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MORAIS, João. Filho de João de Sousa e Castro e de sua mulher, Rita Luísa de Brito e Azevedo «sendo ele pai natural, desta mesma freguesia, e ela, mãe, da freguesia de São Martinho de Vascões, Paredes de Coura.» // Casou na igreja de Remoães a 18/3/1835, com Maria Antónia de Sousa e Castro Morais Sarmento, filha de António de Sousa e Castro, de Remoães, e de Gertrudes Cândida Gomes de Melo Abreu e Lima, de Ferreiros, Amares. Testemunhas presentes: António de Sousa e Castro Pereira de Araújo e António de Sousa Gama, de Prado. // Casou-os o padre frei Francisco Manuel de Santa Ana de Sousa Araújo.
SARMENTO, João Manuel. Filho de João Manuel de Sousa e Castro Morais Sarmento (ou João Manuel de Sousa e Castro Pereira e Araújo), e de Feliciana Maria de Sousa e Castro. Nasceu a 25/1/1753 e foi batizado na igreja de Remoães a 1 de Fevereiro desse dito ano. // Foi o escolhido pelos pais para – na falta do irmão Matias – senhorear os vínculos, a capela e os prazos, de acordo com uma escritura lavrada na Quinta do Pombal a 25/11/1778. // Foi alferes de infantaria no regimento da Praça de Valença. // Casou com Rita Luísa de Brito Azevedo. // Com geração.
SOARES, Angelina de Jesus. Filha de Feliciano Joaquim Soares e de Maria Delfina Rodrigues. N.p. de José Maria Soares e de Florinda Rosa Caldas; n.m. de Bento Manuel Rodrigues e de Rosa Matildes Vaz. Nasceu na Carreira, São Paio, a 8/4/1885, e foi batizada pelo padre JAF no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim de Caldas e Maria Benedita Vaz, residentes no Barral, todos lavradores. // Faleceu em São Paio a 12/6/1956. // (Parece ser esta senhora que casou com Manuel de Brito; se for, é mãe de Armindo, de Rosa e de José).
RODRIGUES, José Bernardino. Filho de Manuel António Rodrigues e de Teresa de Jesus Codesseira. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, moradores em Aldeia, Paderne; n.m. de Manuel Joaquim Codesseira e de Rosa Maria Gonçalves. Nasceu no lugar de Soutulho, São Paio, a 23/7/1888, e foi batizado pelo padre JAF a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José Bernardino Codesseira e Ana Maria Codesseira, solteiros, residentes na Rasa, todos lavradores. // Casou na CRCM a 17/7/1921 com Maria da Conceição Domingues da Costa. // Ambos os cônjuges faleceram em São Paio: a esposa a 19/1/1974 e ele a 9/3/1974.
COSTA, Joaquim. Filho natural de João José Gomes da Costa, fiscal da 5.ª Secção do distrito da Alfândega de Valença, natural de Ponte da Barca (São João Batista), e de Ângela Maria Lopes, da cidade de Guimarães. N.p. de José Gomes da Costa e de Teresa Micaela de Barros; n.m. de José Varela e de Maria Lopes. Nasceu em SMP a 6/1/1870 e foi batizado dois dias depois, porém o seu assento de batismo só foi registado em 1900, folha 25 (padre Pinheiro). Padrinhos: Gaspar de Brito e Rocha e Rosália Rita da Costa, solteiros, proprietários.
CARVALHO, Maria de Lurdes. Filha de Silvana Cândida de Carvalho, solteira. Neta materna de José Joaquim de Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues. Nasceu na Travessa da Rua de Baixo, SMP, a 26/1/1906 e foi batizada a 2 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: João Cândido de Carvalho, solteiro, artista, e Ortelinda Augusta de Carvalho, casada, lavradeira. // A 20/7/1917 fez exame do 1.º grau na escola Conde Ferreira, com a professora Augusta de Brito, obtendo a classificação de «bem». // Comerciante; teve um estabelecimento comercial na Loja Nova, na Rua Dr. Augusto César Esteves. // Faleceu solteira, e sem geração, a 5/12/1975.
LOPES, Rodolfo Augusto. Filho de Ângela Maria Lopes, natural de Guimarães, moradora na Vila de Melgaço. Neto materno de José Varela e de Maria Lopes. Nasceu na Rua de Baixo, SMP, a 2/4/1873, e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar de Brito e Rocha, solteiro, diretor da Alfândega, e tocou com a coroa da Senhora Inocêncio Augusto Pedreira, solteiro, empregado da Alfândega. // Casou a 14/12/1898 com Maria da Ressurreição, filha de João Francisco e de Maria Luísa, de Vila (Alvim? – deve ser Aboim). // Faleceu na freguesia de Assunção, Elvas, a 2/3/1919.
