardino. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Rosa Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu em Paderne a 17/4/1896 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, casado, rural, e Teresa de Jesus Codesseira, casada, doméstica. // Faleceu a 22/12/1906 e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
RODRIGUES, Manuel. Filho de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. N.p. de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; n.m. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu a 11/3/1899 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues, casado, rural, e Teresa de Jesus Rodrigues, solteira, doméstica. // Faleceu em Paderne a 29/5/1989.
RODRIGUES, Manuel António. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Rosa Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 12/4/1893 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues e esposa, Teresa de Jesus Codesseira, rurais. // Casou na CRCM a 8/5/1930 com Maria da Glória Alves. // Enviuvou a 8/11/1968. // Faleceu em Paderne a 25/1/1979.
RODRIGUES, Maria. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Ferreira, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, de Aldeia; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires, de Queirão, todos lavradores. Nasceu a 11/2/1886 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, residente em Aldeia, e Maria Rodrigues, moradora em Estivadas, solteiros, lavradores. // Faleceu em Paderne a 22/8/1949.
RODRIGUES, Beatriz. Filha de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. Neta paterna de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu a 21/11/1890 e foi batizada a 30 desse mês e ano. Padrinhos: José Rodrigues, casado, rural, e Maria Francisca Rodrigues, solteira, doméstica. // Casou na igreja do mosteiro a 3/10/1944 com Eleutério Cerdeira. // Faleceu em Paderne, no lugar de Penelas, a 21/6/1951.
RODRIGUES, Francisco. Filho de Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Fernandes, moradores nos Moinhos. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, de Aldeia; n.m. de Boaventura Fernandes, dos Moinhos, Paderne, e de Florinda Rosa de Carvalho, da Cela, Cousso, todos lavradores. Nasceu a 28/1/1885 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José e Venceslã da Encarnação, ambos solteiros, filhos de António Luís Pereira, negociante. // Faleceu em Barbeita, Monção, a 7/11/1950.
RODRIGUES, Teresa de Jesus. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Rosa Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 10/2/1895 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, casado, rural, e Teesa de Jesus Codesseira, casada, doméstica. // Faleceu a 30/12/1895 e foi sepultada no adro da igreja.
PEREIRA, Manuel Luís (Padre). Filho de António Luís Pereira e de Maria Joaquina de Sousa Brito, lavradores. Nasceu na freguesia de Bela, Monção, a --/--/1868. // Morreu na residência paroquial, sita no lugar da Igreja, Penso, Melgaço, onde tinha sido pároco, a 27/12/1909, apenas com a extrema-unção, somente com quarenta anos de idade; o corpo foi conduzido para a sua freguesia natal, onde o sepultaram no cemitério.
FERREIRA, Anunciação Maria. Filha de Albertina Augusta Ferreira. Neta materna de Albina Rosa Ferreira. Nasceu na Rua do Espírito Santo, SMP, a 28/7/1905, e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Ferreira, casado, carteiro, e Albina Rosa Ferreira, solteira, doméstica. // A 20/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótima; frequentava a escola do sexo feminino, cuja professora era Maria Augusta de Passos Brito. // Faleceu na Vila a 8/5/1942.
GONÇALVES, Caetano Manuel. Filho de António José Gonçalves e de Maria Joana Menezes, de Prozelo. N.p. de António Luís Gonçalves e de Domingas Brito, da dita freguesia; n.m. de António Rodrigues Menezes e de Isabel Abreu, de Àzere, todos dos Arcos. Nasceu a 9/6/1815 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Caetano Alves e sua esposa, Clara Esteves, da Vila.
LOPES, Joana Rosa. Filha de António José Lopes, de Leirado, jurisdição de Milmanda, Ourense, e de Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado; n.m. de Marta Rodrigues, solteira, da Cela. Nasceu na Vila a 7/9/1791 e foi batizada na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís de Brito e sua filha, Joana Rosa, de Ponte de Lima.
SILVEIRA, Domingos José. Filho de Serafim José Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, naturais da freguesia de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, de Melgaço. Nasceu a 17/4/1829 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Domingos Alves, ferreiro, solteiro, da Calçada, e Margarida Joaquina de Barros, do Bairro do Carvalho.
SILVEIRA, Manuel José. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 4/10/1827 e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Bento António Pereira, solteiro, do lugar da Assadura, e Antónia Maria Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira, Vila.
SILVEIRA, Joaquina do Carmo. Filha de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 25/11/1826 e foi batizada na igreja de SMP nesse mesmo dia. Padrinhos: Pedro Vasques de Puga e esposa, Joaquina Torres de Araújo, da Torre de Moreira, S. Miguel de Cecrinhos, Tui. // Com geração.
