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RODRIGUES, Maria. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Ferreira, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, de Aldeia; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires, de Queirão, todos lavradores. Nasceu a 11/2/1886 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, residente em Aldeia, e Maria Rodrigues, moradora em Estivadas, solteiros, lavradores. // Faleceu em Paderne a 22/8/1949.
RODRIGUES, Beatriz. Filha de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. Neta paterna de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu a 21/11/1890 e foi batizada a 30 desse mês e ano. Padrinhos: José Rodrigues, casado, rural, e Maria Francisca Rodrigues, solteira, doméstica. // Casou na igreja do mosteiro a 3/10/1944 com Eleutério Cerdeira. // Faleceu em Paderne, no lugar de Penelas, a 21/6/1951.
RODRIGUES, Francisco. Filho de Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Fernandes, moradores nos Moinhos. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, de Aldeia; n.m. de Boaventura Fernandes, dos Moinhos, Paderne, e de Florinda Rosa de Carvalho, da Cela, Cousso, todos lavradores. Nasceu a 28/1/1885 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José e Venceslã da Encarnação, ambos solteiros, filhos de António Luís Pereira, negociante. // Faleceu em Barbeita, Monção, a 7/11/1950.
RODRIGUES, Teresa de Jesus. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Rosa Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 10/2/1895 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, casado, rural, e Teesa de Jesus Codesseira, casada, doméstica. // Faleceu a 30/12/1895 e foi sepultada no adro da igreja.
PEREIRA, Manuel Luís (Padre). Filho de António Luís Pereira e de Maria Joaquina de Sousa Brito, lavradores. Nasceu na freguesia de Bela, Monção, a --/--/1868. // Morreu na residência paroquial, sita no lugar da Igreja, Penso, Melgaço, onde tinha sido pároco, a 27/12/1909, apenas com a extrema-unção, somente com quarenta anos de idade; o corpo foi conduzido para a sua freguesia natal, onde o sepultaram no cemitério.
FERNANDES, Derlinda Augusta. Filha de Manuel Fernandes, artista, e de Eva de Jesus Pereira, doméstica, ambos do concelho de Monção. Neta paterna de Maria Fernandes; neta materna de José Pereira e de Rosa Fernandes de Brito. Nasceu no Rio do Porto, SMP, a 6/11/1908, e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José de Araújo, casado, industrial, e Esmeralda Augusta Igrejas, casada. // Faleceu na freguesia de Mazedo, Monção, a 8/3/1978.
FERREIRA, Anunciação Maria. Filha de Albertina Augusta Ferreira. Neta materna de Albina Rosa Ferreira. Nasceu na Rua do Espírito Santo, SMP, a 28/7/1905, e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Ferreira, casado, carteiro, e Albina Rosa Ferreira, solteira, doméstica. // A 20/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótima; frequentava a escola do sexo feminino, cuja professora era Maria Augusta de Passos Brito. // Faleceu na Vila a 8/5/1942.
GONÇALVES, Caetano Manuel. Filho de António José Gonçalves e de Maria Joana Menezes, de Prozelo. N.p. de António Luís Gonçalves e de Domingas Brito, da dita freguesia; n.m. de António Rodrigues Menezes e de Isabel Abreu, de Àzere, todos dos Arcos. Nasceu a 9/6/1815 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Caetano Alves e sua esposa, Clara Esteves, da Vila.
LOPES, Joana Rosa. Filha de António José Lopes, de Leirado, jurisdição de Milmanda, Ourense, e de Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado; n.m. de Marta Rodrigues, solteira, da Cela. Nasceu na Vila a 7/9/1791 e foi batizada na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís de Brito e sua filha, Joana Rosa, de Ponte de Lima.
SILVEIRA, Domingos José. Filho de Serafim José Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, naturais da freguesia de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, de Melgaço. Nasceu a 17/4/1829 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Domingos Alves, ferreiro, solteiro, da Calçada, e Margarida Joaquina de Barros, do Bairro do Carvalho.
SILVEIRA, Manuel José. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 4/10/1827 e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Bento António Pereira, solteiro, do lugar da Assadura, e Antónia Maria Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira, Vila.
SILVEIRA, Joaquina do Carmo. Filha de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 25/11/1826 e foi batizada na igreja de SMP nesse mesmo dia. Padrinhos: Pedro Vasques de Puga e esposa, Joaquina Torres de Araújo, da Torre de Moreira, S. Miguel de Cecrinhos, Tui. // Com geração.
SILVEIRA, Pedro Maria. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, de Refojos de Basto (São Miguel); n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, da Vila de Melgaço. Nasceu a 6/10/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 9 desse mês. Padrinhos: Pedro Maria Vasques de Puga e Josefa Vasques de Puga, de Alveios, Tui.
Presenças: José Manuel de Noronha e Menezes de Alarcão (presidente da comissão e vereador); João Luiz da Cruz (vogal agregado); Francisco Ribeiro Brito (Junta de Freguesia da Trafaria); António da Silva Viana (Junta de Freguesia da Trafaria). Os vogais António Gonçalves Pedro, José Cáucio Maurício, Augusto Amaral Frazão de Vasconcelos e Manuel Alves Cargaleiro, faltaram, por motivo justificado. Proposta de alguns nomes para as principais ruas da freguesia da Trafaria.
Contem imagem desenhada apenas com cores e letras com a foice e o martelo com a estrela e a seguinte legenda: ALENQUER / 23 - ABRIL / 21 HORAS / COMÍCIO / NO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DO SPORT A. BENFICA / PRESENÇA DE / Carlos Brito / (membro da Comissão Política do Comité Central) / Veiga de Oliveira / (Ministro das Obras Públicas) / Maria Emília Costa / CANDIDATOS À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA / José Viana / Partido Comunista Português / VOTA P C P / PARA UMA / MAIORIA DE ESQUERDA.
Retrato de grupo do Comité Olímpico Português. Inclui legenda com a designação dos membros presentes: Visconde Montagil, Dr. César de Melo, Engenheiro Francisco Nobre Guedes, Professor Henrique Vilhena, Dr. José Pontes, Carlos Farinha, Mário Noronha, Francisco Duarte, Engenheiro Ernesto Basto, João Formosinho Simões, Ótero Salgado, Dr. Luís Figueira, Álvaro Frade, José Martinho Gonçalves, Armando Brito, Vasco Ribeiro, (a letra não está perceptível), Dr. Ruy Andrade e General Manuel Latino.
Fotografia onde se visualiza, a receção ao Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), recebendo cumprimentos do Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues, à direita, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, primeiro à esquerda, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, o segundo à esquerda e o Comandante Filipe Castela, ao centro.
Fotografia onde se visualiza, na Escola Naval, fazendo a continência, o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues (primeiro à direita), à sua direita, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), à sua direita, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, atrás, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha Mendonça Dias, precedido do Dr. Pedro Teotónio Pereira, Ministro da Presidência (envergando sobretudo).
Fotografia onde se visualiza, na Escola Naval, fazendo a continência, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás) (à frente), o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito (em primeiro plano, à esquerda), o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues (primeiro à direita), e o Dr. Pedro Teotónio Pereira, Ministro da Presidência (envergando sobretudo).
O rei da Tailândia, Rei Bhumibol Adulyadej (RAMA IX),segundo à esquerda, a Rainha Sirik, ao centro, o Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, primeiro à direita, o Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues, primeiro à esquerda, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito, em segundo plano, primeiro à esquerda, e outros oficias fazendo a continência.
Fotografia onde se visualiza, saindo da Escola Naval, ao fundo das escadas, o Presidente da República, Almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz (Américo Deus Rodrigues Tomás), à esquerda, o Ministro da Marinha, Contra-almirante Quintanilha e Mendonça Dias, à sua esquerda Diretor e Primeiro Comandante da Escola Naval, Comodoro Sarmento Rodrigues,em segundo plano, à direita, o Chefe de Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Guerreiro de Brito,em segundo plano, à esquerda, precedido do Ministro da Presidência, Dr. Teotónio Pereira.