ROCHA, Gaspar. Filho de Albina da Conceição Alves, solteira, costureira (mais tarde taberneira), da Vila de Melgaço, e de Gaspar de Brito e Rocha (28/1/1837-2/8/1882), solteiro, dos Arcos de Valdevez, funcionário da Alfândega em Melgaço. Nasceu às 10 horas do dia 31/8/1882 e foi batizado na igreja matriz a 8 de Setembro desse mesmo ano. Padrinho: Tristão de Araújo Abreu Bacelar, de Viana do Castelo, Chefe dos Guardas da Delegação da Alfândega de Melgaço. // Morreu às quatro horas da tarde do dia 4/3/1890, no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço, e foi sepultado no cemitério público.
ROCHA, Casimiro Henrique. Filho de Belchior Herculano da Rocha e de Maria Libânia Alves, moradores na Rua Direita, Vila. Neto paterno de Gaspar de Brito e Rocha, solteiro, e de Albina da Conceição Alves, solteira; neto materno de João António Alves e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu a 1/3/1912 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Rodrigues, casado, artista, e Aida dos Santos Lima, solteira. // Morreu em finais de Novembro, ou inícios de Dezembro, daquele ano. «Faleceu, na Vila, Casimiro Henrique da Rocha, de nove meses.»
SILVEIRA, Maria Josefa. Filha de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 5/7/1832 e foi batizada na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Bernardo Pereira de Castro e Joana, do lugar de Gondomar, freguesia de Remoães. // Faleceu na Assadura a 11/5/1895, com 62 anos de idade, casada com Manuel Gonçalves. // Mãe de Olívia dos Remédios Gonçalves, casada com Alfredo Augusto Lopes, de Chaviães.
SOTOMAIOR, Bernardo José. Filho de Manuel António de Abendanho Lira Sotomaior e de Páscoa Maria de Abreu. Neto paterno de João Júlio de Abendanho Lira Sotomaior, da Vila de Cangas, arcebispado de Santiago, Galiza, e de Rosa Maria de Azevedo Lira, natural de Rouças; neto materno de Manuel dosGuimarães Brito, capitão de infantaria, e de Ana Alves Godim, de Cerdal, Valença. Nasceu a 8/3/1759 e foi batizado na igreja de SMP a 10 desse mês e ano. Padrinho: padre Bernardo Araújo, da Vila, residente no Campo da Feira.
Cartaz de divulgação da exposição de professores e alunos da ESBAL (Escola Superior de Belas Artes de Lisboa), a decorrer na Galeria Municipal de Arte, de 22 de fevereiro a 30 de março de 1990. Professores: Gil Teixeira Lopes e Matilde Marçal. Alunos: Adelaide Alves, Albertina Sousa, Ana Leon, Ana Nascimento, Ângela Solla, Belmira, Cabrita Reis, Catarina Castel Branco, Fátima Mendonça, Fernando Brito, Horácio, Ilda David, Isabel Bettencourt, João Rosa, Manuel Sam Payo, Mara, Maria João Franco, Maria Tomás, Moura Neves, Nicolau Tudela, Paiva Raposo, Pedro Chorão, Pedro Portugal, Pedro Proença, Regina Chulan, Suzana Tereza Saporiti, Tomás Maia e Xana. Contém a morada, o telefone e o logótipo da Galeria Municipal de Arte.
Cartaz de divulgação da exposição a decorrer na Galeria Municipal de Arte, de 5 de janeiro a 6 de fevereiro de 1989. Artistas patentes: Acácio Lino, Adriano de Sousa Lopes, Adolfo Rodrigues, Alberto Sousa Pinto, Anjos Teixeira, Columbano, Domingos Sequeira, Ernesto Condeixa, Fernandes de Sá, Guilherme Corrêa, Henrique Franco, Henrique Pousão, José de Brito, J. Sousa Pinto, Marques Guimarães, Marques de Oliveira, Nunes Júnior, Silva Porto, Soares dos Reis, Veloso Salgado, Vieira Portuense. Contém um desenho de Adolfo A. Rodrigues, de 1898. Contém o logótipo, a morada e o horário da Galeria Municipal de Arte.
Conjunto de retratos de membros do Comité Olímpico de Portugal: Florêncio Ricardo Domingues - 1923/37; Plácido de Abreu Duro - 1919/29; Dr. César de Melo - 1919/58; Carlos Esteves - 1923/24; Armando de Brito - 1923/43; General Manuel da Costa Latino - 1923/57; Carlos A. Farinha - 1923/67; João Formosinho Sanches - 1925/53; Major João Luiz de Moura - 1929/37; Vasco Ribeiro - 1929/57; Dr. Anibal Roque de Pinho (Alto Mearim) - 1929/60; Cap. A. Maia de Loureiro - 1929/60; Engenheiro Ernesto dos Santos Bastos - 1932/49; Prof. Dr. Henrique de Vilhena - 1932/57; Francisco Duarte Júnior - 1919/21, 1937/1957; José Martinho Gonçalves - 1937/1957; Visconde de Montargil - 1941/1943; Coronel Helder Martins - 1952/1957; Tenente Coronel Ricardo P. Dias - 1957/1967; Afonso Salcedo - 1958/1967 e Victor Reis Lemos - 1957/1965.