SILVEIRA, Pedro Maria. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, de Refojos de Basto (São Miguel); n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, da Vila de Melgaço. Nasceu a 6/10/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 9 desse mês. Padrinhos: Pedro Maria Vasques de Puga e Josefa Vasques de Puga, de Alveios, Tui.
Presenças: José Manuel de Noronha e Menezes de Alarcão (presidente da comissão e vereador); João Luiz da Cruz (vogal agregado); Francisco Ribeiro Brito (Junta de Freguesia da Trafaria); António da Silva Viana (Junta de Freguesia da Trafaria). Os vogais António Gonçalves Pedro, José Cáucio Maurício, Augusto Amaral Frazão de Vasconcelos e Manuel Alves Cargaleiro, faltaram, por motivo justificado. Proposta de alguns nomes para as principais ruas da freguesia da Trafaria.
Contem imagem desenhada apenas com cores e letras com a foice e o martelo com a estrela e a seguinte legenda: ALENQUER / 23 - ABRIL / 21 HORAS / COMÍCIO / NO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DO SPORT A. BENFICA / PRESENÇA DE / Carlos Brito / (membro da Comissão Política do Comité Central) / Veiga de Oliveira / (Ministro das Obras Públicas) / Maria Emília Costa / CANDIDATOS À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA / José Viana / Partido Comunista Português / VOTA P C P / PARA UMA / MAIORIA DE ESQUERDA.
Etapa #11 Foi emitida as seguintes notas de encomenda n.º 598 - Rádio XXI, Lda 569 - Offsetlis, Indústria Gráfica, Lda 568 - Gráfica da Batalha, Lda 567 - Ph Oxigen, Produção de Suportes de Comunicação, Lda 554 - Postalfree, Postais Publicitários Unip. Lda 574 - Empresa Jornalistica Região de Leiria, Lda 596 - Diário de Leiria - empresa Jornalística, Lda 597 - E.D.R. - Empresa difusão de Rádio, S.A. 595 - Jorlis - edições e Publicações, Lda Isabel Brito A.T.
Etapa #5 Na inviabilidade do apoio da DIPEV, contactei o Agrupamento de Escolas de Marrazes, Ed.ª Teresa Brito, dado que o JI de Gândara Olivais, conta neste momento com 3 AAE (possui 3 salas de actividades) e o JI de Outeiros da Gândara 3 AAE (possui 3 salas de actividades), racio superior ao estipulado em Portaria n.º 1049/08, de 16 de Setembro. Ficou definido enviar hoje, pedido por escrito. Isabel Quintal (DIPGEE)
Etapa #8 Anexa-se o Orçamento para analise tendo em conta que o fornecedor apresenta dois tipos de preços para os sacos de frio e para os pacotes de comprensas, para os frascos de soro e dois tamanhos para pinças. Quanto aos sacos pequenos se se optar pelos pacotes de compressas já esterilizados deixa de existir a necessidade de se adquirir os mesmos pois as compressas esterilizadas já se encontram embaladas. Isabel Brito A.T.
Etapa #24 Junto se anexa a RQI 3433, referente à aquisição de 20 Kg de trigo, para complementar a RQI 3312, em virtude de terem sido requisitados 500 Kg e a firma só fornecer sacos de 40 Kg. Mais se informa que me foi comunicado pela colega Isabel Brito, que a nota de encomenda foi emitida com a quantidade de 520 Kg. À consideração superior. Irene Crespo | AT
Ofício n.º 131 do Diretor da Alfândega de Esposende, António Gabriel de Assis e Brito, respondendo ao ofício n.º 100 da Câmara Municipal requisitando uma relação dos empregados da Alfândega com a informação dos ordenados para ser enviada ao Governador Civil. O Direto alerta que se o fim da relação se destina a cobrança de impostos para a sustentação dos Expostos os funcionários da alfândega seriam isentos de tal obrigação.
Processo na Junta de Emigração: 19305/61 Classificação: E Processo n.º 16/151/61/E Residência em Portugal: Esposende - Esposende Com destino a: Brasil Passaporte n.º 21270/61 Entidade que o emitiu: Junta de Emigração Licença de emigração n.º: 28 a 31 Barco destinado: Laennec Classe: 3 Porto de embarque: Lisboa Pessoas que o acompanham e parentesco: António Martins da Costa Eiras - filho, João de Brito Martins de Costa Eiras - filho, Henrique Martins da Costa Eiras - filho
Manuel Marques Gameiro solicita certidão para que seja emitido o parecer a que se refere o nº 1, ou nos precisos termos do disposto no nº 2 do artigo 8º, do Decreto-Lei nº 247/78, de 22 de agosto, referente ao pedido de certificado de comerciante, como retalhista de ferragens, quinquilharias, esmaltes, utilidades domésticas, tintas e vernizes, num estabelecimento sito na R. Prof. Alves de Brito, no lugar e freguesia de Pousos.