Luís Pastor de Macedo (1901- 1971), comerciante, autarca, deputado e olisipógrafo. Começou a sua vida profissional no estabelecimento comercial da família, A Casa dos Panos, estabelecimento da Rua dos Fanqueiros que fechou portas já no início do século XXI. Publicou a sua primeira obra olisipográfica O Terramoto de 1755 na freguesia da Madalena em 1929 a que se seguiram algumas dezenas de títulos, alguns dos quais sobre as freguesias da Baixa e da sua envolvente. Colaborou com vários outros autores, nomeadamente com Augusto Vieira da Silva, Gustavo de Matos Sequeira, Norberto de Araújo, Rodrigues Cavalheiro. Colaborou ainda no Diário de Lisboa, n’O Século, na Revista Municipal, nos Anais das Bibliotecas, Arquivo e Museus Municipais, ambos da Câmara Municipal de Lisboa e no Boletim Cultural da Junta Distrital de Lisboa. A par da sua actividade de comerciante e de olisipógrafo, Luís Pastor de Macedo integrou como vogal a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa, entre 1933 e 1935, voltando à autarquia em 1947, como vice-presidente, cargo que manteve até 1959. Na sua actuação enquanto autarca, destaca-se em 1933 a aprovação da sua proposta de criação dos Serviços Culturais, apresentada em Sessão de 11 de Maio. Nos dois períodos em que esteve na Câmara dedicou particular atenção às questões culturais, à realização das festas da cidade e à organização de várias exposições de carácter olisiponense. Foi ainda de sua iniciativa o impulso dado às publicações da autarquia a qual viria a ser a editora de alguns dos seus títulos, bem como de outros olisipógrafos. A sua dedicação ao conhecimento da Cidade levou-o a ser um dos fundadores do Grupo Amigos de Lisboa, constituído em 1936, e onde desempenhou o cargo de secretário-geral do Grupo, participou activamente nos trabalhos das várias secções que o Grupo então tinha, propôs e promoveu diversas iniciativas para a defesa do património da Cidade e para o conhecimento da sua história e foi um colaborador assíduo da revista Olisipo. Mas a obra pela qual é mais conhecido do grande público é a que se ocupa do estudo da Toponímia de Lisboa – Lisboa de lés-a-lés. Subsídios para o estudo das vias públicas da cidade, publicada pela primeira vez entre 1940 e 1943, e reeditada nos anos sessenta e oitenta do século XX. Organizado em cinco volumes e ordenado alfabeticamente, Lisboa de lés-a-lés procura dar a conhecer a origem de topónimos lisboetas, no seguimento da publicação da obra de Gomes de Brito Ruas de Lisboa. In: https://toponimialisboa.wordpress.com/2019/02/07/rua-luis-pastor-de-macedo/
António Joaquim Gonçalves Macieira, na qualidade de gerente da sociedade comercial que geria na cidade de Lisboa com a firma de João de Brito, constituiu Teófilo José de Penedo como seu procurador para o reconhecimento do domínio direto dos prazos situados na vila de Alhandra à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, dos quais era senhoria direta pela extinção do concelho de Alhandra. O prazo denominado “Quintalão” era composto de adega, palheiros, terra de semeadura e era todo murado em roda. Confinava pelo Norte com o Sapal do Rio e Travessa, pelo Poente com o rio de Rui Gomes e pelo Nascente com o Sapal do Esteiro. O prazo denominado “Sapal do Esteiro” era contíguo àquele, confinando pelo Sudoeste. Pelo Nordeste confinava com o Sapal, pelo Sul com o rio de Rui Gomes, acabando, pelo Norte, em Ponta Aguda. Tinha foro anual de 4.860 réis, tendo sido o seu último enfiteuta João de Brito, que o passou para a dita sociedade por cedência da viúva Maria Bernardina de Brito, através de escritura lavrada nas notas do tabelião Francisco Vieira da Silva Barradas, em Lisboa, a 22 de outubro de 1864.
AFONSO, Manuel António. Filho de Manuel António Afonso e de Rosa Pires, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1835. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Penso a 4/8/1866 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Rosa Maria Vaz, de 36 anos de idade, solteira, natural de Penso, moradora em Rabosa, filha de Manuel Francisco Vaz, de Paderne, e de Teresa Maria Esteves, de Penso. Testemunhas: padre CEC, António José Fernandes, solteiro, pedreiro, de Barreiros, e Francisco Manuel Vaz. // Tinha 51 anos de idade, era lavrador, viúvo de Rosa Maria Vaz, falecida em Penso, morava no lugar de Rabosa, freguesia de Penso, quando casou na igreja dessa freguesia de Melgaço a 18/1/1886 com Teresa de Brito, de 31 anos de idade, solteira, criada de servir, natural da freguesia de Mazedo, concelho de Monção, moradora em Penso, Melgaço, filha de António José de Brito e de Mariana Vieites, rurais. Testemunhas presentes: Domingos José Esteves Reguengo, casado, agricultor, do lugar de Barro Pequeno, e José Esteves Cordeiro, solteiro, camponês, do lugar de Paradela, ambos de Penso. // Morreu a 25/8/1898, no lugar de Rabosa, com todos os sacramentos da igreja católica, com 63 anos de idade, no estado de casado com Teresa de Brito, com testamento, sem filhos deste matrimónio, e foi sepultado na igreja de Penso.
PASSOS, Carlinda Esperança. Filha de Lucas Evangelista Ferreira Passos, lavrador, natural de Alvaredo, e de Maria Teresa Alves de Brito, doméstica, natural de Paderne. Neta paterna de Luís Ferreira Passos e de Maria da Conceição Domingues; neta materna de Manuel António de Brito e de Carlota Joaquina Alves. Nasceu no lugar do Souto, Paderne, a 28/12/1901 e foi batizada na igreja católica a 1/1/1902. Padrinhos: Manuel Vicente Gonçalves, solteiro, camponês, e Rosa Maria de Brito, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 9/10/1921 com Manuel Luís Pires, filho de Manuel Joaquim Pires e de Ana Maria Domingues, nascido em Tangil, Monção, em 1899. Foi viver para a Vila de Melgaço com o marido – fotógrafo e taxista, passando a ser conhecida por “Mamã Pires”. // Faleceu na Vila, SMP, a 15/2/1973. // O seu viúvo morreu a 29/1/1991. Ambos estão sepultados no cemitério de Paderne. // Foi mãe de seis filhos: Sílvio da Boa Nova, Esmeraldina Maria, Carlinda Sílvia, Manuel Luís, João Maria, e José Joaquim (ver na Vila).