Livro de Atas das Sessões da Secção Jurídica da Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 7 de janeiro de 1931 a 13 de janeiro de 1932, contendo 17 atas. Nas sessões deste livro foram discutidos diversos assuntos nomeadamente sobre a contratação de Barbosa de Carvalho (advogado) como consultor da secção jurídica; campanha contra ao exercício ilegal de farmácia; nomeação de Inspetores do Exercício Farmacêutico; processos referentes à digitalina mialhe e apiolina Chapouteaud; transgressões de drogarias (Álvares e Irmão, Vicente Pimentel & Quintans), questões de farmacêuticos acerca da interpretação da legislação farmacêutica; pagamento de quotas; funcionamento de farmácias ilegais; pagamentos de impostos de justiça; processo relativo à Farmácia Brito.
Relação dos sócios do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos da Secção Distrital de Braga. Nesta relação são mencionados membros diretivos desta secção,sendo eles Manuel Joaquim de Paiva, Manuel José Gomes Coelho, José Martins de Abreu, Geraldo da Silva Brito, Francisco Augusto Alvim, Hernani Pastor Barreto; mencionados são também os sócios João António Pacheco Leite, Joaquim da Silva Ferreira Monteiro, José António Pereira, Manuel Jesus de Sousa, José Baptista Vieira, Francisco Alves, Palmira Alves de Sá, Fernando Morgado, Arnaldo José M. de Barros, Bernardo dos Santos Ferreira, Alberto Pereira da Cruz, Cecília S. Correia Martins, José Leite Dias Machado, Manuel Esteves Campante, Antero José Barreto Faria e José de Oliveira Pinto,
Fotografia onde se visualiza, entrando na Escola Naval, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), ao centro, à sua direita, o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues e à sua esquerda o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, em segundo plano, à direita, o General Kaúlza de Arriaga, à sua direita e o Dr. Teotónio Pereira, Ministro da Presidência, em segundo plano, à esquerda e outras ilustres personalidades.
Fotografia onde se visualiza, na Escola Naval, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito (primeiro à esquerda), General Deslandes (segundo à esquerda), o Brigadeiro Kaúlza de Arriaga (terceiro à esquerda), o General Câmara Pina (quarto à esquerda), o Contra-almirante Lopes Alves (quinto à esquerda), o Dr. Teotónio Pereira, Ministro da Presidência (sexto à esquerda), o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás) (sétimo à esquerda), o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha Mendonça Dias (oitavo à esquerda), [Dr. Raul Ventura] (nono à esquerda) e o Dr. Silva Tavares, Subsecretário de Estado da Administração Ultramarina, e outras ilustres personalidades.
Jaime Anahory Athias, António João de Figueiredo, Carlos Primo Guimarães Marques, António da Silva Pais, Artur Vital da Cunha e Freitas, Carlos de Sousa Leal e Jaime Teodorico da Silva Nunes (sentados) e Justino Henrique Heinz, Domingo António Calado Branco e Brito, aspirante a maquinista naval Alberto de Carvalho, José Joaquim Marques da Silva Arranjo, Bernardo Carneiro de Sousa e Faro, D. Joaquim de Lencastre, Manuel Alberto Soares, Alfredo Botelho de Sousa, Tito Augusto de Morais, José Vicente Caldeira do Casal Ribeiro, Tomás de Aquina de Almeida Garret, Vasco de Matos Preto e Sebastião José de Carvalho Dias (de pé).
Jaime Anahory Athias, António João de Figueiredo, Carlos Primo Guimarães Marques, António da Silva Pais, Artur Vital da Cunha e Freitas, Carlos de Sousa Leal e Jaime Teodorico da Silva Nunes (sentados) e Justino Henrique Heinz, Domingo António Calado Branco e Brito, aspirante a maquinista naval Alberto de Carvalho, José Joaquim Marques da Silva Arranjo, Bernardo Carneiro de Sousa e Faro, D. Joaquim de Lencastre, Manuel Alberto Soares, Alfredo Botelho de Sousa, Tito Augusto de Morais, José Vicente Caldeira do Casak Ribeiro, Tomás de Aquina de Almeida Garret, Vasco de Matos Preto e Sebastião José de Carvalho Dias (de pé).
Ficha 25: Um grupo de oficiais na Escola de aviação naval, da esquerda para a direita: Capitão Tenente aviador Ferreira da Silva, Contra Almirante Guerreiro de Brito, Capitão Tenente Av. Cardoso de Oliveira, 1.º Ten. Almeida D'Eça, 1.º Ten, Eng. Maquinista Moreira de Campos, 1.º Ten. Médico Naval Ginja Brandão e 2.º Ten. Av. Simões Teles. Ficha 137: Visita do Comandante Geral da Armada Vice-Almirante Fernando de Oliveira Pinto, à Escola de Aviação Naval "Almirante Gago Coutinho". Ficha 26: Vista aérea da Escola de Aviação Naval "Almirante Gado Coutinho" em S. Jacinto, Aveiro.
O conceito de Órgão Local de Turismo surge em 1921, com a publicação da Lei n.º 1152, de 23 de Abril, através da qual foram criadas as denominadas Comissões de Iniciativa, em locais considerados de interesse turístico nacional. Na sua génese, trata-se de uma Lei que vai buscar à legislação francesa o conceito de Syndicats d’Initiative adaptando-o à legislação portuguesa. A área de jurisdição das Comissões de Iniciativa era constituída por uma freguesia central, a estância, e pelas freguesias circunvizinhas. As Comissões de Iniciativa gozavam de relativa autonomia em relação ao município, respondendo apenas perante o Ministério que as tutelava, sendo muitas vezes consideradas por estes como uma espécie de “poder paralelo”. No âmbito da sua autonomia, era-lhes permitido realizar obras de construção/beneficiação em edifícios propriedade do Estado e contrair empréstimos para financiamento interno. A sua principal fonte de rendimento eram as “Taxas de Turismo”, aplicadas sobre a hotelaria e similares. As Caldas das Taipas, apesar de serem uma pequena estância termal, possuíam todas as comodidades de uma estância turística. Era reconhecida pelo seu ambiente pacato, propício ao repouso, pelas bonitas paisagens pautadas por ambientes bucólicos. O facto de possuir dois balneários, um deles com “águas vivas” , constituía por si só um cartão de visitas para os aquistas. Apesar de não servida por nenhuma via-férrea , as Caldas das Taipas é atravessada por uma importante via, a E.N. 101, que liga a capital de distrito, Braga, a um importante polo industrial e comercial, Guimarães, logo um convite à passagem de forasteiros e viajantes. A criação da Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas, deu-se pelo decreto n.º 8894, de 5 de Junho de 1923 , embora, a Zona de Turismo só tivesse sido fixada a 1 de Abril de 1926, pelo decreto n.º 11555. A Zona de Turismo da Estância Termal das Taipas era composta pelas freguesias de Caldelas (a estância Termal), e pelas freguesias circunvizinhas, São Martinho de Sande, São Lourenço de Sande, São Clemente de Sande, Vila Nova de Sande, Longos, Balazar, Santa Leocádia de Briteiros, Santo Estêvão de Briteiros, Donim, Gondomar, Barco, Figueiredo, Oleiros, Leitões, Santa Maria de Airão, São João de Airão, Brito, São João de Ponte, Santa Eufémia de Prazins, Santo Tirso de Prazins, Corvite, Santa Maria de Souto e São Salvador de Souto. O compasso de espera entre a criação por decreto e a constituição formal da Zona de Turismo revelou-se nefasto, particularmente para as finanças da Comissão de Iniciativa. Contudo, e pese embora as dificuldades, a Zona de Turismo da Estância Termal das Taipas centrou a sua ação na promoção das Termas, enquanto, principal vetor do Turismo nas Caldas das Taipas. A 31 de Dezembro de 1936, já em pleno arranque do Estado Novo, as Comissões de Iniciativa foram extintas. A 10 de Janeiro de 1937, finda oficialmente a Comissão de Iniciativa da Estância Termal das Taipas para ceder funções à recém-criada Turismo da Estância Termal das Taipas.
O autor, [Conde de Mafra em 18??], informa que o amigo António de Araújo de Azevedo bem conhece os motivos do seu longo silêncio, mas que a sua amizade continuou a fazer com que procurasse sempre por notícias do destinatário. Informa que recebeu ontem uma carta de Francisco José Maria de Brito em que este lhe comunicava o seu Despacho, notícia que lhe causou o maior prazer, visto ter Brito muito merecimento. Informa que segui os conselhos dafamília e abandonou Paris, passando a viver em Londres onde aguarda pelas ordens reais. Pede ao destinatário que interceda junto de S.A.R. a fim de lhe solicitar as ordens e a permissão para se retirar para Lisboa, uma vez que em Londres tudo é excessivamente caro e demasido penoso para a sua família. Diz ser pobre e que vivia com o ordenado da carreira diplomática e de Conselheiro da Fazenda, os quais cessaram em Dezembro de 1807 por ordem dos Governadores do Reino. Pede ao destinatário que o proteja, junto de S.A.R., a segunda via do seu requerimento, de 12 de Junho, que foi enviado plo Conde do Funchal, [Embaixador em Londres]. Pede notícias.
Regozija-se por ter tomado conhecimento por Brito que o amigo António de Araújo de Azevedo estava com mais vigor. Informa que a viagem que pretendia empreender a São Petersburgo está atrasada e que possivelmente não a fará tão cedo em virtude do súbito aparecimento de [Napoleão] Bonaparte em França onde foi recebido com aplausos e os apoios que rapidamente adquiriu. Comenta que as grandes potências têm desenvolvido os maiores esforços para evitar o mal, mas não têm agido, ao contrário daquilo que se passa com o inimigo. No entanto, acompanhará o Imperador Alexandre para o exército, como já expôs ao Marquês de Aguiar, a quem volta a escrever sobre este e outros assuntos. Comenta a ?despreocupação? dos responsáveis pela vigilância a Napoleão na ilha de Elba e as repercussões que esta situação pode ter na paz europeia. Informa que o "seu negócio" tem encontrado grandes obstáculos da parte de uma pessoa que o destinatário favorece, mas o autor ainda não perdeu a esperança de o conseguir finalizar. Comenta o testamento da sua irmã a Duquesa, em que esta lhe dava a sua segunda filha em casamento, e a primeira ao segundo filho do Duque de Cadaval. Sabe, neste instante, que Brito e o Corpo Diplomático português em Paris foram apanhados desprevenidos pela enrada de Napoleão. Recomendações a Manuel Luís.
Esperava que [João Alberto] Kantzow pudesse enviar-lhe notícias do dest., mas ele não conseguiu obtê-las senão verbalmente. Soube ainda por Lobo que a sua saúde está perfeita, que passa bem, o que lhe causou alegria e descanso à alma que vivia atormentada há tantos meses. Mas, receber estas seguranças pela sua mão, seria um bálsamo para as suas dores. Lamenta não receber uma única linha do amigode Araújo e que este silêncio provoca-lhes uma grande tristeza. Continuará a escrever em todas as ocasiões e por todos os meios possíveis. Relembra as privações e os sofrimentos que o amigo Brito sofre desde há quatro anos, e a promessa do destinatário que o protegeria. A rectidão e afeição de Brito exigem que o destinatário não se esqueça dele. Prometeu também proteger o Marido, mas em ambos os casos as provas de amizade não chegam. Desconhece se as suas cartas chegam ao dest., e suplica-lhe que responda, que lhes dê alegria e tranquilidade. Despede-se citando [Edward] Young. Em 7 de Setembro, referindo que esta carta está escrita há mais de um mês e sem ter meios de a expedir. Ignora se o destinatário já tomou alguma providência em benefício deles. Assegura que o silêncio dele é o pior de todos os males e de todos o mais insuportável. Em nome da amizade, escreva-nos.
Não sabe exprimir o que sentiu ao receber um bilhete assinado pelo amigode Araújo mas escrito por outra mão. Sabe que ele esteve perigosamente doente, mas agradece a Deus que, através dos cuidados de um hábil médico [como Manuel Luís Álvares de Carvalho, conservou-lhe a vida para felicidade da pátria, do soberano e dos amigos. O amigo Brito explicou-lhe o bilhete e dele verificou que os sentimentos permanecem imutáveis. A pobre Antoinette que tinha casado há dez meses com um digno e bravo homem [o Chevalier Bertola], pedreu o amrido devido a uma doença. O excelente Brito, com a sua amizade e seus conselhos, é quem tem prestado apoio à autora nestes momentos e incutido coragem para suportar estes momentos cruéis. É o seu anjo consolador. Agradece ao destinatário por ter feito com que pagassem o soldo a marido, possibilitando-lhe pagar parte dos empréstimos à autora. Viu Lobo com a sua charmosa esposa e lamenta não poder recebê-los como desejava. A nomeação dele para Berlim fê-lo infinitamente feliz, tal como merece ser. S[uzanne] vive deprimida devido ao estado de saúde da amiga íntima a Madame de Sousa de Gracia Real. Endereça os votos de um feliz ano novo e manifesta o seu sentimento de como é glorioso ter a sua amizade.
Informa ao amigode Araújo que o seu bilhete de 29 de Agosto apenas chegou a Paris no dia 25 de Novembro. Alegra-se por ver que a assinatura do destinatário já está melhor do que as anteriores e espera poder receber uma carta totalmente escrita da sua mão. Refere-se à amizade perfeita que os une, não obstante a distância que os separa. Diz-se incapaz de ler uma obra sem se recordar do amigo e de qual seria sua expressão. Comenta o ?anti-Romantismo? do Visconde de Segur, e em especial a sua última obra, a crítica das obras de Schlegel, de Sismonde de Sismondi e de Madame de Stael. Coomo pode ver mantem-se ao corrente das novidades literárias, mas tudo graças à bondade do vosso amigo Brito. Elogia os talentos de Brito e sua extrema devoção ao Soberano e ade Araújo, mas diz que ele trabalha tanto que teme pela sua saúde. Alerta, por isso, para a necessidade de ele ter um secretário capaz. Graceja com o facto de Mr. de Talleyrand ser ultra-realista, mais do que o próprio rei. Madame de Stael casou a sua filha com o Duque de Broglie. Ficou lisonjeada com a carta que o Duque do Luxemburgo, entretanto regressado a Paris, lhe entregou e confessa a imutabilidade dos seus sentimentos pelo destinatário. Refere-se a Madame de Beaumont, antes Barreto. Agradece antecipadamente o que puder enviar a Antoinette. V. endereço.
DOMINGUES, António Cândido. Filho de Manuel Caetano Domingues e de Maria Tomásia Domingues, moradores no lugar do Ramo. Neto paterno de Manuel José Domingues e de Maria Pires, de Soutomendo, Fiães; neto materno de António José Domingues e de Luísa Pires, do Ramo, Cristóval. Nasceu a 4/2/1849 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinho: Domingos António Lopes, solteiro, da Vila de Melgaço. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 30/6/1888 com Albina Rosa, solteira, nascida a 2/3/1868, filha de António de Brito e de Maria Joaquina Durães, moradores no lugar do Sobreiro. Testemunhas presentes: José Maria Quintela, casado, lavrador, residente no lugar do Ramo, Luís Vicente Trancoso, casado, lavrador, do mesmo lugar, e José Joaquim de Brito, casado, morador no lugar de Viladraque, Paços. // A sua esposa faleceu em Cristóval a 20/8/1891. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Cristóval, a 1/11/1891, com Maria Joaquina, solteira, nascida a 9/12/1866, filha de José Bento Rodrigues e de Fortunata de Jesus, lavradores, residentes no lugar do Pico. Testemunhas presentes: José Maria Quintela, viúvo, José Gonçalves, solteiro, ambos lavradores, residentes no lugar do Ramo. // Faleceu no lugar do Ramo a 7/12/1904, com todos os sacramentos, com cinquenta e seis anos de idade, casado, sem testamento, e foi sepultado no cemitério. // Com geração.
SALGADO, João Manuel. Filho de Manuel Luís Salgado e de Mariana Angélica de Sousa, lavradores, residentes no lugar de Cima de Vila, Remoães. Neto paterno de Manuel António Salgado e de Maria Josefa Esteves, de Bouços, Prado; neto materno de João Ventura de Sousa e de Luísa Fernandes, do lugar de Cima de Vila, Remoães. Nasceu em Remoães a 9/4/1833 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: João Manuel Fernandes e sua irmã, Maria Vitória, solteiros, do Cruzeiro de Remoães. // Casou na igreja de Remoães a 2/11/1860 com Florinda Rosa de Brito, natural de Alvaredo, solteira, camponesa, de 32 anos de idade, filha de Marcos José de Brito e de Maria Ventura Rodrigues, rurais, do lugar de Ferreiros, Alvaredo; neta paterna de Ana Rosa, solteira, de Gondarém, Vila Nova de Cerveira, e neta materna de João Rodrigues e de Joana Mendes, do lugar de Longarinha, Paderne. Testemunhas: José Joaquim de Castro, solteiro, lavrador, da Quinta do Paço, e Januário José Gonçalves, casado, alfaiate, da Várzea, Paderne. // Enviuvou a 21/12/1904. // Morreu a 9/2/1905, em sua casa de morada, sita no lugar de Cima de Vila, com todos os sacramentos da igreja católica, com 72 anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia. // Nota: é provável que seja o mesmo senhor que foi admitido na Confraria das Almas de Prado a 26/12/1876; segundo consta, era “endireita” de fama.
COSTA, Aurélio Augusto. Filho de Manuel José da Costa, proprietário, de São Paio, e de Maria Augusta de Passos Brito, professora oficial da instrução primária na Vila de Melgaço, natural de Monserrate, Viana. Neto paterno de José António Domingues Costa e de Maria das Dores Vasques; neto materno de António Fortunato de Brito e de Ana Joaquina de Freitas. Nasceu a 30/1/1896 e foi batizado na igreja de SMP a 13 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Manuel José da Mota, casado, industrial, e Beatriz das Dores Gonçalves da Mota, solteira (representados por Frederico Augusto dos Santos Lima e Emília de La Salete de Barros). // Devia ter alguns estudos, pois foi 2.º sargento em Quelimane, África Ocidental. // Em 1936 não residia em Melgaço, pois nesse ano visitou os pais, em Barata, São Paio. // Casou na CRCM a 25/2/1939 com a sua sobrinha Maria Julieta da Conceição Costa, solteira, doméstica, natural da freguesia de Santa Maria Maior, Viana. // Faleceu em São Paio de Melgaço a 24/9/1950 (ou 27/10/1950), com 56 anos de idade. // Com geração.
Fichas dos sócios Manuel António Pires, Manuel António Revez Roberto, Manuel António da Rosa Silva, Manuel António dos Santos, Manuel António Santos Dias, Manuel António Serra, Manuel António Tavares, Manuel António Valeriano, Manuel Antunes Alves, Manuel Antunes da Silva Pereira, Manuel Argimiro Silvestre Ventura de Oliveira, Manuel Armando do Rosário Zacarias, Manuel Armando Sousa Carvalho, Manuel Artur Ferreira Velez, Manuel Augusto, Manuel Augusto Ferreira, Manuel Augusto Lourenço dos Santos, Manuel Augusto Marreiros Rio, Manuel Augusto Paio Meira, Manuel Augusto Pereira de Matos, Manuel Augusto Rodrigues Barral, Manuel Augusto Rodrigues Jorge, Manuel Augusto Teixeira Lopes Carrascal, Manuel de Azevedo Ribeiro, Manuel Barbosa, Manuel de Barros Seabra, Manuel de Bastos Fernandes, Manuel Batarda Nunes, Manuel Batista, Manuel Batista Mateus, Manuel Bentes Alves, Manuel Bento Carreira, Manuel Bento Fialho, Manuel Bento Gonçalves, Manuel Benvindo Martins, Manuel Branco, Manuel Branco da Silva, Manuel Bravo Viegas, Manuel de Brito, Manuel de Brito Palma, Manuel Caeiro Açúcarinho, Manuel Caeiro Marques, Manuel Caetano da Conceição Reis, Manuel Caldeira, Manuel Caliço dos Santos, Manuel Candeias Mendo, Manoel Capuchinho Ramos Caetano, Manuel Carlos de Almeida Candeias, Manuel Carlos Carolino Ferreira e Manuel Carlos Gonçalves.
Fichas dos sócios Ecopeças-Empresa Comercial de Peças Auto, Edalino dos Reis Neves, Edelinda Lourenço Inácio Caetano, Edgar Branco Pereira, Edgar Soares Machado, Edite Maria Manhiça, Edithe Dimas Gonçalves de Moura, Edmundo António Domingues Marques, Edmundo Coelho Pinheiro, Edmundo Jaredo Gaspar, Edmundo José Brito Nunes, Edmundo José Pinto de Oliveira, Edmundo José Rosendo Pereira, Edmundo da Luz Castanheira, Edmundo Manuel Moreira Lopes, Edmundo Manuel Pires Fresco, Edmundo Pedro Reis Freitas, Edmundo Pompílio Moura Pinto, Edmundo Santos Pinto Tibério, Edmundo Tavares Domingos, Eduarda da Conceição Casimiro de Oliveira, Eduarda Maria Aguiar Tomé Mateus dos Santos, Eduardo Alberto Tristany Dingle, Eduardo Alves, Eduardo Anjos Augusto, Eduardo António Dias do Valle, Eduardo António Martins, Eduardo Aprígio Maia Vieira, Eduardo Augusto Agia Flor, Eduardo Augusto Dias Rosa, Eduardo de Azevedo Rodrigues, Eduardo Balby de Oliveira, Eduardo de Brito Guerreiro, Eduardo Bruno Neves Ferreira Silva, Eduardo Cabral da Silva, Eduardo Carlos Neves Pereira, Eduardo Chaves da Costa, Eduardo da Conceição Lourenço, Eduardo Constantino Vasco Ogando, Eduardo Fernando Correia Trancamos, Eduardo Francisco Aires, Eduardo Francisco Boto, Eduardo Furtado, Eduardo Gomes Gama, Eduardo Gomes Rodrigues, Eduardo Guerreiro Serra, Eduardo Hilário, Eduardo Jaime Santos Madeira, Eduardo de Jesus Alves e Eduardo João da Assunção Justo.
Fichas dos sócios Francisco Azevedo Dingle, Francisco Azinheira Piedade, Francisco Baião Silveira, Francisco Barbosa Rodrigues, Francisco Batista Godinho, Francisco Bento Vale, Francisco Bexiga Gordo, Francisco Branco Cachôpo, Francisco Brito Conceição, Francisco Brito Palma Gonçalves Morais, Francisco Caeiro Baltazar, Francisco Caeiro Moreira Joaquim Ferreira, Francisco Caneiro Elói, Francisco Carlos Cabrita Mendes, Francisco Carlos da Silva Batista, Francisco do Carmo Franco, Francisco do Carmo Xavier, Francisco de Carvalho, Francisco Carvalho Ferreira, Francisco Catarino, Francisco César Elias Colaço, Francisco da Conceição das Dores Aço, Francisco Correia Pito, Francisco Correia Susana, Francisco da Costa Granda, Francisco Craveiro da Silva, Francisco da Cruz e Silva, Francisco Dias Duque, Francisco Dias Santos, Francisco Eduardo Fonseca Silva, Francisco Eduardo Valério, Francisco Elias Alexandre, Francisco Fernandes Tonim, Francisco Fernando dos Santos, Francisco Fialho Valadas Cordeiro Querido, Francisco Flores Caldeira, Francisco de Freitas Silva, Francisco Garcia Farinha Martins, Francisco Godinho Machuco, Francisco Gouveia dos Santos, Francisco Graça Guerreiro Valério, Francisco Gregório Rocha, Francisco Gualdino Fraústo, Francisco Guilherme da S. Martins, Francisco Hélder Fernandes Abrantes, Francisco Henrique Correia Dinis, Francisco Inácio Rodrigues, Francisco Infante Reis e Francisco de Jesus Nora.