Fl. 173-173v: 16.1.1816. Registo de ofício [do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, da Guerra e da Marinha] D. Miguel Pereira Forjaz, para [o Enviado extraordinário e Ministro plenipotenciário de Portugal em França (Paris)] Francisco José Maria de Brito, sobre os objectos preciosos e as obras de Arte que devem ser reclamados em Paris, para onde foram enviados no tempo do domínio francês em Portugal, nomeadamente os pertencentes ao Real Museu da Ajuda, Casa de Pombal, Convento de Jesus e Casa de Metzner.
Retrato de grupo do Comité Olímpico Português. Inclui legenda com a designação dos membros presentes: Visconde Montagil, Dr. César de Melo, Engenheiro Francisco Nobre Guedes, Professor Henrique Vilhena, Dr. José Pontes, Carlos Farinha, Mário Noronha, Francisco Duarte, Engenheiro Ernesto Basto, João Formosinho Simões, Ótero Salgado, Dr. Luís Figueira, Álvaro Frade, José Martinho Gonçalves, Armando Brito, Vasco Ribeiro, (a letra não está perceptível), Dr. Ruy Andrade e General Manuel Latino.
Fotografia onde se visualiza, a receção ao Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), recebendo cumprimentos do Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues, à direita, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, primeiro à esquerda, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, o segundo à esquerda e o Comandante Filipe Castela, ao centro.
Fotografia onde se visualiza, na Escola Naval, fazendo a continência, o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues (primeiro à direita), à sua direita, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), à sua direita, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, atrás, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha Mendonça Dias, precedido do Dr. Pedro Teotónio Pereira, Ministro da Presidência (envergando sobretudo).
Fotografia onde se visualiza, na Escola Naval, fazendo a continência, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás) (à frente), o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito (em primeiro plano, à esquerda), o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues (primeiro à direita), e o Dr. Pedro Teotónio Pereira, Ministro da Presidência (envergando sobretudo).
O rei da Tailândia, Rei Bhumibol Adulyadej (RAMA IX),segundo à esquerda, a Rainha Sirik, ao centro, o Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, primeiro à direita, o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues, primeiro à esquerda, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, em segundo plano, primeiro à esquerda, e outros oficias fazendo a continência.
Fotografia onde se visualiza, saindo da Escola Naval, ao fundo das escadas, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), à esquerda, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, à sua esquerda Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues,em segundo plano, à direita, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito,em segundo plano, à esquerda, precedido do Ministro da Presidência, Dr. Teotónio Pereira.
António Joaquim Gonçalves Macieira, na qualidade de gerente da sociedade comercial que geria na cidade de Lisboa com a firma de João de Brito, constituiu Teófilo José de Penedo como seu procurador para o reconhecimento do domínio direto dos prazos situados na vila de Alhandra à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, dos quais era senhoria direta pela extinção do concelho de Alhandra. O prazo denominado “Quintalão” era composto de adega, palheiros, terra de semeadura e era todo murado em roda. Confinava pelo Norte com o Sapal do Rio e Travessa, pelo Poente com o rio de Rui Gomes e pelo Nascente com o Sapal do Esteiro. O prazo denominado “Sapal do Esteiro” era contíguo àquele, confinando pelo Sudoeste. Pelo Nordeste confinava com o Sapal, pelo Sul com o rio de Rui Gomes, acabando, pelo Norte, em Ponta Aguda. Tinha foro anual de 4.860 réis, tendo sido o seu último enfiteuta João de Brito, que o passou para a dita sociedade por cedência da viúva Maria Bernardina de Brito, através de escritura lavrada nas notas do tabelião Francisco Vieira da Silva Barradas, em Lisboa, a 22 de outubro de 1864.
AFONSO, Manuel António. Filho de Manuel António Afonso e de Rosa Pires, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1835. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Penso a 4/8/1866 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Rosa Maria Vaz, de 36 anos de idade, solteira, natural de Penso, moradora em Rabosa, filha de Manuel Francisco Vaz, de Paderne, e de Teresa Maria Esteves, de Penso. Testemunhas: padre CEC, António José Fernandes, solteiro, pedreiro, de Barreiros, e Francisco Manuel Vaz. // Tinha 51 anos de idade, era lavrador, viúvo de Rosa Maria Vaz, falecida em Penso, morava no lugar de Rabosa, freguesia de Penso, quando casou na igreja dessa freguesia de Melgaço a 18/1/1886 com Teresa de Brito, de 31 anos de idade, solteira, criada de servir, natural da freguesia de Mazedo, concelho de Monção, moradora em Penso, Melgaço, filha de António José de Brito e de Mariana Vieites, rurais. Testemunhas presentes: Domingos José Esteves Reguengo, casado, agricultor, do lugar de Barro Pequeno, e José Esteves Cordeiro, solteiro, camponês, do lugar de Paradela, ambos de Penso. // Morreu a 25/8/1898, no lugar de Rabosa, com todos os sacramentos da igreja católica, com 63 anos de idade, no estado de casado com Teresa de Brito, com testamento, sem filhos deste matrimónio, e foi sepultado na igreja de Penso.