Contém registo de escrituras celebradas entre a Câmara e: Eduardo Frederico Luz para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; José Parracho Filipe para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 27 de março de 1981 em nome de António Tomé Parracho Filipe, Maria Celeste Parracho Filipe, Amílcar Tomé Parracho Filipe, Cecília Tomé Parracho, Ilda Tomé Parracho Filipe; José Alfredo Carqueijeiro Tomé Parracho, Maria Conceição Carqueijeiro Tomé Parracho, António Tomé Carqueijeiro Parracho e José Afonso Queimadas Parracho; Leopoldina da Conceição Santos Ferreira para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; Firmina Celestina para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; Manuel Dias Prego requereu a remissão do domínio direto do foro anual sobre o terreno sito na Praia das Maças; Manuel dos Santos Cintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 1 de janeiro de 1981 em nome de Maria de Lourdes da Mata dos Santos Cintra, 2º averbamento a 25 de maio de 2009 em nome de António Nuno Martins; Joaquina de Jesus requereu a remissão do domínio direto do foro anual sobre o terreno sito em Lourel; Diogo António de Sousa para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; João António Joaquim requereu a remissão do domínio direto do foro anual sobre o terreno sito nas Azenhas do Mar; Antónia Carolina Esteves para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; José Pinto dos Santos, Maria Domingas dos Santos e Eugénia Purificação Santos, para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 2 de junho de 1989 em nome de Maria Duarte dos Santos; Eugénia dos Santos Mendes para compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 18 de abril de 1972 em nome de Ana Maria Duarte dos Santos, 2º averbamento a 4 de setembro de 1980 em nome de Luísa de Jesus Silvestre, 3º averbamento a 11 de maio de 1973 em nome de José Silvestre Lavrador; Carlos Masseti para compra de terreno no cemitério municipal da Sintra, averbado a 1 de junho de 2000 em nome de Maria Clotilde Ferreira Masseti de Freitas, 2º averbamento a 26 de agosto de 2015 em nome de Maria Teresa Masseti Metzerer; Amélia da Conceição para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 5 de novembro de 1980 em nome de Albertina Conceição Vieira Rodrigues, Lino Vieira e Maria Alice Conceição Vieira Jordão; Júlia de Castro Correia para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; Joaquina Rodrigues Colares para a compra de terreno no cemitério de São Gregório em Colares; Francisco Firmino para a compra de terreno no cemitério municipal de Almoçageme; Mariana da Conceição Duarte para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 5 de novembro de 1980 em nome de Albertina Conceição Vieira Rodrigues, Lino Vieira e Maria Alice Conceição Vieira Jordão, 2º averbamento a 15 de maio de 1989 em nome de Lino Vicente Henriques Vieira, Maria Augusta Henriques Vieira, João Domingos Henriques Vieira e Alda Maria Henriques Vieira; José Augusto de Almeida e Brito para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; David de Jesus Fortunato para a comprar de terreno no cemitério municipal de Belas, averbado a 12 de dezembro de 1996 em nome de Ana Maria de Almeida e Brito Rosas de Paixão Moreira, José Carlos Bom de Sousa Carreiro de Almeida e Brito, Maria Teresa Bom de Sousa Carreiro de Almeida e Brito Pacheco Carreiro, Pedro Paulo de Almeida e Brito Carreiro e Sofia Maria de Almeida e Brito Carreiro, 2º averbamento a 27 de junho de 2000 em nome de Ana Maria de Almeida e Brito Rosas de Paixão Moreira, João Carlos Quirino Rosa de Almeida e Brito, Maria Teresa Bom de Sousa Carreiro de Almeida e Brito Pacheco Carreiro, Pedro Paulo de Almeida e Brito Carreiro e Sofia Maria de Almeida e Brito Carreiro; Eugénia Neto França Dória e Manuel de França para alinhamento da sua propriedade sito em Chão de Meninos (continuação no livro nº 8).
1.º outorgante: Joaquim Coelho de Alvim Barros, outorgando na qualidade de procurador de seus pais Josias Coelho de Alvim Barroso e esposa Rosa Maria da Costa 2.º outorgante: Simão Ribeiro de Almeida, casado com Maria da Glória Salgado Alves; João Marques de Bandos, que também usa João Marques de Bandos Salvinho em representação de "Lopes dos Reis, Limitada"; Manuel Estima Júnior, outorgando na qualidade de procurador de Joaquim Correia de Azevedo ex-sócio de "Armazéns São Tiago, Limitada"; José Maria de Oliveira Machado Vaz, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "A. Pimenta, Limitada"; José Antunes Dias e António Dias, outorgando na qualidade de sócios gerentes e em representação de "Manuel Joaquim Dias & Filhos"; Bernardino Alves Marinho, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "Bernardino Alves Marinho & Companhia, Limitada"; José Miranda da Costa Pacheco, outorgando em representação de "Amadeu Miranda & Filhos"; João Carlos Folhadela Barbosa, outorgando em representação de "Barbosa & Melo, Limitada"; António da Silva Xavier, outorgando na qualidade de representante de "António da Silva Xavier & Filhos, Limitada"; Armindo da Cunha Guimarães, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "Francisco Inácio da Cunha Guimarães & Filhos", e Guilherme Augusto Folhadela Marques, outorgando na qualidade de procurador da esposa Cármen da Cunha Guimarães Folhadela Marques sócia da mesma empresa "Empresa Industrial de Pevidém, Limitada"; José Aristião Marques de Campos e Alfredo José Lopes Correia, outorgando na qualidade de diretor e administrador e em representação de "Sociedade Têxtil António José Lopes Correia"; Artur Pereira da Silva Araújo, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "Alfredo da Silva Araújo & Companhia, Limitada"; António Puga, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "Mendes & Puga, Limitada"; Amílcar de Sousa, outorgando na qualidade de gerente e em representação de "Amadeu C. Penafort & Filhos"; João Maria Ruivo Luís Teixeira de Freitas e João Maria Rodrigues Martins da Costa, outorgando na qualidade de sócios gerentes e em representação de "Sociedade Central de Guimarães de Combustíveis e Óleos, Limitada"; João Maria Ruivo, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "Miranda & Ruivos, Limitada"; Álvaro Bezerra de Sousa Lopes, que também usa Álvaro de Sousa Lopes, outorgando na qualidade de sócio gerente e em representação de "C. Lopes & Companhia"; Diamantino da Costa, outorgando em representação de "Fábrica de Curtumes Portucale, Limitada"; Jorge Carneiro Alegria, outorgando em representação de "A.M. da Rocha Brito, Limitada"; Avelino Soares, outorgando em representação de "Guilherme, Braga & Soares, Limitada"; Lino Antunes Lopes, António Emílio Brochado de Oliveira Teixeira, que também usa Brochado Teixeira, outorgando na qualidade de procuradores de "Sebastião Ferreira Mendes, Limitada", e ainda como procurador de "Manuel Carneiro & Filho, Limitada"; Alberto Carlos Ramos da Silva e Eduardo Ramos da Silva, outorgando em representação de "Sociedade de Representações Lusa, Limitada"; Lino Antunes Lopes, outorgando em representação de "Sousa & Maia, Sucessor, Limitada"; António Correia Gonçalves e Manuel Correia Gonçalves em representação de "Sociedade Industrial de Produtos Têxteis Longuinhos, Limitada"; Aurélio Araújo da Silva, outorgando em representação de "Armazéns de Tecidos de São Pedro, Limitada"; Adriano Pinto de Sampaio de Castro, outorgando em representação de "Santos Costa & Nogueira, Limitada"; Felisberto Ribeiro Leite, outorgando em representação de "Banco Pinto & Sotto Mayor" Livro Nº C-525-18
Contém registo de escrituras celebradas entre a Câmara e: José Maria Ribeiro da Costa e Augusto Alberto Sanches moradores na vila ; Manuel Paiva morador em Queluz para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; José Augusto de Almeida e Brito morador em Sintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 12 de dezembro de 1996 em nome de Ana Maria de Almeida e Brito Rosas da Paixão Moreira, José Carlos Bom de Sousa Carneiro de Almeida e Brito, Maria Teresa Bom de Sousa Carneiro de Almeida e Brito Pacheco Carreiro, Pedro Paulo de Almeida e Brito Carreiro, 2º averbamento a 3 de julho de 2000 em nome de Ana Maria de Almeida e Brito Rosas da Paixão Moreira, João Carlos Quirino Rosa de Almeida e Brito, Maria Teresa Bom de Sousa Carreiro de Almeida e Brito Pacheco Carreiro, Pedro Paulo de Almeida e Brito Carreiro e Sofia Maria de Almeida e Brito Carreiro; Maria das Neves Silva moradora em Sintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 26 de março de 2002 em nome de Maria Isabel da Cruz, Maria Júlia Guerreiro Guimarães da Cruz, Pedro Miguel Guerreiro Guimarães da Cruz, António Mateus da Cruz e Maria Fernanda da Cruz; Belmiro Augusto Vieira Fernandes morador em Lisboa para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; Sara Maria Courado Vieira Veloso de Lima moradora em Sintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 5 de janeiro de 1990 em nome de Domingos Francisco Veloso Lima, 2º averbamento a 30 de novembro de 1992 em nome de Maria Margarida Esteves Veloso Lima Baumberg; Lucinda da Conceição Paz moradora em Belas para a compra de terreno no cemitério municipal de Belas; Quitéria da Assunção Garcia Cunha moradora na vila para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 9 de março de 1990 em nome de Rui Garcia Coelho da Cunha, Noel de Azevedo Cunha e António Manuel dos Santos Cunha, 2º averbamento a 21 de junho de 1994 em nome de Rui Garcia Coelho da Cunha, Adélia de Sousa, Rosa de Azevedo Cunha, Hugo Vasco Rosa de Azevedo Cunha e António dos Santos Cunha; António dos Santos Vicente morador em Nafarros para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 9 de novembro de 1989 em nome de Francelina Maria dos Santos, Maria de Lurdes Baleia dos Santos e Marcelino Nunes dos Santos; António Ribeiro morador em Sintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 30 de janeiro de 1981 em nome de Carlos Pedro, Augusto Pedro, Teodoro Duarte Rosa e Maria Rosa Pedro, 2º averbamento a 13 de outubro de 1993 em nome de António Pedro da Silva, Júlia Rosa de Jesus Simão, Carlos Pedro Miranda, Augusto Pedro, Teodoro Duarte Rosa e Maria Rosa Pedro, 3º averbamento a 20 de novembro de 2004 em nome de Guilhermina Joaquina Duarte e Maria Amélia de Freitas Duarte Rosa Rodrigues; Augusta da Conceição de Almeida Pereira moradora em Sintra para compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; Abel Simões de Carvalho Sobrinho morador no Mucifal para a compra de terreno no cemitério municipal de Colares; Francisco Ricardo morador na Azóia para a compra de terreno no cemitério municipal da Ulgueira; Domingas da Conceição Miguel moradora na vila para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; José da Silva Pires morador em Lisboa -; Armando Ferreira Lopes morador na vila para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado a 2 de setembro de 1980 em nome de Stela Celeste da Silva Delicioso, Armando José Jorge Lopes Barrocas, Maria D. L. Sousa Vilela e Isabel Maria D.L. Sousa Vilela, 2º averbamento a 23 de fevereiro de 1981 em nome de Maria Ligia Lopes de Carvalho Branco de Oliveira, António Branco de Oliveira, Carla Sofia de Carvalho Branco de Oliveira e Jorge Manuel de Carvalho Branco de Oliveira; Joana da Conceição Gomes e António Gomes moradores na Praia das Maças para a compra de terreno no cemitério municipal de Colares, averbado a 20 de janeiro de 1982 em nome de Maria de Lourdes Nunes de Sousa, Maria Helena Henriques Cardoso, Ofélia Severino Araújo de Sousa e Franklina de Jesus Henriques Cardoso; Joaquim Pereira Parracho morador na vila para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra; Guilherme Simões dos Santos morador na Rinchoa -; Francisco Ribeiro Monarca morador em Sintra para a compra de terreno no cemitério municipal de Sintra, averbado 25 de fevereiro 1980 em nome de José de Figueiredo, 2º averbamento a 17 de março de 1980 em nome de Mário António Alves Ramos Bento; Joaquina Vitória Marcos e Rosalina Vitória Marcos para a compra de terreno no cemitério municipal da vila, averbado a 23 de outubro de 1980 em nome de Maria Leonor Neves Marcos e Joaquim Isidoro Marcos, 2º averbamento a 20 de novembro de 1990 em nome de Maria Leonor Neves Marcos, Hermínia Alcainça da Silva, Manuel Mateus Silvestre Marcos e Maria Antónia dos Anjos Marcos Guimarães; escritura de remissão do domínio direto do foro anual feito a José Rodrigues morador em Lisboa;
Informa a António de Araújo de Azevedo da carta que lhe escreveu de Londres em 23 do passado mês, participando a sua chegada e dando cumprimento às ordens régias. Chegou a Paris em 29 do mesmo mês, tendo entregue o Ofício e a Carta a francisco José Maria de Brito. Foi apresentado a Madame e Madamoiselle Cappadoce, que bem o receberam por saberem que ostentava o título de amigo do destinatário. Agradece os favores e a beneficiência que tem recebido. Está encantando com Brito, pelo zelo e acerto com que serve a S.A.R. e pela consideração que recebe de todos. Informa que o mesmo Brito tem hoje uma reunião com Mr. de Blacas para proceder à entrega da Carta. Encontrou o amigo do destinatário o Conde de Pahlen, o qual lhe tem dado a conhecer esta "cidade magestosa". Concluiu durante o dia de hoje os arranjos do passaporte e a contratação de um criado que fale alemão e que por isso partirá amanhã. Só não o fez hoje porque Lord Wellington pediu-lhe para levar os despachos para Lord Castelreagh. Refere-se ao interesse dos Pahlen nos negócios do Brasil. O Conde Frederico recomenda-se ao destinatário, a Manuel Luís e a Egídio, prometendo escrever pelo seu secretário. Verificou pelas cartas dos ministros portugueses no Congresso que as negociações relativas à Polónia, Corpo Germânico e Nápoles estão lentas. Lamenta os excessos cometidos pelos ingleses no Faial e em Lisboa, sugerindo uma rápida intervenção porque se passarem impunes poderão alastrar-se. Já fala melhor o inglês que "V. Ex.a me fazia o favor d'ensinar".
Prevendo a inquietação de António de Araújo de Azevedo pela falta de notícias nos últimos cinco meses, sobre as negociações do Congresso, relembra a importância dos Ofícios n.º 3 e 7 sobre o negócio da escravatura, o qual foi objeto de uma exposição promovida pelo autor e por Saldanha perante as seis potências. Deseja ao destinatário um rápido restabelecimento da sua saúde para que possa dirigir os graves negócios que estão a ser atualmente debatidos. Receia que haja um regresso à guerra, devido à incerteza da reinstalação de S.M. cristianíssima e pela crescente influência do partido republicano em França. Afirma-se apreensivo pela mutiplicidade de negócios a tratar sobre a Europa e pela falta de negociadores idóneos e hábeis, e o Tratado de Comércio que "um talento particular" quer estabelecer à força com a Prússia e que pode ser "mais fatal do que o de 1810". Louva o fato de S.A.R. ter enviado quatro ministros ao Congresso, à semelhança da França e Inglaterra, enquanto a Aústria levou dois e a Rússia três. Espera que no futuro S.A.R. confie as negociações a dois ministros com secretários e conselheiros bem escolhidos e oxalá houvesse muitos Ambrósio Joaquim dos Reis. Elogia o desempenho de Saldanha e de Brito. Alerta para a necessidade do ministério melhorar com urgência a agricultura, comércio e navegação de Portugal, visto que com as novas circunstâncias as possessões africanas vão sofrer no plano comercial; promover o aumento de da indústria no Brasil; enviar aprendizes para a Europa para aperfeiçoarem os seus ofícios; constituir comissões ministeriais capazes de aconselharem o Ministro nas suas decisões. Defende a fixação definitiva da sede da Monarquia portuguesa no Brasil. Existem cada vez mais indícios de que o corpo diplomático português está em dissolução. Alerta o destinatário para que conte só com Saldanha, Brito e Reis e mais ninguém. Pede que rasgue a carta depois de a ler. Em P.s. informa que Brito planeava em sair de Paris no dia 30 de Março.
Sentiu uma rara felicidade por ter recebido a carta do amigode Araújo de 12 de Setembro, por [Manuel Rodrigues] Gameiro [Pessoa], tal como foi de uma alegria imensa conhecer alguém que trabalha com o destinatário. Reafirma a sua dedicada amizade que lhe absorve toda a existência. Elogia os trabalhos dede Araújo e recebeu com imensa alegria a notícia da sua nomeação para o Ministério [da Marinha e do Ultramar], testemunhando assim pela amizade e favor que o Soberano lhe concede. Diz que não são estas as lágrimas que lhe fazem mal, mas sim as que verte devido à doença que atormentou o destinatário. Acha que o Soberano deveria conceder-lhe uma licença para restabelecer definitivamente a saúde, que poderá ser afectado pela excesso de trabalho. Deseja tanto revê-lo que até inveja a partida de Mr. Beaurepaire, mas sabe que isto é difícil agora que o Princípe tomou a decisão de se fixar no Brasil. A escolha de Brito foi acertada, são impressionantes os seus inúmeros trabalhos. Pede ao dest. para que interceda a fim de pagarem a Brito o que ainda lhe devem. Implora por auxílio para o infeliz Marido que, também, nada recebe e a autora tem de ir em seu socorro, numa altura em que Antoinette, afilhada do destinatário, pretende casar. Refere-se à questão entre o "Platonique" [Morgado de Mateus] e Brito. Comenta que "Adéle" ofereceu "soirées" todas as semanas para atrair o "Héros Anglais" e por aí governar em vossa casa. O filho dela é o amante declarado daquela que governou, durante algum tempo, o pais que vós amais. Acaba de receber uma carta da mulher do B[ezerra]que deve estar alarmada com o estado do seu marido. Despede-se com versos [talvez da Venality, já reproduzidos na 1.ª carta].
ROCHA, Baltazar José. Filho ilegítimo de Gaspar de Brito e Rocha (1837-1882), dos Arcos de Valdevez, funcionário da Alfândega, e de Albina da Conceição Alves (1852-1905), da Vila de Melgaço, empregada doméstica. N.p. de Joaquim da Rocha e Brito e de Maria Angelina de Brito Pereira Pinto; n.m. de Teresa Joaquina Alves. // Foi exposto, a 21/1/1876, pelas nove horas da noite, à porta de Albina Clara de Castro, de Linhar, Chaviães. Parecia ter dois ou três dias de vida. // Foi batizado pelo pároco de SMP, tendo por padrinhos Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e Maria Benedita Ribeiro, rodeira. // A 22/1/1876 foi entregue a uma ama, a dita Albina Clara de Castro, solteira. // Tese de doutoramento de Teodoro da Ponte - UM // Foi-lhe retirado a 1/11/1876, em virtude de estar doente, e entregue a Maria Perpétua Lopes. // No dia 20/7/1879, sabendo-se quem era sua mãe, «estando por servente de Gaspar da Rocha», 2.º oficial da Alfândega, foi-lhe entregue. // Primeiro exerceu a profissão de caiador, e depois foi distribuidor supra-numerário da Estação Telégrafo-Postal de Melgaço. // Casou a 2/7/1899, com Júlia Cândida, de 23 anos de idade, filha de Manuel José Marques Pereira, oficial de diligências do Juízo de Direito, e de Maria Clementina da Gândara. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Teresa de Jesus da Silva. // A 16/12/1906, na igreja de Chaviães, foi padrinho de Adamastor José de Araújo, nascido sete dias antes. // Faleceu a 8/6/1909, na sua casa da Rua da Calçada, só com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal. // Com geração.
Pedidos de remição de foros provenientes de António Brito, José Viegas Samorrinhos e António Lopes, sobre a incorporação respectivamente de: um foro sobre uma courela de fazenda, no sítio dos Braciais da freguesia de São Pedro da cidade de Faro; de um foro de 1$50 imposto numa morada de casas térreas na freguesia de São Pedro; de um foro de uma propriedade composta de terras de semear, com arvoredo diferente e casas de habitação no sítio da areia, freguesia de Estoi, todos os prédios situados no concelho de Faro.
Conjunto de vinte e seis sobrescritos com o timbre da Sociedade Anti-Esclavagista Portuguesa preenchidos com nomes e respectivos endereços para eventual envio de correspondência. Contém os seguintes destinatários: Fernando Arrobas da Silva; António de Almeida Lima; Alfredo Leite Rosas; Alfredo Barreto; Ângelo Coelho de Magalhães Vidal; Álvaro Pimenta; António de Brito; Alfredo de Oliveira Lima; José António Simões Raposo; Matilde Agrela de Oliveira; João de Barros; José de Magalhães; José António Simões Raposo; J. M. R. Norton de Matos; Jaime Leote do Rego; Jaime de Morais; Carlos Braga; Augusto Soares; António Simões Raposo; António Maria da Silva; António José Rodrigues Braga; A. J. Pires Avelanoso; Álvaro Corte Real; Albino Andrade Melo.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira adquiriu a José Caetano da Silva e Brito e sua esposa, Maria Guilhermina Gens de Almada Porto Carreiro, proprietários, moradores em Vila Franca de Xira, 51 m2 do terreno da horta que possuíam em Vila Franca de Xira, adquirida a Genoveva Rosa da Assunção. Confrontações: Norte com horta dos herdeiros de José Feliciano Correia Cachimbo; Sul com casa dos vendedores e outras; Nascente com herdeiros de José Cordeiro e outros; Poente com quintais do município e de Joaquim José da Silva Vidal. Valor: 30.600 réis.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira adquiriu a José Caetano da Silva e Brito e sua esposa, Maria Guilhermina Gens de Almada Porto Carreiro, proprietários, moradores em Vila Franca de Xira, 15 m2 do terreno da horta que possuíam em Vila Franca de Xira, adquirida a Genoveva Rosa da Assunção. Confrontações: Norte com horta dos herdeiros de José Feliciano Correia Cachimbo; Sul com casa dos vendedores e outras; Nascente com herdeiros de José Cordeiro e outros; Poente com quintais do município e de Joaquim José da Silva Vidal. Valor: 9.000 réis.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira adquiriu a João Pereira Caldas, solteiro, maior, proprietário, morador no Largo de Arroios, n.º 227, em Lisboa, um prédio composto de lojas e primeiro andar com dois quintais, poço e abegoaria, situado na Rua Serpa Pinto n.º 21-23, em Vila Franca de Xira. Confrontações: Norte com propriedades de Joaquim José da Silva Vidal e José Caetano da Silva e Brito; Sul com a Rua Serpa Pinto; Nascente com José Caetano; Poente com António Pinto Magalhães Barros. Valor: 3.500.000 réis.
O tesoureiro do Cofre das Lezírias, Vicente José Ferreira, entrega ao escrivão das mesmas, Manuel Francisco da Costa e Menezes, todos os mandados e mais papéis que estão em seu poder, entregando todos os dinheiros por ordem da Junta, para pagamento da vala, casa de madeira e ordenados, e mais despesas relativas à administração das fábricas, somando a quantia de 3.558,207 réis. Assinam o documento o escrivão e Rodrigues Gomes. Existe ainda um reconhecimento deste ato, autenticado pelo tabelião Vicente Xavier [Ferreira] de Brito a 6 de novembro de 1821.
Outorgantes: Custodio José Fernandes, Domingos Rodrigues, João António Vicente, José Custodio Oliveira Castro, Jo se Maria Lopes Macedo Ataide Brito, António José Vieira Ramalho Castro, Clemente José Pereira, Manuel Joaquim Mendes, Serafim José Silva, António Goncalves Branco, António José Vieira, Benjamim José Pereira, Custodio Batista Barbosa, Custodio José Lopes; segundos outorgantes: Lopes, Domingos António Teixeira, Joaquim José Silva, João Vieira, José Bento Sousa, José Narciso Vi a Magalhaes, Manuel Alves Vieira, Manuel José Ferreira, Manuel José Vieira Magalhaes, Serafim José Pereira Borges, António José Silva Guimaraes, José Manuel Silva, Francisco Assis Pereira, Joaquim Manuel Silva Pereira, José Vieira Costa, Manuel Joaquim B. Notário: Alfredo António Teixeira Ribeiro
O autor solicita a proteção de [António de Araújo de Azevedo] para o seu amigo o Desembargador João Rodrigues de Brito, que se desloca à Corte em virtude de lhe ter sido recusada uma licença. Refere que o mesmo é um homem íntegro, mas que se irrita facilmente com a injustiça, não fazendo questão de esconder os seus sentimentos, característica que faz com que lhe falte a arte de viver na Corte. Informa que o recomendado foi um dos que mais trabalhou nas "Nova Posturas".
Embora tivesse escrito há poucos dias, volta a fazê-lo para informar do Tratado de Paz assinado em paris entre a França, a Rússia, a Prússia e a Inglaterra. Pede ao destinatário que apresente ao Augusto Amo os seus votos de fidelidade e obediência. Chama a atenção para o Artigo 9.º do mesmo Tratado, dizendo que muito estima por não ter intervido na sua redação. Remete mais considerações sobre este acto para a carta que Brito escreverá. Pede ao destinatário que o faça lembrado na Corte e em especial ao Conde de Cavaleiros.
Lamenta ao amigo António de Araújo de Azevedo a situação em que se encontra a viver em Paris. Diz que enquanto não chega ao dia da redenção vai convivendo com alguns portugueses tais como Brito Correia, Borges, navarro e outros. Como a nível oficial nada fez, a nível particular começou a trabalhar logo à chegada, frequentando cursos públicos e particulares de agricultura, Mineralogia, Física e Química e que esteve a ver fábricas e estabelecimentos das quais possui apontamentos que em breve poderá utilizá-los. na última página está anotado o endereço de António de Araújo de Azevedo no Rio de Janeiro.
O autor, Consul geral no Havre participa a António de Araújo de Azevedo que Napoleão entrou no dia 21 em Paris, tendo sido aclamado pelas tropas. Luís XVIII já havia retirado na noite de 19 para 20. Continuará a desempenhar funções, para as quais foi nomeado em 23 de Julho de 1804, até que S.A.R. determine o contrário, tanto mais que Caumont, Agente provisório dos portugueses nomeado por Francisco José Maria de Brito, partiu como voluntário com um destacamento para Rouen, deixando vago o seu cargo. Recomenda-se à protecção do destinatário.
O autor, Médico, traça um quadro das viagens que efectuou após a invasão de Portugal pelos franceses. Fala do seu recolhimento em Bordéus junto do Bispo de Coimbra; das recusas em servir o exército francês em Portugal; aos serviços que prestou em Espanha; ao regresso à frança onde mereceu o acolhimento e a protecção de Francisco José Maria de Brito e das senhoras Cappadoce, de quem foi médico; da viagem à Rússia; até à ltura em que o "Tyranno Corso" abdicou e o autor se estabeleceu em Bordéus com a sua consorte. Pede a protecção do [Conde da Barca] para integrar o serviço real.
Acusa o envio dos mapas de exportação e do rendimento líquido da capitania. Solicita notícias da saúde do destinatário. Informa da retirada de Galvão para a Corte, das atitudes do novo Ouvidor e da carta que Chaves enviou ao Desembargador Cruz, insultando-o. Tece considerações sobre o regresso do Príncipe[-regente] a Lisboa, sobre as desordens ocorridas em Espanha, na França e em Inglaterra. Fala do Correio do Maranhão. Em anexo remete cópia do P.s. da carta do desembargador Brito para o Capitão-mor Castro. Pede a António de Araújo que interceda oficialmente junto deste governador para assegurar o estabelecimento do correio até ao Pará.
Informa que a sua saúde tem registado melhoras que nunca esperava. Espera estar em Paris em meados de Abril e principiar a obra das reclamações, isto se tiver tempo e se não tiver sido nomeado outro em seu lugar. Procurará por instruções do conde da Barca, Conselheiro de estado e Ministro [da Marinha e do Ultramar] no Rio de Janeiro, junto de Brito. Daupiás já tomou posse do Consulado. Na última página está anotado o endereço do conde da Barca no Rio de Janeiro.
Manifesta a sua alegria pela carta de 16 de Junho, recebida pelo amigo Brito assim que chegou a França. Assustou-se ao ver a letra dede Araújo e só Brito conseguiu tranquilizá-la e encorajá-la a ler a carta. Soube que o destinatário esteve muito doente, mas o céu salvou-lhe a vida para bem dos amigos e para a glória e honra da pátria e do Soberano. Deseja-lhe as melhoras. Relata o reencontro com o bom [Joaquim] Lobo [da Silveira], que continua o mesmo franco e leal amigo. Estimou conhecer a sua esposa [Sofia Amelia Murray] que é doce e muito amável. Recorda os tempos em que passaram juntos e esta longa e cruel ausência em nada alterou o sentimento sagrado que a une ao destinatário. Agradece os favores do destinatário pelo Marido, [Abraham Cappadoce-Pereira]. Ele teve a honra de jantar com o Rei da Dinamarca na sua passagem por Altona e beneficia da amizade de Mr. Rosenkrantz [Ministro Negócios Estrangeiros de Frederico VI]. Informa qu escreveu uma carta ao destinatário no mês de Maio, de Baden onde passou cinco meses. Mas, por uma fatalidade não conseguiu usufruir de nada, porque a sua companhia, Madame de Sousa, Marquesa de Gracia Real adoeceu, de maneira que a auora foi a sua "garde-malade" durante toda a estadia. Participa que Brito partiu para Viena e depois para Paris com Luís XVIII. Lamenta o estado da França, país outrora tão poderoso que outorgou a sua lei ao universo e hoje é humilhado e curva-se perante aqueles que lhe dá ordens dentro da sua própria capital. Eis o efeito da acção de um só homem, do terrível abuso do poder, do despotismo e da perfídia. Passou o Reno em Mayence e o seu pensamento transportou-se para o tempo em que estavam juntos. Comenta o justo castigo do "Platonique" [o Morgado de Mateus], homem de espírito e de talento que se tornou um imbecil, sendo motivo de escárnio de todo o mundo, tal como a sua mulher é o horror da sociedade. A sua perfídia, as intrigas e a ambição desmedida deveriam fazer tremer os ingratos. Refere-se ao casamento de Emília, filha da pobre Cateau, e ao de sua filha Antoinette. A justiça que de Araújo prestou ao excelente [Francisco José Maria de] Brito causou-lhe o maior prazer, tanto mais quando ele vive apenas para ser útil à Pátria e ao Soberano.
O autor tendo já escrito uma vez de Viena, informa que soube pelo seu irmão Vicente e pelo colega Brito que o destinatário recuperava dos problemas de saúde. Espera que esteja satisfeito com o resultado da comissão para que foi nomeado por S.A.R.. Informa que está para breve a chegada de Marialva. Pede interceda junto de Sua Majestade a fim de conceder ao Marquês de Marialva uma Grã-Cruz, visto que todos os Ministros e embaixadores estrangeiros possuem ao menos uma destas condecorações. Solcita que proteja o seu irmão João de Campos Navarro que foi nomeado para ir ao Rio de Janeiro beijar a mão de S.A.R. em nome da Universidade de Coimbra.
O registado: António Ferreira Nº registo: 1668 Naturalidade (freguesia e concelho): Sande São Martinho, Guimarães Data de nascimento: 1920/11/04 Pai: Serafim Ferreira Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): Sande São Clemente, Guimarães Mãe: Serafina Salgado Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento nº 607 em 1954 com Antónia de Castro; dissolução do casamento ao averbamento nº 1 por óbito do cônjuge mulher; Assento de casamento nº 855 em 1971 com Joaquina Vaz da Mota; Assento de óbito nº 316 - faleceu em 1977.
BESTEIRO, Rosa. Filha de Policarpo Besteiro e de Maria Domingues, lavradores, residentes: ele em Bouças e ela em Ferreiros (!!!). Neta paterna de Manuel Besteiro e de Maria Ferreira; neta materna de Manuel António Domingues e de Ana Gomes. Nasceu a 31/5/1887 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel Gomes, solteiro, e Teresa Brito, de Alvaredo. // Casou na igreja de Alvaredo a 25/6/1910 com Maximiano Pires, de vinte e oito anos de idade, natural de Alvaredo, filho de Manuel Pires, galego, e de Rosa Besteiro, natural de Alvaredo, residentes no lugar do Pinheiro. // Enviuvou a 24/3/1962. // Faleceu a 29/12/1970.
BESTEIRO, João. Filho de António Lourenço Besteiro e de Ana Besteiro, lavradores, residentes no lugar de Ferreiros. N.p. de José Luís Besteiro e de Maria Luísa Fernandes; n.m. de Joaquim Besteiro e de Camila Domingues. Nasceu em Alvaredo a 29/12/1902 e foi batizado a 2/1/1903. Padrinhos: João de Brito e Damiana Martins, casados, lavradores, de Alvaredo. // Casou na CRCM a 6/3/1929 com Rosa, filha de Joaquim Rodrigues e de Maria Esteves, nascida em 1905. // Enviuvou a 23/1/1936. // Faleceu em Alvaredo a 19 de Fevereiro de 1984. // Com geração.
DIAS, José. Filho de Teresa de Jesus Dias, solteira, jornaleira, de Pousa, Crecente, Ourense, moradora no lugar de Canda, Alvaredo. Neto materno de Frutuoso Dias e de Josefa Sanches. Nasceu a 26/11/1885 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinho: José Maria Vieites, viúvo, lavrador. // Casou com Petronila, de 32 anos de idade, da Vila de Monção, filha de Adriano (?) Luís de Brito e de Filomena da Luz Alves, na Conservatória de Monção, a 9/3/1921. // A sua esposa faleceu em Troviscoso a 28/6/1949. // Voltou a casar, desta vez com Elvira (?) Oliveira, de Monção (?), na igreja da Conceição, Covilhã, a 30/1/1950. // Faleceu em Mazedo a 13/12/1967.
MARTINS, Damiana. Filha de António Luís Martins e de Clara Fernandes, lavradores, residentes em Bouças. N.p. de Manuel António Martins e de Maria José Alves Salgado, do Maninho; n.m. de João António Fernandes e de Maria Rosa Pires, da Fontainha. Nasceu a 20/4/1867 e foi batizada a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Damião do Carmo Fernandes, da Fontainha, e Felisbela Gonçalves Palhares, de Santa Eulália de Valadares, solteiros, lavradores. // Casou na igreja de Alvaredo a 9/9/1897 com João, de 38 anos de idade, solteiro, do lugar da Granja, filho de Manuel António de Brito e de Carlota Joaquina Alves. // Faleceu a 24/6/1943.
DOMINGUES, José Maria. Filho de António Joaquim Domingues e de Rosa Domingues, ele de Corveira e ela do Ribeiro, onde moravam. N.p. de António Joaquim Domingues e de Maria Luísa Afonso; n.m. de Francisco Domingues e de Isabel Maria Domingues. Nasceu a 13/1/1867 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e Sebastiana Domingues, solteiros. // Em 1920 era citado pelo cartório do escrivão Brito a fim de assistir a todos os termos do inventário por óbito de sua mãe; encontrava-se em parte incerta (Jornal de Melgaço n.º 1295, de 4/7/1920).
DOMINGUES, Serafim. Filho de António Joaquim Domingues e de Rosa Domingues, ele de Corveira e ela do Ribeiro, onde moravam. N.p. de António Joaquim Domingues e de Maria Luísa Afonso; n.m. de Francisco Domingues e de Isabel Maria Domingues. Nasceu a 23/7/1869 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e Maria Gonçalves, solteiros. // Em 1920 foi citado pelo cartório do escrivão Brito a fim de assistir a todos os termos do inventário por óbito de sua mãe; era então solteiro, maior, e encontrava-se em parte incerta (Jornal de Melgaço n.º 1295, de 4/7/1920).
Filha de João Crespim, carpinteiro, natural de Rouças, e de Júlia Douteiro, natural de Paços, moradores na Portela de Chaviães. N.p. de João Manuel Crespim e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de António do Outeiro e de Miquelina Rosa de Castro. Nasceu em Chaviães a 26/5/1896 e foi batizada pelo padre BARP a 1 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Vítor Manuel de Magalhães, proprietário, e sua mulher Maria das Dores de Magalhães, do lugar do Cruzeiro. Casou na 3.ª Conservatória de Lisboa com Américo dos Santos Ferreira Nobre a 7/7/1923. // Faleceu na freguesia de São João de Brito, Lisboa, a 27/7/1974.
Filho de António José Pereira de Araújo e de Felicidade Rodrigues Barreiros, ele de Tui, Galiza, e ela de Cousso, Melgaço, moradores no lugar da Cela. Neto paterno de Joaquim Pereira, do Porto, e de Josefa de Araújo, de Tui; neto materno de Manuel Rodrigues Barreiros e de Quitéria Domingues. Nasceu a 18/3/1896 e foi batizado a 23/4/1896. Padrinhos: Custódio José Cardoso e sua mulher, Claudina Rosa Alves de Brito, negociantes. // Casou com Deolinda Costa, na Conservatória do Registo Civil de Braga, a 17/7/1933. // A sua esposa faleceu a 4/12/1967. // Ele morreu na freguesia de São Vicente, Braga, a 8/11/1985. // (Gémeo de Claudina).
Filha de António José Pereira de Araújo e de Felicidade Rodrigues Barreiros, proprietários, ele de Tui e ela de Cousso, residentes na Cela. Neta paterna de Joaquim Pereira e de Josefa de Araújo; neta materna de Manuel Rodrigues Barreiros e de Quitéria Domingues. Nasceu a 18/3/1896 e foi batizada a 23/4/1896. Padrinhos: Custódio José Cardoso e mulher, Claudina Rosa Alves Brito, negociantes. // Casou com Manuel Gonçalves da Rocha, na CRCM, a 16/7/1919. // Enviuvou a 28/11/1922. // Faleceu na freguesia de São Vicente, Braga, a 26/5/1986, com noventa anos de idade. // (Gémea de Custódio).
ALVES, Daniel Augusto. Filho de António José Alves, natural de Lamas do Mouro, e de Albina da Silva, natural de Cristóval, lavradores, residentes no lugar de Carvão. Neto paterno de Joaquim Alves e de Maria Rosa Domingues, naturais do lugar de Gavião, freguesia de Lamas de Mouro; neto materno de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina Esteves, do lugar de Carvão, Cristóval. Nasceu a 30/9/1887 e foi batizado na igreja a 2 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: José de Brito, solteiro, e Joaquina Durães, viúva, proprietária, moradora no lugar de Sobreira, Cristóval. // Faleceu a 29/7/1890 e foi sepultado na igreja no dia 31.
ABREU, Júlio de Jesus. Filho de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, moradores em São Gregório. N.p. de Francisca de Abreu, solteira, do dito lugar; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, da Rua Verde. Nasceu a 20/2/1892 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Júlio Augusto de Sousa Viana, solteiro, negociante e proprietário, e Maria de Brito, solteira, proprietária, ambos de São Gregório. (O padre não cobrou os seus direitos, nem pôs estampilhas no duplicado do assento, pelo facto dos pais da criança serem pobres). // Morreu no lugar de São Gregório, freguesia de Cristóval, a --/--/1929 (Notícias de Melgaço n.º 39, de 24/11/1929).
MONTEIRO, Francisco. Filho de José Joaquim Monteiro e de Maria Teresa Moreda, lavradores. Neto paterno de Vitorino Monteiro e de Florinda Rosa Pereira; neto materno de Manuel Moreda e de Benta Rodrigues dos Santos, todos de São Gregório. Nasceu a 8/3/1883 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Esteves, casado, lavrador, de Marga, e Maria de Brito, solteira, de São Gregório. // Casou a 18/10/1920, na CRCM, com Maria Rufina da Conceição do Outeiro, de 22 anos de idade, cristovalense, filha de Maria do Outeiro, solteira, e do padre António Joaquim Monteiro. // Faleceu em Cristóval a 27/3/1965.
AFONSO, Manuel José. Filho de António Afonso (já falecido) e de Maria Rosa Domingues, do lugar de Gavião. Nasceu por volta de 1866. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Lamas de Mouro a 4/8/1892, com Rosa de Jesus, de 29 anos de idade, também solteira, filha de António de Brito, alfaiate (já falecido), e de Joaquina Durães, do lugar do Sobreiro, Cristóval. Testemunhas presentes: Francisco Salgado, casado, lavrador, do dito lugar do Sobreiro, Cristóval, e José Afonso, solteiro, lavrador, de Gavião, Lamas de Mouro.
ALVES, Manuel. Filho de José Joaquim Alves e de Adelaide de Sousa, rurais, moradores no lugar de Paules. N.p. de Manuel José Alves e de Maria Luísa Lourenço; n.m. de Matias de Sousa e de Maria Rosa Domingues. Nasceu em Paderne a 28/1/1870 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel António de Sousa, do lugar de Vilar, e Maria Teresa, filha de Marcos José de Brito, natural de Alvaredo. // Lavrador. // Faleceu a 13/7/1900, em sua casa de morada, sita no lugar de Paúles, com todos os sacramentos, no estado de solteiro, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro.
ESTEVES, Ortelinda da Conceição. Filha de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Rosa Afonso, lavradores, residentes em Nogueira. N.p. de Constantino de Jesus Esteves e de Teresa de Jesus Vaz; n.m. de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves. Nasceu a 17/5/1895 e foi batizada a 21 desse mês. Padrinhos: Alberto José de Caldas, casado, rural, e Maria Esteves, solteira, doméstica. // Casou na 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 11 de Novembro de 1931, com César Lourenço. // Enviuvou a 23/1/1970. // Faleceu na freguesia de S. João de Brito, Lisboa, a 28/12/1980.
CORTES, Rosa da Glória. Filha de António Cândido Cortes, trabalhador, natural de Paderne, e de Maria Rosa Gonçalves, doméstica, natural de São Paio, moradores no lugar do Barral. Neta paterna de Manuel Luís Cortes e de Teresa Gonçalves; neta materna de José Manuel Gonçalves e de Ludovina Rosa Vaz. Nasceu em Paderne a 21/8/1902 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Francisco José Fernandes, casado, lavrador, e Joaquina Rosa Vieites, casada, doméstica. // Casou na CRCM a 25/8/1929 com António Augusto de Brito, solteiro, trabalhador, natural de São Paio. // Faleceu na freguesia de São Paio a 1/11/1982.
RODRIGUES, José Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu em Paderne por volta de 1862. // Tinha 22 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Aldeia, quando casou na igreja do mosteiro a 28/12/1884 com a sua conterrânea e parente no 4.º grau de consanguinidade, Ludovina Ferreira, de 27 anos de idade, solteira, filha de António Ferreira e de Marcelina Pires, rurais. Testemunhas: Manuel José Pires, solteiro, camponês, filho de Maria Joana Pires, solteira, de Estivadas, e José Domingues Exposto, solteiro, alfaiate, do lugar da Costa dos Moinhos, Paderne. // Proprietário. // Morreu a 15/5/1929, no lugar de Queirão, com 66 anos de idade. Pai de Frederico, negociante.
RODRIGUES, Manuel Francisco. Filho de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1858. // Tinha trinta e dois anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar de Aldeia, quando casou na igreja do mosteiro a 26/10/1890 com a sua conterrânea Rosa Rodrigues, de 26 anos de idade, solteira, doméstica, residente no dito lugar, filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, rurais. // Morreu no lugar de Aldeia a --/--/1931, com 73 anos de idade.
RODRIGUES, Maria (*). Filha de Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Fernandes, lavradores, moradores nos Moinhos. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de Ventura Fernandes e de Florinda de Carvalho. Nasceu a 5/5/1888 (**) e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Fernandes, casado, rural, e Vicência Dias, casada, doméstica. // Foi criada do professor António Vitorino da Cunha, de Chaviães, com quem casou (depois desse senhor ter ficado viúvo), na CRCM, a 25/5/1921. // Enviuvou a 14/7/1945. // Moraram no lugar das Lages. // Faleceu a 19/3/1968 e está sepultada no cemitério de Chaviães, na mesma campa do marido. // Com geração. /// (*) No jazigo consta como Maria da Conceição. /// (**) Na campa consta 4/5/1888.
RODRIGUES, Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito, moradores no lugar de Aldeia. Nasceu na freguesia de Paderne a --/12/1858. // Era solteiro, morava no lugar de Aldeia, quando casou na igreja do mosteiro a 25/8/1881 com Maria Joaquina Fernandes, nascida em Paderne em Setembro de 1853, solteira, residente no lugar dos Moinhos, filha de Boaventura Fernandes, natural de Paderne, e de Florinda Rosa de Carvalho, natural do lugar da Cela, Cousso. Testemunhas: Manuel José Ledo e Rosa Ledo, irmãos, do lugar dos Moinhos, e António Rodrigues, solteiro, irmão do noivo, residente no lugar de Aldeia, rurais.
RODRIGUES, António Joaquim. Filho de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes em Aldeia. Neto paterno de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; neto materno de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu a 21/1/1893 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues, casado, rural, e Marcelina Rodrigues, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 3/3/1919 com Joaquina Rosa, nascida em São Paio a 29/3/1899, filha de Bento Gonçalves e de Maria José Gonçalves. // Divorciou-se, por sentença proferida pelo tribunal de Melgaço, a 22/6/1942. // Ambos faleceram em Paderne: ele a 27/3/1961 e a sua ex-esposa a 29/8/1964. // Com geração.
RODRIGUES, Frederico. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Rosa Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 13/12/1899 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues, casado, rural, e Teresa de Jesus Codesseira, casada, doméstica. // Negociante. // Casou na CRCM a 20/6/1925 com Rosa, de 26 anos de idade, padernense, filha de Manuel José Lopes e de Maria Violante Rodrigues. // Morreu em Paderne a 3/1/1962. // C.g.
RODRIGUES, Maria da Glória. Filha de Manuel Francisco Rodrigues e de Rosa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. Neta paterna de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito. Nasceu em Paderne a 9/1/1902 e foi batizada na igreja católica a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues, casado, lavrador, e Noémia Augusta Rodrigues, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 4/12/1931 com Abílio Augusto Fernandes. // Faleceu em Aldeia, Paderne, a 23/10/1935, com apenas 33 anos de idade.
RODRIGUES, Rosa. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Ludovina Ferreira, lavradores, residentes em Queirão. N.p. de Manuel Joaquim Rodrigues e de Francisca Luísa de Brito; n.m. de António Manuel Ferreira e de Marcelina Pires. Nasceu a 4/12/1889 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: João Batista Vaz, casado, lavrador, e Rosa Ferreira, casada, doméstica. // Casou na CRCM a 15/8/1921 com Manuel Inácio, de 31 anos de idade, padernense, filho de Ponciano Pires e de Joaquina Fernandes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 28/6/1966.
GONÇALVES, Manuel. Filho de Bruno Gonçalves e de Júlia Fernandes, lavradores, residentes no lugar de Rabosa. N.p. de António Manuel Gonçalves e de Maria Joana Esteves Cordeiro; n.m. de Luís Manuel Fernandes e de Joaquina Rosa Rodrigues. Nasceu em Penso a 12/8/1898 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Fernandes, solteiro, proprietário, e Maria do Patrocínio Gonçalves, viúva, proprietária, tia paterna do batizando. // Casou no Registo Civil do Distrito de Guraruja, comarca de Santos, Brasil, a 15 de Maio de 1945, com Maria Manuela, de 50 anos de idade, filha de António Brito e de Joana Fernandes, de Ourense, Galiza. // Faleceu em Penso a 11/12/1959.
DOMINGUES, Narciso. Filho de Manuel Domingues e de Maria Luísa de Sousa Lobato, lavradores, residentes no lugar de Rabosa. Neto paterno de Francisco Luís Domingues e de Maria Rosa Fernandes; neto materno de Luís Manuel de Sousa Lobato e de Ana Maria Pires. Nasceu em Penso a 29/6/1899 e foi batizado na igreja paroquial a 2 de Julho desse dito ano. Padrinhos: o seu avô paterno, casado, e Teresa de Brito, viúva, lavradeira, natural de Penso. // Morreu no dia 5/7/1900 e foi sepultado no cemitério paroquial.
LOPES, Margarida. Filha de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de José Joaquim Lopes e de Maria Joaquina Alves, do dito lugar; neta materna de António Joaquim da Costa e de Inácia Rosa da Conceição, de Penaguião. Nasceu em Prado a --/9/1870 e foi batizada na igreja a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar de Brito e Rocha, solteiro, funcionário da Alfândega em Melgaço, natural dos Arcos de Valdevez, e serviu de madrinha João Luís de Sousa Palhares.