Fichas dos sócios António Baêta Pereira Ganço, António Balsa Ribas, António Barbosa da Cunha Brandão, António Bastos da Silva, António Bento dos Reis Guerreiro, António Bento Ribeiro, António Bidarra Andrade, António Borges Leite, António Bravo Serra, António Braz, António de Brito Caldas, António C. G. Loureiro, António do Cabo Moreira, António Cabral Sebastião, António Camacho, António Câncio Paulino, António Candeias Veríssimo, António Cândido Amado Lima, António Cândido de Sousa Rodrigues, António Cardoso, António Cardoso de Almeida, António Carlos Alemão da Cruz, António Carlos Castanheira Navalhas, António da Conceição Castilho, António da Conceição Estevam, António da Conceição Fragoso, António Conceição Madeira, António da Conceição Martins, António Carlos Andrade da Costa, Dr. António Carlos Leal da Silva, António Carlos Morais de Brito, António Carlos Pimenta Metelo, António Carlos Sacramento da Encarnação, António Carlos Silva Ribeiro, António do Carmo Pereira, António Carolino da Cruz, António Carlos Coelho Serra, António Carlos Fonseca da Silva, António Carlos Godinho Soares, António Carlos Nunes Faia, António Carlos da Piedade Fernandes, António Cerqueira, António César Cunha Fernandes, António Coelho de Sousa Calvão, António da Conceição Rodrigues, António da Conceição Vitorino, António Correia Gil, António Correia de Oliveira, António Correia Rijo, António da Costa.
Cartaz de divulgação do espetáculo para maiores de 12 anos, apadrinhado por Hermínia Silva e Filipe Pinto, a decorrer no dia 11 de Maio de 1963, pelas 21h30m. Grandiosa parada de artistas do teatro, do fado, da rádio e da televisão; concurso de fadistas e cançonetistas amadores (1 valiosa taça e duas medalhas); fazem parte do júri os distintos poetas Abel Pereira de Araújo e Carlos Conde. Artistas: Manuel Bogalho e Domingos Pereira (os reis do humorismo); Amélia Maria; Maria da Saudade; Vitória Maria (a mais pequena artista da rádio); Alice Magina; Aurora Silva; Luz da Nazaré; Belinha Costa (pequena acordeonista); Lourdes M. e Brito; Lina Esteves; Joana Maria (acordeonista); Jorge Silva; Júlio Vieitas; João Viana (Vianinha); Moisés Campelos; Raul Fernandes; Américo Pinto; António Rodrigues; Macedo e Brito; António Alves; Manuel Infante; Alvitri Pena Joia; Manuel Mar, Fernando Forte, Victor Moreira e António Norte (artistas da TV); Daniel Freitas e Alfredo Silva (guitarras portuguesas); Amadeu Ramim e António Basílio (violas); locução de José Manuel e Américo Mendes. Contém 8 fotografias a preto e branco dos artistas Ilda Silva, Vitória Maria, António Norte, Fernando Forte, Filipe Pinto, Maria Manuela Silva, Manuel Mar e Lucília de Sousa. No verso, contém os carimbos do visto da Inspeção dos Espetáculos (Delegação de Almada).
Recrutamento militar dos seguintes mancebos: José dos Santos Mantas, filho de João dos Santos e Joaquina da Luz; Eleutério Alfredo Lobo, filho de Alfredo Francisco e Felicidade Perpétua; António, filho de Dionísio Filipe e Júlia de Jesus; Tomás Domingues, filho de António Domingues e Bernardina Maria; Pedro, filho de Joaquim da Silva Cabeça e Elisa do Rosário; Claudino, filho de Agostinho António Vilela e Felismina do Rosário; Sebastião, filho de pai incógnito e Maria Adelaide do Sacramento; António, filho de José Dionísio Pulso e Isidora Maria; Luís, filho de José Dionísio Pulso e Isidora Maria; Carlos Domingues, filho de Joaquim Domingues e Emília da Conceição; Manuel dos Santos, filho de Bernardino José e Margarida da Assunção; João, filho de Joaquim Luís e Amélia de Jesus; Mariano, filho de José Joaquim e Matilde da Conceição; António dos Santos, filho de Januário dos Santos e Maria de Jesus; Francisco, filho de João Nunes de Brito e Palmira Rodrigues de Brito; João Batista, filho de Pedro José Alfredo Cambournac e Maria Gertrudes; Joaquim, filho de Firmino dos Santos e Amélia Domingues; Mariano Francisco, filho de António Francisco e Maria da Conceição; Artur Cardoso Vilela, filho de Ernesto Domingues Vilela e Júlia da Conceição Cardoso; José Francisco, filho de Francisco Firmino e Maria de Jesus; José Garcia, filho de Pedro José Gouveia e Maria Joaquina.