PASSOS, Carlinda Esperança. Filha de Lucas Evangelista Ferreira Passos, lavrador, natural de Alvaredo, e de Maria Teresa Alves de Brito, doméstica, natural de Paderne. Neta paterna de Luís Ferreira Passos e de Maria da Conceição Domingues; neta materna de Manuel António de Brito e de Carlota Joaquina Alves. Nasceu no lugar do Souto, Paderne, a 28/12/1901 e foi batizada na igreja católica a 1/1/1902. Padrinhos: Manuel Vicente Gonçalves, solteiro, camponês, e Rosa Maria de Brito, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 9/10/1921 com Manuel Luís Pires, filho de Manuel Joaquim Pires e de Ana Maria Domingues, nascido em Tangil, Monção, em 1899. Foi viver para a Vila de Melgaço com o marido – fotógrafo e taxista, passando a ser conhecida por “Mamã Pires”. // Faleceu na Vila, SMP, a 15/2/1973. // O seu viúvo morreu a 29/1/1991. Ambos estão sepultados no cemitério de Paderne. // Foi mãe de seis filhos: Sílvio da Boa Nova, Esmeraldina Maria, Carlinda Sílvia, Manuel Luís, João Maria, e José Joaquim (ver na Vila).
Luís Pastor de Macedo (1901- 1971), comerciante, autarca, deputado e olisipógrafo. Começou a sua vida profissional no estabelecimento comercial da família, A Casa dos Panos, estabelecimento da Rua dos Fanqueiros que fechou portas já no início do século XXI. Publicou a sua primeira obra olisipográfica O Terramoto de 1755 na freguesia da Madalena em 1929 a que se seguiram algumas dezenas de títulos, alguns dos quais sobre as freguesias da Baixa e da sua envolvente. Colaborou com vários outros autores, nomeadamente com Augusto Vieira da Silva, Gustavo de Matos Sequeira, Norberto de Araújo, Rodrigues Cavalheiro. Colaborou ainda no Diário de Lisboa, n’O Século, na Revista Municipal, nos Anais das Bibliotecas, Arquivo e Museus Municipais, ambos da Câmara Municipal de Lisboa e no Boletim Cultural da Junta Distrital de Lisboa. A par da sua actividade de comerciante e de olisipógrafo, Luís Pastor de Macedo integrou como vogal a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa, entre 1933 e 1935, voltando à autarquia em 1947, como vice-presidente, cargo que manteve até 1959. Na sua actuação enquanto autarca, destaca-se em 1933 a aprovação da sua proposta de criação dos Serviços Culturais, apresentada em Sessão de 11 de Maio. Nos dois períodos em que esteve na Câmara dedicou particular atenção às questões culturais, à realização das festas da cidade e à organização de várias exposições de carácter olisiponense. Foi ainda de sua iniciativa o impulso dado às publicações da autarquia a qual viria a ser a editora de alguns dos seus títulos, bem como de outros olisipógrafos. A sua dedicação ao conhecimento da Cidade levou-o a ser um dos fundadores do Grupo Amigos de Lisboa, constituído em 1936, e onde desempenhou o cargo de secretário-geral do Grupo, participou activamente nos trabalhos das várias secções que o Grupo então tinha, propôs e promoveu diversas iniciativas para a defesa do património da Cidade e para o conhecimento da sua história e foi um colaborador assíduo da revista Olisipo. Mas a obra pela qual é mais conhecido do grande público é a que se ocupa do estudo da Toponímia de Lisboa – Lisboa de lés-a-lés. Subsídios para o estudo das vias públicas da cidade, publicada pela primeira vez entre 1940 e 1943, e reeditada nos anos sessenta e oitenta do século XX. Organizado em cinco volumes e ordenado alfabeticamente, Lisboa de lés-a-lés procura dar a conhecer a origem de topónimos lisboetas, no seguimento da publicação da obra de Gomes de Brito Ruas de Lisboa. In: https://toponimialisboa.wordpress.com/2019/02/07/rua-luis-pastor-de-macedo/
Requerente: Joana Mendes Ribeiro. Assunto: Pedido de licença para construir um cano do rio Ave para um poço que também deseja construir na sua propriedade com o objetivo de rega. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade